Categoria: TJPB

  • 2º Tribunal do Júri de João Pessoa tem 12 julgamentos na pauta de março

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    Fórum Criminal de João Pessoa

    Na próxima segunda-feira (10), o 2º Tribunal do Júri da Comarca de João Pessoa vai dar início a uma sequência de 12 julgamentos de crimes contra a vida. A pauta será presidida pela juíza titular da unidade judiciária, Francilucy Rejane de Sousa Mota Brandão, e será concluída no dia 27 deste mês. As sessões têm início sempre às 9h, no 5º andar do Fórum Criminal da Capital, localizado na Avenida João Machado, Centro.

    “É importante que a sociedade venha, participe, assista e compreenda o funcionamento e a realização de um julgamento de competência do Tribunal do Júri. Para que uma sessão aconteça se faz necessária uma grande logística, que envolve o Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública e advogados. O pessoal do Cartório é fundamental no cumprimento dos atos processuais, além da participação efetiva dos oficiais de Justiça e pessoal de segurança”, comentou Francilucy Rejane.

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    Juíza Francilucy Rejane de Sousa Mota Brandão

    Segundo a juíza, é de competência do Tribunal do Júri apreciar e julgar crimes dolosos contra a vida, tentados ou consumados. Esses crimes incluem, homicídio, feminicídio, induzimento, instigação ou auxílio ao suicídio ou à automutilação e infanticídio (quando a mãe, sob influência do estado puerperal, mata o próprio filho durante ou logo após o parto) e aborto provocado por terceiro.

    “É importante que a sociedade venha, compreenda a gravidade do delito de competência do Júri, veja a transparência e publicidade dadas ao processo, como é feito o julgamento, que fica a cargo do Corpo de Jurado, sorteado dentre os 25 convocados”, ressaltou a juíza.

    Por Fernando Patriota

  • Inscrições para Prêmio de Responsabilidade Social terminam nesta sexta

    Os magistrados (as) do Poder Judiciário têm até a sexta-feira (7) para se inscrever no 2º Prêmio de Responsabilidade Social do Poder Judiciário e Promoção da Dignidade. O prêmio foi criado pela Resolução nº 513/2023, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Os interessados podem concorrer em quatro categorias: Responsabilidade Social do Poder Judiciário, Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, Promoção da Inclusão Social e Combate à Discriminação e Promoção do Trabalho Decente.

    Ao submeterem as ações, iniciativas, projetos ou programas candidatos à premiação, os autores se comprometem a ceder, integralmente e sem ônus ao CNJ, para que sejam utilizados na sistematização, criação de materiais informativos, divulgação e replicação das práticas.

    Não há limite para o número de inscrições por tribunais, juízes, órgãos e entidades integrantes do sistema de Justiça, do poder público, de empresas e da sociedade civil organizada. É permitida a inscrição de mais de uma prática por um mesmo autor ou órgão, desde que cada inscrição seja feita em formulários separados.

    A premiação acontecerá em abril de 2025, durante a Semana Nacional de Responsabilidade Social. O resultado preliminar com a avaliação das práticas será disponibilizado no Portal do CNJ.

    Por Rayane Sá (estagiária), com informações da Agência CNJ de Notícias

     

  • Nupemec divulga selecionados para Curso de Formação de Conciliadores

    O Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), divulgou a homologação dos candidatos selecionados para o Curso de Formação de Mediadores e Conciliadores Judiciais Voluntários do Poder Judiciário estadual.

    Os candidatos selecionados estão convocados a partir de sexta-feira (07) a verificarem seus e-mails, onde receberão as informações detalhadas sobre o início do curso, o cronograma e demais orientações necessárias, conforme informou a coordenação do Núcleo de Conciliação do TJPB, estando à frente o desembargador José Ricardo Porto.

    De acordo com a homologação, foram formadas quatro turmas, após análise  realizada pela equipe de servidores do Nupemec. A seleção dos candidatos observou os critérios estabelecidos no Edital nº 01/2025, incluindo a ordem de inscrição, a apresentação completa da documentação exigida, a análise curricular e a avaliação da carta de intenções.

