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  • PL que amplia acessibilidade em espaços culturais avança na Câmara

    PL que amplia acessibilidade em espaços culturais avança na Câmara

    Projeto amplia acessibilidade em espaços culturais e esportivos.

    Projeto amplia acessibilidade em espaços culturais e esportivos.Freepik

    A Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que torna obrigatório o fornecimento de cadeiras de rodas para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida em estabelecimentos culturais e esportivos, como cinemas e estádios de futebol. Essa medida será incorporada à Lei da Acessibilidade, que já prevê a mesma obrigação para shoppings centers.

    O deputado Marx Beltrão (PP-AL) é o autor da proposta (PL 2.591/24), que recebeu parecer favorável do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ).

    “Os espaços destinados à cultura e ao esporte devem eliminar barreiras e garantir os direitos das pessoas com deficiência”, afirmou Ribeiro. O deputado apresentou um substitutivo com alterações meramente formais, preservando o conteúdo original do projeto, mas transferindo a medida para a Lei da Acessibilidade.

    Originalmente, o projeto previa a alteração do Estatuto da Pessoa com Deficiência. A proposta seguirá agora para análise, em caráter conclusivo, das comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Para se tornar lei, o projeto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

  • Comissão aprova novas regras para preços mínimos de produtos agrícolas

    Comissão aprova novas regras para preços mínimos de produtos agrícolas

    A Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei 1284/2019, que altera as normas para definição dos preços mínimos de produtos agrícolas. O texto estabelece que o Conselho Monetário Nacional (CMN) deverá fixar os preços mínimos em valores não inferiores ao custo operacional de produção.

    O deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) é relator do projeto

    O deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) é relator do projetoClaudio Reis/Câmara dos Deputados

    Atualmente, o decreto-lei 79/1966 orienta que o CMN considere fatores internos e externos de mercado, além dos custos de produção.

    A proposta é de autoria do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) e teve parecer favorável do relator, deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS).

    De acordo com o projeto, o custo operacional incluirá despesas de produção e a depreciação anual de máquinas, equipamentos e benfeitorias, seguindo critérios da Receita Federal. “A fixação de preços mínimos adequados é essencial para assegurar a sustentabilidade econômica dos produtores rurais”, afirmou Nogueira.

    Heinze destacou que a medida beneficia especialmente a agricultura familiar. “O mérito é atingir, principalmente, a agricultura familiar”, disse o senador.

    O projeto será analisado agora pelas comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, será votado no Plenário da Câmara. Para virar lei, precisa ser aprovado sem mudanças.

  • Câmara aprova o envio de bicicletas apreendidas para insituições

    Câmara aprova o envio de bicicletas apreendidas para insituições

    O texto substitutivo do projeto de lei 5036/2019, que destina bicicletas apreendidas e não reclamadas em três meses a instituições beneficentes foi aprovado pela Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados. O objetivo é transformar as peças em cadeiras de rodas e triciclos adaptados para pessoas com deficiência.

    O deputado Felipe Carreras (PSB-PE) é o autor do projeto aprovado pela Comissão de Saúde da Câmara

    O deputado Felipe Carreras (PSB-PE) é o autor do projeto aprovado pela Comissão de Saúde da Câmara Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

    O projeto foi apresentado pelo deputado Felipe Carreras (PSB-PE) e teve como relator o deputado Luciano Ducci (PSB-PR), que substituiu o texto original. Ducci argumentou que a iniciativa reduz o tempo de espera por equipamentos de mobilidade e evita a deterioração de bens públicos.

    De acordo com a proposta, 80% dos equipamentos produzidos serão entregues a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) que aguardam esses recursos, enquanto 20% irão para paratletas.

    Além de incorporar mudanças sugeridas pela Comissão do Trabalho, o relator acrescentou a exigência de cadastro das instituições beneficentes junto ao Ministério da Saúde.

