Categoria: TJPB

  • Cejusc Indígena de Rio Tinto conquista Selo Excelência do CNJ

    Foto do juiz Judson Kildere com a equipe do Cejusc Indígena
    Juiz Judson Kildere com a equipe do Cejusc Indígena

    O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania Indígena (Cejusc Indígena) de Rio Tinto conquistou o Selo Excelência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – uma certificação concedida a tribunais e unidades judiciárias que se destacam pela adoção de boas práticas, eficiência na gestão, qualidade dos serviços prestados e compromisso com o acesso à Justiça. 

    A comarca também foi reconhecida com o Selo Ouro pelo trabalho realizado no Cejusc Cível – a mais alta classificação concedida pelo CNJ. O Cejusc Indígena alcançou o percentual de 50,45% de acordos realizados nas demandas que foram apresentadas, em 2025. Já o Cível, teve um índice de 45,33%. 

    O juiz Judson Kildere Faheina, coordenador dos Cejuscs de Rio Tinto, destacou as capacitações realizadas com os conciliadores, o que contribuiu para os resultados. “Os dois Cejuscs que aqui estão instalados conseguiram premiação na produtividade do ano. Isso é muito gratificante porque representa o reconhecimento de um trabalho que foi gerido durante todo o ano de 2025, principalmente com a capacitação de indígenas potiguaras como conciliadores extrajudiciais. A Comarca fica muito feliz e com o propósito de assumir uma nova postura para 2026 e alcançar índices ainda maiores”, ressaltou.

    Em 2025, 42 indígenas participaram do segundo curso de aperfeiçoamento em conciliação extrajudicial  para povos indígenas potiguaras e servidores do Cejusc Indígena  da Comarca de Rio Tinto, realizado no ano passado. As capacitações promovem a melhoria de suas atuações, com mais transparência, resultando em uma conciliação mais positiva.

    História do Cejusc Indígena – Em 6 de dezembro de 2021, o Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba (TJPB), atendendo a demanda do Povo Indígena Potiguara residente na Comarca de Rio Tinto instalou o primeiro Cejusc Indígena no Nordeste Brasileiro e o segundo do Brasil, momento em que a Comarca de Rio Tinto passou a contar com dois Cejuscs, um Cível e um Indígena.

    O Cejusc Indígena de Rio Tinto representa um marco histórico na promoção do acesso à Justiça para os povos originários da Paraíba. Sua criação está diretamente ligada à necessidade de garantir que as comunidades indígenas tivessem um espaço próprio, sensível às suas tradições, valores culturais e formas de organização social, onde conflitos pudessem ser resolvidos de maneira dialogada, respeitosa e pacífica.

    Ao longo de sua trajetória, o Cejusc Indígena de Rio Tinto consolidou-se como um espaço de escuta qualificada, acolhendo demandas relacionadas a questões familiares, comunitárias, territoriais e de cidadania. Mais do que resolver conflitos, o Centro cumpre um papel educativo, fortalecendo a autonomia das comunidades indígenas e promovendo a cultura da paz. 

    Por Nice Almeida
    Foto: Assessoria
     

  • Suspensa eleição antecipada da Mesa da Câmara de São Bento

    Em sessão do plenário virtual, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba deferiu à concessão de medida cautelar formulado pelo prefeito do Município de São Bento, Jarques Lúcio, no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade, para suspender a eficácia da Emenda à Lei Orgânica Municipal nº 01/2016. A referida emenda autorizava a eleição simultânea da Mesa Diretora da Câmara Municipal de São Bento para os dois biênios da legislatura (2025/2026 e 2027/2028), com realização do pleito em 1º de janeiro de 2025.

    Segundo o entendimento do relator do processo nº  0829764-67.2024.8.15.0000, desembargador Carlos Beltrão, a antecipação da eleição da Mesa Diretora para o segundo biênio da legislatura viola os princípios democrático e republicano, na medida em que compromete a contemporaneidade entre o momento da escolha e o exercício do mandato, desconsiderando a dinâmica política da Casa Legislativa ao longo do tempo. “A Emenda à Lei Orgânica Municipal nº 01/2016, ao prever a eleição simultânea para os dois biênios, ofende o critério de razoabilidade, antecipando o processo eleitoral em quase dois anos, impedindo que a composição política consolidada ao longo do primeiro biênio seja refletida na escolha da Mesa para o segundo período”, disse.

    O desembargador também destacou que o Supremo Tribunal Federal (STF) já fixou entendimento consolidado no sentido da inconstitucionalidade de eleições antecipadas para o segundo biênio legislativo, exigindo que o pleito ocorra apenas a partir de outubro do segundo ano da legislatura.

