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  • Desembargador Nilo Ramalho visita a Esma e destaca importância da escola para a Magistratura

    Foto do desembargador Nilo Ramalho
    Desembargador Nilo Ramalho

    O desembargador Nilo Luís Ramalho Vieira esteve nesta quinta-feira na Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma). Aposentado desde 2012, ele foi diretor da Esma e corregedor-geral de Justiça, presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) e assumiu a presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba temporariamente. 

    Durante a visita o magistrado elogiou as novas instalações da Esma, destacou a importância da escola para a magistratura e a satisfação de ter sido diretor da instituição. “Ser diretor da Esma é como um pai que aconselha o filho. O diretor é uma pessoa que já tem experiência, que já teve que tomar decisões difíceis e transmite essa experiência para os mais novos que têm o ideal de exercer a Magistratura. Isso é uma missão muito nobre”, avaliou o desembargador aposentado.

    Natural de Conceição, o desembargador Nilo Ramalho foi juiz nas comarcas de Teixeira, Esperança, Patos e Campina Grande até chegar a João Pessoa, onde assumiu a 9ª Vara Cível, em 1989. Ele lembrou o tempo em que o magistrado se incorporava à comunidade e lá era considerado um cidadão diferenciado onde as pessoas iam se aconselhar. “Quando assumi a comarca de Teixeira eu era muito jovem, mas mesmo os cidadãos mais velhos me procuravam para se aconselhar, porque o juiz era parte da comunidade”, recordou.

    Por Walquiria Maria

  • Curso sobre Linguagem Simples capacita magistrados e servidores do TJPB e TRT

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    Curso sobre Linguagem Simples realizado na Esma

    O uso da linguagem simples na magistratura é fundamental para ampliar o acesso à justiça, fortalecer a transparência e a confiança nas decisões judiciais, além de garantir a inclusão de pessoas com diferentes níveis de escolaridade e necessidades. Alinhado a esse propósito, magistrados(as), residentes e assessores(as) do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e magistrados(as) e assessores(as) do Tribunal de Regional do Trabalho (TRT), da 13ª Região, estão participando, nesta sexta-feira (29), do curso ‘Transformando a justiça com linguagem simples: oficina de comunicação e escrita judicial simplificada’.

    A formação ofertada pela Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB) alinha-se ao Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples, proposto pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), enfatizando a importância de adotar uma linguagem direta e compreensível. O curso foi ministrado pelo juiz da 2ª Vara Mista de Esperança, Natan Figueredo Oliveira.

    De acordo com o Natan Figueiredo, na formação se busca construir verdadeiras pontes entre o cidadão e o Poder Judiciário, garantindo que as comunicações destinadas ao público sejam, de fato, compreendidas e aplicadas. “O nosso propósito hoje é compartilhar boas práticas, incentivar os profissionais e conscientizá-los sobre a importância da linguagem”, disse.

    Natan Figueiredo também ressaltou os avanços institucionais nessa área. “Um exemplo é que, ainda em 2004, o Tribunal de Justiça da Paraíba aderiu ao Pacto Nacional pela Linguagem Simples, proposto pelo CNJ. A partir disso, fomos contemplados com o nosso Conselho de Linguagem Simples e, desde então, temos avançado no processo de conscientização e na aplicação das diretrizes dessa política”, afirmou.

    A diretora adjunta da Esma-PB e também cursista, juíza Antonieta Nóbrega, destacou a importância em receber os colegas do TRT da 13ª Região, com quem há cooperação para implementar a linguagem simples no Tribunal. “Este curso é maravilhoso, pois nos sensibiliza a melhorar a comunicação com o jurisdicionado, tornando nossas decisões mais claras e acessíveis”, afirmou.

    A magistrada destacou, ainda, que no ano passado a Esma-PB foi finalista na 5ª edição do Prêmio de Inovação J.Ex, um dos maiores encontros jurídicos do país, justamente com este curso do juiz Natan Figueiredo, a quem parabenizou pela excelência do conteúdo e didática.

    Para a juíza Andréa Carla Mendes Nunes Galdino, da 5ª Vara Mista de Sousa, o curso é de grande importância, pois evidencia a necessidade de usar uma linguagem mais acessível na elaboração dos atos judiciais, decisões e sentenças. “Essa prática possibilita uma melhor compreensão não apenas por advogados e especialistas em Direito, mas também pelos jurisdicionados e pela sociedade em geral”, comentou.

