Etiqueta: Tags: Justiça Restaurativa

  • Nejure do TJPB avança na implantação de unidade de Justiça Restaurativa em Algodão de Jandaíra

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    A juíza Ivna, o prefeito Humberto e integrantes da Educação

    Dois eventos voltados ao fortalecimento da Justiça Restaurativa, na esfera do Poder Judiciário estadual, foram realizados em Algodão de Jandaíra, Município pertencente à Comarca de Remígio e localizado no Curimataú paraibano, a 168 km de João Pessoa. Em um primeiro momento, a juíza coordenadora adjunta do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure) do Tribunal de Justiça da Paraíba, Ivna Mozart, se reuniu com o prefeito de Algodão de Jandaíra, Humberto dos Santos.

    Tivemos um encontro de trabalho muito produtivo, voltado a questões institucionais sobre a construção da política restaurativa em Algodão de Jandaíra. Estamos alinhando, cada vez mais, o projeto da implantação de uma unidade descentralizada de Justiça Restaurativa naquele Município”, comentou Ivna Mozart. A supervisora do Nejure/TJPB, Suerda Gabriela Ferreira de Araújo, também participou da reunião, que aconteceu nessa segunda-feira (22).

    Em uma segunda agenda, Ivna Mozart e Suerda Gabriela facilitaram de um círculo de construção de paz, que envolveu o prefeito de Algodão, além da secretária de Educação de Algodão de Jandaíra, Isabel Santos de Oliveira; o gestor escolar, José Ivanildo de Barros; e a professora Iraneide Santos de Oliveira.

    A Justiça Restaurativa é um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência, e por meio do qual os conflitos que geram dano, concreto ou abstrato são solucionados de modo estruturado.

    Por Fernando Patriota

     

  • Curso introdutório sobre Justiça Restaurativa está sendo oferecido pelo Nejure e Esma 

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    Um curso sobre ‘Noções Introdutórias em Justiça Restaurativa’ foi disponibilizado na plataforma acadêmica virtual da Escola Superior da  Magistratura (Esma) do Tribunal de Justiça da Paraíba. A capacitação está sendo oferecida pelo Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure), órgão de macrogestão da política restaurativa para o Estado, numa parceria com a Escola.

    A formação foi iniciada na última sexta-feira (22) e o prazo para a conclusão é 22 de outubro. A iniciativa tem como objetivo disseminar a cultura de paz e apresentar os princípios e fundamentos básicos da Justiça Restaurativa, fortalecendo esse importante caminho de transformação, consolidando práticas mais dialógicas e restaurativas.

    Foto da juíza Ivna Mozart
    Juíza Ivna Mozart Bezerra Soares

    De acordo com a juíza coordenadora adjunta do Nejure, Ivna Mozart, trata-se de um curso autoinstrucional, decorrente de convênio entre TJPB e o TJ do Maranhão, que disponibilizou a capacitação. A modalidade não possui aulas síncronas, apenas tutoria de orientação para sanar possíveis dúvidas dos participantes.

    “Mais um curso importante para a disseminação da cultura restaurativa, que ainda é muito desconhecida, por isso, trabalhamos no pilar da formação e da sensibilização. Estamos na primeira turma, mas pretendemos oferecer este curso com regularidade”, adiantou a magistrada.

    A Justiça Restaurativa é um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência, e por meio do qual os conflitos que geram dano, concreto ou abstrato, são tratados de modo estruturado a fim de resultar em um desfecho restaurativo.

    O Nejure tem como coordenador-geral o desembargador do Tribunal de Justiça da Paraíba e presidente da Corte Eleitoral, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. 

    Por Gabriela Parente

     

  • Magistrados e servidores participam do Curso ‘Facilitadores de Círculos de Construção de Paz’

    Formação de Facilitadores
    Curso de Facilitador em Justiça Restaurativa é oferecido pelo Nejure

    Magistrados(as) e servidores(as) estão participando do Curso ‘Formação de Facilitadores de Círculos de Construção de Paz’, promovido pela Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB). A parte prática das aulas acontece nesta semana até quinta-feira (22). A formação está sendo conduzida pela psicóloga Tâmara Ramalho de Sousa Amorim.

