A Fundação Estudar, organização sem fins lucrativos brasileira de incentivo à educação, que custeia bolsas de estudo para graduação e pós-graduação e oferece treinamentos, está com inscrições abertas até dia 30 para o programa Líderes Estudar 2020 que oferece bolsas de estudos para as melhores universidades do mundo.
A taxa de inscrição é de R$75 para os programas de graduação e intercâmbio, e R$150 para programas de pós-graduação. Jovens que não tiverem condições financeiras de arcar com o valor da taxa, podem solicitar a isenção da mesma, comprovando a necessidade.
A Fundação Estudar oferece bolsas de estudo para graduação e pós-graduação
(Foto: Divulgação)
Programa é voltado para jovens com idades entre 16 e 34 anos
A Fundação Estudar cobre de 5% a 95% das despesas dos estudantes em mensalidades, anuidades, moradia, transporte e alimentação, entre outros custos. O valor é definido de acordo com perfil dos jovens, considerando a duração e o local do curso.
O Programa Líderes Estudar é voltado para pessoas com idades entre 16 e 34 anos, matriculados, em processo de aceitação ou cursando o ensino superior no Brasil ou no exterior. A disputa é dividida em sete etapas, como testes de perfil e de lógica, avaliação por vídeo, painel com ex-bolsistas e entrevistas.
O objetivo da Fundação Estudar é encontrar talentos e futuras lideranças que apresentam uma inquietude transformadora, sede de mudança e potencial para gerar impactos positivos e melhorar o país.
É importante destacar que a última edição foi uma das mais diversas em relação aos anos anteriores, com muita gente boa interessada em estudar Empreendedorismo, Gestão Pública e Tecnologia, por exemplo.
O número de casos de Coronavírus no Brasil cresce todos os dias e uma das principais recomendações para conter a propagação do vírus é evitar aglomerações e, se possível, ficar em casa. Para atender a essa sugestão, escolas e universidades suspenderam aulas e muitas empresas adotaram o sistema home office.
Com as mudanças, as pessoas economizam tempo de viagem e sobram mais horas vagas no dia. Uma boa estratégia para aproveitar esse tempo extra é investir em qualificação profissional.
Com a pandemia do Covid-19, a melhor maneira de continuar estudando e se qualificando é investir no ensino EaD. Além de não precisar sair de casa para estudar, essa modalidade garante ao estudante maior flexibilidade para assistir às aulas.
Profissionais podem aproveitar quarentena para se qualificar
(Foto: Pixabay)
Senai oferece 12 cursos gratuitos em diferentes áreas
Os cursos oferecidos contemplam até 28 diferentes áreas da indústria, desde a iniciação profissional até a pós graduação. Ao todo, são 12 cursos gratuitos.
Os alunos que tiverem aproveitamento igual ou superior a 70% do curso terão direito a um certificado. O documento pode ser impresso na própria plataforma.
Confira a lista de cursos gratuitos disponíveis no portal do Senai:
Udemy tem mais de mil cursos gratuitos disponíveis
Outra plataforma que está oferecendo cursos gratuitos para quem deseja aproveitar a quarentena para investir em desenvolvimento pessoal é a Udemy. No site estão cadastrados mais de 100.000 cursos dos mais variados temas.
A empresa, que se classifica como um marketplace líder global para ensino e aprendizado, trabalha conectando alunos de qualquer lugar aos melhores instrutores ao redor do mundo. Mais de 30 milhões de alunos já se cadastram na plataforma, que possui formações em mãos de 50 idiomas.
Todos os meses, novas formações são cadastradas e o acesso aos cursos são vitalícios. Há cursos para diversas áreas, como: Negócios, Design, Fotografia, Marketing, TI e Software, desenvolvimento pessoal, entre outras.
Atualmente, há cerca de 1.012 cursos cadastrados na plataforma. Entre eles:
Eventos cancelados, lojas fechadas, campeonatos esportivos adiados, provas de concursos suspensas e outras medidas foram tomadas para controlar o surto do novo Coronavírus. No Brasil, já são 5 mortes provocadas pelo Covid-19 e 530 infectados.
