Categoria: TJPB

  • Inspeção do CNJ no TJPB será concluída nesta sexta-feira

    Foto do ministro Campbell com Fred Coutinho e João Batista
    Ministro Campbell (centro) em vistia ao Salão Nobre do TJPB

    O corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell, foi recebido no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), nesta quinta-feira (21), pelo presidente do Judiciário paraibano Fred Coutinho, o vice-presidente João Batista Barbosa, desembargadores(as) e juízes(as).

    O ministro Mauro Campbell está na Paraíba para uma inspeção no Judiciário paraibano. A inspeção é uma verificação ordinária da compatibilidade das práticas do Tribunal com as resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os trabalhos começaram ontem (quarta-feira, 20) e serão concluídos nesta sexta-feira, 22. 

    Na sede do Palácio da Justiça, o ministro Mauro Campbell, acompanhado pela desembargadora Agamenilde Dias – que atua na Corregedoria Geral de Justiça do CNJ -, conheceu o Museu do Poder Judiciário, o Pleno e o Salão Nobre. Depois, o ministro seguiu para o Fórum Criminal de João Pessoa, onde conversou com juízes(as) e conheceu as instalações da unidade. 

    O ministro Mauro Campbell fará o encerramento da inspeção na sala de sessões do Tribunal Pleno, às 17h desta sexta-feira, 22.

     

    Gecom-TJPB

     

  • Juíza coordenadora do Nejure/TJPB profere palestra no Centro Universitário Unifacisa

    Foto da juí  Ivna Mozart
    Ivna Mozart, juíza coordenadora-adjunta do Nejure

    Com o tema ‘A Justiça Restaurativa como Paradigma para um Novo Contrato Social’, a juíza-coordenadora adjunta do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure) do Tribunal de Justiça da Paraíba, Ivna Mozart, é uma das palestrantes de evento que acontece no auditório do Centro Universitário UNIFACISA, nesta quinta-feira (21), na cidade de Campina Grande.

    A magistrada explicou que a intenção é propor um olhar renovado sobre o sistema de justiça, convidando à reflexão sobre os limites do modelo punitivo vigente e a urgência de práticas mais humanas, dialógicas e eficazes. 

    Ela enfatizou, ainda, que a partir da inspiração de Antígona e do pensamento de autores como Howard Zehr e Kay Pranis, a Justiça Restaurativa é apontada como caminho para reconstruir vínculos, colocar a vítima no centro, responsabilizar de forma relacional e promover uma verdadeira cultura de paz. 

    “Mais do que uma técnica, a JR é apresentada como um novo paradigma capaz de restaurar, em vez de apenas punir, convidando sociedade e instituições a repensarem o próprio contrato social”, enfatizou a juíza Ivna Mozart.

    Também fazem parte da programação, os magistrados do TJPB, Edivan Rodrigues Alexandre, Jeremias de Cássio Carneiro de Melo, Ely Jorge Trindade e a juíza Rosimeire Ventura. 

     

    Por Lila Santos

     

  • Julgamento de Perspectiva de Gênero: um passo a passo para entender o processo

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    Julgar com perspectiva de gênero significa considerar as desigualdades estruturais de gênero que podem afetar as partes envolvidas em um processo judicial, buscando garantir igualdade e evitar discriminação. O Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), oferece um guia para magistrados(as), com orientações sobre como conduzir processos, analisar provas, e interpretar a lei levando em conta as especificidades de gênero.

    O Tribunal de Justiça, engajado na proposta de ampliar o olhar de magistradas e magistrados para atender o protocolo e para que todos registrem suas decisões baseadas nesse entendimento, no Banco de Sentenças e Decisões – plataforma criada pelo CNJ, expande e facilita o acesso ao guia de julgamento que traz um passo a passo de aplicação aos casos concretos.

    PASSO 1. Primeira aproximação com o processo

    É possível que desigualdades estruturais tenham algum papel relevante nessa controvérsia?

    PASSO 2. Aproximação dos sujeitos processuais

    ● Alguma das pessoas presentes em audiência é lactante ou tem filhos pequenos?

    ● Alguma das pessoas tem algum tipo de vulnerabilidade que possa tornar uma sessão desconfortável para ela?

    ● As partes envolvidas no processo compreendem exatamente o que está sendo discutido?

    ● As perguntas propostas às partes são suficientemente claras?

     

    PASSO 3. Medidas especiais de proteção

    ● O caso requer alguma medida imediata de proteção?

