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  • João Pessoa recebe etapa do projeto Empodera

    João Pessoa recebe etapa do projeto Empodera

    Foi realizada, nesta terça-feira (19/08), mais uma etapa do projeto “Empodera”, desenvolvido pelo Ministério Público da Paraíba, em parceria com o Ministério Público Federal, Tribunal de Contas da Paraíba, Controladoria-Geral da União e Ministério Público de Contas. Desta vez o evento ocorreu  no auditório do Bloco Administrativo, do Centro de Tecnologia da UFPB. em João Pessoa. Na próxima quinta-feira (21/08), será promovida a etapa de Santa Rita e, na próxima semana, ocorrerá o encerramento do projeto em Bayeux.

    O projeto capacita cidadãos para o exercício do controle social ativo, apresentando as ferramentas tecnológicas que possibilitam acompanhar os gastos públicos, além de apresentar noções de ética e cidadania.

    Participaram do evento o coordenador do Centro de Apoio Operacional do Patrimônio Público, promotor Carlos Davi Lopes Correia Lima; o superintendente da CGU na Paraíba, Rodrigo Paiva; o auditor da CGU, Walber Oliveira; o procurador-geral do MP de Contas, Marcílio Toscano; a coordenadora do Fórum Paraibano e Combate à Corrupção (Focco),  Chrystiane Pessoa; o presidente do conselho municipal de Transparência e Combate à Corrupção, Wilson Moraes; e o representante do TCE, André Agra.

    O promotor Carlos Davi Lopes informou que o projeto já percorreu 15 municípios da Paraíba. “Já capacitamos mais de mil pessoas e por onde passamos estamos recebendo uma excelente acolhida do público. Só para se ter uma ideia, na última etapa, realizada em Sapé, tivemos 160 pessoas que registraram presença. Então são cidadãos interessados em participar da sua comunidade, em fiscalizar os gastos públicos, com o objetivo final de melhorar a qualidade de vida daquela comunidade”. 

    Conforme o promotor, o projeto tem como público-alvo representantes de diversos segmentos da sociedade. “Nós escolhemos o público para que eles fossem agentes focais de disseminação das lições aprendidas aqui, não apenas de lições de ferramentas tecnológicas para controle e fiscalização dos gastos públicos, mas de disseminação de noções de ética, de integridade, de cidadania. Então, selecionamos um público-alvo de estudantes, professores, jornalistas, vereadores, integrantes de conselhos e sociedade civil organizada, pessoas que já exercem esse controle social e poderiam aprimorá-lo, qualificá-lo”. 

    Carlos Davi Lopes explicou a dinâmica de funcionamento da capacitação. “Hoje nós temos aqui pessoas representando o TCE, a CGU, o MP de Contas, MP Estadual. As palestras funcionam da seguinte forma: os representantes apresentam suas instituições, especificam quais são as atribuições de cada uma delas, e depois apresenta a ferramenta tecnológica que já está disponível ao cidadão. É uma consulta de fontes abertas, como o site do Tribunal de Contas da Paraíba, por meio do qual a pessoa tem acesso a diversas informações, empenhos, servidores públicos. Então, são mostradas essas ferramentas tecnológicas e como o cidadão, diante de uma irregularidade, pode provocar os órgãos de controle”.

    O promotor acrescentou que os participantes do curso recebem um certificado de agente de controle social. “Ao término do curso, eles se transformam em agentes de controle social, é uma forma de empoderar essas pessoas, de se sentirem também partes nesse processo de transformação e de progresso da nossa nação”.

  • Leilão Bilionário de CEPAC na Faria Lima: Oportunidade de Investimento em Negócios Imobiliários

    Leilão Bilionário de CEPAC na Faria Lima: Oportunidade de Investimento em Negócios Imobiliários

    O que são os CEPACs e por que atraem o mercado imobiliário?

