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  • TJPB participa da segunda reunião da Rede Conecta Sustentabilidade no TCE-PB

    Foto dos participantes do evento
    Foto da reunião da Rede Conecta Sustentabilidade

    O Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio do Núcleo de Gestão Socioambiental (NGSA), participou da segunda reunião da Rede Conecta Sustentabilidade – iniciativa de cooperação técnica entre órgãos do sistema de Justiça da Paraíba, voltada à promoção de ações conjuntas de sustentabilidade nos eixos ambiental, social, econômico e cultural. 

    O evento ocorreu na última sexta-feira (5) no Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) e reuniu representantes do TJPB, do Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba (TRT-PB), do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), da Justiça Federal na Paraíba (JFPB) e da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). 

    As instituições apresentaram avanços alcançados, compartilharam boas práticas e discutiram os próximos desafios relacionados à política de sustentabilidade em cada uma. Foram tratados temas como a emissão de gases de efeito estufa, a política de descarte de documentos, entre outros.

    Também foi disponibilizado aos integrantes da rede um levantamento de referências sobre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) criados pela ONU para serem cumpridos até 2030.

    Pelo TJPB, estiveram presentes as integrantes do NGSA, Viviane Sousa e Silvia Gabinio. “O TJPB destacou as ações em andamento no âmbito do Plano de Descarbonização, como a aquisição de veículos elétricos, o aprimoramento do descarte de resíduos e as tratativas de cooperação técnica com órgãos ambientais para o plantio de mudas”, informou Viviane.

    A próxima reunião da Rede está prevista para novembro, no TJPB, em data a ser confirmada.

     

    Por Gabriela Parente

    (com informações da Ascom / TCE-PB)

     

  • Setembro Amarelo: palestra abordará cuidados com a Saúde Mental nesta quinta 

    Folder alusivo ao evento

    Dentro da programação do ‘Setembro Amarelo: Caminhos para o bem-estar’, acontecerá, nesta quinta-feira (11), às 10h, na sede do Fórum Cível da Capital, palestra com abordagem sobre Saúde Mental. O evento terá como palestrante o doutorando em Psicologia, Everton Procópio. 

    A iniciativa é fruto de parceria da Associação das Esposas dos Magistrados e das Magistradas da Paraíba (Aemp) com o Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio da Gerência de Qualidade de Vida (Gevid).   

    O objetivo é conscientizar, acolher e incentivar o diálogo sobre saúde mental. A ação é alusiva, ainda, à campanha nacional do Setembro Amarelo, que chama a atenção aos cuidados preventivos no enfrentamento ao suicídio, tema delicado e importante, como explicou a gerente de Qualidade de Vida, Valéria Beltrão. 

    Durante o evento, profissionais de Gevid estarão atendendo, com aferição de pressão arterial,  batimentos cardíacos,  teste de glicose, fisioterapia (aplicação de tapes, auriculoterapia) distribuição de folders, dentre outros.

    Como surgiu A cor amarela foi escolhida em homenagem a Mike Emme, jovem americano que, em 1994, faleceu por suicídio e tinha um carro Mustang amarelo, que virou símbolo da campanha.

    Comportamentos que se deve ter atenção – Falta de esperança e de autoestima, visão negativa do futuro, culpa excessiva; isolamento e tristeza excessiva por um longo tempo.

    Como procurar ajuda

    Por meio do 188 – Centro de Valorização da Vida, da PASM (Pronto Atendimento de Saúde Mental), localizado na rua Cel. Benevenuto Gonçalves da Costa, s/n – Mangabeira, e no CAPS – Centro de Atenção Psicossocial. Na Gevid há, também, o setor de Psicologia (83) 3219-9369), ligações ou Whatsapp.

