Categoria: TJPB

  • Justiça e Cultura: TJPB vai encerrar ano de 2025 com versos, música e risos

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    No dia 19 de dezembro (véspera do recesso forense), o tom formal dos despachos e das sentenças dará lugar a risos, rimas, melodias, metáforas e emoções que se conectam com a alma. É que o Judiciário estadual paraibano encerrará as atividades do ano de 2025 com um evento cultural que vai envolver música, poesia, artes visuais, entre outras expressões artísticas, muitas delas, produzidas por membros do Tribunal de Justiça da Paraíba.

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    A primeira edição do ‘Justiça e Cultura’ ocorrerá às 9h30, no Fórum Cível da Capital, marcando uma nova fase da Comissão de Cultura e Memória do TJPB, agora conduzida pelo desembargador Onaldo Rocha de Queiroga.

    O evento de encerramento contará ainda com um show do humorista Zé Lezin e com a exposição de carros antigos, por meio de parceria com o Clube do Carro Antigo da Paraíba.

    “Foi um ano de muita luta e trabalho. Vamos fechar este ciclo com músicas, poesias, xilogravuras, pinturas, esculturas em madeira. Vamos celebrar com suavidade e leveza; com um olhar humano e sensível, que só a arte possibilita”, afirmou o desembargador Onaldo.

    Foto do desembargador Onaldo Queiroga
    Desembargador Onaldo Queiroga

    O presidente da Comissão explicou que o evento é uma releitura do antigo Projeto 18 Horas, realizado há 20 anos no TJPB, na gestão do desembargador Júlio Aurélio, pai do atual presidente do Tribunal, desembargador Fred Coutinho. 

    À época, o projeto levou ao palco do Judiciário nomes consagrados como Sivuca, Ariano Suassuna, Jessier Quirino, João Cláudio Moreno, Amelinha, Pinto do Acordeon e a irmã de Luiz Gonzaga.

    No contexto do ‘Justiça e Cultura’, Onaldo Queiroga vai além do papel de articulador entre artistas que atuam no Judiciário paraibano. Magistrado com sólida trajetória e membro da Academia Paraibana de Letras Jurídicas, ele também é autor de 14 obras literárias, que transitam entre crônicas, biografias e poesias, e tem composições de forró gravadas por Adilson Medeiros e Alexandre Pé de Serra.

    “Nestes 34 anos de carreira no âmbito do Tribunal, aprendi a identificar pessoas que se comunicam através da veia artística. Dentro de cada magistrado(a) e servidor (a) existe um ser humano que se expressa por meio da escrita, de um instrumento musical, do canto, de pinturas ou de alguma forma de arte. O Justiça e Cultura vai permitir o encontro de vários estilos”, enfatizou.

    Outros projetos da Comissão de Cultura e Memória

    O desembargador enfatizou que, além da cultura, a preservação da memória seguirá como prioridade, em continuidade ao trabalho do ex-presidente da Comissão, desembargador Marcos Cavalcanti.

    Além da valorização do Museu do TJPB, estão em discussão a criação de Centros de Memória em Campina Grande e Patos, que oferecerão espaços de pesquisa e acesso a processos físicos e digitais.

    Programação ‘Justiça e Cultura’

    Abertura:
    Desembargador Onaldo Queiroga, Presidente da Comissão de Cultura do TJPB
    Juiz Meales Melo, diretor do Fórum Cível de João Pessoa 
    Desembargador Fred Coutinho, Presidente do TJPB

    Artes plásticas:
    Juiz Antônio Carneiro
    Servidor Carlos Ferreira
    Xilógrafa e fotógrafa Ana Lima

    Poesia:
    Juíza Adriana Lóssio
    Juiz Ricardo Freitas
    Servidor José Ventura
    Servidor Fernando Patriota
    Oficial de Justiça Marconi Holanda
    Poetisa Mariana Teles

