Nesta quarta-feira, 29, a Caixa Econômica Federal (CEF) credita novas parcelas do auxílio emergencial para 5,8 milhões de trabalhadores, tanto os cadastrados pelo Cadastro Único (CadÚnico), site e aplicativo quanto o público do Bolsa Família.
Conforme calendário, 1,9 milhão de brasileiros do Bolsa Família, com NIS final 8, recebem, hoje. Já os 3,9 milhões de inscritos em outras modalidades, nascidos em março, recebem:
O pagamento da quarta parcela para o grupo do Bolsa Família iniciou no último dia 20 e vai até a próxima sexta-feira, 31. Com exceção destes beneficiários, todos os trabalhadores têm o dinheiro creditado no Caixa Tem, conta social digital da Caixa.
Contudo, quem recebe hoje, terá que esperar até o dia 1º de agosto para realizar saques e transferências. A Caixa volta a depositar a quarta e outras parcelas do auxílio para os nascidos em abril no dia 31.
Saques e transferências acontecem a partir de sábado, 1º
(Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Bolsonaro veta PL que prioriza mãe de família no pagamento do auxílio emergencial
O presidente Jair Bolsonaro vetou o Projeto de Lei 2.508, que dava preferência às mulheres no pagamento de R$1.200 do auxílio emergencial. O texto já havia sido aprovado pela Câmara, em junho, e pelo Senado, no início de julho.
O texto, que foi integralmente vetado, tem autoria de parlamentares do PSOL e previa que quando pai e mãe não formassem uma única família e houvesse duplicidade na indicação dos dependentes no cadastro realizado por autodeclaração, seria considerado o cadastro feito pela mãe.
Por outro lado, em caso de cadastro posterior feito pela mulher, o homem que possuísse a guarda unilateral dos filhos ou que fosse responsável pela criação dos menores poderia contestar a decisão sobre a concessão do benefício.
De acordo com a justificativa do governo para o veto, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 29, “em que pese a boa intenção do legislador em estender o auxílio emergencial para as famílias monoparentais, cujo pai é provedor”, a proposta não apresenta estimativa de impacto orçamentário e financeiro.
O Tribunal Regional Federal da 5ª Região autorizou as nomeações dos candidatos aprovados no concurso TRF5 2017, principalmente para os cargos de técnico Judiciário, na especialidade Informática. [tag_teads]
A decisão foi divulgada por meio de um edital assinado pelo presidente do TRF5, o desembargador federal Vladimir Carvalho, publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 27 de julho.
Sete concorrentes convocados estão autorizados a tomar posse em seus respectivos cargos de técnico e analista na área de Informática e de Tecnologia da Informação. Os profissionais vão atuar nas Seções Judiciárias do Ceará (SJCE), Paraíba (SJPB), Sergipe (SJSE) e da Paraíba e de Pernambuco (SJPE) .
Os prazos para posse dos selecionados encontravam-se suspensos pelo Ato nº 204/2020, em função do regime de confinamento social, para enfrentamento da pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo Coronavírus.
TRF5 autoriza nomeações para técnicos e analistas na área de TI
(Foto: Getulio Bessoni)
No entanto, de acordo com Vladimir, essas nomeações são uma exceção, já que as atividades de TI são de extrema importância durante o regime de home office. Isso porque, com a maior parte dos magistrados e servidores trabalhando de casa, as demandas sob encargo das unidades da área de TI aumentaram.
A seleção tinha prazo de validade inicial de dois anos, e recentemente foi prorrogada por mais dois, a partir do dia 21 de junho.
Seleção ofertou 14 vagas com salários iniciais de até R$13 mil
Em 2017, o concurso TRF5, promovido pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, ofertou 14 vagas para técnico (nível médio) e analista judiciário (superior). O órgão tem sede em Recife e tem representação em seis estados do Nordeste: Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.
Os interessados em participar puderam realizar as inscrições até o mês de outubro daquele ano, por meio do site da banca, a Fundação Carlos Chagas (FCC). As taxa de inscrição foram de R$60,85 (nível médio) e R$70,85 (superior).
