Categoria: TJPB

  • Curso de conciliação forma indígenas Potiguara para atuarem nas aldeias

    curso conciliação indígena
    Indígenas mostram certificados do 2º Curso de Conciliação

    A partir desta quinta-feira (9), 42 cursistas, dos quais 36 indígenas Potiguara dos municípios de Rio Tinto, Marcação e Baía da Traição, estão aptos para atuar como conciliadores nas aldeias em que vivem, promovendo, assim, o acesso à Justiça de forma respeitosa às tradições e à autonomia das comunidades indígenas. Os(as) conciliadores(as) receberam os certificados de conclusão durante evento realizado no Brizola’s Hall, localizado no distrito de Salema, no município de Rio Tinto.

    curso conciliação indígena
    O evento foi aberto com a apresentação do Toré

    Durante o curso de Conciliadores e Mediadores Extrajudiciais Indígenas, Módulo II, realizado no mês de agosto, os(as) participantes vivenciaram aulas teóricas e práticas, conciliando litígios reais e promovendo acordos consignatórios em processos judiciais. A formação foi coordenada pelo Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania Indígena (Cejusc Indígena) da Comarca de Rio Tinto, em parceria com a Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB).

    curso conciliação indígena
    O juiz Judson Farena falou da ampliação do curso

    O juiz Judson Kildere Faheina, coordenador do Cejusc Indígena, destacou a estrutura e os avanços do curso de conciliação voltado aos indígenas Potiguara. Segundo o magistrado, o primeiro módulo foi dedicado à parametrização conceitual da mediação e conciliação, com uma abordagem ampla e introdutória. “No segundo módulo, aprofundamos a teoria trabalhada anteriormente, levando as discussões e práticas diretamente para as aldeias, com foco nas demandas locais”, explicou.

    O magistrado adiantou, ainda, que há planos para a continuidade da formação, agora voltada ao público infantil. “Estamos com a proposta de desenvolver um terceiro módulo, voltado para a introdução da cultura da paz, da conciliação e da mediação envolvendo crianças indígenas, os curumins, fortalecendo desde cedo esses valores dentro das comunidades”, informou.

    curso conciliação indígena
    A juíza Antonieta Maroja reafirmou o compromisso do Judiciário

    Presente à entrega dos certificados, a diretora adjunta da Esma-PB, juíza Antonieta Maroja Nóbrega, reafirmou o compromisso do Poder Judiciário e da Escola com ações voltadas à inclusão, ao fortalecimento da cidadania e ao respeito às tradições dos povos indígenas. “Estarmos aqui entre pessoas fortes, pessoas vitoriosas, que lutam, homens e mulheres de tanto valor que se propuseram a construir um novo tempo através da cultura de paz, aproximam o Judiciário de toda a sociedade”, afirmou.

    Para a conciliadora indígena Denise Potiguara, que está em sua segunda certificação no curso, conhecer de perto as próprias demandas e atuar diretamente com a comunidade torna o processo mais acessível, eficiente e sensível às realidades locais.

    curso conciliação indígena
    Denise Potiguara

    “A iniciativa também contribui para desafogar a comarca de Rio Tinto, uma vez que agora é possível realizar conciliações nas próprias aldeias. Com o apoio das lideranças tradicionais, conseguimos nos reunir e fortalecer a cultura da paz, promovendo o diálogo e a conciliação como ferramentas de resolução de conflitos”, falou Denise.

    Já Iapinari Potiguara, também conciliador, destacou a importância da formação, classificando-a como uma iniciativa de grande valor para o povo Potiguara. “Essa colaboração tem facilitado a resolução de conflitos dentro das próprias comunidades, contribuindo para desafogar o volume de demandas levadas ao fórum”, disse. 

    curso conciliação indígena
    Instrutora Celma Freitas

    A instrutora Celma Freitas destacou que o segundo módulo do curso foi voltado exclusivamente para o aperfeiçoamento, com ênfase na aplicação prática das técnicas de negociação. “Contamos com o apoio de uma escola que nos proporcionou um ambiente adequado e acolhedor. A programação foi construída tanto com pautas do próprio Cejusc Indígena quanto de fora dele, o que nos permitiu vivenciar diferentes contextos e experiências”, explicou.

    Os participantes foram acompanhados pelas instrutoras Celma Freitas e Sirlene Dias de Faria Lopes e pelo magistrado Judson Kildere, com participação do professor convidado Daniel Valério Martins. Houve também a colaboração das servidoras Jailza Hortêncio da Silva, Maria Inês Mendonça e Iole Fernandes César.