O Covid-19 tem alta transmissibilidade, ou seja, uma pessoa infectada em aglomerações pode acabar infectando várias outras. O período de quarentena, ou isolamento social, é importante para evitar que aumente o número de infectados.
A quantidade de leitos de hospitais disponíveis é limitada. Se o número de casos aumentar rapidamente o Sistema Único de Saúde (SUS) não vai ter capacidade para atender todos os infectados.
Um ponto muito delicado é em relação ao trabalho, pois não dá para ignorar o fato de que as pessoas precisam trabalhar. Em alguns casos, foi adotado o home office, mas não é uma medida que serve para todos.
“O trabalho home office pode ser dado de diversas maneiras, porém, é destinado a apenas algumas funções administrativas”, explica José Lucio Glomb, advogado especialista em Direito do Trabalho e sócio do Glomb & Advogados.
“Quem atende em setores de produção, como fábricas, e atendimento presencial, como médicos e restaurantes, por exemplo, devem avaliar caso a caso diretamente com o empregador”, orienta o especialista.
Algumas empresas estão tentando contornar a situação, para evitar o contágio, com medidas como a flexibilização do horário de trabalho, a fim de evitar que os colaboradores peguem transporte público em horário de pico.
Trabalhadores com Coronavírus não podem ser descontados
(Foto: Pixabay)
Mas e se o trabalhador estiver infectado?
A Lei 13.979/2020, que dispõe sobre as medidas de enfrentamento ao Covid-19, prevê que as pessoas que já estão contaminadas, assim como seus pertences, fiquem em isolamento para evitar a propagação do vírus.
“Quem está em quarentena é porque são pessoas que ainda não contraíram o vírus, mas estão em observação”, explica o advogado.
Para os infectados, será garantido o direito de tratamento gratuito, feito pelo SUS. Mas durante o tratamento, o patrão pode descontar as faltas do salário do colaborador? O especialista explica que não, pois caso seja necessário a falta é por um motivo justificável.
“No trabalho, essas pessoas terão faltas justificáveis e sem qualquer retirada de direito, isto é, receberão como um dia normal de trabalho. Então, caso seja necessário que o funcionário falte ao serviço, essas faltas serão abonadas porque são consideradas justificadas”, afirma.
“Cabe ao empregador proporcionar um ambiente de trabalho com garantia de higiene e de segurança adequados. Temos agora um grande contágio por vírus, no caso, o Covid-19, o empregador tem o dever de proporcionar os elementos necessários para a prevenção ao contágio desse vírus”, conta o advogado.
Glomb ainda diz que “a ideia de fornecer máscaras e álcool gel é porque há uma situação de risco ao empregado”. Em relação a ter profissionais de saúde na empresa, o especialista diz que não é uma obrigação da empresa.
“O que existe na prática em vários casos é que o próprio médico da empresa, devidamente registrado no CRM, possui conhecimento técnico para fazer diagnósticos preliminares e, se necessário, encaminhar os funcionários a hospitais adequados para que seja dado o devido tratamento” ressalta.
José Lúcio reforça que, conforme a CLT, “o empregador é obrigado a fornecer sempre um ambiente apropriado de higiene e segurança do trabalho. Por sua vez, o empregado pode até recusar, efetivamente, quando esse ambiente não é apropriado, especialmente quando existe um risco de mal considerável, um risco de perigo para sua saúde”.
O conselho que ele dá é que, nessa situação, o empregado converse com seu empregador sobre a possibilidade de trabalhar em home office, para os casos possíveis. Além disso, outras alternativas podem ser pensadas.
“É possível que o rodízio de funcionários atinja todas as pessoas e o que pode acontecer é que, por meio de um acordo coletivo de classe/sindicato ocorrer realmente uma diminuição na jornada de trabalho ou uma licença remunerada, que pode ser tratada até mesmo entre empregador/empregado”, comenta.
