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  • Nejure-TJPB vai realizar ‘Dia Restaurativo’ no Município de Algodão de Jandaíra

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    Juíza Ivna Mozart na reunião com prefeito Humberto Santos

    A Coordenadoria do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure) do Tribunal de Justiça da Paraíba, em parceria com a Prefeitura Municipal de Algodão de Jandaíra, vai instituir o 1º Dia Restaurativo naquele Município. Na manhã desta quarta-feira (7), a coordenadora adjunta do Nejure, juíza Ivna Mozart, se reuniu com o prefeito de Algodão de Jandaíra, Humberto Santos, para tratar sobre o tema.

    Ficou decidido  que o evento será realizado no dia 10 de abril. O objetivo do Dia Restaurativo é difundir a cultura de paz, por meio do diálogo, da escuta e da responsabilidade compartilhada. 

    O Nejure participará, também, da Jornada Pedagógica, que será promovido pela Prefietura de Algodão de Jadaíra previsto no final de janeiro. Neste evento, o Nejure vai se integrar à Jornada para conferir um perfil restaurativo ao atuado dos professores.  

    “Uma equipe da Secretaria da Educação de Algodão também participou do encontro de trabalho. Além do Dia Restaurativo, também vamos participar da Jornada Pedagógica, que terá início no final deste mês (janeiro). Na Jornada, vamos promover algumas palestras com conteúdo restaurativo”, comentou Ivna Mozart, que também é coordenadora do Centro Judiciário de Justiça Restaurativa de Campina Grande (Cejure-CG) e juíza titular da 3ª Vara Regional do Juízo das Garantias da Comarca de Campina.

    O coordenador do Nejure-TJPB, desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, lembrou que a Justiça Restaurativa é um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência que geram dano, concreto ou abstrato são solucionados de modo estruturado.

    Por Fernando Patriota
     

  • Nejure vai realizar ‘Dia Restaurativo’ e ‘Jornada Pedagógica’ no Município de Algodão de Jandaíra

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    Juíza Ivna Mozart na reunião com prefeito Humberto Santos

    A Coordenadoria do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure) do Tribunal de Justiça da Paraíba, em parceria com a Prefeitura Municipal de Algodão de Jandaíra, vai instituir o 1º Dia Restaurativo naquele Município. Na manhã desta segunda-feira (7), a coordenadora adjunta do Nejure, juíza Ivna Mozart, se reuniu com o prefeito de Algodão de Jandaíra, Humberto Santos, para tratar sobre o tema.

    Ficou decidido  que o evento será realizado no dia 10 de abril. O objetivo do Dia Restaurativo é difundir a cultura de paz, por meio do diálogo, da escuta e da responsabilidade compartilhada. 

    “Uma equipe da Secretaria da Educação de Algodão também participou do encontro de trabalho. Além do Dia Restaurativo, também vamos promover a Jornada Pedagógica, que terá início no final deste mês (janeiro). Na Jornada, vamos promover algumas palestras com conteúdo restaurativo”, comentou Ivna Mozart, que também é coordenadora do Centro Judiciário de Justiça Restaurativa de Campina Grande (Cejure-CG) e juíza titular da 3ª Vara Regional do Juízo das Garantias da Comarca de Campina.

    O coordenador do Nejure-TJPB, desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, lembrou que a Justiça Restaurativa é um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência que geram dano, concreto ou abstrato são solucionados de modo estruturado.

    Por Fernando Patriota
     

  • Nejure conclui mais um Curso de Formação de Facilitadores em Círculo de Construção de Paz

    Nejure_Campina
    Nejure tem difundido a cultura da paz da Justiça Restaurativa

    O Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure) do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) concluiu, nesta semana, o Curso de Formação de Facilitadores em Círculo de Construção de Paz. A formação foi realizada em duas etapas, sendo a primeira teórica, que aconteceu no período de 12 a 16 de maio, na Escola Superior da Magistratura (Esma), em João Pessoa.

    Já a segunda fase, prática, transcorreu de 19 a 22, nas cidades de Remígio e Algodão de Jandaíra.