    Com a decisão, foi determinada a anulação, com eficácia retroativa (ex tunc), da eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. O TJPB também fixou que a Câmara Municipal de São Bento deverá observar o princípio constitucional da contemporaneidade, realizando o futuro pleito do segundo biênio entre o último trimestre do segundo ano da legislatura e o início do terceiro ano.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Comarca de Campina Grande registra avanços e fortalecimento da prestação jurisdicional em 2025

    Foto do Fórum Afonso Campos
    Prédio sede do Fórum Afonso Campos

    A Comarca de Campina Grande, localizada na Região do Agreste da Paraíba, promoveu em 2025 uma série de projetos que proporcionaram celeridade e aperfeiçoamento da prestação jurisdicional, com destaque para a atuação da unidade judiciária junto às populações dos municípios de Boa Vista, Lagoa Seca e Massaranduba, abrangidos pela comarca. 

    O diretor do Fórum ‘Afonso Campos’, juiz Ely Jorge Trindade, informou que a Comarca de Campina Grande passou por uma série de ações estruturantes, administrativas e institucionais voltadas ao fortalecimento da prestação jurisdicional e à melhoria dos serviços oferecidos à sociedade. Entre as principais iniciativas, destaca-se a reestruturação e unificação das novas Varas das Garantias, bem como a implantação de novas instalações dos Juizados da Violência Doméstica.

    Foto do juiz Ely Jorge
    Juiz Ely Jorge, diretor do Fórum

    “Dois mil e vinte e cinco foi um ano desafiador diante de muitas mudanças, reestruturações, instalações de varas, e também ocorrências de remoções e promoções motivadas pelo aumento da estrutura do Tribunal de Justiça da Paraíba, o que resultou na criação de novas varas nas diversas comarcas da paraíba, comentou o juiz Ely Jorge. 

    A Comarca avançou, também, na estruturação e instalação física e logística da Vara de Hipervulneráveis, com a criação de ambiente um específico para escuta reservada, composto por sala com dois ambientes, assegurando maior acolhimento e proteção às partes envolvidas. No campo da infraestrutura, foi realizada a recuperação do sistema de drenagem do Auditório do Tribunal do Júri, incluindo revitalização, pintura e substituição completa do sistema hidráulico, além da conclusão da pintura interna e da substituição das divisórias do Fórum.

    No âmbito das ações institucionais, foram promovidas três edições do projeto “Semana Justiça pela Paz em Casa”, por meio dos dois Juizados da Violência Doméstica da Comarca, com a participação da Gerência de Qualidade de Vida do Tribunal de Justiça da Paraíba e da Associação das Esposas dos Magistrados (Aemp). Também foram desenvolvidos os projetos “Gestão em Movimento”, da gestão administrativa do TJPB, e “Elas por Elas”, este último coordenado pelo Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina, presidido pela desembargadora Maria de Fátima Maranhão.

    A Gerência de Qualidade de Vida do TJ realizou ainda as palestras “Caminhos para o Bem-Estar Emocional”, reforçando o cuidado com a saúde emocional de magistrados e servidores. No campo da segurança institucional, ocorreu a reunião da Comissão Permanente de Segurança do Tribunal de Justiça, presidida pelo desembargador Ricardo Vital de Almeida, com apoio da Presidência do TJPB.

    Destacam-se também as ações e audiências promovidas pela Comissão de Soluções Fundiárias, presidida pela desembargadora Lilian Frassinetti Correia Cananea, além da realização de visitas institucionais de turmas de ensino médio e superior da cidade, fortalecendo a aproximação do Judiciário com a comunidade acadêmica.

    Outro marco relevante foi a realização histórica da sessão do Pleno e do Órgão Especial do Tribunal de Justiça em Campina Grande, bem como a transferência e realocação do arquivo das Varas Cíveis para o Depósito Judicial. No campo da gestão de pessoas, foram empossados 28 magistrados na Comarca, em decorrência de promoções e remoções.

    Na área educacional, houve a conclusão de turma de especialização da Escola Superior da Magistratura (ESMA) e a revitalização das salas de aula, com renovação da mobília. Também foi realizado o curso “Trânsito Seguro de Verão a Verão”, destinado aos motoristas do Fórum, em parceria com a 1ª CIRETRAN do Detran.

    Por fim, foi instalada a Sala de Acolhimento e Amamentação, em parceria com o Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina, reafirmando o compromisso do Tribunal de Justiça paraibano com a inclusão, o cuidado e a humanização dos espaços institucionais.

    Em razão dos avanços e metas atingidas, o juiz diretor do Fórum Afonso Campos, Ely Jorge enalteceu o trabalho dos servidores da Comarca de Campina, ao tempo em que agradeceu o empenho da equipe. “Registro o trabalho e dedicação de nossos servidores e magistrados, além do apoio da equipe administrativa do Fórum Afonso Campos, que colaboraram decisivamente para o êxito do trabalho desenvolvido ao longo do ano de 2025”, arrematou. 