E completa dizendo que “não é uma situação habitual, mas, diante do cenário, é algo perfeitamente possível desde que haja consentimento”.
Coronavírus pode ser considerada ‘doença de trabalho’?
A resposta está no art. 20, §1º, alínea “d” da Lei 8213/91, ao estabelecer que “não são consideradas como doença do trabalho: a doença endêmica adquirida por segurado habitante de região em que ela se desenvolva, salvo comprovação de que é resultante de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho.”
“Logo, só haverá doença do trabalho, equiparada à acidente do trabalho, se o trabalhador adquirir o vírus em decorrência do seu exercício laboral, como enfermeiros, médicos e trabalhadores em hospitais no geral, assim como agentes de coleta em laboratórios, atendentes em postos de saúde, entre outros”, explica.
Glomb chama a atenção, ainda, para a relevância dessa caracterização. Pois, segundo ele, em caso de doença de trabalho, nesta situação, o empregado poderá ter direito à estabilidade no emprego, por um ano após a alta previdenciária.
“O empregado infectado pelo vírus vai se submeter às mesmas regras dos demais doentes, isto é, o empregador paga os primeiros quinze dias e a previdência paga o benefício previdenciário (auxílio doença), em caso de preenchimento dos requisitos”, finaliza.
Os impactos causados pela pandemia do Coronavírus devem se agravar nas próximas semanas, sobretudo no mundo do trabalho. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a previsão é de que o desemprego afete quase 25 milhões de pessoas em todo o mundo. Mas, a avaliação alerta que, se os governos adotarem resposta coordenada internacionalmente, a crise poderá ser bem menor.
Nessa quarta-feira, 18, a equipe econômica do governo brasileiro propôs medidas para barrar as demissões devido à queda na atividade econômica. Entre elas, estão a redução proporcional de salários e de jornada. Conforme a equipe, a proposta não altera a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), e que a flexibilização seria adotada somente durante a crise do Covid-19.
Contudo, o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, afirmou que, para ter validade, as medidas precisam ser aprovadas por Medida Provisória, que tem efeito imediato, ou podem ser propostas através de um projeto de lei, que deve ser aprovado pelo Congresso Nacional.
As medidas não foram muito bem recebidas por entidades representativas dos trabalhadores. O Sindicato dos Empregados no Comércio no Rio de Janeiro (SECRJ), por exemplo, questionou o fato de o governo tratar a questão de maneira unilateral, sem propor o diálogo entre os interessados.
“O sindicato está discutindo com as entidades patronais a assinatura de uma convenção excepcional a fim de garantir que as empresas possam dar férias coletivas de até 30 dias aos colaboradores e também pratiquem a redução de jornada com redução salarial, com limite de até 25%, e, com a garantia da manutenção do emprego dos trabalhadores que terão essa redução”, afirmou o presidente do SECRJ, Márcio Ayer.
Segundo ele, o ajuizamento de ação coletiva “é melhor para todo mundo por não se tratar de uma imposição vinda do governo sem ouvir as partes”. Em relação ao pacote emergencial anunciado pelo governo, no início da semana, como o adiamento do recolhimento de impostos e flexibilidade na concessão de crédito às empresas é vista com bons olhos:
“As políticas que possam isentar as empresas do encargos e a população das contas, como água e luz, são medidas necessárias para conter esse momento de crise. Entretanto, sem retirar mais direitos dos trabalhadores”.
O governo também propõe facilitar o teletrabalho, a antecipação de férias individuais, a decretação de férias coletivas, o uso do banco de horas, a antecipação de feriados não religiosos e o adiamento do recolhimento do FGTS durante o estado de emergência.
Márcio ressalta que, o momento é de “preservar os empregos e a vida das pessoas. O que tem ocorrido nos outros países, tanto os que erraram e os que acertaram, serve de aprendizado. É o momento de união de todos: patrões e empregados”.