    ● As partes envolvidas estão em risco de vida ou de sofrer alguma violação à sua integridade física e/ou psicológica?

    ● Existe alguma assimetria de poder entre as partes envolvidas?

    ● Há alguma providência extra-autos, de encaminhamento ou de assistência, às vítimas a ser tomada?

     

    PASSO 4. Instrução processual 

    ● Perguntas estão reproduzindo estereótipos de gênero? 

    ● Perguntas estão desqualificando a palavra da depoente de alguma maneira? 

    ● Perguntas podem estar causando algum tipo de re-vitimização? 

    ● O ambiente proporciona algum impedimento para que a depoente se manifeste sem constrangimentos e em situação de conforto? 

    ● A depoente está sofrendo algum tipo de interrupção ou pressão que a impeça de desenvolver seu raciocínio? 

    ● Laudos de caráter técnico-científico ou social podem estar impregnados de estereótipos?

     

    PASSO 5. Valoração de provas e identificação de fatos

    ● É necessário atribuir um peso diferente à palavra da vítima? 

    ● Provas podem estar imbuídas de estereótipos de gênero? 

    ● Minhas experiências pessoais podem estar influenciando a apreciação dos fatos? 

    ● Posso estar minimizando algum fato relevante? 

     

    PASSO 6. Identificação do marco normativo e precedentes aplicáveis 

    ● Qual marco jurídico nacional ou internacional se aplica ao caso? Qual a norma que presta maior garantia ao direito à igualdade às pessoas envolvidas no caso? 

    ● Quais as ferramentas que o marco normativo aplicável oferece para resolver as assimetrias na relação jurídica? 

    ● Existe jurisprudência ou precedente nacional aplicável ao caso? Em quais argumentos se baseou a decisão (ratio decidendi)? 

    ● Existem pronunciamentos, opiniões consultivas ou informes da Comissão Interamericana de Direitos Humanos ou Resoluções da Corte Interamericana ou do sistema internacional de direitos humanos (Organização das Nações Unidas) que contenham semelhanças com o caso? Os argumentos se aplicam ao caso? 

    ● A solução atende ao conteúdo constitucional? 

     

    PASSO 7. Interpretação e aplicação do direito 

    ● Minha interpretação de conceitos está refletindo a realidade de grupos subordinados ou está restrita à minha percepção do mundo? 

    ● É possível que a norma seja construída a partir de estereótipos negativos sobre grupos subordinados? 

    ● Determinada norma trata grupos ou indivíduos de maneira manifestamente desigual? 

    ● Determinada norma tem um impacto desproporcional sobre determinado grupo?

    Por Nice Almeida

     

  • Comitê do TJPB e Esma realizam webinário sobre lei de proteção às pessoas idosas no dia 26

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    O Comitê de Atenção às Pessoas Idosas, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), em parceria com a Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), promove na próxima terça-feira (26), às 11h, o webinário ‘A importância da Lei Estadual nº 12.027/2021 para proteção das pessoas idosa”. A transmissão será feita pelo canal da Esma-PB na plataforma YouTube.

    O tema será apresentado pelo diretor-presidente da Companhia Docas da Paraíba e autor da Lei Estadual nº 12.027/2021, Ricardo Barbosa. A mediação ficará a cargo do vice-presidente do TJPB e coordenador do Comitê de Atenção à Pessoa Idosa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no Estado, desembargador João Batista Barbosa.

    Para participar, magistrados(as), servidores(as) do Judiciário estadual e o público em geral devem se inscrever por meio do link https://forms.gle/WWdD7HF6ygWqCnYq7. Os(as) inscritos(as) receberam um e-mail confirmando a inscrição na data do evento. Já para certificação é necessário que o inscrito participe integralmente do webinário.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Dia da Infância lembra que é dever do Estado assegurar à criança prioridade de seus direitos

    Instituído pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Dia Nacional da Infância é comemorado em 24 de agosto (domingo), com objetivo de promover uma reflexão sobre as condições de vida desse grupo de pessoas, que compreende a faixa etária de zero a 12 anos incompletos. O Estatuto da Criança e Adolescente (ECA) estabelece que é dever da família, da comunidade, da sociedade e do Estado assegurar direitos da criança referentes à vida, saúde, alimentação, educação, esporte, lazer, profissionalização, cultura e dignidade, entre outras prioridades.

