Categoria: TJPB

  • Diário da Justiça eletrônico do TJPB ganha novo layout, mais moderno e funcional

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    O Diário da Justiça eletrônico do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) está de cara nova. A reformulação visual busca oferecer uma leitura mais clara e harmoniosa, aproximando o formato do DJe paraibano ao modelo utilizado no Diário da Justiça Eletrônico Nacional (DJEN).

    Entre as principais mudanças, o Diário passou de duas colunas para uma, o que proporciona melhor fluidez e conforto visual. O texto também deixou de ser diagramado em corpo 7 e passou para corpo 12, mantendo a tradicional fonte Arial, o que torna o conteúdo mais acessível e legível.

    A cabeça de página da capa foi simplificada, seguindo o conceito de um design mais limpo. Além disso, o brasão do Tribunal de Justiça da Paraíba agora aparece em segundo plano, ao fundo de todas as páginas, reforçando a identidade institucional da publicação.

    As mudanças foram pensadas para unir modernidade, funcionalidade e identidade visual, tornando o Diário mais próximo do padrão nacional e mais agradável para magistrados(as), servidores(as), advogados(as) e cidadãos(ãs) que o utilizam diariamente.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Tribunal de Justiça da Paraíba empossa 52 novos assessores de juízes de 1º Grau

    Fotos dos empossados no Pleno
    Novos assessores em foto ao lado de magistrados e familiares

    Em solenidade realizada na tarde desta quarta-feira (15), na Sala de Sessões do Pleno, o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) deu posse a 52 novos assessores de juízes de 1º Grau. A nomeação representa um reforço significativo para as unidades judiciárias da primeira instância, com o objetivo de ampliar a celeridade, a eficácia e a qualidade da prestação jurisdicional em todo o estado.

    A cerimônia foi conduzida pelo presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, e contou com a presença do vice-presidente da Corte, desembargador João Batista Barbosa, além de magistrados, servidores, familiares e amigos dos empossados.

    Com a chegada dos novos profissionais, entre homens e mulheres, o Judiciário paraibano busca fortalecer o trabalho dos magistrados (as), contribuindo diretamente para a melhoria da produtividade e da eficiência nos serviços prestados à população.

    Ao dar as boas vindas aos novos servidores, o desembargador-presidente, Fred Coutinho, destacou ser uma ocasião festiva, fazendo alusão à data, por ser também comemorado o aniversário de 134 anos de existência do TJPB. Ele destacou a importância da chegada dos assessores, ressaltando estarem abertas as portas do Tribunal para eles, realçando as palavras humildade, confiança e gratidão. 

    “A posse dos assessores simboliza mais um presente que o judiciário ganha hoje. Eles chegam com a importância de somar, acrescentar e buscar cada vez mais o aprimoramento e a celeridade dos serviços prestados pela Justiça à sociedade. É com muita felicidade, muita alegria, que a mesa diretora do nosso tribunal recebe e acolhe os novos assessores”, exaltou o desembargador Fred Coutinho.

    Foto do desembargador João Batista Barbosa
    João Bastista saudou os empossados

    Durante a cerimônia, o desembargador João Batista fez a saudação aos novos assessores em nome do Tribunal de Justiça. Ele destacou a nobre missão a ser desempenhada pelos recém-empossados, o que, segundo o vice-presidente, se constitui em grande oportunidade para contribuir com o exércício da Justiça. 

    Em seu discurso, João Batista Barbosa enfatizou o compromisso com a imparcialidade e com a ética, pilares fundamentais para o bom funcionamento do sistema jurídico. 

    “O Tribunal de Justiça é um pilar da sociedade. E agora, como parte integrante desta estrutura, vocês têm a oportunidade de contribuir com o exercício da Justiça, com a imparcialidade e com a ética, que são fundamentais para o bom funcionamento do nosso sistema jurídico”, realçou o vice-presidente.

