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  • Julgamento com perspectiva racial é tema do evento sobre reconhecimento da cultura afro-brasileira

    Foto do desembargador João Benedito em evento na oAB
    Des. João Benedito destacou a luta pela equidade racial

    O Protocolo para Julgamento com Perspectiva Racial, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), é um dos principais temas debatidos dentro da programação das oficinas que compõem o evento ‘Cultura Afro-Brasileira – Direito ao reconhecimento, à proteção e à educação’. A iniciativa faz parte das atividades voltadas à Semana Nacional da Consciência Negra e é promovida pelo Tribunal de Justiça da Paraíba, em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Paraíba (OAB/PB), Escola Superior da Magistratura (Esma), Ministério Público do Trabalho (TRT-13) e Defensoria Pública do Estado.

    O evento, aberto na manhã desta terça-feira (18), terá seguimento na tarde de hoje no auditório da OAB/PB, no Centro de João Pessoa. Os inscritos para o evento também participam das oficinas ‘Os Cultura Afro Brasileira – Direito ao Reconhecimento, à Proteção e à Educação’, ‘Religiões de Matriz Africana’ e ‘A Aplicabilidade da Lei de Injúria Racial (Lei nº 14.532/2023)’.

    Para o coordenador do Comitê Permanente de Promoção e Equidade Racial do TJPB, desembargador, João Bendito da Silva, lembrou que o Dia da Consciência Negra será comemorado nesta quinta-feira (20) e data é um março na luta pela equidade racial e o Protocolo lançado pelo CNJ orienta o Poder Judiciário na condução de processos e decisões considerando os impactos do racismo estrutural e suas interseccionalidades, como questões de gênero.

    Conseguimos reunir, neste evento, várias autoridades de diferentes instituições e pessoas afro cultural. Podemos considerar essa ação como um dos primeiros passos no bojo de muitas missões necessárias voltadas à nossa cultura. O Dia da Consciência Negra é uma mensagem de luta e de empenho. O povo negro luta por mais espaço de fala e de reconhecimento”, comentou João Benedito da Silva.

    Foto do juiz Max Nunes
    O juiz Max Nunes, do TJPB

    O integrante do Comitê Permanente de Promoção e Equidade Racial do Tribunal, juiz Max Nunes, também participou do evento e falou a respeito da iniciativa e sobre o Protocolo. “Esse documento permite enxergar o conflito e entender que o racismo existe na sociedade brasileira e, a partir dessa percepção do fenômeno de raça, poder interpretar melhor e conhecer a realidade da sociedade brasileira e dos processos que serão julgados. Certamente, estamos diante de um avanço”, disse o magistrado.

    Foto de Jéssica Araújo
    Jéssica Araújo de Souza

    Para a presidente da Comissão de Combate ao Racismo e à Discriminação Racial da OAB/PB e integrante dos movimentos da Negritude Unificada, Jéssica Araújo De Souza, consciência negra deve ser pautada todos os dias e não só no mês de novembro.

    “A sociedade que não sabe a verdadeira história, ela é reprodutora de perseguições e falas racistas. O Poder Judiciário e a Ordem dos Advogados do Brasil estão comprometidos em colocar em prática o Protocolo com Perspectiva Racial do CNJ, para que possamos tentar uma equidade racial e reduzir os danos históricos causados, dentro da perspectiva do direito de racialidade”, destacou Jéssica Araújo.

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    Estudante Lorena Fernandes

    Universidade – A estudante do 10º período de Direito da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Lorena Fernandes, participou das oficinas e falou sobre a importância dos debates.

    “O protocolo em perspectiva racial é de extrema importância para o nosso Estado de Direito, justamente porque a gente tem uma realidade de encarceramento em massa da população negra. Existe no âmbito da Universidade um debate sobre a implementação da disciplina de Direitos e Relações Raciais. A gente precisa trazer a perspectiva, não somente da questão racial, mas também de gênero”, pontuou.

     

    Por Fernando Patriota

    Foto: Ednaldo Araújo 

     

  • Abertura do XIV Congresso Nacional da ANAMEL acontece nesta quinta (13) no TJPB

    Banner do evento

    O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) vai sediar, nesta quinta-feira (13), às 18h, a solenidade de abertura do XIV Congresso da Associação Nacional de Magistrados Evangélicos (Anamel). O evento, que conta com apoio institucional e logístico do Poder Judiciário estadual, será realizado no Salão do Pleno do Tribunal e reunirá autoridades de destaque dos Poderes Judiciário e Executivo de todo o país.

