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  • Sistema de reconhecimento facial para apenados começa a ser implantado na 1ª Vara de Itabaiana

    Da nossa esquerda para direita: Janaina Aguiar, Magistrado Gustavo Camacho Meira de Sousa, Willams Toscano Loureiro de França e Gabriela Kiara Aguiar.
    Janaina Aguiar, juiz Gustavo Camacho, Willams Toscano e Gabriela Kiara Aguiar.

    O Tribunal de Justiça da Paraíba segue avançando na implementação do Sistema de Apresentação Remota e Reconhecimento Facial (SAREF), ferramenta criada pelo TJDFT e incorporada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) à plataforma PDPJ. Após o lançamento oficial no sistema prisional paraibano, ocorrido na cidade de João Pessoa, o SAREF encontra-se em processo de implantação também na 1ª Vara da Comarca de Itabaiana, unidade privativa de execução penal.

    De acordo com o juiz Gustavo Camacho, o sistema será utilizado para atender os apenados em cumprimento de pena no regime aberto e em livramento condicional, permitindo que realizem suas apresentações obrigatórias por meio de reconhecimento facial e geolocalização, acessando a página oficial do SAREF. 

    “Neste início de implantação, caso surjam dúvidas, os apenados poderão comparecer diretamente ao fórum da comarca para receber as orientações”, afirmou o magistrado . 

    A iniciativa, fruto da parceria entre o Poder Judiciário estadual e a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap), traz benefícios como maior eficiência, segurança, transparência, redução de aglomerações e eliminação das longas filas nos fóruns e presídios. 

    Gecom-TJPB
     

  • TJPB transforma 3ª Vara de Família da Capital em Juizado Especial da Fazenda Pública

    O Tribunal de Justiça da Paraíba publicou no Diário da Justiça eletrônico desta quinta-feira (4) a Resolução nº 47/2025, que transforma a 3ª Vara de Família da Comarca de João Pessoa no 3º Juizado Especial da Fazenda Pública da Capital. A resolução é assinada pelo presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, e entra em vigor em 7 de janeiro de 2026.

    Com a transformação, o novo 3º Juizado Especial da Fazenda Pública terá competência para processar e julgar demandas previstas na Lei nº 12.153/2009. O gabinete contará com o mesmo número de assessores e juízes leigos das demais unidades semelhantes.

    A resolução determina ainda que todos os processos da extinta Vara de Família serão redistribuídos eletronicamente entre as demais Varas de Família da Comarca de João Pessoa, exceto as Varas Regionais de Família de Mangabeira. O procedimento seguirá os critérios estabelecidos pelo Código de Normas Judiciais da Corregedoria Geral de Justiça.

    Para garantir o balanceamento do acervo entre os três Juizados da Fazenda Pública, serão observadas as regras de compensação e redistribuição previstas no Código de Normas.

    Por Lenilson Guedes

  • Ministério da Saúde reconhece estados e municípios que eliminaram a transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatite B

    Ministério da Saúde reconhece estados e municípios que eliminaram a transmissão vertical de HIV, sífilis e hepatite B

    O Ministério da Saúde reconheceu, nesta quarta-feira (3), sete estados e 59 municípios que eliminaram a transmissão vertical de HIV, sífilis e/ou hepatite B, além de conceder selos de boas práticas. A cerimônia, realizada em Brasília, contou com a participação da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) no Brasil.

    “Receber um certificado como este significa reafirmar compromissos: manter a eliminação da transmissão vertical do HIV e seguir eliminando outras doenças. Não descansarei enquanto o país não eliminar também a transmissão vertical da sífilis. Conseguimos eliminar a do HIV, que exige antirretroviral, cuidados no parto, medicação endovenosa, testagem rápida, diagnóstico laboratorial e monitoramento de carga viral”, declarou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

    Os estados contemplados foram Ceará, Minas Gerais, Distrito Federal, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Sul e Sergipe, que também receberam selos de boas práticas nas categorias ouro, prata e bronze, concedidos pelo Ministério da Saúde de acordo com os resultados alcançados.

