Categoria: TJPB

  • TJPB promove substituições nas coordenadorias da Coinju e do GMF-Socioeducativo

    O Tribunal de Justiça da Paraíba publicou, nesta terça-feira (30), dois Atos da Presidência designando novos nomes para funções de coordenação em áreas estratégicas da Justiça estadual.

    Por meio do Ato da Presidência nº 132/2025, a juíza Maria dos Remédios Pordeus Pedrosa foi designada para a Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinju). A alteração ocorre em razão da requisição do juiz Hugo Gomes Zaher para atuar junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Já o Ato da Presidência nº 133/2025 designou a juíza Antonieta Lúcia Maroja Arcoverde Nóbrega para o cargo de Coordenadora do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Socioeducativo (GMF), também em substituição ao magistrado Hugo Zaher.

    O presidente do TJPB considerou nos dois atos a necessidade de assegurar o funcionamento regular das coordenadorias.

     

    Por Lenilson Guedes

    Fotos: Ednaldo Araújo

     

  • Instituído GT Interinstitucional para elaboração de proposta de Comitê de Proteção à Orfandade

    Por meio do Ato Conjunto nº 03/2025, assinado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (SEDH), foi criado o Grupo de Trabalho Interinstitucional com o objetivo de apresentar proposta para a constituição do Comitê Estadual para a Proteção Integral de Crianças e Adolescentes em Situação de Orfandade e de suas Famílias. O documento foi publicado na edição desta terça-feira (30) do Diário da Justiça eletrônico (DJe).

    A medida foi formalizada pelo presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, e pela secretária da SEDH, Yasnaia Pollyanna Werton Dutra, considerando o dever constitucional e legal de assegurar prioridade absoluta aos direitos de crianças e adolescentes, especialmente os que se encontram em situação de vulnerabilidade decorrente de orfandade; bem como a necessidade de articulação intersetorial entre os órgãos do Sistema de Justiça, do Sistema de Garantia de Direitos e das Políticas Públicas para o desenvolvimento de ações coordenadas de atenção, proteção e acompanhamento de crianças e adolescentes em situação de orfandade e de suas famílias.

    O Grupo de Trabalho deverá realizar diagnóstico situacional sobre as respostas institucionais à orfandade na Paraíba; mapear fluxos e protocolos existentes ou em construção; propor diretrizes para funcionamento do Comitê Estadual, com base nas premissas da Rede de Proteção Integral à Orfandade; e apresentar, no prazo de até 180 dias da composição do Grupo de Trabalho, relatório conclusivo com proposta de institucionalização do referido Comitê.

    A composição do Grupo de Trabalho será definida por portaria conjunta da Presidência do TJPB e da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano, podendo contar com representantes de outros órgãos e instituições públicas ou da sociedade civil com atuação na temática.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Órgão Especial denomina salas de acolhimento e amamentação nos fóruns de Santa Luzia e CG

    O Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba aprovou a denominação das Salas de Acolhimento e Amamentação localizadas no Fórum Francisco Seráphico da Nóbrega, na Comarca de Santa Luzia, e no Fórum Affonso Campos, em Campina Grande. Os espaços passam a se chamar, respectivamente, Sala Severina Lucena Morais e Sala Maria das Neves do Egito de Araújo Duda Ferreira (Nevita). Os atos foram publicados na edição desta terça-feira (30) do Diário da Justiça eletrônico (DJe).

    A homenagem à senhora Severina Morais, mãe da desembargadora Maria das Graças Morais Guedes, reconhece sua destacada atuação em causas sociais e na defesa dos direitos humanos, com ênfase no acolhimento de mulheres e crianças em situação de vulnerabilidade. A escolha de seu nome para um espaço institucional reafirma o compromisso do Judiciário paraibano com a valorização da memória, a equidade de gênero e a sensibilidade social.

