Categoria: MPPB

  • Promotoria realiza audiência com familiares de idosos institucionalizados, em Guarabira

    Promotoria realiza audiência com familiares de idosos institucionalizados, em Guarabira

    A Promotoria de Justiça de Guarabira realizou, nessa quinta-feira (22/08), uma audiência com os familiares das pessoas idosas acolhidas na Instituição de Longa Permanência São Vicente de Paulo. A audiência foi realizada no auditório da sede da Promotoria de Justiça.

    Segundo a 3ª promotora de Justiça de Guarabira, Edivane Saraiva, o evento contou com palestras da psicóloga Renata Sousa Camelo e da Assistente Social com o tema “Fortalecimento de Vínculos”. 

    Ainda conforme a promotora de Justiça, a audiência faz parte de uma das etapas do Projeto Fortalecimento de Vínculos na ILPI São Vicente de Paulo, nos autos do PA nº 001.2024.080117, com intuito de estimular o fortalecimento de vínculos dos familiares dos idosos acolhidos na ILPI São Vicente de Paulo, que atualmente acolhe 36 idosos sendo 15 mulheres e 21 homens.

    A promotora destaca que a interação da família com os idosos institucionalizados é salutar para promoção do bem-estar e da saúde mental e emocional dos idosos, os quais frequentemente, após serem institucionalizados, deixam de ter contato com seus parentes.

  • MPPB dá parecer contrário a habeas corpus de influenciador

    MPPB dá parecer contrário a habeas corpus de influenciador

    O Ministério Público da Paraíba emitiu parecer contrário ao habeas corpus impetrado pela defesa do influenciador Hytalo Santos e do marido dele, Israel Nata Vicente. 

    O influenciador paraibano é investigado por suposta exploração e exposição de adolescentes, utilização indevida da imagem de menores com finalidade lucrativa, configurando exploração sexual e trabalho infantil artístico irregular, uma vez que o conteúdo produzido é monetizado em plataformas digitais como Youtube, Tik Tok e outras. Ele foi preso com o marido na última sexta-feira, 15 de agosto, em Carapicuíba, na Grande São Paulo, a pedido do MP. Agora, o casal aguarda transferência para a Paraíba. 

    No pedido de revogação da prisão preventiva, a defesa afirma que a decretação carece de fundamentos. Entre as razões elencadas, argumenta que não havia intenção de fuga, já que o influenciador digital havia divulgado nas redes sociais dele que estava em São Paulo. E pede a concessão de medidas cautelares, diante da situação.

    No seu parecer, o procurador de Justiça do Ministério Público Álvaro Gadelha Campos entendeu que não existe razão no pedido. Ele lembra que a decisão que decretou a prisão preventiva trouxe, em sua fundamentação, a necessidade de garantir a lisura da instrução criminal. Como apontou o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco/MPPB), havia indícios de destruição e remoção de provas que seriam apreendidas no decorrer das investigações. A prisão, então, tinha por motivo impedir que isso voltasse a acontecer, bem como que os investigados pudessem intimidar testemunhas, se permanecessem em liberdade.

    O procurador ressalta, ainda, que a decisão da juíza plantonista foi submetida à instância superior e mantida, ao serem consideradas as provas de supostos crimes graves e indícios suficientes de autoria indicados pelo juiz de primeiro grau, além da gravidade dos atos imputados aos investigados e o risco da destruição e ocultação de provas. No entendimento do MP, uma substituição da prisão preventiva por medidas cautelares diversas, como pedia a defesa, seria ineficaz para preservar a ordem pública, o andamento do processo e desestimular o retorno da prática criminosa. 

    O parecer destaca ainda, que a prisão cautelar não viola o princípio da presunção de inocência (porque não implica em juízo de culpabilidade antecipada), e que, neste caso, “está devidamente fundamentada (artigos 5º, LXI e 93, IX da constituição Federal), demonstrando o cabimento, pressupostos e necessidade da custódia cautelar, necessária por ora para assegurar a ordem pública, não existindo qualquer ilegalidade ou vício a ser sanado” e conclui, opinando pelo indeferimento do habeas corpus.