SECRJ diz que medidas anunciadas pelo governo federal são impositivas
(Foto: Pixabay)
Tem trabalhadores sendo demitidos por redes sociais
Adotando medidas de governos locais, shoppings centers e lojas por todo o país tem sido fechadas ou estão com funcionamento parcial para evitar a aglomeração de pessoas, e, consequentemente, a disseminação do Covid-19. Em São Paulo, por exemplo, onde já há o registro de cinco mortes causadas pela doença, os shoppings estão proibidos de abrirem até o dia 30 de abril, a princípio.
Segundo informou a Fecomércio SP, há o entendimento de “que essa é uma questão de saúde, porém, existem impactos econômicos decorrentes da medida, que deixa lacunas, por exemplo, quanto aos custos fixos das empresas (contas de água, luz, aluguel, condomínio, contratos de fornecimentos futuros, funcionários, etc.)”.
No Rio de Janeiro, com duas mortes registradas, os shoppings estão apenas com as praças de alimentação em funcionamento. A Fecomércio RJ, que representa cerca de 3/4 quartos dos empregos do Estado, “sinalizou ao Governo, que qualquer medida restritiva, que venha a ser tomada, leve em consideração a sobrevivência das empresas e a manutenção dos empregos” e que estão acompanhando diariamente as decisões das autoridades.
Entretanto, Ayer vem questionando a forma como alguns shoppings estão atuando para fechar as lojas. Ele conta que tem chegado ao sindicato diversas reclamações de colaboradores, informando que as empresas estão migrando os funcionários dos centros comercias para as lojas de rua. Isso tem causado muito desconforto aos trabalhadores, uma vez que, as lojas estão ficando superlotadas. “A orientação é liberar todo mundo”, reforça.
Diante do encerramento temporário das lojas, o sindicato tem recebido também relatos graves em relação à dispensa dos trabalhadores.
“A gente tem recebido muitas denúncias de trabalhadores sendo demitidos por mídias sociais, como mensagens de texto por WhatsApp. E, pedindo para eles aguardem em casa para procurarem os seus direitos. Em um momento como esse que precisava de assistência é o fim do mundo para eles”, denuncia.
Com o intuito de oferecer assistência jurídica aos trabalhadores, o presidente conta que o sindicato vem mantendo um plantão para não deixá-los desassistidos. E que o trabalhador que se sentir prejudicado pode ligar o para o telefone da entidade: 21 3266 4100.
A consultoria de Recursos Humanos, Luandre, oferta mais de 250 vagas na indústria neste mês de março. As oportunidades são para diversos segmentos e em diversas cidades.
Os interessados em participar da seleção devem se candidatar no site da Luandre, no portal do candidato. A inscrição é gratuita e pode ser feita, também, pelo celular, no aplicativo da empresa.
A empresa mantém um banco de vagas atualizado e tem um processo dinâmico de abertura de novos processos de seleção e recrutamento. No site, os candidatos podem selecionar a vaga de acordo com seu perfil, especificando o cargo, salário que deseja receber e local de atuação.
A empresa já atua no ramo de consultoria em RH há 50 anos. Em 2019, mais de 60 mil profissionais foram administrados ao longo do ano e mais de 2 milhões de currículos foram cadastrados no site.
Inscrições devem ser feitas no site ou aplicativo
(Foto: Pixabay)
Luandre tem vagas de trabalho abertas para temporários e efetivos
No total, são 257 vagas oferecidas, sendo 154 temporárias e 103 efetivas. Confira algumas oportunidades:
⇒ Temporárias
Operador de Manufatura – Injeção
Auxiliar Geral
Operador de Empilhadeira
Operador I
Operador de Produção
⇒ Efetivas
Ajudante de Produção
Operador de Empilhadeira
Operador I
Auxiliar de montagem
Líder de Produção
Supervisor de Produção
Os detalhes sobre as etapas do processo seletivo não foram divulgados e podem variar de acordo com o cargo. As etapas podem também podem sofrer alteração durante a epidemia de Coronavírus.
