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  • Prazo para tribunais implementarem Múltiplo Fator de Autenticação no PJe termina nesta terça-feira (1º/04)

    Prazo para tribunais implementarem Múltiplo Fator de Autenticação no PJe termina nesta terça-feira (1º/04)

    Os tribunais deverão migrar para o método de autenticação do tipo Múltiplo Fator de Autenticação (MFA) para acessar o Processo Judicial eletrônico (PJe) e todos os serviços disponibilizados na Plataforma Digital do Poder Judiciário (PDPJ). O prazo para implementação encerra-se nesta terça-feira, dia 1.º de abril. Após esta data, a autenticação simples será desativada no sistema. A medida impede o acesso a contas comprometidas, reforçando a segurança e a proteção dos sistemas judiciais.

    Além da implementação do MFA, os tribunais devem comunicar aos usuários sobre a obrigatoriedade da ferramenta. Segundo ofício do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação (DTI) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o serviço de Single Sign On (SSO) da Plataforma Digital do Poder Judiciário Brasileiro (PDPJ-Br) implementa o MFA para usuários com endereço eletrônico nos domínios jus.br e gov.br.   

    Esse processo de autenticação utiliza dados do Sistema de Controle de Acesso do CNJ (SCA Corporativo) ou, no caso de usuários externos, os dados dos sistemas processuais federados. Assim, todos os perfis de acesso internos e externos receberão um código de acesso, como elemento adicional de autenticação, enviado para o endereço eletrônico vinculado ao usuário no SCA Corporativo ou para o endereço vinculado à respectiva base do PJe.  

    Os tribunais também deverão providenciar a sanitização das suas respectivas bases de usuários, a fim de garantir a integridade desses cadastros.

    Fonte: Agência CNJ de Notícias – Arte: iStock/TJPE

  • Evento do MPPB marca encerramento do Mês da Mulher em Bayeux

    Evento do MPPB marca encerramento do Mês da Mulher em Bayeux

    O Ministério Público da Paraíba promoveu um evento especial, nesta segunda-feira (31/03), para marcar o encerramento do Mês da Mulher em Bayeux. Na ocasião, o MP divulgou o “Plano de Segurança para Vítimas de Violência Doméstica”. A publicação é direcionada às mulheres vítimas desse tipo de violência e tem como objetivo orientá-las a como identificar um relacionamento abusivo; se estão sofrendo violências psicológica e/ou patrimonial e o que precisam fazer para sair dessa situação.

    “O evento trouxe a preocupação a respeito dos reflexos da violência praticada contra as mulheres, evidenciando a necessidade de salvaguardar os seus direitos. Encerra as ações desencadeadas no curso do mês de março, marcado pelo Dia Internacional da Mulher (8 de março). Durante esse mês, em Bayeux, houve uma série de ações desencadeadas por órgãos do governo e não governamentais que se destinaram a propagar e promover os direitos das mulheres e evidenciar a necessidade enfrentamento aos atos de violência”, explicou a promotora de Justiça Juliana Couto, que atua na defesa da mulher em Bayeux.

    O evento teve a participação de mulheres oriundas de comunidades, integrantes de associações civis e órgãos do governo municipal e contou com palestras da promotora de Justiça Juliana Couto; da delegada da mulher de Bayeux; e da equipe do Centro de Referência de Atendimento à Mulher. 

    “Fizemos um chamamento à comunidade a respeito da necessidade de denunciar, reconhecer os tipos de violência desencadeadas habitualmente às mulheres, as abordagens devam ser empregadas, os canais de acionamento, dos locais de atendimento, para que as pessoas, empoderadas pelo conhecimento, possam servir de multiplicadores e eventualmente, possam buscar às autoridades competentes para fazer cessar o ciclo em que muitas mulheres possam estar, eventualmente, inseridas”, disse a promotora. 

    Ainda durante o evento, foram expostos trabalhos artesanais, oriundos de cursos de qualificação profissional destinados a mulheres que enfrentam situação de vulnerabilidade e risco de violência. “Esses cursos têm como objetivo garantir autonomia às mulheres, visto que autossuficientes e empoderadas, encontram forças para quebrarem o ciclo da violência em que inserem”, afirmou a promotora Juliana Couto. 

    A promotora mais uma vez fez um chamamento à população para se engajar na causa. ” procuramos evidenciar que, uma vez a população ajudando e apoiando aquela vítima, não só oferta préstimos à mulher, mas toda a sua família, que é o cerne e base da sociedade bayeuense. A violência contra a mulher resvala em detrimento de toda a comunidade de Bayeux, incrementando os problemas sociais já existentes e os índices de criminalidade. Então, esse chamamento serve para que todos possam ajudar no combate à violência contra a mulher”, concluiu.