     

  • Julgamento com perspetiva de gênero: MPPB ressalta proteção da vítima em júri de CG

    Julgamento com perspetiva de gênero: MPPB ressalta proteção da vítima em júri de CG

    Mais um réu foi condenado pelo crime de feminicídio nos julgamentos realizados no Tribunal do Júri de Campina Grande, na Semana Nacional pela Paz em Casa, dentro das ações do Agosto Lilás. Atuaram na sessão plenária os promotores de Justiça Luciara Lima Simeão Moura e José Antônio Neves Neto. Os trabalhos foram iniciados às 8h e terminaram perto das 23h.

    Conforme o MPPB, o réu foi condenado pelo assassinato de sua ex-namorada com disparo de arma de fogo em sua cabeça a uma pena de 20 anos e 11 meses, reconhecido o feminicídio. O fato, ocorrido em outubro de 2020, no município de Boqueirão, causou indignação a sociedade e mobilizou os agentes políticos que, em resposta, criaram lei municipal do dia de combate ao feminicídio em homenagem póstuma a Viviane Gonçalo Farias, jovem de 19 anos, que sonhava com a enfermagem e um dia constituir família.

    Segundo a promotora Luciara Moura, a sessão plenária foi longa e extenuante, com oitiva de inúmeras testemunhas, diversas questões processuais, revelando a tensão natural de um julgamento de repercussão de um fato bárbaro que chocou a todos. “Pela segunda vez, a sociedade campinense proferiu um veredito de condenação que expressa a verdadeira justiça e a necessária resposta a todo o corpo social que repugna atos bárbaros que atentem contra a vida das mulheres. Aos familiares de Viviane, o Ministério Público expressa seus sentimentos e que a justiça possa consolar um pouco os corações enlutados”.

    Proteção da vítima

    Durante a fala da defesa, o Ministério Público insurgiu-se veementemente contra a exposição de documentos e fotos que denegriam a imagem da vítima bem como expunham ao público dados e conteúdo de natureza íntima. Amparado nas disposições do art. 474-A do Código de Processo Penal, bem como nos Protocolos de Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a presidência dos trabalhos vedou a utilização das imagens bem como do conteúdo para garantir a dignidade e honra da vítima, como postulado pelo MPPB.

    O promotor José Neto ressaltou que é missão da instituição velar pela vida e pela dignidade das vítimas, mais ainda de vítimas de feminicídio. “O discurso corrente nos casos como esse passa sempre pela exposição e desrespeito à memória da vítima, num vale tudo com o qual jamais concordaremos e contra o qual, enquanto Promotor de Justiça, tribuno da vida no plenário do Júri, sempre me manifestarei”.

     

  • Corte Interamericana de Direitos Humanos condena Brasil no caso Manoel Luiz da Silva

    Corte Interamericana de Direitos Humanos condena Brasil no caso Manoel Luiz da Silva

    A Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) condenou o Brasil no caso do assassinato do trabalhador rural Manoel Luiz da Silva, em 19 de maio de 1997, em São Miguel de Taipu, na Paraíba. A sentença, divulgada em fevereiro de 2025, culpa o Estado brasileiro pela falta de esclarecimento do crime e de punição aos responsáveis, além de negar à família da vítima o direito à verdade. E determina que o governo deve indenizar os parentes de Manoel Luiz da Silva, oferecer tratamento médico e/ou psicológico adequado, reconhecer publicamente a responsabilidade no caso e formar um diagnóstico sobre a violência contra os trabalhadores rurais na Paraíba.

    De acordo com a denúncia apresentada à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) pelas organizações não-governamentais Justiça Global, Dignitatis e Comissão Pastoral da Terra em 2003, Manoel Luiz da Silva, de 40 anos, foi morto quando passava, junto com outros trabalhadores sem-terra, por um trecho de estrada dentro da Fazenda Engenho Itaipu. O grupo foi atacado a tiros por funcionários da propriedade e Manoel morreu no local. 