    Juiz Fábio Araújo
    Fábio Araújo também discursou

    O juiz auxiliar da Presidência, Fábio Araújo, durante seu discurso, ressaltou o empenho da gestão do presidente Fred Coutinho em conseguir, junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a nomeação de 154 cargos de assessores para magistrados de 1º Grau. “Hoje é um dia de muita alegria, pelo fato de estarmos fazendo história no Tribunal. Isso revela não somente um alinhamento com a política do CNJ da necessidade do aprimoramento da jurisdição de primeiro grau, mas também, é um incremento à força de trabalho daqueles que estão ao lado do magistrado e são responsáveis diretos pela produtividade do TJPB”, enfatizou.

    A assessora Alícia Maria de Araújo, que assinou o termo de posse em nome dos demais empossados, salientou a importância da função assumida, enfatizando estar feliz e agradecida. “É muito significativo para todos nós fazermos parte de uma instituição tão relevante para a Justiça e podermos integrar o quadro de servidores do TJPB, na função não só de assessores, mas que também, termos a oportunidade de produzir e promover a cidadania”, exaltou.

    Acolhimento – Na quinta-feira (16), às 9h30, os assessores participarão de um acolhimento presencial na Escola Superior da Magistratura (Esma), onde receberão orientações sobre o exercício do cargo, deveres funcionais e a estrutura administrativa e tecnológica disponível para o desempenho das atividades. Já na sexta-feira (17), será realizado um treinamento on-line, com atividades nos turnos da manhã e da tarde, voltado à ambientação inicial e ao uso dos sistemas institucionais.

    Cargos – Os cargos de assessor de Juiz de 1º Grau foram criados na atual gestão, conduzida pelo desembargador Fred Coutinho, com o objetivo de ampliar a produtividade e a eficiência no julgamento das demandas, garantindo mais celeridade e qualidade ao trabalho jurisdicional em todo o Estado.

     

    Por Lila Santos

    Fotos: Ednaldo Araújo

     

  • Projeto ‘Caminhos para o Bem-Estar Emocional’ já realizou mais de 300 atendimentos

    Projeto ‘Caminhos para o Bem-Estar Emocional’ já realizou mais de 300 atendimentos

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    Ação do projeto ‘Caminhos para o Bem-Estar Emocional’

    As atividades do projeto Caminhos para o Bem-Estar Emocional seguem em ritmo constante, com a realização de atendimentos itinerantes nas comarcas espalhadas pelo estado. Desde o início da programação de visitas, no mês passado, já foram efetuados 337 atendimentos, envolvendo magistrados(as) e servidores(as) do Poder Judiciário paraibano.

    Nesta quinta-feira (16), o projeto atenderá na Comarca de Patos, dando continuidade ao cronograma de visitas presenciais.

    O projeto é uma iniciativa da Diretoria de Gestão de Pessoas (Digep), do Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio da Gerência de Qualidade de Vida (Gevid), em parceria com a Associação das Esposas de Magistrados e Magistradas da Paraíba (Aemp).

    Com foco na promoção da saúde e na valorização dos(as) profissionais que atuam nas unidades judiciárias paraibanas, o ‘Caminhos para o Bem-Estar Emocional’ oferece atendimentos com equipe multidisciplinar da Gevid e palestras educativas sobre temas relacionados ao bem-estar físico e emocional.

    A exemplo dos serviços de enfermagem, com aferição da pressão arterial, batimentos cardíacos, testes de glicemia, acompanhamentos e orientações de saúde; atendimentos de fisioterapia, com especialistas em acupuntura, auriculoterapia, liberação miofascial, aplicações de tapes, orientações ergonômicas, musicoterapia e aromaterapia, além de atendimentos de assistência social, com informações e orientações sobre processos da junta médica.