  • Presidente do TJPB e representantes do Extrajudicial dialogam sobre regularização de imóveis da Justiça

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    Presidente do TJPB em reunião com representantes do Extrajudicial

    O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho, recebeu nesta segunda-feira (31), representantes da categoria Extrajudicial do Estado, ocasião em que reforçaram o compromisso de atuarem juntos em prol da cidadania paraibana. Um dos pontos tratados durante a visita foi a regularização dos bens imóveis da Justiça paraibana – projeto que já começou a ser discutido, também, com o Poder Executivo do Estado.

    “Estamos prontos para desenvolver, em conjunto, ações em favor do cidadão paraibano”, disse o presidente do TJ, ao deixar, também, um registro de agradecimento pela colaboração que sempre recebeu da categoria.

    O presidente da Associação dos Notários e Registradores do Estado (Anoreg-PB), Carlos Ulysses de Carvalho Neto, afirmou que a visita foi feita em nome da classe registral da Paraíba, para colocar os cartórios do Estado à disposição da gestão do TJPB no que for preciso. 

    Em relação à regularização dos imóveis da Justiça, Carlos Ulysses acrescentou: “Já estamos trabalhando para a regularização de alguns desses prédios do Poder Judiciário e queremos estender este trabalho para todo o Estado. Sugerimos a assinatura de protocolo de intenções para estabelecermos um elo entre o Tribunal e os registradores de imóveis, de modo a promover a devida celeridade na regularização”, adiantou.

    Por Gabriela Parente

     

  • Nova Mesa Diretora do TRF5 toma posse para o biênio 2025-2027 Última atualização: 31/03/2025 às 22:57:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 estará sob novo comando nos próximos dois anos. O desembargador federal Roberto Machado, a desembargadora federal Joana Carolina e o desembargador federal Leonardo Resende agora integram a Mesa Diretora da Corte, ocupando os cargos de presidente, vice-presidente e corregedor-regional, respectivamente, para o biênio 2025-2027. A cerimônia de posse foi realizada na tarde desta segunda-feira (31/03), diante de um Pleno lotado, no edifício-sede do TRF5, em Recife/PE. 

    A abertura da solenidade foi conduzida pelo desembargador federal Fernando Braga, que presidiu a Corte na gestão anterior. Braga fez uma reflexão sobre os dois anos em que esteve à frente do TRF5 e enumerou algumas ações realizadas no período, como a ampliação do TRFMED (plano de autogestão em saúde do TRF5), a realização do concurso para juiz federal substituto, a modernização da estrutura de redes, a construção da nova sede da Escola de Magistratura Federal da 5ª Região (Esmafe), entre outras realizações.  

    O magistrado apresentou um inventário de agradecimentos, citando magistrados e servidores que o auxiliaram na Presidência, bem como familiares que deram suporte durante o período. Ele fez uma comparação entre os dois anos como presidente e uma viagem, que, por mais memorável que seja, há sempre o desejo de retorno à casa. “A Presidência é para o juiz um estado transitório. Sua casa é a jurisdição, a toga, os votos”. Braga também relembrou o início da carreira, quando foi acolhido pelo desembargador federal Roberto Machado, e encerrou falando do sentimento de deixar o cargo. “Saio da Presidência mais maduro, consciente de que a força do Colegiado é o que move esse Tribunal e de que o TRF5 continuará sua trajetória de excelência sob s a condução segura do meu mestre e amigo Roberto Machado”, finalizou.       

    Em seguida, Roberto Machado, Joana Carolina e Leonardo Resende assinaram o termo de posse.  O ministro Herman Benjamin também saudou a nova Mesa, destacando que o Judiciário brasileiro vem trabalhando para garantir, cada vez mais, um ambiente diverso. “Vamos proteger a magistratura brasileira, que está, ao contrário da esmagadora maioria dos países do mundo, lastreada no concurso público cada vez mais justo, cada vez mais inclusivo, com as mulheres, com as minorias, com os negros. Uma magistratura que quer ter a cara do povo brasileiro”.  

    O também ministro do STJ Benedito Gonçalves não participou presencialmente da cerimônia, mas enviou um vídeo, no qual parabenizou a gestão anterior e incentivou a nova gestão. “Que essa nova gestão seja marcada pela excelência, pelo empenho com a inovação e pela busca incessante da eficiência da prestação jurisdicional”, declarou.  

    A nova Mesa Diretora foi saudada pelo decano do TRF5, desembargador federal Paulo Roberto de Oliveira Lima. “Se existe uma mesa coesa, tranquila, eficiente e que conta com o apoio e a confiança total da Casa, esta mesa é composta por Roberto Machado, Leonardo Resende e Joana Carolina. Depositamos-lhes nas mãos experientes e sábias o destino do Tribunal nos próximos dois anos, com a tranquilidade de quem sabe que será um período de paz, de harmonia e de muito trabalho”.  