    Para o coordenador da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça da Paraíba, juiz Hugo Zaher, o Dia Nacional da Infância é muito importante para conclamar o sistema de garantia de direitos, dentre eles o sistema de Justiça.

    A iniciativa visa trabalhar estratégias para garantir direitos fundamentais de crianças e adolescentes e ainda uma perspectiva de integração entre os órgãos desse sistema de garantia de direitos, promovendo ações sensíveis, acessíveis e amigáveis a esse público, evitando todo tipo de exploração e abuso, sobretudo, agora com a aprovação do Projeto de Lei nº 2628, para que o ambiente digital possa ter a proteção devida”, comentou Hugo Zaher, que também é coordenador adjunto do Grupo de Monitoramento e Fiscalização dos Sistemas Carcerário e Socioeducativo (GMF) do TJPB.

    Nessa quarta-feira (20), o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) 2628/2022, que estabelece regras para proteção e prevenção de crimes contra crianças e adolescentes em ambientes digitais, chamado ‘PL contra a adultização’ de crianças.

    Para o juiz titular da Infância e Adolescência da Comarca de João Pessoa, Adhailton Lacet Correia Porto, a data influência na criação de políticas públicas voltadas à infância e serve, para fazer com que o poder público, por meio de seus gestores, possa trazer considerações sobre o que precisa ser aplicado ou aprimorado em favor das crianças.

    “É preciso criar ações voltadas à criança, enfatizando o envolvimento da sociedade, posto que são seres humanos em desenvolvimento e que precisam da proteção do Estado e da comunidade”, comentou o magistrado, que é membro da Diretoria da Associação Brasileira dos Magistrados da Infância e Juventude (Abraminj).

    O juiz Adhailton Lacet lembrou que, no Brasil, está em vigor há nove anos, a Lei do Marco Legal da Primeira Infância (13.257/2016). Para o juiz, um grande avanço e reconhecimento dos direitos para as crianças de zero a seis anos, que vem a complementar o ECA.

    “Contudo, é preciso dizer que o nosso país tem um índice desenvolvimento humano muito abaixo dos princípios da Constituição Federal, voltados à dignidade da pessoa humana. Hoje, são mais de 30 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza, com crescente número de moradores de rua. Isso nos faz refletir sobre a família brasileira e da necessidade de uma implementação de políticas públicas para a organização familiar”, refletiu Adhailton Lacet.

    O juiz ainda lembrou que as escolas também têm um papel fundamental em discutir com pais, corpo docente e discente sobre os direitos e deveres inerentes às crianças. Além disso, o magistrado afirmou que a preservação dos direitos das crianças reflete diretamente na construção de uma sociedade melhor.

    Por Fernando Patriota

     

  • TJPB publica editais de remoção de juízes por antiguidade e merecimento

    O Diário da Justiça eletrônico (DJe) desta quinta-feira (21) publicou dois editais de vacância destinados a magistrados(as), com vagas a serem preenchidas pelos critérios de antiguidade e merecimento. Os atos foram assinados pelo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho.

    De acordo com o Edital de Vacância nº 78/2025, a remoção por antiguidade é referente à 3ª Vara Mista da Comarca de Mamanguape, de entrância inicial. Já o Edital nº 79/2025 trata do Juizado Auxiliar Misto da 2ª Circunscrição, também de entrância inicial, sediado em Campina Grande, cujo critério de preenchimento será o merecimento.

    Os(as) interessados(as) terão o prazo de cinco dias corridos, a contar da data da publicação, para efetuar a inscrição por meio do Sistema SEI, encaminhando o processo para a Gerência de Primeiro Grau, conforme prevê o artigo 66 da Lei nº 9.784/99.

    Por Marcus Vinícius

  • Fórum de Cabedelo realiza júri de acusado de feminicídio nesta quinta-feira  

    Nesta quinta-feira (21), às 8h30, será realizado no Fórum da Comarca de Cabedelo o júri popular de David Oliveira de Araújo, acusado de matar a ex-companheira Thayane da Silva Rodrigues com um tiro na cabeça. O réu foi denunciado pelo Ministério Público sob a acusação de feminicídio, por motivo torpe e cometido mediante emboscada – três circunstâncias que se configuram como qualificadoras do crime de homicídio.

    De acordo com o inquérito policial, no dia 25 de abril de 2024, na Praia de Formosa, em Cabedelo/PB, o acusado teria disparado, de forma dolosa, um tiro na cabeça de sua ex-companheira, cujo relacionamento havia terminado há cerca de três meses.