    Por Lila Santos

  • TJPB mantém decisão e nega indenização a cliente que caiu em loja de móveis

    A 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) decidiu, por unanimidade, negar provimento à Apelação Cível nº 0805258-39.2023.8.15.0751 interposta por uma consumidora que buscava indenização por danos morais após sofrer uma queda dentro de uma loja de móveis e eletrodomésticos. Com a decisão, foi mantida integralmente a sentença proferida pelo Juízo da 2ª Vara Mista da Comarca de Bayeux, que julgou improcedente o pedido indenizatório.

    De acordo com os autos, o acidente teria ocorrido no dia 24 de novembro de 2023, quando a autora visitava a loja da empresa, localizada no centro de João Pessoa, com o objetivo de comprar móveis. A consumidora alegou que tropeçou em móveis supostamente mal dispostos na área de circulação, vindo a sofrer uma fratura no dedo mínimo do pé direito, fato que teria causado dor, limitação de movimentos e constrangimento público.

    A autora também sustentou que houve omissão de socorro por parte dos funcionários da loja, afirmando que não recebeu assistência adequada após a queda e que precisou ligar para o marido para ser levada ao hospital. Em razão desses fatos, pleiteou indenização por danos morais no valor de R$ 13.200,00.

    Em primeira instância, o juízo reconheceu a natureza consumerista da relação e determinou a produção de provas, incluindo o depoimento da própria autora, do preposto da empresa, de uma testemunha e do marido da consumidora, ouvido como informante. Após a análise do conjunto probatório, o magistrado concluiu que a disposição dos móveis no estabelecimento era normal e que a queda ocorreu por desatenção da própria cliente, não caracterizando falha na prestação do serviço nem violação ao dever de segurança do fornecedor.

    Inconformada, a consumidora recorreu, reiterando os argumentos de que o acidente decorreu da má organização do espaço interno da loja e que a ausência de socorro adequado agravaria o dano moral sofrido.

    Ao analisar o recurso, o relator, desembargador José Guedes Cavalcanti Neto, destacou que a questão central do processo consistia em verificar se a queda e a lesão configurariam falha no serviço prestado pela loja ou se decorreriam de culpa exclusiva da vítima, hipótese que afasta a responsabilidade do fornecedor, nos termos do Código de Defesa do Consumidor. “A sentença de 1º grau, ao analisar o conjunto das provas, aplicou corretamente a lei ao concluir que, mesmo diante da responsabilidade objetiva inerente à relação de consumo, a prova da culpa exclusiva da vítima foi suficiente para afastar o dever de reparação, sendo a Apelante a única responsável pelo seu lamentável infortúnio”, pontuou.

    Da decisão cabe recurso.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Tribunal de Justiça da Paraíba retoma atividades nesta quarta-feira (7)

    O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) retoma o funcionamento normal de suas atividades nesta quarta-feira (7), após o recesso de fim de ano. O expediente volta à normalidade em todo o Poder Judiciário estadual a partir das 7h, abrangendo tanto a sede do Tribunal quanto as comarcas de entrância inicial e final.

    Durante o período de 20 de dezembro a 6 de janeiro, o TJPB e as unidades judiciais funcionaram exclusivamente em regime de Plantão Judiciário. Esse regime excepcional tem como finalidade atender apenas às demandas de caráter urgente, sejam elas de natureza cível ou criminal, nos casos em que a demora na apreciação possa gerar prejuízos irreparáveis ou de difícil reparação.

    Apesar da retomada do expediente regular, os prazos processuais permanecem suspensos até o dia 20 de janeiro, em razão do recesso forense. 

    A normalização do funcionamento marca o início do calendário judicial de 2026, garantindo o atendimento integral ao público e a retomada plena das atividades administrativas e jurisdicionais do Tribunal de Justiça da Paraíba.

    Por Lenilson Guedes

  • TJPB suspende atividades de 20 de dezembro a 6 de janeiro, com funcionamento em plantão judiciário

    De 20 de dezembro até 6 de janeiro de 2026, o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e as comarcas, de entrância inicial e final, estarão funcionando exclusivamente em regime de Plantão Judiciário. O expediente volta à normalidade em todo o Poder Judiciário estadual no dia 7 (quarta-feira), a partir das 7h. Já no período de 20 de dezembro a 20 de janeiro ocorre a suspensão dos prazos processuais, em razão do recesso forense.