    Os Certificados de Potencial Adicional de Construção (CEPACs) são instrumentos fundamentais para viabilizar empreendimentos em regiões estratégicas de São Paulo. Eles permitem construir além dos limites previstos no plano diretor, o que os torna um dos ativos mais valiosos no universo dos negócios imobiliários.

    No dia 19 de agosto de 2025 às 12:30, será realizada a 6ª distribuição de CEPACs da Operação Urbana Consorciada Faria Lima (OUCFL), marcando um dos maiores eventos de investimento imobiliário da história do país.

    Detalhes do Leilão de CEPACs na Faria Lima

    • Oferta inicial: 164,5 mil CEPACs, de um total aprovado de 218,5 mil.
    • Valor unitário: aproximadamente R$ 17 mil por CEPAC.
    • Arrecadação esperada: ao menos R$ 3,8 bilhões considerando o total dos títulos.

    Esse volume representa a maior oferta já realizada desde a criação dos CEPACs, em 1994, consolidando a Faria Lima como o epicentro dos grandes investimentos imobiliários.

    Impactos e Destinação dos Recursos

    A Prefeitura de São Paulo utilizará parte dos valores arrecadados com os CEPACs para:

    • Financiamento de obras de infraestrutura e mobilidade urbana;
    • Melhorias urbanísticas na região;
    • Programas sociais, incluindo habitação popular em comunidades como Paraisópolis, Jardim Colombo e Porto Seguro.

    Ou seja, além de um investimento privado em negócios imobiliários, o leilão gera benefícios sociais de grande impacto.

    Pontos de Atenção para Investidores e Incorporadoras

    Apesar da atratividade, o leilão exige cautela. Veja os principais fatores de risco:

    1. Especulação no mercado de CEPACs

    Os certificados podem ser revendidos no mercado secundário para construtoras, incorporadoras, fundos de investimento imobiliário (FIIs) e até investidores individuais. Isso aumenta a liquidez, mas também a especulação.

    2. Desafio logístico

    Projetos já em fase avançada de aprovação têm vantagem competitiva, pois há o risco de adquirir CEPACs sem conseguir utilizá-los no tempo adequado.

    3. Custo x Rentabilidade esperada

    Com juros elevados e margens de caixa mais apertadas, é fundamental avaliar cuidadosamente o impacto do custo dos CEPACs na viabilidade financeira e na competitividade dos empreendimentos.

    CEPACs como Estratégia de Investimento em Negócios Imobiliários

    Para empreendedores e investidores, os CEPACs representam não apenas uma forma de ampliar a capacidade construtiva, mas também uma oportunidade estratégica de posicionamento em uma das regiões mais valorizadas do país.

    O retorno pode ser significativo, desde que o investidor tenha planejamento, expertise em negócios imobiliários e capacidade de mitigar riscos no médio e longo prazo.

    Conclusão

    O leilão de CEPACs na Faria Lima reforça o potencial de São Paulo como polo de grandes investimentos imobiliários. No entanto, a disputa exige preparo, análise criteriosa e uma visão estratégica para transformar essa oportunidade em ganhos concretos.

  • Ministério da Saúde inaugura duas novas Unidades Básicas de Saúde Indígena no Ceará

    Ministério da Saúde inaugura duas novas Unidades Básicas de Saúde Indígena no Ceará

    Nesta segunda-feira (18), o Ministério da Saúde inaugurou duas novas Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSIs) no Estado do Ceará. Os estabelecimentos de saúde atenderão 3.128 indígenas das aldeias Monguba, Horto e Olho d’Água, oferecendo atendimento contínuo, integral e reforçando a rede de atenção básica nos territórios.

    A UBSI Pajé Barbosa atenderá indígenas da aldeia Monguba, em Pacatuba. Já a UBSI Mãe Joaquina Vieira vai beneficiar a aldeia Horto e Olho d’Água, em Maracanaú. O investimento total é de R$ 2,848 milhões.

    “É com muita alegria que inauguramos essas unidades de saúde indígena ao povo Pitaguary. São entregas históricas que fortalecem a atenção primária e asseguram um atendimento digno, humanizado e respeitoso à cultura do povo da região, pontuou o secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Weibe Tapeba.