    Na sede do Fórum da Comarca de Patos, onde o projeto acontecerá nesta quinta, será ministrada palestra com a abordagem do tema ‘Conexão entre Mente e Corpo: gerenciando o estresse e a ansiedade. “A finalidade é oferecer estratégias práticas para o gerenciamento do estresse e da ansiedade, bem como, a promoção da qualidade de vida no âmbito profissional, pessoal e coletivo”, como pontuou a gerente da Gevid, Valéria Beltrão. 

    Programação – De acordo com o cronograma, até o final de outubro o ‘Caminhos para o Bem-Estar Emocional’ realizará atendimentos nas Comarcas de Cajazeiras (23/10), Sousa (24/10) e Campina Grande (30/10). Os trabalhos também terão continuidade durante o mês de novembro.

    As ações estão alinhadas aos propósitos do Projeto ‘Gestão em Movimento’ e às diretrizes da Resolução nº 207/2015, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que institui a Política de Atenção Integral à Saúde no Poder Judiciário.

    Por Lila Santos

     

  • Pedido de vista suspende julgamento sobre lei de zoneamento da orla de João Pessoa

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    Desembargador Fred Coutinho preside sessão do Órgão Especial

    O Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) suspendeu, nesta quarta-feira (15), o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 0815914-43.2024.8.15.0000, proposta pelo Ministério Público estadual contra a Lei Complementar nº 166, de 29 de abril de 2024, do município de João Pessoa, que trata do zoneamento, uso e ocupação do solo na Capital. O pedido de vista foi feito pelo desembargador Onaldo Rocha de Queiroga. O relator do processo, desembargador Carlos Martins Beltrão Filho, votou pela procedência da ação.

    Em seu voto, o relator considerou a norma inconstitucional tanto formal quanto materialmente, por vícios no processo legislativo e por contrariar dispositivos constitucionais de proteção ambiental. Ele também determinou que os efeitos da declaração de inconstitucionalidade sejam ex tunc, ou seja, retroajam à data de promulgação da lei.

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    Desembargador Carlos Beltrão, relator do processo

    A ação do Ministério Público questiona a forma como a Lei Complementar nº 166/2024 (Lei de Uso e Ocupação do Solo – LUOS) regulamentou o artigo 64 do novo Plano Diretor (Lei Complementar nº 164/2024), especialmente quanto aos limites de altura das edificações na zona costeira da Capital. De acordo com o MPPB, a LUOS flexibilizou restrições de altura em áreas de proteção ambiental, em desacordo com a Constituição Estadual.

    O Ministério Público baseou-se em um Relatório Técnico do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), elaborado pelo Laboratório de Topografia (LABTOP). O documento comparou as novas regras de altura da LUOS/2024 com as do Decreto Municipal nº 9.718/2021 e concluiu que a nova lei é “menos restritiva”. O estudo aponta que, além de adotar como referência o piso do último pavimento (e não o ponto mais alto da cobertura), a nova legislação criou nove faixas de altura máxima, permitindo acréscimos de até seis metros em relação ao decreto anterior.

    Com isso, em algumas áreas da orla, especialmente nas oitava e nona faixas, o limite de 35 metros seria ultrapassado cerca de 115 metros antes do final da faixa de 500 metros estabelecida pela Constituição Estadual.

    Na petição inicial, o MP sustenta que essa flexibilização representa uma proteção ambiental insuficiente, violando o princípio da vedação do retrocesso ambiental e dispositivos das Constituições Federal e Estadual. Argumenta ainda que a alteração normativa pode gerar sombreamento excessivo, interferências na fauna e flora local, nos ciclos de aves e animais marinhos, além de afetar a ventilação natural e a estabilidade da faixa costeira.