    Com um pouco de poesia e bom humor, o decano também enalteceu a trajetória pessoal e profissional do presidente empossado, revelando situações engraçadas. “Roberto Machado é, de fato, um juiz diferente. Ainda que se cuide de um jurista arguto, preparadíssimo, interessado e atilado, conhecedor como poucos de processo, dono de uma sensibilidade apurada, que o recomenda, exatamente, para estar onde está: no topo da Justiça Federal”. Paulo Roberto destacou, ainda, duas paixões de Machado: o samba e o futebol. O magistrado concluiu seu discurso com o trecho da música “O que é, o que é?”, do cantor e compositor brasileiro Gonzaguinha.  

    Em nome dos advogados brasileiros, advogado Marcos Meira saudou a nova Mesa, destacando as qualidades de Roberto Machado. “Vossas qualidades predicam os grandes juristas e os apartam dos meros aplicadores da lei. É justamente a capacidade de contextualizar o Direito, de aplicá-lo com humanidade, discernimento e temperança”. Meira finalizou com cumprimentos a toda Mesa Diretora. “Que o próximo biênio seja marcado pelo fortalecimento do Judiciário, pela modernização institucional e, acima de tudo, pela justiça efetiva e acessível a todos”.  

    Representando o Ministério Público Federal, o procurador regional da República Rafael Ribeiro Nogueira Filho destacou a competência e a qualidade técnica dos integrantes da Mesa Diretora, enfatizando os mais de 40 anos de magistratura de Roberto Machado. “É muito bom saber que teremos na Presidência da Corte um magistrado que também estará disposto a ouvir seus pares, o Ministério Público, a Advocacia, os servidores e a sociedade. Tenho certeza de que essa experiência, aliada ao perfil cordial e conciliador, contribuirão bastante para uma administração exitosa na Presidência do Tribunal”.  

    Em seu discurso, Roberto Machado  fez referência ao irmão, Agapito Machado, juiz federal mais antigo em atuação no Primeiro Grau. Agapito renunciou oito vezes ao cargo de desembargador federal, sendo a primeira dessas renúncias a que oportunizou o ingresso de Roberto Machado no TRF5.   

    Com uma mistura de fatos reais de sua história e trechos de músicas, Machado explicou como começou a sua jornada como magistrado. “Depois de perder meu pai com quatro anos de idade, lembro que, na puberdade, eu queria ser engenheiro. Com 16 anos incompletos, fui trabalhar como escrevente em cartório judicial no Fórum Clóvis Beviláqua. Essa foi a trapaça da sorte, esse foi o fato que mudou meu destino. E daí veio a graça da paixão, que foi pelo Direito. Abandonei a engenharia antes de conhecê-la. Ela perdeu um construtor de prédios e pontes. Mas, eis que descobri, depois, que o Direito também constrói verdadeiras pontes, especialmente em benefício dos mais necessitados”.  

    Machado também revelou o desejo de ampliar o quadro de desembargadores para 27 membros, bem como de realizar outros concursos para juiz federal substituo. Ações de melhoria no PJe 2x e o desenvolvimento de um novo sistema de precatórios também estão entre as propostas da atual gestão.  

    Prestígio 

    A cerimônia de posse foi prestigiada por várias autoridades dos Poderes Judiciário, Legislativo e Executivo. Compuseram a mesa de honra da sessão o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin; a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra; o presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Hugo Motta; o senador Fernando Coelho, representando o presidente do Senado Federal Davi Alcolumbre; o ministro da Advocacia Geral da União Jorge Messias; o procurador-chefe da Procuradoria  Regional da República, Rafael Ribeiro; e a conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Mônica Autran Machado Nobre, que representou o presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Esma divulga lista de inscrições homologadas para banco de currículos de formadores e docentes 

    A Escola Superior da Magistratura – Esma divulgou nesta segunda-feira (31) a lista de inscrições deferidas para compor um banco de currículos de formadores e docentes para ministrar aulas nos cursos oferecidos pela instituição aos magistrados e servidores do Tribunal de Justiça da Paraíba. A lista tem 179 nomes em ordem alfabética e está em anexo.

    O diretor da Esma, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, afirmou que as inscrições indeferidas correspondem aos(às) candidatos(as) que não anexaram nenhum dos comprovantes exigidos para fins de avaliação de experiência profissional e de mérito acadêmico, conforme exige o item 1.5 do edital nº 002/2025.

    “Com a publicação da lista começa a correr o prazo para a interposição de recursos, que vai até o dia 3 de abril. E no dia 11 nós divulgaremos a classificação do Banco de Currículos”, informou o gerente acadêmico e de formação e aperfeiçoamento de servidores, Flávio Romero Guimarães. Os recursos devem ser enviados para o e-mail geacd@tjpb.jus.br.

    A formação de um banco de currículos de formadores e docentes para ministrar os cursos da Esma é uma inovação da atual gestão e terá validade de um ano.