    UBSI Dona Joaquina

    Com investimento de R$ 1,3 milhão, a UBSI Dona Joaquina Vieira, localizada em Maracanaú, atenderá 2.512 indígenas das aldeias Horto e Olho d’Água. O espaço conta com duas Equipes Multidisciplinares de Saúde Indígena, formada por dentista, auxiliar de saúde bucal, duas médicas, duas enfermeiras, quatro técnicos de enfermagem, seis agentes indígenas de saúde (AIS) e dois agentes indígenas de saneamento. O suporte operacional inclui um motorista para o carro de equipe e três para veículos de emergência.

    Antes da construção da nova estrutura, os atendimentos eram realizados em uma casa cedida pela associação indígena.

    UBSI Pajé Barbosa

    A UBSI Pajé Barbosa, em Pacatuba, recebeu investimento de R$ 1,5 milhão. A estrutura beneficiará 616 indígenas da aldeia Monguba. A Equipe Multidisciplinar é composta por uma enfermeira, um médico do Programa Mais Médicos, um dentista, um auxiliar de saúde bucal, três técnicos de enfermagem, dois agentes indígenas de saúde, um agente indígena de saneamento, além de um motorista para o carro de equipe e três motoristas para veículos de emergência.

    Até então, o atendimento à população ocorria em um espaço cedido pela prefeitura.

    Foto: Rafael Anacé/MS
    Foto: Rafael Anacé

    Outras ações na região

    Em 2025, o DSEI Ceará já recebeu R$ 22 milhões e vem ampliando ações para fortalecer a rede de atenção primária à saúde indígena no estado. Além da entrega das UBSIs, houve aumento no número de profissionais, com um salto de 306, em 2022, para 363 em 2025.  

    A modernização de equipamentos e a expansão da oferta de serviços tem garantido ainda mais acesso, qualidade e resolutividade nos 89 mil atendimentos contabilizados até o momento.

    Leidiane Souza e Julianna Valença
    Ministério da Saúde

  • Boa Vista PB abre concurso com 99 vagas em diversas áreas

    Boa Vista PB abre concurso com 99 vagas em diversas áreas

    A Prefeitura de Boa Vista, no Estado da Paraíba, anunciou um concurso público para preencher 99 vagas em diversas áreas, contemplando candidatos com níveis de formação fundamental, médio e superior.

    As oportunidades incluem cargos como:

    • Agente Comunitário de Saúde
    • Agente de Combate às Endemias
    • Assistente Social
    • Enfermeiro
    • Engenheiro Civil
    • Médico Clínico Geral
    • Entre outros (total de 47 funções)

    A jornada de trabalho varia entre 20 e 40 horas semanais, com salários de R$ 1.532,52 a R$ 4.020,19, de acordo com o cargo.

    EDITAL DE ABERTURA

    Boa Vista PB abre concurso com 99 vagas em diversas áreas (Foto: Divulgação)

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    Como participar

    As inscrições podem ser realizadas a partir das 9h do dia 19 de agosto até as 23h59 do dia 21 de setembro, pelo site da Ápice Consultoria. As taxas de inscrição variam entre R$ 34,00 e R$ 70,00, dependendo do nível de escolaridade exigido.

    O processo seletivo incluirá:

    • Prova objetiva (prevista para 23 de novembro)
    • Prova prática (para alguns cargos)
    • Avaliação de títulos (para alguns cargos)

    O concurso terá validade de dois anos a partir da homologação no Diário Oficial do Município, podendo ser prorrogado a critério da administração municipal.