    A diretora adjunta da Esma-PB, juíza Antonieta Maroja Nóbrega, ressaltou que o curso de Facilitador em Justiça Restaurativa representa um avanço importante na formação continuada de magistrados(as), servidores(as) e colaboradores(as) da Justiça. “Ao incorporar práticas que favorecem o diálogo, a escuta e a reparação, o Tribunal de Justiça e a Esma reafirmam seu compromisso na construção de uma justiça mais humanizada e eficaz, alinhada aos desafios contemporâneos na direção  da pacificação social”, afirmou.

    Para a coordenadora adjunta do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure) do Tribunal de Justiça da Paraíba, juíza Ivna Mozart Bezerra Soares, a formação é um dos pilares sobre os quais se sustenta a política de Justiça Restaurativa, conforme preconiza a Resolução 225/2016 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “O Nejure oferece, anualmente, este curso de Formação de Facilitadores como parte do seu plano de expansão pelo Estado, sempre contemplando os públicos interno e externo, em atenção ao caráter interinstitucional da política”, disse.

    A magistrada enfatizou, ainda, que a Esma-PB tem sido uma grande parceira neste processo, na medida em que apoia e certifica os cursos e tão bem recebe os cursistas.

    A tutora Tâmara Amorim afirmou que o curso é uma das formas de formar pessoal, de Tribunais de Justiça, para aplicar uma metodologia da Justiça Restaurativa, que são os círculos de construção de paz. “Os Círculos de Construção de Paz constituem uma das principais metodologias da Justiça Restaurativa. É uma abordagem que prioriza os relacionamentos e pode ser aplicada em diferentes contextos, como nos Tribunais de Justiça, escolas, comunidades, unidades socioeducativas e demais espaços sociais”, asseverou.

    Por Marcus Vinícius

     

  • TJPB fortalece implementação de práticas restaurativas na Justiça Eleitoral do Estado

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    Reunião: disseminação da Justiça Restaurativa no TRE-PB

    O acordo de cooperação entre o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), para disseminação da Justiça Restaurativa no âmbito da Corte Eleitoral e zonas eleitorais do Estado, entrou em sua fase prática, com uma reunião expositiva sobre o tema. O encontro presencial aconteceu na tarde desta quinta-feira (8), sob a direção do coordenador do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure) do TJPB e presidente do TRE-PB, desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. O evento foi prestigiado por magistrados e servidores da Justiça Eleitoral e do Poder Judiciário estadual.

    A Justiça Restaurativa é um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência, e por meio do qual os conflitos que geram dano, concreto ou abstrato são solucionados de modo estruturado.

    “Inicialmente, vamos implementar as práticas restaurativas em cada unidade administrativa, resgatando a figura da autoestima, o clima institucional e buscar entender os desafios de cada setor, além fazer com que esses setores se conheçam”, comentou Oswaldo Trigueiro. O desembargador também avaliou o resultado da reunião, como muito positivo. “No final dos trabalhos, fiz uma exposição da importância, do alcance e da humanização que é a Justiça Restaurativa em qualquer instituição e aqui, especialmente, no nosso Tribunal Regional Eleitoral”, informou.

    Os coordenadores adjuntos do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa do TJPB, juíza Ivna Mozart e os juízes Max Nunes e Hugo Zaher participaram da reunião expositiva, como palestrantes.

    Para Ivna Mozart, aplicar a Justiça Restaurativa na Justiça Eleitoral tem o potencial de transformar a maneira como lidamos com conflitos e infrações no processo eleitoral e no próprio âmbito interno. “Ao invés de simplesmente punir, essa abordagem busca restaurar o equilíbrio, promovendo um diálogo entre as partes envolvidas. No contexto da Justiça Eleitoral, isso não só contribui para a resolução de conflitos de forma mais humana e eficaz, mas também reforça a confiança da sociedade nas instituições, criando um ambiente mais transparente, ético e próximo da população”.

    Segundo Hugo Zaher, o evento realizado no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba marca um passo firme na consolidação de uma cultura de paz dentro das instituições públicas. “Levar a Justiça Restaurativa para o ambiente eleitoral é reconhecer a importância do cuidado com quem cuida, da escuta verdadeira e da construção coletiva de relações mais saudáveis no serviço público. É gratificante testemunhar o compromisso conjunto entre o TRE e o TJPB em prol de um Judiciário mais humanizado, inclusivo e comprometido com a pacificação social”, avaliou.