    Em outubro de 2024, o Cejusc Indígena entregou os certificados a mais de 45 indígenas que haviam participado, em julho, do primeiro módulo do curso de Conciliação Extrajudicial para Povo Indígena.

    Também presentes as prefeitas dos municípios de Rio Tinto, Magna Celi Fernandes Gerbasi, e de Marcação, Eliselma Oliveira Alves, conhecida como Índia Ninha; do cacique-geral do povo Potiguara da Paraíba, Sandro Gomes Barbosa; da gerente Administrativo e Financeiro da Esma-PB, Gisele Alves Barros, dentre outras autoridades.

    Por Marcus Vinícius

    Fotos Ednaldo Araújo

     

  • STJ realizará 1º Congresso da Primeira Instância Federal e Estadual em dezembro

    O Superior Tribunal de Justiça (STJ) promoverá, entre os dias 15 e 17 de dezembro de 2025, em Brasília (DF), o 1º Congresso da Primeira Instância Federal e Estadual. O encontro tem como objetivo fortalecer a integração entre o STJ e os magistrados de primeiro grau, ampliando a cooperação no âmbito do Poder Judiciário.

    Durante o evento, serão discutidos e aprovados Enunciados em cinco eixos temáticos: Institucional, Direito Público, Direito Privado, Direito Penal e Direito Processual Civil.

    A participação é aberta a diferentes segmentos da comunidade jurídica. Podem submeter propostas de Enunciado magistrados, defensores públicos, membros do Ministério Público, advogados públicos e privados, professores universitários e servidores do Judiciário. O prazo para envio vai até 17 de outubro.

    As propostas passarão pela avaliação de uma Banca Científica, formada por magistrados federais e estaduais, que terá a atribuição de analisar, aperfeiçoar e selecionar os textos a serem submetidos à deliberação no Congresso. Cada eixo temático contará com a coordenação de um desembargador federal, um desembargador estadual, um juiz federal e um juiz estadual.

    Clique aqui para acessar o formulário de envio das propostas.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Cartilha para orientar crianças e adolescentes sobre ‘Depoimento Especial’ é lançada no TJPB

    Foto do lançamento da Cartilha no TJPB
    Lançamento da Cartilha no TJPB

    Crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência devem ser ouvidos pela Justiça de forma protegida, acolhedora e humanizada. Para tornar esse direito mais acessível e compreensível, o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinju), lançou a cartilha “Depoimento Especial – Huguinho vai à Justiça”, que explica, em linguagem simples e lúdica, como ocorre esse tipo de audiência.

    O lançamento ocorreu durante a sessão do Órgão Espcial do TJPB desta quarta-feira (8), conduzida pelo vice-presidente da Corte, desembargador João Batista Barbosa. A apresentação foi feita pela juíza Maria dos Remédios Pordeus Pedrosa, coordenadora da Coinju.

    Durante o evento, também foi exibida a versão em vídeo da cartilha, que amplia o alcance das informações não apenas às crianças e adolescentes, mas também aos seus pais e responsáveis, promovendo uma compreensão mais ampla sobre o procedimento do depoimento especial.

    Humanização do Judiciário

    Foto da juíza Maria dos Remédios Pordeus
    Juíza Maria dos Remédios Pordeus

    A cartilha representa mais um passo na política de humanização adotada pelo TJPB no atendimento a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Segundo a magistrada, o objetivo é reduzir os impactos emocionais do processo judicial.

    “O TJPB tem empenhado esforços para acolher, para se comunicar da maneira correta e para ressignificar o atendimento nesses processos. A criança e o adolescente já chegam na sala de audiência com o peso da violência sofrida e não devem ser revitimizados. A cartilha visa tirar esse peso intimidador do ato judicial em si”,ressaltou Remédios.

    A versão impressa da cartilha será produzida em uma próxima etapa, como forma de reduzir o tempo de exposição a telas entre o público infantil.

    Além disso, o Tribunal está trabalhando para garantir que todos os fóruns do estado ofereçam estruturas adequadas para a realização do depoimento especial, conforme previsto na Lei nº 13.431/2017 e nas normativas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Dados reveladores

    A juíza destacou também os impactos positivos do sistema de depoimento especial, que tem permitido revelar dados antes invisibilizados. Apenas em 2025, foram realizadas 843 audiências com depoimento especial. Destas, 75% ocorreram em Varas Criminais, e não nas Varas da Infância e Juventude. Em mais de 90% desses casos, as vítimas eram meninas.