    Durante a cerimônia, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou o papel decisivo de profissionais, gestores e organizações da sociedade civil que enfrentaram estigma, preconceito e limitações de acesso ao longo da trajetória da resposta ao HIV/AIDS no país. Também lembrou aqueles que perderam a vida por falta de assistência em momentos críticos da epidemia.

    O reconhecimento ocorre em um momento em que o Brasil registra o maior avanço da série histórica na redução da mortalidade por HIV/AIDS. Em 2024, houve queda de cerca de 13% nos óbitos em relação ao ano anterior, a maior redução das últimas três décadas.

    Cristian Morales destacou que a iniciativa de certificação subnacional do país está alinhada aos indicadores e modelos da OPAS e da OMS. “Hoje celebramos não apenas indicadores, celebramos vidas protegidas, sistemas fortalecidos e compromisso permanente do Brasil com uma agenda de equidade e de prevenção”, disse. O Brasil adotou essa estratégia em 2017 e definiu a aplicação em municípios com mais de 100 mil habitantes.

    Entre as próximas metas estão a eliminação da transmissão vertical da sífilis e da hepatite B, consideradas plenamente factíveis com as ações de diagnóstico e tratamento disponíveis no SUS. O ministério também está expandindo para todo o país a nova tecnologia de detecção do HPV voltada à prevenção do câncer de colo do útero, inspirada em experiências bem-sucedidas de municípios pernambucanos.

    Cenário nacional

    O Brasil registrou queda de 13% no número de óbitos por aids entre 2023 e 2024, o que representa mais de mil vidas salvas, segundo o novo boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde na segunda-feira (1/12). Os dados refletem os avanços em prevenção, diagnóstico e, principalmente, no acesso gratuito pelo SUS a terapias de ponta capazes de tornar o vírus indetectável e intransmissível.

    O número de mortes por aids no Brasil caiu de mais de 10 mil em 2023 para 9,1 mil em 2024. Pela primeira vez, o número de óbitos ficou abaixo de dez mil em três décadas. Os casos de aids também apresentaram redução no período, com queda de 1,5%, passando de 37,5 mil em 2023 para 36,9 mil no último ano.

    No componente materno-infantil, também segundo dados do Ministério da Saúde, o país registrou queda de 7,9% nos casos de gestantes com HIV (7,5 mil) e de 4,2% no número de crianças expostas ao vírus (6,8 mil). O início tardio da profilaxia neonatal caiu 54%, o que demonstra melhora significativa na atenção ofertada no pré-natal e nas maternidades.

    Além disso, o Brasil manteve a taxa de transmissão vertical abaixo de 2% e a incidência da infecção em crianças abaixo de 0,5 caso por mil nascidos vivos. O país também atingiu mais de 95% de cobertura em pré-natal, testagem para HIV e oferta de tratamento às gestantes que vivem com o vírus.

    Prevenção, diagnóstico e tratamento

    O Brasil adota a estratégia de prevenção combinada, que reúne diferentes métodos para reduzir o risco de infecção pelo HIV. Antes centrada principalmente na distribuição de preservativos, a política incorporou ferramentas como a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), que reduzem o risco de infecção antes e depois da exposição ao vírus. Para dialogar com o público jovem, que vem reduzindo o uso de preservativos, o Ministério da Saúde lançou camisinhas texturizadas e sensitivas, com a aquisição de 190 milhões de unidades de cada modelo.

    O país também ampliou o acesso à Profilaxia Pré-Exposição. Desde 2023, o número de usuários da PrEP cresceu mais de 150%, resultado que fortaleceu a testagem, aumentou a detecção de casos e contribuiu para a redução de novas infecções. Atualmente, 140 mil pessoas utilizam a PrEP diariamente.