Confira medidas adotadas pela empresa por conta do Coronavírus
Diante do contexto atual, a recomendação é que as pessoas evitem sair de suas casas para conter o avanço do Covid-19. A Luandre também aderiu às novas determinações e divulgou em seu site quais cuidados devem ser adotados para garantir o bem-estar de colaboradores, candidatos, clientes e parceiros.
Todos os meses, mais de 100 mil candidatos frequentam as unidades da empresa, que conta com 10 unidades. A ideia é reduzir esse número, para diminuir os riscos de contaminação entre as pessoas entre as unidades da empresa. Dentre as medidas adotadas pela Luandre nesse momento, estão:
Estímulo do cadastro de currículo via Portal do Candidato Luandre e aplicativo;
Entrevistas, sempre que possível, serão feitas à distância (por vídeo chamada ou de outras maneiras);
Caso não seja possível realizar à distância, entrevistas e coletivas terão número limitado de pessoas por sala;
Intensificação da limpeza de todas as unidades de atendimento;
Campanha interna para orientação de toda a equipe;
Implantação de home office para algumas áreas da empresa;
Nesta quinta-feira, 19, o Ministério da Economia anunciou que o governo vai pagar parte dos salários de trabalhadores que tiverem os vencimentos reduzidos, devido à redução de jornada causa pelo novo Coronavírus.
A medida terá um impacto de R$ 10 bilhões e será válida apenas para aqueles que recebem até dois salários mínimos – o que totaliza, atualmente, R$2.090. A ação faz parte do pacote para reduzir os efeitos da Covid-19 na economia brasileira.
Na prática, a medida funciona como uma antecipação do seguro-desemprego. Os trabalhadores receberão 25% do que teriam direito mensalmente caso solicitassem o benefício. Esse recurso será destinado do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Desde janeiro de 2020, o valor máximo das parcelas de seguro-desemprego passou a ser R$1.813,03. Em média, o valor do pagamento será de R$250, mas, segundo o governo, poderá ser maior.
O objetivo é que sejam atendidas mais de 11 milhões de pessoas ao longo de três meses. No entanto, esse tempo poderá ser estendido, o que vai depender do andamento da crise.
O secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Bianco, disse que a medida visa garantir que os empregos sejam mantidos. Ele ainda afirma esperar que os empresários se comprometam a não demitir.
“São três meses que passaremos por dificuldade, são três meses de esforço conjunto, até passar a fase mais aguda dessa crise passar. Essa medida é para todos, na busca pela preservação do emprego, fazendo com que o empregado possa ter a redução da jornada, e possa compor seu orçamento com a parcela vinda do governo”, disse Bianco.
Ministério da Economia anuncia medidas para reduzir efeitos do Covid-19
(Foto: Divulgação)
Governo vai pagar os 15 primeiros dias de afastamento de trabalhador infectado
Outra medida anunciada pelo órgão foi o pagamento dos 15 primeiros dias de licença médica para os trabalhadores infectados pelo novo Coronavírus. Atualmente, esse valor é pago pela empresa.
“Vai ser um pagamento feito pela Previdência, com o teto do Regime Geral da Previdência Social”, conta o secretário Bianco.
Após os 15 dias, o trabalhador passa a receber pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), cujo valor do teto dos benefícios do INSS é de R$ 6.101,06. A medida só vai valer para os trabalhadores de carteira assinada que contribuem para o INSS.
Mais detalhes da ação só serão informados pelo Ministério da Economia na sexta-feira.
O cronograma de inscrição dos beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) no Cadastro Único (CadÚnico) foi prorrogada. A decisão foi divulgada por meio de Portaria publicada no Diário Oficial da União dessa quarta-feira, 18.
A medida faz parte das ações de enfrentamento ao avanço do novo Coronavírus (Covid-19). O Ministério da Cidadania quer evitar a aglomeração de idosos e pessoas com deficiência que ainda precisam fazer a inscrição.