As carreiras de técnico e analista foram divididas em diversas especialidades, conforme a seguir:
Técnico Judiciário
Área Administrativa: nível médio completo
Segurança e Transporte: nível médio completo e CNH (D ou E)
Informática: nível médio completo e curso de programação (mínimo de 120 horas) ou técnico em Informática
Analista Judiciário
Área Judiciária: superior completo em Direito
Oficial de Justiça: superior completo em Direito
Área Administrativa: qualquer formação superior completa
Informática/Infraestrutura e Informática/Desenvolvimento: qualquer formação superior, com especialização em TI
Medicina (Clínica Geral)
Contadoria: superior completo em Ciências Contábeis
O Grupo Heineken no Brasil está com inscrições abertas para o seu programa “Leadership Experiences”. O projeto é focado no desenvolvimento acelerado de jovens profissionais para cargos de liderança.
Ao todo, são oferecidas 20 vagas para todo o Brasil. Para participar do programa, os interessados devem se inscrever até o dia 11 de setembro, no site do Leadership Experiences.
Podem se inscrever os profissionais graduados em cursos de bacharelado, licenciatura ou tecnólogo, entre 2014 e 2018. Os interessados devem ter total mobilidade nacional durante e após o término do programa.
O processo de seleção avaliará as habilidades de liderança dos inscritos, agilidade no aprendizado e o desejo de protagonizar na carreira. O conhecimento de Língua Inglesa de nível intermediário será um fator avaliado, mas não obrigatório.
Todo o processo seletivo será online, com o uso de realidade virtual e adaptado para deficientes auditivos e visuais. A seleção ainda contará com podcasts, com participantes do programa contando sobre sua experiência e cultura da companhia, além de um chatbot conhecido como Dandara, que auxiliará e acompanhará os candidatos com dúvidas.
Grupo Heineken abre programa para desenvolvimento de jovens
(Foto: Site Heineken Brasil)
Com um plano de 12 meses, que leva os escolhidos a conhecerem de perto todos os processos da companhia em diferentes localidades do Brasil, o programa aprimora conhecimentos diversos com trilhas especializadas de desenvolvimento.
Por isso, a companhia informa que busca profissionais que sejam protagonistas, tenham vontade de crescer e sede de desafio. Nesta edição, o Grupo Heineken proporcionará para todos os candidatos uma experiência de autoconhecimento e desenvolvimento de liderança.
O Grupo Heineken não informa o valor do salário, que será oferecido ao aprovado. No entanto, além do vale-transporte ou fretado, os profissionais terão direito a benefícios como:
vale-refeição;
planos de saúde e odontológico;
vale-alimentação;
Participação nos Lucros (PLR);
cursos da universidade Heineken;
vale-academia; e
seguro de vida.
Saiba como será a seleção do Grupo Heineken
Segundo o Grupo Heineken no Brasil, a escolha dos novos talentos olha cuidadosamente tanto para o potencial dos inscritos quanto para a diversidade dos times, assim como é feito em todos os processos de seleção de colaboradores da companhia.
Para o Leadership Experiences, especificamente, a construção do processo teve o apoio da consultoria Mais Diversidade, que também acompanha as estratégias do comitê de Inclusão e Diversidade do grupo.
“Para que possamos de fato desenvolver profissionais capacitados e protagonistas de suas carreiras, e ainda crescermos como empresa, entendemos que é fundamental ter a diversidade trabalhando ao nosso lado”, comenta a gerente sênior da área de Talent Acquisition da companhia, Luana Moraes.
Desde sua primeira edição em 2018, o programa já recebeu mais de 20 mil inscritos. Para unir os profissionais que já participaram e ouvir suas percepções, a companhia criou um podcast exclusivo para eles, no qual esses jovens líderes contam como a experiência foi importante para o seu desenvolvimento.
O conteúdo pode ser acessado no site do programa. Para a ex-participante do programa Leadership Experience Heineken e atual coordenadora de envase da cervejaria de Itu, Marina Amaral, o processo fez com que ela entendesse as competências que uma líder precisa ter.
“Eu não esperava enfrentar todos aqueles desafios, mas agradeço aos gestores que cuidaram do meu desenvolvimento, eles fizeram a diferença. Para desenvolver o meu perfil de liderança, procurei desafios na minha área, coordenando equipes pequenas e o mais gratificante foi receber os agradecimentos das pessoas que liderei. Hoje, eu acordo com vontade de fazer acontecer, porque sei que estou no lugar certo”, afirma.
Todo o processo será conduzido em parceria com a Matchbox, consultoria especializada em talentos e que imprimiu o seu olhar de inovação dentro da temática de inclusão e diversidade no projeto dedicado ao Grupo Heineken.