    Já a denominação em homenagem à desembargadora Nevita reconhece sua trajetória exemplar na magistratura paraibana. Atuando como magistrada em diversas comarcas, diretora de fóruns, juíza eleitoral e professora universitária, Nevita destacou-se por uma atuação firme, humana e inovadora, contribuindo significativamente para o fortalecimento da Justiça e da cidadania no Estado. Sua conduta se tornou referência para a magistratura e para toda a sociedade paraibana.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Fred Coutinho integra reunião do Consepre com o presidente do Congresso Nacional

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    Fred participou do encontro do Consepre com Alcolumbre

    O presidente Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho, integrou a comitiva do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (Consepre) que se reuniu, na segunda-feira (29), em Brasília, com o presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil). A reunião interpoderes teve como objetivo fortalecer assuntos envolvendo o Judiciário.

    “O senador demonstrou sensibilidade e compromisso em apoiar iniciativas que assegurem um Judiciário mais ágil, moderno e próximo da sociedade. Para nós, que estamos no exercício da Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba, é fundamental participar desse debate nacional e contribuir para a construção de soluções que valorizem a Justiça e garantam cidadania a todos”, disse o desembargador Fred Coutinho.

    A comitiva foi liderada pelo presidente do Consepre e do Tribunal de Justiça catarinense, desembargador Francisco Oliveira Neto. Na reunião, os dirigentes dos Tribunais de Justiça dialogaram com o parlamentar sobre temas como orçamento do Poder Judiciário estadual, fortalecimento institucional e cooperação entre os poderes. A articulação buscou garantir avanços estruturais e a manutenção de políticas públicas voltadas à modernização da Justiça.

    Além de tratativas de pauta nacional, o presidente do Senado Federal e do Congresso Nacional afirmou que está à disposição para somar esforços com os demais Poderes e instituições, apoiar os projetos que venham beneficiar a população. O senador Davi Alcolumbre reforçou que essa união é a relação entre poderes que fortalece o exercício pleno do Estado Democrático de Direito.

    Consepre – Foi instituído em 5 de novembro de 2021, a partir da unificação do Conselho de Tribunais de Justiça com o Colégio de Presidentes de Tribunais de Justiça. Sua criação teve como objetivo consolidar uma linha de entendimento nacional voltada à reestruturação da representatividade institucional dos presidentes dos Tribunais de Justiça em todo o território brasileiro.

    Por Nice Almeida com informações do TJAP

     

  • Projeto Acesso Seguro fortalece segurança institucional com inspeções no Brejo paraibano

    Projeto Acesso Seguro fortalece segurança institucional com inspeções no Brejo paraibano

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    Equipe do Acesso Seguro em Solânea

    O Projeto Acesso Seguro já se consolidou como uma ação estratégica permanente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), voltada à segurança institucional. Por meio da iniciativa, até esta quarta-feira (29), inspeções técnicas estão sendo realizadas nas Comarcas de Solânea, Belém, Remígio e Alagoa Nova, com o objetivo de promover treinamentos e reforçar a proteção das unidades judiciárias e das pessoas que transitam por esses espaços.

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    Equipe do Acesso Seguro em Belém

    A inspeção envolve capacitação sobre a utilização de equipamentos; padronização de protocolos operacionais de segurança e a utilização correta do sistema de controle de acesso “Visit” – software responsável pela gestão informatizada de entradas, saídas e circulação de visitantes nas dependências das unidades do Poder Judiciário estadual.

    Com a conclusão desta etapa, o Projeto atingirá a marca de 16 comarcas inspecionadas nos últimos seis meses. Além das quatro inspeções em andamento, o trabalho já ocorreu nas Comarcas de Juazeirinho, Sousa, Cajazeiras, São José de Piranhas, Catolé, Pombal, São Bento, Santa Luzia, Gurinhém, Pocinhos, Alagoinha e Esperança.

    Na sequência, os treinamentos do Projeto chegarão também às comarcas de Princesa Isabel, Água Branca, Teixeira, Patos e Pedras de Fogo.