    Por Lila Santos

     

  • Insulinas: como aplicar corretamente com a caneta reutilizável

    Insulinas: como aplicar corretamente com a caneta reutilizável

    A caneta reutilizável para aplicação de insulina proporciona mais conforto ao paciente durante o tratamento da diabetes. Com menor impacto ambiental, o dispositivo oferece precisão na dosagem, facilidade na aplicação, agulhas finas e tubetes removíveis. O novo modelo é disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para os tipos NPH e regular, com validade de três anos após o primeiro uso.

    A enfermeira do Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão do Distrito Federal, Sâmela Souza, explica que o modelo reutilizável permite o armazenamento prático do medicamento, que pode ser mantido em temperatura ambiente por até quatro semanas após o primeiro uso.

    “Com a caneta reutilizável, o paciente consegue aplicar o medicamento com mais exatidão e tranquilidade, além de manter o cuidado regular. O dispositivo funciona por encaixe, e o refil do medicamento pode permanecer acoplado até a utilização da última dose, além de exibir o quantitativo de insulina que deve ser administrado”, destacou.

    Oferta no SUS

    Desde março de 2025, as canetas reutilizáveis para aplicação de insulina são ofertadas no SUS para pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2, conforme prescrição médica. Até agosto deste ano, mais de 2,1 milhões de canetas reutilizáveis foram encaminhadas à rede pública de saúde. Outras 540 mil estão previstas para serem entregues até o final de setembro. Além disso, o Ministério da Saúde receberá mais de 1,9 milhão de canetas para atender a atual demanda da população e garantir o estoque.

    Para assegurar o manuseio correto das canetas, a pasta, em parceria com a empresa fornecedora do produto, promoveu treinamentos virtuais e produziu cartilhas de orientação. O material é voltado tanto para profissionais de saúde e equipes de assistência farmacêutica quanto para pacientes, com foco na logística e no uso adequado, garantindo acesso contínuo e seguro à insulina no SUS.

    Confira a cartilha completa de orientações sobre o uso das canetas

    Danielly Schulthais
    Ministério da Saúde

  • MPPB, MPF e MPC promovem evento sobre liberdade e diversidade religiosas 

    MPPB, MPF e MPC promovem evento sobre liberdade e diversidade religiosas 

    Encontro marca entrega do pedido de registro da Jurema Sagrada como patrimônio imaterial do Brasil e reforça importância da preservação da diversidade religiosa

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB), o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público de Contas, em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Plataforma Pedro Américo de Defesa do Patrimônio Cultural, realizaram um evento voltado à liberdade religiosa e à proteção do culto da Jurema Sagrada. O encontro ocorreu no auditório do Ministério Público, localizado no município de Alhandra, cidade reconhecida como berço da tradição juremeira.

    A iniciativa aconteceu na última sexta-feira (5/09) e contou com a presença de representantes dos ramos do Ministério Público, do Iphan, da Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana, além de lideranças políticas, religiosas, agentes culturais, professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) com atuação no curso de ciência das religiões, membros da sociedade civil e dirigentes, fiéis da Jurema Sagrada na Paraíba e representante da Arquidiocese da Paraíba. Os participantes debateram a liberdade religiosa enquanto ação necessária para efetivação de direitos humanos e reforçaram a importância do reconhecimento e da salvaguarda de religiões de matriz afro-indígena.

    O encontro marcou também a entrega oficial do pedido de registro da Jurema Sagrada como patrimônio imaterial do Brasil junto ao Iphan. A solenidade abriu espaço para a escuta das comunidades de terreiro e incluiu a exibição do curta-metragem “Axé, Meu Amor”, dirigido por Thiago Costa.

    O encontro foi considerado um marco na defesa da liberdade religiosa e no processo de valorização e preservação da Jurema Sagrada. A iniciativa fortalece a preservação da memória, da identidade e da fé dos povos de terreiro, garantindo respeito e proteção às diversas práticas religiosas, além de ser um passo importante na defesa da diversidade cultural e no enfrentamento à intolerância.

