Categoria: CONCURSOS

  • Caixa paga auxílio emergencial a 1,9 milhão de pessoas nesta quinta, 23

    A Caixa Econômica Federal credita o auxílio emergencial a 1.922.522 de pessoas nesta quinta-feira, 23. O lote de pagamentos inclui os beneficiários do Bolsa Família com dígito final do Número de Identificação Social (NIS) igual a 5. 

    Até as 9h desta quinta-feira, já haviam sido pagos R$23,5 bilhões para 33,2 milhões de brasileiros, sendo: 10,5 milhões de inscritos Cadastro Único, 9,6 milhões de beneficiários do Bolsa Família e 13,1 milhões de cadastrados via aplicativo e site.

    Cerca de 45,9 milhões de pessoas já solicitaram o benefício pela plataforma virtual. O site do auxílio emergencial recebeu mais de 275,4 milhões de visitas e o aplicativo foi baixado 55,1 milhões de vezes.

    A central telefônica exclusiva para o auxílio (número 111) já registrou mais de 62,5 milhões de ligações. Já o aplicativo Caixa Tem, usado para movimentação da poupança digital, supera 37,2 milhões de downloads.

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    O pagamento da primeira parcela para os beneficiários do Bolsa Família segue até o dia 30 de abril. O calendário é definido de acordo com o Número de Identificação Social – NIS. Confira:

    • 24/04: 1.919.453 pessoas – NIS final 6
    • 27/04: 1.921.061 pessoas – NIS final 7
    • 28/04: 1.917.991 pessoas – NIS final 8
    • 29/04: 1.920.953 pessoas – NIS final 9
    • 30/04: 1.918.047 pessoas – NIS final 0

    No caso das pessoas que solicitaram o benefício via aplicativo ou site, o pagamento é feito em contas da Caixa ou Banco do Brasil. Para quem não possui conta nesses bancos, é criado uma poupança social digital.

    No entanto, o saque em dinheiro só poderá ser realizado a partir do dia 27 de abril (Confira o calendário)A Caixa friza que não há necessidade de sacar o benefício, pois o dinheiro pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem.

     

    33,2 milhões de pessoas já receberam o auxílio emergencial
    (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

     

    Governo recua em decisão de antecipar segunda parcela do benefício

    Em nota, divulgada na noite desta quarta-feira, 22, o Ministério da Cidadania informou que não vai mais fazer a antecipação da segunda parcela do auxílio emergencial de R$600. 

    A justificativa do órgão é o impedimento, por fatores legais e orçamentários, de realizar antecipação – além do alto número de requerentes que ainda estão em análise. A recomendação veio da Controladoria Geral da União (CGU).

    Auxílio emergencial negado: saiba como solicitar uma revisão de análise

    O recurso disponível para cada uma das três parcelas é de R$32,7 bilhões. No entanto, já foram transferidos R$31,3 bilhões e ainda falta a análise de cerca de 12 milhões de cadastros que não receberam a primeira parcela. 

    Em função disso, o ministério produziu na quarta-feira uma nota técnica e solicitou ao Ministério da Economia a previsão para uma suplementação orçamentária o mais rápido possível, segundo a Agência Brasil.

    “Tanto o Ministério da Cidadania quanto a Caixa manifestaram seu desejo de antecipar o pagamento da segunda parcela. No entanto, devido ao alto número de informais cadastrados e a determinação do governo em não deixar ninguém para trás, todas as expectativas foram superadas e tornou-se imperativo solicitar crédito suplementar para poder completar o atendimento a todos. Cabe registrar que o recurso disponível para cada uma das três parcelas é de R$ 32,7 bilhões, já foram transferidos R$ 31,3 bilhões, e ainda serão avaliados cerca de 12 milhões de cadastros para a primeira parcela.”

    + Leia nota na íntegra

  • MP 936: 3,5 milhões de empregos foram preservados, diz governo

    Uma das iniciativas do governo federal para tentar controlar o desemprego durante a crise de Covid-19 foi a medida provisória (MP) nº 936. De acordo com dados divulgados pelo Ministério da Economia, a MP já preservou cerca de 3.511.599 de empregos

    A medida permite que empregadores reduzam as jornadas de trabalho e os salários proporcionalmente ou até suspendam os contratos por tempo determinado. Em contrapartida, o funcionário receberá um benefício emergencial subsidiado pelo governo.