    Por Walquiria Maria

  • Presidente do TJ e representantes do Extrajudicial dialogam sobre regularização de imóveis da Justiça

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    Presidente do TJPB em reunião com representantes do Extrajudicial

    O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho, recebeu nesta segunda-feira (31), representantes da categoria Extrajudicial do Estado, ocasião em que reforçaram o compromisso de atuarem juntos em prol da cidadania paraibana. Um dos pontos tratados durante a visita foi a regularização dos bens imóveis da Justiça paraibana – projeto que já começou a ser discutido, também, com o Poder Executivo do Estado.

    “Estamos prontos para desenvolver, em conjunto, ações em favor do cidadão paraibano”, disse o presidente do TJ, ao deixar, também, um registro de agradecimento pela colaboração que sempre recebeu da categoria.

    O presidente da Associação dos Notários e Registradores do Estado (Anoreg-PB), Carlos Ulysses de Carvalho Neto, afirmou que a visita foi feita em nome da classe registral da Paraíba, para colocar os cartórios do Estado à disposição da gestão do TJPB no que for preciso. 

    Em relação à regularização dos imóveis da Justiça, Carlos Ulysses acrescentou: “Já estamos trabalhando para a regularização de alguns desses prédios do Poder Judiciário e queremos estender este trabalho para todo o Estado. Sugerimos a assinatura de protocolo de intenções para estabelecermos um elo entre o Tribunal e os registradores de imóveis, de modo a promover a devida celeridade na regularização”, adiantou.

    Por Gabriela Parente

     

  • No Paraná, ministro Padilha anuncia ampliação da rede de saúde para reduzir tempo de espera

    No Paraná, ministro Padilha anuncia ampliação da rede de saúde para reduzir tempo de espera

    Para ampliar a rede de saúde e reduzir o tempo de espera por atendimentos, nesta segunda (31), o ministro Alexandre Padilha percorreu três cidades do Paraná, anunciando um pacote de novidades com a Itaipu Binacional. Em Ponta Grossa, os serviços do SUS serão expandidos com a reforma de maternidade da Santa Casa de Misericórdia — referência para gestações de alto risco — e com a inauguração das obras do primeiro Centro de Reabilitação da região para atendimento das pessoas com deficiência. Em Londrina, a reabertura a sala de vacinação, após seis anos de inatividade, volta a aplicar na população todos os imunizantes do calendário nacional. Ainda no município, 80 instituições hospitalares filantrópicas serão beneficiadas com implantação de energia solar, gerando economia estimada em R$ 11,7 milhões ao ano. 

    Novos investimentos em saúde materno-infantil, oncologia e reabilitação para pessoas com deficiência

    O município de Ponta Grossa será contemplado com uma série de iniciativas que fortalecem o cuidado integral à saúde da população, com foco especial na saúde das mulheres, pacientes com câncer e pessoas com deficiência. Cerca de R$ 15,2 milhões serão investidos para modernizar a Santa Casa de Misericórdia da cidade. Em uma ação que visa garantir atendimento pleno para bebês, gestantes e puérperas, a maternidade – referência do SUS para gestações de alto risco, que já realiza cerca de 150 partos por mês, agora será totalmente integrada às UTIs neonatais, qualificando ainda mais o atendimento. 

    No Hospital do Câncer da instituição, onde 1,7 mil pacientes oncológicos são atendidos mensalmente, será construída uma casamata – estrutura específica para radioterapia – destinada à instalação de um acelerador linear, representando um salto na infraestrutura oncológica da região. 

    Além disso, em uma estratégia transversal, o ministro Alexandre Padilha assinou a Ordem de Serviço para início das obras do primeiro Centro de Reabilitação da cidade. Com investimento de R$ 7,8 milhões do Governo Federal, 40 mil pessoas com deficiência serão impactadas com oferta de reabilitação em todas as modalidades: auditiva, física, intelectual e visual. 

    “Estamos anunciando três grandes investimentos para Ponta Grossa: a reforma da maternidade da Santa Casa, a construção de um bunker para instalação de um acelerador linear e a criação de um Centro Especializado em Reabilitação. Essas ações vão ampliar o atendimento e reduzir o tempo de espera para exames e tratamentos”, detalhou Padilha. “Com o acelerador linear, Ponta Grossa passará a oferecer tratamento de radioterapia, evitando que pacientes precisem se deslocar para outras cidades e garantindo um início mais rápido do tratamento do câncer. O novo Centro Especializado em Reabilitação atenderá pessoas com deficiência, seja desde o nascimento ou adquirida ao longo da vida”, explicou.

    “Estamos superando a tabela SUS com um modelo que permite pagar até três vezes mais pelos procedimentos, garantindo que exames e cirurgias sejam realizados no prazo adequado. Nossa meta para 2025 é realizar mais de 750 milhões de procedimentos diagnósticos e terapêuticos no Paraná”, complementou o ministro. “Aqui no estado também estamos reforçando o SAMU com 213 novas ambulâncias, incluindo modelos UTI, que o governo federal não comprava há sete anos. Isso significa atendimento mais rápido e maior chance de salvar vidas”, defendeu.