“Mesmo com o distanciamento social, nosso objetivo foi de nos aproximarmos dos candidatos por meio de propostas inclusivas, como um hotsite 100% acessível para pessoas com deficiência visual, com vídeos interativos que também terão toda a acessibilidade necessária, por exemplo. Conseguimos chegar em um resultado muito bacana junto com a Matchbox”, completa Luana.
Em uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira do Trabalho Temporário (ASSERTTEM), 80,6% das agências associadas afirmaram que o aumento da demanda foi o principal motivo da geração de vagas temporárias entre janeiro e junho de 2020.
Esse tipo de contrato tem ganhado destaque neste período de pandemia. Afinal, é uma opção formal de contratação, porém mais rápida, mais barata e mais flexível. O que garante segurança econômica e jurídica para as empresas contratantes.
Na pesquisa da ASSERTTEM com as agências associadas, 47,2% delas afirmaram que, em comparação ao início da pandemia, tiveram ou estão tendo aumento da procura por contratos temporários.
Entre janeiro e junho deste ano, quase metade (47,5%) das agências contrataram mais de 500 trabalhadores por tempo determinado para os setores de Saúde, Alimentação, Agronegócio, Indústria e Logística.
A vagas eram para atuação em cargos operacionais (69%), administrativos (25%) e de supervisão (6%). A média salarial no semestre variou de R$1.045 a R$4 mil, sendo que, para a maior parte dos contratos, o valor ficava na faixa de um salário mínimo a R$2 mil:
Trabalho temporário deve ser protagonista nos próximos meses
“Os dados da pesquisa provam que o trabalho temporário toma seu legado nessa crise e pode assumir o papel de protagonista como uma importante solução para a sobrevivência das empresas e o combate ao desemprego.”
A explicação é do presidente da ASSERTTEM, Marcos de Abreu, que vê na contratação temporária uma saída para milhares de empresas durante a pandemia. De acordo com ele, a regulamentação do trabalho temporário também estimulou e contribuiu para as contratações nessa modalidade.
A regulamentação ocorreu há 7 meses com a publicação do decreto 10.060/2019. Com isso, as empresas que desconheciam a forma de contratação têm uma maior compreensão da modalidade com segurança jurídica e econômica.
E as agências de trabalho temporário, diz Abreu, possuem estrutura capaz de agir rápido e atender as demandas de todos os setores.
Com pandemia, empresas veem solução em contratos temporários
(Foto: Reprodução)
Uma prova de que esse tipo de contrato deve protagonizar nos próximos meses é que, mesmo após o início da pandemia da Covid-19, entre os meses de abril e junho, foi registrado o aumento no volume de vagas e contratações desse tipo.
Das agências de trabalho temporário abrangidas na pesquisa, 17,1% realizou mais de 400 contratos.
Os trabalhadores contratados no período têm de 18 e 29 anos em 52,8% das vagas; de 30 a 44 anos em 44,4%; e de 45 a 60 anos em 2,8%. A maior parte das vagas preenchidas (72,7%) são ocupadas por pessoas do sexo masculino.
“A modalidade deve ser vista como oportunidade para que as empresas consigam atender suas demandas urgentes e emergenciais e para ganharem fôlego durante a retomada até conseguirem efetivar os trabalhadores novamente”, finaliza o presidente da ASSERTTEM.
Jovens representam boa parte do trabalho temporário no país
Uma outra pesquisa, da Employer RH, empresa de Recursos Humanos, apontou que, em 2020, houve um aumento de 2% na taxa de jovens, na faixa de 18 a 25 anos, contratados temporariamente se comparado a 2019.
De janeiro a março de 2020, essas pessoas já representam 35% do trabalho temporário no país, contra 33% em relação ao mesmo período do ano passado.
Além disso, dados do IBGE revelam que há mais de 12,3 milhões de desempregados, sendo 27% representados pelos jovens. Esse público representa ainda os que mais procuram trabalho temporário.
A recomendação é que pessoas dessa faixa etária que ainda estão procurando emprego aproveitem este momento para expandirem suas qualificações por meio de cursos online e webinares, se especializando na área que desejam atuar.
Enquanto a vaga não chega, saiba mais sobre empregos em todo o Brasil e tenha mais chances de conquistar uma oportunidade:
A chegada da pandemia do novo Coronavírus no Brasil causou um impacto drástico nos hábitos e formas de trabalhar. E um dos pontos mais significativos de mudança foi o home office.