  • Ministério da Saúde revisa normativas da Rede Nacional dos Centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde

    Ministério da Saúde revisa normativas da Rede Nacional dos Centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde

    O Ministério da Saúde está revisando a Portaria GM/MS nº 4.641, que instituiu Rede Nacional de Centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Rede CIEVS) em 2022. Para isso, a pasta reuniu em Brasília, nos dias 12, 13 e 14 de agosto, coordenadores e técnicos do CIEVS de todas as regiões do país, que atuam diretamente nas ações preparação, vigilância e resposta a potenciais emergências em saúde pública. Na abertura do evento, o diretor do Departamento de Emergências em Saúde Pública do Ministério da Saúde, Edenilo Baltazar, destacou a importância do diálogo com os profissionais que executam as ações no campo. “Precisamos conversar diretamente com quem atua na linha de frente. Essas pessoas têm percepções e detalhes que muitas vezes desconhecemos. Por isso, é essencial construir as decisões de forma coletiva”, ressaltou.

    À frente da coordenação-geral do CIEVS, Daniel Coradi, reforçou o papel estratégico da Rede CIEVS na vigilância baseada em eventos e na detecção precoce de ameaças à saúde pública. “A revisão da portaria é essencial para definir papéis com mais clareza e atender às especificidades de estados e municípios”, afirmou, destacando que o encontro resultará em uma proposta aprimorada para ser submetida as instâncias de pactuação.

    A coordenadora da Rede CIEVS, Rebeca Martins, lembrou que o processo de revisão é fruto de um trabalho contínuo desde a publicação da portaria anterior, em 2022. “Nada do que foi construído até aqui se perde. Estamos agregando as contribuições de grupos técnicos, pontos focais regionais e experiências locais para atualizar a normativa e aprimorar a articulação técnica da Rede”, explicou.

    Entre os principais temas discutidos estiveram o fortalecimento da vigilância baseada em eventos, a valorização do papel dos CIEVS na identificação precoce de ameaças e a consideração de tipologias diferenciadas, como unidades situadas em áreas de fronteira e regiões remotas. O encontro também promoveu a integração entre os níveis federal, estadual e municipal, alinhando ações de preparação, vigilância e resposta às emergências.

    Rede CIEVS

    Instituído em 2005, no contexto do Regulamento Sanitário Internacional (RSI), o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) é um serviço de inteligência epidemiológica voltado à detecção, verificação, avaliação, monitoramento, comunicação e resposta a eventos que possam constituir emergências em saúde pública no SUS. O CIEVS Nacional, inaugurado em 2006, é responsável por coordenar o Comitê de Monitoramento de Eventos e atua como ponto focal do Brasil junto à Organização Mundial da Saúde (OMS).

    A Rede CIEVS é composta por 190 unidades distribuídas da seguinte maneira: 01 Nacional, 27 Estaduais (incluindo o DF), 42 Regionais, 26 de Capitais, 46 Municipais, 14 de Fronteiras e 34 dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI). Com essa estrutura, a Rede CIEVS é fundamental para fortalecer a inteligência epidemiológica do país, integrar as esferas do SUS e potencializar a vigilância e resposta às emergências em saúde pública, garantindo maior proteção à população brasileira.

    João Moraes
    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde recomenda manuais de aplicação de marcas para a atenção primária à saúde do SUS

    Ministério da Saúde recomenda manuais de aplicação de marcas para a atenção primária à saúde do SUS

    Para garantir a uniformidade na comunicação de ações, programas e unidades de saúde que compõem a atenção primária em todo o País, o Ministério da Saúde recomenda três manuais de aplicação de marcas. Os documentos orientam estados e municípios sobre os padrões esperados para a sinalização e a ambientação de Unidades Básicas de Saúde (UBS), equipamentos, vestuários e unidades móveis.

    Os manuais destacam placas oficiais, sinalização de ambientes, envelopamento e adesivamento de veículos, itens de vestuário em geral e objetos de uso pelos profissionais, como mochilas, pranchetas e garrafas, entre outros materiais. É importante ressaltar que o Ministério recomenda que as secretarias de saúde insiram suas logomarcas nas peças, seguindo as instruções específicas de posicionamento e tamanho, sem distorções ou alterações nos padrões e cores originais.