Segundo informações da Secretaria Especial do Desenvolvimento Social, cerca de 243 mil beneficiários que recebem o benefício e ainda não realizaram a inscrição no Cadastro Único não precisarão fazê-la pelos próximos 120 dias. O benefício não será bloqueado ou suspenso.
O BPC é a garantia de um salário mínimo mensal às pessoas com deficiência que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção, nem de tê-la provida por sua família. Para ter direito, é necessário que a renda por pessoa do grupo familiar seja menor que 1/4 do salário-mínimo.
Inscrição para o BPC no Cadastro Único é ampliado em 120 dias
(Foto: Ministério da Cidadania)
Prazos foram estendidos até setembro
Inicialmente, os beneficiários do BPC que fazem aniversário em setembro teriam que realizar inscrição até 1º de março. Com a prorrogação, essas pessoas poderão se cadastrar até junho.
A data limite para realizar o cadastro varia conforme o mês de nascimento. Confira a tabela com o novo cronograma:
Os gabaritos preliminares do primeiro dia de provas do concurso Cabedelo-PB já estão disponíveis. As avaliações objetivas foram aplicadas no último domingo, 15 de março de 2020.
Acesse todos os gabaritos:
Turno da manhã
Turno da tarde
As provas foram divididas entre os turnos da manhã e da tarde. Na parte da manhã fizeram a prova apenas os candidatos aos cargos de agente comunitário de saúde, agente de combate às endemias, auxiliar em saúde bucal e cuidador da educação inclusiva.
Já na parte da tarde realizaram os exames quem se inscreveu para guarda civil metropolitana (masculino e feminino), intérprete de Libras e técnico em auditoria de controle externo.
Todos os concorrentes tiveram um total de quatro horas para resolver 50 questões de múltipla escolha, exceto para a função de auditor de controle externo, cujos exames foram compostos por 60 perguntas.
As disciplinas abordadas foram Língua Portuguesa, Conhecimentos Gerais, Informática e Conhecimentos Específicos. E para ser considerado aprovado, é necessário acertar pelo menos 50% da prova.
Para as carreiras de agente de trânsito e guarda metropolitana ainda haverá exame médico, teste de aptidão física (apenas para guarda), curso de habilitação, exame psicotécnico, investigação social e um curso de formação. Para a função de auditor de controle interno haverá ainda prova de títulos. E para intérprete de libras, uma prova prática.
Cabedelo PB: gabaritos preliminares do primeiro dia de provas já estão disponíveis.
(Foto: divulgação)
Segundo dia de provas é suspendo devido ao Coronavírus
O segundo dia de provas do concurso Cabedelo PB, agendadas para acontecer no próximo domingo, 22 de março, foram suspensas devido ao risco de contaminação com o Covid-19 (Coronavírus).
A Comissão Especial de Supervisão e Acompanhamento do Concurso Público da Prefeitura Municipal de Cabedelo, publicou a decisão na terça, 17.
Ainda não há informações sobre novas datas para realização dos exames, mas a banca Educa Assessoria Educacional solicita que os candidatos permaneçam atentos aos comunicados publicados em seu site e no site da Prefeitura do município.
O segundo dia de provas estava destinado aos candidatos que concorrem aos cargos de auditor de controle interno, bibliotecário e professor de educação básica I na parte da manhã e, no turno da tarde, aos cargos de agente de trânsito e professor de educação básica II nas seguintes especialidades:
Artes visuais;
Ciências;
Educação Física;
Geografia;
História;
Inglês;
Matemática; e
Português.
O concurso da Prefeitura, na Região Metropolitana de João Pessoa, oferta ao todo 276 vagas efetivas para os níveis médio, técnico e superior em diversas áreas. As remunerações vão de R$1.039 a R$2.077,50, conforme a carreira escolhida.
Uma avaliação feita pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgada na última quarta-feira, 18, informou que a pandemia do Coronavírus pode acarretar uma crise econômica e trabalhista, com o desemprego afetando quase 25 milhões de pessoas.