    Consta dos autos (Ação Penal 0805121-83.2024.8.15.0731) que Thayane possuía uma medida protetiva contra o acusado, em virtude de episódios de violência praticadas por ele, que a agrediu, cortou-lhe o cabelo e proferiu constantes ameaças durante o período do relacionamento.

    O documento dispõe que, na noite do crime, a vítima disse a uma amiga que encontraria o acusado, pois ele teria dito que gostaria de conversar para se acertarem. Ao chegarem na faixa de areia da Praia de Formosa, mais uma vez, o acusado cortou os cabelos da vítima com uma faca e disparou duas vezes com arma de fogo, atingindo-a na região da cabeça e causando a sua morte.

     

    Gecom 

     

  • Marcos Cavalcanti é homenageado em sua última sessão no TJPB após 45 anos de magistratura

    Após 45 anos dedicados à magistratura estadual, sendo 18 anos no 2º Grau, o desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque participou, nesta quarta-feira (20), de sua última sessão como membro do Órgão Especial do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). Durante a 11ª sessão ordinária judicial, o magistrado recebeu homenagens de colegas desembargadores, representantes do Ministério Público estadual e da advocacia.

    O presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, ressaltou a trajetória do colega, destacando suas contribuições jurídicas e também sua atuação como historiador e pesquisador. “Vossa excelência faz história, seja a história de pessoas, famílias, personagens, cidades e comarcas”, afirmou o presidente, ao convidar o desembargador Marcos Cavalcanti para conduzir a presidência dos trabalhos durante sua última sessão na Corte.

    Em seguida, a desembargadora Fátima Maranhão fez um resumo da trajetória pessoal e profissional do magistrado. “O desembargador Marcos Cavalcanti escreve e inspira, além de ser uma pessoa amiga, proba, inteligente, solidária e, sobretudo, alguém que se destaca sem prejudicar os outros”, afirmou.

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    Foto de desembargador Marcos com colega e familiares

    Marcos Cavalcanti com os colegas magistrados e familiares

    Os(as) demais desembargadores(as) do Órgão Especial enfatizaram o legado e que o Tribunal de Justiça da Paraíba deve muito ao desembargador Marcos Cavalcanti, não apenas no campo jurídico, mas também no âmbito cultural. O procurador de Justiça José Guilherme Lemos destacou que a saída do desembargador Marcos Cavalcanti marca apenas o fechamento de um ciclo no Poder Judiciário estadual. “Entre as qualidades que mais me chamaram atenção está sua vocação para a literatura”.

    Já em nome da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba, o presidente Harrison Targino manifestou profundo respeito, admiração e apreço pelo desembargador Marcos Cavalcanti. “Tive a oportunidade de aprender muito com Vossa Excelência desde os tempos em que atuamos como juízes no Tribunal Regional Eleitoral”, destacou.

    Ao agradecer as homenagens, o desembargador Marcos Cavalcanti afirmou que se despede do TJPB com a alma inundada de emoção e uma saudade especial do convívio diário e fraterno com os colegas desembargadores(as), pronto para iniciar uma nova etapa em sua vida. “Com esta cronologia penso haver chegado ao pináculo da carreira jurídica, que um profissional poderia chegar, sem olvidar meu contributo para a formação do pensamento jurídico e jurisprudência do Tribunal de Justiça da Paraíba, lavrando um sem número de acórdãos e decisões”, falou.

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    Foto de Marcos Cavalcanti durante homengem

    Cavalcanti é homenageado pelos colegas desembargadores

    Também agradeceu seus familiares e aos(as) servidores(as) do Gabinete e do Tribunal. “O tempo passa rápido com a passagem do um meteoro deixando saudade, mas torna-se gratificante quando olhamos para trás e enxergamos que só fizemos o bem, outrossim, sabemos que não agradamos a todos, entretanto, não satisfazer a todos, faz parte parte do melhor relacionamento humano”, concluiu.

    Trajetória – Promovido ao cargo de desembargador em 11 de abril de 2007, pelo critério de merecimento, o desembargador Marcos Cavalcanti tomou posse na mesma data, após ter atuado como juiz de direito em diversas comarcas do Estado. Cavalcanti iniciou sua carreira no Ministério Público, em 1981, como promotor de Justiça substituto concursado. Dois anos depois, ingressou na magistratura estadual, passando pelas Comarcas de Belém, Mamanguape, Campina Grande e João Pessoa. De 1992 a 2007, foi juiz titular da 2ª Vara da Fazenda Pública da Capital, função que exerceu até sua promoção ao cargo de desembargador.