    Saiba mais: Entenda a medida provisória que permite redução dos salários

    Ana Paula Brant foi uma das empresárias que aderiu às regras de flexibilização para evitar que acontecesse demissões. Ela é dona do Fred Restaurante, localizado em Brasília, e possui 33 funcionários.

    “Remanejei o pessoal, de acordo com cada perfil, para não precisar demitir ninguém. Muitos garçons fazem atendimento nos aplicativos de delivery. Tive casos de redução da carga horária e suspensão dos contratos. Meus colaboradores são antigos, estão comigo há muitos anos”, conta.

    Para Ana, a situação provocada pela pandemia do novo Coronavírus gera uma “insegurança total”. A empresária explica que as pequenas empresas precisam se adaptar constantemente. “Todos os dias estamos aprendendo alguma coisa”, completa.

    Em relação a MP 936, a empresária acrescenta: “De certa forma, essa medida possibilita que a gente mantenha empregos de pessoas que são mais que funcionários, são como uma família mesmo”.

    O gerente da Unidade de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial do Sebrae Nacional, Silas Santiago, acredita que a MP traz facilitadores para a sobrevivência das micro e pequenas empresas.

    “O isolamento social traz uma nova configuração de funcionamento para os negócios. O fato do empregador poder flexibilizar os horários, ter uma ajuda do governo para pagar os salários é excelente para esse período de adaptação”, analisa.

    A empresa tem autonomia para gerenciar suas necessidades e manter a mão de obra. Sem dúvidas, essa iniciativa é uma proteção para os empregos, preserva a gestão da micro e pequena empresa, além de trazer benefícios para o trabalhador”, conclui o gerente.

     

    MP 936 preservou 2 milhões de empregos, diz governo
    (Foto: Agência Brasil)

     

    539 mil empregadores já firmaram acordos pela MP

    Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Economia, foram firmados acordos com 569 mil empregadores. Dos 3,5 milhões de acordos, a maioria foi para a suspensão de contratos: 58,3% (2.045.799).

    Nos casos de redução de jornada, 16% (562.599) reduziram para 50%; 2,1% (424.157) para 70%; e 8,9% (331.975) para 25%. Já os trabalhadores intermitentes, os benefícios correspondem a 4,8% (167.069) dos acordos.

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    Empresas com receita bruta anual menor do que R$4,8 milhões representam 59% dos acordos, enquanto empresas com renda maior que este valor equivalem a 34%. Cerca de 6% dos casos são de empregados domésticos e trabalhadores do Cadastro de Atividade Econômica da Pessoa Física (CAEPF).

    Analisando por Estado, São Paulo representa a maior parte das negociações feitas a partir da medida (29,8%), seguido por Rio de Janeiro (10,8%), Minas Gerais (9,8%), Rio Grande do Sul (5,5%) e Paraná (5,4%).

    O Ministério da Economia espera que a iniciativa preserve até 8,5 milhões de empregos, beneficiando cerca de 24,5 milhões trabalhadores com carteira assinada. 

    Sindicato e Assine Bem lançam plataforma de acordos coletivos

    Em parceria com o Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, a Assine Bem lançou uma plataforma para negociação e assinaturas de acordos coletivos. A iniciativa visa auxiliar trabalhadores e empresários nas relações corporativas durante a pandemia.

    sistema tem uma minuta padrão para os acordos, com sugestões de redução e suspensão aprovadas pelo sindicato. As empresas poderão se cadastrar, enviar a planilha de funcionários e receberem o acordo automático por e-mail.

    Caso a empresa decida por realizar alguma modificação nos acordos sugeridos, ela terá a proposta analisada. Uma vez aprovada a proposta, os funcionários receberão uma mensagem por SMS para assinarem o acordo.

    + Saiba mais

     

  • Senado vota nesta sexta auxílio para micro e pequenas empresas

    Está marcada para esta sexta-feira, dia 24, a votação do projeto que concede linha de crédito especial para pequenas e microempresas. O objetivo da proposta é socorrer essas instituições durante a pandemia de Coronavírus.

    O projeto já havia sido aprovado no Senado no dia 7 de abril e seguiu para votação na Câmara dos Deputados. A Câmara também aprovou a proposta, mas com alterações.