    Em 7 de novembro de 1997, o Ministério Público da Paraíba apresentou denúncia contra dois acusados. O júri só aconteceu mais de oito anos depois, em 23 de março de 2006, e decidiu, por maioria, pela absolvição. O MP e a assistente de acusação interpuseram recurso contra a decisão, que foi julgado em 26 de setembro de 2007 pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, anulando a decisão do Tribunal do Júri e designando um novo julgamento.

    O novo julgamento foi realizado em 1º de dezembro de 2009, no qual a materialidade do crime e a atuação em concurso para o crime foram reconhecidas por unanimidade. No entanto, emitiu-se sentença absolvendo ambos os réus. O Ministério Público interpôs um novo recurso de apelação, que foi declarado improcedente. A decisão de absolvição dos acusados transitou em julgado em 22 de novembro de 2013.

    Em 27 de agosto de 2003, Justiça Global, Comissão Pastoral da Terra da Paraíba (“CPT”) e Dignitatis – Assessoria Técnica Popular apresentaram a petição inicial perante a Comissão Interamericana de Direitos Humanos que, em 26 de novembro de 2021, submeteu ao Tribunal as ações e omissões estatais. 

    A corte reconheceu que o Estado é responsável pela violação da garantia do prazo razoável no processo penal, pela falta de devida diligência no processo penal, pela violação do direito à verdade e pela violação do direito à integridade pessoal, condenando o Brasil a uma série de reparações.

    Veja a sentença AQUI, publicada por determinação da Corte IDH

  • MPPB pede suspensão imediata de cursos EJA EAD irregulares

    MPPB pede suspensão imediata de cursos EJA EAD irregulares

    O Ministério Público da Paraíba, por meio da promotora de Justiça Maria Edlígia Chaves Leite, impetrou ação civil pública com base no inquérito civil nº 001.2024.017791 contra a empresa Centro Integrado de Educação LTDA-ME (Unicorp Faculdades/Unicorptec/Unicorp Cursos e Consultoria), que oferece cursos para Educação de Jovens e Adultos na modalidade 100% on line. O MP pede à Justiça paraibana que determine a suspensão imediata desses cursos, com tutela de urgência, por irregularidades na permissão, no formato e alcance, já que a autorização concedida pelo estado é restrita a João Pessoa, mas a instituição tem alunos em vários estados brasileiros, como Acre, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. 

    De acordo com a Resolução nº 01/2021, do Conselho Nacional de Educação, a oferta do conteúdo online deve ser limitada a 80% da carga horária total. Ainda conforme a Resolução, para a oferta de cursos da EJA a distância fora da unidade da federação em que estiver sediada, a instituição deverá obter credenciamento nos conselhos de educação das unidades da federação onde atuará. Mas a Paraíba não aderiu ao termo de colaboração com outros estados da federação, o que inviabiliza a autorização da Unicorp, com sede na Paraíba, a funcionar na modalidade a distância em outros estados do país.

    Na ação, O MP aponta que a situação também se configura como dano moral coletivo. Segundo a promotora Maria Edlígia,  “houve grave violação aos alunos de todo o Brasil que compraram cursos EJA na modalidade a distância, acreditando que os certificados emitidos seriam legais e válidos. Com o intuito meramente lucrativo, a empresa vendeu e vende cursos para estudantes de diversos estados, mesmo sabendo que não possui autorização para isso. Toda essa situação provoca repulsa e indignação na consciência coletiva, trazendo abalo negativo à moral da coletividade”. O valor indicado para a causa foi de R$ 4.479.030,00 (quatro milhões, quatrocentos e setenta e nove mil e trinta reais),  o equivalente ao faturamento da empresa com a venda de cursos em 2024. 

    A promotora pede, ainda, que o Conselho Estadual de Educação (CEE) declare a ilegalidade dos cursos ofertados pela instituição sem a devida autorização, instaure procedimento administrativo para apurar a responsabilidade do diretor do curso e aplicar a punição cabível e proíba a matrícula de novos alunos. A ação civil pública do MP prevê prazo de 15 dias para contestação e 30 dias para cumprimento dos pedidos, sob pena de multa diária em caso de desobediência.