    Com o tema ‘Justiça e Paz: Caminho da Sabedoria’, o congresso tem como objetivo promover reflexões sobre os valores éticos e humanos que orientam a atividade jurisdicional, fortalecendo o papel da magistratura na construção de uma sociedade mais justa e pacífica. A programação seguirá até o dia 16 de novembro, com palestras e atividades no Hotel Nord Sapucaia, em João Pessoa.

    Entre as autoridades confirmadas para a cerimônia de abertura estão o ministro Carlos Brandão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ); a desembargadora Herminegilda Leite Machado, presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região; os desembargadores Federais Roberto Veloso (TRF1) e William Douglas (TRF2); o desembargador Fábio Dutra, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro; além da defensora pública-geral do Estado, Maria Madalena Abrantes Silva; o vice-governador da Paraíba, Lucas Ribeiro; e o pastor Estevam Fernandes, presidente da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, entre outras personalidades.

    A realização do evento no TJPB representa um reconhecimento da relevância institucional da Corte no cenário judiciário nacional. Segundo o despacho presidencial que autorizou o apoio, a iniciativa da Anamel está alinhada aos objetivos estratégicos do Tribunal, que incluem o fortalecimento das relações institucionais e a valorização da magistratura.

    “O tema do congresso reveste-se de pertinência ao propor reflexão sobre valores fundamentais que norteiam a atividade jurisdicional e o papel da magistratura na construção de uma sociedade mais justa e pacífica. A programação prevista, com palestras e atividades de integração da comunidade jurídica, contribui para o debate qualificado sobre questões relevantes para o aprimoramento da prestação jurisdicional”, afirmou a juíza auxiliar da Presidência do TJPB, Aparecida Gadelha, no parecer.

    O XIV Congresso da Anamel reunirá magistrados de diferentes regiões do país em um ambiente de intercâmbio e reflexão sobre os desafios e responsabilidades do Judiciário contemporâneo, reforçando o compromisso da magistratura brasileira com a promoção da justiça e da paz social.

    Por Gabriela Parente

  • TJPB participa da abertura da III Jornada de Saúde da Paraíba

    Foto da abertura da Jornada de Saúde
    Fred Coutinho em discurso na abertura da III Jornada de Saúde

    Teve início, na tarde desta quinta-feira (16), a III Jornada de Saúde da Paraíba. A cerimônia de abertura aconteceu no auditório da Justiça Federal na Paraíba (JFPB), com programação que segue nesta sexta-feira (17). O evento reuniu autoridades do Judiciário federal e estadual, com destaque para a expressiva participação do Tribunal de Justiça da Paraíba na articulação e coordenação das atividades.

    A III Jornada de Saúde da Paraíba está sendo promovida a partir de uma parceria entre a Justiça Federal, o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), a Escola Superior da Magistratura da Paraíba (ESMA) e a Escola de Magistratura Federal da 5ª Região – Seccional Paraíba (Esmafe/PB). A programação está sendo transmitida ao vivo pelo canal da JFPB no YouTube.

    O presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, ressaltou a importância do evento e da troca de experiências entre magistrados e profissionais da saúde. “A terceira Jornada de Saúde para nós é de suma importância, acima de tudo pela união das justiças, a justiça federal e a justiça estadual. Então eu só tenho a louvar e agradecer a todas as equipes que contribuíram para este evento, e que este evento com certeza será de suma importância pelo valor da temática. Aqui eu tenho certeza que sairá muita ideia sobre saúde, para que, para pôrmos em prática, tanto na justiça federal, quanto na justiça estadual, esses avanços, essas inovações em prol do cidadão.”,declarou Fred Coutinho.

    A desembargadora Anna Carla Lopes, coordenadora do Comitê Estadual de Saúde do TJPB, também participou da solenidade e destacou a relevância do diálogo institucional em torno da temática. “A Jornada é uma oportunidade de fortalecer parcerias e alinhar esforços entre os órgãos do Judiciário, para que o acesso à saúde seja tratado com a responsabilidade e a sensibilidade que a temática exige.”, destacou a magistrada. 