    Agora, o projeto volta para votação no Senado. A estimativa era de que o texto fosse analisado na última quinta-feira, dia 23, porém o presidente da Casa afirmou queo adiamento foi necessário para que os senadores pudessem analisar um relatório apresentado pela senadora Kátia Abreu (PP-TO).

    “Eu consultei os parlamentares e nós entendemos, o conjunto do Senado Federal, que seria mais prudente ter mais essas horas para que aprovemos um projeto que possa ser sancionado e que possa, de fato, assegurar recursos para os pequenos e microempreendedores do Brasil. Esses recursos, que vão partir de um fundo, vão assegurar os empregos, garantir estabilidade econômica e dar segurança aos trabalhadores brasileiros” destacou Davi Alcolumbre.

    Os empréstimos concedidos aos pequenos empresários será de até 30% do valor da receita bruta da empresa em 2019. A União concederá uma garantia de até 85% do valor emprestado. 

    O limite dessa garantia, para todos os empréstimos, seria de até R$15,9 bilhões, por meio do Fundo Garantidor de Operações. O fundo deve ser gerenciado pelo Banco do Brasil. 

    A taxa anual cobrada no empréstimo será correspondente ao valor da Selic, que atualmente está em 3,75%, acrescidos de mais 1,25%. Considerando os valores atuais, a taxa final, sem encargos, ficaria em 5% ao ano.

    O prazo para o pagamento do empréstimo será de 36 meses, com carência de oito meses para começar a pagar as parcelas. ao longo do período de carência, o empréstimo será corrigido apenas pela taxa Selic vigente.

    Calculadora
    Auxílio será concedido para ajudar empresas a manter suas atividades
    durante a crise provocada pelo Coronavírus (Foto: Pixabay)

    Bancos privados concedem linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas

    Outra medida anunciada pelo governo federal é a linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas. O dinheiro para a concessão dos empréstimos será repassado por bancos privados.

    A medida foi anunciada por medida provisória e foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Nesse caso, as regras já está em vigor. O crédito é destinado a empresas com faturamento entre R$360 mil e R$10 milhões por ano.

    Apesar de o repasse ser feito pelos bancos privados, a maior parte do valor do empréstimo virá do governo, obedecendo o seguinte critério:

    • 85% retirado do Tesouro Nacional, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES); e
    • 15% concedidos pelos próprios bancos.

    O primeiro banco a fazer a liberação foi o Bradesco. O crédito começou a ser oferecido no último dia 6 de abril. No Itaú Unibanco, o crédito do programa começou a ser oferecido no dia 7. Já no Santander, a linha de crédito foi disponibilizada a partir do dia 9 de abril. 

     

  • Concurso TRF5: CJF autoriza 14 nomeações de aprovados em 2017

    O Conselho da Justiça Federal (CJF) autorizou o provimento de mais 14 cargos no quadro de pessoal do TRF5. A publicação foi feita no Diário Oficial do Tribunal Regional Federal da 5º Região, no último dia 22.

    Das 14 nomeações autorizadas, duas são para a sede do Tribunal, no Recife PE, e duas para cada seccional: Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. A lista das nomeações deverá ser disponibilizada no site do TRF5, na área “Concursos e Seleções/Servidores”.

    O tribunal informou que devido à pandemia da Coronavírus, ainda não há previsão para as nomeações dos novos servidores. Isso porque ainda  existem algumas etapas a serem concluídas antes das contratações, como os exames médicos, que exigem a presença física para serem realizados.

    No entanto, atendendo às recomendações de isolamento social, tais etapas devem ser realizadas após o término da quarentena.

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    Pessoas assinando contrato
    Contratações devem acontecer depois da pandemia de Covid-19
    (Foto: Divulgação)

    Concurso TRF5 foi realizado em 2017

    O concurso TRF5 foi realizado 2017. A oferta era de 14 vagas imediatas, mais formação de cadastro de reserva, para cargos de técnico e analista, em diversas especialidades. 

    Entre as áreas com oferta de vagas, foram contempladas as áreas judiciária e administrativa, nas especialidades de Oficial de Justiça, Contadoria, Informática e Medicina.Apesar da oferta de vagas, o tribunal já nomeou 120 aprovados, contando os 14 cargos anunciados no último dia 22.

     A carreira de técnico judiciário exigia o nível médio completo. Já para analista judiciário o requisito para participação foi o nível superior. 