    Coordenado pela Comissão Permanente de Segurança do Tribunal, presidida pelo desembargador Ricardo Vital de Almeida, o Projeto Acesso Seguro reforça o compromisso da atual gestão com a interiorização das ações administrativas e com uma atuação horizontal e participativa.

    “Estamos no TJ e em todas as comarcas do Estado, ao lado de cada colega, superando intempéries e crescendo juntos em venturas e aprendizados sempre. A Comissão Permanente de Segurança é parte ativa desse processo e as inspeções são testemunho da seara compromissada, atestando o espírito realizador das direções sucessivas em nosso Tribunal, e destacando o modo próprio, refinado e democrático do presidente do TJ, desembargador Fred Coutinho”, assegurou o desembargador Ricardo Vital.

    O coordenador do Projeto, Jardel Rufino Sá, destacou a importância da revisão contínua dos procedimentos para garantir a eficácia da iniciativa.

    “Com essa medida, é possível identificar falhas operacionais, corrigir desvios de conduta ou de protocolo, além de aprimorar continuamente as práticas adotadas pelas unidades participantes. O objetivo é contribuir de forma efetiva para a mitigação de riscos, preservando o ativo patrimonial e humano do Poder Judiciário do Estado da Paraíba”, explicou Jardel Rufino.

    A gerente do Fórum de Belém, Lizania Paula Freitas de Pontes Cantalice, enalteceu os treinamentos. “As orientações da equipe do Acesso Seguro do TJPB foram de fundamental importância para os seguranças do Fórum, pois agregaram conhecimentos e experiências, de modo a otimizar os trabalhos para a proteção de servidores, magistrados e jurisdicionados”, disse.

    Por Gabriela Parente

     

  • STF valida lei da Paraíba que reestrutura serviços cartorários

    STF valida lei da Paraíba que reestrutura serviços cartorários

    O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou improcedente a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 7352 proposta pelo Partido Verde contra a Lei estadual nº 12.511/2022, de iniciativa do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), que dispõe sobre a criação, extinção, desativação, anexação e modificação das serventias extrajudiciais no Estado. A decisão, unânime, seguiu o voto do relator, ministro Cristiano Zanin.

    O partido questionava o artigo 5º, V, §1º, da norma, alegando que a reorganização promovida pela lei reduziria significativamente o número de tabelionatos de notas, violando princípios constitucionais como eficiência, livre iniciativa, cidadania, desenvolvimento nacional e razoabilidade.

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    Processo foi julgado pelo STF

    O Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio da Corregedoria-Geral de Justiça, deflagrou, no ano de 2021, estudos com vistas a promover a reestruturação dos tabelionatos extrajudiciais em atuação no Estado da Paraíba. Na época, era corregedor-geral o desembargador Fred Coutinho, atual presidente da Corte de Justiça. Por ocasião dos estudos realizados, a Comissão vislumbrou a necessidade de rever algumas competências dos cartórios, as quais, no Estado da Paraíba, se apresentavam bastante pulverizadas, dificultando sobremaneira a fiscalização e inobservando o preceito do art. 26 da Lei Federal n. 8.935/1994.

    Nas informações juntadas aos autos, o TJPB frisou que a edição da Lei nº 12.511/2022 foi precedida de amplo estudo por parte do Poder Judiciário, com o objetivo de otimizar a realização dos serviços notariais e de registro, e de conferir comprimento ao disposto na legislação federal.

    Ao analisar o caso, o Plenário do STF destacou que, conforme o artigo 236 da Constituição Federal, os serviços notariais e de registro são exercidos em caráter privado, mediante delegação do Poder Público, cabendo à lei disciplinar sua organização e fiscalização. Também ressaltou que compete privativamente aos tribunais de justiça estaduais a iniciativa de leis que tratem da estruturação dos serviços extrajudiciais.

    O ministro Cristiano Zanin frisou em seu voto que a norma paraibana foi precedida de estudos técnicos detalhados, realizados pelo TJPB, com o objetivo de corrigir distorções, como a existência de cartórios acumulando atribuições em desacordo com a legislação federal (Lei nº 8.935/1994). Os critérios considerados incluíram população das circunscrições, volume de atos praticados, arrecadação de emolumentos e distância entre municípios.