  • Atuação do MP: réus são condenados por feminicídio e tentativa de feminicídio, em CG

    Atuação do MP: réus são condenados por feminicídio e tentativa de feminicídio, em CG

    Dois réus foram condenados esta semana por feminicídio e tentativa de feminicídio. Os processos foram submetidos a julgamento no Tribunal do Júri de Campina Grande, dentro da Semana Justiça pela Paz em Casa, coordenada pelo Conselho Nacional de Justiça, e integrante das ações do Agosto Lilás. Atuaram nas sessõe de julgamento, os promotores de Justiça titulares do Júri de Campina Grande, Uirassu de Melo Medeiros e Luciara Simeao Moura.
    Nessa quarta-feira (20/08), um réu foi condenado a 18 anos e 6 meses por tentativa de feminicídio por ter espancado a ex-companheira quase até a morte em fevereiro de 2023, no bairro do Catolé em Campina Grande. O crime ocorreu por sentimento de posse e inconformismo do acusado com o término do relacionamento. A vítima sofre ainda as sequelas do ato criminoso. Conforme elementos colhidos na instrução do processo, o réu praticava violência física, psicológica e patrimonial contra a companheira e prometia mudar toda vez que havia rompimento. Após o crime, chegou a fazer a vitima acreditar que tinha sofrido um AVC ainda na tentativa de enganá-la.
    Já na última segunda-feira (18/08), o réu foi julgado e condenado a 23 anos e três meses de reclusão por ter cometido feminicídio contra a ex-companheira, em abril de 2023, após aplicar-lhe um golpe de mata-leão e desferir várias pedradas na cabeça. A vítima havia terminado o relacionamento violento e não queria mais contato com o ex-companheiro, que a atacou tarde da noite em rua deserta no Bairro Universitário, em CG.
    O promotor Uirassu Medeiros destacou a importância desses resultados. “Os vereditos do Tribunal Popular espelham e projetam o que a sociedade julga correto e errado, e assim com essas condenações de feminicidas temos a clara mensagem de que a sociedade não tolerará mais violência contra as mulheres” 
    Nesta quinta-feira (21/08), mais um crime de feminicídio será submetido ao júri popular.

  • Webinar discute, nesta sexta (22/08), atuação do MP no enfrentamento ao feminicídio

    Webinar discute, nesta sexta (22/08), atuação do MP no enfrentamento ao feminicídio

    O Ministério Público da Paraíba realizará, nesta sexta-feira, 22 de agosto, a partir das 9h, o webinar “Atuação do Ministério Público no Enfrentamento ao Feminicídio”, com o objetivo de aprimorar a atuação no combate ao feminicídio. O evento é promovido pelo Centro de Apoio Operacional em Matéria Criminal (CAOCrim), em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf).

    O evento é gratuito e aberto a toda a rede de proteção à mulher, membros, assessores e servidores do Ministério Público, e aos demais operadores do Direito, com possibilidade de participação de integrantes de outros Estados. As inscrições seguem abertas (Clique AQUI). Duzentas e cinquenta pessoas já garantiram participação na iniciativa, que atende a uma diretriz do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). Por meio do Selo “Respeito e Inclusão no Combate ao Feminicídio”,o CNMP busca certificar as unidades do Ministério Público brasileiro que investem na qualificação de seus integrantes. A participação no webinar será reconhecida com anotação elogiosa nos cadastros funcionais, um incentivo proposto pela Corregedoria do CNMP e acolhido  pela Corregedoria-Geral do MPPB. 

    O evento visa a capacitar membros(as), assessores(as) e servidores(as) da instituição para uma atuação com perspectiva de gênero e contará com exposições da escritora Carla Madeira e das promotoras de Justiça Ticiane Louise Santana Pereira (MPPR) e Simone Sibílio do Nascimento (MPRJ). A mediação caberá à 1ª subprocuradora-geral, Vasti Cléa Lopes. 