De acordo com a OIT, se houver uma resposta política coordenada internacionalmente, como aconteceu na crise financeira global de 2008-2009, o impacto no desemprego global poderá ser significativamente menor.
Como forma de minimizar os impactos da pandemia no mercado de trabalho, o estudo chamado “Covid-19 e o mundo do trabalho: Impactos e respostas” defende a adoção de medidas urgentes, em larga escala e coordenadas, baseadas em três pilares:
Proteger os trabalhadores no local de trabalho;
Estimular a economia e o emprego; e
Apoiar os postos de trabalho e a renda.
Tais medidas incluem a ampliação da proteção social, o apoio à manutenção de empregos (ou seja, trabalho com jornada reduzida, licença remunerada, e outros subsídios) e aos benefícios fiscais e financeiros, inclusive para micro, pequenas e médias empresas.
Além disso, a avaliação propõe medidas de política fiscal e monetária, além de empréstimos e do apoio financeiro a setores econômicos específicos.
“Isso não é mais apenas uma crise global da saúde, é também uma grande crise do mercado de trabalho e econômica que está causando um enorme impacto nas pessoas”, disse o diretor-geral da OIT, Guy Ryder, ao ressaltar que, em 2008, o mundo formou uma frente unida para enfrentar as consequências da crise financeira global e o pior foi evitado, e precisamos desse tipo de liderança e determinação agora.
Crise do Coronavírus pode causar quase 25 milhões de desempregos
(Foto: Reprodução)
Setores mais afetados pela crise do Coronavírus
Com o crescimento dos casos de Coronavírus pelo mundo, uma das principais recomendações dadas pelas autoridades é evitar, ao máximo, sair às ruas. Como consequência dessa atitude, os comércios e demais setores da economia acabam sofrendo com a falta de consumidores.
No entanto, nem só as grandes empresas são abaladas neste momento. Um mapeamento feito pelo Sebrae identifica a construção civil, a alimentação fora do lar e a moda e varejo tradicional como alguns dos setores mais impactados pela pandemia do Covid-19 no Brasil.
Além desses, outros dez segmentos estão entre os mais afetados e totalizam mais de 12,3 milhões de negócios, que respondem por mais de 21,5 milhões de empregos. O total de pessoas empregadas nas pequenas empresas é de 46,6 milhões, segundo dados da RAIS de 2018.
Os setores de serviços educacionais, logística, transporte e tecnologia também estão com o alerta ligado e preocupam por movimentarem, juntos, uma massa salarial anual superior a R$238 bilhões.
Na tentativa de amenizar os efeitos do Coronavírus na economia e oferecer soluções aos donos de pequenos negócios, o Sebrae construiu um conjunto de propostas que foi entregue ao Ministério da Economia sugerindo ações em quatro frentes:
Redução de custos: políticas públicas para redução de alugueis, folhas de pagamento, encargos trabalhistas, empréstimos bancários, entre outros;
Viabilização de fluxo de caixa: linhas especiais para alongamento de prazo com fornecedores e empréstimos bancários, disponibilização de sistemas de garantias, prorrogação do prazo para recolhimento de tributos, unificação da data do FGTS;
Manutenção de empregos: ampliação e simplificação do uso de banco de horas, férias coletivas, redução e/ou escalonamento de jornada de trabalho, home office e suspensão do contrato de trabalho com direito ao seguro desemprego por período limitado; e
Orientação: apoio ampliado, especializado e gratuito aos empresários de micro e pequenas empresas, com foco na adequação da operação dos negócios, permitindo a redução dos custos, manutenção dos empregos e sobrevivência das MPE neste período.
“Precisamos agora cuidar da sobrevivência da micro e pequena empresa. É ela que segura o emprego e que tem maior capacidade de se adaptar e se reinventar para enfrentar esta crise. Por isso, o Sebrae está retomando a campanha ‘Compre do Pequeno Negócio’, pois a preservação deles está diretamente ligada à manutenção dos empregos no país”, orienta o presidente do Sebrae, Carlos Melles.