    Música:
    . Juiz Gustavo Urquiza, acompanhado do Acordeonista Valtinho do Acordeom
    . Oficial de Justiça Geovan Morais 
    . Cantores e compositores Ilmar Cavalcanti e Nanado Alves

    Humor: 
    Show de Zé Lezin

    Carro antigo:
    Exposição de carros antigos no estacionamento do Fórum Cível

    Por Gabriela Parente

    Artes: Jandiara Soares
     

  • Sistema de reconhecimento facial para apenados começa a ser implantado na 1ª Vara de Itabaiana

    Da nossa esquerda para direita: Janaina Aguiar, Magistrado Gustavo Camacho Meira de Sousa, Willams Toscano Loureiro de França e Gabriela Kiara Aguiar.
    Janaina Aguiar, juiz Gustavo Camacho, Willams Toscano e Gabriela Kiara Aguiar.

    O Tribunal de Justiça da Paraíba segue avançando na implementação do Sistema de Apresentação Remota e Reconhecimento Facial (SAREF), ferramenta criada pelo TJDFT e incorporada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) à plataforma PDPJ. Após o lançamento oficial no sistema prisional paraibano, ocorrido na cidade de João Pessoa, o SAREF encontra-se em processo de implantação também na 1ª Vara da Comarca de Itabaiana, unidade privativa de execução penal.

    De acordo com o juiz Gustavo Camacho, o sistema será utilizado para atender os apenados em cumprimento de pena no regime aberto e em livramento condicional, permitindo que realizem suas apresentações obrigatórias por meio de reconhecimento facial e geolocalização, acessando a página oficial do SAREF. 

    “Neste início de implantação, caso surjam dúvidas, os apenados poderão comparecer diretamente ao fórum da comarca para receber as orientações”, afirmou o magistrado . 

    A iniciativa, fruto da parceria entre o Poder Judiciário estadual e a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap), traz benefícios como maior eficiência, segurança, transparência, redução de aglomerações e eliminação das longas filas nos fóruns e presídios. 

    Gecom-TJPB
     

  • TJPB transforma 3ª Vara de Família da Capital em Juizado Especial da Fazenda Pública

    O Tribunal de Justiça da Paraíba publicou no Diário da Justiça eletrônico desta quinta-feira (4) a Resolução nº 47/2025, que transforma a 3ª Vara de Família da Comarca de João Pessoa no 3º Juizado Especial da Fazenda Pública da Capital. A resolução é assinada pelo presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, e entra em vigor em 7 de janeiro de 2026.

    Com a transformação, o novo 3º Juizado Especial da Fazenda Pública terá competência para processar e julgar demandas previstas na Lei nº 12.153/2009. O gabinete contará com o mesmo número de assessores e juízes leigos das demais unidades semelhantes.

    A resolução determina ainda que todos os processos da extinta Vara de Família serão redistribuídos eletronicamente entre as demais Varas de Família da Comarca de João Pessoa, exceto as Varas Regionais de Família de Mangabeira. O procedimento seguirá os critérios estabelecidos pelo Código de Normas Judiciais da Corregedoria Geral de Justiça.

    Para garantir o balanceamento do acervo entre os três Juizados da Fazenda Pública, serão observadas as regras de compensação e redistribuição previstas no Código de Normas.

    Por Lenilson Guedes

  • Dia Internacional da Pessoa com Deficiência: TJPB reforça ações de inclusão e acessibilidade 

    Dia Internacional da Pessoa com Deficiência: TJPB reforça ações de inclusão e acessibilidade 

    Conscientizar a sociedade sobre a importância da inclusão e garantir a dignidade, os direitos e o bem-estar das pessoas com deficiência em todos os aspectos da vida. Esta é a finalidade da criação da data 03 de dezembro, como o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência (PcD). Na esfera do Poder Judiciário paraibano, esta pauta tem sido discutida de forma relevante e com iniciativas voltadas a garantir os direitos desse público. 