    Durante a realização do processo seletivo, que aconteceu no mês passado, foi registrado um total de 241 inscrições. O certame ofereceu 80 vagas, sendo 40, reservadas a servidores e magistrados, e 40 destinadas à ampla concorrência.

    Por Lila Santos

     

  • Crimes contra a mulher vão de assédio sexual a feminicídio. Conheça e se proteja

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    Enquanto eu escrevo este texto, provavelmente uma mulher está sendo assassinada no Brasil, país que também registra um estupro a cada seis minutos. Sim, esta reportagem será tratada na primeira pessoa. Sou mulher e sei do que estou falando.

    Os dados apontados acima são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. E esses, nem de longe são os únicos crimes cometidos contra nós por aqui. No dia a dia, ainda temos que enfrentar importunação e assédio sexual, violência doméstica e psicológica, perseguição e ameaças.

    Reportagens – São vários os tipos de violência praticada contra nós só por sermos mulher. Esta é a primeira reportagem da série ‘Mulheres, não estamos sozinhas!’, e nela vamos conhecer as diferenças entre esses atos bárbaros de violência e as consequências de cada um deles para os agressores.

    A série foi desenvolvida em parceria da Coordenadoria da Mulher e a Gerência de Comunicação do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e inclui vídeos, artes, textos e podcasts, que buscam evidenciar o trabalho da Justiça e de toda a rede de proteção feminina em prol das mulheres. A ideia é divulgar serviços, conquistas e reconhecer o potencial feminino de forma mais ampla. Os conteúdos serão publicados no Instagram, no Portal e no YouTube do TJPB.

    Violentômetro

    Tipos de crimes contra a mulher – As páginas dos portais de notícias não escondem a lamentável realidade sobre a violência contra a mulher na Paraíba e no Brasil, mesmo a Justiça atuando de forma dura e célere nos processos. Vejamos o que dizem algumas manchetes, infelizmente, bem atuais.

    • Paraíba registra três feminicídios em janeiro de 2025
    • Mulher é morta a facadas por ex-companheiro da amiga 
    • Homem é preso após estuprar mulher e divulgar vídeo do crime 
    • Casos de assédio sexual no trabalho quadruplicam em cinco anos
    • Polícia Civil investiga caso de importunação sexual em farmácia 

     Cinco manchetes. Quatro tipos diferentes de crimes contra a mulher. Definitivamente, ser mulher é um estado de resistência. Vamos entender melhor!

    Feminicídio x homicídio – Para enquadrar o assassinato de uma mulher dentro do crime de feminicídio, é necessário que o autor tenha cometido o ato em razão de violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher. O autor não precisa ser alguém conhecido pela mulher, para que o crime seja considerado feminicídio. Um exemplo é um caso de estupro com morte, quando o autor não conhece a vítima. O criminoso pode pegar até 40 anos de prisão.

    Homicídio e feminicídio são dois termos que designam crimes dolosos contra a vida, mas existe uma diferença entre eles: homicídio é o ato de matar uma pessoa, independentemente de seu gênero; já o feminicídio é cometido exclusivamente pelo fato de a vítima ser mulher.

    Estupro – O Código Penal define estupro como o ato de constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso. A pena prevista é de reclusão de 6 a 10 anos.

    O código atual também já tipifica o crime de estupro de vulnerável, como ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com quem não tem o necessário discernimento para a prática do ato ou com quem, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência. Nesse caso, a pena aumenta para reclusão de 8 a 15 anos.

    Importunação sexual x Assédio sexual – Ambos são crimes contra a liberdade sexual. A importunação sexual trata de crime mais grave e, portanto, com pena mais severa, que vai de 1 a 5 anos. O artigo 215-A do CP também condena a prática do ato libidinoso (que tem objetivo de satisfação sexual) na presença de alguém, sem sua autorização. Por exemplo: apalpar, lamber, tocar, desnudar, masturbar-se ou ejacular em público, dentre outros.

    O assédio sexual exige que o criminoso use sua condição de ocupar cargo superior no local de trabalho de ambos, com objetivo de constranger a vítima a lhe conceder vantagem sexual. Por exemplo, chefe que ameaça demitir secretária, se ela não atender seus convites para saírem juntos. A pena prevista para esse crime vai de 1 a 2 anos de prisão e pode ser aumentada em até 1/3, caso a vítima seja menor de 18 anos.