    Combate à intolerância

    A  coordenadora do Centro de  Apoio Operacional em matéria da Cidadania e Direitos Fundamentais do MPPB, a promotora de Justiça Anne Emanuelle Costa, disse que “eventos como este são de suma importância para fortalecer a atuação do Ministério Público no combate à intolerância religiosa e reforçar o nosso compromisso, enquanto instituição, com a liberdade de expressão em todos as suas nuances.

    Já a promotora de Justiça de Alhandra, Érika Bueno Muzzi, o encontro representa um marco significativo para o fortalecimento da tradição juremeira. “É um evento muito importante, que reforça a identidade e a cultura da Jurema e é um passo muito importante para o seu reconhecimento, finalmente, como patrimônio histórico nacional”.

    A 46ª promotora de Justiça de João Pessoa, Fabiana Maria Lobo da Silva, por sua vez, destacou que foi instaurado procedimento para acompanhar as medidas necessárias para o tombamento administrativo da religião da Jurema Sagrada, dada a extrema relevância histórica e cultural para a Paraíba. “Nosso Estado é reconhecido internacionalmente como berço dessa religião afro-indígena, símbolo de aliança entre a espiritualidade e a natureza. A proteção da Jurema por ato administrativo, visto que já tombada legislativamente, também é meio de combate à intolerância religiosa, ao racismo religioso, ainda tão presente nos dias atuais”, argumentou a representante do MPPB.

    Racismo religioso

    A procuradora regional dos Direitos do Cidadão, Janaína Andrade de Sousa, ressaltou que o evento de escuta coletiva reforça o papel da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) na proteção e promoção da diversidade cultural e religiosa, garantindo que os povos de terreiro não sofram racismo religioso ou intolerância, assegurando o direito à liberdade de culto e à preservação das suas tradições.

    “Na Paraíba, a Jurema foi oficialmente registrada como patrimônio imaterial do estado, por meio da Lei 13.760, sancionada no dia 16 de julho de 2025. Há também o tombamento de bens materiais como a propriedade do Acais, que abriga a capela de São João Batista e o túmulo do Mestre Flósculo. Esses locais, junto ao sítio Estivas, foram tombados em 2015 como patrimônio material da Paraíba pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), contudo, os espaços foram alvos de intolerância religiosa, com cortes de árvores sagradas para os juremeiros. Apesar do reconhecimento oficial, os praticantes ainda enfrentam discriminação, racismo religioso e violência simbólica, sendo necessária ainda atuação constante do poder publico. O registro do culto da Jurema Sagrada como patrimônio imaterial nacional se constitui em medida relevantíssima para salvaguardar e dar mais visibilidade e respeito a essa expressão cultural e religiosa que faz parte da história e formação social do Brasil”, explicou.

    O procurador-geral do MP de Contas, Marcílio Franca, destacou que o Estado brasileiro tem a obrigação constitucional de assegurar o livre exercício dos cultos religiosos e garantir a proteção dos locais de culto e suas liturgias, sem favorecer ou perseguir qualquer manifestação religiosa. “A nossa Constituição, além do mais, assegura o direito de todas as pessoas ao pleno exercício dos direitos culturais e determina que o Estado apoie e incentive a valorização e difusão das manifestações culturais. A presença do Ministério Público de Contas no evento desta tarde representa o nosso firme compromisso para que esses comandos constitucionais se convertam em políticas públicas e investimentos que fortaleçam o diálogo multicultural, o respeito mútuo e a tolerância”, defendeu.