    Para Eduardo Melo, servidor do TRT, o formalismo anterior não se adapta mais à nossa realidade atual. “Então, essa simplicidade da escrita jurídica, quanto mais simplificada, mais o judiciário vai manter um acesso mais conciso com a comunidade”, observou.

    Ao final do curso, os(as) participantes estarão aptos a aplicar princípios de linguagem simples na elaboração de textos com linguagem acessível à sociedade em geral, contribuindo para um sistema de justiça mais inclusivo.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Magistrados (as) do TJPB são capacitados para atuar com ferramentas da Central de Regulação de Vagas

    Foto das pessoas que participaram do curso
    A juíza Aparecida Gadelha fez a abertura doo evento

    Magistrados e magistradas do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), que atuam nas Varas de Garantias e que trabalham com audiência de custódia de João Pessoa e Campina Grande, estão sendo capacitados para trabalhar com as ferramentas da Central de Regulação de Vagas (CRV). O curso acontece na Escola Superior da Magistratura (Esma), ministrado por facilitadores do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ligados ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

    A CRV tem um prazo de até 90 dias para entrar em funcionamento, no sexto andar do Fórum Criminal de João Pessoa, localizado na Avenida João Machado, Centro.

    A Central de Regulação de Vagas tem como principal objetivo conectar os poderes Judiciário e Executivo para monitorar o índice de ocupação das unidades prisionais, oferecendo uma série de opções administrativas e de gestão para que, gradualmente, uma vaga seja ocupada por uma pessoa. No final de 2024, segundo dados do Executivo Federal, a média geral de ocupação no país era de 135,58%.

    Foto da juíza Aparecida Gadelha
    Juíza Aparecida Gadelha (direita)

    A coordenadora do Grupo de Monitoramento e Fiscalização dos Sistemas Carcerário e Socioeducativo (GMF) do Poder Judiciário estadual, juíza Aparecida Gadelha, foi a responsável por dar início à capacitação dos juízes e juízas do TJPB.

    “Ontem (27), foi concluída a formação em serviços penais da equipe técnica da Central de Regulação de Vagas, composta por servidores do Tribunal de Justiça da Paraíba e Poder Executivo. Hoje, estamos recebendo uma equipe de magistrados e magistradas, com foco em trazer uma compreensão sobre a Central, fazendo com que tenhamos o mesmo conhecimento acerca de todas as ferramentas da CRV”, comentou Aparecida Gadelha.

    “Gosto de definir a Central como um grande sistema, por meio do qual podemos equilibrar a quantidade de vagas e a lotação das unidades prisionais, através do conhecimento sobre a ocupação em tempo real dessas unidades prisionais. Com a Central, juízes e juízas podem tomar decisões melhores acerca da necessidade ou não de decretação ou manutenção de prisão de pessoas”, definiu Aparecida Gadelha.  

    A magistrada lembrou que a CRV da Paraíba, é vinculada à Presidência do TJPB, enquanto a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap/PB) acompanha e contribui com seu funcionamento. A Paraíba é o primeiro estado a implantar a CRV, dentro do Plano Pena Justa, do CNJ, e o segundo no país a adotar essa ação, que já funciona no Maranhão.

    A juíza titular da 2ª Vara Regional do Juízo das Garantias Comarca de João Pessoa, Conceição de Lourdes Marsicano de Brito, é uma das magistradas que participa do curso. “Considero muito importante essas iniciativas que efetivamente demonstram uma disposição do Judiciário em melhorar o sistema prisional. Acredito que essa Central será vista como por todos os juízes. Também precisa que a audiência de custódia seja só para soltar bandido. Falo disso dentro do contexto dessa situação, dessa proposta de Central de Regulação de Vagas, disse a juíza. “A Central veio para somar e dar mais subsídios, mais elementos, para aplicar, sim, mas também procura humanizar, quando couber”, destacou.

    Foto do instrutor do Curso
    Lucas Pereira, facilitador do CNJ

    Segundo um dos facilitadores da capacitação, Lucas Pereira de Miranda, a ideia do curso é criar um ambiente de diálogo sobre a metodologia da regulação de vagas, tendo o Tribunal da Paraíba como um dos estados pioneiros na execução dessa política. “Preparamos a equipe técnica, como também os serviços penais diversos da prisão, para a execução dessa metodologia de regulação de vagas prisionais. Ainda de maneira articulada, damos suporte para implementação e execução de serviços penais integrados a essa estratégia de trabalho, para garantir a qualificação dos recursos de responsabilização penal aqui no estado da Paraíba”, explicou.