     

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    Perfil das vítimas de violência letal contra as mulheres

    Ao longo dos anos, no Brasil, o perfil das mulheres mortas de forma violenta permanece relativamente estável: elas são negras (66,9%), com idade entre 18 e 44 anos (69,1%), segundo dados mais recentes, de 202314. A clivagem nesse grupo homogêneo em termos de raça e faixa etária acontece quando a análise leva em conta o tipo de morte violenta intencional (MVI).

    Em termos de idade, falamos de mulheres entre 18 e 44 anos, de modo geral, que no feminicídio representam 71,1% das vítimas e nas demais mortes, 68,2%. A faixa etária que concentra a maior quantidade de feminicídios é a de 18 a 24 anos, com 16,7% das mortes, do mesmo modo como em 2022. Essa também é a principal faixa etárias das demais mortes violentas intencionais. 

    Os crimes são praticados em vias públicas, hospitais, estabelecimentos comerciais e, principalmente, na própria casa da vítima. Afinal, há algum lugar onde podemos nos sentir seguras? Diante de tantos números assustadores, o que fazer? A quem pedir socorro? Como fazer para que os agressores e feminicidas sejam punidos e as leis sejam cumpridas? 

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    Na próxima reportagem da série ‘Mulheres, não estamos sozinhas!’, vamos conhecer a Coordenadoria da Mulher em situação de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, instituída no TJPB, e saber como a Justiça atua para prevenir esses atos de violência e proteger a mulher. 

    Por Nice Almeida

     

  • 3ª Edição do Enam: TJPB divulga prazo para pessoas negras participarem do exame de heteroidentificação

    3ª Edição do Enam: TJPB divulga prazo para pessoas negras participarem do exame de heteroidentificação

    A partir desta segunda-feira (10) a 14 de março, os interessados em fazer avaliação sobre sua condição como pessoa negra (preta ou parda) deverão preencher formulário para participar do exame de heteroidentificação, requisito para concorrer ao 3º Exame Nacional da Magistratura (Enam). O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio de sua Comissão Permanente de Heteroidentificação, publicou nesta quinta-feira (06) o Edital nº 01/2025 da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), que disciplina o Enam 2025.

    Ao divulgar o edital, o juiz Manoel Gonçalves Dantas de Abrantes, presidente da Comissão, destaca a importância da definição dos critérios e de um calendário para os exames de heteroidentificação no Estado de domicílio das pessoas autodeclaradas negras (pretas ou pardas), além das demais etapas de validação das autodeclarações, que serão encaminhadas à Enfam.

    A Comissão Permanente de Heteroidentificação do TJPB, instituída através do Ato da Presidência nº 23/2025, publicado no DJe do dia 21 de fevereiro de 2025, é a responsável pela emissão do comprovante de validação das pessoas autodeclaradas negras (pretas ou pardas).

    Os(as) interessados(as) devem preencher e enviar o formulário disponível no link https://forms.gle/mRyL25Pbt597QmEb8, acompanhado, obrigatoriamente, da seguinte documentação: três fotografias, uma frontal e duas de perfis direito e esquerdo (recentes, nítidas, coloridas, podendo serem feitas por aparelho celular, em ambiente com boa iluminação e com fundo branco, com cabelo solto, sem adereço e com destaque do rosto ao ombro);  comprovante de domicílio da pessoa candidata no Estado da Paraíba; e indicação dos dados para contato da pessoa candidata (telefones fixo e celular e endereço de e-mail).

    O Exame Nacional da Magistratura é realizado pela Enfam, por intermédio da Comissão do Exame, em conjunto com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). A desembargadora Maria de Fátima Bezerra Maranhão compõe a Comissão do Enam. O certame destina-se à habilitação de bacharéis em Direito com interesse em participar de concursos da magistratura promovidos pelos tribunais regionais federais, tribunais do trabalho, tribunais militares e tribunais dos estados e do Distrito Federal e dos territórios.