    As ações são empreendidas pela Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), que é presidida pela desembargadora Anna Carla Lopes Correia Lima de Freitas. O objetivo do órgão é fiscalizar, planejar, elaborar e acompanhar os projetos arquitetônicos de acessibilidade e os projetos pedagógicos de treinamento/capacitação dos profissionais e servidores que trabalhem com PcDs, com fixação de metas anuais, direcionados à promoção da acessibilidade desse público alvo.

    Foto da desembargadora Anna Carla Lopes
    Desembargadora Anna Carla Lopes

    “O Dia Internacional da Pessoa com Deficiência nos convida, mais uma vez, a refletir sobre o papel transformador que o Poder Judiciário deve exercer na construção de uma sociedade verdadeiramente inclusiva. Os esforços despendidos pelo Conselho Nacional de Justiça, em termos de acessibilidade e inclusão, reforça que acessibilidade não é um favor, nem uma pauta lateral: é pressuposto de cidadania, de dignidade e de justiça”, enfatizou a desembargadora Anna Carla Lopes.

    A magistrada destacou as ações positivas efetuadas pelo CNJ para garantir a participação ativa das pessoas com deficiência no ambiente do judiciário, a exemplo da apresentação da minuta final da resolução que cria a Política Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência no âmbito judiciário nacional, que acontecerá nesta terça-feira (09), em sessão do Conselho Nacional de Justiça.

    A presidente da Comissão pontuou os avanços obtidos, com responsabilidade e compromisso, na esfera do TJPB, enfatizando ser um trabalho contínuo, técnico e humanizado. Ela citou algumas ações realizadas, tais como: mapeamento das  barreiras arquitetônicas (dificultam a acessibilidade), revisão de fluxos, propostas de  soluções, bem como, o empenho em consolidar práticas institucionais, as quais garantam que cada pessoa — com ou sem deficiência — encontre no Judiciário um espaço acessível, acolhedor e apto a atender às suas necessidades.

    “Incluir é reconhecer o outro como sujeito de direitos. É compreender que a acessibilidade é condição para o exercício da cidadania judicial. É assegurar que a pessoa com deficiência não tenha de pedir permissão para existir nos espaços públicos. A agenda de inclusão é estruturante, permanente e prioritária. E o TJPB segue comprometido em transformar discursos em práticas, metas em entregas concretas e sensibilidade em políticas de Estado. Que esta data fortaleça nossa convicção de que só há justiça plena quando todos podem alcançá-la”, enalteceu a desembargadora Anna Carlos Lopes. 

    Por Lila Santos com informações do CNJ

     

  • Tribunal de Justiça da Paraíba realiza 433 julgamentos durante ‘Mês Nacional do Júri’

    Foto do Tribunal do Júri do Fórum Criminal da Capital
    Tribunal do Júri, Fórum Criminal

    Com objetivo de garantir a razoável duração dos processos e a celeridade no julgamento de ações penais em casos de crimes dolosos contra a vida, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promoveu o ‘Mês Nacional do Júri’, realizado entre os dias 3 e 28 do mês passado (novembro). O esforço concentrado aconteceu em todos os tribunais de Justiça do País. Segundo a Gerência de Dados do Poder Judiciário estadual, na Paraíba foram realizados 433 júris populares, durante o período determinado pelo CNJ.

    Para a edição deste ano, o Conselho definiu como prioridades os crimes dolosos contra a vida de mulheres, de menores de 14 anos, ações envolvendo policiais e processos antigos — com mais de cinco anos de tramitação e sem desfecho.

    Foto da juíza Aparecida Gadelha
    Juíza Aparecida Gadelha

    A juíza auxiliar da presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e coordenadora do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF-TJPB), Maria Aparecida Gadelha, disse que o resultado do esforço concentrado, no Estado, será estudado pelos setores competentes do Poder Judiciário estadual.