    No âmbito do Judiciário, exerceu cargos de grande relevância. Foi presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba por dois biênios consecutivos (2012-2013 e 2013-2014) e conduziu a Presidência do TJPB no biênio 2015/2016. Durante sua gestão, assumiu, inclusive, o Governo do Estado da Paraíba como interino, no período de 5 a 8 de janeiro de 2017.

    Além da atuação no campo jurídico, Marcos Cavalcanti também se destacou como intelectual e escritor. É membro do Instituto Histórico e Geográfico Paraibano, da Academia Paraibana de Letras e da Academia de Letras, Ciências e Artes do Vale do Mamanguape. Autor de diversas obras, publicou, recentemente, títulos de relevância para a memória e cultura do Estado, como Governantes da Paraíba: Colônia – Império – República (2023); Carlos Dias Fernandes: Vida e Obra. Sesquicentenário de Nascimento (1874-2024) (2025) e A Presença dos Holandeses no Vale do Mamanguape (2025).

    Por Marcus Vinícius

     

  • Coordenador da Coinju/TJPB participa de debate sobre proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais

    Pint da sessão na Câmara Fedral com foto de Hugo Zaher
    Juiz Hugo Zaher, do TJPB, durante sessão na Câmara Federal

    A sessão legislativa, nesta quarta-feira (20), no Plenário da Câmara dos Deputados Federais, em Brasília, que debateu a proteção para as crianças e adolescentes em ambientes digitais, teve a participação do Poder Judiciário paraibano, por meio do coordenador estadual da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça da Paraíba, juiz Hugo Gomes Zaher. 

    Segundo enfatizou o magistrado, o momento é de grande importância para o país, pois marca o fortalecimento da agenda de proteção integral da infância e da juventude no ambiente digital. Conforme acentuou, a participação da magistratura paraibana demonstra o compromisso do TJPB em contribuir de forma ativa e qualificada para a construção de soluções legislativas e institucionais que assegurem os direitos fundamentais de crianças e adolescentes.

    “O TJPB reafirma, assim, sua dedicação em colaborar com o debate nacional e em oferecer sua experiência para a consolidação de um ambiente digital mais seguro e protetivo”, ressaltou Hugo Gomes, lembrando que a iniciativa também integra o leque de ações que a Coinju vem desenvolvendo em apoio à Campanha de Mobilização do Mês (agosto) da Primeira Infância de 2025. 

    O tema foi debatido na Comissão Geral da Câmara, com a finalidade de aprovar com urgência a votação do Projeto de Lei 2628/22, que cria regras para a proteção de crianças e adolescentes quanto ao uso de aplicativos, jogos, redes sociais e outros programas de computador. 

    A proposta estipula obrigações para os fornecedores e garante controle de acesso por parte dos pais e responsáveis. O assunto virou polêmico em todo o país, após denúncias feitas pelo influencer Felca sobre a adultização das crianças no ambiente digital. 

    Por Lila Santos com Agência Câmara de Notícias

     

  • Último dia de inscrições para oficina de Linguagem Simples na Comarca de Campina Grande

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    Termina nesta quarta-feira (20) o prazo de inscrições para o curso ‘Transformando a Justiça com linguagem simples: oficina de comunicação e escrita judicial simplificada’, destinado à turma da Comarca de Campina Grande. A formação é voltada a servidores(as), assessores(as) e magistrados(as) do Poder Judiciário estadual, além de integrantes do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). As inscrições podem ser feitas pelo link: forms.gle/bGpLRRLwawHNSJ7s9.

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    Juiz Natan Figueredo

    O cronograma varia conforme a comarca: em João Pessoa, as inscrições seguem até o dia 24 de agosto; em Patos, até o dia 31; e em Cajazeiras, até 7 de setembro. As aulas ocorrerão de forma presencial, das 8h às 18h, sob a condução do juiz da 5ª Vara Mista de Sousa, Natan Figueredo Oliveira.

    Entre os conteúdos abordados estão: Direito Administrativo e Constitucional; administração e acesso à Justiça; Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples; comunicação eficaz no âmbito judicial; princípios e técnicas da linguagem simples; e base teórica e legal; além de recursos tecnológicos de apoio.

    Por Marcus Vinícius