    A também facilitadora do Conselho Nacional de Justiça, Jamile Carvalho, disse que o curso tem como meta a integração dos serviços “É fundamental na estratégia da Central de Regulação de Vagas, você ter serviços fortalecidos, uma relação de parceria entre Judiciário e Executivo e que todo mundo conheça as pontas desse processo. Então ontem a gente teve um momento muito bacana, muito bonito, em que todos os serviços penais se encontraram pela primeira vez. É justamente isso que procuramos fazer”, destacou. 

    Por Fernando Patriota

     

  • Webinário do TJPB debate Lei Estadual nº 12.027/2021 e os direitos das pessoas idosas

    Print com as fotos dos participantes do webinário

    ‘A importância da Lei Estadual nº 12.027/2021 para proteção das pessoas idosas’ foi o tema do webinário promovido pelo Comitê de Atenção às Pessoas Idosas do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), em parceria com a Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), na manhã desta terça-feira (26). O evento foi transmitido pelo canal da Esma-PB no YouTube

    A temática foi apresentada pelo diretor-presidente da Companhia Docas da Paraíba e autor da lei, Ricardo Barbosa. A mediação ficou a cargo do vice-presidente do TJPB e coordenador do Comitê de Atenção à Pessoa Idosa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no Estado, desembargador João Batista Barbosa.

    Durante sua exposição, Ricardo Barbosa ressaltou os avanços trazidos pela lei, destacando pontos como o crescimento das operações de crédito por meios digitais e telefônicos, o aumento de fraudes e golpes financeiros contra idosos, a falta de familiaridade desse público com tecnologias e a necessidade de maior segurança e transparência. “Esse é um tema que cada vez mais afeta a vida de milhões de brasileiros, que é a proteção das pessoas e famílias”, observou.

    O palestrante enfatizou, ainda, que cada artigo da norma carrega uma finalidade essencial: assegurar a autonomia, a dignidade e a confiança da pessoa idosa, garantindo-lhe condições de viver com mais segurança e respeito. “Mais do que um normativo jurídico, essa lei é um convite à sociedade. O convite de olhar para a velhice não como um problema, mas como uma conquista coletiva que exige de nós responsabilidade, empatia e solidariedade”, acrescentou.

    Ao concluir, Barbosa afirmou que a Lei nº 12.027/2021 representa um avanço legislativo em defesa da população idosa, constitui um marco contra práticas abusivas e reflete o compromisso do Estado da Paraíba com a justiça social e a cidadania.

    O desembargador João Batista ressaltou a relevância da norma e destacou que a Lei nº 12.027/2021 foi examinada e declarada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF). “Isso me trouxe alegria porque é uma lei que dialoga diretamente com a Lei nº 8.078/1990 (Código de Defesa do Consumidor), que considero principiológica. No entanto, fazia-se necessária uma norma específica em nosso Estado para fortalecer a proteção das pessoas idosas e daquelas com baixo grau de alfabetismo”, disse.

    A juíza auxiliar da Vice-presidência do TJPBl, Silmary Alves de Queiroga Vita, e o magistrado Inácio Jario Queiroz de Albuquerque também participaram do webinário.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Curso introdutório sobre Justiça Restaurativa está sendo oferecido pelo Nejure e Esma 

    logo_justica_restaurativa

    Um curso sobre ‘Noções Introdutórias em Justiça Restaurativa’ foi disponibilizado na plataforma acadêmica virtual da Escola Superior da  Magistratura (Esma) do Tribunal de Justiça da Paraíba. A capacitação está sendo oferecida pelo Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure), órgão de macrogestão da política restaurativa para o Estado, numa parceria com a Escola.

    A formação foi iniciada na última sexta-feira (22) e o prazo para a conclusão é 22 de outubro. A iniciativa tem como objetivo disseminar a cultura de paz e apresentar os princípios e fundamentos básicos da Justiça Restaurativa, fortalecendo esse importante caminho de transformação, consolidando práticas mais dialógicas e restaurativas.

    Foto da juíza Ivna Mozart
    Juíza Ivna Mozart Bezerra Soares

    De acordo com a juíza coordenadora adjunta do Nejure, Ivna Mozart, trata-se de um curso autoinstrucional, decorrente de convênio entre TJPB e o TJ do Maranhão, que disponibilizou a capacitação. A modalidade não possui aulas síncronas, apenas tutoria de orientação para sanar possíveis dúvidas dos participantes.