    Reabertura a sala de vacinação, após seis anos de inatividade

    Em Maringá, a retomada de dois importantes serviços públicos vai fortalecer a cobertura vacinal e a proteção da população. Após seis anos de inatividade, a reabertura da sala de vacinação volta a aplicar todos os imunizantes do calendário nacional, em um serviço para todas as faixas etárias – crianças, adolescentes, adultos, idosos e gestantes – de segunda a sexta-feira. Além disso, a reativação da câmara fria vai garantir maior eficiência na distribuição de imunizantes. 

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    Ministro participa da reabertura da sala de vacinação após seis anos de inatividade e da reativação da câmara fria (Foto: João Risi/MS)

    Desde 2019, apenas a vacina antirrábica e imunizantes para grupos específicos foram aplicados no local. “Um desrespeito ao programa de vacinação brasileiro. Mas é muito bom estar aqui vendo a sociedade de Maringá abraçar a campanha da vacina, em defesa da vida. A gente precisa acreditar cada vez mais naquilo que a ciência desenvolveu”, reforçou Padilha, lembrando que a vacinação contra a gripe começa em abril. 

    “Vamos começar a campanha contra a gripe agora em abril. Nós já entregamos mais de 320 mil doses aqui para o estado do Paraná e outros lotes chegarão nos próximos dias. O foco inicial são as crianças de 6 meses até 6 anos de idade, gestantes, puérperas, pessoas que têm mais de 60 anos de idade e os grupos que a Organização Mundial de Saúde recomenda”, relembrou o ministro. 

    Uma Só Saúde: sustentabilidade para prevenir doenças

    O combate aos efeitos das mudanças climáticas e as consequências na saúde da população é uma das prioridades do Governo Federal. Em Maringá, mais de 50 cidades terão a coleta seletiva otimizada com entrega de 50 caminhões de reciclagem e 197 itens de infraestrutura para Unidades de Valorização de Recicláveis (UVR). “Muitas vezes se associa saúde à medicamento ou injeção. Nem sempre temos ideia de que se cuidarmos bem do lixo que produzimos todo dia, vamos ajudar a salvar muitas vidas nas nossas cidades e nas nossas famílias”, ponderou o ministro Padilha. 

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    Em Maringá, 50 caminhões de reciclagem vão otimizar a coletiva seletiva (Foto: João Risi/MS)

    A coleta seletiva reduz a poluição e contribui para a redução do lixo acumulado em áreas urbanas, evitando a proliferação de doenças como dengue, leptospirose e outras infecções associadas ao descarte inadequado de resíduos. Com R$ 123 milhões de investimento, o convênio entre Consórcio Intermunicipal de Saneamento do Paraná (Cispar) e a Itapu também prevê a construção de 4 novas UVR em Belém (PA). 

    Em Londrina, um convênio entre a Itaipu Binacional e a Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Paraná (FEMIPA) vai beneficiar 80 instituições hospitalares filantrópicas com transição energética. A medida vai garantir o suprimento de até 35% da energia consumida nas unidades, com economia estimada de R$ 11,7 milhões por ano. Desses hospitais, 29 vão receber usinas de energia solar, com início das instalações previsto para abril. Em junho, também serão iniciadas as obras para instalação de sistemas fotovoltaicos em quatro municípios da região. 

    “Não tem como reduzir o tempo de espera e aumentar o atendimento especializado no país sem uma forte parceria com as Santas Casas. Ao gerarmos economia, também geramos sustentabilidade”, destacou Padilha. “Nós estamos vendo aqui a realidade de uma ação que envolve parceiros de vários setores para reforçar a área da saúde. E estamos indo atrás de outras parcerias possíveis para direcionar esses recursos para mais atendimento e menos tempo de espera”, complementou o ministro da Saúde. 

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    Foto: João Risi/MS

    Além de reduzir custos, a adoção de fontes renováveis contribui para a mitigação das emissões de gases poluentes, impactando diretamente na melhoria da qualidade do ar e na prevenção de doenças respiratórias e cardiovasculares, especialmente entre grupos mais vulneráveis, como crianças e idosos. 

    Essa cooperação do Ministério da Saúde com o setor ambiental é parte da estratégia internacional Uma Só Saúde, preconizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que reconhece a interconexão entre saúde humana, animal, vegetal e ambiental. No Brasil, a iniciativa é promovida pelo Comitê Técnico Interinstitucional de Uma Só Saúde, criado pelo governo federal em 2024, que reúne mais de 20 órgãos. 

    Nadja Alves dos Reis
    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde reforça estratégias com laboratórios oficiais

    Ministério da Saúde reforça estratégias com laboratórios oficiais

    Para reduzir vulnerabilidades no Sistema Único de Saúde (SUS) e ampliar o atendimento à população, o Ministério da Saúde reuniu laboratórios oficiais, ou seja, aqueles órgãos públicos, fundações e empresas que fornecem produtos para a saúde do SUS, para apresentar metas e critérios de governança na produção de medicamentos e dispositivos médicos.