    “Será feita uma avaliação sobre o resultado. Mas, o que fica patente é o comprometimento de cada juiz e cada juíza, que tem competência para o Tribunal do Júri. Esse comprometimento em cumprir as determinações da portaria com relação ao Mês Nacional do Júri”, comentou Aparecida Gadelha.

    A magistrada ainda disse que “nesse período, foi feito um esforço muito grande, para que as prioridades do Conselho Nacional de Justiça fossem cumpridas, em um trabalho conjunto de juízes, juízas, servidoras e servidores, no sentido de promover o julgamento e a conclusão desse tipo de ação”.

    Por Fernando Patriota 
     

  • TJPB celebra conquista do Selo Prata do CNJ durante sessão do Órgão Especial

    Foto de desembargadores no Pleno do TJPB
    Desembargador João Batista Barbosa presidiu a sessão

    O Tribunal de Justiça da Paraíba celebrou, na sessão do Órgão Especial realizada nesta quarta-feira (3), a conquista do Selo Prata do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Representando o presidente da Corte, desembargador Frederico Coutinho, o vice-presidente, desembargador João Batista Barbosa, fez um pronunciamento destacando o significado do reconhecimento nacional e agradecendo a todos que contribuíram para o resultado.

    João Batista Barbosa ressaltou que o prêmio do CNJ reflete o amadurecimento da governança institucional do TJPB, com foco em eficiência, tecnologia, transparência e cidadania. Ele lembrou que o Tribunal vem evoluindo gradativamente no ranking nacional: saiu de 63% de pontuação no Selo Prata em 2023 para 72% em 2024, chegando a 73,3% neste primeiro ano da atual gestão, avanço que elevou o TJPB da 9ª para a 3ª colocação no país entre os tribunais que receberam o Selo Prata.

    O vice-presidente também agradeceu aos servidores da Presidência, Vice-Presidência, Corregedoria-Geral de Justiça, Escola Superior da Magistratura e Ouvidoria, bem como aos magistrados de 1º e 2º graus, assessores, chefes de gabinete, diretores, gerentes, comissões, comitês e agentes de segurança. Segundo ele, todos integram a força que garante que a Justiça esteja presente em cada canto do Estado.

    Ele destacou ainda o apoio de instituições que compõem o sistema de Justiça, como Ministério Público, OAB, Defensoria Pública e órgãos de segurança. “Este prêmio é fruto do trabalho de todos e deve ser celebrado como um marco do que somos capazes de conquistar quando avançamos unidos”, pontuou.

    Ao final da sessão, os desembargadores Saulo Benevides, José Ricardo Porto, Joás de Brito Pereira Filho, Carlos Beltrão e Francisco Seráphico também fizeram uso da palavra para parabenizar o Tribunal e se somar ao pronunciamento do desembargador João Batista Barbosa.

    Por Lenilson Guedes
    Fotos: Ednaldo Araújo
     

  • Motoristas do Fórum de Campina Grande passam por curso sobre educação do trânsito

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    Instrutor do Detran-PB ministrou curso na Comarca de Campina

    Na manhã desta quarta-feira (3), os motoristas do Fórum de Campina Grande participaram de uma reciclagem sobre educação no trânsito. A iniciativa do curso partiu do diretor do Fórum, juiz Ely Jorge Trindade, em parceria com o Detran-PB. O magistrado disse que o curso é de grande importância para o aprimoramento do trabalho dos condutores que servem à região de Campina Grande e a toda a Paraíba.

    “Além da parte técnica de direção, é essencial que os motoristas tenham também as orientações do modo, do procedimento e da forma adequada de comportamento no trânsito. Essa palestra traz uma qualificação e uma melhoria da prestação do serviço”, acrescentou Ely Jorge Trindade, que é juiz titular do 2º Juizado Especial Cível de Campina. “Esse aperfeiçoamento será contínuo”, acrescentou.