Esse modelo de prestação de serviço, moderno e já realizado amplamente em outros países, era tímido, mas estava crescendo por aqui. Acontece que com as medidas de distanciamento social, a mudança foi brusca.
Nos últimos quatro meses, trabalhar em casa “deixou de ser uma tendência moderninha adotada pelas empresas e virou uma prática comum na maioria das organizações”, como lembra Bruna Lofego, CEO da CWK Coworking e especialista em coworking.
E, sim, é verdade que boa parte dos profissionais estão satisfeitos e que muitos pretendem até permanecer trabalhando. Um estudo recente da Robert Half, com mais de 800 trabalhadores, apontou que mesmo trabalhando mais, 86% dos entrevistados querem continuar em home office.
Em outra pesquisa, realizada pela ISE Business School, 80% dos líderes estão satisfeitos com essa nova forma de trabalhar. Então, essa tendência deve crescer ainda mais no mercado e vir para ficar, certo? Bem, não é isso que diz a última pesquisa promovida pelo LinkedIn, plataforma que conecta profissionais no mercado, com mais de 2 mil pessoas.
Diferente dos demais, esse último levantamento mostrou que 62% dos profissionais na ativa em casa estão mais estressados em meio à quarentena. Não só os líderes, mas também colaboradores estão ansiosos para voltar ao trabalho presencial quando tudo se normalizar.
Por isso, Bruna Lofego compara a alta do home office com a febre das paletas mexicanas, que deram um salto de vendas há alguns anos, mas alerta que as empresas tomem cuidado com os possíveis cenários que vão surgir no pós-pandemia:
“Podemos classificar o atual momento como o mesmo período em que surgiu a onda das paletas mexicanas: chegaram com um diferencial, algo inovador e gourmetizado pela sociedade. (…) Entretanto, bastaram dois verões para que elas se transformassem em picolés mexicanos e ocupassem geladeiras de mercados e padarias, junto com os picolés tradicionais.”
Especialista compara febre do home office à febre das paletas mexicanas
(Foto: Pixabay)
Especialista alerta empresas que investem pesado no home office
Sim, é verdade que o processo de transformação digital, absorvido compulsoriamente pelas corporações por conta da pandemia, contribuiu para que líderes passassem a valorizar ainda mais seus colaboradores dentro das casas.
E, também, como já mencionado em outras pesquisas, é certo que esse modelo de trabalho vai crescer daqui para frente, por ser mais barato e confortável. Mas as empresas e líderes precisam levar em conta o cenário como um todo.
Para a especialista em trabalho remoto, quem está investindo pesado no home office precisa ficar atento a este tipo de onda contrária, como mostrou pesquisa do LinkedIn. E para ajudar ela ainda lembra:
“É necessário entender que home office e trabalho remoto são conceitos diferenciados. Enquanto o primeiro é executado dentro de casa o outro pode ser de qualquer local, com um ambiente mais corporativo, acolhedor e privado.”
Pesquisas como a do LinkedIn apontam, diz a especialista, que o trabalho dentro de casa tem desencadeado doenças como síndrome de burnout, ansiedade e depressão. A falta de produtividade também já é sentida por gestores.
Ela acredita que isso acontece porque acumulam-se tarefas que não aconteceriam em um ambiente profissional. Já o trabalho remoto, que pode ser prestado dentro de um coworking, por exemplo, ou mesmo em outros ambientes, é visto por ela como uma outra saída.
Nele, o profissional tem contato com outras pessoas fora da bolha social, absorve a cultura organizacional, tem maior concentração com tarefas corporativas e menos estresse causado pelo excesso de tempo dentro de casa.
“Um termômetro que endossa que o home office 100% tende a ser uma moda de ocasião é o número de empresas e empreendedores reservarem espaço de coworking. Donos deste modelo de negócio já começaram a sentir um aumento na busca por estes serviços, podendo ser desde salas individuais, compartilhada com equipes, como as famosas PAs (posto de atendimento).”
De acordo com Bruna, em 2013, com a crise econômica, aconteceu algo parecido, quando muitos perderam seus empregos tradicionais e decidiram empreender. Ela conta que, de início, alguns começaram com escritório improvisado dentro de casa, mas depois se viram obrigados a migrarem para um coworking.
Justamente por entenderem que a concentração nas tarefas diárias era mais certeira do que dentro de casa.
“Obviamente, empresas não serão mais as mesmas após a pandemia, inclusive na forma de gerir seus colaboradores, podendo ser fisicamente ou de forma remota, mas é certeza de que quem apoiar o home office integral como um benefício, estará sujeito a sofrer o mesmo prejuízo de quem investiu em franquias de paletas mexicanas.”