Para manter suas atividades e ao mesmo tempo garantir a segurança e bem estar dos funcionários em meio a pandemia de Coronavírus, muitas empresas têm aderido ao Home Office. Mas como manter a produtividade trabalhando de casa?
Celson Hupfer, CEO da Connekt, plataforma de recrutamento digital, listou algumas dicas sobre o assunto. Para ele, esse sistema apresenta aspectos positivos para a empresa e funcionários.
“A internet hoje é uma ferramenta que veio para facilitar o fluxo de trabalho e a qualidade dele. Já existem estudos que comprovam a eficácia do home office. Quando bem feito, pode elevar os índices de produtividade e flexibilidade da equipe. Para o colaborador, pode significar menos estresse e maior disposição”, destacou.
Quem nunca trabalhou neste modelo e está com dificuldade nesse período de adaptação pode implementar algumas atitudes básicas na rotina que vão ajudar a manter a produtividade e eficácia no trabalho.
Pequenas atitudes podem ajudar a melhorar produtividade durante Home Office
(Foto: Pixabay)
Confira nove dicas para manter a produtividade no home office
1. Estabeleça horários
Em primeiro lugar, Hupfer destacou a importância de criar um cronograma diário com hora para iniciar o trabalho, pausa para o almoço e horário para finalizar as atividades do dia. “Isso vai ajudar seu corpo a funcionar de forma como se estivesse na empresa.”
2. Crie uma rotina
Também é preciso manter uma rotina no home office. Neste caso, a dica é tirar o pijama e se arrumar como se estivesse em seu local de trabalho. Segundo Hupfer, tal prática ajuda a espantar a preguiça.
3. Defina um local de trabalho
Além de se arrumar, é fundamental sair da cama e preparar um ambiente em casa para ser seu local de trabalho.
“Fique atento a sua postura para não afetar a coluna, e ao espaço que escolherá para desempenhar as atividades, porque o local pode interferir diretamente na sua produtividade.”
4. Atenção à qualidade de vida
É muito comum que ao trabalhar em casa, o profissional fique imerso nas atividades e não respeite as pausas. No entanto, Hupfer lembra que é importante reservar momentos ao longo do dia para tomar água, levantar da mesa e caminhar pela casa para manter a saúde e a qualidade de vida.
5. Não se distraia
Também é preciso deixar de lado as distrações.
“Desligue a TV para manter a atenção e a utilize apenas em momentos de descanso, como o horário do almoço. Mesmo assim, tenha cuidado para não perder tempo demais em programações que podem tirar o seu foco.”
6. Mantenha o calendário de reuniões
O especialista orienta, ainda, sobre a importância de continuar realizando as reuniões agendadas na semana. Para isso, pode-se fazer uso de aplicativos como Skype e Hangout. “Normalmente, as reuniões presenciais podem ser mantidas mesmo em um regime de home office. Porém, com a recomendação de evitar aglomerações, a solução é importante para evitar a propagação do vírus”, recomendou.
7. Foque no trabalho em equipe
Outra dica é manter o contato com a equipe, combinar reuniões e conversar sobre o andamento do trabalho, seja com um colega ou com os gestores. Isso permitirá que as atividades permaneçam alinhadas com as estratégias do período.
8. Faça uma lista de tarefas
Para ajudar na organização da rotina, o profissional pode iniciar o hábito de fazer uma lista de tarefas diárias.Isso ajudará a manter a determinação e o foco em cumprir cada um dos itens.
9. Peça a colaboração das pessoas que moram com você
Para quem mora junto dos pais, amigos ou filhos, é importante falar sobre este período. “É comum que algumas pessoas não entendam como o home office funciona, por isso é fundamental que converse sobre isso com as pessoas de casa para que evitem pedir favores ou simplesmente conversar em momentos indevidos,” finaliza.