    O instrutor do Detran-PB Saulo Florindo afirmou que essa é uma importante ação da Diretoria do Fórum de Campina Grande. “É fundamental que todo gestor tenha essa consciência em relação à educação no trânsito. Mesmo sendo profissionais experientes, sempre é importante que os condutores de veículos passem por um treinamento constante. No trânsito, é preciso estar sempre atento”, comentou o instrutor.

    Por Fernando Patriota
     

  • Mulheres recebem tratamento especial durante a Semana da Justiça pela Paz em Campina Grande 

    Foto de mulheres sendo atendidas durante o evento
    Mulheres receberam tratamento especial durante o evento

    Durante toda uma semana especial, dedicada às atividades de conscientização, prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher, as vítimas que participaram, de forma presencial, da 31ª edição da Semana da Justiça pela Paz em Casa na Comarca de Campina Grande, não apenas tiveram seus processos impulsionados, mas também receberam atendimento personalizado e orientações. 

    Dentre as diversas ações, elas foram docemente acolhidas com a distribuição de brigadeiros. A iniciativa faz parte do projeto “Em briga de marido e mulher se mete a colher”, e aos filhos das mulheres foram disponibilizados brinquedos.  

    O esforço concentrado, que ocorreu no final do mês passado, mobilizou magistrados (as) e servidores (ras) da unidade judiciária na realização de 175 audiências, com grande mobilização de todos os envolvidos para o cumprimento da pauta e das ações sociais. 

    A titular do 1º Juizado de Violência Doméstica da Comarca, juíza Rosimeire Ventura, avaliou o evento como muito exitoso, destacando a parceria da Comarca de Campina Grande com a Federação do Comércio de Bens e de Serviços  do Estado da Paraíba – Fecomércio, com o atendimento de serviços de beleza (massagens, cabelo e unhas). 

    “Tivemos também o acolhimento das vítimas com brigadeiros, pelo projeto “Em briga de marido e mulher se mete a colher”, oportunidade em que as vítimas também receberam orientações e esclarecimentos sobre o ciclo da violência e a rede de apoio. Foi uma semana bastante intensa, demonstrando o compromisso do Poder Judiciário com o combate à violência contra a mulher”, enalteceu a magistrada Rosimeire Ventura.

    Visibilidade – A Semana da Justiça pela Paz em Casa é promovida pelo Conselho Nacional de Justiça, em parceria com os Tribunais de Justiça estaduais. Seu principal objetivo é ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006), concentrando esforços para agilizar o andamento dos processos relacionados à violência de gênero. O programa também promove ações interdisciplinares organizadas que objetivam dar visibilidade ao assunto e sensibilizar a sociedade para a realidade violenta que as mulheres brasileiras enfrentam.

    Iniciado em março de 2015, o Justiça pela Paz em Casa conta com três edições de esforços concentrados por ano. As semanas ocorrem em março, marcando o dia das mulheres, em agosto, por ocasião do aniversário de sanção da Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006), e em novembro, quando a ONU estabeleceu o dia 25 como o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher.
    Por Lila Santos

  • Tribunal de Justiça da Paraíba conquista o ‘Selo Prata’ no Prêmio CNJ de Qualidade 2025 

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    Foto da equipe do TJPB com o prêmio Selo Prata do CNJ

    Fred Coutinho e equipe do TJPB exibem o certificado do Selo

    O Tribunal de Justiça da Paraíba conquistou o ‘Selo Prata’ no Prêmio CNJ de Qualidade 2025, anunciado nesta terça-feira (02), durante o 19º Encontro Nacional do Poder Judiciário, realizado na cidade de Florianópolis (SC). O Prêmio é concedido anualmente durante o Encontro, evento que reúne os(as) presidentes de todos os tribunais para avaliação dos resultados alcançados e definição das Metas Nacionais para o ano subsequente.