    A conferência de abertura tratou do tema “Acesso à Justiça em matéria de saúde pública: dilemas dos Temas 1.234 e 06 do STF”, ministrada pelo defensor público Ramiro Nóbrega Sant’Ana, da Defensoria Pública do Distrito Federal.

    De acordo com o juiz federal João Pereira de Andrade Filho, coordenador do evento, a proposta é promover um debate plural e atualizado sobre a judicialização da saúde.“O propósito principal do nosso encontro aqui hoje é debater uma temática que já está à disposição dos operadores do Direito há muito tempo, mas que ganhou um vigor novo, com advento agora no dia 19 de setembro do ano de 2024, portanto há pouco mais de um ano, por meio do julgamento da temática 1234 da repercussão geral do Supremo Tribunal Federal. Nosso propósito, portanto, é debater, de maneira plural, com diversos atores que estão aí vinculados à temática da judicialização, as balizas que foram ali traçadas pelo Supremo Tribunal Federal.”

    Ainda no primeiro dia, a programação conta com debates sobre as notas técnicas aplicadas aos Temas 1.234 e 06 e sobre modelos de organização da jurisdição especializada em saúde, com a participação de magistrados e profissionais da área.

    No dia 17, as atividades seguem das 9h até o fim da tarde, com destaque para as conferências “Judicialização da saúde: boas práticas de Justiça e Saúde” e “Medicina baseada em evidências e tipos de estudos científicos”, além de uma roda de conversa sobre divergências na aplicação dos Temas 1.234 e 06. O encerramento será marcado pela conferência “A jurisprudência do STF após as súmulas vinculantes 60 e 61”, conduzida pelo juiz federal Diego Viegas Veras, juiz auxiliar do STF.

    Com sua presença e atuação ativa na Jornada, o Tribunal de Justiça da Paraíba reafirma o compromisso institucional com o aprimoramento das decisões judiciais em matéria de saúde pública e com o desenvolvimento de práticas que promovam mais eficiência, equilíbrio e responsabilidade no tratamento das demandas da área.

     

    Por Ludmila Costa

    Fotos Ednaldo Araújo

     

  • Poder Judiciário paraibano participa de Conferência Estadual sobre Direitos Humanos

    Foto do desembargador Eduardo Lisboa
    Desembargador Eduardo Lisboa representou o TJPB no evento

    ‘Por um Sistema Nacional de Direitos Humanos: consolidar a democracia, resistir aos retrocessos e avançar na garantia de direitos para todas as pessoas’, este foi o tema da 5ª Conferência Estadual dos Direitos Humanos da Paraíba, que ocorreu nesta quinta-feira (09). O desembargador Carlos Eduardo Leite Lisboa compôs a mesa de abertura, representando o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho. 

    O evento, que aconteceu no auditório do Centro de Educação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), reuniu representantes de diversos setores, como o Sistema de Justiça, movimentos sociais, pastorais, estudantes e a sociedade civil. A iniciativa foi do Conselho Estadual dos Direitos Humanos da Paraíba e teve por objetivo a discussão e fortalecimento da Política Nacional dos Direitos Humanos. 

    O desembargador Carlos Eduardo Leite Lisboa ressaltou a importância da igualdade e a proteção dos direitos humanos. Ele enfatizou a ideia de que, apesar das pequenas diferenças que existem entre as pessoas, todas são, fundamentalmente, iguais. Segundo pontuou, isso é essencial, pois, em uma sociedade democrática e justa, não deve haver discriminação com base em fatores como raça, gênero, classe social ou qualquer outra característica.

    Foto da mesa com as autoridades
    O evento aconteceu na UFPB

    “A participação do Poder Judiciário, nesse contexto, é realmente significativa, pois o Tribunal tem a função de assegurar que os direitos de todos sejam respeitados e, ao mesmo tempo, aprender com as experiências de outras instituições e eventos que discutem essas questões. Somos todos iguais, oriundos de uma mesma ética, da mesma raça humana, com algumas pequenas diferenças como existe em qualquer sociedade”, salientou o desembargador Carlos Eduardo Leite.