    No diagnóstico, houve expansão na oferta de exames com a aquisição de 6,5 milhões de duo testes para HIV e sífilis, 65% a mais do que no ano anterior, além da distribuição de 780 mil autotestes, que facilitam a detecção precoce e o início oportuno do tratamento.

    O Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro mantém oferta gratuita de terapia antirretroviral e acompanhamento a todas as pessoas diagnosticadas com HIV. Mais de 225 mil utilizam o comprimido único de lamivudina mais dolutegravir – combinação de alta eficácia, melhor tolerabilidade e menor risco de efeitos adversos a longo prazo. Por concentrar o tratamento em uma única dose diária, o esquema favorece a adesão e melhora a qualidade de vida.

    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde participa de lançamentos que fortalecem o SUS

    Ministério da Saúde participa de lançamentos que fortalecem o SUS

    O Ministério da Saúde participou, nesta quarta-feira (3), de dois importantes lançamentos da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), durante o 14º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva (Abrascão).

    O primeiro deles foi o Primeiro Plano Diretor da Área de Política, Planejamento e Gestão em Saúde (PPGS), um documento elaborado ao longo de três anos, resultado de um processo participativo que envolveu pesquisadores, docentes, estudantes, gestores, trabalhadores do SUS, fóruns e grupos temáticos da Abrasco, além de movimentos sociais e instituições parceiras. O plano busca qualificar a formação em Saúde Coletiva, fortalecer a produção científica e ampliar a capacidade de intervenção política da área.

    Na sequência, a pasta participou do lançamento da Rede Nacional de Trabalho e Educação na Saúde (RETES), que tem como principal objetivo produzir reflexões e propostas para a agenda governamental, gerar conhecimento relevante e promover práticas educacionais alinhadas às demandas do setor saúde. A iniciativa, apoiada pelo MS, pretende consolidar-se como um ambiente para divulgação de pesquisas, estímulo ao debate científico e apoio à formulação de políticas públicas.

    Durante o lançamento, o secretário adjunto da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do MS, Jérsey Timóteo, destacou a importância da Rede para enfrentar desafios históricos do setor: “A RETES é um marco para superar a fragmentação do cuidado e a precarização do trabalho. Nosso compromisso é consolidar uma agenda que fortaleça o SUS e promova uma política de trabalho e educação mais integrada e sustentável”.

    Em 2026, a Rede iniciará suas ações com foco na construção de uma plataforma colaborativa que mobilize todo o país. A platafoaaaaarma reunirá informações sobre temas estratégicos, como educação interprofissional, educação permanente, saúde digital, programas de formação e provimento, como o Mais Médicos, dimensionamento da força de trabalho e carreiras no SUS. Além disso, oferecerá acesso a sistemas de informação e bases de dados para apoiar pesquisas e estudos.

    Ministério da Saúde

  • Comitê Gestor do IBS e Receita Federal orientam contribuintes sobre obrigações do IBS e CBS em 2026

    Comitê Gestor do IBS e Receita Federal orientam contribuintes sobre obrigações do IBS e CBS em 2026

    Em 02 de dezembro de 2025, a Receita Federal do Brasil (RFB) e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CG-IBS) emitiram um comunicado oficial com diretrizes essenciais para que empresas se preparem para o cumprimento das obrigações do IBS e da CBS em 2026.

    O ano de 2026 será o ano de teste do IBS e da CBS, razão pela qual os contribuintes estarão dispensados do recolhimento desses tributos, desde que emitam documentos fiscais e declarações conforme os leiautes técnicos oficiais. Empresas que ainda não tiverem obrigações acessórias definidas também estarão dispensadas do pagamento.

    Para auxiliar nossos clientes e parceiros a compreender as novas regras aplicáveis ao IBS e à CBS, preparamos um resumo completo e otimizado com tudo que deverá ser observado pelas empresas a partir de 1º de janeiro de 2026.