    O encontro foi promovido por meio da 2ª Oficina de Governança com os Laboratórios Oficiais, realizada em Brasília neste mês, e serviu para pactuar processos da nova fase de implementação do Programa de Aprimoramento da Governança, Integridade e Gestão Produtiva dos Laboratórios (ProLab-SUS).

    A organização está alinhada à Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Ceis) e reuniu representantes de 23 laboratórios que fazem parte da Associação dos Laboratórios Oficiais do Brasil (Alfob) e autoridades da pasta.

    Governança e fortalecimento da produção nacional

    Leandro Pinheiro Safatle, secretário adjunto da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Sectics), destacou a importância do segundo encontro, como mais um desdobramento de todo processo de reconstrução institucional e articulação política que deram sustentação às ações de fortalecimento do Ceis. “Essa segunda oficina de governança segue esse caminho de trabalho constante para o aprimoramento da governança, que é algo que a gente pode sempre estar melhorando, sempre avançando porque a gente está num processo de continuidade do caminho que foi reconstruído até aqui”, lembrou.

    O presidente da Alfob, Jorge Mendonça, ressaltou que o fortalecimento da governança é essencial para a política industrial do setor. “Nenhuma política industrial se constrói do dia para a noite. A governança dos laboratórios e a implementação de práticas de integridade são passos fundamentais. Cada laboratório precisa desenvolver suas próprias ações a partir desse diagnóstico, promovendo boas práticas desde a produção até a gestão, incluindo a preocupação ambiental”, disse Mendonça.

    Já o especialista em estratégia e governança, Fábio Lazzarini, responsável por conduzir as discussões da oficina, destacou a importância do encontro para estruturar ações concretas nos laboratórios oficiais. “Discutimos desafios do dia a dia, anseios para o futuro e ações de melhoria. O próximo passo é consolidar essas informações e elaborar um plano de ação para apoiar os laboratórios na governança, tecnologia e gestão de pessoas”, afirmou.

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    Foto: Tais Nascimento/MS

    Investimentos no Complexo Econômico-Industrial da Saúde

    A diretora do Departamento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde e de Inovação para o SUS (Deceiis), Gabriela Maretto, destacou a importância do Programa para Ampliação e Modernização de Infraestrutura do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (PDCEIS) para fortalecer a capacidade produtiva do SUS.

     “O PDCEIS é uma iniciativa para garantir segurança jurídica e fortalecer o setor no médio e longo prazo. Já aprovamos 42 projetos, totalizando R$ 4,2 bilhões, e estamos abrindo uma nova chamada para mais R$ 1,8 bilhão, chegando ao total de R$ 6 bilhões previstos. Além disso, estamos avançando na formalização dos instrumentos necessários para a execução desses projetos”, afirmou Gabriela Maretto.

    Sobre o PDCEIS

    O Ministério da Saúde lançou o PDCEIS para fortalecer a infraestrutura de produção de medicamentos, vacinas e insumos essenciais para o SUS, reduzindo a dependência de importações. O programa faz parte da Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Ceis, que busca garantir maior autonomia ao Brasil na produção de insumos estratégicos para a saúde.

    O financiamento do PDCEIS vem do ministério, com recursos do PAC e do orçamento da área de Ciência, Tecnologia e Inovação. Além disso, o governo pode firmar parcerias nacionais e internacionais para fortalecer a execução dos projetos.

    Principais ações do programa:

    • Apoio à inovação e tecnologia – investimentos para modernizar a produção de insumos para a saúde;
    • Fortalecimento da indústria nacional – ampliação da capacidade produtiva de instituições públicas e privadas sem fins lucrativos;
    • Parcerias estratégicas – recursos destinados a projetos alinhados às prioridades do SUS;
    • Seleção rigorosa – projetos devem atender às necessidades do SUS, ter impacto comprovado e seguir critérios técnicos;
    • Monitoramento e transparência – instituições parceiras precisarão prestar contas e demonstrar avanços. 

    Taís Nascimento e Mônica Olis
    Ministério da Saúde

  • Trabalho freelancer: entenda o que é e saiba como conseguir um

    A instabilidade econômica, a redução de custos nas empresas e a substituição de funcionários por máquinas são alguns dos fatores que favorecem o aumento das taxas de desemprego no Brasil. Consequentemente, os serviços autônomos ganham cada vez mais espaço e se mostram uma opção vantajosa para empresas e profissionais.

    Se você quer ingressar nesse mercado, confira as dicas para conseguir um trabalho freelancer e complementar sua renda. Mas, antes de tudo é importante saber o que é, de fato, um freelancer e o que é preciso para se tornar um. Entenda!

    Um freelancer nada mais é do que um trabalhador autônomo. Ou seja, uma pessoa que presta serviços de maneira independente a outras pessoas ou empresas.