    Reconhecimento histórico

    O superintendente do Iphan na Paraíba, Emanuel Barros, lembrou a longa trajetória da luta pelo reconhecimento.“Estamos muito felizes aqui na Promotoria de Justiça de Alhandra, um espaço muito simbólico para receber a documentação necessária para a abertura do registro dos lugares sagrados da Jurema como patrimônio cultural do Brasil. Essa é uma articulação de muitos anos, quase uma década, envolvendo os terreiros mais antigos de Alhandra, junto com associações de juremeiros, do candomblé e da umbanda. Esse é um dos bens culturais que mais mereciam esse reconhecimento, até porque se trata de uma luta grande contra a intolerância religiosa e contra uma violência que, muitas vezes, vem até do próprio Estado e da sociedade. A Jurema é anterior aos contatos coloniais, é a nossa ancestralidade desse território paraibano”, disse.

    A gerente executiva de Equidade Racial, Jadiele Cristina Berto da Silva, representante da Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana, também reforçou o caráter de resistência e de contribuição social da Jurema Sagrada. “A Jurema Sagrada está compreendida dentro de uma categoria do governo federal enquanto comunidade tradicional. A partir disso, já se reconhece a potência dessa expressão religiosa, dessa coletividade, na sua produção material e imaterial. Caminhando nesse sentido, oficializar a Jurema Sagrada enquanto patrimônio imaterial da sociedade é deixar registrada a resistência dessa expressão religiosa frente aos diversos tipos de apagamento, silenciamento e opressão histórica sofrida”, defendeu.

    Já o professor da UFPB, Stênio Costa, que na ocasião também representou o Ministério da Cultura, ressaltou a dimensão cultural mais ampla do pedido de registro da Jurema Sagrada como patrimônio imaterial. “Hoje é um dia muito especial para a cultura paraibana e para as comunidades dos povos de terreiro. O movimento social que entrega o pedido de registro da Jurema Sagrada como patrimônio cultural é uma demanda antiga, que não se restringe à manifestação religiosa em si, mas abrange outras práticas culturais relacionadas, como cocos de roda, cirandas, modos de preparar alimentos, proteção ao meio ambiente e justiça climática. O registro é, portanto, um reconhecimento de uma cultura religiosa que é fundamental para a preservação do meio ambiente, das tradições e da posteridade daquilo que a gente tem pra apresentar às próximas gerações”.

    A ialorixá Mãe Renilda destacou a importância da união entre Estado e comunidade. “Esse evento vem trazer uma reafirmação da nossa luta, da nossa importância nesse espaço, de poder da nossa Jurema Sagrada. A maior importância é termos justamente o poder público junto conosco, para nos acolher e fortalecer essa luta que é tão grande com respeito à nossa Jurema Sagrada”.

    Curta-metragem

    Durante a solenidade, o cineasta e praticante da Jurema, Thiago Costa, apresentou seu filme que retrata o cotidiano da Jurema Sagrada e explicou que a obra foi uma forma de contribuir artisticamente e dar visibilidade sobre a importância do culto no contexto nacional. “O evento de hoje tem uma importância fundamental na legitimação e na luta dos povos de terreiro e, sobretudo, da Jurema Sagrada, na contribuição de nossos direitos e nossas necessidades para levar adiante a fundamentação da Jurema como patrimônio imaterial, que é uma religião indígena muito importante para o povo paraibano”.

    O representante da Arquidiocese da Paraíba, Pe. Euclides Franklin Marinho Rodrigues, destacou que a fé professada por cada um deve unir e não dividir.

    Alhandra: guardiã da tradição da Jurema Sagrada 

    O município do Litoral sul da Paraíba consolidou-se como o “berço da Jurema Sagrada”. A Jurema Sagrada, uma das mais antigas expressões religiosas de matriz indígena do Brasil, é uma tradição religiosa do Nordeste brasileiro. O culto surgiu como uma forma de religiosidade própria, ligada aos povos indígenas como os Tabajara, Canindé, Xucurú e Kariri. Baseia-se no uso ritual da jurema-preta (Mimosa tenuiflora), árvore nativa que dá origem à bebida considerada meio de contato com os Encantados, entidades espirituais da tradição. Presente em rituais com cânticos, danças e tambores, a Jurema Sagrada é reconhecida como expressão de resistência, ancestralidade e identidade cultural nordestina.