    Mês da Criança e do Adolescente

    Como parte da programação do Mês da Criança e do Adolescente no Judiciário Paraibano, a Coinju anunciou uma série de atividades voltadas à promoção dos direitos da infância e juventude.

    “Este não é um mero ato de comemoração, mas a reafirmação pública de um compromisso, da materialização de uma política que enxerga em cada criança e adolescente, não o futuro, mas o presente mais urgente”, asseverou a juíza.

    Entre as ações previstas estão: Podcast em parceria com a Escola Superior da Magistratura  (Esma) sobre os impactos do uso excessivo de telas na Primeira Infância, que será disponibilizado na próxima semana; oficina de arte e direitos, com alunos de escola pública, baseada no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e lançamento do Projeto ‘Novos Caminhos’, no fim do mês.

    O Novos Caminhos é voltado à promoção da autonomia de adolescentes em processo de desinstitucionalização e que não foram adotados. A iniciativa é desenvolvida pelo CNJ.

    A iniciativa da Coinju foi elogiada pelos (as) desembargadores (as) e procurador presentes à sessão, que parabenizaram a magistrada pelo empenho e pelas ações voltadas à proteção integral de crianças e adolescentes na Paraíba.

    Entenda a Lei da Escuta Protegida

    A Lei nº 13.431, de 4 de abril de 2017, conhecida como a Lei da Escuta Protegida, estabelece um sistema de garantia de direitos para crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência, prevenindo a revitimização por meio da escuta especializada e do depoimento especial. A norma busca garantir que a criança ou adolescente em questão não tenha que repetir a história inúmeras vezes, aumentando seu sofrimento.

    Na Escuta Especializada, a criança ou adolescente é ouvido sobre a situação de violência por um profissional qualificado, com linguagem adaptada à sua compreensão, limitando o relato ao estritamente necessário. 

    Já no Depoimento Especial, o relato da criança ou adolescente deve ser gravado em áudio e vídeo, visando a proteção da intimidade e privacidade, e será utilizado apenas em processos judiciais, em segredo de justiça.

     

    Por Gabriela Parente

    Fotos: Ednaldo Araújo

     

  • Certificação marcará atuação de indígenas como conciliadores 

    Foto da reunião com os indígenas
    Capacitação de indígenas

    Entre aulas práticas e teóricas, conciliando litígios em casos reais e promovendo acordos consignatórios em processos judiciais, essa foi a rotina de aproximadamente 42 cursistas, dos quais 36 são indígenas da Baía da Traição, que participaram, durante o mês de agosto, do 2º Curso Teórico-Prático em Conciliação Extrajudicial. A cerimônia de entrega dos certificados de conclusão acontecerá nesta quinta-feira (9), a partir das 9h, no Brizola’s Hall, localizado no distrito de Salema, no município de Rio Tinto. 

    A formação, voltada à resolução de conflitos por meios pacíficos, capacitou os participantes para atuarem como conciliadores nas aldeias onde vivem, promovendo o acesso à justiça de forma respeitosa às tradições e à autonomia das comunidades indígenas. Os trabalhos foram coordenados pelo Centro Judiciário de Soluções de Conflitos e Cidadania Indígena (Cejusc Indígena) da Comarca de Rio Tinto. 

    Os acordos, resultantes dos casos que foram resolvidos com a aplicação dos métodos conciliatórios com a atuação dos indígenas, foram homologados pelo diretor do Fórum de Rio Tinto e coordenador do Cejusc Indígena, Judson Kildere Faheina. 

    Foto do juiz Kildere com o cacique Gomes
    Juiz Kildere com o cacique Gomes

    “O objetivo é aperfeiçoar, na prática, a aplicação das técnicas negociais no desenvolvimento do procedimento da conciliação e/ou da mediação, reforçando a importância da construção positiva do diálogo para solução de conflitos, respeitadas as interações e as experiências singulares e ancestrais de pacificação na resolução de conflitos do povo indígena potiguara”, realçou o magistrado Judson Kildere. 