    Já o presidente do Conselho Estadual dos Direitos Humanos da Paraíba, José Alexandre Guedes, enfatizou a relevância do Poder Judiciário na defesa dos direitos humanos. “Como integrante do sistema de Justiça, o Judiciário tem papel fundamental como garantidor da Constituição e das leis, essencial para a democracia, além de assegurar os direitos dos cidadãos, a execução de políticas públicas e a preservação dos direitos humanos”, evidenciou.

    Por Lila Santos 

    Fotos: Ednaldo Araújo e Carlos Augusto / UFPB

     

  • Projeto do TJPB que promove a igualdade de gênero é referência nacional em evento do CNJ

    Foto dos participantes do encontro
    Foto oficial das magistradas participantes do evento

    Iniciativas, com foco na igualdade de gênero, desenvolvidas no âmbito do Poder Judiciário paraibano foram destaques durante a realização do ‘Mulheres na Justiça: Novos Rumos da Resolução CNJ n. 255 – 4ª Edição’, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O projeto “Elas por Elas” foi citado pela Conselheira Renata Gil como referência nacional na valorização e na participação feminina.

    O evento, que aconteceu entre os dias 25 e 26 de setembro, na sede do Conselho, em Brasília, contou com a participação de magistradas paraibanas que integram o Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), presidido pela desembargadora Fátima Maranhão.

    A juíza Isa Mônia Vanessa de Freitas Paiva, coordenadora do Comitê, explicou que  a Paraíba foi celebrada como um caso de sucesso e referência nacional na pauta de valorização e participação feminina no Poder Judiciário. Segundo pontuou, durante a exposição, a conselheira do CNJ, Renata Gil, citou o Estado diversas vezes, elogiando projetos pioneiros e a atuação de suas magistradas e servidoras.

    “Para nós, do Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina do TJPB, receber esse reconhecimento público da conselheira Renata Gil, em um evento de tamanha relevância nacional como o Mulheres na Justiça do Conselho Nacional de Justiça, é motivo de grande orgulho e de renovação do nosso compromisso institucional”, enfatizou a magistrada Isa Mônia.

    Ela ressaltou, ainda, que o fato de a Paraíba ter sido apresentada como um caso de sucesso demonstra que a transformação só é possível quando há engajamento coletivo e políticas estruturadas, capazes de gerar resultados concretos para a vida de magistradas, servidoras e, sobretudo, para as mulheres que buscam a Justiça.

    Além da magistrada, também participaram do evento, as juízas Carmen Helen Agra de Brito e Ana Amélia Alecrim Câmara, ambas fazem parte da composição do Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina do Tribunal.

    Modelo para o país

    O projeto ‘Elas por Elas da Paraíba’ nasceu do desejo de aproximar o Judiciário da realidade de gênero, de promover o letramento e a escuta ativa nas comarcas e de garantir que essas iniciativas ultrapassassem a esfera simbólica, chegando a ações práticas — como a criação de salas de amamentação.

    “Saber que nossas experiências servem de inspiração para outros tribunais do país nos fortalece para seguir adiante. Isso demonstra que a equidade de gênero não é apenas um valor ético, mas um imperativo institucional para um Judiciário mais inclusivo, representativo e atento às demandas da sociedade brasileira”, exaltou a juíza Isa Mônia Freitas.

    Proatividade que inspira

    A influência da comitiva paraibana foi evidenciada quando a conselheira revelou que a sua decisão de convocar uma primeira reunião com as líderes de todos os comitês de participação do Brasil surgiu justamente a partir do diálogo que teve com o grupo da Paraíba. A conversa com “as meninas da Paraíba” também abordou o “movimento da Paridade” e outras ações espontâneas que fortalecem a pauta de gênero, como informou a juíza coordenadora do Comitê.

    Ações concretas reconhecidas

    Durante o evento, além dos projetos, ações práticas foram elogiadas. A conselheira mencionou que a desembargadora Fátima Maranhão implementará a distribuição de kits de menstruação na Paraíba, um avanço importante na pauta feminina. 

    As ações foram apresentadas em um telão, cujo título foi “Caso: Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba”, ilustrando o discurso com imagens das iniciativas que promovem a paridade de gênero e incentiva a participação feminina na esfera do judiciário estadual. 

    “Renata Gil justificou as múltiplas referências afirmando ter tido muito contato com a formação do comitê na Paraíba, o que a permitiu acompanhar de perto os resultados positivos que agora servem de inspiração para o restante do Judiciário nacional”, realçou a magistrada Isa Mônia Freitas.