    As remunerações variam de R$7.260,41 a R$8.308,17, para técnico, e de R$11.345,90 a R$13.064,99, para analista. Os valores já contam com a Gratificação de Atividade Judiciária e auxílio-alimentação de R$884.

    Botão com link para curso de preparação

    A organizadora do concurso foi a Fundação Carlos Chagas (FCC). Na época, os candidatos foram avaliados por provas objetiva e discursiva. A prova objetiva foi composta por questões de Português, Noções de Direito Administrativo, Atos Normativos, Noções sobre Direitos das Pessoas com Deficiência, Noções de Sustentabilidade e Conhecimentos Específicos.

    Já a prova discursiva consistiu em uma redação para os candidatos às vagas de nível médio. No caso dos analistas, foi cobrado um estudo de caso. 

    A validade do concurso deve encerrar em junho deste ano, considerando a data de homologação do resultado final, publicada em junho de 2018. O prazo ainda poderá ser prorrogado, uma vez, por mais dois anos, a critério do tribunal.

  • Coronavírus: férias coletivas também valem para estagiários?

    Dentre as medidas adotadas pelas empresas para tentar conter os avanços da pandemia do novo Coronavírus no Brasil e preservar a saúde dos funcionários foi oferecer férias coletivas aos profissionais. Mas, como funcionam as regras para os estagiários?

    Seme Arone Júnior, presidente da Associação Brasileira de Estágios (Abres), explicou como funcionam as regras nesses casos. Para entender o que diz a lei sobre o assunto, Arone orienta que é preciso entender que, por definição, o estágio é definido como o ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho.

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    Ou seja, um dos principais aspectos proporcionados por essa experiência deve ser a característica profissional atrelada à prática das atividades na empresa. Desta forma, o estágio é voltado para quem está regularmente matriculado em uma instituição de ensino médio, técnico, superior ou EJA (Educação de Jovens e Adultos).

    O que o gestor deve observar é que os estagiários devem exercer suas atividades mediante a orientação de um profissional formado e com experiência na área. Nesse contexto, se for concedido aos efetivos o direito às férias coletivas, não há como manter os estagiários trabalhando normalmente.

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    A lei recomenda que as férias dos estagiários ocorram 
    junto com o recesso escolar (Foto: Pixabay)

     

    Entenda o que diz a lei sobre férias para estagiários

    No caso dos estagiários não há férias, e, sim, período de folga como recesso remunerado. Conforme determinado por lei, o estudante tem direito a 2,5 dias de pausa a cada mês de experiência na empresa. Por exemplo, após seis meses trabalhados, o estagiário tem direito a 15 dias de folga. 

    Ainda de acordo com o que está previsto em lei, o recesso dos estagiários deve ocorrer, preferencialmente, durante o período de férias escolares. No entanto, o período letivo segue normalmente. Uma medida adotada pelas instituições de ensino foi oferecer aulas on-line aos estudantes.

    Notícias de empregos

    Excepcionalmente, considerando o atual cenário, as empresas podem flexibilizar as regras e conceder o descanso aos estagiários, mesmo que não estejam em férias escolares. Até porque essa especificação na lei trata-se de uma recomendação, não uma obrigação a ser obedecida pelas empresas.

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    Além disso, há instituições que optaram por antecipar o recesso escolar durante esse período de instabilidade por conta da Covid-19. As aulas presenciais devem ser retomadas quando forem normalizadas as atividades, após o período de isolamento social.

    O home office é permitido, desde que seja realizado com orientação de profissionais formados. A alternativa pode ser aderida pelas companhias que aderiram a este modelo de trabalho para manter as atividades em funcionamento.

  • Saque do auxílio de R$600 começa nesta segunda, 27

    A Caixa Econômica Federal informou, na última sexta-feira, 23, como será feita a liberação do saque do auxílio emergencial de R$600. Será disponibilizado um código que possibilita a retirada do dinheiro em caixa eletrônico ou lotérica.

    O calendário para saque começa a partir desta segunda-feira, 27. De acordo com a instituição, o beneficiário deverá acessar o aplicativo Caixa Tem e informar o valor que deseja sacar e será criado o código autorizador.

    No entanto, o banco reforça que não há necessidade dos trabalhadores correrem às agências bancárias para realizarem os saques, pois nem todos estão liberados na segunda. Para isso, a Caixa criou um calendário de saque a partir do mês de nascimento.