    Os participantes foram acompanhados pelos tutores Celma Laurinda Freitas Costa, Sirlene Dias de Faria Lopes e pelo magistrado, com participação do professor convidado Daniel Valério Martins. Houve também a colaboração das servidoras Jailza Hortêncio da Silva, Maria Inês Mendonça e Iole Fernandes César. Os trabalhos foram apoiados pela Escola Superior da Magistratura (Esma), parceira da Comarca de Rio Tinto na iniciativa. 

    Em outubro de 2024, o Cejusc Indígena entregou os certificados a mais de 45 indígenas que haviam participado, em julho, do primeiro Curso de Conciliação Extrajudicial para Povo Indígena. Rio Tinto foi a primeira comarca da região Nordeste a instalar um Centro de Conciliação Indígena. 

    Por Lila Santos

     

  • Semana Nacional da Sustentabilidade segue com inscrições abertas 

    Banner alusivo à Campanha

    Seguem abertas as inscrições para a participação na I Semana Nacional de Sustentabilidade do Poder Judiciário – Região Nordeste. A capital paraibana, João Pessoa, sediará o evento, que acontecerá nos dias 16 e 17 de outubro. Na ocasião, serão debatidas as ações do Judiciário voltadas à cultura da sustentabilidade. 

    Os interessados podem se inscrever acessando aqui

    A iniciativa é uma promoção do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com os principais tribunais do Estado: o TRT da Paraíba (13ª Região), sede do evento; o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB); o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) e a Justiça Federal.

    A finalidade é integrar práticas sustentáveis à rotina institucional, promovendo a troca de experiências entre os tribunais nordestinos, fortalecendo a cooperação regional. Empresas, ONGs, universidades, movimentos sociais, representantes de empresas estão convidados a participar e contribuir com experiências e soluções inovadoras que conectem o setor privado, público e o terceiro setor à agenda da sustentabilidade.

    A sede do TRT da Paraíba será palco da abertura do evento, no dia 16 de outubro, a partir das 15h. A programação é ampla e inclui diversas atividades voltadas à promoção da responsabilidade socioambiental. 

    Um dos destaques será o plantio de mudas de árvores, com a participação de autoridades, simbolizando o compromisso do Judiciário com práticas sustentáveis e com a preservação do meio ambiente. Além da realização de audiência pública e palestras proferidas pelos tribunais da Paraíba. 

    Já a abertura oficial dos trabalhos está prevista para 17h, no auditório principal do Fórum Maximiano Figueiredo do TRT, localizado na Rua Aviador Mário Vieira de Melo, 1440, bairro João Agripino.

    Agenda 2030 – A iniciativa está alinhada à Agenda 2030 da ONU e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), reforçando o papel do Judiciário como agente de transformação social. A Semana também cumpre as diretrizes da Resolução CNJ n.º 400/2021 e da Portaria n.º 134/2025, que instituem a Rede de Sustentabilidade do Poder Judiciário.

    O evento será inventariado quanto às emissões de gases de efeito estufa, ou seja, serão computadas todas as emissões provocadas pelo uso de gasolina, álcool, diesel, gás de cozinha, gás de ar condicionado e gás de extintores de incêndio (caso use), além da energia elétrica utilizada na Semana e os deslocamentos aéreos. 

    Por Lila Santos (com informações da Ascom do TRT 13)

     

     

     

  • Curso de Preparação para a Aposentadoria está com inscrições abertas até esta quinta-feira

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    Continuam abertas as inscrições para o primeiro curso de Preparação para a Aposentadoria, estabelecido pela Resolução nº 34/2025, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). O curso tem carga de 20 horas/aula e constitui uma das ações do mês de outubro, onde se busca a divulgação e sensibilização para os direitos da pessoa idosa. A iniciativa ainda observa as diretrizes da Resolução nº 526/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    A capacitação tem aulas síncronas por videoconferência e presenciais, estando na modalidade semipresencial, e as inscrições vão até esta quinta-feira (9). Servidores(as) e magistrados(as) interessados em participar do curso de Preparação para a Aposentadoria devem acessar o link. A primeira aula será na segunda-feira (13).

    O público-alvo do curso são servidores(as) inscritos no Plano de Incentivo à Aposentadoria Voluntária (Pinav) e magistrados(as) que recebam abono de permanência, estejam a cinco anos da aposentadoria, possuam indicação de aposentadoria por invalidez ou tenham se aposentado nos anos de 2024 ou 2025. 

    Os módulos temáticos do curso estão previstos no art. 2º, § 2º, III da Resolução CNJ nº 526/2023 e são assim divididos: saúde física e mental, planejamento financeiro, conexões sociais, questões previdenciárias e atividades pós-aposentadoria.

