Categoria: TJPB

  • Abertas inscrições para workshop sobre Segurança Digital e suas mais recentes tendências

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    As inscrições para o ‘Workshop de Segurança Digital: saiba das últimas tendências e como se proteger’ começam nesta quarta-feira (9) e vão até o dia 23 deste mês. A iniciativa é da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec) do Tribunal de Justiça da Paraíba, em parceria com a Escola Superior da Magistratura (Esma). O workshop vai acontecer no dia 25, das 10h às 12h, na modalidade online, via plataforma Zoom, para um público formado por magistrados(as), servidores(as) e colaboradores(as) do Poder Judiciário estadual, com direito a certificado. Os interessados podem fazer as inscrições neste link.

    O workshop faz parte das ações voltadas à execução da Estratégia Nacional de Segurança Cibernética do Poder Judiciário (Ensec-PJ), estabelecida pela Resolução nº 396/2021, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que orienta os tribunais a promover capacitações regulares sobre o tema.

    A capacitação vai abordar os temas Panorama da segurança digital no Judiciário; Detecção e prevenção de golpes com uso de IA; Boas práticas de segurança digital no dia a dia; Segurança de senhas, dados pessoais e dispositivos móveis; e Uso seguro de VPN, redes Wi-Fi públicas e tecnologias emergentes. Os tópicos serão apresentados pelo palestrante convidado, Nandor Feher, especialista da Gartner em cibersegurança, com 28 anos de experiência em tecnologia, com atuação internacional e autor do livro Zero Trust Privacy.

    Nandor Feher é especialista em cibersegurança, com atuação internacional, autor do livro ‘Zero Trust Privacy’ e detentor de mais de 13 certificações, incluindo Certified Information Systems Security Professional (CISSP), Certified Information Security Manager (CISM), Certified in Risk and Information Systems Control (CRISC), Certified Data Privacy Solutions Engineer (CDPSE) e Data Protection Officer (DPO).

    Daniel Ayres - Dir. de Tecnologia da Informação - Ditec -TJPB
    Daniel Ayres – Dir. de Tecnologia da Informação – Ditec -TJPB

    O diretor da Ditec/TJPB, Daniel Ayres de Melo, lembrou que, nos últimos meses, o Tribunal de Justiça da Paraíba tem realizado investimentos em segurança da informação, reforçando a infraestrutura tecnológica e implementando novas medidas para garantir a proteção dos dados institucionais. “No entanto, um dos elos mais importantes da segurança digital são as pessoas. Por isso, capacitar nossos servidores e magistrados sobre boas práticas de segurança cibernética é essencial para fortalecer a defesa do Tribunal contra ameaças digitais. Esse workshop é mais um passo nesse compromisso contínuo de aprimoramento e conscientização”, pontuou.

    Por Fernando Patriota

     

  • Comissão de Heteroidentificação divulga resultado de avaliação de candidatos do 3º Enam

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    O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Comissão de Heteroidentificação, divulgou o resultado da avaliação por videoconferência dos(as) candidatos(as) ao 3º Exame Nacional da Magistratura (Enam), conforme previsto no Edital nº 003/2025 (página 3 do Diário da Justiça eletrônico).

    A sessão virtual foi realizada na segunda-feira (7), com o objetivo de reavaliar os candidatos que não tiveram a autodeclaração como pessoa negra confirmada pela análise fotográfica inicial. A iniciativa segue os critérios estabelecidos pelo Edital nº 01/2025 da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) e pela Resolução nº 614/2025 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Os nomes dos candidatos e candidatas avaliados(as), bem como os respectivos resultados, estão disponíveis no Diário da Justiça eletrônico desta quarta-feira (9).

    Candidatos(as) que tiveram sua autodeclaração não confirmada pela Comissão de Heteroidentificação poderão apresentar recurso à Comissão Recursal do próprio TJPB. O prazo para interposição vai de 10 a 11 de abril.

    A Comissão de Heteroidentificação é presidida pelo juiz Manoel Gonçalves Dantas de Abrantes, que reforçou a importância do processo para garantir a lisura e a efetividade das políticas de ações afirmativas no âmbito do Poder Judiciário.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Diretor da Esma é nomeado assessor especial da Presidência da AMB

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    O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Frederico Mendes Júnior, nomeou o desembargador Joás de Brito Pereira Filho, diretor da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), para o cargo de assessor especial da Presidência. A nomeação foi oficializada no dia 1º de abril, por meio do Ato Executivo nº 375/2025.