    Para ter seu pedido de liminar apreciado durante o Plantão Judiciário, o interessado deverá distribui-lo no sistema PJe Processo Judicial eletrônico), dentro do horário de protocolo, que, no Primeiro Grau, ocorre das 6h às 17h e, no Segundo Grau, das 8h às 17h.

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    Diretor jurídico do Tribunal de Justiça, Thiago Bruno

    Segundo o diretor jurídico do Tribunal de Justiça da Paraíba, Thiago Bruno Nogueira Alves, de acordo com os normativos regentes da matéria, todas as demandas distribuídas fora desses horários são remetidas automaticamente, via sistema, à jurisdição ordinária e não poderão ser apreciadas em plantão judiciário.

    Os artigos 13 e 47 da Resolução n. 09/2024, além do art. 1o da Resolução 71/2009 do CNJ, trazem as matérias a serem apreciadas, exclusivamente, pelo(a) desembargador(a) e o(a) magistrado(a) plantonista, respectivamente, durante o plantão.

    Ainda segundo o diretor jurídico do Tribunal, “o Plantão Judiciário é caracterizado como uma jurisdição excepcional, que tem por finalidade exclusiva de atender às demandas revestidas de caráter de urgência, entendendo-se, como tal, aquela de natureza cível ou criminal, cuja demora na apreciação possa causar prejuízos irreparáveis ou de difícil reparação. Além dessa premissa, é imprescindível o conhecimento das matérias impassíveis de análise em Plantão Judiciário, destacando-se a impossibilidade de apreciação de pedido já apreciado no órgão judicial de origem ou em plantão anterior, nem à sua reconsideração ou reexame ou à apreciação de solicitação de prorrogação de autorização judicial para escuta telefônica; e os pedidos de levantamento de importância em dinheiro ou valores nem liberação de bens apreendidos”. 

    Informações sobre o funcionamento do Plantão Judiciário, bem como a consulta aos nomes dos juízes e juízas plantonistas no primeiro grau, do desembargador ou desembargadora plantonista no segundo grau e dos telefones de contato para atendimento durante o recesso forense, podem ser acessadas no link ‘Plantões’, disponível na página principal do site oficial do Tribunal de Justiça (www.tjpb.jus.br). 

    Por Marcus Vinícius

     

  • Publicação no jornal A União destaca administração no TJPB 

    Foto da fachada do Tribunal de Justiça da Paraíba
    Tribunal de Justiça da Paraíba

    O Jornal A União, na edição desta terça-feira (23), publica, na página 3, artigo “O administrador eficiente e humanista”, de autoria do desembargador José Ricardo Porto. O texto destaca aspectos da atuação do presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, Fred Coutinho, com foco na gestão administrativa e institucional, na condução responsável, no diálogo e na valorização das pessoas que integram o Judiciário paraibano.

    Veja a publicação:

    Foto do presidente Fred Coutinho
    Desembargador Fred Coutinho

    À frente da Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba, Fred Coutinho consolida um modelo de gestão que alia rigor administrativo, sensibilidade institucional e profundo respeito às pessoas que integram e buscam o Judiciário.

    Sua atuação revela que eficiência não se resume a números ou metas cumpridas, mas se expressa na capacidade de organizar, planejar e decidir sem perder a dimensão humana do cargo. A condução serena, o diálogo constante e a escuta atenta transformaram sua gestão em referência de equilíbrio e responsabilidade.

    Foto do desembargador José Ricardo Porto
    Desembargador José Ricardo Porto

    Reconhecido pela humildade no trato e pela firmeza nas decisões, demonstra que a autoridade verdadeira nasce da postura ética, do respeito às diferenças e da valorização do trabalho coletivo. Magistrados, servidores e colaboradores encontram em sua liderança um ambiente de confiança, cooperação e compromisso institucional.

    Mais do que administrar estruturas, sua Presidência evidencia o cuidado com as pessoas, reforçando a ideia de que o Judiciário se fortalece quando alia técnica, empatia e responsabilidade social.

    Trata-se, assim, de uma gestão marcada pela eficiência administrativa e pelo humanismo que engrandece a função pública e reafirma a missão constitucional da Justiça.

    José Ricardo Porto
    Colaborador

    Redação/Gecom-TJPB

    Fotos: Ednaldo Araújo

  • Núcleo de Justiça Restaurativa do TJPB consolida fase de expansão no Estado

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    Balanço positivo do trabalho do Nejure em 2025

    O ano de 2025 representa um marco na trajetória do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure), órgão de macrogestão do Tribunal de Justiça da Paraíba. O período de 12 meses  de intensas atividades consolida uma transição entre uma fase de planejamento e estruturação institucional, para uma de execução, expansão interinstitucional e impacto estratégico no Estado da Paraíba. 