    “Na minha compreensão, é impertinente o argumento da requerente no sentido de que a especialização dos serviços notariais e de registro, com redução do número de tabelionatos, acarreta sumariamente a violação do princípio da eficiência administrativa. Ao contrário, a especialização dos serviços notariais e registrais confere maior eficiência operacional na prestação de tais serviços, em harmonia com art. 37, caput, da Constituição Federal. Esta é a situação dos autos, pois a reestruturação dos serviços cartorários no Estado da Paraíba, como visto, foi motivada por interesse público e acompanhada de estudos prévios de viabilidade”, destacou o ministro.

    O STF também destacou que, ao contrário do alegado pelo autor da ação, a lei não busca apenas extinguir cartórios, mas promover sua especialização e redistribuição. Além disso, o texto legal preserva direitos adquiridos dos atuais titulares, prevendo que mudanças como anexações e desanexações só ocorrerão em caso de vacância.

    Na decisão, a Corte reafirmou entendimento firmado em casos semelhantes, como a ADI 4.745/PE, reconhecendo a constitucionalidade de leis estaduais de iniciativa do Judiciário que reorganizam os serviços notariais e registrais, desde que observados o interesse público e a regra do concurso público.

    Por Lenilson Guedes

     

  • TJPB publica edital de vacância para a Comarca de Araruna

    Nesta terça-feira (30), o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) divulgou o Edital de Vacância nº 90/2025. A vaga disponível, destinada à remoção por critério de antiguidade, é para a 1ª Vara Mista da Comarca de Araruna, de entrância inicial. O ato foi assinado pelo presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, e publicado na edição do Diário da Justiça eletrônico (DJe).

    Os juízes e juízas interessados deverão, no prazo de cinco dias contínuos, conforme o artigo 66 da Lei nº 9.784/99, realizar suas inscrições por meio do Sistema SEI e encaminhar o respectivo processo à Gerência de Primeiro Grau.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Projeto do TJPB que promove a igualdade de gênero é referência nacional em evento do CNJ

    Foto dos participantes do encontro
    Foto oficial das magistradas participantes do evento

    Iniciativas, com foco na igualdade de gênero, desenvolvidas no âmbito do Poder Judiciário paraibano foram destaques durante a realização do ‘Mulheres na Justiça: Novos Rumos da Resolução CNJ n. 255 – 4ª Edição’, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O projeto “Elas por Elas” foi citado pela Conselheira Renata Gil como referência nacional na valorização e na participação feminina.

    O evento, que aconteceu entre os dias 25 e 26 de setembro, na sede do Conselho, em Brasília, contou com a participação de magistradas paraibanas que integram o Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), presidido pela desembargadora Fátima Maranhão.

    A juíza Isa Mônia Vanessa de Freitas Paiva, coordenadora do Comitê, explicou que  a Paraíba foi celebrada como um caso de sucesso e referência nacional na pauta de valorização e participação feminina no Poder Judiciário. Segundo pontuou, durante a exposição, a conselheira do CNJ, Renata Gil, citou o Estado diversas vezes, elogiando projetos pioneiros e a atuação de suas magistradas e servidoras.

    “Para nós, do Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina do TJPB, receber esse reconhecimento público da conselheira Renata Gil, em um evento de tamanha relevância nacional como o Mulheres na Justiça do Conselho Nacional de Justiça, é motivo de grande orgulho e de renovação do nosso compromisso institucional”, enfatizou a magistrada Isa Mônia.

    Ela ressaltou, ainda, que o fato de a Paraíba ter sido apresentada como um caso de sucesso demonstra que a transformação só é possível quando há engajamento coletivo e políticas estruturadas, capazes de gerar resultados concretos para a vida de magistradas, servidoras e, sobretudo, para as mulheres que buscam a Justiça.