    O Ministério Público também questiona a falta de participação popular efetiva durante o processo legislativo. Segundo o MPPB, embora a Mensagem nº 071/2023 do Executivo mencione debates e audiências públicas, apenas quatro reuniões teriam sido realizadas em quase um ano de tramitação, sem registro de discussões específicas sobre as mudanças nas alturas máximas. Para o órgão, a ausência de publicidade e de diálogo adequado com a sociedade compromete a legitimidade do processo, em desacordo com precedentes do próprio TJPB e de outros tribunais estaduais.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Servidores do GMF participam de Oficina de Ideação promovida pelo Laboratório de Inovação

    Foto dos servidores durante a oficina
    Servidores do GMF durante oficina no Laborarório de Inovação

    Nesta quarta-feira (15),  sete servidores que integram a equipe do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), do Tribunal de Justiça da Paraíba, participaram de uma ‘Oficina de Ideação’ desenvolvida pelo Lyno – Laboratório de Inovação Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque.  O Laboratório está instalado na Escola Superior da Magistratura (Esma), em João Pessoa. 

    A oficina desenvolvida pelo Lyno teve como propósito apoiar a estruturação dos fluxos internos do GMF, segundo informou Tatyanna Nadabia de Souza Lima Paes, coordenadora de inovação do laboratório. “A oficina utilizou metodologias de inovação e design thinking para promover a reflexão coletiva sobre os processos, identificar oportunidades de melhoria e propor soluções colaborativas. O suporte do laboratório foi essencial para facilitar o diálogo, estimular a criatividade e o desenvolvimento de boas ideias”, declarou Tatyanna.

    Foto da juíza Aparecida Gadelha
    Juíza Aparecida Gadelha (esquerda)

    A juíza Aparecida Gadelha, coordenadora do GMF, participou da ação promovida pelo Lyno. Ao término da oficina, a magistrada destacou que o suporte do laboratório foi essencial para facilitar o diálogo, estimular a criatividade e o desenvolvimento de boas ideias. “Nós estivemos, durante a manhã de hoje, reunidos, em oficina, no laboratório de inovação, para tratarmos de alinhamento e planejamento administrativo do GMF. Foi uma manhã extremamente produtiva, onde podemos constatar a indispensabilidade de um momento como este, orientado, coordenado pelo laboratório de inovação”, afirmou a magistrada

    Aparecida Gadelha acrescentou que a experiência proporcionou aos participantes uma forma de trazer à tona até soluções dos problemas do setor, mas de uma maneira melhor  conduzida e coordenada a partir da orientação do laboratório. 

    “Momento que faz com que nós tenhamos contato com as nossas dores, as nossas necessidades e, também, com as possíveis soluções e encaminhamentos para os nossos problemas. Então, foi um momento extremamente produtivo, nós saímos daqui renovados, muito confiantes para termos nossos processos de trabalho mais célere, executados a partir de novas soluções que nós estamos encontrando. Queremos deixar nossa gratidão, nosso reconhecimento ao laboratório de inovação, que vem fazendo um excelente trabalho no âmbito do poder judiciário, junto aos seus setores, que teremos, cada vez mais, setores mais apropriados de seus fluxos e mais produtivos”, finalizou. 

    A experiência foi comentada, também, pela psicóloga do GMF, Clarissa Paranhos Guedes. Ela destacou, também, a importância da oficina. “Foi um momento muito importante para a nossa equipe. Um momento para a gente parar, para olhar para o nosso trabalho, pra perceber que a gente já tem soluções  para problemas que a gente vinha se fechando. Então, a metodologia foi muito importante, participativa, e a gente pode, junto, aqui,refletir e encontrar saída. Saímos muito animadas!”, exclamou a psicóloga. 

    A iniciativa contou, ainda, com a participação direta dos servidores Bruno Emmanuel Medeiros de Oliveira, diretor de Governança, e Roberta Carvalho – supervisora da Gerência de Planejamento.

    Foto de Aline
    Servidora Aline Fernandes

    Oficina – A oficina dirigida ao pessoal do GMF, realizada nesta quarta, contou com o apoio do Centro de Inteligência e Inovação do Poder do Judiciário, da Diretoria de Governança e da Gerência de Planejamento, conforme explicou a servidora Aline Fernandes da Nóbrega, que, ao lado do servidor Fábio Lima da Costa, também atuaram na oficina. 