    “Com o objetivo de evitar aglomerações nas agências e unidades lotéricas, expondo empregados, parceiros e clientes ao risco de contágio, a Caixa escalonou o calendário de saque”, informou o banco.

    Confira o calendário:

     

     

    Mês de nascimento Data para saque
    janeiro e fevereiro 27/04
    março e abril 28/04
    maio e junho 29/04
    julho e agosto 30/04
    setembro e outubro 04/05
    novembro e dezembro 05/05
  • Covid-19: Unicamp abre 21 bolsas emergenciais para pós-graduação

    Por causa da pandemia do novo Coronavírus, a Unicamp está recebendo inscrições para bolsas de pós-graduação em Medicina. As oportunidades são em cinco áreas de concentração: Gerontologia, Fisiopatologia Médica, Clínica Médica, Saúde Coletiva e Saúde da Criança e do Adolescente.

    A Comissão de Pós-graduação da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp foi contemplada com um total de 21 bolsas emergenciais pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). As chances são para mestrado e doutorado.

    O objetivo é desenvolver conhecimentos científicos relacionados à pandemia Covid-19, doença causada pelo novo Coronavírus. Os prazos de inscrição variam de acordo com o programa e ainda terão editais divulgados. 

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    Médico
    21 vagas de pós-graduação abertas na Unicamp
    (Foto: Reprodução)

     

    Bolsas em Clínica Médica recebem inscrições até terça, 28

    O Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica da Unicamp oferece cinco bolsas para graduados, preferencialmente, com formação ou experiência na área da Saúde. São três de mestrado e duas de doutorado. 

    O processo seletivo extraordinário é para matrícula imediata dos candidatos melhores colocados. 

    • Mestrado: duas bolsas de até 24 meses;
    • Doutorado: duas bolsas de até 36 meses, prorrogável para 48 meses em casos excepcionais.

    As inscrições já estão abertas e serão recebidas até 28 de abril. Os interessados deverão acessar o site da Diretoria Acadêmica da instituição e clicar sequencialmente nos ícones “Estude na Unicamp”, “Pós-graduação” e “Inscreva-se Aqui”.

    É preciso preencher todos os campos e seguir as instruções da página que estará disponível somente no período de inscrição.

    Após o preenchimento dos dados, será gerado um formulário de inscrição em PDF, que deverá ser impresso e assinado pelo candidato.

    O documento precisará ser submetido, juntamente com os demais documentos para inscrição, para o e-mail pgclmed@unicamp.br em arquivo único em PDF. O nome do arquivo deve ser o nome do aluno. A data limite para o envio é dia 29 de abril, às 12h.

    Para Gerontologia inscrições vão até 4 de maio

    Já o Programa de Pós-Graduação em Gerontologia, que também terá matrícula imediata, recebe inscrições até 4 de maio. Podem participar graduados, em nível superior, com formação ou experiência na área saúde e/ou áreas de interface.

    O processo seletivo oferece uma bolsa de mestrado de até 24 meses. Os candidatos serão vinculados a projetos de pesquisa que deverão evidenciar a proposta para a criação de conhecimento relacionado especialmente à prevenção e ao combate da atual pandemia de Covid-19.

    As inscrições seguem os mesmos passos iniciais, pelo site da Diretoria Acadêmica da Unicamp, devendo o candidatos acessar os links: “Estude na Unicamp”, “Pós-Graduação” e “Inscreva-se Aqui”.

    Após preencher os dados, o candidato deve imprimir e preencher o formulário de inscrição que será gerado. O documento assinado precisará ser encaminhado para o e-mail geronto@unicamp.br, junto com os demais documentos para inscrição até 4 de maio. 

    Outras 15 bolsas terão editais divulgados em breve

    Para completar as 21 bolsas de pós-graduação, outras 15 serão abertas nas áreas de Saúde Coletiva, Saúde da Criança e do Adolescente e Fisiopatologia Médica. Para esses processos seletivos, os editais com mais informações sobre inscrições e seleção ainda serão divulgados.