    Comissão – A Comissão Permanente de Heteroidentificação é presidida pelo juiz Manoel Abrantes e conta ainda com os seguintes membros titulares: o magistrado Jailson Shizue Suassuna, a professora Janine Marta Coelho Rodrigues, o docente José Baptista de Mello Neto e a servidora do TJPB, Daiane Lins da Silva Firino. Como suplentes, os juízes Marcos Coelho de Salles, Fábio José de Oliveira Araújo e Leonardo Sousa de Paiva Oliveira, além da magistrada Rosimeire Ventura Leite e do diretor de Gestão de Pessoas do TJPB, Einstein Roosevelt Leite.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Planejamento das contratações públicas e uso de IA foram temas de curso voltado a servidores

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    Participantes do curso ‘Planejamento das contratações’

    A Escola Superior da Magistratura (Esma) promoveu mais um curso de formação continuada e permanente para servidores(as) do Poder Judiciário estadual. Intitulado ‘Planejamento das Contratações Públicas e Uso da Inteligência Artificial na Elaboração de Artefatos’, o curso foi ministrado presencialmente na sede da instituição, em João Pessoa, no mês de fevereiro.

    A formação foi conduzida por André da Silva Camilo, gerente de Contratações do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), e pelos servidores do Judiciário estadual Leandro da Costa Santos e Pedro Henrique da Silva Bezerra.

    A diretora adjunta da Escola, juíza Antonieta Lúcia Maroja Arcoverde Nóbrega, ressaltou que o curso reforça o compromisso da Esma em oferecer formação contínua, alinhada às inovações tecnológicas, e contribuir para o aprimoramento da gestão pública no âmbito do TJPB.

    O curso teve como objetivo contribuir para o aprimoramento contínuo dos servidores(as) do Tribunal, promovendo a capacitação nas contratações públicas e o uso estratégico de ferramentas de inteligência artificial para otimização dos processos. “Dessa forma, espera-se que a utilização dessas ferramentas impacte diretamente na qualidade, eficiência e celeridade das contratações públicas”, disse o gerente de Contratações, André Camilo.

    Por Marcus Vinícius

     

  • TJPB e Aemp celebram Dia da Mulher com palestras e serviços de saúde e beleza

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    Presidente da Aemp, Nalva Coutinho: amor próprio e autocuidado

    Reconhecer o valor da mulher em todos os setores da sociedade. Com esse intuito, a Associação das Esposas dos Magistrados e das Magistradas da Paraíba (Aemp), em parceria com o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), realizou nesta sexta-feira (07) uma manhã especial para servidoras e magistradas. Na programação, música, homenagens, serviços de saúde, massagem e embelezamento para prestigiar todas as mulheres do Judiciário estadual. O evento marcou o Dia Internacional da Mulher, comemorado neste sábado (08 de Março).

    O presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, prestigiou o evento realizado na sala de sessões do Pleno e falou sobre a importância da mulher. “É o dia de muita alegria, dia de agradecer a existência de cada mulher. A mulher tem algo sagrado que é o ventre, o dom de frutificar a geração do amor. Fica aqui os nossos parabéns, os nossos agradecimentos a toda mulher do Judiciário da Paraíba e a toda mulher brasileira”, parabenizou.

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    Fred Coutinho prestou homenagem às mulheres

    A presidente da Aemp, Nalva Coutinho, destacou o amor próprio e o autocuidado que toda mulher deve ter. “No dia a dia, às vezes, esquecemos de cuidar de nós mesmas. E nós estamos aqui para lembrar a importância de cuidar da saúde mental e física, de se amar, de se autocuidar. Esse evento é para celebrar a essência, a coragem e a força transformadora das mulheres que fazem a diferença na sociedade”, ressaltou.

    Serviços A Gerência de Qualidade de Vida (Gevid) do TJPB participou do encontro com serviços de aferição da pressão arterial e orientações de saúde, auriculoterapia com cristais radiônicos, liberação miofascial, ventosaterapia e orientações ergonômicas, além de apoio psicológico.