     

    Por Lila Santos com informações da Agência CNJ de Notícias

     

  • TJPB levará iniciativas estratégicas de inovação e cidadania ao EXPOJUD 2025

    Logomarca do evento

    O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) participará da 9ª edição do EXPOJUD 2025 – Congresso de Tecnologia, Inovação e Direito para o Ecossistema da Justiça. O evento acontece nos dias 14, 15 e 16 de outubro de 2025, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF).

    O Tribunal levará ao Congresso um estande institucional para apresentar iniciativas estratégicas de inovação e cidadania, com destaque para a solução de inteligência artificial ‘IARRETADA’, já integrada ao Processo Judicial Eletrônico, além dos projetos de comunicação ‘Pra Saber Direito’ e ‘TJPB Cidadão’. 

    Considerado o maior encontro de tecnologia e inovação voltado ao ecossistema da Justiça, o EXPOJUD 2025 reunirá cerca de 3.000 participantes, mais de 200 instituições e 120 expositores.

    A programação inclui cinco palcos simultâneos, cerca de 200 palestrantes, salas temáticas, mais de 25 treinamentos técnicos com certificação e experiências imersivas sobre temas como inteligência artificial e cibersegurança.

    Entre as atividades previstas estão demonstrações, apresentação de cases e troca de experiências com outras instituições do país.

    Público-alvo –  Membros e servidores do Judiciário, profissionais de TI, inovação, comunicação, gestão, finanças, recursos humanos, escolas judiciais e demais atores do ecossistema de Justiça. As inscrições e informações sobre programação e reserva de estandes estão disponíveis no site oficial do EXPOJUD.

    Equipe O Judiciário estadual paraibano se fará presente por meio de equipe designada pela Presidência do Tribunal, formada pelo magistrado  Max Nunes de França, Juiz Auxiliar da Vice-Presidência; e pelos servidores Daniel Ayres de Melo, diretor de Tecnologia da Informação; Waleska Vieira Vita Lianza, chefe de Gabinete da Presidência; Fernando Antério Fernandes, diretor Administrativo; e  José Vieira Neto, gerente de Comunicação. 

     

    Por Ludmila Costa

     

  • Tribunais divulgam programação da Semana Nacional de Sustentabilidade

    Banner alusivo à sustentabilidade

    Plantio de árvores, audiência pública e palestras proferidas pelos tribunais da Paraíba. As ações constam na programação da I Semana Nacional de Sustentabilidade do Poder Judiciário – Região Nordeste, que será realizada nos dias 16 e 17 de outubro em João Pessoa. As inscrições podem ser realizadas AQUI.

    O evento é uma iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e reúne os principais tribunais do Estado em organização conjunta: o TRT da Paraíba (13ª Região), sede do evento; o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB); o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) e a Justiça Federal.

    Durante os dois dias, serão debatidas as ações do Judiciário voltadas à cultura da sustentabilidade. O objetivo é integrar práticas sustentáveis à rotina institucional, promovendo a troca de experiências entre os tribunais nordestinos, fortalecendo a cooperação regional.

    Empresas, ONGs, universidades, movimentos sociais, representantes de empresas estão convidados a participar e contribuir com experiências e soluções inovadoras que conectem o setor privado, público e o terceiro setor à agenda da sustentabilidade.

    Programação 

    O evento tem início no dia 16 de outubro, às 15h, na sede do Tribunal Regional do Trabalho (TRT – 13ª região), com uma ação para o plantio de mudas de árvores envolvendo a participação das autoridades.

    Já a abertura oficial dos trabalhos está prevista para 17h, no auditório principal do Fórum Maximiano Figueiredo do TRT, localizado na Rua Aviador Mário Vieira de Melo, 1440, bairro João Agripino.

    Na sequência, às 19h, será realizada a audiência pública do setor privado, setor público e terceiro setor sobre boas práticas ambientais, sociais e de governança (ESG). Para participar, é necessário realizar inscrição, clicando neste FORMULÁRIO. A sessão será seguida de coquetel de abertura. 

    O segundo dia é destinado à apresentação dos painéis, sendo o primeiro às 9h, com apresentações do Tribunal de Justiça da Paraíba, e o segundo, às 10h40, pela Justiça federal e militar.