    “A oficina estabelece um fluxo de inovação para o Tribunal. Isso acontece na medida em que qualquer setor, judiciário ou administrativo, faça a solicitação por meio do Sei, para qualquer problemática que o setor queira”, comentou Aline.

    Aline Fernandes disse, também, que o laboratório pode atuar através de pesquisa de campo, pesquisa com servidores, com o jurisdicionado, e desenvolver uma oficina para a melhoria do processo, desenvolvimento de fluxo de trabalho. “Isso, para a pessoa parar um pouco da rotina e pensar em como otimizar as atividades desenvolvidas”, arrematou Aline Fernandes. 

    Lyno – O Laboratório de Inovação Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque (Lyno), inaugurado no último dia 10 de outubro do ano em curso, foi idealizado com o propósito de incentivar e criar um espaço de ideias, experimentação e criatividade.

    Por Valter Nogueira

     

  • TJPB celebra 134 anos de história, comprometido com cidadania, tecnologia e simplicidade

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    Palácio da Justiça, no Centro da Capital

    Quando um cidadão chega ao Palácio da Justiça, na Praça João Pessoa, Centro da Capital, depara-se com uma estrutura de muita história. Mais do que um passado longínquo, ele se conecta a um presente que o faz protagonista do enredo da trajetória do Tribunal de Justiça da Paraíba, que, nesta quarta-feira (15), comemora os 134 anos de sua instalação oficial.

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    Sessão do Pleno, presidida pelo desembargador Fred Coutinho

    Ao longo dos anos, desde 1891, o TJPB tem atuado para garantir que o acesso à Justiça não seja um privilégio, mas um direito de todos. Hoje, a Justiça estadual vem sendo construída sobre um tripé indispensável para a sociedade: cidadania, tecnologia e simplicidade. Esses pilares mais do que aproximam o Judiciário do cidadão: alimentam o sentimento real de inclusão a esse universo.

    À frente da instituição que promove justiça com equidade desde fevereiro deste ano, o desembargador-presidente Fred Coutinho reforça o pensamento sensível de um Judiciário cidadão. “O Tribunal de Justiça da Paraíba é feito por homens e mulheres de ontem, de hoje e do amanhã. Aqui se faz a verdadeira justiça. O Judiciário paraibano, que tão bem representa a cidadania, busca oferecer direitos àqueles que o procuram e, enfim, efetivar a jurisdição. É uma honra muito grande estar à frente do nosso Judiciário na comemoração dos seus 134 anos”, celebrou o magistrado.

    Ações para uma Justiça cidadã, inteligente e simples

    Gestão em Movimento
    Momento de diálogo com magistrados(as) e servidores(as)

    Gestão em Movimento – Alguns exemplos práticos reiteram a perspectiva desse tripé. O projeto ‘Gestão em Movimento’ é um deles. Ao reunir servidores(as), magistrados(as) e colaboradores(as) em todas as comarcas do Estado, a Mesa Diretora do TJPB promove um diálogo que torna possível mapear demandas locais e construir soluções mais aderentes às necessidades do Judiciário estadual.

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    Tecnologia Para se manter perto do cidadão, a Justiça precisa ser simplificada A inovação é co-autora dessa nova história, pois é através de soluções tecnológicas e inteligentes que promovem facilidades, contribuindo para essa aproximação. A criação de aplicativos e o uso de mecanismos da Inteligência Artificial no TJPB têm entregado comodidade à população, que agora pode manter uma linha direta com o Judiciário,por meio de ferramentas como o TJPB Cidadão, Peça Você, Novo Balcão Virtual e o Simplifica.

    Reurb – A Regularização Fundiária Urbana é uma questão de justiça social e o Poder Judiciário estadual sabe disso. Por meio da Reurb, se desenvolve um conjunto de medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais e sociais destinadas a regularizar núcleos urbanos informais (assentamentos, invasões, loteamentos irregulares etc.), favorecendo a titulação dos ocupantes, ou seja, dar documento legal que comprove o direito ao imóvel. O resultado dessa ação é a garantia de direitos como moradia digna, acesso a serviços básicos, inserção no ordenamento urbano, segurança jurídica e meio ambiente equilibrado.