A Câmara dos Deputados aprovou nessa quarta-feira, 29, emendas da Medida Provisória (MP) 944/2020, que dá linha de crédito extra para pequenas empresas. O aumento de participação da União é de mais de 12 bilhões.
A MP garante esse aumento do governo no Fundo Garantidor de Operações (FGO) para a concessão de garantias dentro do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).
A redação final da Medida Provisória amplia, ainda, uma nova modalidade de empréstimo para folha de pagamento dos pequenos negócios, enquanto se mantiver a crise e calamidade pública oriundas do novo Coronavírus. Foram recebidas oito emendas do Senado, das quais duas foram negadas.
Agora, a MP 944/2020 seguirá para sanção do presidente da República Jair Bolsonaro, para que, assim, entre em vigor todo o texto redigido.
Pronampe receberá crédito de mais de R$12 milhões para pequenas empresas
(Foto:Pixabay)
Para o deputado federal, Zé Vitor (PL-MG), as mudanças que o Senado fez propõem avanços e aprimoramentos na redação final. Ele é o relator do texto, destacando que a reserva é de R$17 bilhões para a folha e mais de R$12 para o crédito a micro e pequenas empresas.
As aprovações foram:
Inclusão de organizações religiosas no rol de beneficiados pela linha de crédito;
criação de um sistema de garantias que facilite o acesso ao crédito;
aumento da participação da União em R$ 12 bilhões para a concessão de garantias a empréstimos do (Pronampe); e
redução, de R$ 34 bilhões para R$ 17 bilhões, do valor a ser injetado pelo governo federal no BNDES para custeio da linha de crédito.
“O programa prevê a participação de instituições financeiras privadas na concessão do empréstimo, que entrarão com 15% dos recursos emprestados ao tomador final. Os outros 85% virão desse valor colocado no BNDES, que repassará aos bancos e receberá os reembolsos das parcelas ou cobranças, devolvendo os recursos à União”, explica a Agência Câmara de notícias.
Presidente do Sebrae comemora aprovação da MP
O aumento na linha de crédito ao Pronampe promete beneficiar muitos pequenos e micro empreendedores. E, por isso, o Sebrae enxerga com bons olhos a chegada de mais esse investimento, após aprovação na Câmara.
Para o presidente Carlos Melles, a aprovação é muito relevante aos destinatários e é mais uma extensão das medidas para conter impactos deixados pela pandemia.
“A aprovação será bastante relevante aos pequenos negócios, já que o Pronampe é uma linha especial de crédito que tem uma grande procura por parte das microempresas e empresas de pequeno porte e os recursos se esgotaram com rapidez. Com a extensão das medidas de combate à pandemia provocada pela Covid-19, os pequenos negócios precisam de crédito para continuar funcionando e a alocação de mais R$ 12 bilhões torna-se de suma importância”, disse.
Quem será beneficiado com a aprovação de mais crédito ao Pronampe? O programa concede empréstimos para financiar os salários e verbas trabalhistas por quatro meses, além de quitar dívidas trabalhistas judiciais. Dessa forma, se beneficia:
Empresários;
Sociedades empresariais e sociedades cooperativas, exceto as de crédito;
Sociedades simples;
Organizações da sociedade civil;
Organizações religiosas; e
Empregadores rurais (pessoas físicas ou jurídicas).
O Senado aprovou nessa quinta-feira, 30, a Medida Provisória (MP) 946/2020, que autoriza o acesso dos trabalhadores ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) durante a pandemia do novo Coronavírus. A MP também extingue o PIS-Pasep.
O texto foi alterado no Senado e, por isso, retornará à Câmara. De acordo com matéria publicada no portal Agência Brasil, os senadores fizeram sugestões de alterações junto ao relato, senador Fernando Bezerra (MDB-PE), que também é líder do governo na Casa.
Após um acordo, ficou acertado que será permitida a movimentação da totalidade dos recursos da conta vinculada ao FGTS pelo trabalhador que tenha pedido demissão ou sido demitido sem justa causa durante o período de pandemia.
O trabalhador que optou pelo saque-aniversário também terá acesso integral ao recursos em caso de demissão. No modelo em vigência, ao optar pelo saque-aniversário o trabalhador fica dois anos sem ter acesso ao saldo total da conta.