    1. Emissão obrigatória de documentos fiscais com destaque de CBS e IBS

    A partir de 2026, as empresas devem emitir documentos fiscais eletrônicos seguindo os leiautes técnicos definidos pelo RFB e CG-IBS. São eles:

    • NF-e – Nota Fiscal Eletrônica

    • NFC-e – Nota Fiscal ao Consumidor Eletrônica

    • CT-e – Conhecimento de Transporte Eletrônico

    • CT-e OS – Conhecimento de Transporte Eletrônico – Outros Serviços

    • NFS-e – Nota Fiscal de Serviços Eletrônica

    • NFS-e Via – Nota Fiscal de Serviço de Exploração de Via

    • NFCom – Nota Fiscal Fatura de Serviços de Comunicação

    • NF3e – Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica

    • BP-e – Bilhete de Passagem Eletrônico

    • BP-e TM – Bilhete de Passagem Eletrônico Transporte Metropolitano

    Essa é uma das principais obrigações relacionadas à implementação do IBS e da CBS em 2026.


    2. Transmissão da DeRE – Declarações sob Regimes Especiais

    Instituições financeiras, operadoras de saúde, consórcios, seguradoras, entidades de previdência e concursos de prognósticos deverão transmitir a DeRE conforme leiautes técnicos que serão publicados oficialmente.


    3. Obrigações das Plataformas Digitais (Marketplaces)

    Marketplaces, plataformas de delivery, intermediação de serviços e aplicativos de economia compartilhada deverão fornecer informações específicas sobre operações de bens e serviços realizadas no meio digital.
    Os leiautes técnicos ainda serão definidos pelos órgãos.


    4. Vigência dos leiautes para setores específicos

    Alguns documentos fiscais já têm leiaute definido, enquanto outros ainda serão publicados. A vigência será estabelecida em ato conjunto do RFB e CG-IBS.

    Leiautes já definidos (vigência pendente):

    • NF-ABI – Nota Fiscal de Alienação de Bens Imóveis

    • NFAg – Nota Fiscal de Água e Saneamento

    • BP-e Aéreo – Bilhete de Passagem Aéreo

    Leiautes pendentes de definição:

    • NF-e Gás – Nota Fiscal de Gás

    • Declaração dos Regimes Específicos – DeRE


    5. Inscrição de pessoas físicas no CNPJ

    A partir de julho de 2026, pessoas físicas que realizarem atividades sujeitas à CBS e ao IBS deverão inscrever-se no CNPJ, exclusivamente para aprimoramento do controle tributário — sem caracterizar uma pessoa jurídica.


    6. Empresas com benefícios fiscais de ICMS

    Empresas que usufruem de incentivos fiscais de ICMS poderão, já em 2026, preencher um formulário no SISEN, via e-CAC, para habilitação futura à compensação de créditos com a CBS e o IBS.


    7. Publicação de normas complementares

    Novos atos conjuntos entre RFB e CG-IBS regulamentarão:

    • leiautes oficiais de documentos fiscais

    • regras de apuração

    • processos de compensação

    • regimes específicos e especiais

    • integração entre sistemas federais, estaduais e municipais

    O acompanhamento normativo será fundamental para o correto cumprimento das obrigações relacionadas à Reforma Tributária do Consumo.


    Recomendações para as empresas em 2026

    Apesar das indefinições normativas, é essencial que as empresas iniciem sua preparação imediata para o IBS e a CBS:


    Adequação de sistemas

    • Atualizar ERPs e softwares fiscais para incluir campos de CBS e IBS

    • Acompanhar a publicação de Notas Técnicas


    Revisão de processos internos

    • Analisar a classificação fiscal atual e futura de bens e serviços

    • Atualizar regras fiscais, tabelas e parâmetros de tributação

    • Treinar equipes de faturamento, contabilidade, fiscal e TI


    Avaliação contratual e de precificação

    • Revisar contratos de prestação de serviços e fornecimento

    • Realizar simulações considerando a carga tributária efetiva de 2027

    • Lembrar que o correto cumprimento das obrigações acessórias em 2026 dispensa o pagamento de IBS e CBS durante o ano-teste