    Trilha no Jardim Botânico
    Evento socioambiental promovido pelo TJPB

    Sustentabilidade – E por falar em meio ambiente equilibrado, o Tribunal de Justiça da Paraíba já tem o ‘carimbo’ de Justiça verde. Iniciativas concretas seguem o caminho da proteção ao planeta, como o trabalho desenvolvido pelo Núcleo de Gestão Socioambiental (NGSA), que atua na conscientização ambiental, educação sustentável, e também com medidas práticas como coleta seletiva, descarte adequado e capacitação de servidores(as).  Um exemplo prático que traz essa visão ambiental é o projeto ‘Trilha Renovar: Sustentabilidade para a Vida’, que compromisso das instituições com a promoção de práticas sustentáveis, inclusivas e transformadoras.

    Infância e juventude O conjunto de direitos e deveres que os indivíduos têm em uma sociedade organizada deve ser exercido desde o nascimento de uma pessoa. É baseada nesse conceito que a Justiça paraibana atua como aliada do cidadão já desde a primeira infância. O Poder Judiciário estadual tem toda uma rede de acolhimento e proteção da criança e do adolescente para assegurar que as leis saiam do papel e se tornem ações concretas. Nesse contexto tem projetos como Entrega Protegida, Cidadania de Primeira, Escuta protegida, Apadrinhamento, além da criação recente de Varas Especializadas para julgar crimes cometidos contra crianças e adolescentes.

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    Combate à violência doméstica Uma importante ferramenta de enfrentamento à violência contra a mulher foi lançada pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, no dia 13 de junho de 2025. Trata-se do Observatório de Violência Doméstica, por meio de uma parceria entre a Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar e a Diretoria de Governança e Gestão Estratégica, ambas do TJPB. O Observatório monitora e disponibiliza dados, em tempo real, processos de violência doméstica, ações de feminicídio e estatísticas das medidas protetivas (concedidas, concedidas em parte, denegadas e revogadas). 

    Plano de aposentadoria – O Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) aprovou, no dia 4 de junho, o Anteprojeto de Lei que institui o Plano de Incentivo à Aposentadoria Voluntária (PINAV). A medida é voltada para os servidores efetivos do quadro permanente do Judiciário estadual e visa uma reestruturação planejada e responsável da força de trabalho. No dia 13 de outubro, a Comissão Gestora do Plano de Incentivo à Aposentadoria Voluntária se reuniu e analisou todos os processos administrativos referentes às adesões protocoladas com base no Edital nº 001/2025, concluindo pela homologação da classificação final dos servidores contemplados.

    Humanização – A ação de humanização em favor de magistrados(as), servidores(as) e colaboradores(as) também se estende à capacitação. O TJPB tem dado toda a atenção ao seu corpo funcional, por meio da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), ofertando conhecimento dentro de uma realidade social para um Direito ampliado. 

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    Projeto Primeira Infância

    Ação de Cidadania Dentro da Semana Nacional do Registro Civil, uma ação de cidadania beneficiou populações de pessoas privadas de liberdade (PPL) e povos indígenas. Em Campina Grande (PB), foram entregues 35 certidões de nascimento. Já na Comarca de Rio Tinto, foram emitidas certidões de nascimento à população indígena. Em João Pessoa, reeducandos que aguardam sentença (regime provisório) receberam a segunda via da certidão de nascimento. Já em Sousa, adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa em meio fechado, tiveram acesso à documentação civil. 