    O coordenador do CAOCrim e do Núcleo de Apoio às Vítimas de Crimes (Navic), Ricardo Alex Almeida Lins, ressalta a relevância do evento. “O enfrentamento ao feminicídio exige do Ministério Público uma atuação cada vez mais técnica, especializada e sensível às complexidades da violência de gênero. Trata-se de uma oportunidade de buscarmos instrumentos para a efetiva proteção de mulheres e de meninas em situação de violência. O evento contará com exposições de renomados profissionais e abordará desde a contextualização da violência de gênero, pela escritora Carla Madeira, até estratégias de atuação em plenário. O que se busca é que o Ministério Público da Paraíba se consolide como uma instituição de vanguarda na defesa dos direitos humanos e no combate a essa grave violação”.

    Confira a programação:

    9h: Abertura 

    Procurador-geral de Justiça, diretor do Ceaf, corregedor-geral do MPPB e coordenador do CAOCrim.

     9h15: Mediação e Apresentação 

    Vasti Cléa Marinho da Costa Lopes, Procuradora de Justiça do Ministério Público da Paraíba

     

    9h20: Contextualização da violência de gênero com a escritora Carla Madeira

    9h40: Exposição sobre “O papel da atuação em rede do Ministério Público no enfrentamento ao feminicídio”

    Ticiane Louise Santana Pereira, promotora de Justiça do Ministério Público do Paraná

    11h: Exposição sobre “Estratégias de atuação do Ministério Público em plenário e na instrução de feminicídio” 

    Simone Sibílio do Nascimento, promotora de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro

  • FDD aprova novo edital destinando R$ 2 mi para financiamento de projetos sociais

    FDD aprova novo edital destinando R$ 2 mi para financiamento de projetos sociais

    O Conselho Gestor do Fundo de Direitos Difusos (FDD/PB) aprovou, na manhã desta terça-feira (19/08), um novo edital de chamamento para inscrições e seleção de projetos a serem financiados com recursos do fundo. Serão destinados R$ 2 milhões aos projetos. As inscrições poderão ser feitas até o dia 31 de outubro.
    A sessão foi presidida pelo procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto. Participaram os procuradores Glauberto Bezerra e Sócrates Agra, o promotor Leonardo Quintans; a procuradora do Estado, Ana Beatriz Fernandes Chagas; e a advogada Joelma Vieira Carneiro.
    Poderão apresentar projetos restritos geograficamente ao Estado da Paraíba os membros do Conselho Gestor; os órgãos da administração pública direta e indireta, estadual e municipal; as organizações não-governamentais (ONGs); as organizações sociais (OSS); as organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips); as entidades que preencham os requisitos do artigo 5° da Lei Federal 7.347/85 e qualquer cidadão.
    De acordo com o edital, os projetos deverão aportar contrapartida de, no mínimo, 10% do valor global do projeto. Cada projeto poderá solicitar apoio financeiro de, no máximo, R$ 200 mil, excluída a contrapartida.
    Os projetos serão analisados considerando que os objetivos propostos devem atingir o fim social a que se propõe o FDD/PB; a relevância da questão; a sua eficácia e eficiência; os benefícios decorrentes da execução do projeto a curto e médio prazos; as condições técnicas empregadas (administrativas, de recursos humanos e de infraestrutura) para a execução do projeto; o caráter inovador da iniciativa (tanto em termos dos métodos e técnicas empregadas, quanto da participação direta da sociedade) e as estratégias para continuidade das ações realizadas ao final de sua execução.
    Ao final, o procurador-geral se despediu da presidência do conselho gestor agradecendo a todos os integrantes. Todos os conselheiros presentes parabenizaram sua gestão. O conselho será presidido a partir de setembro pelo novo procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans.