    Ao receber o prêmio, o presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, assim se pronunciou: “Recebemos, hoje, o Selo Prata no Prêmio CNJ de Qualidade 2025, com 73,3%, consolidando trajetória de evolução orgânica que partiu de 57%, em 2022, sem premiação, alcançou 63% e 72% nos anos seguintes, com Selo Prata, e culminou na ascensão da 9ª para a 3ª colocação nacional, neste ano, posicionando definitivamente a Paraíba entre as melhores gestões do Judiciário brasileiro. Esta conquista reflete o amadurecimento da governança institucional focada em eficiência jurisdicional, tecnologia, transparência e cidadania, resultado do trabalho coletivo de magistrados e servidores comprometidos com a excelência. Mantemos postura humilde e consciente de que cada indicador aprimorado representa Justiça mais acessível para quem precisa, com planejamento estratégico já iniciado para resultados ainda mais promissores em 2026”.

    O chefe do Poder Judiciário paraibano acrescentou que o prêmio é resultado de um trabalho coletivo, ao tempo em que agradeceu o esforço dos magistrados e servidores. “Inicialmente, quero agradecer a cada magistrado, a cada magistrada, a cada servidor, a cada servidora porque este prêmio significa trabalho, dedicação. É um prêmio coletivo, não uma mera simbologia, mas sim resultado de muita luta, no sentido de buscar o aprimoramento, o aperfeiçoamento do nosso trabalho para o cidadão. Então, hoje, aqui, em Santa Catarina, estamos muito felizes, porque nós saímos daqui com esse reconhecimento chancelado pelo CNJ. Então, é só alegria, gratidão!”, arremato.

    A conquista do prêmio foi comentada, também, pelo magistrado Fábio Araújo – juiz auxiliar da presidência do TJPB. Ele destacou a pontuação crescente do Tribunal de Justiça da Paraíba. 

    “O prêmio significa um avanço na gestão administrativa do Tribunal de Justiça da Paraíba. Quem acompanha de perto, sabe o quanto esse prêmio é importante. Importante porque diz respeito à gestão, todos os eixos num tribunal como o nosso:  produtividade, transparência, governança, tecnologia. Tudo isso é deferido pelo CNJ. Quando a gente recebe um prêmio, Selo Prato, com pontuação maior que a de anos anteriores, que revela que a gente está sempre numa crescente, é motivo de orgulho, alegria. A gente reconhece a dedicação e engajamento de magistrados e servidores, de toda a equipe da gestão do Tribunal. O prêmio é o reflexo que na Paraíba nós temos valor, nós temos a preocupação com a gestão administrativa do Tribunal”, declarou o magistrado

    Presente à premiação, o servidor Bruno Oliveira, diretor de governança e gestão estratégica do TJPB, destacou que o Prêmio Qualidade do CNJ significa um marco. O prêmio significa uma orientação para os tribunais, para que a gente possa melhorar a nossa gestão e governança. Esse Selo Prata, que a gente vem alcançando pelo terceiro ano seguido, e com  a melhoria da nossa pontuação, significa que estamos no caminho certo.  Semana passada, lançamos o projeto Eficiència Em Ação, que a gente vai contar com uma equipe maior, isso visa melhorar o nosso desempenho. Então, que venha 2026; vamos trabalhar para melhorar”, comentou o diretor Bruno.

    As servidoras Renata Grigório e Roberta Carvalho, da Diretoria de Governança e Gestão Estratégica do Tribunal, também participaram da cerimônia de entrega do Prêmio CNJ de Qualidade 2025. 

    Prêmio – O Prêmio de Qualidade tem como objetivo  estimular e reconhecer o desenvolvimento de mecanismos de governança e gestão no Poder Judiciário, contribuir para o aprimoramento da prestação jurisdicional, promover a transparência e a melhoria na prestação de informações, incentivar  o aperfeiçoamento do Sistema de Estatísticas do Poder Judiciário, bem como o uso da inovação e da tecnologia.