    Acompanhamento normativo constante

    • Monitorar diariamente publicações da Receita Federal e do CG-IBS

    • Acompanhar atos estaduais e municipais relacionados à regulamentação


    Conte com o escritório B/Luz

    O B/Luz está à disposição para orientar empresas e parceiros na implementação de soluções personalizadas para adequação ao IBS e CBS, garantindo segurança, eficiência tributária e conformidade com o novo cenário da Reforma Tributária do Consumo.

  • Encerrado seminário sobre consensualidade e redução da litigiosidade na Administração Pública no TRF5 Última atualização: 03/12/2025 às 14:40:00

    Terminou, nesta terça-feira (02/12), o seminário “Consensualidade na Administração Pública: a mudança paradigmática da Advocacia Pública e os impactos na redução de litigiosidade”, promovido pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5. O evento reuniu integrantes da magistratura e da Advocacia Pública e Privada, no auditório da Escola de Magistratura Federal da 5ª Região (Esmafe).

    Durante os dois dias, os participantes acompanharam debates sobre temas centrais para a modernização da Justiça e a redução da litigiosidade, tanto através de palestras quanto em rodas de conversa – que ficaram concentradas no segundo dia do evento. As discussões destacaram a importância da consensualidade como instrumento de efetividade da jurisdição e de racionalização do uso de recursos públicos. 

    A primeira roda de conversa tratou da negociação processual em demandas com relevância social como meio de efetividade da jurisdição, com a participação do desembargador Sílvio Neves Baptista (TJPE), Clara Nitão (PGU/AGU) e Pedro Pontes (PGM), sob a coordenação da desembargadora federal Joana Carolina (TRF5). Entre os pontos levantados pela debatedora e pelos debatedores, a mudança de paradigma da advocacia pública, a construção de cooperação e a promoção de segurança jurídica.

    Na sequência, foi realizada uma discussão sobre o compartilhamento de tecnologias e ferramentas de inteligência artificial, com o juiz federal Bianor Arruda (JFPB), Miguel Câmara (PGE/PE) e Claudio Braga (SGE/AGU), sob coordenação do juiz federal e coordenador científico da Esmafe, Bruno Carrá. Os debatedores abordaram a sobrecarga de processos, a litigiosidade predatória, além dos avanços, vantagens e desafios do emprego da Inteligência Artificial na mediação e solução de conflitos.  

    Outro debate abordou os Centros de Inteligência Judiciais e a Transação Tributária, destacando o impacto positivo para os cofres públicos. Participaram Alexandre Freire (PRFN/5) e Silvano Flumignan (PGE/PE), sob a coordenação da juíza federal Roberta Walmsley (JFPE). Entre outros assuntos, os convidados discutiram os desafios decorrentes da entrada em vigor da reforma tributária.

    Boas Práticas

    Encerrando a programação, a roda de conversa sobre boas práticas para diminuir a litigiosidade em demandas com o Poder Público contou com a participação de Bruno Carrá, Kaline Ferreira (CCAF/AGU), Rodrigo Bivar (PRF5/AGU) e Heloísa Pinheiro (AGU), coordenados pelo desembargador federal Élio Siqueira (TRF5). Entre as boas práticas trazidas pelo grupo estão a Semana Regional de Conciliação e Cidadania da Justiça Federal da 5ª Região (JF5); a plataforma PACIFICA, da Advocacia-Geral da União (AGU), para a resolução extrajudicial de conflitos entre cidadãos(ãs) e o Governo Federal; além da regionalização da Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Federal.