Apesar de ter apoiado as alterações propostas pelos senadores, o relator ressaltou que o governo não tem compromisso de sanção com a modificação, visto que pretende garantir a aplicação dos recursos do FGTS em habitação e saneamento, sem apostar na criação de novas modalidades de saques e de seus recursos.
De acordo com texto publicado na Agência Senado, o prazo da vigência do texto vence na próxima terça-feira, 4. No entanto, lideranças partidárias ressaltaram o compromisso do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e do relator da proposição naquela Casa, deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), de votar o texto na semana que vem.
MP precisa ser votada até 4 de agosto para não perder validade
Foto: Waldemir Barreto / Agência Senado)
Pronampe poderá receber mais 12 bilhões da União após MP aprovada
A Câmara dos Deputados aprovou nessa quarta-feira, 29, emendas da Medida Provisória (MP) 944/2020, que dá linha de crédito extra para pequenas empresas. O aumento de participação da União é de mais de 12 bilhões.
A MP garante esseaumento do governo no Fundo Garantidor de Operações (FGO) para a concessão de garantias dentro do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).
A redação final da Medida Provisória amplia, ainda, uma nova modalidade de empréstimo para folha de pagamento dos pequenos negócios, enquanto se mantiver a crise e calamidade pública oriundas do novo Coronavírus. Foram recebidas oito emendas do Senado, das quais duas foram negadas.
Agora, a MP 944/2020 seguirá para sanção do presidente da República Jair Bolsonaro, para que, assim, entre em vigor todo o texto redigido.
Para o deputado federal, Zé Vitor (PL-MG), as mudanças que o Senado fez propõem avanços e aprimoramentos na redação final. Ele é o relator do texto, destacando que a reserva é de R$17 bilhões para a folha e mais de R$12 para o crédito a micro e pequenas empresas.
As aprovaçõesforam:
Inclusão de organizações religiosas no rol de beneficiados pela linha de crédito;
criação de um sistema de garantias que facilite o acesso ao crédito;
aumento da participação da União em R$ 12 bilhões para a concessão de garantias a empréstimos do (Pronampe); e
redução, de R$ 34 bilhões para R$ 17 bilhões, do valor a ser injetado pelo governo federal no BNDES para custeio da linha de crédito.
“O programa prevê a participação de instituições financeiras privadas na concessão do empréstimo, que entrarão com 15% dos recursos emprestados ao tomador final. Os outros 85% virão desse valor colocado no BNDES, que repassará aos bancos e receberá os reembolsos das parcelas ou cobranças, devolvendo os recursos à União”, explica a Agência Câmara de notícias.
Na segunda semana de julho (dos dias 5 a 11), a taxa de desocupação ficou em 13,1% no Brasil. Ou seja, 12,2 milhões de pessoas sem trabalho. Os números são da edição semanal da PNAD COVID19, divulgada nesta sexta-feira, 31, pelo IBGE.
Em relação à semana anterior (11,5 milhões) o número ficou estável. Mas cresceu, se comparado à primeira semana de maio (9,8 milhões), entre os dias 3 e 9.
1ª semana de maio – 9,8 milhões de pessoas sem trabalho (10,5%)
2ª semana de julho – 12,2 milhões de pessoas sem trabalho (13,1%)
De acordo com os dados da pesquisa, a ocupação também variou pouco, somando 81,1 milhões de pessoas ocupadas do país. Mas esse número é menor que o da primeira semana de maio, quando eram 83,9 milhões de ocupados.
Sendo assim, na segunda semana de julho menos da metade da população estava trabalhando: apenas 47,6%. Estável frente à semana anterior (48,1%) e com queda em relação à semana de 3 a 9 de maio (49,4%).
19,2 milhões pessoas não buscaram trabalho devido à pandemia
A pesquisa do IBGE mostra ainda que a quantidade de pessoas que não procurou trabalho por motivos relacionados ao novo Coronavírus ficou em 19,2 milhões. Mas esse grupo ainda engloba aqueles não procuraram por falta de trabalho na localidade em que vivem.
O número também ficou estável em relação à semana anterior. Depois de uma queda em junho (17,3 milhões), voltou ao patamar do início de maio (19,1 milhões).
Já a taxa de trabalhadores na informalidade ficou em 34,0%, atingindo 27,6 milhões de pessoas. No início de maio, eram 29,9 milhões.