    Os trabalhos continuam pela tarde com painéis apresentados por representantes da Justiça do Trabalho e da Justiça eleitoral.

    Sustentabilidade pelo exemplo

    A iniciativa está alinhada à Agenda 2030 da ONU e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), reforçando o papel do Judiciário como agente de transformação social. A Semana também cumpre as diretrizes da Resolução CNJ n.º 400/2021 e da Portaria n.º 134/2025, que instituem a Rede de Sustentabilidade do Poder Judiciário.

    O evento será inventariado quanto às emissões de gases de efeito estufa, ou seja, serão computadas todas as emissões provocadas pelo uso de gasolina, álcool, diesel, gás de cozinha, gás de ar condicionado e gás de extintores de incêndio (caso use), além da energia elétrica utilizada na Semana e os deslocamentos aéreos. 

     

    Por Gabriela Parente

    (com informações da Assessoria de Comunicação Social do TRT-PB)

     

  • BRB orienta sobre abertura de contas e fortalece vínculos com servidores do TJPB durante evento

    Magistrados(as) e servidores(as) do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) receberam orientações sobre a abertura de contas no Banco de Brasília (BRB) e conheceram os benefícios aos quais terão acesso. Durante um café da manhã oferecido pela instituição bancária, nesta sexta-feira (29), na sede do Palácio da Justiça, equipes do BRB atenderam a todos que ainda tinham dúvidas sobre a mudança de banco e fortaleceram vínculos com os novos clientes.

    O BRB assumiu a folha de pessoal do Judiciário paraibano em julho deste ano e a partir de outubro será responsável por processar os vencimentos. Para o presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, essa é uma parceria solidificada.

    “A parceria com o BRB e o Tribunal de Justiça está se solidificando dia a dia, esperando que todo o serviço bancário institucional seja prestado a contento e que seja cada vez melhor. Esse é o nosso desejo, a vontade de buscar o que for melhor para todo cidadão e para todos os nossos servidores”, declarou.

    O vice-presidente do TJPB, desembargador João Batista Barbosa, lembrou que o BRB chega com o compromisso de atender magistrados(as) e servidores(as) da melhor forma, dirigindo a todos um atendimento de excelência.  “Nós somos seres humanos, temos dignidade, e é assim que os bancos devem olhar para as pessoas. Afinal de contas, os bancos, como qualquer outra empresa, devem ter um fim social”, ressaltou.

    Prazo – As contas no BRB devem ser abertas até o dia 5 de setembro de maneira descomplicada no próprio aparelho celular por meio do aplicativo do Banco BRB. Erica Brandão Dias, gerente geral da instituição, explicou que o procedimento é totalmente digital e seguro.

    “A gente dá praticidade para o servidor na hora da abertura da conta. Ele faz pelo próprio aplicativo, de casa, tendo acesso à internet.  Apenas com um documento com foto, se consegue abrir a conta. É bem simples, leva em torno de uns cinco minutinhos, até estar com a conta aberta”, pontuou.

    Clique aqui e veja como é fácil abrir sua conta no BRB.

    https://www.tjpb.jus.br/noticia/tjpb-orienta-servidores-sobre-abertura-de-conta-no-banco-brb

    Por Nice Almeida

    Fotos: Ednaldo Araújo

     

  • Trabalhadores da construção civil participam de ação educativa de combate à violência contra a mulher

    foto do evento no canteiro de obra
    A ação educativa foi conduzida pela juíza Graziela Queiroga

    Trabalhadores da construção civil em João Pessoa receberam, nesta terça-feira (19), a visita de representantes do Poder Judiciário estadual, da Polícia Civil, dos Ministérios Públicos Federal e Estadual, Ministério Público do Trabalho e do Sinduscon JP. Eles participaram de uma ação educativa voltada à conscientização de homens sobre a importância do combate à violência contra a mulher.

    A iniciativa faz parte também das ações do ‘Agosto Lilás’, campanha de enfrentamento à violência de gênero e a divulgação da Lei Maria da Penha, que mobiliza todo o Brasil, durante o mês de agosto. O projeto tem o apoio da coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça da Paraíba,  tendo à frente a juíza Graziela Queiroga. 

    A magistrada destacou que a realização da roda de conversa em canteiros de obras foi escolhida de forma estratégica por ser um ambiente majoritariamente masculino, mesmo com o aumento da presença de mulheres nesses locais de trabalho, além de reforçar a necessidade de se promover o respeito mútuo e a igualdade de gênero.