    Por Fernando Patriota

     

  • Esma vai publicar 8ª edição da Revista Cognitio em dezembro e abre prazo para envio de artigos

    Autores(as) interessados(as) em participar da 8ª edição da Revista Cognitio, da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), têm até o dia 20 de novembro para enviar seus artigos. A publicação do Edital nº 05/2025, que regulamenta o cadastramento e a submissão de trabalhos acadêmicos e científicos, ocorreu nesta quarta-feira (8) no Diário da Justiça eletrônico.

    As submissões podem ser feitas pelo sistema da Revista Cognitio, disponível em COGNITIO Submissões | COGNITIO: Direito, Políticas Públicas e Cidadania (tjpb.jus.br), ou, alternativamente, pelo formulário eletrônico: https://forms.gle/Qt789boHuVVT3DDeA.

    Os artigos devem ter, preferencialmente, entre 10 e 20 páginas de conteúdo textual e ser enviados em arquivo com extensão .doc. O texto deve estar formatado em papel tamanho A4, espaçamento de 1,5, sem espaço entre parágrafos, fonte Arial tamanho 12 (texto principal) e 10 (notas de rodapé). As margens devem obedecer às seguintes medidas: superior e esquerda – 3 cm; inferior e direita – 2 cm; cabeçalho – 1,5 cm; rodapé – 1,0 cm. O corpo do texto deve estar justificado e a numeração das páginas posicionada no canto inferior direito.

    A editora da Revista Cognitio, professora Milena Barbosa de Melo, ressalta que a publicação tem como missão disseminar o conhecimento produzido por pesquisadores do Brasil e do exterior na área das Ciências Sociais, especialmente em temas relacionados a Direito, Políticas Públicas e Cidadania. Segundo ela, a revista proporciona visibilidade acadêmica, valorização da produção intelectual, diálogo interdisciplinar e contribui para o fortalecimento da comunidade científica.

    “A Revista Cognitio chega à sua 8ª edição consolidada como um espaço de excelência para a divulgação científica e acadêmica de maneira interdisciplinar. Submeter um artigo para esta edição representa não apenas uma oportunidade de compartilhar conhecimento, mas também de contribuir ativamente para o avanço das reflexões críticas e interdisciplinares que marcam o espírito da revista.”

    O gerente Acadêmico e de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores, Flávio Romero Guimarães, ressalta que a revista tem se consolidado como um importante instrumento de divulgação científica e acadêmica, especialmente para magistrados(as) e servidores(as) do Poder Judiciário estadual. “Se trata de um instrumento importante na política de consolidação acadêmica da Esma.”

    Por Marcus Vinícius

     

  • STJ publica edital para preencher seis vagas de juízes temporários na Terceira Seção

    Foto do prédio do STJ
    Prédio sede do Superior Tribunal de Justiça

    Na próxima segunda-feira (13), magistrados e magistradas com experiência de atuação no julgamento de questões de Direito Penal poderão se inscrever para atuar, de forma temporária e excepcional, no apoio aos gabinetes da Terceira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ). As inscrições terminam na sexta-feira (17).

    O edital de chamamento para juízas e juízes federais e de direito interessados no cargo foi publicado na última quinta-feira (2), destinado ao preenchimento de seis vagas disponíveis, além de outras que vierem a surgir nos próximos seis meses.

    O edital segue as disposições da Resolução STJ/GP 16/2024 e da Instrução Normativa 13/2025, que tratam da convocação para atuação temporária de magistrados na Terceira Seção do STJ.

    Os interessados que preencherem todos os requisitos do edital deverão enviar currículo resumido para o email auxiliares.temporários3@stj.jus.br, com destaque para o tempo de judicatura e de atuação em vara de competência criminal.

    A seleção dos inscritos será feita pela Presidência do STJ, que observará a paridade de gênero, a proporcionalidade entre as regiões do país e a representatividade das magistraturas federal e estadual. Em seguida, a listagem ficará à disposição dos gabinetes dos ministros da Terceira Seção para a designação dos escolhidos.

    Os convocados atuarão de forma remota – ou seja, não precisarão se deslocar para o STJ – e sem prejuízo de suas atividades normais nos tribunais de origem. Antes do efetivo exercício das funções de auxílio aos gabinetes, será realizado treinamento presencial em Brasília.