    “Nós sempre estamos lidando com a questão do cuidar, tanto que foi o tema falado na palestra. Nosso papel no Tribunal de Justiça é o cuidar, cuidar do servidor e da servidora, da magistrada e do magistrado. Especificamente, nesse momento, a gente dá ênfase à mulher. Mas nós cuidamos de todos, com ações específicas de prevenção à saúde. Trouxemos aqui o projeto Qualidade de Vida em ação itinerante, com aferição de pressão arterial, orientações sobre saúde, um panfleto específico formulado pela equipe de psicologia, dando algumas orientações sobre a questão da mulher e o autocuidado, que é muito importante”, pontuou a gerente da Gevid, Valéria Beltrão.

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    Psicólogas Giovana Ampessan e Clarice Bonifácio

    Roda de conversas Durante a programação, uma roda de conversa sobre ‘Equilíbrio entre vida profissional e pessoal: desafios do autocuidado feminino’, foi realizada pelas psicólogas Clarice Bonifácio e Giovana Ampessan.

    “A importância do autocuidado, hoje em dia, está atrelada não só à saúde mental, mas em diversos aspectos, à autoestima. Acaba sendo importante pela aceitação da mulher os papéis que ela representa”, enfatizou Clarice Bonifácio.

    “Essa ação é importante porque a mulher é fundamental em toda sua luta. A gente vem trazendo essa temática para o dia da mulher, que está sendo celebrado aqui no Tribunal de Justiça da Paraíba, mas o dia da mulher é todos os dias”, disse Giovana Ampessan.

    Por Nice Almeida e Kubitschek Pinheiro

     

  • CNJ promove capacitação nacional do BNMP 3.0 em formato webinário a partir desta segunda-feira

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    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio do Programa Justiça 4.0, promove a Capacitação Nacional do BNMP 3.0. O curso será em formato de webinário e ocorre a partir desta segunda-feira (10) a 13 de março. O objetivo é apresentar as funcionalidades, regras e atualizações da ferramenta.

    A expectativa é proporcionar suporte contínuo aos tribunais e demais órgãos de justiça, bem como reforçar e atualizar os conhecimentos já abordados nos cursos oferecidos pelo Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores do Poder Judiciário (CEAJud), do CNJ.

    As inscrições para participar da capacitação estão sendo feitas de forma online por meio do link https://www.cnj.jus.br/agendas/capacitacao-nacional-do-bnmp-3-0/ 

    A capacitação foi organizada em quatro módulos voltados para os diferentes perfis de usuários do sistema: magistradas e magistrados, servidoras e servidores do Judiciário, membros do Ministério Público, Defensoria Pública e profissionais dos órgãos de segurança pública e administração penitenciária.

    Programa Justiça 4.0 – Torna o sistema judiciário brasileiro mais próximo da sociedade ao disponibilizar novas tecnologias e inteligência artificial. Impulsiona a transformação digital do Judiciário para garantir serviços mais rápidos, eficazes e acessíveis.

    Ao promover soluções digitais colaborativas que automatizam as atividades dos tribunais, otimiza o trabalho dos magistrados, servidores e advogados. Garante, assim, mais produtividade, celeridade, governança e transparência dos processos.

    Por Gecom com informações do CNJ

     

  • Desembargadora Fátima Maranhão é a nova presidente do Comitê de Incentivo à Participação Feminina do TJPB

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    Carmen Agra, Fátima Maranhão e Isa Mônia, do Comitê

    O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho, designou a desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Maranhão para presidir o Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina no Poder Judiciário estadual. A designação foi publicada no Diário da Justiça eletrônico (DJe) desta sexta-feira (7), por meio do Ato nº 41/2025. O Comitê busca maior participação da mulher no cenário jurídico nacional, tendo em vista a discrepância na ocupação de cargos do Poder Judiciário entre homens e mulheres, segundo dados fornecidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    A primeira reunião do Comitê, por videoconferência, está agendada para esta segunda-feira (10), às 11h. O Comitê Participação Institucional também é composto pelas juízas Lessandra Nara Torres Silva, Michelini de Oliveira Dantas Jatobá, Isabella Joseane Assunção, Audrey Kramy Araruna Gonçalves, Aylzia Fabiana Borges Carrilho, Isa Mônia Vanessa de Freitas Paiva e Carmen Helen Agra de Brito, além das servidoras do TJPB Anna Carolina Aires Tenorio Machtoub, Sara Neves Guerra Andriola e Virgínia Carla Queiroga Urtiga Pereira.