    “Aqui o alicerce é o respeito. Este projeto foi retomado pela Polícia Civil e nós apoiamos. Nesta ação nos canteiros de obra objetivamos conscientizar, não só os trabalhadores, mas também os donos, os empresários a manterem em seus calendários, em seus eventos, conversas sobre este tema relevante, cujos dados alarmantes demonstram a necessidade de se discutir em todas as camadas sociais o combate à violência contra a mulher”, ressaltou a magistrada. 

    A coordenadora comentou, ainda, que a conversa é conduzida por policiais civis homens, que atuam nas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher, ocasião em que dão informações sobre os diferentes tipos de violência doméstica e familiar e como funciona o atendimento às vítimas nas delegacias especializadas.

    “A proposta é que os participantes tenham acesso ao conteúdo e também levem o que foi discutido para seus lares e comunidades, atuando como multiplicadores da informação. O foco é prevenir casos de feminicídio, agressões físicas e violência sexual, que ainda têm índices alarmantes”, reforçou a juíza Graziela Queiroga. 

    Foto da promotora Romeika
    A promotora Rhomeika Porto dirigiu palavra aos trabalhadores

    Para a promotora de Justiça, Rhomeika Porto, a ação no canteiro de obras visa combater a violência contra a mulher, focando em prevenir crimes como feminicídio, violência sexual e lesões corporais. “A iniciativa busca educar e conscientizar, especialmente homens, sobre a igualdade de direitos, respeito às mulheres e a importância de combater a violência, incentivando-os a replicar essa mensagem em casa, no trabalho e em todos os ambientes”, comentou.

    Por sua vez, a coordenadora das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs), delegada Maria Sileide de Azevedo, disse que “o objetivo é dialogar sobre o tema, conscientizar sobre o papel de cada indivíduo e mostrar que homens e mulheres precisam trabalhar juntos para combater a violência”.

    O empresário Roberto Gadelha, do grupo Delta, compartilhou a experiência da empresa em capacitar mulheres para trabalhar em um ambiente tradicionalmente masculino, destacando a importância de mudar comportamentos e educar para o respeito. Ele expressou a satisfação em receber o projeto e propôs replicar as palestras em outros canteiros, oferecendo uma agenda contínua para reforçar a conscientização.

    Também participando da ação educativa, a procuradora regional dos Direitos do Cidadão do MPF, Janaína Andrade, abordou a mobilização para combater a violência contra a mulher, enfatizando que este tipo de violência é um problema multifacetado (jurídico, econômico, social e político), que exige ação conjunta de órgãos e sociedade. 

    “Há a necessidade de mudar a cultura machista e patriarcal através de educação e conscientização, incluindo a comunicação em espaços tradicionalmente masculinos”, reforçou.

    O procurador do Ministério Público do Trabalho, Raulino Maracajá, ressaltou a importância de discutir a violência contra a mulher no setor da construção civil, buscando o engajamento social para combater os altos índices de violência contra a mulher no Brasil. “O objetivo é conscientizar homens, pais, irmãos e avôs, sobre os malefícios e prejuízos da violência, lembrando que ela ocorre em diversos ambientes, inclusive no trabalho, e que eles podem ser agentes de mudança”, pontuou. 

    Por fim, o vice-presidente de Relações Trabalhistas do Sinduscon-JP, Ovídio Maribondo, salientou que o Sindicato atua na divulgação da campanha, conectando entidades e programas aos canteiros de obras e empresas, onde há grande concentração de trabalhadores homens, visando aumentar a conscientização, melhorar a saúde mental e social dos trabalhadores, e reduzir os índices de violência.

    Agosto Lilás – As ações realizadas pela Coordenadoria da Mulher do TJPB incluem medidas de segurança, apoio jurídico e oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional para vítimas de violência doméstica e ainda atividades educativas em diferentes contextos, incluindo unidades prisionais, onde são promovidas reflexões sobre masculinidade com homens privados de liberdade.