    Linguagem simples – As ações apresentadas acima representam um conjunto de esforços empreendidos pelo Tribunal de Justiça da Paraíba que está sempre disposto a caminhar lado a lado com o cidadão. Mas, para manter toda essa proximidade, é preciso que cada pessoa tenha acesso facilitado à informação, o que passa por uma linguagem simples para oferecer compreensão da mensagem transmitida. O projeto ‘Linguagem Simples’ é um movimento institucional para que os atos do Poder Judiciário (sentenças, decisões, despachos, comunicados, etc.) sejam escritos de forma mais clara, acessível, direta e compreensível. Tudo isso permite o melhor exercício dos direitos, pois assim os cidadãos conseguem entender quais são seus deveres, direitos e como agir perante uma decisão ou despacho.

    Inclusão, inovação e sustentabilidade

    Com um olhar mais ampliado, fica fácil entender que o Tribunal de Justiça da Paraíba é um verdadeiro aliado da sociedade. Por meio de programas de inclusão, projetos de inovação tecnológica, iniciativas de sustentabilidade e parcerias com diversos órgãos públicos e entidades civis, o TJPB reafirma seu compromisso com uma Justiça acessível, eficiente e humana. Essa postura evidencia que o Tribunal vai além da função jurisdicional, assumindo o papel de agente transformador social que contribui para o desenvolvimento e o bem-estar coletivo em todo o Estado.

    Por Nice Almeida

    Fotos Ednaldo Araújo

     

  • Segunda Câmara nega reconhecimento de maternidade socioafetiva entre avó e netos

    A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba manteve, por unanimidade, sentença da 3ª Vara Mista de Bayeux que julgou improcedente o pedido de reconhecimento de maternidade socioafetiva formulado por uma avó biológica em relação a três netos, todos maiores de idade. O relator do processo nº 0800512-60.2025.8.15.0751 foi o desembargador Aluizio Bezerra Filho.

    De acordo com os autos, a avó ingressou com ação pleiteando a retificação dos registros civis dos netos para que fosse reconhecida como mãe socioafetiva, alegando ter exercido papel materno desde o nascimento deles. No entanto, a Corte entendeu que não há respaldo jurídico nem provas suficientes para o reconhecimento pretendido.

    O relator destacou, em seu voto, que o artigo 42, §1º, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) veda expressamente a adoção por ascendentes como avós e que essa regra se aplica, por analogia, aos casos de reconhecimento de maternidade ou paternidade socioafetiva, já que ambos produzem os mesmos efeitos jurídicos, inclusive sucessórios.

    Ressaltou ainda que a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) admite a mitigação dessa vedação apenas em situações excepcionais, especialmente quando envolvem crianças ou adolescentes e quando há comprovação clara da parentalidade socioafetiva, em atenção ao princípio do melhor interesse da criança.

    “No caso concreto, os netos são maiores de idade, inexistindo situação excepcional que justifique afastar a vedação legal. Além disso, não foram apresentadas provas suficientes de que a avó exerceu, com exclusividade, a função materna, pois não há nos autos documentos que demonstrem custeio integral, cuidados ou convivência equiparável à maternidade”, frisou o relator.

    Da decisão cabe recurso.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Mês da Criança: Coinju apresentará videocast sobre uso de telas na primeira infância

    ‘Os efeitos do uso de telas na primeira infância: riscos, limites e oportunidades’. Este é o tema abordado no videocast ‘Vozes que protegem: Diálogos sobre a infância e juventude’, uma iniciativa da Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinju), do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), e que faz parte do projeto ‘Mês da Criança’. O programa será exibido na sexta-feira (17), às 9h, no canal do Youtube da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB).

    A conversa buscará orientar pais, cuidadores e profissionais sobre como a tecnologia impacta o desenvolvimento cerebral, social e emocional das crianças de 0 a 6 anos. O videocast será mediado pela juíza Maria dos Remédios Pordeus Pedrosa, coordenadora da Infância e Juventude do TJPB.

    Participarão do programa a médica pediatra Naísa Coêlho, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB); a doutoranda em Psicologia Social pela UFPB, Miucha Lins Cabral; e a psicopedagoga e professora, Bianca Nóbrega Meireles.