    No âmbito do Poder Judiciário estadual, o Nejure é coordenado pelo desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho e tem como coordenadores adjuntos a juíza Ivna Mozart Bezerra Soares e o juiz Max Nunes de França, que também é auxiliar da Vice-presidência do TJPB.

    “Guiado pela missão de aproximar e conectar pessoas e promover a cultura da não violência, por meio da aplicação de práticas restaurativas no ambiente do Poder Judiciário estadual e na comunidade, o Núcleo fortalece as relações sociais e fundamenta suas ações em valores como empatia, corresponsabilidade, horizontalidade, empoderamento e reparação”, comentou o desembargador.

    Conforme definição do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), as práticas da Justiça Restaurativa são um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visam a conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violências. Mais do que uma técnica de resolução de conflitos, constitui uma abordagem que promove espaços de escuta, de responsabilização ativa e de fortalecimento das relações humanas e institucionais.

    De acordo com dados da Coordenação do Nejure-TJPB ao longo deste ano foram realizadas 169 sessões restaurativas, entre Círculos de Construção de Paz, Pré-Círculos e Pós-Círculos. Com esse trabalho, o Núcleo alcançou, diretamente, 1.030 pessoas. Deste número, 910 pessoas vivenciaram, pelo menos, uma prática restaurativa. 

    As estatísticas representam um impacto restaurativo em um público diverso e dimensionado na Justiça Comum, com funcionamento na Vara Única de Remígio, Fórum Cível de João Pessoa, Vara Única de Alagoinha, 3ª Vara Regional das Garantias e Vara da Infância e Juventude de Campina Grande.

    Convênio TJPB e TRE –  Em 2025, o Nejure também participou de eventos para troca de conhecimento com os Tribunais de Justiça do Maranhão, Mato Grosso, Ceará e Bahia. Por meio de um convênio firmado com a Justiça Eleitoral e o TJPB, o Nejure e o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) promoveram 47 Círculos de Construção de Paz, alcançando 392 pessoas, desde membros da Presidência do TRE-PB até magistrados, servidores, terceirizados e estagiários presentes nas zonas eleitorais.

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    Juíza Ivna Mozart, coordenadora adjunta do Nejure

    Conforme a juíza Ivna Mozart, os resultados desse convênio foram expressivos, com realização de 47 Círculos de Construção de Paz, que alcançaram diretamente 392 pessoas, entre magistrados, servidores efetivos, cedidos e requisitados, terceirizados, estagiários e policiais da reserva, em 43 zonas eleitorais situadas em 28 municípios: João Pessoa, Campina Grande, Soledade, Conceição, Piancó, Patos, Santa Luzia, Coremas, Itaporanga, Teixeira, Princesa Isabel, Água Branca, Monteiro, Sumé, Serra Branca, Alagoa Nova, Juazeirinho, Cajazeiras, São José de Piranhas, Sousa, São João do Rio do Peixe, Cabedelo, Jacaraú, Mamanguape, Santa Rita, Pombal, São Bento e Catolé do Rocha. 

    “A iniciativa transformou a cultura interna do TRE-PB, valorizando a todas as pessoas que o compõem, independente de sua categoria funcional, antevendo o humano, e posicionando a prática na instituição como um modelo inédito de inovação e aplicação interinstitucional das práticas restaurativas. Isso é ainda mais relevante em face do ano de 2025 ter sido definido pelo Conselho Nacional de Justiça como o ano da Justiça Restaurativa nas instituições”, destacou Ivna Mozart.

    A magistrada ressaltou que “o convênio promoveu a (re)humanização do ambiente de Justiça e permitiu que os servidores se sentissem escutados sob uma lógica horizontal pela primeira vez, em anos de trabalho, ressignificando suas vivências profissionais e sensação de pertencimento”.

    A Justiça Restaurativa também esteve presente na secretaria de assistência social de Juazeirinho e de Remígio e promoveu atividades com mães atípicas – mulheres que têm filhos com neurodivergências, deficiências diversas e/ou necessidades especiais) – e alcançou a comunidade LGBTQIAPN+, em face da apresentação de autodeclarações de identidade transgênero e orientações sexuais fora da normatividade. Somado a isso, o Nejure trabalhou com adolescentes atendidos pelos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Campina Grande e  atuou na Universidade Federal da Paraíba (UFPB)  e Unifacisa, entre outras instituições públicas e privadas.

    Em 2025, foram iniciadas as obras para a implantação do Centro de Justiça Restaurativa (Cejure) de Remígio e Unidade Descentralizada de Algodão de Jandaíra, ambos com previsão de inauguração no próximo ano. O Cejure nasce como um equipamento estratégico e de referência, concebido a partir de uma lógica capilarizada nos municípios abrangidos pela Comarca, mediante Acordo de Cooperação firmado entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e a prefeitura municipal de Remígio.

