Etiqueta: Prêmio CNJ

  • TJPB celebra conquista do Selo Prata do CNJ durante sessão do Órgão Especial

    Foto de desembargadores no Pleno do TJPB
    Desembargador João Batista Barbosa presidiu a sessão

    O Tribunal de Justiça da Paraíba celebrou, na sessão do Órgão Especial realizada nesta quarta-feira (3), a conquista do Selo Prata do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Representando o presidente da Corte, desembargador Frederico Coutinho, o vice-presidente, desembargador João Batista Barbosa, fez um pronunciamento destacando o significado do reconhecimento nacional e agradecendo a todos que contribuíram para o resultado.

    João Batista Barbosa ressaltou que o prêmio do CNJ reflete o amadurecimento da governança institucional do TJPB, com foco em eficiência, tecnologia, transparência e cidadania. Ele lembrou que o Tribunal vem evoluindo gradativamente no ranking nacional: saiu de 63% de pontuação no Selo Prata em 2023 para 72% em 2024, chegando a 73,3% neste primeiro ano da atual gestão, avanço que elevou o TJPB da 9ª para a 3ª colocação no país entre os tribunais que receberam o Selo Prata.

    O vice-presidente também agradeceu aos servidores da Presidência, Vice-Presidência, Corregedoria-Geral de Justiça, Escola Superior da Magistratura e Ouvidoria, bem como aos magistrados de 1º e 2º graus, assessores, chefes de gabinete, diretores, gerentes, comissões, comitês e agentes de segurança. Segundo ele, todos integram a força que garante que a Justiça esteja presente em cada canto do Estado.

    Ele destacou ainda o apoio de instituições que compõem o sistema de Justiça, como Ministério Público, OAB, Defensoria Pública e órgãos de segurança. “Este prêmio é fruto do trabalho de todos e deve ser celebrado como um marco do que somos capazes de conquistar quando avançamos unidos”, pontuou.

    Ao final da sessão, os desembargadores Saulo Benevides, José Ricardo Porto, Joás de Brito Pereira Filho, Carlos Beltrão e Francisco Seráphico também fizeram uso da palavra para parabenizar o Tribunal e se somar ao pronunciamento do desembargador João Batista Barbosa.

    Por Lenilson Guedes
    Fotos: Ednaldo Araújo
     

  • Conciliar é Legal: juiz do TJPB recebe prêmio do CNJ por projeto com indígenas

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    Juiz Kildere recebendo o prémio do CNJ

    Na tarde desta segunda-feira (19), no Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, o juiz do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), Judson Kildere Nascimento Faheina, foi um dos premiados da XV edição do Prêmio Conciliar é Legal. O magistrado foi vencedor, na modalidade Boas Práticas, categoria Juiz Individual, com o projeto ‘Integração de Conciliadores Extrajudiciais Indígenas como Voluntários – Semana Nacional da Conciliação’. 

    O Prêmio Conciliar é Legal é uma iniciativa do CNJ que promove a resolução consensual de conflitos, demonstrando o poder da conciliação e da mediação. A iniciativa do juiz Kildere, titular da Vara Única da Comarca de Rio Tinto e diretor do Fórum, capacitou, em outubro do ano passado, 46 indígenas. Eles atuam como agentes de diálogo e da conciliação extrajudicial em 32 aldeias dos municípios de Rio Tinto, Marcação e Baía da Traição.  

    O magistrado destacou que o projeto valoriza a população indígena da comarca, além de propiciar celeridade na tramitação dos processos relacionados ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc Indígena). 

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    O juiz Kildere com os caciques que atuam no projeto

    Ele pontuou, ainda, que a partir das próprias aldeias, os indígenas já podem iniciar o trabalho de conciliação, sendo concluído no Cejusc Indígena, com a homologação dos acordos que são realizados ou com o encaminhamento das demandas para o juizado especial ou para outra instância da Justiça comum estadual.

    “O prêmio chega no momento em que buscamos fazer a aproximação do Poder Judiciário das comunidades indígenas, sendo o projeto pioneiro na América Latina. É uma satisfação muito grande essa premiação, porque representa a coroação de um trabalho que iniciamos há 11 anos na Comarca e que agora atinge o seu auge, com reconhecimento em nível nacional do nosso trabalho”, exaltou o juiz Judson Kildere.