    Esse modelo de trabalho se consolidou como uma tendência de mercado, especialmente, para quem atua em negócios digitais e funções relacionadas a artes e tecnologia.

    As possibilidades para quem quer viver de “freelas” são inúmeras: venda de produtos online, programa de afiliados, produção de conteúdo, tradução, gerenciamento de redes sociais, entre outras. Atuar como freelancer pode ser uma boa alternativa para quem deseja se arriscar em outro segmento ou está com dificuldades de encontrar um emprego.

    Trabalho Freelancer

    A flexibilidade de tempo e a autonomia que um trabalho por conta própria proporciona são as maiores vantagens para um freelancer. Em contrapartida, esses profissionais não têm assegurados direitos trabalhistas, nem uma remuneração estável. O que, sem o devido planejamento, pode se tornar um problema.

    O que preciso para me tornar um freelancer?

    Diferentemente do que muitas pessoas imaginam um profissional autônomo não precisa de um diploma, a menos que a função a ser exercida exija. Por exemplo, se você quer atuar como consultor na área jurídica, precisará de conhecimento técnico e formação específica para isso.

    Agora se você é fluente em algum outro idioma, como o Inglês, mesmo que não tenha curso ou graduação na área poderá oferecer serviços como tradutor. Essa situação é semelhante a dos fotógrafos, por exemplo.

    Em ambos os casos, as profissões não são regulamentadas no Brasil. Assim, qualquer pessoa pode exercê-las, caso tenha as habilidades necessárias para a função.

    Quem pretende optar por esse modelo de trabalho deve ter em mente que trabalhar por conta própria exige organização e disciplina. Uma boa dica é investir em planilhas para controle de fluxo de caixa, entregas dos trabalhos e até mesmo sua base de clientes.

    mail Como fazer um bom currículo e se destacar no mercado?

    Dessa forma, o profissional vai evitar se perder em meio a tantas demandas. Vai conseguir estimar quais são seus ganhos reais, e se preparar para os meses mais fracos, além de manter no seu radar quais contratantes podem oferecer as melhores oportunidades.

    Freelancer precisa ter MEI?

    Uma dúvida comum para quem está iniciando nesse modelo de trabalho é se há ou não a necessidade do cadastro de Micro Empreendedor Individual (MEI). O cadastro garante benefícios, especialmente, para aqueles cuja maior fonte de renda é gerada por meio do trabalho autônomo.

    Dentre as principais vantagens estão: poder participar de licitações públicas, baixo custo de tributos (INSS, ISS ou ICMS), poder emitir nota fiscal e direitos e benefícios previdenciários (aposentadoria por idade ou invalidez, auxílio-doença, salário maternidade e pensão por morte para a família).

    No entanto, para quem tem um emprego fixo e faz trabalhos freelancer de forma pontual, pode não ser tão vantajoso. Isso porque em casos de desligamento da empresa, por exemplo, o MEI anulará o benefício do Seguro Desemprego, porque a atividade será considerada como fonte de renda. O mesmo pode ocorrer com outros benefício previdenciários.

    Mas afinal, como conseguir um freelancer?

    Com a popularização dos freelas, a procura por esse tipo de serviço menos burocrático aumentou bastante nos últimos anos. Esse movimento impulsionou o surgimento de sites especializados em ofertas de trabalho freelancer.

    Essa é uma maneira simples e fácil de conseguir projetos, especialmente se você é novo no mercado e ainda não tem muitos contatos. Normalmente as plataformas oferecem dois tipos de cadastro: um para quem deseja contratar um profissional e outro para quem quer oferecer seus serviços.

    Em uma busca rápida pela internet é possível encontrar diversos sites que oferecem esse serviço. Veja a lista dos mais populares.

    Conheça 5 sites para se cadastrar e trabalhar como freelancer

    – Rockcontent

    A Rockcontent tem, atualmente, a maior comunidade de freelancer da América Latina. São mais de 60 mil profissionais, que atuam produzindo conteúdo para diferentes temas, como Moda, Gastronomia, Entretenimento, Educação, entre outros.

    Uma das vantagens oferecidas pela plataforma é a possibilidade de se conectar com outros profissionais do segmento, por meio de grupos em redes sociais. Além de ter acesso a treinamentos exclusivos. Tudo de forma gratuita.

    – 99 Freelas

    Outro site famoso no segmento é 99 Freelas. Na plataforma também é possível se cadastrar para diversos tipos de serviços: criação de logotipo, desenvolvimento de website, elaboração de artigos, edição de vídeos, entre outros.

    Não são cobradas taxas para se cadastrar no 99 Freelas. Porém é adicionada uma taxa de 7% a 15% (R$3 no mínimo) na oferta do freelancer. O valor do projeto é repassado, somente após a conclusão do trabalho. Além disso, no momento do pagamento do projeto é cobrada uma taxa referente à forma de pagamento escolhida.

    O site também oferece opcionais que custam a partir de R$19,90. Em troca, o freelancer tem direito a uma maior exposição.