    Segundo a desembargadora Maria de Fátima Maranhão, o Comitê visa eliminar a discrepância na ocupação de cargos do Poder Judiciário entre homens e mulheres. “O nosso objetivo é, justamente, fazer um estudo, uma análise para que as mulheres do Judiciário tenham a mesma participação que os homens têm. Hoje, somos quase 50% da magistratura paraibana e não ocupamos, proporcionalmente, os mesmos cargos do Poder”, destacou a magistrada.

    A juíza Isa Mônia Vanessa de Freitas Paiva lembrou que o Comitê já existia e, agora, sua composição foi renovada. “Nossa primeira reunião será nesta segunda-feira, para que a gente possa traçar os objetivos para o biênio (2025/26), e fazer com que realmente a mulher tenha uma maior participação dentro do Poder Judiciário, através de equiparação de números, de cargos de nomeação, de comissões, de direções e de desempenho de funções de lideranças”, definiu.

    Por sua vez, a juíza Carmen Helen Agra de Brito agradeceu a indicação para compor o Comitê e disse que “o objetivo central é a inclusão da mulher em diversos setores, como, por exemplo, em comissões que atuam no Tribunal e em cargos de comando de decisão. Para isso, vamos realizar encontros de trabalho periódicos para efetivar essa inclusão. Uma das primeiras medidas é uma provável visita ao Conselho Nacional de Justiça”, adiantou.

    Por Fernando Patriota

  • Presidente do TJPB apoia campanha Sinal Vermelho contra a violência doméstica, do CNJ

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    Luciana Rocha, Fred Coutinho e Graziela Queiroga

    O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho, manifestou apoio à campanha Sinal Vermelho contra a Violência Doméstica, uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A adesão foi reforçada nesta sexta-feira (7), durante a visita da juíza auxiliar da Presidência do CNJ, Luciana Lopes Rocha, ao TJPB. O encontro abordou temas relacionados à proteção dos direitos das mulheres e a importância da campanha no combate à violência doméstica.

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    Juíza Luciana Rocha conheceu ambientes do TJPB

    Após a reunião, o desembargador Fred Coutinho acompanhou a juíza Luciana Rocha em uma visita ao Museu e à Cripta de Epitácio Pessoa, além do Salão Nobre do TJPB. Em seguida, ele participou de um evento promovido pelo Governo do Estado no Espaço Cultural, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher.

    Sobre a Campanha Sinal Vermelho

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    A campanha tem como objetivo proporcionar um meio silencioso e eficaz para que mulheres vítimas de violência doméstica possam pedir ajuda em farmácias, órgãos públicos e agências bancárias. O sinal “X” desenhado na palma da mão, com batom vermelho ou qualquer outro material, permite que os atendentes desses estabelecimentos identifiquem a situação e acionem imediatamente as autoridades policiais.

    A juíza Luciana Rocha destacou a importância da campanha e a emoção em participar das atividades no TJPB. “Nesta celebração do Dia Internacional da Mulher eu estou especialmente emocionada por conhecer esse prédio histórico do Tribunal de Justiça. Tivemos a oportunidade de estar junto com o presidente divulgando a campanha Sinal Vermelho, que é uma política importante de proteção aos direitos humanos das mulheres. Por meio de um X na mão, é possível um pedido silencioso de socorro. E o presidente engajou-se na luta pelos direitos humanos das mulheres, fortalecendo essa importante política”, afirmou.

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    Fred Coutinho prestigiou evento do Governo sobre mulher

    O desembargador Fred Coutinho também ressaltou a relevância da iniciativa: “Hoje é um dia diferente para nós. Iniciamos com a comemoração do Dia Internacional da Mulher, com a presença da doutora Luciana, da doutora Graziela, com servidoras, magistradas e com a sociedade. É uma campanha de suma importância. É um alerta que deve ser amplamente divulgado para que possamos proteger cada vez mais a mulher, porque o objetivo do nosso Judiciário é o bem-estar social. E esse bem-estar é formado, acima de tudo, por políticas voltadas à cidadania. E cidadania, como eu sempre digo, é tudo para nós”, pontuou.

    Por Lenilson Guedes