    A formação contou, também, com a participação de cadetes do Curso de Formação de Oficiais (CFO) do Corpo de Bombeiro e de alunos do Curso de Formação de Soldado da Polícia Militar, segundo informou a magistrada Ivna Mozart, juíza-coordenadora adjunta do Nejure.

    De acordo com a magistrada, o convite aos militares ocorreu no sentido de incluí-los na formação para compor os círculos de construção de paz na modalidade de círculo de diálogo para vivenciar essa lógica restaurativa circular.

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    Bombeiros militares que participaram do curso e a juíza Ivna

    A magistrada destacou que a parceria do Núcleo de Justiça Restaurativa e as forças policiais já vem de longa data. “As corporações policiais são terreno fértil para a difusão da cultura de paz. Nesta etapa, realizamos círculos com policiais e bombeiros militares em formação, o que é, antes de tudo, estratégico, para que desde o ingresso na corporação o sujeito já possa conhecer a cultura da não violência”, explicou a juíza Ivna Mozart.

    A juíza Ana Amélia Andrade Alecrim Câmara também participou da formação. A magistrada comentou que participar do Curso de Formação de Facilitadores de Círculos de Paz promovido pelo Nejure do TJPB foi uma experiência transformadora.

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    Participantes do curso Círculo de Construção de Paz

    “Vivenciei um verdadeiro processo de humanização, vertente tão cara para o Poder Judiciário. As vivências oriundas do curso com a participação de integrantes do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar foram edificantes e não só ampliaram meu estado de consciência, mas despertaram fortemente o desejo de disseminar as práticas restaurativas dentro e fora do Judiciário. O curso uniu teoria e prática com excelência!”, disse a juíza.

    A magistrada acrescentou: “O Nejure do TJPB, através deste curso, não apenas ensina técnicas, ele forma agentes de paz. Parabéns ao Nejure! Sou imensamente grata pela oportunidade de fazer parte desta formação. Guardo a convicção de que, com a aplicação de práticas restaurativas, é possível contribuir para uma mudança social concreta, trazendo esperança e dignidade a quem busca um novo caminho para suas vidas”.

    A experiência foi, ainda, comentada por militares, a exemplo do cadete Anjos (Rinaldo Anjos), do Curso de Formação de Oficial (CFO) e de Nathalia Soares Ramalho Domingo, aluna do Curso de Formação de Soldado.

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    O cadete Rinaldo classificou a experiência como enriquecedora. “A experiência com as práticas restaurativas foi extremamente enriquecedora, pois nos permitiu refletir mais profundamente sobre nossa vida, abordar temas relevantes e compreender a visão do outro, contribuindo para a construção de um ambiente mais empático. Todos esses aprendizados se tornam valiosas ferramentas para a resolução de conflitos, seja no âmbito pessoal, na vida profissional ou no serviço público oferecido à população”, afirmou.

    Já a aluna Nathalia Soares comentou a troca de experiências. “Experienciar as práticas restaurativas foi um momento de profunda troca ao proporcionar o compartilhamento de memórias afetivas e experiências significativas, promovendo um verdadeiro exercício de empatia, acolhimento e reflexão. Foi uma vivência enriquecedora, que reforçou a importância do equilíbrio emocional e da escuta ativa no processo de formação do policial militar, destacando o papel fundamental dessas competências na construção de uma atuação mais humanizada e eficaz”, afirmou a aluna.

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    Participantes da formação ocorrida em Remígio

    Remígio – No que diz respeito à vivência prática nos municípios de Remígio e Algodão de Jandaíra, a juíza Ivna Mozar explicou que o fato de o estágio supervisionado ser realizado no local onde será implantado o Centro de Justiça Restaurativa reflete o propósito do Nejure de privilegiar a comunidade desde o nascedouro do centro. “Conhecer a realidade local é essencial para bem desenvolver os trabalhos”, acrescentou a magistrada.