     

  • MPPB consegue condenação de réus por homicídio contra adolescente, em Patos

    MPPB consegue condenação de réus por homicídio contra adolescente, em Patos

    O Ministério Público da Paraíba conseguiu a condenação de Anderson Bonifácio de Assis a 17 anos de reclusão e de Daniel Mendes de Lima a 15 anos de reclusão por homicídio duplamente qualificado do adolescente Matheus Rodrigues Sousa, ocorrido em Patos. O julgamento foi realizado na última sexta-feira (05/09), pelo Tribunal do Júri de Patos e o MPPB foi representado pelo promotor de Justiça Ernani Lucas Menezes.

    Conforme a denúncia do MPPB, noi dia 26 de dezembro de 2023, os acusados, por volta das 20h, no Bairro das Placas (hoje São Sebastião), em Patos, mataram o adolescente por motivo torpe, empregando recurso que impossibilitou a defesa do ofendido (surpresa), através da realização de disparos de arma de fogo.

    Ainda de acordo com a denúncia, a vítima estava com sua companheira, lanchando na calçada de sua residência, ocasião em que Anderson Bonifácio de Assis chegou no local a pé e efetuou quatro disparos de arma de fogo contra ele. Consumado o delito, o acusado se retirou do local, juntamente com Daniel Mendes, que tinha ficado a uma certa distância, aguardando a finalização.

    Segundo a investigação, o adolescente foi assassinado por vingança, por uma discussão anterior com o acusado. A vítima foi socorrida e encaminhada para o Hospital Regional de Patos e, posteriormente, para o Hospital de Trauma, em Campina Grande/PB, vindo a óbito no dia 2 de janeiro de 2024, em decorrência dos ferimentos sofridos.

    O Conselho de Sentença, por maioria, reconheceu que os réus cometeram homicídio qualificado (cometeu o crime por motivo torpe e utilizando recurso que impossibilitou a defesa da vítima). A magistrada Isabella Joseanne Assunção Lopes Andrade de Souza definiu o cumprimento inicial da pena em regime fechado e manteve a prisão preventiva dos dois acusados. 

  • Abertas as inscrições para curso de atualização em Direito Tributário Última atualização: 08/09/2025 às 13:24:00

    A Divisão de Desenvolvimento Humano (DDH) do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 informa que estão abertas as inscrições para o Curso de Atualização em Direito Tributário, ação educativa integrante do Plano Anual de Capacitação de Servidores(as). O treinamento é voltado para servidores e servidoras que atuam nos Gabinetes de desembargadores(as), sendo três vagas para cada unidade. Interessados(as) têm até a próxima quarta-feira (10/09) para se inscrever (link de inscrição encaminhado pelo DDH para os Gabinetes).

    O curso será realizado entre os meses de setembro e outubro de 2025, com carga horária total de 21 horas-aula, e tem como objetivo capacitar servidores(as) do TRF5 para compreenderem a rota argumentativa adotada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) no julgamento dos principais temas de Repercussão Geral e Recursos Repetitivos analisados pelas Cortes nos últimos dois anos.

    Aulas

    As aulas presenciais serão realizadas nos dias 12/09 e 06/10, na Sala Capibaribe, no edifício- sede do TRF5. Já as atividades virtuais síncronas acontecem no dias15/09, 19/09, 22/09, 26/09 e 03/10, através da plataforma Zoom. O horário é sempre das 14h às 17h.

    O curso será ministrado pela procuradora da Fazenda Nacional Adriana Reis de Albuquerque, que é doutora em Direito Tributário pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e mestre em Direito Tributário pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Membros do TRF5 participam do 1º Congresso STJ da Segunda Instância Federal e Estadual Última atualização: 08/09/2025 às 13:46:00

    A vice-presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, desembargadora federal Joana Carolina, os desembargadores federais Leonardo Carvalho e Leonardo Coutinho e a desembargadora federal Cibele Benevides estão participando do 1º Congresso STJ da Segunda Instância Federal e Estadual. O encontro, promovido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), acontece hoje e amanhã (08 e 09/09), em Brasília (DF).

