Etiqueta: diagnóstico

  • CGJ apresenta painel de BI da Correição Virtual

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    Gerente de TI da Corregedoria apresentou a nova tecnologia

    A Corregedoria-Geral da Justiça da Paraíba (CGJ-PB) deu mais um passo importante no fortalecimento da gestão e acompanhamento das atividades jurisdicionais. Em reunião realizada com os juízes corregedores e auxiliares, nesta quinta-feira (11), a Gerência de Tecnologia da Corregedoria apresentou o ‘Painel de Business Intelligence (BI) da Correição Virtual’, ferramenta que permite visualizar de forma clara e objetiva os principais indicadores de desempenho das unidades judiciais.

    A partir de agora, os(as) magistrados(as) podem conhecer a lógica dos indicadores, sua atualização periódica e as métricas que norteiam o trabalho de fiscalização e orientação da Corregedoria. Durante a exposição, foram detalhados os recursos já disponíveis no painel, que hoje possibilita o acompanhamento de informações, como: acervo processual, taxa de congestionamento, índice de atendimento à demanda (IAD), cumprimento de metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), processos paralisados, conclusos e provimentos.

    Além da demonstração prática, a equipe técnica apresentou propostas de ampliação do painel, com a inclusão de novos dados capazes de oferecer um diagnóstico mais completo e integrado das unidades judiciais. “A ideia é reunir, em um único ambiente, informações já disponíveis em outros instrumentos de gestão do Tribunal de Justiça da Paraíba, como o Painel Processo Judicial eletrônico (PJe), Painel de Metas, Painel de Produtividade, Painel de Controle de Prisões Preventivas, do Núcleo de Monitoramento do Perfil de Demandas (Numopede), entre outros. Dessa forma, cada unidade poderá ser avaliada de forma global e comparada a outras de perfil semelhante”, comentou o gerente de Tecnologias da Corregedoria, Ney Robson.

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    Corregedor-geral diz que ferramenta fortalece a missão da CGJ

    Outro avanço destacado no projeto, segundo o gerente, é a previsão de envio automático de e-mails ao Corregedor-Geral e aos juízes corregedores, sempre que uma unidade alcançar índices considerados críticos ou, ao contrário, superar metas de desempenho estabelecidas pela Corregedoria. Esse mecanismo permitirá respostas mais rápidas às situações que exijam intervenção e, também, o reconhecimento das boas práticas adotadas pelos magistrados e servidores.

    O corregedor-geral de Justiça, desembargador Leandro dos Santos, disse que a iniciativa fortalece a missão da CGJ em promover uma Justiça mais eficiente e transparente, valorizando a inovação tecnológica como aliada no processo de fiscalização e apoio às unidades”. Já a equipe da Gerência de Tecnologia destacou, ainda, que as sugestões apresentadas têm como objetivo tornar o painel um instrumento cada vez mais estratégico para o planejamento e a gestão da atividade correicional da Corregedoria-Geral de Justiça.

    Por Fernando Patriota

    Fotos: Corregedoria-Geral de Justiça da Paraíba

     

  • CGJ apresenta painel de BI com novas propostas para diagnóstico completo das unidades judiciais

    CGJ_Painel_Business_Inteligente_12_09_2025_2.jpg

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    Gerente de TI da Corregedoria apresentou a nova tecnologia

    A Corregedoria-Geral da Justiça da Paraíba (CGJ-PB) deu mais um passo importante no fortalecimento da gestão e acompanhamento das atividades jurisdicionais. Em reunião realizada com os juízes corregedores e auxiliares, a Gerência de Tecnologia da Corregedoria apresentou o ‘Painel de Business Intelligence (BI) da Correição Virtual’, ferramenta que permite visualizar de forma clara e objetiva os principais indicadores de desempenho das unidades judiciais.

    A partir de agora, os(as) magistrados(as) podem conhecer a lógica dos indicadores, sua atualização periódica e as métricas que norteiam o trabalho de fiscalização e orientação da Corregedoria. Durante a exposição, foram detalhados os recursos já disponíveis no painel, que hoje possibilita o acompanhamento de informações, como: acervo processual, taxa de congestionamento, índice de atendimento à demanda (IAD), cumprimento de metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), processos paralisados, conclusos e provimentos.

    Além da demonstração prática, a equipe técnica apresentou propostas de ampliação do painel, com a inclusão de novos dados capazes de oferecer um diagnóstico mais completo e integrado das unidades judiciais. “A ideia é reunir, em um único ambiente, informações já disponíveis em outros instrumentos de gestão do Tribunal de Justiça da Paraíba, como o Painel Processo Judicial eletrônico (PJe), Painel de Metas, Painel de Produtividade, Painel de Controle de Prisões Preventivas, do Núcleo de Monitoramento do Perfil de Demandas (Numopede), entre outros. Dessa forma, cada unidade poderá ser avaliada de forma global e comparada a outras de perfil semelhante”, comentou o gerente de Tecnologias da Corregedoria, Ney Robson.