    Em Remígio, as atividades foram realizadas em unidades de ensino, a exemplo da Escola Antônio Carneiro, com a presença de autoridades locais, tais como o prefeito Cláudio Régis; a secretária de Desenvolvimento Social, Katalina Dantas; a secretária de Educação, Roseluce dos Santos Souza; a juíza Juliana Dantas; e a promotora Ana Grazielle.

    “Vivi uma experiência única e transformadora. Tivemos a oportunidade de envolver mais de 100 alunos do 9º ano em um processo profundo de escuta, empatia e diálogo. Para mim, foi um momento marcante – não apenas por colocar em prática os conhecimentos adquiridos, mas, principalmente, pela vivência com os estudantes. Ver como eles se envolveram e participaram ativamente desse processo restaurativo me trouxe ainda mais certeza da importância dessa iniciativa. Seguimos firmes na construção de uma cultura de paz, diálogo e justiça restaurativa em Remígio. Que orgulho fazer parte dessa transformação!”, exclamou Roseluce, secretária de Educação de Remígio.

    Algodão de Jandaíra – Sobre a prática em Algodão de Jandaíra, vale destacar o depoimento de Arlene Nicolau, cursista da formação de círculos de construção de paz, ela participou enquanto coordenadora pedagógica e professora. Ao falar da experiência, assim ela se pronunciou: “O curso é muito importante e de grande valia”, comentou.

    A professora Isabel Santos de Oliveira, secretária de Educação do município, também se manifestou ao término da formação: “Fomos convidados pelo Nejure para participamos de duas semanas de formação de Cultura de Paz e Justiça Restaurativa, a primeira semana no em João Pessoa, no Esma, a segunda semana em Remígio realizado estágio como facilitadores. A Justiça Restaurativa é uma maneira de restaurar um dano causado através de um conflito instaurado, onde o ofensor, a vítima e a comunidade possa dialogar buscando a compreensão mútua e promovendo a responsabilização, saindo dos moldes tradicionais da culpa. A formação é de grande valia para fortalecer o nosso município de Algodão de Jandaíra na construção de uma sociedade justa e igualitária”.

    Por Valter Nogueira

     

  • Centro de Justiça Restaurativa será instalado na Comarca de Remígio

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    Reunião definiu a instalação do Cejure em Remígio

    O Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure) do Tribunal de Justiça da Paraíba continua fortalecendo a expansão de sua política e dinâmica, pelo Estado. Na sexta-feira (04), a coordenadora adjunta do Núcleo e coordenadora do Centro Judiciário de Justiça Restaurativa de Campina Grande (Cejure-CG), juíza Ivna Mozart Bezerra Soares, e integrantes de sua equipe estiveram na Comarca de Remígio, onde será instalado um Cejure. Esse método se baseia em um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência, e por meio do qual os conflitos que geram dano, concreto ou abstrato são solucionados de modo estruturado.

    No âmbito do Poder Judiciário estadual, o Nejure-TJPB tem como coordenador-geral o desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho. Ele também é auxiliado por dois coordenadores adjuntos: os juízes Max Nunes de França e Hugo Gomes Zaher.

    De acordo com Ivna Mozart, o Centro será inaugurado no segundo semestre deste ano. “A receptividade das instituições à política da Justiça Restaurativa, em Remígio, foi evidente. Essa cooperação é essencial para o desenvolvimento de qualquer projeto, sobretudo das ações que envolvem a Justiça Restaurativa. Desde o ano passado, ações preparatórias estão sendo desenvolvidas para a instalação desse Centro e, em maio, o Tribunal vai oferecer curso de formação de facilitadores de práticas restaurativas, para atuarem no Centro de Remígio”, adiantou a coordenadora adjunta do Nejure, que é juíza titular da Comarca de Soledade.

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    Participantes de encontro na Comarca de Remígio

    Já a juíza titular da Vara Única de Remígio, Juliana Dantas Almeida, que recepcionou a equipe do Cejure-CG e participou da roda de conversa sobre o Centro em sua unidade, disse que “a instalação do Centro de Justiça Restaurativa promoverá, para a Comarca, um novo olhar de fazer Justiça, não só focando na resolução do processo, mas sim atuando na verdadeira causa dos conflitos entre os envolvidos, buscando a participação ativa e consciente das partes envolvidas, com a construção de uma cultura de paz para a sociedade”.

