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  • Jovens do Creas III participam de atividade de dança pelo Trilha Renovar

    Foto da equipe do projeto Trilha
    Equipe que promoveu a oficina dirigida aos jovens do Creas III

    Adolescentes que cumprem medidas socioeducativas em meio aberto, acompanhados na sede do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas III), em Campina Grande, vivenciaram uma experiência cultural diferente na manhã desta quinta-feira (27). Eles participaram de uma oficina de dança com foco no ritmo Hip Hop.

    A atividade integra mais uma etapa da trilha cultural do projeto Trilha Renovar: Sustentabilidade para a Vida,  idealizado pelos Laboratórios de Inovação e Núcleos de Sustentabilidade do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região e do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

    A oficina foi conduzida pelo professor Jardel Melo, pesquisador em Danças Urbanas e Dança Contemporânea, dançarino e coreógrafo, com larga experiência na temática. Ele integra o projeto Arte e Cultura nas Periferias, da Casa Pequeno Davi, um dos parceiros do TJPB nesta ação. 

    A coordenadora de Inovação do TJPB, Tatyanna Nadabia de Souza, explicou ser a segunda etapa do projeto, envolvendo a seara cultural e os adolescentes. Segundo enfatizou, a oficina foi conduzida de forma leve, acolhedora e respeitosa, permitindo que os jovens se expressassem e se soltassem, de forma que o facilitador, professor Jardel, criou um ambiente de confiança através da escuta e do diálogo. 

    Foto do pessoal em oficina de descontração
    Experiência cultural fez parte da progamação da oficina

    Além disso, a participação dos adolescentes, da equipe do projeto e do Creas foi marcada por descontração e troca genuína, reforçando o impacto positivo que a expressão artística pode gerar na autoestima, no pertencimento e no olhar para novas possibilidades, como reforçou Tatyanna de Souza. 

    “A experiência reforçou a importância do projeto em oferecer um espaço seguro para expressão, ampliar horizontes e fortalecer as trajetórias dos adolescentes. O projeto visa abordar a sustentabilidade de forma holística, incluindo aspectos culturais, sociais, econômicos e ambientais, apoiando os jovens de maneira humana e transformadora”, ressaltou a coordenadora.

    Tatyanna de Souza informou, ainda, que a outra fase de ação do projeto será a “Trilha Social”, que contará com a participação do Núcleo de Justiça Restaurativa (Nejure), do TJPB. Nessa próxima etapa, os adolescentes vão participar de rodas de conversa, de atividades como o Ciclo de Paz, com a finalidade de promover o diálogo, o respeito, a escuta entre todos eles. 

    “A ideia é que se crie um espaço seguro, onde eles possam falar um pouco sobre suas experiências, refletir sobre os caminhos que desejam seguir e os sonhos que pretendem realizar, além de desenvolverem habilidades que sejam importantes para a ressocialização”, realçou Tatyanna Souza.

    Social – O Trilha Renovar dá cumprimento à Meta 9 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2025, que prevê o desenvolvimento de projetos relacionados à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), com participação de laboratórios de inovação de diferentes instituições públicas, com o foco na geração de benefícios à sociedade.

    Por Lila Santos
     

  • Cidesma destaca soluções inovadoras e meios consensuais para o futuro do Judiciário

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    O minicurso foi realizado na manhã desta sexta-feira

    Com uma proposta dinâmica, pautada em uma oficina prática de inovação baseada na metodologia do Design Thinking, o juiz Jeremias de Cássio Carneiro de Melo, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), a servidora Aline Fernandes da Nóbrega, da Coordenação de Inovação do TJPB, e o auditor do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), André Agra Gomes de Lira, conduziram a discussão sobre o tema ‘Tecnologias Emergentes e Inovação na Gestão Pública’.

    O minicurso foi realizado nesta sexta-feira (14), encerrando a programação da manhã do 3º Congresso Internacional de Direito (Cidesma), que dedicou aos temas relacionados às tecnologias emergentes e aos meios consensuais de resolução de conflitos. O congresso reafirma o compromisso da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB) em estimular um Judiciário cada vez mais inovador, integrado e colaborativo.

    Durante o minicurso sobre tecnologia, a atividade convidou os participantes a refletirem e proporem soluções criativas para quatro desafios contemporâneos da Justiça: Acesso à Justiça e Inclusão Digital; Linguagem Simples e Comunicação Judicial; Eficiência Processual e Inteligência Artificial; e Sustentabilidade e Justiça Ambiental.