     

    Para mais informações, acesse o Edital:

    https://www.stj.jus.br/sites/portalp/SiteAssets/documentos/noticias/SEI_6617354_Edital_STJ_GP_11.pdf

     

  • Inscrições para os cursos sobre cálculos judiciais e liderança colaborativa terminam nesta terça (07)

    Terminam, nesta terça-feira (7), as inscrições para os cursos ‘Cálculos Judiciais Facilitados com Inteligência Artificial: do básico ao prático’ e ‘Liderança Colaborativa: criatividade, engajamento e práticas ágeis no serviço público’, promovidos pela Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB). Já as inscrições para o curso ‘Preparação para Aposentadoria’ seguem abertas até quinta-feira (9).

    O curso sobre Cálculos Judiciais disponibiliza 40 vagas, sendo 18 destinadas a magistrados(as) da ativa, duas para magistrados(as) aposentados(as) e 20 para servidores do Poder Judiciário estadual. As aulas ocorrerão entre os dias 13 e 19 de outubro, sob a tutoria de Jonas Ferreira da Paixão, contador e coordenador da Contadoria Remota.

    A formação Liderança Colaborativa oferece 40 vagas para servidores(as) e residentes. As inscrições ocorrem pelo sistema Gead. Ministrada pela professora Maria Mayara de Lima Raulim Ramos, a formação será realizada de 13 a 29 de outubro. Serão abordados temas como cultura organizacional de confiança; desafios de se liderar equipes no serviço público; e Como fomentar o engajamento, a colaboração e a criatividade no ambiente de trabalho, além de uma nova liderança.

    Já o curso Preparação para Aposentadoria é direcionado aos(as) servidores(as) inscritos no Plano de Incentivo à Aposentadoria Voluntária (PINAV) e magistrados(as) que recebam abono de permanência, estejam a cinco anos da aposentadoria voluntária, possuam indicação de aposentadoria por invalidez por perícia médica e tenham se aposentado nos anos de 2024 ou 2025.

    A primeira aula será realizada no dia 13 de outubro. Os módulos temáticos do curso estão previstos no artigo 2º, § 2º, III da Resolução Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nº 526/2023 e são assim divididos: saúde física e mental, planejamento financeiro, conexões sociais, questões previdenciárias e atividades pós-aposentadoria.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Juízes(as) com competência infracional devem comunicar alteração nas medidas socioeducativas via PJe

    Arte do Diário Eletrônico

    Os magistrados e as magistradas com competência infracional devem realizar a comunicação à Central de Vagas do sistema socioeducativo, por meio do sistema PJe, sobre a liberação de adolescentes ou sobre a substituição de medidas socioeducativas, conforme estabelecido nos §§ 3º e 4º do artigo 7º do Ato Conjunto nº 02/2024. A determinação está prevista na Recomendação nº 02/2025, publicada no Diário da Justiça eletrônico, edição do dia 3 de outubro de 2025.

    A recomendação resulta da atuação do Comitê Interinstitucional da Gestão de Vagas do Sistema Estadual de Atendimento Socioeducativo da Paraíba (Ciges – PB). Entre as bases legais para a medida está o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que reforça a importância do acompanhamento e avaliação contínua das medidas socioeducativas.

    O documento também faz referência a dispositivos legais que regulamentam a execução dessas medidas, a atuação da Central de Vagas e o papel do Ciges, órgão responsável pelo monitoramento, orientação e aprimoramento da gestão de vagas no sistema socioeducativo.

    Para a juíza Antonieta Maroja, coordenadora do GMF, área socioeducativa, a rápida comunicação das decisões à Central de Vagas é essencial para assegurar a transparência e a eficiência da gestão socioeducativa.

    “Essa integração, pelo PJe, reforça o compromisso do Judiciário com a observância do devido processo legal e com o acompanhamento individualizado de cada adolescente em cumprimento de medida, em consonância com os princípios do Sinase e do ECA”, destacou Antonieta.

    O Ciges tem a finalidade de monitorar e aperfeiçoar a Central de Vagas, através de procedimentos técnicos, administrativos e judiciais para produção e publicização de dados sobre a gestão de vagas do sistema socioeducativo, resguardando dados pessoais de adolescentes e seus familiares. 

    Já a Central de Vagas é responsável pela coordenação das vagas nas unidades de internação, semiliberdade e internação provisória de adolescentes que praticaram ato infracional.

    Por Gabriela Parente

    Arte: Luiza Veras