     

    Por Lila Santos

    Fotos: Ednaldo Araújo

     

  • Mesas de debates marcam o último dia da Semana Nacional dos Juizados Especiais

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    O evento foi aberto pelo desembargador João Batista Barbosa

    O último dia da programação da 2ª Semana Nacional dos Juizados Especiais foi realizado na manhã desta sexta-feira (6), no auditório da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), em João Pessoa, e contou com três mesas de debate. A iniciativa buscou promover reflexões sobre a atuação dos Juizados Especiais e os caminhos para seu fortalecimento e aprimoramento. O evento foi transmitido pela plataforma do Youtube.

    As discussões abordaram ‘Os Juizados Especiais Cíveis e os Desafios da Efetividade da Justiça no Século XXI’, ‘A Conciliação nos Juizados da Fazenda Pública: Experiências, Limites e Possibilidades’ e ‘Turmas Recursais e o Papel Uniformizador da Jurisprudência nos Juizados Especiais’.

    O vice-presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e coordenador dos Juizados Especiais (JE), desembargador João Batista Barbosa, abriu as atividades. Na ocasião, destacou o forte engajamento dos magistrados com a segunda edição da Semana Nacional dos JE, ressaltando a importância de aproximar o Judiciário da população. 

    “Os juízes têm compreendido que precisamos nos apresentar à sociedade. Neste ambiente acolhedor e apropriado para o nosso encontro, reforçamos não apenas o espírito de confraternização, mas também o compromisso de mostrar à sociedade que o sistema dos Juizados Especiais tem realizado muito”, declarou o desembargador João Batista. 

    A desembargadora Túlia Gomes de Souza Neves destacou que a Lei dos Juizados Especiais constitui um verdadeiro marco de vanguarda no ordenamento jurídico brasileiro, ao oferecer uma justiça mais acessível, célere e desburocratizada ao cidadão.“Trata-se de uma legislação que permite ao cidadão resolver conflitos de maneira simples, rápida e sem custos, promovendo o acesso à justiça de forma mais direta e eficiente”, falou.

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    O juiz Max Nunes foi um dos palestrante do evento

    O juiz auxiliar da vice-Presidência do TJPB, Max Nunes, ressaltou que a  Semana Nacional dedicada aos Juizados Especiais tem um papel fundamental ao dar visibilidade à política prevista na Lei nº 9.099/95, que promove a aproximação do Poder Judiciário com o cidadão, com base nos princípios da simplicidade, oralidade e informalidade que regem o sistema dos Juizados. “Encerramos a Semana com um ciclo de palestras voltado para magistrados, servidores e estudantes universitários, abordando temas relevantes relacionados ao Juizado Cível, à Fazenda Pública e às Turmas Recursais no Estado da Paraíba”, disse.

    A juíza Ana Flávia de Carvalho Dias, do Juizado Especial Mista de Santa Rita, assegurou que a iniciativa é não apenas válida, mas essencial para o fortalecimento e aprimoramento dos Juizados Especiais. “Essas reuniões fazem com que a gente possa uniformizar o entendimento, falar sobre as ferramentas, qual posicionamento do juiz, adotar as condutas, porque além de juiz decidir sobre os pleitos, nós também somos gestores dos processos”, comentou.

    A programação da Semana Nacional dos JE contou com atividades na Comarca de Bayeux, com o lançamento do personagem ‘Caranguejo Mandachuva’, criado especialmente para esta edição da Semana dos Juizados Especiais na unidade judiciária. O personagem, criado pela artista local Tházia Carolinne (Th Carolinne), teve como propósito aproximar a comunidade dos princípios dos Juizados Especiais. 

    Em João Pessoa, na sessão do Pleno do TJPB, ocorreu o lançamento do aplicativo ‘Peça Você – Juizados’. A ferramenta tem a finalidade de facilitar o acesso, por meio digital, às pessoas que precisam acionar os Juizados Especiais. Já no Presídio Feminino Júlia Maranhão houve uma palestra com o tema ‘O papel social do Juizado Especial Criminal’, conduzida pelo juiz Hermance Gomes Pereira, do Juizado Especial Criminal (Jecrim) da Comarca da Capital.

    A programação, no presídio, também incluiu uma visita guiada à unidade prisional, onde foram apresentados projetos sociais, como o Castelo de Bonecas, financiado com recursos provenientes de transações penais. Além disso, o Coral Vozes Passageiras, formado por reeducandas, realizou uma apresentação durante o evento.

     

    Por Marcus Vinícius

    Foto: Ednaldo Araújo