    O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas Comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

  • STF julga prisão de Collor em plenário virtual

    STF julga prisão de Collor em plenário virtual

    O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decide nesta sexta-feira (25), de forma virtual, se mantém a prisão do ex-presidente Fernando Collor, determinada em decisão do ministro Alexandre de Moraes. Collor recebeu pena de 8 anos e 10 meses de prisão em regime fechado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em um desdobramento da Operação Lava Jato.

    A sessão começa às 11h e vai até 23h59 desta sexta-feira. Esta publicação será atualizada com o voto de cada ministro. Atualize ao longo do dia para acompanhar.


    • Atualização: o ministro Gilmar Mendes pediu destaque – ou seja, interrompeu o julgamento e requisitou que o assunto fosse para o plenário físico – logo que a sessão virtual foi aberta. Entenda melhor aqui.

    Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

    Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), na Praça dos Três Poderes, em Brasília.STF

    Como vai funcionar

    O plenário virtual da Suprema Corte permite que os ministros julguem um caso sem ter que realizar uma sessão presencial. Nele, cada um dos 11 magistrados protocola seu voto em um sistema virtual no prazo estabelecido. Não há um momento para o debate entre os ministros.

    O relator do caso é o ministro Alexandre de Moraes. A sessão, portanto, vai começar com o voto dele, defendendo a decisão que resultou na prisão de Collor. Cada um dos outros 10 ministros vai votar em seguida, definindo se acompanha o não o relator.

    A ordem de prisão para Fernando Collor continua válida até que o plenário virtual termine sua análise da decisão de Moraes. Dependendo do resultado, ela pode perder sua validade.

    A que responde o ex-presidente

    Segundo a decisão de Moraes, ficou provado na Ação Penal (AP) 1.025 que Collor, com a ajuda dos empresários Luis Pereira Duarte de Amorim e Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, recebeu R$ 20 milhões para viabilizar irregularmente contratos da BR Distribuidora com a UTC Engenharia para a construção de bases de distribuição de combustíveis.

    A vantagem teria sido dada em troca de apoio político para indicação e manutenção de diretores da estatal.

  • Entenda por que Fernando Collor foi preso

    Entenda por que Fernando Collor foi preso

    Collor foi o primeiro presidente eleito pelo voto direto após a ditadura, em 1989

    Collor foi o primeiro presidente eleito pelo voto direto após a ditadura, em 1989Ton Molina/Fotoarena/Folhapress

    O ex-presidente Fernando Collor de Mello, de 75 anos, foi preso nesta sexta-feira (25), em Maceió (AL), por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A prisão é resultado de uma condenação em segunda instância definitiva, sem possibilidade de novos recursos, em um processo que investigou corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo contratos da BR Distribuidora, então subsidiária da Petrobras.

    Este foi o segundo recurso apresentado pela defesa de Collor. Em novembro, o STF já havia negado um recurso anterior, no qual os advogados alegavam que a pena imposta não refletia a média dos votos dos ministros durante o julgamento. A definição da pena chamada de dosimetria gerou intenso debate no plenário, com quatro propostas diferentes sendo apresentadas. Houve dificuldade entre os ministros para chegar a um consenso sobre o tempo de prisão.

    Ao rejeitar o recurso, a Corte manteve, por maioria, a pena de oito anos e dez meses de prisão em regime fechado. Votaram pela redução da pena, na ocasião, os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, André Mendonça e Kassio Nunes Marques.

    O que motivou a prisão?

    Fernando Collor foi condenado em 2023 pelo STF por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Segundo as investigações, ele recebeu R$ 20 milhões em propina entre 2010 e 2014, quando era senador pelo PTB de Alagoas. O dinheiro teria sido pago pela UTC Engenharia em troca de sua influência política para facilitar contratos com a BR Distribuidora.

    Veja a íntegra da decisão de Alexandre de Moraes

    Apesar da condenação, Collor ainda não havia sido preso porque a defesa vinha apresentando recursos. Na quinta-feira (24), o ministro Alexandre de Moraes rejeitou o último recurso e determinou o início imediato do cumprimento da pena.