    Além da magistrada, também participaram do evento, as juízas Carmen Helen Agra de Brito e Ana Amélia Alecrim Câmara, ambas fazem parte da composição do Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina do Tribunal.

    Modelo para o país

    O projeto ‘Elas por Elas da Paraíba’ nasceu do desejo de aproximar o Judiciário da realidade de gênero, de promover o letramento e a escuta ativa nas comarcas e de garantir que essas iniciativas ultrapassassem a esfera simbólica, chegando a ações práticas — como a criação de salas de amamentação.

    “Saber que nossas experiências servem de inspiração para outros tribunais do país nos fortalece para seguir adiante. Isso demonstra que a equidade de gênero não é apenas um valor ético, mas um imperativo institucional para um Judiciário mais inclusivo, representativo e atento às demandas da sociedade brasileira”, exaltou a juíza Isa Mônia Freitas.

    Proatividade que inspira

    A influência da comitiva paraibana foi evidenciada quando a conselheira revelou que a sua decisão de convocar uma primeira reunião com as líderes de todos os comitês de participação do Brasil surgiu justamente a partir do diálogo que teve com o grupo da Paraíba. A conversa com “as meninas da Paraíba” também abordou o “movimento da Paridade” e outras ações espontâneas que fortalecem a pauta de gênero, como informou a juíza coordenadora do Comitê.

    Ações concretas reconhecidas

    Durante o evento, além dos projetos, ações práticas foram elogiadas. A conselheira mencionou que a desembargadora Fátima Maranhão implementará a distribuição de kits de menstruação na Paraíba, um avanço importante na pauta feminina. 

    As ações foram apresentadas em um telão, cujo título foi “Caso: Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba”, ilustrando o discurso com imagens das iniciativas que promovem a paridade de gênero e incentiva a participação feminina na esfera do judiciário estadual. 

    “Renata Gil justificou as múltiplas referências afirmando ter tido muito contato com a formação do comitê na Paraíba, o que a permitiu acompanhar de perto os resultados positivos que agora servem de inspiração para o restante do Judiciário nacional”, realçou a magistrada Isa Mônia Freitas.

     

    Por Lila Santos com informações da Agência CNJ de Notícias

     

  • IA Generativa Integrada ao PJe no TJPB: inovação a serviço da Justiça

    Foto de um microcomputador
    TJPB avança em termos de transformação digital

    O Tribunal de Justiça da Paraíba avança mais uma vez no caminho da transformação digital ao integrar recursos de Inteligência Artificial Generativa ao Processo Judicial eletrônico (PJe). A iniciativa representa um marco na modernização dos serviços prestados à sociedade, reforçando o compromisso da instituição com a eficiência, a transparência e o acesso à Justiça.

    Com a integração da IA Generativa, o PJe ganhou novas funcionalidades capazes de automatizar a elaboração de minutas, auxiliar na redação de despachos, otimizar pesquisas processuais e sugerir modelos de documentos de forma personalizada. A tecnologia atua como ferramenta de apoio, permitindo que magistrados(as), servidores(as) e colaboradores(as) concentrem seus esforços nas atividades de maior complexidade e impacto social.

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    Juíza Juliana Madruga

    A ferramenta está sendo utilizada em dez unidades judiciárias do Estado com a aprovação de quem já tem acesso. A juíza da Vara de Entorpecentes de João Pessoa, Giuliana Madruga, assegurou que já são nítidos os benefícios da plataforma. “Mesmo com pouco tempo de uso, já dá para perceber diferenças entre outras inteligências, porque ela consegue fazer uma análise mais detalhada dos processos, principalmente dos digitalizados, apresentando uma maior precisão nas informações dos IDs e páginas, além da facilidade dos comandos.  A IA é uma ferramenta que veio para somar dentro de nossa realidade judicante”, afirmou.