    O prêmio visa, também, fomentar o desenvolvimento de subsídios para o planejamento estratégico e para a formulação das Metas Nacionais do Judiciário.

    A avaliação é baseada em um sistema de pontuação, estruturado a partir das políticas judiciárias previstas em regulamento. São considerados mais de 50 critérios, desdobrados em mais de 150 itens avaliativos, totalizando aproximadamente 2.300 pontos possíveis — com adaptações específicas para cada ramo da Justiça.

    A edição de 2025 está regulamentada pela Portaria CNJ nº 411, de 2 de dezembro de 2024, que define os critérios, os requisitos e as formas de comprovação para pontuação.

    Por Valter Nogueira com informação do CNJ

     

  • Juízes explicam para estudantes de Direito o funcionamento das unidades judiciárias de CG

    Juízes explicam para estudantes de Direito o funcionamento das unidades judiciárias de CG

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    Ely Jorge e Gil Messias recepcionaram os estudantes da Unifacisa

    Um grupo de estudantes do Curso de Direito da Unifacisa (Centro Universitário de Campina Grande) fez uma visita ao Fórum Affonso Campos. Os alunos e alunas foram recepcionados pelo diretor do Fórum de Campina, juiz Ely Jorge Trindade, nas dependências da Escola Superior da Magistratura (Esma). O professor Arthur Gama foi o responsável por coordenar a turma de universitários(as).

    Também participaram do encontro o juiz da Infância e Juventude de Campina Grande, João Lucas Souto Gil Messias; e o gerente do Fórum, Agnelo Oliveira. Além das explicações sobre a Vara da Infância e unidades administrativas, os estudantes receberam explicações sobre o funcionamento das novas unidades de Campina, como o Juízo de Garantias e a Vara de Hipervulnerável, além da Vara de Violência Doméstica.

    “Também foi explicado aos alunos e às alunas que o Poder Judiciário paraibano passa por grandes transformações, modificações de competências, criação de novas unidades e que há previsões de varas regionalizadas, como ainda unidades estadualizadas, como é o caso das Turmas Recursais. Os alunos também tiveram a oportunidade para tirar dúvidas e fazer observações”, comentou Ely Jorge Trindade. O grupo ainda conheceu o rito do Tribunal do Júri, em sessão presidida pela juíza Flávia de Souza Baptista.

    Para o professor Arthur Gama, “a experiência foi extraordinária para todos os presentes. Ao longo da visita, houve uma exposição sobre as varas e os novos desafios da gestão judiciária. Percorremos todos os andares e conhecemos diversas dependências do Fórum, com destaque para a sala de oitiva de crianças, um espaço sensível e de extrema relevância para a garantia de direitos”.

    “A aprendizagem ultrapassou a teoria. Os estudantes puderam vivenciar o funcionamento real da Justiça e se inspirar com os ensinamentos dos magistrados. O impacto foi imediato. Alguns alunos relataram que agora conseguem visualizar o ambiente em que desejam atuar futuramente. Assim, a visita cumpriu plenamente seu propósito: aproximar o estudante da prática jurídica e fortalecer a sua formação profissional”, avaliou o professor.

    Presidência do TJPB – Ainda segundo o diretor do Fórum, essas visitas contribuem para o aprimoramento prático e teórico dos alunos e refletem uma maior aproximação do Judiciário paraibano com a população. “Essas medidas estão de acordo com a proposta do Tribunal de Justiça da Paraíba, inclusive com as orientações do presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, que sempre procura um Judiciário de portas abertas para contribuir e possibilitar o exercício da cidadania”, destacou Ely Jorge.

    O magistrado falou que a direção do Fórum recebe, periodicamente, alunos das universidades de Campina Grande, especialmente dos cursos de Direito, assim como estudantes de escolas de ensino médio e técnicas, quando demonstrado o interesse em conhecer o funcionamento do Poder Judiciário. A mais recente visita aconteceu na sexta-feira (28).

    Por Fernando Patriota