    Durante o evento, ministros(as), desembargadores(as) e especialistas são instados a (re)pensar o Poder Judiciário Federal e Estadual, bem como o papel dos seus membros, com foco específico na segunda instância, por meio da discussão e aprovação de Enunciados.

    Foram submetidas 465 propostas de Enunciados, das quais 152 foram admitidas pela Banca Científica para discussão e votação no Congresso, distribuídas cinco grandes eixos temáticos: Direito Público; Direito Privado; Direito Penal; Direito Processual Civil; e Institucional.

    O encontro será encerrado, amanhã, com uma Plenária, em que será feita uma síntese das deliberações institucionais e jurisdicionais.

    Clique aqui e confira a programação completa.

     

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Último dia para inscrições nos cursos sobre Linguagem Simples e IA Generativa

    Terminam nesta segunda-feira (8) as inscrições para os cursos ‘Transformando a justiça com linguagem simples: oficina de comunicação e escrita judicial simplificada’ – Turma Cajazeiras – e ‘Inteligência Artificial Generativa na gestão de unidades jurisdicionais’. As formações fazem parte da programação da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB) para o mês de setembro.

    Para o curso sobre linguagem simples, destinado a magistrados(as), residentes e assessores(as) do Poder Judiciário estadual, foram disponibilizadas 30 vagas. As aulas ocorrerão no Fórum ‘Promotor Ferreira Júnior’, em Cajazeiras, das 8h às 18h do dia 12 (sexta-feira). A turma será conduzida pelo juiz da 2ª Vara Mista de Esperança, Natan Figueredo Oliveira.

    Já o curso sobre Inteligência Artificial Generativa oferece 40 vagas, sendo 36 para magistrados(as) em atividade e quatro para magistrados(as) aposentados(as). As aulas presenciais acontecerão na sede da Esma-PB, em João Pessoa, também no dia 12, das 8h às 18h. A formação será ministrada pelo desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco e membro da Comissão do Conselho Nacional de Justiça para Regulamentação da Inteligência Artificial Generativa, Alexandre Freire Pimentel.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Prefeitura de Bonito de Santa Fé PB retifica concurso público

    Prefeitura de Bonito de Santa Fé PB retifica concurso público

    A Prefeitura de Bonito de Santa Fé, no Estado da Paraíba, divulgou o edital republicado de seu concurso público destinado à contratação de profissionais de níveis fundamental, médio e superior.

    As vagas disponíveis estão distribuídas entre os seguintes cargos:

    • Agente Administrativo (1 vaga)
    • Auxiliar de Serviços Gerais – Secretaria de Saúde (5 vagas)
    • Bioquímico/Biomédico (1 vaga)
    • Enfermeiro (1 vaga)
    • Enfermeiro PSF (1 vaga)
    • Farmacêutico/Bioquímico (1 vaga)
    • Motorista (2 vagas)
    • Motorista – Categoria D (Condutor Socorrista) – Secretaria de Saúde (1 vaga)
    • Técnico em Enfermagem (1 vaga)
    • Fisioterapeuta (1 vaga)
    • Assistente Social (1 vaga)
    • Nutricionista (1 vaga)
    • Auxiliar de Serviços Gerais Zona Urbana – Secretaria de Educação (3 vagas)
    • Auxiliar de Serviços Gerais Zona Rural – Secretaria de Educação (7 vagas)
    • Agente Administrativo – Secretaria de Educação (1 vaga)
    • Assistente Social – Secretaria de Educação (1 vaga)
    • Cuidador de Creche – Secretaria de Educação (1 vaga)
    • Motorista Categoria D – Transporte de Estudantes (2 vagas)
    • Nutricionista – Secretaria de Educação (2 vagas)
    • Técnico em Informática – Secretaria de Educação (1 vaga)
    • Professor Classe B – Português (2 vagas)
    • Professor Classe B – Ciências (1 vaga)
    • Professor Classe B – Matemática (2 vagas)
    • Professor Classe B – História (1 vaga)
    • Professor Classe B – Geografia (1 vaga)
    • Professor Classe B – Educação Física (1 vaga)
    • Psicólogo – Secretaria de Educação (1 vaga)
    • Psicopedagogo – Secretaria de Educação (1 vaga)
    • Psicólogo (1 vaga)
    • Auxiliar de Serviços Gerais (1 vaga)
    • Motorista – Secretaria de Assistência Social (1 vaga)
    • Agente de Trânsito – Secretaria de Transporte (1 vaga)
    • Fiscal de Tributos (1 vaga)