    “Mais um curso importante para a disseminação da cultura restaurativa, que ainda é muito desconhecida, por isso, trabalhamos no pilar da formação e da sensibilização. Estamos na primeira turma, mas pretendemos oferecer este curso com regularidade”, adiantou a magistrada.

    A Justiça Restaurativa é um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência, e por meio do qual os conflitos que geram dano, concreto ou abstrato, são tratados de modo estruturado a fim de resultar em um desfecho restaurativo.

    O Nejure tem como coordenador-geral o desembargador do Tribunal de Justiça da Paraíba e presidente da Corte Eleitoral, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. 

    Por Gabriela Parente

     

  • Último dia de inscrições para oficina de Linguagem Simples na Comarca de Campina Grande

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    Termina nesta quarta-feira (20) o prazo de inscrições para o curso ‘Transformando a Justiça com linguagem simples: oficina de comunicação e escrita judicial simplificada’, destinado à turma da Comarca de Campina Grande. A formação é voltada a servidores(as), assessores(as) e magistrados(as) do Poder Judiciário estadual, além de integrantes do Tribunal Regional do Trabalho (TRT). As inscrições podem ser feitas pelo link: forms.gle/bGpLRRLwawHNSJ7s9.

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    Juiz Natan Figueredo

    O cronograma varia conforme a comarca: em João Pessoa, as inscrições seguem até o dia 24 de agosto; em Patos, até o dia 31; e em Cajazeiras, até 7 de setembro. As aulas ocorrerão de forma presencial, das 8h às 18h, sob a condução do juiz da 5ª Vara Mista de Sousa, Natan Figueredo Oliveira.

    Entre os conteúdos abordados estão: Direito Administrativo e Constitucional; administração e acesso à Justiça; Pacto Nacional do Judiciário pela Linguagem Simples; comunicação eficaz no âmbito judicial; princípios e técnicas da linguagem simples; e base teórica e legal; além de recursos tecnológicos de apoio.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Diretoria de Tecnologia promove oficina com vista à construção do novo portal do TJPB

    Foto da oficina sobre o novo portal
    Magistrados e servidores participando da oficina na Esma

    Em breve, o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) contará com um novo portal institucional (site),  com layout moderno, desenvolvido para democratizar ainda mais o acesso direto dos cidadãos e cidadãs. Antenado às novas tecnologias da era digital, o foco do novo portal será a interatividade, como forma de facilitar o acesso à Justiça por meio do portal.

    A apresentação do layout (em construção) aconteceu nas manhãs dos últimos dias 13 e 14, na Escola Superior da Magistratura, ocasião em que magistrados e servidores participaram de uma oficina para promover a construção do novo site do Tribunal.

    O desembargador Fred Coutinho, presidente do TJPB, acompanhou o trabalho da comissão responsável pela formatação do novo portal. “Esse portal tem que ter a cara da cidadania, tem que ter a cara do cidadão. Aquele cidadão e aquela cidadã que precisa do nosso judiciário, que saiba entrar com facilidade, maneja com felicidade a diversidade de produtos que alí estarão disponíveis para todos nós”, comentou o presidente. 

    A oficina, com a apresentação do layout do portal, foi conduzida pelo diretor de Tecnologia da Informação do TJPB, Daniel Ayres Melo. “A gente está dentro de uma oficina, aqui, exatamente entendendo, discutindo, como é que a gente pode facilitar esse acesso. A gente vai criar um site moderno, com novas tecnologias, com novos serviços”, destacou. 

    Por Valter Nogueira

    Fotos: Ednaldo Araújo

     

  • Prazo de inscrições do Webinário BRBJus termina nesta quarta-feira (11)

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    O prazo de  inscrições para o Webinário BRBJus termina nesta quarta-feira (11). Promovido pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, em parceria com o Banco Regional de Brasília (BRB), a capacitação é dirigida a magistrados(as) e servidores do Poder Judiciário estadual paraibano.

    O curso será realizado nesta quinta-feira (12), ministrado no modo à distância (Webinar – Zoom),  no horário das 9h às 12h (carga horária de três horas). 

    O Webinário contará com palestras da diretora de Economia e Finanças do Tribunal de Justiça da Paraíba, Izabel Vicente Izidro da Nóbrega, 

    e de executivos do Banco Regional de Brasília: Didiane Monteiro, Edmilson Silva Santana, Eliane da Costa Guimarães e Salvadora Vitorino da Silva. 