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    Desembargador Joás de Brito

    Ao receber a notícia, o desembargador Joás de Brito expressou sua satisfação com o convite: “É uma grande alegria poder contribuir com a gestão do meu amigo Fred Júnior, presidente da AMB”.

    No cargo de assessor especial, o diretor da Esma-PB terá a missão de auxiliar a Presidência da AMB na implementação de uma gestão integrada, participativa e voltada ao fortalecimento da magistratura nacional, em sintonia com os compromissos assumidos pela atual administração.

    A escolha faz parte da formação da equipe que atuará no triênio 2023/2025 e está respaldada pelo artigo 19, inciso VI, do Estatuto da AMB, que autoriza a Presidência a nomear integrantes para cargos não eletivos em secretarias, coordenadorias e outras estruturas da entidade.

    O desembargador Joás de Brito possui uma trajetória consolidada no serviço público, tendo exercido os cargos de presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), além de ter atuado como procurador-geral do Estado e chefe da Procuradoria da Fazenda Estadual.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Esma encerra nesta quarta-feira inscrições para webinário sobre Canabidiol

    A Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB) encerra nesta quarta-feira(9) as inscrições para o webinário “Efeitos do Tema 1.234 da repercussão geral (STF) na competência jurisdicional para julgamento de ações envolvendo fornecimento de canabidiol”, que será realizado na quinta-feira(10), às 9 horas, com transmissão pelas plataformas Zoom e Youtube.  Os interessados devem se inscrever por meio do link https://forms.gle/fxupcRMmWcXGRybBA.

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    Desembargadora Anna Carla Lopes

    O evento está sendo organizado pelo Comitê Estadual do Fórum Nacional da Saúde do CNJ, que tem como coordenadora a desembargadora Anna Carla Lopes. “O webinário faz parte da nossa programação da Semana Nacional de Saúde, que representa um avanço significativo no compromisso do Judiciário com a promoção da saúde integral de seus membros e servidores”, declarou.

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    Juiz federal João Andrade

    O juiz federal João Pereira de Andrade Filho, vice-coordenador do Comitê Estadual  do Fórum Nacional da Saúde do CNJ, e um dos palestrantes do webinário, afirmou que sem dúvida alguma, o tema 1.234 do STF trouxe clareza acerca de uma matéria de grande relevo (direito à saúde), ao fixar de maneira inovadora diversos parâmetros para balizar o julgamento das ações de saúde. “Há, contudo, diversas questões que ainda demandam um melhor amadurecimento e nos chamam à reflexão. Um desses temas diz respeito às demandas pelo fornecimento de canabidiol. O debate que se propõe consiste fundamentalmente em definir, à luz do tema 1.234 do STF, qual seria o foro competente para o processamento dessas ações: justiça federal ou estadual”, observou.

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    Juíza Vanessa Moura Pereira

    A juíza titular da 4ª vara da Comarca de Patos, Vanessa Moura Pereira de Cavalcante, que também será palestrante no evento, destacou que a Escola da Magistratura da Paraíba, atenta à relevância e complexidade das demandas envolvendo judicialização de medicamentos não incorporados ao SUS, apresenta essa importante ferramenta de debate e reflexão sobre o tema. 

    “A crescente demanda por decisões judiciais para o fornecimento de medicamentos não registrados na Anvisa, dos quais destaco em especial, o Canabidiol, impõe desafios significativos tanto para o sistema de saúde quanto para o judiciário.

    Neste ponto, revela-se importante a reflexão do tema a ser tratado no webinário que será realizado pela Esma nesta quinta-feira”, destacou a juíza Vanessa Cavalcante.

    A magistrada disse que para se ter uma ideia, o fornecimento de canabidiol pelo poder público, via Sistema Único de Saúde (SUS) e, por consequência, via judicialização, tem sido uma questão importante de saúde pública e também jurídica no Brasil, posto ser o canabidiol, derivado da Cannabis sativa, utilizado no tratamento de diversas condições médicas. “Embora já exista produto à base de Cannabis Sativa com registro na Anvisa, a maioria dos fármacos não foram incorporados às listas de medicamentos fornecidos pelo SUS, o que tem levado muitos cidadãos a buscarem a via judicial”, esclareceu.