    Foto de Gagriela Araújo
    Servidora Gabrielle Araújo

    Além de ampliar a produtividade, a solução também contribui para a padronização de procedimentos, a redução de erros e o fortalecimento da segurança da informação. “O grande diferencial é justamente essa relação que ela faz com os documentos processuais. Uma inteligência artificial diferenciada, mais voltada realmente para essa análise jurídica. Ela aponta informações, aponta divergências e é muito útil, inclusive, em situações que passam ao olho humano”, detalhou Gabrielle de Araújo Souto, assessora da Vara de Entorpecentes da Capital.

    Foto do servidor Francisco Máximo
    Servidor Francisco Máximo

    Para Francisco de Assis Máximo, assessor do 7º Juizado Especial Cível, a integração da IA ao PJe representa um salto de qualidade para o Judiciário paraibano. “Ela é extremamente robusta, permite que o usuário, o assessor e o magistrado criem seus próprios ecossistemas. Permite que o magistrado traduza para ela o estilo que ele utiliza. Permite que o usuário crie sua própria biblioteca de modelos, de prompts, que são comandos, que crie um especialista para separar por temas as decisões e as fundamentações que já são utilizadas com mais recorrência, e tudo isso contribui com a celeridade”, explicou.

    Foto de Kamila de Fátima
    Kamila de Fátima, servidora

    A assessora Kamilla de Fátima Pereira Vinagre de Araújo, também do 7º Juizado, lembra um fator importante nesse contexto. A tecnologia é moderna e eficiente, mas não substitui a atuação humana. Funciona como aliada, liberando tempo para que juízes e servidores se dediquem a decisões que exigem análise mais aprofundada dos casos.

    “A Inteligência Artificial Integrada ao PJe tem trazido várias mudanças e melhorias que impactam na celeridade e eficiência no julgamento de processos. Mas, é importante dizer que a IA, no Judiciário, não substitui juízes ou servidores, uma vez que a revisão do usuário é indispensável, mas atua como ferramenta de apoio para acelerar, padronizar e qualificar a tramitação processual”, destacou a servidora. 

    Por Nice Almeida

    Fotos: Ednaldo Araújo

     

  • TJPB levará iniciativas estratégicas de inovação e cidadania ao EXPOJUD 2025

    Logomarca do evento

    O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) participará da 9ª edição do EXPOJUD 2025 – Congresso de Tecnologia, Inovação e Direito para o Ecossistema da Justiça. O evento acontece nos dias 14, 15 e 16 de outubro de 2025, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF).

    O Tribunal levará ao Congresso um estande institucional para apresentar iniciativas estratégicas de inovação e cidadania, com destaque para a solução de inteligência artificial ‘IARRETADA’, já integrada ao Processo Judicial Eletrônico, além dos projetos de comunicação ‘Pra Saber Direito’ e ‘TJPB Cidadão’. 

    Considerado o maior encontro de tecnologia e inovação voltado ao ecossistema da Justiça, o EXPOJUD 2025 reunirá cerca de 3.000 participantes, mais de 200 instituições e 120 expositores.

    A programação inclui cinco palcos simultâneos, cerca de 200 palestrantes, salas temáticas, mais de 25 treinamentos técnicos com certificação e experiências imersivas sobre temas como inteligência artificial e cibersegurança.

    Entre as atividades previstas estão demonstrações, apresentação de cases e troca de experiências com outras instituições do país.

    Público-alvo –  Membros e servidores do Judiciário, profissionais de TI, inovação, comunicação, gestão, finanças, recursos humanos, escolas judiciais e demais atores do ecossistema de Justiça. As inscrições e informações sobre programação e reserva de estandes estão disponíveis no site oficial do EXPOJUD.

    Equipe O Judiciário estadual paraibano se fará presente por meio de equipe designada pela Presidência do Tribunal, formada pelo magistrado  Max Nunes de França, Juiz Auxiliar da Vice-Presidência; e pelos servidores Daniel Ayres de Melo, diretor de Tecnologia da Informação; Waleska Vieira Vita Lianza, chefe de Gabinete da Presidência; Fernando Antério Fernandes, diretor Administrativo; e  José Vieira Neto, gerente de Comunicação. 

     

    Por Ludmila Costa