    O evento conta com apoio da Escola Superior da Magistratura (Esma) – braço acadêmico do Tribunal de Justiça.

     

    Valter Nogueira

     

  • Webinário ‘Envelhecer com dignidade’ ocorre na sexta-feira, inscrições estão abertas

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    Nesta sexta-feira (13), das 10h às 12h, a Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), em parceria com o Comitê de Atenção à Pessoa Idosa do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), realizará o webinário ‘Envelhecer com dignidade: um compromisso contra a violência’. A transmissão será feita ao vivo pelo canal da Esma no Zoom e também pela plataforma YouTube.

    O evento é destinado a servidores(as), magistrados(as), estagiários(as), residentes e colaboradores(as) do TJPB, além do público em geral. As inscrições estão abertas até quinta-feira (12) e podem ser feitas pelo link: https://forms.gle/TiwTHghsi34qzUfa9

    A temática tem como palestrantes a juíza Graziela Queiroga Gadelha de Sousa, que é coordenadora da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), a promotora de Justiça Anita Bethania Silva da Rocha, titular da Promotoria de Justiça de João Pessoa de Defesa da Cidadania e dos Direitos Fundamentais, e a delegada da Polícia Civil, Cláudia Germana.

    A mediação será conduzida pela juíza auxiliar da Vice-Presidência do TJPB e coordenadora adjunta do Comitê, Silmary Alves de Queiroga Vita.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Diretores da Escola da Magistratura participam de encontro do Copedem em Porto Velho

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    Diretores(as) e servidores(as) de escolas judiciais reunidos em RO

    O diretor da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), desembargador Joás de Brito Pereira Filho, e a diretora adjunta, juíza Antonieta Lúcia Maroja Arcoverde Nóbrega, participaram do LIX Encontro do Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura (Copedem). As atividades reuniram em Porto Velho (RO), nos dias 5 e 6 deste mês, diretores(as) e servidores(as) de escolas judiciais de todo o Brasil. A servidora da Esma-PB, Bianca Nóbrega Meireles, também marcou presença.

    O diretor do Copedem, desembargador Marco Villas Boas, enfatizou a celeridade da prestação jurisdicional como principal objetivo da qualificação continuada de magistrados(as) e servidores(as). Para o desembargador Joás de Brito, a participação no Copedem foi de grande importância, por se tratar de uma oportunidade de conhecer boas práticas que poderão ser aplicadas na Esma-PB.

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    Antonieta Maroja, Joás de Brito e Bianca Meireles

    “O evento contou com palestras bastante enriquecedoras, especialmente sobre o uso da inteligência artificial generativa, tema de grande relevância na atualidade”, disse o diretor da Esma-PB.

    A juíza Antonieta Maroja destacou que o encontro serviu como fonte de inspiração para a busca de novas estratégias e abordagens, possibilitadas pelo intercâmbio de experiências entre as escolas da magistratura. “Ficamos felizes de observar que a Esma está no caminho certo e vem se consolidando como espaço de inclusão, cooperação e partilha de saberes e experiências para aperfeiçoamento daqueles que constroem, diariamente, a pacificação da sociedade através da prestação jurisdicional”, afirmou.

    Já Bianca Meireles assegurou que a educação judicial traz consigo inúmeros desafios, sobretudo em tempos de constante evolução tecnológica. “Espaços como esse, de imersão e partilha nos campos da inovação, cooperação e formação jurídica nos impulsiona a seguir ofertando formação de excelência, com soluções criativas, eficientes e humanas. Para mim, é uma honra representar a equipe técnica e pedagógica da escola neste encontro”, frisou.

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    Joás de Brito comdiretores de escolas da magistratura

    Durante o encontro, foram debatidos os principais desafios e demandas atuais relacionados à aprendizagem profissional e à inovação humanística. Na ocasião, foi aprovada a Carta de Rondônia, que destacou a educação judicial como pilar essencial para o fortalecimento do Poder Judiciário.

    O documento ainda ressalta a institucionalização da Rede Nacional das Escolas Judiciais e da Magistratura (Renejum), com foco no fortalecimento do ensino judicial e na promoção da inovação como instrumento de eficiência e acessibilidade à justiça, sempre com rigor ético, autonomia judicial e responsabilidade. A carta também alertou para a necessidade de formação crítica e técnica prévia ao uso da inteligência artificial, que deve ser sempre acompanhada por supervisão humana.

    Por Marcus Vinícius