Os profissionais informais englobam empregados do setor privado e trabalhadores domésticos sem carteira; empregadores que não contribuem para o INSS; trabalhadores por conta própria que não contribuem para o INSS; e trabalhadores não remunerados em ajuda a morador do domicílio ou parente.
Home office começa a cair com o afrouxamento do distanciamento social
(Foto: Reprodução)
Trabalho remoto caiu pela primeira vez
Ainda de acordo com o IBGE, pela primeira vez o número de pessoas que trabalhavam de forma remota caiu. Passou de 8,9 milhões (na primeira semana de julho), para 8,2 milhões na segunda semana.
Na prática isso significa, explica o Instituto, que cerca de 700 mil pessoas podem ter retornado ao trabalho presencial com a flexibilização das medidas de distanciamento social.
De acordo com a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, essa é a primeira queda significativa nesse grupo desde o início de maio, quando a pesquisa começou.
“A redução foi observada tanto em valores absolutos (643 mil) quanto percentuais (11,6%) e reflete o que já estamos vendo, que é o retorno de parte dessas pessoas aos seus locais de trabalho antes da pandemia.”
Na segunda semana de julho, o grupo de pessoas que estavam temporariamente afastadas do trabalho continuou caindo. Foram 1,2 milhão a menos na comparação com a semana anterior, quando eram 8,2 milhões.
Por outro lado, o IBGE aponta que aumentou em 623 mil o número de pessoas que alegam motivo diferente do distanciamento para estarem afastadas do trabalho, totalizando 3,1 milhões.
A coordenadora Maria Lúcia explica que o distanciamento social vem deixando de ser motivo para o afastamento das pessoas do trabalho.
“Elas estão alegando outras razões, como licença para tratamento de doença e licença maternidade, por exemplo. Nesse grupo, há ainda pessoas que podem ter sido dispensadas do trabalho.”
A Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano da Paraíba (SEDH-PB) realiza um novo processo seletivo. O edital foi publicado no Diário Oficial de João Pessoa e as inscrições já estão abertas.
Os cargos são de nível superior. Os cadastros vão somente até este sábado, 1º de agosto, pela internet. Para se candidatar, é necessário acessar o site do Portal da Cidadania do Estado da Paraíba.
Assim que acessar o link, o candidato deve procurar a aba “Lista Concurso” e a aba “Concursos e Seleções”, para que efetue e confirme a inscrição. Apenas será permitida uma inscrição por candidato.
É necessário, ainda, que o candidato anexe os seguintes documentos e títulos:
Documentos
Documento de identificação (RG/CNH/Identidade Profissional) frente e verso;
PIS/PASEP/NIT;
CPF;
Comprovante de residência;
Carteira de Reservista (Candidatos do sexo masculino), frente e verso;
Título de Eleitor com comprovantes da última votação ou Certidão de quitação eleitoral
Títulos
Diploma de Graduação, frente e verso, reconhecido pelo MEC ou Certidão de Conclusão do Curso (até 180 dias da conclusão);
Diploma ou Certidão de Conclusão de Curso de Pós-Graduação (Doutorado, Mestrado, Residência e Especialização) nas áreas de conhecimento necessária para a atuação na função para efeitos de pontuação;
Cursos específicos na área de Políticas Penais e/ou Direitos Humanos e/ou Gênero, Diversidade Relações Étnico Racial para efeito de pontuação – inserir apenas certificados que possam pontuar nessa seleção de acordo com o anexo II;
Comprovação de Experiência Profissional
A inscrição no processo seletivo é inteiramente gratuita, sem a cobrança de nenhuma taxa. As contratações são temporárias, podendo ser prorrogada, a critério da administração.
SEDH PB abre processo seletivo para nível superior
(Foto: Divulgação)
SEDH tem oferta de dez vagas para graduados
De acordo com o edital da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano da Paraíba, a oferta será de dez vagas, sendo todas para o nível superior. Os cargos são:
Assistente social – João Pessoa (duas vagas)
Assistente social – Campina Grande (uma vaga)
Psicólogo – João Pessoa (duas vagas)
Psicólogo – Campina Grande (uma vaga)
Pedagogo – João Pessoa (uma vaga)
Pedagogo – Campina Grande (uma vaga)
Advogado – João Pessoa (uma vaga)
Advogado – Campina Grande (uma vaga)
Os salários concedidos aos profissionais variam de R$2.63910 a R$3.318,10, de acordo com o cargo. Todos cumprirão carga de trabalho de 30 horas semanais.