    O que disse Alexandre de Moraes?

    Na decisão, Moraes afirmou que os recursos apresentados tinham caráter meramente protelatório, ou seja, eram usados apenas para atrasar o processo, sem fundamentos novos ou válidos.

    “A inadmissibilidade dos embargos revela o caráter meramente protelatório […], autorizando o imediato cumprimento da decisão condenatória”, escreveu o ministro.

    Moraes ainda solicitou ao presidente do STF, Luís Roberto Barroso, a convocação de uma sessão virtual extraordinária para que os demais confirmem ou não sua decisão. No entanto, ressaltou que a efetivação da prisão não dependia dessa confirmação. No julgamento virtual, cada ministro deposita seu voto entre 11h e 23h59. Acompanhe o julgamento virtual.

    Quais são as provas contra Collor?

    As acusações se baseiam principalmente em delações premiadas da Operação Lava Jato, incluindo:

    • Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia, que afirmou ter pago R$ 20 milhões a Collor;
    • Alberto Youssef, doleiro, que citou um pagamento de R$ 3 milhões;
    • Rafael Ângulo, auxiliar de Youssef, que disse ter entregado R$ 60 mil em espécie a Collor em um apartamento em São Paulo.

    Segundo o STF, Collor utilizava sua influência política para viabilizar contratos e indicar diretores à BR Distribuidora, beneficiando empresas em troca de propina.

    Outras provas reunidas

    Documentos apreendidos: a Polícia Federal encontrou em sua residência documentos da BR Distribuidora e indícios de que ele influenciava decisões da empresa.

    Mensagens e e-mails: conversas entre executivos e políticos mencionavam cargos do Collor e tratavam de negociações ilegais.

    Planilhas e visitas: a UTC Engenharia venceu quatro contratos em apenas seis meses. Planilhas indicavam pagamentos parcelados ao ex-presidente.

    Depósitos e transferências: foram encontrados comprovantes de depósitos e uma transferência para uma empresa ligada a Collor.

    Como funcionava o esquema?

    De acordo com a acusação, o esquema operava da seguinte forma:

    • Collor indicava nomes para cargos na BR Distribuidora;
    • Esses indicados favoreciam determinadas empresas em licitações;
    • Em troca, as empresas pagavam propinas ao ex-presidente e seus operadores;
    • Os valores eram repassados em parcelas, seguindo um cronograma.

    Quem mais foi condenado?

    Além de Collor, também foram condenados:

    • Pedro Paulo Leoni Ramos
    • Luis Amorim

    Segundo o STF, ambos atuavam como operadores financeiros de Collor e frequentavam os escritórios de Alberto Youssef, onde os valores ilícitos eram movimentados.

    O que diz a defesa?

    A defesa de Fernando Collor afirma que ele é inocente e que a decisão do STF foi recebida com surpresa e preocupação.

    Quais foram as penas adicionais?

    Além da prisão, Collor foi condenado a:

    • Pagar 90 dias-multa, com valor proporcional à sua renda;
    • Indenizar a União em R$ 20 milhões, solidariamente com os demais réus;
    • Ficar inelegível e proibido de exercer cargo público por quase 18 anos.

    Ele ainda pode recorrer?

    Não. Com a rejeição dos últimos recursos e a decisão transitada em julgado, a condenação se tornou definitiva. Por isso, a prisão passou a ser obrigatória.

    Qual o contexto histórico?

    Fernando Collor foi o primeiro presidente eleito pelo voto direto após a redemocratização, em 1989, e também o primeiro a sofrer impeachment, em 1992, devido a denúncias de corrupção. Três décadas depois, torna-se o segundo ex-presidente brasileiro a cumprir pena por condenação criminal. O primeiro foi Luiz Inácio Lula da Silva.