    “O modelo adotado possibilitará a atuação em demandas processuais e pré-processuais, bem como em ações de  caráter preventivo, com especial atenção ao ambiente escolar e às políticas de cuidado, diálogo e responsabilização compartilhada”, definiu Ivna Mozart.

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    Des. Oswaldo Trigueiro do Valle, coordenador do Nejure

    Durante o evento ‘Dia Restaurativo’, comemorado em setembro, foi lançado um edital de desenhos restaurativos, voltado a estudantes das escolas municipais de Remígio, com o objetivo de estimular a criatividade, a escuta sensível e a reflexão sobre valores como pertencimento, respeito e cultura de paz. Ao todo, três desenhos foram selecionados e irão compor os murais do Cejure, incorporando de forma permanente a expressão da comunidade escolar ao espaço físico do Centro.

    Casos Processuais – Também em 2025, o Nejure gerenciou sete casos derivados (processuais) da Justiça Comum e um caso derivado da Justiça Eleitoral para tratamentos via práticas restaurativas, cujas metodologias utilizadas foram o Círculo de Construção de Paz (CCP) e a Conferência Comunitária Transformativa (CCT), inovando e ampliando metodologicamente suas abordagens.

    Um dos casos foi utilizado em artigo científico produzido pelo Nejure-TJPB, como caso ilustrativo da aplicação da CCT em processo conflitivo, o qual foi aceito para publicação no periódico da Revista Emeron, com dossiê temático previsto para ser lançado em 2026, durante Congresso Internacional de Justiça Restaurativa, evento a ser realizado em João Pessoa, com o TRE-PB sendo seu anfitrião, em parceria com o TJPB.

    Construção de Paz – Outro projeto relevante desenvolvido pelo Nejure do Tribunal de Justiça da Paraíba foi o Ciclo de Círculos de Construção de Paz na Comarca de Alagoinha, com iniciativa de inserção das práticas restaurativas na Vara daquela Comarca, por solicitação da diretoria do Fórum. O objetivo foi dialogar sobre os desafios do ambiente de trabalho, a fim de prevenir sobrecarga e problemas de comunicação, e reforçar a importância de criar um ambiente mais harmonioso, potencializando melhorias e manutenção do clima organizacional na Vara. 

    Facilitadores Restaurativos – Além disso, em 2025, o Núcleo capacitou 31 novos facilitadores na metodologia de ‘Círculos de Construção de Paz’, garantindo a sustentabilidade e a capilaridade da Justiça Restaurativa no Estado. Tal iniciativa se destacou pela diversidade de seu público.

    A formação inicial incluiu magistrados e servidores do sistema de Justiça, das secretarias municipais de Educação de Algodão de Jandaíra e Remígio e membros da Rede de Garantia de Direitos do estado, mas também, de forma estratégica, contemplou cadetes do Corpo de Bombeiros e soldados da Polícia Militar na fase de vivência supervisionada da prática dos círculos, disseminando a Justiça Restaurativa para ambiências diversas, em especial da Segurança Pública.

    Para garantir a efetividade e a perenidade dessa rede, o Nejure implementou um sistema de apoio contínuo. “Através de seis encontros de supervisão realizados ao longo do ano e estruturados em encontros coletivos e individuais, o Núcleo ofereceu acompanhamento técnico e um espaço para troca de experiências. Essa estratégia de suporte contínuo se mostrou vital para qualificar a prática e sustentar o engajamento dos facilitadores, transformando a formação inicial e complementar em uma rede ativa e autossustentável”, destacou Suerda Gabriela Ferreira de Araújo, supervisora do Nejure.

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    Ação do Nejure realizada em 2025

    João Pessoa e Campina Grande – As práticas da Justiça Restaurativa também foram levadas ao Fórum Cível da Comarca de João Pessoa, por solicitação da Diretoria do Fórum e para a 3ª Vara Regional das Garantias de Campina Grande. Em João Pessoa, no mês de julho, o ‘Círculo de Construção de Paz’ foi vivenciado pela Diretoria do Fórum da Capital e sua equipe, com o objetivo do fortalecimento de vínculos, contando com a participação de 15 pessoas.

    Na Vara das Garantias, em setembro, a vivência do círculo de construção de paz contou com 18 participantes, estimulando maior integração entre os participantes, com compartilhamento de suas experiências de vida, reforçando que a pessoa no ambiente de trabalho é resultado de sua história pessoal, o que auxilia na convivência.