O processo de seleção será composto por até duas etapas, sendo elas distintas. A primeira será uma análise de currículo e a segunda uma entrevista, cada uma valendo 5,0 pontos. A primeira terá caráter eliminatório, enquanto a segunda visa eliminar e classificar.
Confira o material de preparação da FOLHA DIRIGIDA e comece já os estudos para o concurso!
A Prefeitura de Campina Grande, na Paraíba, tem mais um motivo para realização de concurso público. A Secretaria de Saúde assinou um termo de ajustamento de conduta (TAC) com o Ministério Público do Estado para assegurar a publicação de novo edital ainda este ano.
As informações foram passadas pelo secretário de Saúde do município, Filipe Reul, em entrevista à Rádio Campina FM nesta sexta-feira, 31. De acordo com ele, a oferta será para médicos.
“A ideia é que o município realize o concurso público para pediatras e obstetras ainda este ano”, afirmou o secretário.
O objetivo do próximo concurso Campina Grande PB, segundo o titular da Saúde, é desafogar os médicos pediatras e obstetras do Instituto Elpídio de Almeida (Isea). Ele compõe a maior maternidade da Paraíba e recebe gestantes de diversos municípios paraibanos e até de outros estados.
Em março, a Prefeitura de Campina Grande realizou um processo seletivo para contratação emergencial de profissionais de Saúde para atuação no combate ao Coronavírus.
Sobre isso, o secretário Filipe Reul afirmou que continua com o chamamento público aberto para contratação de pediatras para atuar no Isea.
Secretário de Saúde, Filipe Reul, anuncia TAC com Ministério Público para
novo concurso (Foto: Câmara de Campina Grande)
“Fazemos essa convocatória também a outros estados, e a secretaria se disponibiliza a garantir moradia para esses profissionais que venham de outras cidades contribuir no Isea”, disse.
Por mais que a prefeitura tenha celebrado o TAC com o Ministério Público, a banca organizadora do concurso, os cargos e as escolaridades ainda não foram confirmados. O município de Campina Grande fica localizado a 112 km de João Pessoa, capital da Paraíba.
FOLHA DIRIGIDA tentou contato com a prefeitura e com o MP PB para saber mais detalhes sobre o concurso. As partes, até a última atualização deste conteúdo, ainda não responderam.
A abertura de novo concurso público é promessa há anos pelo município de Campina Grande. Em 2017, a Secretaria de Administração revelou que a seleção teria 400 vagas. O anúncio foi feito pelo secretário da pasta, Paulo Roberto, durante uma audiência pública na Câmara de Vereadores.
Cerca de dois anos depois, a prefeitura anunciou que seriam oferecidas 500 vagas. Para a Secretaria de Saúde, as oportunidades seriam nas áreas de Pediatria, Obstetrícia e Neonatologia.
Na época, a Administração municipal já falava que uma das metas era contratar profissionais para suprir demandas da rede hospitalar. O anúncio foi feito pelo prefeito Romero Rodrigues, em reunião com a diretoria do Conselho Regional de Medicina do Estado da Paraíba (CRM-PB).[tag_teads]
“Ficamos muito satisfeitos com o pronto atendimento do prefeito com nossas solicitações. Teremos novos postos de trabalho para os médicos e uma melhor assistência médica para a população”, destacou o presidente do CRM-PB, Roberto Magliano de Morais.
O concurso, conforme as informações já divulgadas, será destinado ao preenchimento de cargos efetivos. Uma vez que muitos servidores municipais se aposentaram nos últimos anos.
Último concurso Campina Grande PB foi realizado em 2014
O último concurso para a prefeitura ocorreu em 2014, com a organização da Comissão Permanente de Concursos (Cpcon) da Universidade Estadual da Paraíba. Na época, o município de Campina Grande publicou edital com 250 vagas em cargos para todos os níveis de escolaridade.
A oferta foi para os cargos de assistente de enfermagem, fiscal de obras, engenheiro civil, enfermeiro, nutricionista, médico, professor, orientador educacional e fonoaudiólogo.
Os salários eram variáveis entre R$724 e R$10.124,70. Para os concorrentes aos cargos de nível fundamental, foi aplicada uma prova objetiva, com questões de Português, Matemática e Conhecimentos Gerais.
Já os concorrentes aos cargos de nível médio e superior realizaram provas com questões de Português, Raciocínio Lógico e Conhecimentos Específicos. Os graduados aprovados ainda foram submetidos a uma prova de títulos.