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    Corregedor-geral diz que ferramenta fortalece a missão da CGJ

    Outro avanço destacado no projeto, segundo o gerente, é a previsão de envio automático de e-mails ao Corregedor-Geral e aos juízes corregedores, sempre que uma unidade alcançar índices considerados críticos ou, ao contrário, superar metas de desempenho estabelecidas pela Corregedoria. Esse mecanismo permitirá respostas mais rápidas às situações que exijam intervenção e, também, o reconhecimento das boas práticas adotadas pelos magistrados e servidores.

    O corregedor-geral de Justiça, desembargador Leandro dos Santos, disse que a iniciativa fortalece a missão da CGJ em promover uma Justiça mais eficiente e transparente, valorizando a inovação tecnológica como aliada no processo de fiscalização e apoio às unidades”. Já a equipe da Gerência de Tecnologia destacou, ainda, que as sugestões apresentadas têm como objetivo tornar o painel um instrumento cada vez mais estratégico para o planejamento e a gestão da atividade correicional da Corregedoria-Geral de Justiça.

    Por Fernando Patriota

    Fotos: Corregedoria-Geral de Justiça da Paraíba

     

  • CNJ publica diagnóstico inédito sobre devolução de crianças e adolescentes adotados

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou um diagnóstico inédito sobre a devolução de crianças e adolescentes em estágio de convivência ou já adotados no Brasil, resultado de parceria com a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e apoio técnico da Associação Brasileira de Jurimetria (ABJ). O estudo lança luz sobre uma temática ainda pouco documentada e que envolve grande sensibilidade: as rupturas nos vínculos estabelecidos por meio da adoção.

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    Estudo inédito divulgado pelo CNJ sobre devolução de crianças

    Entre as conclusões do diagnóstico, constata-se a ausência de mecanismos padronizados de registro das devoluções nos sistemas judiciais, o que contribui para a subnotificação desses casos. Embora a maioria das devoluções ocorra ainda durante o estágio de convivência, o estudo alerta para a necessidade de atuação preventiva mais robusta, especialmente no apoio às famílias adotantes. Outro ponto crítico evidenciado é a carência de acompanhamento posterior à sentença de adoção, situação que pode dificultar a identificação precoce de riscos e o encaminhamento de medidas de apoio antes da ruptura definitiva.

    O documento destaca também a importância de fortalecer as equipes técnicas do Judiciário e das redes de proteção, bem como de padronizar os fluxos de escuta e monitoramento, com especial atenção ao papel das audiências concentradas como instrumento preventivo.

    Juiz Hugo Zaher
    Juiz Hugo Zaher ressalta a importância do diagnóstico

    O juiz Hugo Gomes Zaher, Coordenador da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça da Paraíba, ressaltou a relevância do diagnóstico como referência para qualificação das práticas adotivas no país. “Este levantamento evidencia o quanto precisamos fortalecer o acompanhamento das famílias, desde o curso de preparação até o pós-adoção. O Tribunal de Justiça da Paraíba está atento a essas diretrizes e já vem articulando medidas para qualificar ainda mais as etapas da adoção, evitando a revitimização de crianças e adolescentes que já sofreram outras rupturas anteriores”, afirmou o magistrado.

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    Juiz Adhailton Lacet, da 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital

    Como titular da 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital, o juiz Adhailton Lacert informou que semestralmente são realizadas audiências concentradas, além do acompanhamento trimestral de todos os casos de crianças e adolescentes acolhidos. “Aqui os casos de devolução foram poucos e, mesmo assim, com a devida informação junto ao Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) do CNJ. Há casos, inclusive, que a parte responsável pela devolução teve sua habilitação suspensa porque devolveu a criança por mais de uma vez sem justificativa plausível”, pontuou.

    A assistente social Aline Cristina Vieira da Cunha, da equipe da 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital, destaca a crescente realidade das devoluções de crianças e adolescentes durante o estágio de convivência na adoção. Ela reconhece avanços tecnológicos no Sistema Nacional de Adoção, como a vinculação automática e a busca ativa, mas destaca a defasagem desses avanços frente à precariedade do Sistema de Justiça e das políticas públicas de garantia de direitos. Segundo ela, a falta de concursos, o acúmulo de funções e a precarização das equipes técnicas comprometem a efetividade do processo adotivo. Ela defende a criação de uma política pública de incentivo à adoção, com atendimentos integrados, protocolos de acompanhamento do estágio de convivência, apoio psicológico, educação, saúde e incentivos financeiros. Também propõe uma preparação mais rigorosa dos pretendentes à adoção, feita por equipes especializadas. “Não podemos romantizar a adoção. Importante que os requerentes, que busquem o Judiciário e se habilitam ao processo, compreendam que a criança e adolescente aptas a adoção têm suas marcas da vida, não devendo objetificar sua realidade”.