    Os interessados podem acompanhar novidades no site da universidade. As bolsas contemplam tanto cursos de mestrado quanto de doutorado. Confira a distribuição:

    Saúde Coletiva
    Mestrado: 2
    Doutorado: 4

    Saúde da Criança e do Adolescente
    Mestrado: 3
    Doutorado: 2

    Fisiopatologia Médica
    Mestrado: 2
    Doutorado: 2

     

  • Com a pandemia do Coronavírus, aumenta procura por recém-formados

    A pandemia do Coronavírus tem causado diversos impactos na economia e no mercado de trabalho. No entanto, a oferta de vagas na área da Saúde permanece em ascensão, movimentando grande parte das contratações neste período e aumentando a procura por profissionais recém-formados.

    Além da construção de novos hospitais e de clínicas inauguradas ou expandidas, a Saúde é uma área em que os profissionais precisam ser substituídos com o máximo de agilidade para que o sistema de saúde continue sem prejuízo aos pacientes. 

    Para Gabriela Mative, superintendente da Luandre, contratar esses profissionais, em curto espaço de tempo, têm sido o maior desafio das empresas. Sendo assim, existem ainda mais vagas que precisam ser preenchidas com urgência, não só pelo aumento da demanda, mas também pela necessidade de reposição de profissionais afastados por terem contraído a doença ou por estarem com suspeita.  

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    A grande procura por esses profissionais foi a motivação para que uma portaria do Ministério da Educação (MEC) flexibilizasse as regras e permitisse a atuação daqueles que tenham a formatura antecipada nas ações de combate à Covid-19.

    “Estamos vivendo uma situação excepcional, em que recém-formados estão atuando na linha de frente de hospitais para lidar com pessoas com suspeita de Coronavírus ou infectados”, diz Andreia Marques, coordenadora de seleção da Luandre. 

    Para Andreia, a experiência adquirida neste cenário, contribuirá para que o futuro profissional consiga trilhar sua carreira e vivenciar diferentes experiências e atuações, ganhando agilidade e confiança em diversas técnicas.

    + Luandre anuncia mais de 3 mil vagas na Saúde em vários Estados

    Enfermeiro
    Luandre está, atualmente, com 3 mil vagas abertas
    na área da Saúde (Foto: Pixabay)

     

    Profissionais de Enfermagem representam cerca de 70% no enfrentamento ao Coronavírus

    Segundo o Conselho Regional de Enfermagem (Coren-SP) boa parte desta força de trabalho é formada por profissionais de enfermagem, que compõem cerca de 70% da totalidade de profissionais de saúde no país. A boa notícia é que há vagas abertas para esses cargos na Luandre. Atualmente, a empresa de RH conta com mais de 3 mil vagas para enfermeiros e técnicos e enfermagem.

    As exigências para muitos cargos de técnico de enfermagem e enfermeiro foram simplificadas com o decorrer da intensificação da pandemia e passaram a ser: formação completa, registro da categoria ativo e vivência/experiência de no mínimo seis meses na área. Os interessados devem enviar um e-mail para saude@luandre.com.br e colocar a cidade e o Estado em que moram no assunto do e-mail.

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    Para estes novos profissionais que estão iniciando sua trajetória num momento de crise sem precedentes, Andreia Marques, aconselha que se mantenham comprometidos, mas busquem controlar as emoções focando sempre no comportamento ético e profissional, além de procurar sanar dúvidas com o superior direto ou colegas de equipe com mais experiência.

    “É natural ter algumas dúvidas, principalmente quando os protocolos estão sendo atualizados quase que diariamente, por isso, é sempre válido sanar as dúvidas e confirmar se o procedimento a ser realizado é o que a empresa recomenda para cada caso”, afirma. 

    Notícias de empregos

     

  • Crise Covid-19: Fecomércio RJ estima que 464 mil fiquem sem emprego

    Pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (Ifec RJ) apresentou os primeiros impactos do isolamento social no mercado de trabalho formal no Estado. O isolamento foi uma das medidas propostas para tentar conter os avanços do novo Coronavírus no Brasil.

    O levantamento aponta que 16,1% dos empresários do setor já demitiram funcionários. Em média, foram duas demissões por empresa. Além disso, outros 19% dos entrevistados disseram que ainda pretendem demitir. Ao todo, 335.500 pessoas que foram ou serão demitidas.

    Diante disso, acredita-se que 464.000 pessoas (335.500 + 128.500 empresários) se desempreguem. O número é maior do que a população de 91% dos municípios do do Rio. De acordo com o estudo, o impacto negativo no mercado de trabalho está relacionado ao fato de que houve uma queda nas demandas das empresas. Ao todo, 92% dos empresários perceberam uma redução na demanda pelos bens e serviços que oferecem.