    Trilha Renovar –  Outro projeto de destaque em 2025 foi a parceria do Nejure com o Lab Inovação do TJPB, dentro do Projeto ‘Trilha Renovar’, adotando a Justiça Restaurativa como lógica metodológica transversal. A iniciativa integrou práticas restaurativas a uma abordagem ESG de sustentabilidade. O projeto promoveu a aplicação de Círculos de Construção de Paz nos Creas de Campina Grande, alcançando os adolescentes atendidos. A atuação evidenciou o potencial das práticas restaurativas como instrumento inovador de cuidado, responsabilização e fortalecimento de vínculos, especialmente em contextos de vulnerabilidade social.

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    Juiz Max Nunes, coordenador adjunto do Nejure

    “Todo esse trabalho só foi possível devido ao comprometimento e competência de nossos(as) servidores(as) do Nejure e Cejure: Suerda Gabriela Ferreira de Araújo (supervisora do Núcleo), Antônio Gama Lima, Raul Alexandre Lopes Sales, Silvéria de Farias Cavalcanti Gonzaga, Giselda Vidal de Lima e Maria Rosana de Oliveira Pereira”, informou o juiz Max Nunes.

    Encontro Internacional de Justiça Restaurativa – Em 2025, o trabalho desenvolvido pelo Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa fortaleceu as bases institucionais e humanas no Estado e garantiu perenidade e a expansão da cultura da não violência. O principal impacto estratégico reside na institucionalização bem-sucedida das práticas restaurativas em outras esferas do poder público. 

    Olhando para o futuro, o trabalho de 2025 posicionou a Paraíba na vanguarda do debate sobre o tema. Por um lado, a magistrada Ivna Mozart passa a integrar o Comitê Gestor da Justiça Restaurativa do Conselho Nacional de Justiça, conferindo à Paraíba papel de destaque na construção da política restaurativa nacional.

    “Por outro lado, o planejamento do ‘Encontro Internacional de Justiça Restaurativa’, agendado para 25 a 27 de fevereiro de 2026, do qual TRE-PB será o anfitrião, em parceira com o Tribunal de Justiça da Paraíba, é mais do que um evento, é a validação de um ano de execução bem-sucedida interinstitucionalmente e o momento em que a Paraíba transita de implementadora de uma política judiciária para um pólo de referência no campo da Justiça Restaurativa”, avaliou o desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho.

    Segundo o desembargador, a parceria com o TRE-PB é o exemplo mais eloquente, demonstrando a capacidade da metodologia de transformar a cultura organizacional de forma sistêmica e escalável. “Essa iniciativa serve como um modelo replicável para outras instituições que buscam humanizar suas relações internas de modo a impactar no serviço prestado à sociedade, no senso de pertencimento institucional e, conforme o caso, ressignificar o diálogo entre sede e zonas eleitorais”, pontuou.

    Já a juíza Ivna Mozart afirmou que o foco na construção de capacidade humana, por meio da formação e supervisão contínua de uma rede de facilitadores, é um legado de valor inestimável. “Ao capacitar agentes de diferentes setores, o Nejure fortaleceu um viés de sustentabilidade da política restaurativa, que passa a se disseminar organicamente, para além da intervenção direta do Núcleo”, observou a juíza, que é titular da Vara de Garantias de Campina Grande.

    Para a supervisora do Núcleo, Suerda Araújo, 2025 foi o ano em que o Nejure moveu-se com sucesso da teoria à prática vivencial disseminada, consolidando seu papel como um vetor fundamental para a pacificação social e a inovação na gestão de conflitos por meio de uma Justiça cada vez menos retributiva e mais restaurativa e perene

    Por Fernando Patriota

     

  • Cantata realizada pelo TJPB e Aemp celebra o Natal, emociona público e encerra ano judiciário 

    Foto do espetáculo, Aos Olhos de Maria, encantou o público
    O espetáculo, Aos Olhos de Maria, encantou o público

    Na noite desta sexta-feira (19), Maria, mãe do menino Jesus e espelho de tantas Marias mães, esteve no centro das atenções para contar – e principalmente cantar – uma mensagem de amor ao próximo e de solidariedade. A Cantata  Natalina ‘Aos Olhos de Maria’ emocionou o público que lotou a Praça João Pessoa, na Capital paraibana, para prestigiar o evento.

    O espetáculo atraiu dezenas de pessoas, que lotaram a praça João Pessoa, no Centro Histórico da capital paraibana. O evento contou, também, com a presença de diversas autoridades estaduais e municipais, entre estas o governador da Paraíba, João Azevêdo.

    A Cantata Natalina foi promovida pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, em parceria com a Associação das Esposas dos Magistrados e Magistradas da Paraíba (Aemp) e marcou o encerramento do ano judiciário.