    Para a secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas, o conteúdo técnico fortalece a identidade visual do SUS e a expansão dos serviços da rede. “Queremos que os materiais sejam amplamente conhecidos por gestores e trabalhadores que atuam na APS. A identidade visual com o uso das marcas oficiais é fundamental para o protagonismo dos serviços ofertados e para o pertencimento da população que acessa este nível de atenção.”, afirma.

    Confira todos os manuais disponíveis no portal do Ministério da Saúde

    Manual de identidade visual e sinalização: Unidades de Atenção Primária à Saúde

    A publicação está dividida em três partes principais: sinalização, que abrange a identificação externa e interna das unidades; ambiência, responsável pela decoração e ambientação que promovem maior aproximação entre as pessoas do território e equipes; e conteúdos técnicos e informativos, peças que exibem informações relevantes tanto para transparência junto ao controle social quanto para profissionais. Há peças fixas, prontas para produção sem alterações, e peças editáveis, que podem ser personalizadas.

    Faça o download dos arquivos vetorizados e prontos para a utilização

    Manual de Aplicação das Marcas da Atenção Primária à Saúde: Unidades Móveis

    As unidades móveis representam uma estratégia importante para levar ações e atendimentos de saúde às comunidades mais distantes ou com oferta limitada de serviços públicos. Sua mobilidade permite que a atenção primária chegue especialmente em regiões rurais, ribeirinhas ou áreas de difícil acesso. No manual constam diretrizes de adesivamento de veículos e embarcações de iniciativas estratégicas, como Unidades Básicas de Saúde Fluvial, Brasil Sorridente e Consultório na Rua. 

    Faça o download dos arquivos vetorizados e prontos para a utilização 

    Manual de Aplicação das Marcas da Atenção Primária à Saúde: Vestuário e Acessórios

    O documento orienta gestores e trabalhadores sobre os padrões esperados na utilização de marcas oficiais em uniformes, equipamentos de proteção individual e acessórios, reforçando a imagem institucional do SUS. O conteúdo apresenta todas as peças recomendadas para uso nos programas e estratégias vinculadas à atenção primária, como a Estratégia Saúde da Família, Brasil Sorridente, Atenção Primária Prisional, Academia da Saúde e outros.  

    Faça o download dos arquivos vetorizados e prontos para a utilização

    Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail editorial.saps@saude.gov.br

    Ministério da Saúde

  • Conselho Superior homologa três remoções de promotoras de Justiça

    O Conselho Superior do Ministério Público da Paraíba (CSMP) homologou três remoções de promotoras da instituição, sendo dois de entrância final e um da entrância inicial. As votações ocorreram durante a 12ª sessão ordinária, realizada na manhã desta segunda-feira (18/08), na sede do MPPB, em João Pessoa.

    Presidida pelo procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto, a sessão teve a participação do corregedor-geral, Antônio Sarmento, e dos conselheiros José Guilherme Soares Lemos, Sócrates da Costa Agra, Glauberto Bezerra, Alexandre César Fernandes Teixeira e Luís Nicomedes de Figueiredo Neto, além do secretário-geral Rodrigo Marques da Nóbrega.

    A promotora de Justiça Simone de Souza Oliveira Lima foi removida, pelo critério de antiguidade, ao cargo de 3º promotor de Justiça de Cajazeiras, com atribuições nos feitos de família e sucessões, nos feitos especiais e, extrajudicialmente, em matéria de família, cidadania e direitos fundamentais, consumidor, meio ambiente e patrimônio social.

    Foi homologada a remoção, pelo critério de merecimento, da promotora Fernanda Pettersen Lucena, para o cargo de 3º promotor de Justiça de Sousa, que tem atribuições nos feitos de família e sucessões e, extrajudicialmente, em matéria de família, cidadania e direitos fundamentais.

    Por fim, o Conselho homologou a remoção da promotora Ellen Cristina Veras de Araújo Ximenes, pelo critério de antiguidade, ao cargo de 1º promotor de Justiça de Alagoa Grande, com atribuições nos feitos criminais, nos feitos da infância e juventude, da Fazenda Pública, da execução penal e, extrajudicialmente, em matéria de criança e adlescente, educação, saúde, cidadania e direitos fundamentais, da mulher, patrimônio público e fundações.