    Também participaram do evento o prefeito de Remígio, Luís Cláudio Regis Marinho; o secretário de Administração do Município, João Rafael de Souto Delfino; a secretária municipal de Educação, Roseluce dos Santos; e a procuradora-adjunrta de Remígio, Maria Alexandra Rodrigues; a secretária de Educação do Município de Algodão de Jandaíra, Isabel Santos de Oliveira, e a psicopedagoga Eliane Conceição Lima de Andrade. Remígio está localizada no Brejo paraibano, a 145 km de João Pessoa.

    Por Fernando Patriota

     

  • Juízas do TJPB enfatizam importância das mulheres na Justiça Restaurativa

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    Magistradas discutiram sobre a participação da mulher na Justiça Restaurativa

    Magistradas do Tribunal de Justiça da Paraíba participaram do 1° Encontro Nacional de Mulheres na Justiça Restaurativa, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em parceria com Tribunais de Justiça do Distrito Federal, Acre, Maranhão, Minas Gerais e Sergipe. O evento aconteceu em Brasília, com o objetivo de agregar as mulheres que trabalham na área da Justiça Restaurativa no país, em especial aquelas que desempenham projetos ligados à temática, identificando as dificuldades em geral e aquelas peculiares ao gênero feminino, e pontos a aprimorar. Um dos escopos foi confeccionar a Carta de Brasília com as conclusões do encontro.

    O Encontro reuniu mais de 300 mulheres, magistradas e servidoras de todo o país, que atuam e transformam o Sistema de Justiça, com práticas restaurativas.

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    As juízas Juliana Dantas e Ivna Mozart representaram o TJPB

    A coordenadora-adjunta do Núcleo Estadual de Justiça Restaurativa (Nejure) do TJPB, juíza Ivna Mozart Bezerra Soares, e a juíza titular da Comarca de Remígio, Juliana Dantas Almeida, foram as representantes do Poder Judiciário estadual no encontro. O coordenador-geral do Núcleo é o desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho.

    Segundo a juíza Ivna Mozart, que é titular da Vara Única da Comarca de Soledade, este foi o primeiro encontro a destacar, especificamente, as ações e necessidades das mulheres que atuam com Justiça Restaurativa em todo o Brasil. “Foi relevante a participação da Paraíba, representada por duas magistradas em um evento de vanguarda que passará a ocorrer anualmente. No próximo ano, a edição será realizada em Salvador, na Bahia”, adiantou.

    Para a juíza titular da Vara Única da Comarca de Remígio, Juliana Dantas Almeida, “foi uma experiência fantástica e enriquecedora, tendo em vista que os horizontes se ampliaram ainda mais em relação à aplicação da Justiça Restaurativa na sociedade e no sistema de Justiça”, disse. Continua: “Constatamos que muitos projetos estão se concretizando e conscientizando a comunidade, como um todo, e disseminando uma cultura de paz. Isso é uma transformação na vida dos envolvidos e envolvidas”, avaliou. O 1° Encontro Nacional de Mulheres na Justiça Restaurativa teve início no dia 19 e foi concluído na sexta-feira(21).

    O que é – A Justiça Restaurativa é um conjunto ordenado e sistêmico de princípios, métodos, técnicas e atividades próprias, que visa à conscientização sobre os fatores relacionais, institucionais e sociais motivadores de conflitos e violência, e por meio do qual os conflitos que geram dano, concreto ou abstrato são solucionados de modo estruturado. Para os especialistas, o 1º Encontro Nacional de Mulheres na Justiça Restaurativa terá fundamental importância no reconhecimento a respeito do papel que as Mulheres vêm desempenhando na história da Justiça Restaurativa e em toda sua construção, refletindo e criando possibilidades de alavancar, cada vez mais, sua atuação.

    Por Fernando Patriota