    Por Walquiria Maria

  • Advogado lançará livro na Esma sobre incidência do ITBI em cessões de direitos possessórios

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    Allisson Vitalino apresentou a obra ao des. José Ricardo Porto

    A Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma) sediará, no dia 20 de maio, às 19h, o lançamento do livro ‘A Incidência do ITBI sobre Cessão de Direitos Possessórios: causas, reflexos e impertinência jurídica’, de autoria do advogado Allisson Carlos Vitalino. A obra é resultado de seus estudos na Pós-Graduação lato sensu em Direito Tributário, promovida pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tributários (IBET), coordenado em João Pessoa pelo juiz federal Bianor Arruda e pelo advogado tributarista Erick Macedo.

    Nesta quarta-feira (9), Alisson Carlos esteve com o desembargador José Ricardo Porto para convidá-lo para o lançamento. O magistrado elogiou a relevância da obra: “É uma obra que trata de um tema que está sendo muito debatido em todos os tribunais, na doutrina e na jurisprudência. Vamos prestigiar o lançamento. Essa obra certamente será consultada por advogados, estudantes de direito e por aqueles que desejam prestar concursos públicos”.

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    O livro discute a cobrança do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) em situações de cessão de direitos possessórios, especialmente em contratos de compra e venda. O autor argumenta que essa cobrança é juridicamente indevida e analisa os impactos e discussões que envolvem o tema nos tribunais brasileiros.

    “É um tema que está muito em moda nos tribunais brasileiros, inclusive no Supremo Tribunal Federal. A gente trata especificamente da incidência indevida do ITBI, especialmente quando das cessões de direitos possessórios, com destaque para os contratos de compra e venda”, explica Alisson Carlos. Ele acrescenta que a obra é fruto de sua monografia desenvolvida no IBET, sob coordenação do juiz federal Bianor Arruda e do advogado tributarista Erick Macedo.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Comitê Estadual de Políticas Penais da Paraíba toma posse e avança na implementação do Plano Pena Justa

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    Representantes dos poderes Judiciário e Executivo

    Uma solenidade, na tarde desta terça-feira (08), no auditório do Fórum Criminal da Comarca da Capital, marcou a posse dos membros do Comitê Estadual de Políticas Penais da Paraíba (CEPP/PB). O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho, o supervisor  e a coordenadora do Grupo de Monitoramento e Fiscalização dos Sistemas Carcerário e Socioeducativo (GMF-PB), desembargador Carlos Martins Beltrão e a juíza Maria Aparecida Gadelha, respectivamente, e o secretário de Estado da Administração Penitenciária (Seap), João Alves, deram posse aos novos integrantes do Comitê.

    Com esta iniciativa, os poderes Judiciário e Executivo da Paraíba avançam nas ações para a implementação do Plano Pena Justa no estado, além de dar um passo importante na busca por soluções estruturadas e permanentes para os desafios do sistema penitenciário, alinhando-se às diretrizes do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio do programa Fazendo Justiça.

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    Fred Coutinho pediu união para o sucesso das ações do Comitê

    O Comitê, de composição plural e multidisciplinar, foi instituído em fevereiro por ato normativo conjunto entre o TJPB e a Seap-PB e tem como objetivo ser uma instância de governança, atuando na coordenação da execução do plano estadual para enfrentar o estado de coisas inconstitucional do sistema penitenciário, conforme determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da ADPF 347.

    Essa decisão reconheceu falhas estruturais no sistema prisional brasileiro e determinou, por meio do Plano Pena Justa, que os órgãos estatais adotem medidas urgentes para corrigir violações sistêmicas aos direitos fundamentais dos presos.

    Em seu discurso, o desembargador-presidente, Fred Coutinho, salientou o destaque dado ao Estado da Paraíba em termos de avanços na execução da política pública encampada pelo CNJ, STF e Ministério da Justiça, voltada ao enfrentamento à superlotação carcerária. Conclamou, ainda, a união de todos para o sucesso das ações do Comitê.

    “Parabenizo os que fazem a política do sistema prisional paraibano. Todos que  estão envolvidos em desenvolver programas e projetos nesse sentido, para buscar soluções que possam melhorar o sistema. A posse dos membros do Comitê é mais uma forma de aperfeiçoarmos essa iniciativa. O Pena justa é uma realidade na Paraíba”, enfatizou o desembargador Fred Coutinho.

    Foto do desembargador Carlos Beltrão
    Desembargador Carlos Beltrão

    O desembargador Carlos Beltrão ressaltou a parceria entre o TJPB, por meio do GMF-PB, se dedica à missão de planejar e articular ações em parceria com o Programa Fazendo Justiça, por meio do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas (DMF), do Executivo e demais instituições que integram a rede que tem atuado com a preocupação de executar ações voltadas à encontrar soluções para a situação carcerária. “Estamos aqui hoje justamente para sacramentar essa parceria e dar posse a esse comitê. Uma equipe bem preparada, engajada, com uma experiência magnífica já nessa área, de forma que possa levar adiante os projetos que são apresentados e que precisam de implementação na prática”, enfatizou.

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    Juíza Maria Aparecida Gadelha

    Já a coordenadora do Grupo de Monitoramento e Fiscalização dos Sistemas Carcerário e Socioeducativo  e auxiliar da Presidência do TJPB, juíza Maria Aparecida Gadelha, salientou que o Comitê buscar o aperfeiçoamento das políticas relativas à execução penal e, em uma segunda instância, estabelecer a execução do Plano Pena Justa Estadual. 

    “Essa é a missão mais urgente e mais emergente do Comitê Estadual de Políticas Penais, e nós, juntos, unindo sociedade civil, instituições, órgãos, pessoas que trabalham e que são atores nesse sistema, vamos pensar como será elaborado e futuramente executado o nosso plano Pena Justa local”, realçou.

    Foto do secretário da Seap, João Alves
    Secretário da Seap, João Alves

    Por sua vez, o secretário da Seap, João Alves, evidenciou a importância do Comitê, tendo em vista que irá ajudar a Secretaria de Administração Penitenciária, o judiciário e demais instituições envolvidas a traçar diretrizes de melhoramentos do sistema prisional paraibano. “Vai ser implantado o projeto Pena Justa, também a Central de Regulação de Vagas. Isso, com certeza foi bem pensado e planejado pelo Conselho Nacional de Justiça e iremos cumprir conforme o determinado”, acentuou.

    Interpretes de Libras
    Interpretes de Libras

    A solenidade reuniu autoridades, representantes dos poderes Judiciário e Executivo, e da sociedade civil. Todo o evento teve a participação da equipe de intérpretes de Libras da Fundação Centro Integrado de Apoio à Pessoa com Deficiência (Funad).

    O que é –  O Plano Pena Justa possui mais de 300 metas, a serem cumpridas até 2027, com atuação em quatro eixos: controle da entrada e das vagas do sistema prisional para enfrentar a superlotação; melhoria da qualidade da ambiência, dos serviços prestados e da estrutura prisional; processos saída da prisão e da reintegração social e políticas de não repetição do estado de coisas inconstitucional no sistema carcerário.

    O GMF-PB desempenha papel ativo no Comitê Estadual de Políticas Penais, atuando para fortalecer a gestão do Sistema de Justiça Criminal e aprimorar as políticas de execução penal no Estado.

    Por Lila Santos

     

  • Webinário debate competência para julgar demandas envolvendo o Canabidiol

    O canabidiol (conhecido pela sigla CBD) é uma das substâncias químicas presentes na planta Cannabis Sativa, que vem sendo utilizada em tratamentos medicinais. O Supremo Tribunal Federal (STF), com a tese do Tema 1234, em Repercussão Geral, fixou a competência da Justiça Federal, para pedidos de medicamentos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas não padronizados no Sistema Único de Saúde (SUS), e com custo anual igual ou superior a 210 salários mínimos.

    Os efeitos do Tema 1.234 do STF, na competência jurisdicional para julgamento de ações envolvendo fornecimento de canabidiol, será debatido em Webinário, nesta quinta-feira (10), às 9h. O evento é aberto à sociedade e a iniciativa faz parte da programação da Semana Nacional da Saúde, promovida pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). A videoconferência, que será realizada pela Escola Superior da Magistratura (Esma), terá a duração de duas horas. As inscrições estão abertas até esta quarta-feira (9).

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    Juiz João Pereira será um dos palestrantes do evento

    Para o juiz federal João Pereira de Andrade Filho, vice-coordenador do Comitê Estadual do Fórum Nacional da Saúde do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que ministrará palestra no Webinário, o tema 1.234 do STF trouxe clareza acerca de uma matéria de grande relevo, que é o direito à saúde, ao fixar de forma inovadora  diversos parâmetros para balizar o julgamento das ações nesta seara.

    “Há, contudo, diversas questões que ainda demandam um melhor amadurecimento e nos chamam à reflexão. Um desses temas diz respeito às demandas pelo fornecimento de canabidiol. O debate que se propõe consiste fundamentalmente em definir, à luz do tema 1.234 do STF, qual seria o foro competente para o processamento dessas ações: justiça federal ou estadual”, ressaltou.

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    Juíza Vanessa Moura Pereira de Cavalcante

    A juíza da 4ª Vara da Comarca de Patos, Moura Pereira de Cavalcante, com atuação no 2º Núcleo 4.0 de Saúde Pública do TJPB, também falará no evento virtual. Ela destacou que o Tema 1234, julgado pelo Supremo Tribunal Federal, constitui um ponto de inflexão significativo na judicialização da saúde no Brasil, proporcionando um avanço significativo quanto ao estabelecimento de competências jurisdicionais.

    Segundo reforçou a magistrada, o julgamento do STF, ao mesmo tempo que tratou de questões complexas, estabeleceu diretrizes essenciais para a dispensação de medicamentos que, embora não estejam incluídos nas listagens do SUS, possuem registro válido na Anvisa. “A decisão visou conciliar o direito à saúde, assegurado constitucionalmente, com a viabilidade econômica das políticas públicas de saúde, considerando o cenário federativo do Brasil, que apresenta significativos desafios logísticos, financeiros e jurídicos”, realçou.

    A magistrada Vanessa Moura chamou a atenção também para o fato de que o fornecimento de canabidiol pelo poder público, via SUS e, por consequência, via judicialização, tem sido uma questão importante de saúde pública e jurídica no país, isso porque, a maioria dos produtos à base de Cannabis Sativa não foram incorporados às listas de medicamentos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde, levando os cidadãos a buscarem a via judicial.

    “A crescente demanda por decisões judiciais para o fornecimento de canabidiol impõe desafios consideráveis, tanto para o sistema de saúde, quanto para o judiciário. Neste ponto, revela-se importante a padronização do tema por meio do julgamento a nível de repercussão geral, trazendo segurança jurídica ao cidadão e ao poder Público”, evidenciou a magistrada Vanessa Moura.

    Por Lila Santos

     

  • Alvarás emergenciais/excepcionais já podem ser encaminhados ao BRB a partir desta quarta-feira

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    O Judiciário estadual paraibano está migrando as contas judiciais do Banco do Brasil (BB) para o Banco de Brasília (BSB). Desta forma, desde o dia 29 de março, foram suspensos a expedição e o envio de alvarás, com exceção dos emergenciais/excepcionais que, a partir desta quarta-feira (9), já poderão ser encaminhados ao BRB. Para tanto, os magistrados deverão fazer essa remessa através do e-mail informado via ofício da Presidência.

    Outra novidade é que, desde o dia 5 de abril, a expedição de guias passou a ser feita pelo BRB, por meio de link disponibilizado no site do TJPB. Para acessá-lo, basta clicar no banner ‘Depósito Judicial – BRB’ e informar o tipo de depósito.

    Os alvarás emergenciais/excepcionais compreendem as ordens judiciais relacionadas ao Núcleo de Saúde 4.0 ou oriundas das Varas de Família para liberação de valores alimentícios, nos termos do Ato nº 63/2025, que estabeleceu um cronograma a ser observado durante o período de transição entre as instituições bancárias.

    Conforme o cronograma, a prestação de serviço integral pelo BRB será iniciada no dia 14 de abril. Até a implementação total do sistema, que deve durar 90 dias em média, juízes (as) deverão continuar enviando os alvarás ao BRB através do e-mail informado pela Presidência.

    De acordo com a diretora de Economia e Finanças do Tribunal de Justiça da Paraíba, Izabel Izidoro da Nóbrega, após a fase de implementação, a expedição dos alvarás ocorrerá pelo próprio sistema do BRB. “Os alvarás serão cumpridos inclusive por meio do Pix. Haverá controle dos saldos das contas, através de várias opções, nome das partes, CPF/CNPJ, entre outros”, observou.

    O Ato da Presidência nº 63/2025 foi publicado na página 03 do Diário da Justiça eletrônico do dia 26 de março de 2025, determinando que os depósitos judiciais vinculados ao Poder Judiciário do Estado sejam realizados no Banco BRB.