    Programação especial – O videocast faz parte de uma programação elaborada para o mês da criança. Estão inseridos nesse plano, ainda, o ‘Curso de formação em depoimento especial’, voltado para magistrados(as) e servidores(as) do Poder Judiciário, dia 23, na Esma, além da ação ‘Manhã de arte e direito na Esma’, no dia 24.

    Por Nice Almeida

     

  • Mutirão de conciliação concede até 90% de desconto em multas ambientais

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    Audiência de conciliação mediada pelo Nupemec

    Mutirão realizado pelo Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), está promovendo a conciliação em pagamento de multas ambientais notificadas pela Secretaria de Meio Ambiente de João Pessoa (Semam). Durante as audiências, estão sendo concedidos descontos de até 90% às pessoas convidadas à negociação.

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    Desembargador Horácio de Melo

    O desembargador Horácio Ferreira de Melo Júnior, coordenador-geral do Núcleo, enfatizou que a conciliação é sempre o melhor caminho para as partes envolvidas no processo. “Nós, do Nupemec, temos a responsabilidade de fazer valer o que ele representa, que é conciliar, e essa parceria com a Semam, demonstra a sensibilidade do poder público de acreditar no Judiciário. Que nós possamos dar uma resposta de que a conciliação é o  melhor caminho a ser seguido”, ressaltou.

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    Welisson Silveira, da Semam

    A proposta da parceria entre o Nupemec e a Semam é converter as multas em serviços ambientais e ações de educação ambiental que serão revertidas em benefício para a própria sociedade, como informou o secretário da Semam, Welisson Silveira.

    “Chegamos aqui com mais de um milhão de reais em multas. Concedemos 90% de desconto exclusivamente na realização desses mutirões. Sairemos daqui com a estimativa de mais de 100 mil reais em serviços ambientais revertidos para a sociedade, e em serviços ecossistêmicos ambientais que, com certeza, a cidade de João Pessoa só tem a ganhar, evitando também que novas infrações sejam praticadas. Agradecemos muito ao Nupemec, ao Tribunal de Justiça, pela realização desse mutirão”, falou.

    ServiçoO mutirão de conciliação acontece até sexta-feira (17), no Fórum Cível de João Pessoa, que fica na Avenida João Machado, s/n – Jaguaribe, e o Nupemec está localizado no 7º andar.

    Por Nice Almeida

     

  • 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital realiza 2ª reunião de gestão cartorária

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    Adhailton Lacet coordenou a reunião de gestão cartorária

    A 1ª Vara da Infância e Juventude da Comarca da Capital realizou a 2ª reunião de gestão cartorária com servidores(as) e equipe de assessoria. O encontro teve como foco a análise dos índices de produtividade, o cumprimento de metas estabelecidas e a busca pela otimização das rotinas de trabalho, com vistas a garantir maior eficiência no atendimento ao público jurisdicionado e aos advogados.

    A reunião foi conduzida pelo juiz titular da unidade, Adhailton Lacet, que abordou temas relacionados aos prazos para cumprimento de adoções, habilitações, destituições do poder familiar e reavaliações trimestrais. O magistrado reforçou a importância da gestão eficiente dos processos e da cooperação entre os servidores para assegurar celeridade e qualidade nos serviços prestados pela Vara.

    Durante o encontro, o juiz destacou, ainda, a relevância da leitura e observância da Resolução nº 354/2020 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que trata do cumprimento digital de atos processuais e ordens judiciais, reforçando a necessidade de atualização constante diante das novas dinâmicas do processo eletrônico.

    Outro ponto enfatizado foi a participação dos servidores nos cursos de capacitação oferecidos pela Escola Superior da Magistratura (Esma), voltados às atividades cartorárias. Segundo o magistrado, essas formações são essenciais para o aperfeiçoamento técnico e o fortalecimento da gestão interna, refletindo diretamente na eficiência e na qualidade do atendimento ao cidadão.

    Por Lenilson Guedes