    Comunicações

    O procurador-geral informou que, nesta segunda-feira (18/08), será realizada a sessão solene de posse de quatro novos promotores de Justiça substitutos, no auditório da sede do MPPB, a partir das 16h. Já na quinta-feira (21/08), será realizada a inauguração da sede da Promotoria de Justiça de Conceição, no Sertão do Estado. Por fim, propôs voto de pesar ao promotor Otacílio Machado pelo falecimento de sua mãe. O voto foi aprovado por unanimidade.

     

  • MPPB adera à campanha que reforça luta por dignidade da população em situação de rua

    MPPB adera à campanha que reforça luta por dignidade da população em situação de rua

    Para reforçar sua missão constitucional de promover a justiça social em defesa da sociedade, o Ministério Público da Paraíba (MPPB), por meio do Centro de Apoio Operacional da Cidadania e Direitos Fundamentais, realiza a campanha “A Rua Não é Escolha”, em alusão à Semana Nacional de Luta da População em Situação de Rua.

    O objetivo é ampliar a visibilidade dessa população, combater estigmas e destacar direitos fundamentais como moradia, alimentação e saúde. Ao aderir à mobilização nacional, o MPPB busca sensibilizar a sociedade e fortalecer o debate sobre a importância da inclusão social e da dignidade humana. 

    Segundo a coordenadora do CAO da Cidadania, promotora Liana Espínola Pereira de Carvalho, a campanha “A rua não é escolha” tem um significado fundamental. “Ela chama a atenção para o fato de que viver nas ruas não é fruto de opção pessoal, mas resultado de desigualdades profundas e da falta de políticas públicas eficazes. O Ministério Público reafirma, com esta mobilização, a necessidade de garantir direitos básicos como moradia, saúde, educação, trabalho e dignidade. É também um convite à sociedade para superar estigmas e enxergar cada pessoa em situação de rua como sujeito de direitos. Essa campanha é, acima de tudo, um chamado coletivo para que ninguém permaneça invisível”, explicou.

    Ao longo da semana, serão divulgados materiais informativos e de conscientização sobre a realidade das pessoas em situação de vulnerabilidade social, ressaltando a importância do acolhimento e de políticas públicas eficazes para esse segmento. O material da campanha foi produzido pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES).

    Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua

    Comemorado em 19 de agosto, o Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua homenageia as vítimas do “Massacre da Sé”, ocorrido em 2004, na capital paulista. Na ocasião, sete pessoas em situação de rua foram brutalmente assassinadas enquanto dormiam na Praça da Sé, fato que mobilizou a sociedade civil e gerou repercussão internacional.

    Diante da gravidade do episódio, foram impulsionados movimentos em defesa dos direitos humanos e da inclusão social, resultando na criação de políticas públicas, como o Decreto n.º 7.053/2009, que institui a Política Nacional para a População em Situação de Rua.

    Por meio da campanha “A Rua Não é Escolha”, o MPPB ressalta que o direito a condições dignas de vida é indisponível e deve ser garantido pelo poder público, sendo essencial para a superação das desigualdades estruturais que afetam essa parcela da população.

    Com Ascom/MPES

  • MPPB qualifica para transformar salões em espaços de prevenção ao feminicídio 

    MPPB qualifica para transformar salões em espaços de prevenção ao feminicídio 

    Iniciativa pioneira fortalece rede de proteção e distribui “Plano de Segurança para Vítimas”, em parceria com diversas instituições. 