    Também participaram do projeto a servidora da Comarca de Rio Tinto, Jaílza Hortencio da Silva, a instrutora Celma Laurinda Freitas Costa, com a coautoria da professora Sirlene Faria.

    Foram a Brasília junto com o juiz Judson Kildere, acompanhar a cerimônia da premiação, Sandro Gomes Barbosa (Cacique Geral do Povo Potiguara/Pb), Elias Gerônimo de Lima (Cacique da Aldeia Tramataia,Marcação) e os advogados  Erilson Cláudio Rodrigues e Gabriel Marques dos Anjos. 

    “Nós, Potiguaras, só temos a agradecer a iniciativa da Justiça em Rio Tinto, de levar esse projeto para dentro de nossas aldeias, que está servindo para nos ajudar a conciliar e a resolver os problemas da nossa comunidade”, ressaltou o Cacique Sandro Gomes 

    Por Lila Santos com informações da Agência CNJ de Notícias

    Fotos: CNJ

     

  • Conciliar é Legal: juiz do TJPB recebe prêmio do CNJ

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    Juiz Kildere recebendo o prémio do CNJ

    Na tarde desta segunda-feira (19), no Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, o juiz do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), Judson Kildere Nascimento Faheina, foi um dos premiados da XV edição do Prêmio Conciliar é Legal. O magistrado foi vencedor, na modalidade Boas Práticas, categoria Juiz Individual, com o projeto ‘Integração de Conciliadores Extrajudiciais Indígenas como Voluntários – Semana Nacional da Conciliação’. 

    O Prêmio Conciliar é Legal é uma iniciativa do CNJ que promove a resolução consensual de conflitos, demonstrando o poder da conciliação e da mediação. A iniciativa do juiz Kildere, titular da Vara Única da Comarca de Rio Tinto e diretor do Fórum, capacitou, em outubro do ano passado, 46 indígenas. Eles atuam como agentes de diálogo e da conciliação extrajudicial em 32 aldeias dos municípios de Rio Tinto, Marcação e Baía da Traição.  

    O magistrado destacou que o projeto valoriza a população indígena da comarca, além de propiciar celeridade na tramitação dos processos relacionados ao Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc Indígena). 

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    O juiz Kildere com os caciques que atuam no projeto

    Ele pontuou, ainda, que a partir das próprias aldeias, os indígenas já podem iniciar o trabalho de conciliação, sendo concluído no Cejusc Indígena, com a homologação dos acordos que são realizados ou com o encaminhamento das demandas para o juizado especial ou para outra instância da Justiça comum estadual.

    “O prêmio chega no momento em que buscamos fazer a aproximação do Poder Judiciário das comunidades indígenas, sendo o projeto pioneiro na América Latina. É uma satisfação muito grande essa premiação, porque representa a coroação de um trabalho que iniciamos há 11 anos na Comarca e que agora atinge o seu auge, com reconhecimento em nível nacional do nosso trabalho”, exaltou o juiz Judson Kildere.

    Também participaram do projeto a servidora da Comarca de Rio Tinto, Jaílza Hortencio da Silva, a instrutora Celma Laurinda Freitas Costa, com a coautoria da professora Sirlene Faria.

    Foram a Brasília junto com o juiz Judson Kildere, acompanhar a cerimônia da premiação, Sandro Gomes Barbosa (Cacique Geral do Povo Potiguara/Pb), Elias Gerônimo de Lima (Cacique da Aldeia Tramataia,Marcação) e os advogados  Erilson Cláudio Rodrigues e Gabriel Marques dos Anjos. 

    “Nós, Potiguaras, só temos a agradecer a iniciativa da Justiça em Rio Tinto, de levar esse projeto para dentro de nossas aldeias, que está servindo para nos ajudar a conciliar e a resolver os problemas da nossa comunidade”, ressaltou o Cacique Sandro Gomes 

    Por Lila Santos com informações da Agência CNJ de Notícias

    Fotos: CNJ