    – Workana

    No Workana os freelancer se candidatam para realizar um projeto publicado na plataforma. O feedback em relação ao trabalho é feito por meio do próprio site, que oferece serviços de bate-papo, mensagens e videoconferências.

    Na plataforma o contratante ainda pode fazer uma avaliação do freelancer e compartilhar sua experiência com o profissional. Além disso, há a possibilidade de um mesmo contratante convidar o freelancer para outros projetos.

    – Freelancer

    O Freelancer também oferece a possibilidade de projetos em diversas categorias. Dentre as principais, estão: tradução, terceirização contábil, redação, desenvolvimento de sites, entre outras.

    Os profissionais podem se candidatar para um projeto, enviar comentários e conversar com os contratantes. A recomendação do site é investir em um perfil completo e, se possível, com recomendações. Ter referências para apresentar aos possíveis clientes pode ser uma vantagem na hora de conseguir o projeto.

    – Comunica Freelancer

    Um dos setores que mais oferecem oportunidades nesse modelo de trabalho é o da programação. Por isso, o Comunica Freelancer é voltado para essa área. Há projetos para quem trabalha com TI, webdesign, backend, frontend, sistemas, desenvolvimento, entre outras funções ligadas ao setor.

    Além de poder se candidatar a um dos projetos cadastrados na plataforma, os profissionais podem divulgar seu portfólio. Também é permitido o contato direto com os contratantes. A plataforma ainda indica quando o Freelancer está online ou não, facilitando a conversa por troca de mensagens.

  • Quais os requisitos e como conseguir emprego de jovem aprendiz?

    Se você já completou 14 anos e procura a melhor forma de ser inserido no mercado de trabalho, o programa de Jovem Aprendiz pode ser a solução. Pela Lei, todas as grandes empresas devem oferecer esse tipo de vaga, por isso o programa é muito visado por jovens a procura do primeiro emprego

    A Lei do Aprendiz (Lei nº 10.097/2000 ), aprovada em 2000 e regulamentada em 2005, determina que toda empresa de grande ou médio porte deve ter de 5% a 15% de aprendizes em seu quadro.

    Esse tipo de contrato de trabalho, contudo, é diferenciado. Ele possui algumas regras próprias e uma série de vantagens. Confira!

    Só pode durar até dois anos;
    Deve assegurar ao jovem uma formação técnico-profissional (teórica e prática);
    ♦ Carteira de Trabalho assinada;
    Salário mínimo-hora e o piso estadual, caso exista, garantidos;
    Direito a vale-transporte;
    Jornada de trabalho de seis a oito horas diárias, sem prorrogação ou compensação;
    Horário que não compromete a frequência escolar.

    Durante a vigência do contrato de trabalho, o jovem aprendiz é capacitado na instituição formadora e na empresa. Essa capacitação combina tanto formação teórica quanto prática.

    O objetivo da metodologia é integrar o conhecimento adquirido na teoria com a experiência no mercado de trabalho, que é o eixo condutor. Como explica o site Aprendiz Legal, esse modelo é baseado na Metodologia Telessala – aprendizagem com interação, instrutores e aprendizes em um mesmo patamar.

    Com o objetivo de formar cidadãos autônomos, os jovens são preparados para a transição entre a escola e o trabalho, desenvolvendo, assim, sua postura crítica e criativa. A prática é o objetivo principal do currículo do aprendiz, e ela se desenvolve guiada pelas diretrizes da Lei de Aprendizagem e pelos pressupostos pedagógicos da Metodologia Telessala.

    Quem pode ser um Jovem Aprendiz?

    Para ser um Aprendiz é necessário ter entre 14 e 24 anos, além de estar cursando ou ter terminado o ensino fundamental ou médio, com frequência escolar em dia. A idade máxima só não se aplica a pessoas com deficiência, neste caso não há limite.

    Os adolescentes na faixa etária entre 14 e 18 anos têm prioridade na contratação, salvo algumas exceções previstas no Manual de Aprendizagem.

    Como ser um Jovem Aprendiz?

    Para conseguir um emprego de Jovem Aprendiz o candidato, com idade dentro do limite estabelecido pela lei, pode se inscrever no Aprendiz Legal. Ele deve entrar em contato com uma instituição parceira que implementa o programa no seu estado.

    No Sul – Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – as inscrições podem ser pela Gerar. Já nas demais Regiões do país os interessados devem procurar o CIEE. O cadastro é feito pela internet, no portal das instituições.

    Também é possível realizar inscrição por telefone. Vale destacar que o Aprendiz Legal é totalmente gratuito para o jovem – tanto a inscrição quanto o curso de formação oferecido durante a vigência do contrato.

    Feita a inscrição na instituição responsável, o candidato vai passar por uma processo de seleção. Em geral, este processo é composto por análise de currículo, contato telefônico, redação, dinâmica de grupo e entrevista individual.