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  • Tribunal de Justiça da Paraíba realiza 433 julgamentos durante ‘Mês Nacional do Júri’

    Foto do Tribunal do Júri do Fórum Criminal da Capital
    Tribunal do Júri, Fórum Criminal

    Com objetivo de garantir a razoável duração dos processos e a celeridade no julgamento de ações penais em casos de crimes dolosos contra a vida, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promoveu o ‘Mês Nacional do Júri’, realizado entre os dias 3 e 28 do mês passado (novembro). O esforço concentrado aconteceu em todos os tribunais de Justiça do País. Segundo a Gerência de Dados do Poder Judiciário estadual, na Paraíba foram realizados 433 júris populares, durante o período determinado pelo CNJ.

    Para a edição deste ano, o Conselho definiu como prioridades os crimes dolosos contra a vida de mulheres, de menores de 14 anos, ações envolvendo policiais e processos antigos — com mais de cinco anos de tramitação e sem desfecho.

    Foto da juíza Aparecida Gadelha
    Juíza Aparecida Gadelha

    A juíza auxiliar da presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba e coordenadora do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF-TJPB), Maria Aparecida Gadelha, disse que o resultado do esforço concentrado, no Estado, será estudado pelos setores competentes do Poder Judiciário estadual.

    “Será feita uma avaliação sobre o resultado. Mas, o que fica patente é o comprometimento de cada juiz e cada juíza, que tem competência para o Tribunal do Júri. Esse comprometimento em cumprir as determinações da portaria com relação ao Mês Nacional do Júri”, comentou Aparecida Gadelha.

    A magistrada ainda disse que “nesse período, foi feito um esforço muito grande, para que as prioridades do Conselho Nacional de Justiça fossem cumpridas, em um trabalho conjunto de juízes, juízas, servidoras e servidores, no sentido de promover o julgamento e a conclusão desse tipo de ação”.

    Por Fernando Patriota 
     

  • Esforço concentrado do TJPB priorizará julgamento de processos de PCDs

    Esforço concentrado do TJPB priorizará julgamento de processos de PCDs

    Banner alusivo à acessibilidade

    No período de 22 a 26 de setembro, magistrados e magistradas das unidades judiciárias do Poder Judiciário paraibano estarão engajados em um esforço concentrado, com prioridade para a tramitação e o julgamento de processos que tratam de direitos de pessoas com deficiência. A iniciativa integra a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência – PCD, promovida pela Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão (COMPACI) do Tribunal de Justiça da Paraíba. 

    Ofício circular, assinado pelo presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, direcionado a todas as unidades jurisdicionais, de primeiro e segundo grau, deu ciência do esforço concentrado, recomendando a realização da devida programação interna de triagem, identificação e priorização dos processos, cujos resultados devem ser remetidos à COMPACI.

    O documento atendeu a solicitação da presidente da Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão, desembargadora Anna Carla Lopes Correia de Lima Freitas. Segundo enfatizou, a ação tem por objetivo sensibilizar e mobilizar a magistratura e os servidores para a importância da inclusão e do respeito aos direitos da pessoa com deficiência, promovendo o acesso à Justiça de forma equitativa e eficaz. 

    Visibilidade – A COMPACI vem realizando eventos que reafirmam o compromisso do Poder Judiciário estadual com o respeito e com a promoção da acessibilidade, da diversidade e da inclusão social. Além da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência, será realizada também a palestra “Visibilidade da Pessoa com Deficiência e o Acesso à Justiça”, na segunda-feira (22), às 7h, na sede da Escola Superior da Magistratura (Esma), instituição parceira da Comissão.

    As inscrições estão abertas e podem ser feitas até o dia 18 de setembro, por meio do link: https://forms.gle/b8ps67TEsvbWG7rRA.

    As ações da COMPACI estão em consonância com os dispositivos da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), que estabelece diretrizes para a promoção da igualdade de oportunidades e o pleno exercício dos direitos das pessoas com deficiência.

     

    Por Lila Santos

    Arte: Maria Luiza