  • Parlamentares repercutem prisão de Fernando Collor nas redes

    Parlamentares repercutem prisão de Fernando Collor nas redes

    A decisão de Alexandre de Moraes que determinou a prisão do ex-presidente Fernando Collor teve repercussão entre parlamentares nas redes sociais. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou recursos da defesa e decidiu pela prisão de Collor na noite de quinta-feira (24). O ex-presidente foi preso na madrugada desta sexta (25), em Maceió (AL).

    O assunto foi comentado por parlamentares nas redes sociais. Políticos ligados à esquerda comemoraram o acontecimento e manifestaram o desejo de que o ex-presidente Jair Bolsonaro, que é réu no STF, seja o próximo. No lado da direita, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) lembrou que Lula também respondeu a acusações na Operação Lava Jato: Eu lembro de outros que foram condenados na Lava Jato. Moraes vai mandar prender também?.

    Os deputados André Janones (Avante-MG) e Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestaram a respeito da prisão de Collor.

    Os deputados André Janones (Avante-MG) e Nikolas Ferreira (PL-MG) se manifestaram a respeito da prisão de Collor.Billy Boss/Câmara dos Deputados e Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

    Leia abaixo as manifestações de parlamentares na rede social X.

  • Memes: Internet reage à prisão de Fernando Collor

    Memes: Internet reage à prisão de Fernando Collor

    A prisão do ex-presidente Fernando Collor de Mello, ocorrida na madrugada desta sexta-feira (25), em Maceió (AL), repercutiu rapidamente nas redes sociais. O episódio virou assunto entre internautas, que não perderam tempo para criar memes e fazer piadas sobre o episódio, no bom e velho estilo brasileiro.

    Confira um copilado:

  • Câmara cassa mandato de Chiquinho Brazão por excesso de faltas

    Câmara cassa mandato de Chiquinho Brazão por excesso de faltas

    A Câmara dos Deputados declarou nesta quinta-feira (24) a perda do mandato do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), mais de um ano após a sua prisão preventiva sob suspeita de participação no assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e do motorista Anderson Gomes, em 2018. A decisão foi tomada pela Mesa Diretora da Casa.

    Com a decisão da Mesa Diretora, Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) não é mais deputado.

    Com a decisão da Mesa Diretora, Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) não é mais deputado.Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

    O ato de cassação se baseia no artigo 55 da Constituição Federal, que determina a perda de mandato de parlamentares que faltarem a mais de um terço das sessões ordinárias sem justificativa válida, como licença médica ou missão oficial. Em 2024, Brazão acumulou 73 faltas não justificadas contra apenas 12 presenças, além de duas ausências justificadas. Mesmo após a prisão, ele não se afastou formalmente do mandato, o que levou ao acúmulo das faltas.

    Embora o deputado fosse alvo de um processo de cassação por quebra de decoro parlamentar, aprovado no Conselho de Ética e com recurso rejeitado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o caso jamais foi pautado para votação no plenário, o que teria exigido maioria absoluta (257 votos). Com a decisão da Mesa, esse processo será arquivado, já que perdeu o objeto.

    A líder do Psol na Câmara, Talíria Petrone (RJ), criticou a escolha de não levar a cassação ao plenário. Segundo ela, a decisão de extinguir o mandato apenas pelas faltas preserva os direitos políticos de Brazão, que poderá concorrer a novos cargos públicos. “Lamento profundamente que isso não tenha acontecido via deliberação de plenário pela cassação. Claramente com objetivo de preservar os direitos políticos daquele que possivelmente mandou executar Marielle e Anderson”, afirmou.

    Atualmente, Brazão cumpre prisão domiciliar no Rio de Janeiro, monitorado por tornozeleira eletrônica, após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele está proibido de usar redes sociais, conceder entrevistas e receber visitas, salvo familiares próximos e advogados.

  • Bolsonaro apresenta estabilidade e segue sem previsão para sair da UTI

    Bolsonaro apresenta estabilidade e segue sem previsão para sair da UTI

    O ex-presidente Jair Bolsonaro segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, sem previsão de alta. Segundo boletim divulgado pela equipe de médicos nesta sexta-feira (25), Bolsonaro apresentou resultados compatíveis com uma evolução normal do pós-operatório, descartando complicações após realizar exames de tomografia no tórax e no abdômen.

