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  • Monitoramento humaniza e transforma medidas socioeducativas

    Monitoramento humaniza e transforma medidas socioeducativas

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    Cniups é a sigla para Cadastro Nacional de Inspeção de Unidades e Programas Socioeducativos, um sistema de registros desenvolvido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para padronizar as inspeções judiciais em estabelecimentos socioeducativos de meio fechado e programas de meio aberto. Mas, para além de um conjunto de palavras, Cniups representa um olhar atento, cuidadoso e responsável da Justiça para a realidade de milhares de adolescentes que vivem o desafio de reconstruir seus caminhos dentro das medidas socioeducativas.

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    Juíza Antonieta Maroja

    “O objetivo do sistema socioeducativo é levar o jovem que comete um ato infracional à reflexão a respeito desses erros e fazer com que, através da medida, ele construa um projeto de vida sustentável para o futuro dele. O que a gente quer é que esse jovem tenha condições de entrar na vida adulta de forma reintegrada socialmente, sem a prática de atos contrários à lei e que possa ter uma vida digna e produtiva”, explicou a juíza Antonieta Maroja, coordenadora do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF).

    Criado para reunir informações sobre as condições das unidades socioeducativas, suas rotinas, equipes e capacidades, o Cniups funciona como um instrumento de proteção. Ao detalhar esse ambiente – da estrutura física ao acesso à educação, saúde e atividades formativas – o cadastro ajuda a garantir que nenhum jovem seja invisível. A cada inspeção registrada, o país se aproxima de um sistema socioeducativo mais justo, humano e comprometido com a dignidade. 

    “O preenchimento do Cniups qualifica o atendimento nas medidas socioeducativas em meio aberto e fortalece essa rede de atendimento e de afirmação dos direitos das crianças e dos adolescentes de forma a contribuir para o desenvolvimento integral desse jovem e afastá-lo de outras práticas infracionais. Os dados extraídos servem, então, para avaliar as medidas que estão surtindo efeito e que estão funcionando para auxiliar nessa contribuição para o desenvolvimento integral do jovem e para que possamos rever ou melhorar aquelas que não estão tendo o resultado pretendido”, detalhou a magistrada. 

    Traçar diagnósticos – O Cniups é um sistema nacional criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com o objetivo de uniformizar e monitorar as inspeções judiciais nas unidades e programas do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase). Ele permite que o Poder Judiciário acompanhe de forma integrada as condições de atendimento aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, tanto no meio fechado quanto no meio aberto através de um diagnóstico.

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    Juíza Joscileide Ferreira de Lira

    A juíza Joscileide Ferreira de Lira, da 7ª Vara Mista da Comarca de Patos, explicou que o sistema permite mapear as condições de funcionamento das unidades, incluindo estrutura física, equipe, capacidade, superlotação, atendimento pedagógico e práticas profissionais, além de facilitar a fiscalização do cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente e do Sinase. 

    “O Cniups representa uma mudança importante de perspectiva. Permite enxergar o adolescente não apenas pela prática infracional, mas pelas condições concretas de atendimento que são oferecidas ao incorporar em suas inspeções dimensões como educação, saúde, convivência familiar, bem-estar e dignidade. O cadastro evidencia que a medida socioeducativa deve ser orientada pela proteção integral e pela pedagogia e não pela lógica punitivista”, evidenciou. 

    Dessa forma, o instrumento reforça a centralidade dos direitos humanos e a necessidade de garantir ambientes adequados para que o processo socioeducativo tenha sentido e eficácia, acrescentou a juíza Joscileiede Lira. “O sistema contribui para ambientes mais seguros e apropriados ao desenvolvimento dos adolescentes. E a experiência aqui na unidade é que o uso da plataforma contribui para melhor avaliar as circunstâncias de cumprimento de medidas socioeducativas, especialmente em meio aberto, contribuindo para decisões judiciais mais assertivas e proporcionais”, finalizou.

    Por Nice Almeida

     

  • Comarcas têm até sexta-feira para concluir o preenchimento do Cniups Meio Aberto

    As unidades judiciárias com competência infracional em todo o Estado da Paraíba têm até sexta-feira (28) para concluir o preenchimento do Cadastro Nacional de Inspeção de Unidades e Programas Socioeducativos (Cniups) – Meio Aberto, conforme calendário definido pela Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ) e pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF), do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).

    O Cniups é um sistema nacional criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com o objetivo de uniformizar e monitorar as inspeções judiciais nas unidades e programas do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase). Ele permite que o Poder Judiciário acompanhe de forma integrada as condições de atendimento aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, tanto no meio fechado quanto no meio aberto. 

    Desde janeiro de 2024, o preenchimento do Cniups Meio Aberto é obrigatório para todas as comarcas. O GMF-PB – coordenado pela juíza Antonieta Lúcia Maroja Arcoverde Nóbrega -, em parceria com a Corregedoria-Geral de Justiça e a Escola Superior da Magistratura (Esma), vem promovendo ações de capacitação e suporte técnico para auxiliar magistrados(as) e servidores(as) no cumprimento dessa obrigação. 

    Entre as iniciativas realizadas destacam-se os dois webinário sobre o preenchimento e a qualificação do Cniups e recentemente o videocast da Esma. 

    Mais informações estão disponíveis na página do GMF-PB: https://www.tjpb.jus.br/gmf/cniups-meio-aberto 

    Por Gecom
     

  • Comarcas têm até 28 de novembro para concluir o preenchimento do Cniups Meio Aberto

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    As unidades judiciárias com competência infracional em todo o Estado da Paraíba têm até 28 de novembro para concluir o preenchimento do Cadastro Nacional de Inspeção de Unidades e Programas Socioeducativos (Cniups) – Meio Aberto, conforme calendário definido pela Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ) e o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF), do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).

    O Cniups é um sistema nacional criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com o objetivo de uniformizar e monitorar as inspeções judiciais nas unidades e programas do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase). Ele permite que o Poder Judiciário acompanhe de forma integrada as condições de atendimento aos adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas, tanto no meio fechado quanto no meio aberto. 

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    Juíza Antonieta Maroja

    Desde janeiro de 2024, o preenchimento do Cniups Meio Aberto é obrigatório para todas as comarcas. O GMF-PB, em parceria com a Corregedoria-Geral de Justiça e a Escola Superior da Magistratura (Esma), vem promovendo ações de capacitação e suporte técnico para auxiliar magistrados(as) e servidores(as) no cumprimento dessa obrigação. 

    Entre as iniciativas realizadas destacam-se os dois webinário sobre o preenchimento e a qualificação do Cniups e recentemente o videocast da Esma. A coordenadora do GMF-PB, juíza Antonieta Lúcia Maroja Arcoverde Nóbrega, ressaltou a importância do comprometimento das unidades judiciárias com o preenchimento do Cniups Meio Aberto. 

    “O correto e tempestivo preenchimento do Cniups é fundamental para garantir a efetividade das inspeções judiciais e subsidiar o planejamento de políticas públicas voltadas ao sistema socioeducativo. Trata-se de uma ferramenta estratégica que fortalece a atuação do Poder Judiciário na proteção e promoção dos direitos dos adolescentes”, destacou a magistrada. 

    Mais informações estão disponíveis na página do GMF-PB: https://www.tjpb.jus.br/gmf/cniups-meio-aberto 

    Por Gecom