    Foto do Des. Fred Coutinho prometeu novo espetáculo em 2026
    Des. Fred Coutinho prometeu novo espetáculo em 2026

    O presidente do Tribunal, desembargador Fred Coutinho, agradeceu pelo empenho de todos os integrantes do Judiciário estadual paraibano em 2025. “Ao fazer o bem pelo Judiciário, estamos fazendo para a sociedade, atendendo bem ao cidadão e para mim, cidadania é tudo. Que tenhamos um natal com saúde e paz, com humanização e com o olhar atento para o outro. Que a beleza desta noite se estenda para o próximo ano”, afirmou.

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    Nalva Coutinho foi uma das promotoras do evento

    Também a presidente da Aemp, Nalva Coutinho, externou sua alegria diante da concretização do espetáculo, cujos preparativos começaram no mês de março. 

    “Temos no palco a Maria jovem, a Maria mais velha, a Maria de hoje, trazendo uma mensagem de paz, de amor e de solidariedade. Encerramos o ano com esse momento, reunindo família, amigos e pessoas especiais”, avaliou Nalva.

    Foto de Ramalho destacou a iniciativa como um "presente" para o povo paraibano
    Ramalho destacou a iniciativa como um “presente” para o povo paraibano

    Para o presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Estado da Paraíba (Sinjep), João Ramalho, o TJPB fechou 2025 com uma palavra belíssima. “Este é um presente para a sociedade paraibana. Além dos trabalhos positivos da gestão, o Tribunal fez um encerramento voltado para Jesus Cristo, para Deus. Isso é muito importante”, analisou.

    De acordo com o diretor-geral da Cantata, José Maciel, o espetáculo buscou criar uma conexão das pessoas com o sagrado. “O enredo foi pensado a partir de Maria adulta, visualizando o seu passado, descrevendo com sensibilidade e através das músicas como foi ter o filho enviado por Deus”, explicou.

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    O público participou, cantou, bateu palmas, vibrou com os fogos de artifício e se emocionou com a apresentação.

    A optometrista Michele Andrade enalteceu tanto o espetáculo, quanto a iniciativa. “É muito importante resgatar essa tradição e esses momentos, com famílias reunidas para um momento natalino tão importante, e ainda neste cenário lindo”, disse.

    Aos Olhos de Maria 

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    Mais do que uma apresentação musical, a cantata fez um convite à reflexão, à sensibilidade e à celebração dos valores do Natal, como solidariedade, união e esperança. O espetáculo convidou o público a vivenciar a história do Natal a partir da sensibilidade de Maria, trazendo uma leitura afetuosa, humana e simbólica da data.

    As peças musicais foram interpretadas por dois solistas (interpretando Maria e o Anjo da Anunciação); além de um coral composto por crianças, adolescentes e adultos, regido pelo maestro Jean Fidelis, responsável pela direção musical da Cantata.

    Por Gabriela Parente

    Fotos: Ednaldo Araújo
     

  • Nona Vara Cível de João Pessoa termina o ano sem processos aguardando despacho ou decisão

    Foto da juíza Adriana Lossio
    Juíza Adriana Lossio, titular da 9ª Vara Cível da Capital

    A 9ª Vara Cível da Comarca de João Pessoa está encerrando o ano de 2025 sem nenhum processo aguardando despacho ou decisão final. Ou seja, com acervo processual “zerado”.

    A  juíza Adriana Barreto Lossio de Souza, é a titular da unidade e destacou o trabalho da equipe de assessoras e servidores, afirmando que esse feito reflete um compromisso exemplar com a eficiência judiciária e a entrega de respostas rápidas ao jurisdicionado. “Este marco representa o culminar de um trabalho intenso e coordenado, pautado pela organização, dedicação e emprego de práticas inovadoras na gestão de processos. Atingir essa meta de não ter nenhum processo aguardando despacho ou decisão ao final do ano é um testemunho do rigor técnico”, ressaltou.

    Segundo a juíza Adriana Lossio, a marca alcançada é resultado de planejamento estratégico, busca contínua por otimização de fluxos de trabalho e, acima de tudo, “um profundo respeito pelo tempo do cidadão que busca no Poder Judiciário a solução para seus conflitos. Ver o gabinete sem pendências ao fim do ano nos enche de orgulho e nos impulsiona a manter o mesmo nível de excelência”, frisou.

    “Casos como este demonstram que, com dedicação e um planejamento bem-executado, é possível transformar a realidade do Judiciário. A Paraíba se beneficia imensamente de profissionais e equipes tão comprometidas com a missão de fazer justiça. É um exemplo a ser seguido e uma prova concreta de que a eficiência é uma meta alcançável”, acrescentando que “este esforço contribui diretamente para a diminuição do tempo médio de tramitação dos processos, garantindo que a justiça seja não apenas justa, mas também célere, atendendo a uma das maiores demandas da sociedade”, finalizou.