    O seminário foi promovido pelo TRF5, através da Esmafe, e pela Escola Superior da Advocacia-Geral da União na 5ª Região, com apoio da Escola Superior da Procuradoria-Geral do Estado, da Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional da 5ª Região, da Procuradoria-Geral do Município do Recife e da Escola Superior de Advocacia de Pernambuco.

    O encontro teve como objetivo fomentar o debate e o aprimoramento técnico-jurídico sobre consensualidade na Administração Pública, além de estimular o diálogo interinstitucional. A iniciativa reforçou o papel da Esmafe como polo de formação, difusão do pensamento jurídico crítico e centro de consolidação do trabalho em rede.

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • TRF5 recebe Prêmio CNJ de Qualidade na categoria prata  
		Última atualização:  03/12/2025 às 14:51:00

    TRF5 recebe Prêmio CNJ de Qualidade na categoria prata Última atualização: 03/12/2025 às 14:51:00

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou, ontem (02/12), o resultado do Prêmio CNJ de Qualidade 2025. Os vencedores foram anunciados durante o 19º Encontro Nacional do Poder Judiciário, realizado em Florianópolis (SC). O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 foi premiado na categoria Prata, alcançando uma pontuação de 57,1%.

    O TRF5 recebeu a pontuação máxima em vários quesitos, como índice de conciliação e composição de conflitos; celeridade processual na tramitação das ações de direito assistencial; julgamento ou baixa de processos mais antigos; soluções de ações ambientais; ações de prevenção ao enfrentamento do assédio moral, sexual e da discriminação; gestão da memória, entre outros. Além disso, a Corte obteve 80 dos 110 pontos que se referem ao cumprimento das Metas Nacionais do Judiciário.

    O CNJ utiliza o Prêmio CNJ de Qualidade, criado em 2019, como ferramenta para incentivar e celebrar o alto desempenho na administração, no planejamento, na criatividade e na clareza de processos dentro do Judiciário. A honraria, ao distinguir as cortes que demonstram resultados superiores em suas atividades, impulsiona a melhoria constante dos serviços essenciais entregues à população.

    Os resultados da premiação estão disponíveis no portal do CNJ.

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • TRF5 garante direito de criança permanecer com a mãe no Brasil Última atualização: 03/12/2025 às 16:04:00

    A Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 garantiu a uma mulher, que afirma ter sido vítima de violência doméstica, o direito de que sua filha permaneça com ela no Brasil, depois de ela ter trazido a criança de Portugal sem anuência do pai. A decisão do Colegiado confirmou a sentença da 2ª Vara Federal de Pernambuco, que indeferiu o pedido de retorno imediato da criança ao país de residência habitual. 

    O pai alegou que a mãe trouxe a filha ao Brasil sem sua autorização, o que configuraria retenção ilícita. Com base na Convenção sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças (Convenção da Haia), ele solicitou o retorno imediato da menor a Portugal.

    Embora a Convenção da Haia determine o retorno rápido da criança em casos de transferência ilícita, a sentença de primeiro grau reconheceu a aplicação de uma exceção prevista no próprio tratado. Para o Juízo, havia elementos suficientes que indicavam risco grave de dano psicológico caso a menina retornasse ao ambiente familiar anterior, marcado por conflitos e episódios de violência doméstica alegados pela mãe.

    O relator do caso, desembargador federal Francisco Alves, destacou que situações de agressões e conflitos dirigidos à mãe impactam diretamente a criança, configurando violência psíquica e afetando seu equilíbrio emocional.

    De acordo com o magistrado, um estudo social do Núcleo de Apoio Psicossocial (NAP), anexado ao processo, mostrou que a menina — então com 9 anos — demonstrava ansiedade diante da possibilidade de voltar a viver com o pai no exterior. O relatório também apontou que ela se sentia mais segura ao lado da mãe e de familiares no Brasil, o que reforçou o entendimento de risco emocional em caso de retorno compulsório.