  • Seplag lança dois novos paineis do Padin

    Seplag lança dois novos paineis do Padin

    A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) do Ministério Público da Paraíba (MPPB), em parceria com a Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), lançou, nesta quarta-feira (20/08), dois novos painéis no Portal de Análise, Desempenho e Indicadores (Padin), ampliando os instrumentos de análise e apoio à atuação ministerial:

    O primeiro painel é o de “Educação: Comparativo de Escolas de Campina Grande), que foi idealizado pelo promotor de Justiça Raniere Dantas. O painel apresenta dados sobre o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) dos anos iniciais, finais e do ensino médio nas escolas do município, permitindo uma visão comparativa e estratégica da realidade educacional local.

    Já o segundo painel trata dos “Inquéritos Policiais e Autos de Prisão em Flagrante”. Conforme informações da Seplag, a ferramenta possibilita monitorar o quantitativo de inquéritos e autos de prisão em flagrante distribuídos ao cargo, com indicação da delegacia de origem e do órgão julgador. O painel também disponibiliza ranking de processos por vara, delegacia, assunto e distribuição, além de filtros e gráficos que mostram a evolução quantitativa e temporal.

    “Essas iniciativas reforçam o compromisso da Instituição com a modernização da gestão da informação, oferecendo recursos que auxiliam na tomada de decisões e no aprimoramento da atuação ministerial”, afirma a secretária de Planejamento e Gestão, Cristiana Vasconcelos.

    Padin

    O Portal de Análise, Desempenho e Indicadores é uma plataforma de business intelligence (BI), desenvolvida para agregar dados sociais do Estado e informações institucionais do MPPB. Lançada na versão beta em 2023, a plataforma pode ser acessada clicando no banner da página principal do site institucional, no menu “Serviços” ou diretamente no link www.mppb.mp.br/padin.

    Atualmente, o  Padin conta com seis paineis: Atuação Finalística, Indicadores Sociais, Movimentação Procedimental, Monitoramento de Prazo, Procedimentos Extrajudiciais e Expedientes Judiciais.

  • FDD aprova novo edital destinando R$ 2 milhões para financiamento de projetos sociais

    FDD aprova novo edital destinando R$ 2 milhões para financiamento de projetos sociais

    O Conselho Gestor do Fundo de Direitos Difusos (FDD/PB) aprovou, na manhã desta terça-feira (19/08), um novo edital de chamamento para inscrições e seleção de projetos a serem financiados com recursos do fundo. Serão destinados R$ 2 milhões aos projetos. As inscrições poderão ser feitas até o dia 31 de outubro.
    A sessão foi presidida pelo procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto. Participaram os procuradores Glauberto Bezerra e Sócrates Agra, o promotor Leonardo Quintans; a procuradora do Estado, Ana Beatriz Fernandes Chagas; e a advogada Joelma Vieira Carneiro.
    Poderão apresentar projetos restritos geograficamente ao Estado da Paraíba os membros do Conselho Gestor; os órgãos da administração pública direta e indireta, estadual e municipal; as organizações não-governamentais (ONGs); as organizações sociais (OSS); as organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips); as entidades que preencham os requisitos do artigo 5° da Lei Federal 7.347/85 e qualquer cidadão.
    De acordo com o edital, os projetos deverão aportar contrapartida de, no mínimo, 10% do valor global do projeto. Cada projeto poderá solicitar apoio financeiro de, no máximo, R$ 200 mil, excluída a contrapartida.
    Os projetos serão analisados considerando que os objetivos propostos devem atingir o fim social a que se propõe o FDD/PB; a relevância da questão; a sua eficácia e eficiência; os benefícios decorrentes da execução do projeto a curto e médio prazos; as condições técnicas empregadas (administrativas, de recursos humanos e de infraestrutura) para a execução do projeto; o caráter inovador da iniciativa (tanto em termos dos métodos e técnicas empregadas, quanto da participação direta da sociedade) e as estratégias para continuidade das ações realizadas ao final de sua execução.
    Ao final, o procurador-geral se despediu da presidência do conselho gestor agradecendo a todos os integrantes. Todos os conselheiros presentes parabenizaram sua gestão. O conselho será presidido a partir de setembro pelo novo procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans.