Categoria: TJPB

  • Encontro “Diálogo Público Paraíba” reúne gestores municipais no TCE

    Presidente do TJPB participou do evento
    Presidente do TJPB compôs a mesa de honra do evento

    Numa iniciativa conjunta do Tribunal de Contas do Estado com o Tribunal de Contas da União, foi realizado nesta segunda-feira (24) o encontro “Diálogo Público Paraíba”, direcionado aos gestores municipais. O evento, que teve como tema a proteção à primeira infância, a transparência dos atos e gastos governamentais e a execução de obras públicas, promete impulsionar uma série de ações que se estenderão pelos próximos dois anos em todo o País.

    A mesa dos trabalhos contou com a presença de importantes lideranças: o presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo Filho; o presidente do TCE, conselheiro Fábio Nogueira; o desembargador Fred Coutinho, presidente do Tribunal de Justiça; e o deputado Adriano Galdino, presidente da Assembleia Legislativa. Cada um dos participantes destacou a importância da colaboração e do compromisso com a melhoria das gestões públicas.

    Fred Coutinho, presidente do TJPB, destacou a importância de se cultivar a consciência da cidadania
    Fred Coutinho, presidente do TJPB, destacou a importância de se cultivar a consciência da cidadania

    O presidente do Tribunal de Justiça, Fred Coutinho, enfatizou que “as ideias estão aqui e, também, aqui está a busca das soluções requeridas pela população”, ressaltando o papel dos prefeitos que lidam diariamente com as “primeiras dores dos cidadãos”. Em sua fala, ele destacou ainda a importância de se cultivar a consciência da cidadania, considerada a expressão política mais essencial para o fortalecimento da democracia.

    Durante seu discurso, o presidente do TCE, conselheiro Fábio Nogueira, saudou os participantes e ressaltou o caminho conjunto para o aperfeiçoamento das ações administrativas. Ele convocou todos os gestores a assumirem um “compromisso incondicional com a boa gestão dos recursos públicos”, destacando a importância da aproximação do sistema dos Tribunais de Contas com os responsáveis pela administração municipal.

    Nogueira também destacou o uso de programas e mecanismos que facilitam o acesso do cidadão comum aos dados dos municípios, reforçando o desejo de orientação permanente e o fortalecimento dos laços institucionais. Além disso, celebrou o TCE paraibano por sediar o primeiro “Diálogo Público” do ano, evidenciando a longa amizade e a colaboração histórica com o ministro Vital do Rêgo.

    O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Adriano Galdino, enalteceu os Tribunais por “prevenir antes de punir” e destacou a importância de um diálogo aberto e construtivo para a construção de pontes rumo ao progresso. Galdino também registrou seu orgulho pelos paraibanos que se destacam no cenário nacional, incluindo o ministro Vital do Rêgo, reafirmando a necessidade de esforços conjuntos para elevar a qualidade da gestão pública.

    Por Lenilson Guedes com informações e fotografias da assessoria do TCE/PB

     

  • XII encontro do Cojud debate boas práticas e fortalece ouvidorias judiciais

    Ouvidores e presidente do TJPB participaram do XII Coejud, no Recife
    Ouvidores e presidente do TJPB participaram do XII Coejud

    A ouvidora do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Maranhão, e o ouvidor substituto, desembargador Aluízio Bezerra Filho participaram do XII Encontro do Colégio Nacional de Ouvidores Judiciais (Cojud), realizado pelo Poder Judiciário de Pernambuco. Também compareceu ao evento o presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho. Durante três dias ouvidores e ouvidoras de todo país debateram boas práticas, com foco no relacionamento entre o Poder Judiciário com a sociedade, além de comemorar os 10 anos de criação do Colégio Nacional.

    A iniciativa para a criação do Cojud partiu do desembargador Fred Coutinho, há doze anos, quando estava no cargo de ouvidor do TJPB. Ele propôs a formação do Colegiado visando fortalecer as ouvidorias judiciais em todo o país, incentivando a uniformidade de procedimentos e entendimentos para uma gestão mais eficiente, colaborativa, transparente, ética e responsável no âmbito do Poder Judiciário.

    Desª. Fátima Maranhão e des. Aluízio Bezerra Filho
    Desª. Fátima Maranhão e des. Aluízio Bezerra Filho

    Segundo a desembargadora Fátima Maranhão, os encontros semestrais com ouvidores dos tribunais de Justiça trazem um contributo enorme à troca de experiências e para estabelecer metas para melhor atender cidadãos e cidadãs. “Somos os ouvidos do povo, principalmente dos mais simples, que precisam do apoio do Judiciário para suas demandas. Prestamos informações, orientamos e acolhemos. Fazemos encaminhamentos e mostramos que a Justiça tem um braço social e humanizado”, comentou a ouvidora do Tribunal de Justiça da Paraíba. O Encontro do Colégio Nacional de Ouvidores Judiciais teve início na quarta-feira (19) e terminou na sexta-feira passada (21).

    Os ouvidores e ouvidoras também deliberaram sobre oito cláusulas para elaborar a ‘Carta do Recife’, indicando as principais conclusões do encontro. Conforme o desembargador Aluízio Bezerra, “as ouvidorias são um instrumento valioso de comunicação à disposição do cidadão para encaminhar suas demandas a respeito de processos que precisam ser impulsionados. É importante ressaltar que nós temos milhões de processos tramitando em nosso país e é natural que ocorram alguns entraves, formados até por questões de ordem processual, de volume de serviço, de limitação de efetivo, alguma demora”.

    Ainda conforme o ouvidor adjunto do TJPB, outros temas também foram discutidos como a criação de uma logomarca da ouvidoria, como têm os demais órgãos públicos. “Ainda discutimos a respeito de outros temas que estão correlacionados com a ouvidoria e como a utilização da inteligência artificial como instrumento auxiliar para melhorar os trabalhos”, informou.

    Ouvidores e todo o Brasil participaram do evento em Pernambuco
    Ouvidores e todo o Brasil participaram do evento no Recife

    Abertura – Além da palestra de abertura, com o tema ‘Recife e suas escolas’, ministrada pela desembargadora do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), Margarida de Oliveira Cantarelli, a programação do evento também trouxe assuntos, como Ouvidorias como garantia do exercício da cidadania; Ouvidoria e gestão estratégica; A jurisvivência das ouvidorias; A Inteligência Artificial a serviço do humano; A importância das parcerias institucionais; A Ouvidoria como exercício de humanidade; Ouvidoria proativa: transparência, acessibilidade e eficiência; e O ato de começar e se renovar. Na oportunidade, foi lançado um e-Book do Cojud, reunindo histórias das Ouvidorias integrantes do Colégio.

    História – O Colégio Nacional de Ouvidores Judiciais (Cojud) foi fundado em 6 de março de 2015, na cidade de Fortaleza, Ceará. Trata-se de uma sociedade civil sem fins lucrativos que reúne magistrados atuantes como ouvidores dos Tribunais de Justiça estaduais, Tribunais Regionais Federais e Tribunais Militares de todo o país. As ouvidorias judiciais desempenham um papel fundamental ao servir como canal de comunicação entre os cidadãos e o Judiciário, recebendo sugestões, reclamações, denúncias, críticas e elogios sobre as atividades judiciais e encaminhando essas manifestações aos setores administrativos competentes.

    Por Fernando Patriota

     

  • Conselho da Magistratura julga 27 processos em primeira sessão extraordinária de 2025

    Vice-presidente presidiu a sessão do Conselho da Magistratura
    Vice-presidente presidiu a sessão do Conselho da Magistratura

    O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça da Paraíba realizou, na tarde desta segunda-feira (24), a primeira sessão extraordinária deste ano. A condução dos trabalhos do Colegiado foi do vice-presidente do Poder Judiciário estadual, desembargador João Batista Barbosa. Todos os julgamentos do Tribunal podem ser acompanhados no canal oficial do TJPB no YouTube.

    Durante a sessão, foram apreciados 27 processos administrativos, boa parte deles relacionados à solicitação de reserva orçamentário para pagamento de honorários periciais.

    Parte dos desembargadores participou de forma virtual
    Parte dos desembargadores participou de forma virtual

    O Conselho da Magistratura é constituído pelos membros da Mesa Diretora do TJPB, desembargadores Fred Coutinho (presidente), João Batista Barbosa (vice-presidente) e Leandro dos Santos (corregedor-geral de Justiça). Compõem ainda o órgão fracionário como integrantes efetivos, os(as) desembargadores(as) José Ricardo Porto, Agamenilde Dias de Arruda Vieira Dantas e Aluízio Bezerra Filho. Já como membros suplentes, os desembargadores Joás de Brito Pereira Filho (1º suplente), Oswaldo Trigueiro do Valle Filho (2º suplente) e Ricardo Vital de Almeida (3º suplente).

    Na sessão desta segunda-feira, participaram João Batista Barbosa, Leandro dos Santos, José Ricardo Porto, Agamenilde Dias de Arruda Vieira Dantas e Joás de Brito Pereira Filho, além do diretor especial do TJPB, Robson Cananéa, secretariando os trabalhos.

    Por Fernando Patriota

     

  • Mulheres: as dores na alma provocadas pela violência e a cura dos traumas

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    A noite seria de festa. Ela vestiu o melhor vestido, escovou os cabelos, pintou as unhas de vermelho e fez uma bela maquiagem. Ficou linda! Mas, uma frase do companheiro desmontou toda a produção. “Vai pra onde parecendo uma palhaça?”. Ao contrário do esperado elogio, veio uma agressão psicológica, o início de uma história de violência completamente contrária às apresentadas nos contos de fadas da infância.

    O relato poderia ser de uma personagem específica. Não é! É a infeliz realidade de centenas, milhares de mulheres brasileiras que se encantaram por um suposto príncipe que, com o passar do tempo, se revelou sapo… pior que isso, uma fera que agride, fere e até mata.

    Na última reportagem da série ‘Mulheres, não estamos sozinhas!’, vamos conhecer as marcas psicológicas tatuadas nas vítimas de violência doméstica e familiar e saber os caminhos para curá-las e encontrar-se com a superação. 

    A série foi desenvolvida em parceria da Coordenadoria da Mulher e a Gerência de Comunicação do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e inclui vídeos, artes, textos e podcasts, que buscam evidenciar o trabalho da Justiça e de toda a rede de proteção feminina em prol das mulheres. A ideia é divulgar serviços, conquistas e reconhecer o potencial feminino de forma mais ampla. Os conteúdos serão publicados no Instagram, no Portal e no YouTube do TJPB.

    As dores na alma de quem sofre violência

    A frase colocada acima é apenas um exemplo suave do que as mulheres vítimas de violência doméstica e familiar escutam daqueles que se intitulam seus companheiros. As palavras e ações do agressor minam todas as possibilidades de ela enxergar o quanto é bonita, inteligente, elegante, bem-humorada, feliz. Retiram dela toda a autoconfiança, a afastam da família, isolam-na dos amigos. 

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    Psicóloga Elba Possidônio

    O tratamento agressivo provoca grandes dores, vai matando-as, porque elas internalizam o que ouvem, acreditam naquela pseudo-verdade e desistem de tudo. A primeira morte provocada é a da autoestima, como explica a psicóloga Elba Possidônio, liderança nacional do Projeto Justiceiras, que visa suprir a necessidade de canais e sistemas alternativos para combater e prevenir a violência de gênero.

    “Na violência doméstica, a primeira porta é a psicológica, porque a primeira coisa é acabar com a autoestima. Você não tem autoestima, não confia em você, não sabe mais quem você é, não tem mais identidade. Você vai ouvindo essas coisas e começa a acreditar. Como não acreditar? A pessoa que diz que te ama, que vai cuidar de você, que no início era o príncipe encantado, aí de repente ele está lhe dizendo que a roupa não está apropriada? Você vai acreditar! E o discurso é:  Você sabe que eu estou falando para o seu bem. Aí a mulher vai internalizando isso até que chega um momento que para você tirar ela dali, daquela certeza que ela tem, leva um longo tempo”, relata a psicóloga.

    Outra ferida que se abre é o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), uma patologia mental que pode surgir após a exposição a um evento traumático, como a violência doméstica. Elba Possidônio usa uma metáfora interessante que ouviu de um amigo para nos fazer entender a essência do TEPT.

    “É como uma cobra que você vê dentro de casa, vai buscar algo para matar, mas quando volta a cobra não está mais ali. Então, você vai ficar o tempo todo assustada, sem saber onde a cobra está. Você estará atrás dela dentro de casa o tempo todo. Na violência doméstica é isso, a mulher está o tempo todo atenta, alerta, aí já não vai mais dormir, porque vai passar a noite pensando no que fazer para no dia seguinte não ser agredida de novo. Não consegue dormir porque passa a noite pensando na solução, até para ele não bater nos filhos”, exemplificou a profissional.

    Como curar a dor

    É preciso buscar ajuda! Das autoridades, das redes de apoio e de um profissional. A terapia é um grande passo para entender o processo de violência e se libertar dele. “A psicoterapia é extremamente importante. Por que, o que é que a psicóloga vai fazer? Vai lhe mostrar que você tem vida, que você tem um significado”, ressalta Elba Possidônio, revelando uma técnica importante para o processo de cura. Sim, há cura para essas dores!

    “Quem é você? Essa é uma das perguntas que eu mais faço. Eu peço para a pessoa escrever uma carta descrevendo quem é ela. Mas, assim, quem é ela de verdade, não quem ela está sendo agora. Sua condição hoje, você não é isso! Quando se faz esse reconhecimento de quem é você, começa a cura, a saber que é capaz, a se aceitar e aí você vai se reconstruindo. É juntar tijolinho por tijolinho. É rápido? Não! Muitas vezes essa mulher precisa de muito tempo para recuperar sua autoestima, saber que ela está viva. Cura tem, pode demorar um pouco, mas tem! Com perseverança, a gente consegue”, coloca.

    Justiceiras, quem são elas?

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    O ‘Justiceiras’ foi criado em 2020 pelo Instituto Justiça de Saia, com o apoio dos Institutos Nelson Wilians e Bem Querer Mulher, e se tornou um canal online e multidisciplinar para o recebimento de denúncias sobre todas as formas de violência contra a mulher.

    O projeto possibilita uma orientação para que mulheres em situação de violência realizem, quando desejarem, o boletim de ocorrência online ou presencial, ou façam o pedido de medidas protetivas. De outro modo, é uma rede de mulheres unidas para informar e, antes de mais nada, apoiar, fortalecer e encorajar as meninas e mulheres que estão em situação de violência doméstica.

    Caminhando nessa esteira, o projeto reúne mulheres que acreditam que sim, existe vida após a violência e formam um grande exército de voluntárias “Justiceiras”. Atualmente, a psicóloga Elba Possidônio é uma liderança nacional do projeto.

    “Nós somos 16 mil mulheres como voluntárias. E nós já atendemos 18 mil mulheres. Nós temos advogadas, psicólogas, assistentes sociais, médicas, o que a gente chama de rede de apoio, que não precisa ter, necessariamente, uma formação. O projeto a gente chama de pronto-socorro”, fala. 

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    Reconstruir mulheres

    ‘Mulheres, não estamos sozinhas!’. O nome dessa série não foi escolhido à toa. Somente entendendo isso é que as mulheres vítimas de violência conseguirão se encorajar e pedir ajuda. E nem sou eu quem está dizendo isso. É a especialista, a psicóloga Elba Possidônio.  “Essa mulher precisa saber que ela não está sozinha, que tem um monte de mulher junto com ela, isso é uma coisa importantíssima. Quando eu atendia eu falava sempre isso: A partir de hoje você não está sozinha”, reforça.

    O resultado, acreditem, confiem, é o melhor: a reconstrução, o recomeço, a felicidade. “Teve um caso que foi muito marcante. Eu nem lembrava mais que eu tinha atendido essa mulher. De repente, vejo uma notificação no meu Instagram, que alguém me marcou em uma postagem. E era essa mulher com os filhos do lado, vestida com roupa de formatura, dizendo que agradecia aos filhos e me agradecia, porque eu tinha mostrado que ela era capaz de concluir uma faculdade. É muito emocionante!”, comemora a psicóloga.

    Procure ajuda! 

    https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSft–ccomNpgfVaU0O9Xjpmg_vLmhHsKZ8SG5YiphdMRshpgg/viewform?pli=1 

    Seja uma voluntária! 

    https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdRaN8RiBdH7iYLQuZB-78FNr9kZPmsr-vrywpqo_IhBrmUSg/viewform 

    A história não acaba aqui

    Nenhuma de nós, mulher, é uma super-heroína. A diferença é que, quando nos unimos, nossa força cresce e somos capazes de mudar o mundo. Na série ‘Mulheres, não estamos sozinhas!’, descobrimos o poder dessa aliança, da tão falada sororidade, e conhecemos as mais diversas formas de interromper o ciclo de violência que tenta nos enfraquecer. Claro, essa é uma história que ainda não acaba aqui, mas tenhamos a esperança de um dia viver em um mundo onde somente o amor prevalecerá.

    Por Nice Almeida

     

  • Esma oferece 300 vagas para cursos em abril nas modalidades EaD, presencial e semipresencial

    A Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), por meio da Gerência Acadêmica e de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores, divulgou o calendário de cursos voltados para o mês de abril. As formações oferecidas abrangem as modalidades presencial, semipresencial e a distância (EaD). Ao todo, estão sendo disponibilizadas 300 vagas em seis cursos para magistrados(as) da ativa e aposentados(as), servidores(as), assessores(as) e residentes do Poder Judiciário estadual.

    As inscrições para o curso ‘Transformação Digital no Judiciário: o poder da IA Generativa’ estão abertas de 19 de março a 1º de abril. As aulas serão ministradas pelo tutor Bruno César Barreto de Figueirêdo, na sede da Esma-PB, em João Pessoa. Também na capital, ocorrerá a formação ‘Inteligência Artificial Generativa na gestão de unidades jurisdicionais’, nos dias 21 e 22 de abril.

    Na modalidade semipresencial, as inscrições para o curso ‘Formação de Tutores no contexto da Educação Judicial na Era Digital: uso de ferramentas tecnológicas e da Inteligência Artificial – FOFO N2’ podem ser feitas até 9 de abril. O juiz Euler Paulo de Moura Jansen será o tutor, e as aulas acontecerão nos dias 14 e 15 de abril.

    Além disso, as formações em EaD disponíveis são ‘Cibersegurança e o Poder Judiciário‘, ‘Língua Brasileira de Sinais (Libras) – Módulo II’ e ‘Sustentabilidade e Gestão Ambiental no ambiente de trabalho’. As inscrições para esses três cursos começaram nesta segunda-feira, 24 de março.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Presidente do TJPB realiza mudanças na composição de comissão e comitê

    A desembargadora Lilian Frassinetti Correia Cananéa assumiu a presidência da Comissão de Soluções de Conflitos Fundiários do Poder Judiciário do Estado da Paraíba para o biênio 2025/2026. Ela substitui o desembargador Carlos Eduardo Leite Lisboa na função. O ato foi assinado pelo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho, e publicado no Diário da Justiça eletrônico na sexta-feira (21).

    A desembargadora Anna Carla Lopes Correia Lima de Freitas também foi designada como suplente da presidente da comissão.

    Em outro ato, o presidente do TJPB definiu a nova formação do Comitê para a Promoção de Políticas Públicas Judiciais de Atenção às Pessoas Idosas no Poder Judiciário da Paraíba. 

    A nova composição do comitê conta com os seguintes membros: desembargador João Batista Barbosa (coordenador),  Silmary Alves de Queiroga Vita, juíza auxiliar da Vice presidência (coordenadora adjunta), Francis Figueirêdo Santos Gomes da Silva (representante da Ouvidoria de Justiça), Diane Lins da Silva Firmino (representante da Esma), Andréa Lopes Almeida Diniz (representante da Gevid), Renata Grigório dos Anjos (gerente de Dados) e Bruno Emmanuel Medeiros de Oliveira (diretor de Governança e Gestão Estratégica).

    Por Lenilson Guedes

     

  • Inscrições para banco de currículos de formadores e docentes da Esma terminam nesta terça-feira

    Inscrições para banco de currículos de formadores e docentes da Esma terminam nesta terça-feira

    Terminam nesta terça-feira(25) as inscrições para o banco de currículos de formadores e docentes para ministrar aulas nos cursos oferecidos pela  Escola Superior da Magistratura da Paraíba – Esma-PB. As inscrições podem ser feitas por meio do link https://forms.gle/JsoSCdsxDE3XTeQB8.

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    Desembargador Joás de Brito

    A criação do banco de currículos tem como objetivo democratizar a atuação de professores na Esma, conforme explicou o diretor da Escola, desembargador Joás de Brito Pereira Filho. “O banco de currículos abre espaço para profissionais de outras instituições e estabelece critérios que devem ser seguidos, de modo que a oportunidade seja oferecida para todos. Após encerrar as inscrições vamos avaliar os currículos de acordo com a tabela de pontuação publicada no edital e divulgar a lista de classificação”, informou.

    Na próxima sexta-feira (28), a Esma divulgará a lista de inscrições deferidas e abrirá prazo para interposição de recursos, que podem ser apresentados até o dia 31 de março. A seleção dos candidatos será feita pela Gerência Acadêmica e de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores.

    Os candidatos selecionados devem realizar um cadastro docente por meio do Sistema Acadêmico da Esma, disponível no link https://app.tjpb.jus.br/gead/home. “Uma vez convocados os candidatos selecionados participarão de acompanhamento pedagógico conduzido pela equipe especializada da Escola e essa convocação se dará paulatinamente, de acordo com a demanda pedagógica e acadêmica da Esma”, afirmou o gerente acadêmico, professor Flávio Romero Guimarães.

    Conforme o edital podem se inscrever no Banco de Currículos de Formadores(as) e Docentes da Esma profissionais que integram o Sistema de Justiça da Paraíba, tais como magistrados e servidores do TJPB, da Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Defensoria Pública, Ministério Público e Advocacia Pública e Privada. No dia 11 de abril será divulgado pela Esma o Banco de Currículos.

    Veja o edital na íntegra.

    Por Walquiria Maria

     

  • Realizado sorteio do Plantão Judiciário de Primeiro Grau de 2026

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    Sorteio do Plantão ocorreu na Sala Branca da Presidência

    Na manhã desta segunda-feira (24), foi realizado o sorteio eletrônico do Plantão Judiciário de Primeiro Grau para o ano de 2026, bem como do recesso forense 2026/2027. O ato ocorreu na Sala Branca de Reuniões da Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).

    Estiveram presentes a juíza auxiliar da Presidência, Maria Aparecida Sarmento Gadelha, a gerente de Primeiro Grau, Poliana Leite da Silva Brilhante, a chefe de Gabinete da Presidência, Waleska Vieira Vita Lianza, o presidente da Associação dos Magistrados da Paraíba, Alexandre Trineto, o juiz Philippe Guimarães, o gerente de Sistemas, Júlio de Medeiros Paiva Filho, além de servidores da Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec) e da Gerência de Primeiro Grau.

    O sorteio foi conduzido de forma eletrônica, garantindo transparência e segurança ao processo. Conforme a Resolução nº 9/2024 do Tribunal de Justiça, o Plantão Judiciário tem a finalidade exclusiva de atender demandas de caráter urgente, fora do expediente forense normal, abrangendo todas as unidades judiciárias do Estado.

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    Juíza Aparecida Gadelha: planejamento

    A juíza auxiliar da Presidência, Aparecida Gadelha, ressaltou a importância da realização antecipada do sorteio para o planejamento dos(as) magistrados(as). “Esse sorteio, feito com bastante antecedência, permite que os juízes e as juízas, ao indicarem seus períodos de férias para o próximo ano, já observem quais são os períodos em que não há plantão na unidade em que respondem. Isso facilita a programação dos(as) magistrados(as), proporcionando segurança, praticidade e organização tanto para o Tribunal de Justiça quanto para os juízes e juízas”, destacou.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Juiz Romero Feitosa já realizou mais de 190 mil casamentos em cerimônias coletivas

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    Juiz Romero Feitosa

    Com mais de 24 anos de dedicação à Vara de Feitos Especiais de João Pessoa, o juiz Romero Feitosa acumula a impressionante marca da celebração de mais de 190 mil casamentos em cerimônias coletivas. Os casamentos acontecem semanalmente, sempre às quintas-feiras, e são realizados de forma remota. Muitos desses momentos estão registrados em vídeos disponíveis no YouTube. Alguns ocorreram em eventos presenciais.

    Para o magistrado, cada união matrimonial tem um significado especial na vida dos casais, especialmente daqueles que já convivem há anos. “Ao longo desses 24 anos, celebrei mais de 190 mil casamentos. Como é bom participar de um momento tão feliz na vida das pessoas”, afirmou o juiz.

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    Casamento coletivo presidido pelo juiz Romero Feitosa, na Capital

    O número de casamentos tende a crescer, segundo ele. “Mensalmente, reunimo-nos na Corregedoria-Geral de Justiça para analisar estatísticas por comarca, como atos notariais, registros de óbitos e casamentos. O casamento tem sido cada vez mais procurado. As pessoas não deixam de se casar, e isso é algo que observo em todas as comarcas onde atuei”, destacou.

    A popularidade do juiz Romero Feitosa é tamanha que ele é frequentemente reconhecido em locais públicos, como farmácias, postos de gasolina, supermercados e restaurantes, por casais que tiveram sua união oficializada por ele. “Encontro pessoas que casei, seus filhos, netos, pais e até aqueles que, após o falecimento do cônjuge, casaram novamente. É uma alegria imensa!”, revelou.

    Dono de um toque especial nas cerimônias, o magistrado presenteia os nubentes com a declamação do ‘Soneto da Fidelidade’, de Vinícius de Moraes, e, em algumas ocasiões, entoa canções nacionais e internacionais para tornar o momento ainda mais marcante.

    Romero Feitosa iniciou sua carreira na magistratura na cidade de Pocinhos e, posteriormente, atuou em Conceição, Bayeux e Campina Grande. Desde os primeiros anos de atuação, os casamentos sempre fizeram parte de sua jornada profissional. “Desde que cheguei a Pocinhos, comecei a celebrar casamentos. Só deixo de realizá-los quando estou de licença saúde, férias ou atuando como juiz convocado do TJPB”, concluiu.

    Por Kubitschek Pinheiro

     

  • TJPB homenageia os 100 anos de nascimento do desembargador Orlando Jansen

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    Placa comemorativa foi entregue à família do Des. Jansen

    Desembargadores(as), magistrados(as), promotores(as), autoridades do Executivo, Judiciário Federal e do Tribunal de Contas do Estado, advogados(as), servidores(as), parentes e amigos estiveram na Sala de Sessões do Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba, na manhã desta sexta-feira (21), para prestar homenagem ao desembargador Orlando Jansen (falecido), pela passagem do seu centenário de nascimento, completados no dia 6 de fevereiro de 2025.

    O evento, transmitido ao vivo no Canal Oficial do TJPB no Youtube    (https://www.youtube.com/watch?v=BPWtAmviBlo), integra as ações da Comissão de Cultura e Memória do Poder Judiciário paraibano.

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    Presidente Fred Coutinho

    O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho, destacou a importância do evento, ressaltando ser uma satisfação dar continuidade a projetos relevantes de gestões anteriores, por ser a preservação da história e de pessoas que contribuíram para a Justiça paraibana.

    “É uma honra abrir as portas do Judiciário para celebrar e registrar 100 anos de nascimento do desembargador Orlando de Moura Jansen. Um homem voltado para o social e para o mundo jurídico. Nos deu um exemplo com sua personalidade de ajudar ao próximo no silêncio, sem divulgação, isso é humanização”, pontuou o desembargador-presidente.

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    Desembargador Marcos Cavalcanti,

    Para o presidente da Comissão de Memória e Cultura do TJPB, desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, a solenidade do centenário do desembargador Orlando Jansen representa um momento muito especial.

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    “O homenageado, desembargador Orlando Jansen, foi uma figura ímpar aqui no nosso Tribunal, marcou época. Foi um desembargador notável com sua cultura, sua sabedoria, prestando relevantes serviços ao povo paraibano, por isso é sempre bom reviver a história e lembrar das pessoas importantes. É uma homenagem justa e que também se estende aos seus familiares”, enfatizou.

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    Juiz Euler Jansen

    O juiz Euler Jansen, filho do homenageado, agradeceu a homenagem em nome da família, destacando o momento especial. “Uma consagração do trabalho de um pai honrado, do reconhecimento de um pai que deixou filhos que seguiram, profissionalmente, o seu caminho, todos os homens seguiram algum traço da carreira de nosso pai, ou seja, advogado, do Ministério Público, e na magistratura, apesar de ter sido o menor tempo que meu pai passou”, ressaltou.

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    Familiares do homenageado e magistrados do TJPB

    Durante a solenidade, os filhos do homenageado, Euler de Moura Jansen, Orlando de Moura Jansen, Felizardo de Moura Jansen e Thamis de Moura Jansen receberam das mãos do desembargador Fred Coutinho uma placa de reconhecimento do TJPB pelo contributo do desembargador Orlando Jansen à Justiça paraibana.

    Quem é – Orlando Jansen nasceu em Patos, em 6 de fevereiro de 1925, filho do coronel de polícia Vicente Jansen de Castro e Alzira de Luna Freire Jansen. Estudou o curso de Direito no Recife. Disposto a seguir a carreira jurídica, ingressou no Ministério Público em 13 de novembro de 1953, como promotor substituto da Comarca de Princesa Isabel. Em 24 de maio de 1984, por indicação do Pleno do Tribunal de Justiça, Orlando Jansen figurou em lista tríplice e foi escolhido pelo então governador Wilson Leite Braga.

    Por Lila Santos