    A psicóloga Miúcha Cabral, da equipe do Napem, destaca que as devoluções de crianças e adolescentes em processos adotivos revelam questões profundas sobre a formação de vínculos familiares que vão além do aspecto jurídico, alcançando dimensões simbólicas e afetivas. Ela ressalta que a adoção deve se fundamentar no afeto e no reconhecimento mútuo das funções parentais. A devolução gera perdas para todos os envolvidos, mas os maiores impactos recaem sobre a criança ou adolescente, cujo sofrimento emocional, intensificado por experiências anteriores de abandono, pode afetar duramente sua autoestima e capacidade de estabelecer novos vínculos. Miúcha também enfatiza a importância do uso adequado do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA) para padronizar procedimentos e registrar desistências, além da necessidade de capacitação contínua tanto das equipes técnicas quanto dos pretendentes à adoção, dada a complexidade do tema.

    Thomaz Rocha, psicólogo do Napem de João Pessoa,  destaca a importância do diagnóstico do CNJ, considerando-o uma ferramenta essencial para refletir sobre um tema sensível e pouco discutido. Ele ressalta que essa preocupação já vinha sendo apontada por pesquisas acadêmicas na área da psicologia e por documentos como o elaborado pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco. Rocha enfatiza a grande diversidade nas formas de preparação e avaliação dos postulantes à adoção, especialmente no formato dos cursos preparatórios e nos critérios usados pelas equipes interdisciplinares. O diagnóstico do CNJ, segundo ele, reforça a necessidade de critérios mínimos padronizados e destaca pontos cruciais como a análise das motivações, expectativas e preparo emocional dos adotantes para lidar com os desafios do processo de adoção.

    O Tribunal de Justiça da Paraíba acompanhará atentamente as conclusões do diagnóstico e estuda a adoção de medidas alinhadas às recomendações do CNJ, com foco no aprimoramento dos fluxos de acompanhamento das adoções, fortalecimento das equipes técnicas das comarcas e estruturação de ações de prevenção à devolução, especialmente nos períodos de estágio de convivência e pós-adoção.

    O diagnóstico completo está disponível no site do Conselho Nacional de Justiça e representa um passo importante para a consolidação de políticas judiciárias que assegurem o direito à convivência familiar de forma segura, duradoura e humanizada.

    Gecom-TJPB

     

  • CNJ divulga diagnóstico sobre atuação de equipes multidisciplinares no Judiciário

    CNJ divulga diagnóstico sobre atuação de equipes multidisciplinares no Judiciário

    O Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacional de Justiça fará nesta quarta-feira (2) a divulgação da pesquisa “Diagnóstico sobre a atuação das equipes multidisciplinares nas unidades judiciárias”. 

    O levantamento será apresentado durante o evento Seminários de Pesquisas Empíricas Aplicadas a Políticas Judiciárias, que ocorrerá das 17 às 19h, por meio da plataforma virtual Cisco Webex, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube.

    O documento a ser divulgado reúne dados sobre o perfil dos profissionais, as condições gerais de trabalho, as atividades desempenhadas e os desafios que envolvem as atividades, entre outros pontos. A pesquisa foi elaborada a partir de solicitação do Fórum Nacional da Infância e Juventude (Foninj), sob a coordenação da conselheira Renata Gil.

    Juiz Hugo Zaher
    Juiz Hugo Zaher, coordenador da Infância e Juventude

    “Esse webinário é um momento importante para refletirmos sobre a atuação das equipes multidisciplinares no Judiciário. O diagnóstico realizado pelo CNJ analisou aspectos fundamentais, como o perfil desses profissionais, as temáticas que enfrentam no cotidiano forense, os vínculos institucionais, os desafios estruturais e a percepção dos magistrados sobre esse trabalho. São informações valiosas para que possamos avançar no fortalecimento da estrutura dessas equipes, garantindo condições para que ofereçam, com prioridade absoluta, os subsídios técnicos necessários às decisões judiciais”, afirmou o juiz Hugo Gomes Zaher, coordenador da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça da Paraíba.

    O seminário com a apresentação do “Diagnóstico sobre a atuação das equipes multidisciplinares nas unidades judiciárias” tem como público-alvo os integrantes de grupos de pesquisa judiciária, magistrados e magistradas, servidores e servidoras do Poder Judiciário, assim como pesquisadores e pesquisadoras.

    Gecom-TJPB com informações da Agência CNJ de Notícias