    Em uma ação estratégica que integra a campanha “Agosto Lilás”, o Ministério Público da Paraíba (MPPB), por meio do Centro de Apoio Operacional Criminal (Caocrim), do Núcleo de Apoio às Vítimas de Crimes (Navic) e do Núcleo de Gênero, Diversidade e Igualdade Racial (Gedir), realizará um evento, para qualificar profissionais da área de beleza e de estética, na próxima segunda-feira, 25 de agosto, a partir das 9h da manhã, no Auditório Edigardo Ferreira Soares, que fica na sede da procuradoria-geral de Justiça, em João Pessoa. 

    A proposta é implementar, de forma efetiva, a lei estadual nº 12.956/2023, que institui o Programa “Profissionais da Beleza contra a Violência Doméstica”. A legislação estimula a capacitação desses profissionais como agentes multiplicadores na prevenção à violência de gênero, reconhecendo a posição singular de escuta e de confiança que ocupam com suas clientes. A ação reforça a mensagem de que a prevenção, a informação e o compromisso institucional devem caminhar juntos, unindo poder público, empresas e trabalhadores como parte essencial da rede de proteção às mulheres. 

    O Coordenador do Cao Criminal, promotor de Justiça Ricardo Alex Almeida Lins, destacou o propósito da iniciativa. “A realização deste evento destinado a profissionais da área de beleza e de estética tem o objetivo de promover a plena implementação da Lei Estadual nº 12.956, de 11 de dezembro de 2023, qualificando-os como agentes multiplicadores de informação contra a violência doméstica e familiar”. 

    A força da proposta está na união de esforços, refletindo o diálogo e a interlocução permanente entre as instituições envolvidas, fruto de uma ampla articulação que envolve, além do MPPB, a Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana (SEMDH), o Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB), o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), a Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraíba (OAB/PB), entre outros parceiros. O foco é fortalecer a proteção às vítimas e a prevenção de feminicídios na Paraíba, tônica primordial do Agosto Lilás. 

    Durante o evento, serão distribuídos exemplares do “Plano de Segurança para Vítimas de Violência Doméstica”, uma publicação conjunta do MPPB e do Governo do Estado. A Promotora de Justiça Liana Espínola Pereira de Carvalho, Coordenadora do GEDIR, ressaltou a importância do material. “Trata-se de uma iniciativa conjunta que representa um importante instrumento para a proteção e para o amparo de vítimas de violência doméstica em nosso Estado”. 
    A programação contará com a exposição da temática por 13 painelistas, todas mulheres com destacada atuação nas instituições que representam, garantindo uma abordagem multidisciplinar e especializada sobre o tema. A ação reforça o papel vital dos profissionais de beleza que, pelo estreito laço de confiança com as mulheres paraibanas, podem se tornar um canal fundamental de acolhimento, orientação e denúncia. Para participar, não é preciso se inscrever. No fim do evento, todos(as) os(as) participantes receberão uma declaração comprovando a presença.

  • Ncap e NGC/MPPB realizam Operação Arcus Pontis

    Ncap e NGC/MPPB realizam Operação Arcus Pontis

    O Ministério Público da Paraíba, por meio do Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (Ncap), com o apoio Núcleo de Gestão do Conhecimento – NGC, e das polícias Militar e Civil da Paraíba, deflagrou na manhã desta segunda-feira, 18 de agosto de 2025, a Operação Arcus Pontis. 

    A operação visa cumprir mandados judiciais expedidos pela Vara Única do Conde/PB, em decorrência de uma investigação de suposta chacina ocorrida no dia 15 de fevereiro do corrente ano na Ponte do Arco, na cidade de Conde, resultando na morte de cinco pessoas. 

    Estão sendo cumpridos 12 mandados judiciais em desfavor de policiais militares envolvidos na ocorrência, sendo seis de prisão temporária e seis de busca e apreensão. A operação conta com a participação de 72 integrantes, entre Promotores de Justiça, integrantes do NGCSI, policiais militares, inclusive com o apoio da respectiva Corregedoria, além de policiais civis. 

    Com a ação, o Ministério Público reitera, mais uma vez, seu compromisso com a sociedade na defesa da vida e na garantia da aplicação da lei para todos os cidadãos, assegurando a responsabilização de todos os envolvidos.