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    Juiz Jeremias de Cássio: não basta diagnosticar problemas

    Segundo o juiz Jeremias de Cássio, não basta diagnosticar problemas, é necessário criar espaços em que magistrados, servidores, advogados, estudantes e professores possam desenvolver soluções concretas de forma colaborativa. “Os participantes terão suporte para desenvolver protótipos de linha tecnológica, na esteira da produção do MVP, ainda no ambiente de laboratório. Isso é algo novo para os laboratórios de inovação do Judiciário e entendemos como um caminho para entregar soluções mais tangíveis e testáveis imediatamente”, destacou.

    Nesse contexto, Aline Fernandes ressaltou que a metodologia aplicada, centrada na experiência e na percepção do usuário, pode ser replicada para diferentes desafios da gestão pública. “Para enriquecer a oficina, o Lyno também realizou uma pesquisa durante o evento, ouvindo os congressistas sobre essas temáticas, reforçando o foco em soluções efetivas e conectadas à realidade dos usuários do sistema de Justiça”, afirmou.

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    O último minicurso da programação foi ministrado pela juíza Catarina de Macedo Nogueira Lima e Corrêa, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), com o tema ‘Meios consensuais de resolução de conflitos: justiça restaurativa, conciliação e mediação’. Para a magistrada, o Judiciário de hoje já não é o mesmo de cem anos atrás. “Atualmente, as pessoas não buscam apenas uma sentença ou decisão, mas sim a resolução efetiva de um problema. Os métodos consensuais de solução de conflitos colocam as partes como protagonistas na construção das próprias soluções, tornando o processo mais humano e participativo”, afirmou.

    Ela acrescentou que “a solução consensual de conflitos é o que torna o Judiciário mais efetivo e preparado para lidar com as demandas e complexidades do mundo atual”.

    A programação continua, a partir das 14h, com salas de interação, exposição e lançamento de livro. O encerramento do 3º Cidesma será com o psiquiatra e escritor Augusto Cury.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Equipe da Coinju participa de oficina para aprimorar metodologia e trabalhos do setor

    Equipe da Coinju participa de oficina na Esma
    Equipe da Coinju participa de oficina na Esma

    A equipe da Coordenadoria de Infância e Juventude (Coinju) do Tribunal de Justiça da Paraíba participou, nessa quinta-feira (27), de uma oficina executada pela Gerência de Planejamento do TJ voltada ao aprimoramento metodológico das atividades internas no setor. O evento ocorreu na Escola Superior da Magistratura (Esma). 

    Para o coordenador da Coinju, juiz Hugo Gomes Zaher, foi uma oficina proveitosa para o planejamento futuro de políticas judiciais na área da Infância e Juventude do Tribunal.

    “Um trabalho importante para auxiliar no mapeamento dos principais gargalos administrativos do setor e, por sua vez, permitir a elaboração de um plano de ação voltado ao desenvolvimento da missão da Coordenadoria da Infância”, explicou.

    Já a magistrada Maria dos Remédios Pordeus Pedrosa, colaboradora da Coinju e titular da 2ª Vara da Comarca Santa Rita, disse que foi um encontro rico e preparado para proporcionar um crescimento coletivo.

    “Demos um passo muito importante em direção à criação de um ambiente de interatividade e conhecimentos. A parceria com a Gerência de Planejamento (Gepla) na reordenação dos nossos processos de trabalho vai nos permitir identificar como podemos atuar de forma mais eficiente e eficaz, maximizando a atuação dos nossos recursos humanos e reavaliando as ferramentas que usamos”, analisou a juíza. 

    A oficina foi conduzida pela equipe da Gerência de Planejamento (Gepla), com base na metodologia do Design thinking, que consiste num conjunto de técnicas e métodos para resolver problemas de forma inovadora.

    De acordo com Tatyanna Nadabia de Souza Lima Paes, que atua na   Coordenação de Inovação (setor subordinado à Gerência de Planejamento), a imersão proposta foi criada para promover uma experiência colaborativa, estimulando a conexão entre os participantes.

    “Através de metodologias inovadoras e dinâmicas de co-criação, os participantes puderam não apenas identificar suas atribuições e mapear as dificuldades diárias, mas também redesenhar os processos de trabalho mais relevantes. Este tipo de oficina  potencializa a visão coletiva sobre possíveis melhorias e inovações nos processos cotidianos”, salientou.

    Também participaram da atividade os integrantes da Gepla: Ana Caroline Leal Vasconcelos (gerente), Roberta Costa de Carvalho (supervisora), Aline Fernandes da Nóbrega (do Centro de Inteligência e Inovação) e Fábio Lima Costa.

    Além dos magistrados, estiveram presentes as servidoras da Coinju Ana Cláudia Sales Lourenço, Cristiane Immisch Lacet Porto e Lenise Romero de Andrade.

    Por Gabriela Parente