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    Outro motivo, seria a insuficiência das medidas adotadas até agora pelo governo. Por exemplo, 74,2% dos empresários que conhecem as medidas propostas pelo governo para reduzir os impactos da crise, não as consideram suficientes. Deste total, 28% alegaram não ter tido acesso ainda a uma das principais medidas anunciadas: a destinação de R$ 40 bilhões para o financiamento da folha de pagamento. 

    O IFec RJ já esperava por essa resposta. Isso porque cerca de 27% dos empresários do setor de comércio e serviços do Estado do Rio de Janeiro empregam de um a quatro empregados. Nesse contexto, já estima-se que a maioria fature menos de R$ 360 mil por ano.

    Sendo assim, esse grupo fica excluído dos beneficiados pela medida anunciada pelo governo federal. Ou seja, aproximadamente 381.500 pessoas ocupadas, sendo 253.000 trabalhadores e 128.500 empregadores do setor.

    Entre os entrevistados, 27,7% acredita que o acesso às medidas tomadas é burocrático. Outros, 27,3% consideram a quantidade de recursos disponibilizada insuficiente.

    Atualmente, a taxa de desemprego no Estado está em 13,7%. A partir dos resultados da pesquisa, a estimativa é que esse percentual suba para 19%. Lembrando que os valores citados não incluem os trabalhadores informais desempregados por conta da quarentena.

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    Calculadora
    Faturamento das empresas deve cair por conta da diminuição das demandas
    (Foto: Divulgação)

     

    FecomércioSP critica sugestão de adiar Dia das Mães

    Em São Paulo, a FecomercioSP se posicionou contra uma proposta de mudança do Dia das Mães para agosto. A sugestão foi do governador do Estado, João Dória.

    Para a Fecomércio, o governo deve focar esforços no suporte às empresas. A fundação entende que seria difícil para as empresas se reprogramarem, faltando poucos dias para a comemoração.

    Para atender à demanda gerada nessa data, muitas empresas já colocaram em curso ações que envolvem: planejamento de estoques, promoções, extensão de canais de atendimento, campanhas de marketing, ajuste do quadro funcional, entre outras ações.

    Notícias de empregos

    Além disso, comemorar a data em agosto abrirá uma concorrência com o Dia dos Pais. E, a estimativa é que nessa época a conjuntura econômica seja ainda mais negativa.

    A instituição avalia que a probabilidade é de que não deverá ocorrer compra de presentes nem para as mães, nem para os pais, com a previsão de crescimento do desemprego, endividamento e inadimplência das famílias.

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    Para a Federação, o governador  precisa concentrar seus esforços em medidas para minimizar os prejuízos e evitar o fechamento de milhares de empresa. Segundo ela, a prioridade deveria ser injetar mais recursos às linhas de crédito apresentadas, principalmente aos micro e pequenos empresários. 

    A FecomércioSP ainda alerta que tanto as informações sobre crédito pelo Desenvolve SP, quanto a abertura gradual da economia, que acontecerá a partir do dia 11 de maio, ainda são insuficientes para atender às necessidades dos empresários.

  • Estratégias digitais podem alavancar os negócios durante a crise

    A pandemia de Coronavírus tem causado diversas dificuldades para os donos de pequenos empresas. Um levantamento realizado pelo Instituto Fecomércio RJ (Ifec RJ) com 723 comerciantes do Estado no início de abril apontou que cerca de 30,8% dos empresários suportariam manter a quarentena por 30 dias. Outros 19,8% apenas por 15 dias e 17,4% por somente uma semana. 

    No último dia 16, a quarentena completou 30 dias, ou seja, 68% dos negócios correm o risco de quebrar, caso não sejam atendidos pelos programas do governo para as micro e pequenas empresas. Por isso, esses empresários precisam estar atentos e procurar a melhor maneira de driblar a crise. Neste momento, a palavra de ordem é reinventar. 

    As vendas e a divulgação do trabalho online pode ser uma excelente dica para quem deseja aproveitar o momento de quarentena para gerar engajamento com os atuais clientes e, quem sabe, conquistar uma nova clientela. 