    O desembargador observou, ainda, que a criança já está adaptada à rotina no Brasil, mantém contato frequente com o pai, está bem integrada à escola e encontra apoio na convivência com a mãe. “O interesse da criança e o dever constitucional de colocá-la a salvo de toda forma de violência e opressão justificam a prevalência da exceção convencional, concretizando a finalidade protetiva do tratado internacional, diante de um cenário de instabilidade emocional e risco concreto à integridade psíquica da criança”, afirmou.

    A decisão da Quinta Turma, que também aplicou o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero, firmou a seguinte tese: “A exceção de risco grave à criança, prevista no Artigo 13, alínea ‘b’, da Convenção da Haia de 1980, deve ser aplicada quando houver indícios objetivos e concretos de violência doméstica contra a genitora, configurando risco de dano psíquico à menor, em observância ao princípio do melhor interesse da criança. A ausência de provas diretas da violência contra a criança não afasta o risco grave quando o contexto familiar for marcado por violência contra a genitora. O retorno internacional não se impõe quando demonstrada a ruptura do ambiente doméstico seguro no país de residência habitual”.

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • TRF5 publica Plano de Ação de Clima e Qualidade de Vida no Trabalho Última atualização: 03/12/2025 às 16:08:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 publicou o Plano de Ação de Clima e Qualidade de Vida no Trabalho. O documento, elaborado em conjunto pela Diretoria Geral, Divisão de Gestão Estratégica e Governança, Diretoria de Gestão de Pessoas e Divisão de Desenvolvimento Humano do TRF5, atende às demandas apontadas na 2ª Pesquisa Nacional de Clima Organizacional e Qualidade de Vida no Trabalho.

    O documento é dividido em quatro eixos: Desenvolvimento; Reconhecimento; Ergonomia; e Qualidade de Vida no Trabalho. 

    No eixo Desenvolvimento, o Plano propõe a implantação de processo ágil para levantamento de necessidades de capacitação, com o objetivo de melhorar o alinhamento entre cursos e demandas e elevar o resultado do Fator Desenvolvimento.

    O fortalecimento da cultura de valorização é um dos objetivos do eixo Reconhecimento. As ações envolvem valorização pública, premiação simbólica e benchmarking com Seções que já desenvolvem ações semelhantes.

    No eixo Ergonomia, o documento prevê, entre outras iniciativas, aprimoramento das condições ergonômicas (estrutura física), ginástica laboral e a ‘Pausa do Cafezinho’.

    Criar projeto integrado com ações de saúde, prevenção e bem estar está previsto no eixo Qualidade de Vida no Trabalho. Para isso, o Plano propõe integrar áreas para desenvolvimento de ações que promovam elevação do Índice de Qualidade de Vida no Trabalho (IQVT).

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • TRF5 lança concurso para escolher nome do novo espaço de convivência Última atualização: 03/12/2025 às 16:31:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 acaba de ganhar um cantinho especial dedicado aos(às) terceirizados(as): um espaço novinho, confortável e cheio de carinho. Mas falta só uma coisa… o nome!

    E nada mais justo do que as pessoas que irão desfrutar do lugar ajudarem a batizar esse novo ambiente. Por isso, a Diretoria Geral do TRF5 está lançando um concurso para a escolha do nome do local. A partir do dia 28/11, uma urna estará disponível no próprio espaço de convivência. Para participar, é simples:

    – escreva sua sugestão de nome para o espaço;

    – coloque seu próprio nome e o nome da empresa que lhe contrata, junto;

    – e deposite na urna.

    Todas as ideias serão avaliadas pela Comissão de Eventos do TRF5, que vai escolher a sugestão campeã. Quem vencer ganhará um prêmio, que será entregue durante a festa de confraternização dos(as) terceirizados(as), no dia 19/12.

    Não acompanhou a inauguração do espaço? Clique aqui e saiba mais sobre o novo ambiente feito especialmente para colaboradores(as) da Corte. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5