    Acordo de Cooperação – O instrumento que estabelece o acordo de cooperação entre o TJPB e o TRE-PB objetiva a utilização da equipe técnica do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa, com o intuito de possibilitar a disseminação de práticas restaurativas no âmbito do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba e Zonas Eleitorais.

    Dentre as práticas restaurativas, estão a utilização de metodologias de Justiça Restaurativa e comunicação não-Violenta nas reuniões de abertura das inspeções/correições, com a finalidade de promover um espaço seguro de fala para que os servidores expressem suas preocupações, frustrações e expectativas de maneira construtiva e colaborativa, tornando comunicação mais direta e eficaz; e a realização de círculos de diálogo e construção de paz com as equipes internas das diversas unidades do TRE-PB, com objetivo de criar uma cultura organizacional mais inclusiva e colaborativa, reforçando os valores da empatia, respeito mútuo responsabilidade compartilhada.

    Em casos de identificação de conflitos interpessoais, aplicação de técnicas de Justiça Restaurativa, com foco na reparação dos relacionamentos, prevenindo o agravamento da crise, sem prejuízo das apurações de responsabilidades administrativas.

    Por Fernando Patriota

     

     

  • Magistradas do TJPB vão participar do 1º Encontro Nacional de Mulheres na Justiça Restaurativa

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com os tribunais de Justiça do Distrito Federal, do Acre, do Maranhão, de Minas Gerais e de Sergipe, realizará o 1º Encontro Nacional de Mulheres na Justiça Restaurativa. O evento será nos dias 19 a 21 de março no auditório do Conselho da Justiça Federal (CJF), em Brasília. A solução de conflitos e desavenças relacionados à violência de gênero, por meio de métodos alternativos que buscam o consenso e a colaboração, será tema de discussão.

    Juíza Ivna Mozart Bezerra Soares
    Juíza Ivna Mozart Bezerra Soares

    A coordenadora-adjunta do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure) do Tribunal de Justiça da Paraíba, juíza Ivna Mozart Bezerra Soares, e a juíza titular da Comarca de Remígio, Juliana Dantas Almeida, serão as representantes do Poder Judiciário estadual no evento. O coordenador-geral do Núcleo é o desembargador do TJPB, Oswaldo Trigueiro do Valle Filho.

    Segundo Ivna Mozart, a Justiça Restaurativa aplicada ao tratamento da violência de gênero busca reparar os danos por meio do diálogo, promovendo a responsabilização do agressor e a recuperação da vítima. “Ao invés de se concentrar apenas na punição, ela (Justiça Restaurativa) foca na transformação de atitudes e no rompimento do ciclo de violência, oferecendo soluções mais humanas e eficazes”, comentou a magistrada, que também é coordenadora do Centro de Justiça Restaurativa de Campina Grande (Cejure-CG), segunda maior Comarca da Paraíba.

    Continua a juíza: “Essa abordagem contribui para a reintegração social e oferece alternativas ao sistema punitivo tradicional, promovendo uma resposta mais empática e construtiva. A expectativa é que este Encontro possa trazer clareza sobre o movimento para que, nos apropriando de conhecimentos específicos, possamos replicá-los na Paraíba”, informou Ivna Mozart, titular da Vara Única de Soledade.

     Juíza Juliana Dantas Almeida
    Juíza Juliana Dantas Almeida

    Sobre sua participação no Encontro, a juíza Juliana Dantas Almeida falou de sua expectativa. “Essa é minha primeira participação em um evento de Justiça Restaurativa. Certamente, vai trazer muito conhecimento prático, para ser desenvolvido na Comarca de Remigio”, disse.

    O que é – A Justiça Restaurativa é um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência, e por meio do qual os conflitos que geram dano, concreto ou abstrato são solucionados de modo estruturado. Para os especialistas, o 1º Encontro Nacional de Mulheres na Justiça Restaurativa terá fundamental importância no reconhecimento a respeito do papel que as Mulheres vêm desempenhando na história da Justiça Restaurativa e em toda sua construção, refletindo e criando possibilidades de alavancar, cada vez mais, sua atuação.

    Por Fernando Patriota