    Coronavírus: empreendedores se reinventam para superar a crise

    Para a estrategista digital, Juliana Matos, antes de qualquer atitude, é pensar na estratégia digital. É importante reconhecer onde o cliente dela está no “funil de vendas”, se ele acabou de chegar, se já fez uma compra ou se é um consumidor recorrente do seu negócio. 

    A partir daí, a especialista destaca que é preciso desenvolver uma estratégia conectada ao relacionamento para cada tipo de cliente, pois são níveis de consciência para compras diferentes:

    “Todo engajamento está diretamente ligado a relacionamento, logo o conteúdo dos canais de relacionamento com o cliente precisam mantê-lo interessado. Inclusive, uma estratégia interessante é trazer esse cliente para um ‘grupo vip’, onde ele seja tratado com mais atenção por ser quem apostou no seu negócio na crise.”

    Juliana ressalta que dentro de uma estratégia digital, o principal foco deve ser a execução. “Ela precisa ser rápida para que os resultados cheguem logo e sejam reajustados, caso necessário, pois o espaço digital é um ambiente de teste”, explica.

     

    Gogo de tabuleiro no celular
    Estratégias digitais bem elaboradas podem alavancar pequenas empresas
    (Foto: Pixabay)

     

    Invista em produção de conteúdo para sua buyer persona

    Para os donos de pequenas empresas quem deseja se destacar no mundo digital algumas estratégias devem ser priorizadas. Com esse objetivo, Juliana destaca a produção de conteúdo direcionada para a sua buyer persona, em outras palavras, um perfil que representa o cliente ideal de uma empresa. 

    “O buyer persona é muito mais do que o seu público alvo, que é sua persona. Sua buyer persona é criada por uma série de entrevistas feitas com clientes e potenciais clientes.” O objetivo é ajudar a empresa a compreender melhor quem é o cliente e do que ele precisa. 

    Coronavírus: especialista revela como gerar renda na internet

    Ela destaca que outra estratégia interessante para estreitar os laços com os consumidores do seu produto, mesmo de forma virtual, é entregar o conteúdo com informações que se conectem com os clientes. 

    “Que [suas publicações] não sejam só ofertas, promoções, divulgação do produto ou serviço, mas que sejam curiosidades, notícias relevantes, novos assuntos que façam parte do universo de interesse dele e se conecte com seu produto ou serviço. A dica vale até mesmo para mostrar cada vez mais seus valores enquanto marca, negócio”, salienta.

    Redes sociais oferecem oportunidades para o comércio online 

    Para aqueles que estão pensando por onde começar e como aproveitar esse período para inserir o seu negócio no ambiente digital, a especialista conta que o ideal é focar em produção de conteúdo e, em seguida, investir em tráfego pago. Ou seja, fazer com que as pessoas vejam a sua marca por meio de investimento em campanha, anúncios. 

    “Como a atenção de todo mundo está no digital, principalmente, dentro das redes sociais, primeiramente, é preciso garantir uma presença digital frequente e consistente”, ressalta. 

    Juliana recomenda o Instagram, rede social de compartilhamento de fotos, como plataforma que deve ser priorizada pelo microempreendedor, já que, hoje, este é um canal onde as pessoas também utilizam muito para comprar. Como ferramenta de busca, a especialista indica o Google, por ser a maior rede de pesquisa atualmente. 

    Com a previsão dos impactos nas pequenas empresas ultrapassando 4 meses, é importante que o micro e pequeno empreendedor se planeje para manter o engajamento a curto e longo prazo. Para isso, Juliana afirma que, no curto prazo, ações relevantes chamam a atenção, e, questiona: “como eu posso produzir conteúdos que chamem a atenção do meu cliente hoje?”. 

    Especialistas avaliam o mercado de trabalho pós-Coronavírus

    Já no longo prazo, como já foi dito, é extremamente necessário manter a frequência e a consistência, principalmente na estruturação do aumento e da qualidade do conteúdo. 

    Outra dica dada aos donos de negócios físicos que queiram migar para o digital é fazer o cadastro no ‘Google My Business‘. A ferramenta é gratuita e permite que o empreendedor promova seu perfil de negócio e site na busca do Google e no Google Maps. Lá, é possível interagir com clientes, manter suas informações sempre atualizadas, publicar ofertas e promoções, identificar como as pessoas encontram seu perfil e outras atividades. 

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