    Bolsonaro está se recuperando após realizar uma cirurgia na região abdominal que, segundo os médicos, está relacionada à facada que recebeu em 2018, quando fazia campanha para a eleição presidencial. De lá para cá, fez pelo menos seis operações no local.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro, internado, em imagem publicada em perfil oficial nas redes sociais.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro, internado, em imagem publicada em perfil oficial nas redes sociais.Reprodução/Instagram (@jairmessiasbolsonaro)

    O boletim de quinta-feira havia detalhado que o ex-presidente tinha apresentado pressão alta e resultados irregulares em exames hepáticos. Segundo o relatório desta sexta, o quadro se estabilizou, sem novos picos de pressão. Bolsonaro segue em jejum oral e, até esta manhã, a alimentação parenteral (por um cateter na veia) estava interrompida.

    Leia abaixo a íntegra do boletim médico divulgado nesta sexta-feira:

    NOTA À IMPRENSA

    Brasília, 25 de abril de 2025 O Hospital DF Star informa que o ex-Presidente Jair Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em acompanhamento pós-operatório. Apresenta-se estável clinicamente e sem novos picos de elevação da pressão arterial. Foram tomadas medidas para controle das alterações dos exames laboratoriais do fígado. Ontem, foi submetido a tomografias de tórax e abdômen, que foram compatíveis com uma evolução normal do pós-operatório, descartando complicações ou necessidade de novos procedimentos. Continua em jejum oral e com pausa temporária da nutrição parenteral. Segue com a fisioterapia motora e as medidas de prevenção de trombose venosa. Persiste a recomendação de não receber visitas e não há previsão de alta da UTI.

    Dr. Cláudio Birolini – Médico chefe da equipe cirúrgica

    Dr. Leandro Echenique – Médico Cardiologista

    Dr. Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Júnior – Coordenador da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital DF Star

    Dr. Brasil Caiado – Médico Cardiologista

    Dr. Guilherme Meyer – Diretor Médico do Hospital DF Star

    Dr. Allisson Barcelos Borges – Diretor Geral do Hospital DF Star

  • Prévia da inflação desacelera para 0,43% em abril

    Prévia da inflação desacelera para 0,43% em abril

    O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado como uma prévia da inflação oficial, subiu 0,43% em abril, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (25) pelo IBGE. O resultado mostra desaceleração em relação a março, quando a alta foi de 0,64%.

    No acumulado de 2025, o IPCA-15 soma avanço de 2,43% e, nos últimos 12 meses, 5,49%, acima dos 5,26% registrados no período anterior.

    Dos nove grupos de produtos e serviços analisados, apenas o setor de Transportes apresentou variação negativa em abril, com queda de 0,44%, puxada por reduções nos preços de passagens aéreas (-14,38%) e combustíveis. Em contraste, Alimentação e bebidas (1,14%) e Saúde e cuidados pessoais (0,96%) lideraram as altas, sendo responsáveis por 88% da alta no índice do mês.

    Entre os alimentos, destacaram-se os aumentos do tomate (32,67%), café moído (6,73%) e leite longa vida (2,44%). Já em Saúde, o reajuste autorizado nos medicamentos, de até 5,09% a partir de 31 de março, influenciou a alta de produtos farmacêuticos (1,04%) e itens de higiene pessoal (1,51%).

    Regionalmente, Porto Alegre registrou a maior variação, com alta de 0,88%, impulsionada pela forte elevação no preço do tomate e da gasolina. Já Goiânia teve a maior variação para baixo (-0,13%), refletindo a queda expressiva no etanol e na gasolina.

    Prévia da inflação desacelerou em comparação ao mês anterior, segundo o IBGE.

    Prévia da inflação desacelerou em comparação ao mês anterior, segundo o IBGE.Daniel Dan (via Unsplash)