    Os contratados cumprirão jornadas de 30 a 40 horas semanais, com remunerações variando entre R$ 1.518,00 e R$ 4.283,60.

    EDITAL DE ABERTURA

    Prefeitura de Bonito de Santa Fé PB retifica concurso público (Foto: Divulgação)

    Como participar

    O período de inscrição será de 6 a 30 de setembro, exclusivamente pela internet, com taxas entre R$ 60,00 e R$ 130,00.

    O processo de classificação contará com prova objetiva, agendada para 19 de outubro, além de prova de títulos para os cargos de nível superior.

    O concurso público terá validade de dois anos, contados a partir da homologação do resultado final no Diário Oficial da Prefeitura de Bonito de Santa Fé, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período.

  • Presidente do TJPB participa do desfile de 7 de Setembro em João Pessoa

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    Presença do presidente do TJPB no desfile de 7 de setembro

    O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho, participou, na manhã deste domingo (7), do desfile cívico-militar em homenagem ao Dia da Independência do Brasil, realizado na Avenida Duarte da Silveira, em João Pessoa.

    Na ocasião, o desembargador destacou a relevância da data para a história do país. “O 7 de Setembro é uma grande comemoração para o Brasil, por representar a conquista da nossa independência. É um marco histórico que simboliza um avanço importante e que deve ser sempre lembrado por meio de eventos cívicos e patrióticos, para manter viva a chama da liberdade”, afirmou.

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    Desfile militar de 7 de setembro

    O governador João Azevêdo também participou da solenidade e ressaltou a importância de celebrar a independência não apenas como um marco histórico, mas como um compromisso renovado a cada ano. “É a oportunidade de reafirmarmos a construção de uma sociedade mais livre e democrática, consolidando a liberdade do povo brasileiro e preservando-a diariamente”, disse.

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    Autoridades acompanham o desfile

    O general de Brigada Helton Fernandes de Andrade, comandante do 1º Grupamento de Engenharia, lembrou que o 7 de Setembro marca o nascimento da nacionalidade brasileira. “Foi nesse dia, em 1822, que o Brasil se tornou independente de Portugal, permitindo ao povo brasileiro se reconhecer como pertencente a uma nação soberana”, ressaltou.

    A programação teve início às 7h30, quando o governador João Azevêdo passou em revista as tropas militares. Em seguida, ocorreu o hasteamento dos Pavilhões Nacional, Estadual e Municipal, com a participação da Banda 5 de Agosto da Prefeitura de João Pessoa. A solenidade contou com o governador João Azevêdo, o general Helton Fernandes e o vice-governador Lucas Ribeiro, responsáveis pelo hasteamento das bandeiras.

    O desfile seguiu a partir das 8h, reunindo representantes das Forças Armadas, forças de segurança estaduais e municipais, além de estudantes e instituições civis, que celebraram os 203 anos da Independência do Brasil.

    Por Lenilson Guedes
    Fotos: Ednaldo Araújo