    Por Gabriela Parente

     

  • Grupo de Trabalho sobre permuta de magistrados realiza primeira reunião

    O Grupo de Trabalho criado para estudar a regulamentação da permuta de magistrados no âmbito do Poder Judiciário da Paraíba realizou sua primeira reunião. O colegiado foi instituído por meio do Ato nº 69/2025 da Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), em conformidade com a Resolução nº 603/2024, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Durante o encontro, os integrantes deliberaram que a minuta de resolução regulamentando a permuta entre magistrados será elaborada até a próxima semana. A próxima reunião do Grupo está marcada para o dia 14 de abril, ocasião em que a proposta será discutida. Após a aprovação do texto, o documento será encaminhado à Presidência do TJPB para análise.

    O Grupo de Trabalho é coordenado pela juíza auxiliar da Presidência, Maria Aparecida Sarmento Gadelha, e composto pelos seguintes magistrados: juíza Érica Virgínia da Silva Pontes, juíza Flávia Fernanda Silvestre, juíza Maria Eduarda Borges Araújo e juiz Renato Levi Dantas Jales.

    A regulamentação da permuta entre magistrados é um passo importante para assegurar maior eficiência, mobilidade e organização interna na magistratura, respeitando os princípios estabelecidos pelo CNJ.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Imunização e bem-estar: ação em prol da saúde leva vacinas a servidores e magistrados do TJPB

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    Servidores e magistrados receberam as vacinas

    Magistrados(as) e servidores(as) do Fórum Cível de João Pessoa tiveram acesso a uma ação de imunização, nesta terça-feira (08). A atividade faz parte da programação da Semana Nacional de Saúde, instituída pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e foi voltada para idosos, pessoas com deficiência e com comorbidades, a exemplo da hipertensão e diabetes.

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    Presidente do TJPB participou da atividade no Fórum Cível

    O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho, disse que o ato demonstra a preocupação do TJPB com a prevenção a doenças que podem ser evitadas com as vacinas. “É com muita satisfação que estamos testemunhando esse ato em prol da saúde. Estamos realizando eventos como esse pensando no ser humano, na saúde dos servidores e servidores, dos magistrados e magistradas, que são os maiores patrimônios do Judiciário”, ressaltou.

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    Juíza Gianne de Carvalho

    A juíza Gianne de Carvalho Teotônio Marinho, membro do Comitê Estadual de Saúde do TJPB, concorda que prevenir doenças é uma prioridade. “Nada mais importante do que a gente cuidar da saúde do nosso servidor, dos magistrados, que fazem o Poder Judiciário. Com essa ação a gente traz para dentro do ambiente do fórum a perspectiva de prevenção, de regularização das suas vacinas, para tornar o ambiente de trabalho, com bem-estar, com saúde, sempre em primeiro lugar”, destacou.

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    Juiz Meales Melo – dir. do Fórum Cível

    Para o diretor do Fórum Cível, juiz Meales Melo, ver a adesão dos magistrados(as) e servidores(as) à campanha de vacinação proporcionada pela Semana Nacional de Saúde foi extremamente satisfatório. “A imunização vai evitar doenças e reforçar a saúde de cada servidor, de cada magistrado que está aqui no nosso convívio do dia a dia. Todos comparecendo para colocar a saúde em dia”, colocou.

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    Diana Berger – servidora do TJPB

    Na ocasião, foram disponibilizadas as vacinas de rotina para o público adulto, como: difteria e tétano (DT), hepatite B, sarampo, caxumba e rubéola (tríplice viral), a febre amarela e Influenza.

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    Gerência de Qualidade de Vida do TJPB deu apoio à ação

    Diana Berger é servidora do Fórum Cível e não perdeu tempo. Assim que soube da ação foi uma das primeiras a comparecer para se vacinar contra a gripe. “Eu acho uma iniciativa muito importante do Tribunal para facilitar a vida de nós, servidores, trazendo as vacinas aqui para o Fórum Cível. Isso facilita muito a nossa vida. Agora estou mais tranquila. Tomei a da Influenza”, contou.

    Mais serviços – Além da vacinação, foram oferecidos outros serviços de saúde, a exemplo de aferição de pressão e verificação da glicemia. Terapias integrativas, como massagens, auriculoterapia e ventosas também fizeram parte da programação.

    Por Nice Almeida