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  • MPPB promove encontro do “Cidadania Ativa”, nesta quarta em Gurinhém

    MPPB promove encontro do “Cidadania Ativa”, nesta quarta em Gurinhém

    O Ministério Público da Paraíba promove, nesta quarta-feira (11/06), o “Encontro Cidadania Ativa”, a partir das 9h, na Câmara Municipal de Gurinhém, com o objetivo de ouvir as demandas da comunidade local. O evento é voltado para lideranças comunitárias e juvenis e sociedade em geral e terá a presença do procurador-geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto; da 1ª subprocuradora-geral, Vasti Cléa Marinho da Costa Lopes; do ouvidor do MPPB, José Guilherme Lemos; dos coordenadores dos Centros de Apoio Operacional (CAOs) e da promotora que atua em Gurinhém, Jaine Aretakis Didier, bem como de servidores do MPPB.

    De acordo com a 1ª subprocuradora-geral, Vasti Cléa Marinho da Costa Lopes, o encontro faz parte do projeto estratégico do MPPB “Cidadania Ativa”, que tem como objetivo a criação de bases comunitárias para o recepcionamento de demandas sociais, mediante facilitação do acesso ao Ministério Público. O projeto é desenvolvido pela 1ª Subprocuradoria-geral de Justiça, juntamente com a Ouvidoria, os Centros de Apoio Operacional às Promotorias e os membros aderentes.

    “O projeto visa aproximar a sociedade do MPPB, ouvir a comunidade local para que suas demandas coletivas sejam sanadas, promover espaços propícios ao exercício ativo da cidadania, mormente nas localidades onde as promotorias foram desinstaladas. Ele garante que as vozes de diferentes grupos sociais sejam ouvidas”, afirma a subprocuradora. 

    A 1ª subprocuradora e coordenadora do projeto explicou que o encontro desta quarta terá dois momentos. No primeiro, os membros e membras do Ministério Público vão se apresentar para a comunidade, explicando as atribuições da instituição, e as pessoas presentes vão expor suas demandas para registro pelos coordenadores dos CAOs. 

    Em seguida, as lideranças comunitárias serão capacitadas para usar os sistemas do MPPB, como o MPVirtual e a Ouvidoria, para poder protocolar demandas e acompanhar a tramitação desses procedimentos através das ferramentas disponibilizadas no site do MPPB, possibilitando a multiplicação deste conhecimento com todo o público interessado.

    Posteriormente, será promovida uma nova reunião na localidade para apresentação dos encaminhamentos e resultados referentes às questões trazidas na reunião de apresentação do projeto.

    Ainda de acordo com Vasti Cléa Lopes, o “Cidadania Ativa” começou como uma iniciativa voltada a ouvir demandas das populações residentes em bairros de João Pessoa e, a partir de agora, é ampliado como projeto estratégico do Ministério Público da Paraíba para alcançar municípios em todo o estado.

  • São João: MP recomenda proibição de fogueiras e de fogos com estampido, em CG

    São João: MP recomenda proibição de fogueiras e de fogos com estampido, em CG

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) recomendou ao Município de Campina Grande a adoção das providências necessárias para proibir as fogueiras e coibir, em todo o seu território, a fabricação, comercialização, manuseio, utilização, queima e soltura de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso, apreendendo todo o material eventualmente encontrado para comercialização ou uso, dando a ele destinação específica. Também foi recomendado à Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) que adote providências para coibir o uso de fogos com estampidos em Boa Vista, Lagoa Seca e Massaranduba, municípios que integram a área de atuação da Promotoria de Campina Grande. 

    A recomendação ministerial está fundamentada no artigo 225 da Constituição Federal; na Política Nacional de Meio Ambiente; na Lei 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais) e na Lei Estadual 13.235/2024, que proíbe, em todo o estado da Paraíba, em áreas públicas ou particulares, a fabricação, a comercialização, a guarda, o transporte e a utilização (queima e soltura) de fogos de artifício e demais artefatos pirotécnicos, bem assim de bombas, morteiros, morteirinhos de jardim, serpentes voadoras, foguetes com ou sem flecha, busca-pés, sinalizadores navais e demais similares que causem poluição sonora, tais como ruídos, estouros e/ou estampidos. Também está respaldada na jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou ser constitucional – formal e materialmente – a lei municipal que proíbe a soltura de fogos de artifício e artefatos pirotécnicos produtores de estampidos (Tema 1056, de repercussão geral).

    A recomendação foi expedida pelo 19º promotor de Justiça de Campina Grande, Hamilton de Souza Neves Filho, para garantir o cumprimento da lei, com destaque para a Lei Complementar Municipal 042/2009 (que estabelece o Código de Defesa do Meio Ambiente de Campina Grande), o Código de Posturas do Município (o qual proíbe as fogueiras) e a Lei Municipal 8.527/2022, que proíbe o manuseio, a utilização, a queima e a soltura de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso, em Campina Grande. Essa lei também estabelece que as atividades autorizadas pelo Poder Público e particulares que usem fogos de artifício serão realizadas com fogos silenciosos, assim compreendidos como aqueles de Classe A.

    O promotor de Justiça destacou ainda que, em relação à proibição de fogueiras, a recomendação leva em consideração o Boletim Epidemiológico de Vírus Respiratórios, divulgado pela Secretaria de Saúde da Paraíba em abril deste ano, segundo o qual a Paraíba registrou 985 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave. Já em relação à recomendação sobre os fogos com estampido, a recomendação ministerial leva em conta estudos técnicos que atestam os malefícios e prejuízos provocados por fogos com estampidos à saúde das pessoas (com destaque para crianças, idosos, pessoas com Transtorno do Espectro Autista etc) e animais. 

    A recomendação foi expedida à Procuradoria-Geral do Município, à Secretaria de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), à Coordenadoria do Meio Ambiente (Comea); e também à Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema); à Companhia de Policiamento Ambiental e à Delegacia de Polícia Civil de defesa do meio ambiente de Campina Grande. 

    Confira as medidas recomendadas: 

    # Aos órgãos municipais:

    – que adotem as providências necessárias para proibir, em todo o território municipal, as fogueiras, removendo todo material eventualmente encontrado nos passeios públicos, dando-se lhe a destinação específica, inclusive, àqueles destinados à venda e/ou à comercialização, considerando que a poluição atmosférica produzida por estes, causa dano ambiental de grande monta, podendo, inclusive, agravar os quadros respiratórios de grupos vulneráveis, principalmente, de indivíduos com doenças cardiorrespiratórias ou doenças crônicas prévias;

    – que *coíbam*, em todo o território municipal, a fabricação, a comercialização, o manuseio, a utilização, a queima e a soltura de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso, e *apreendam* todo material eventualmente encontrado para comercialização ou uso, dando-se lhe a destinação específica, com o fim de que a lei seja devidamente cumprida; demonstrando a possibilidade de prejuízos à saúde e à qualidade de vida, bem como a frequência da exposição;

    – que promovam campanhas educativas no município para conscientização da população e dos comerciantes de fogos acerca da proibição legal e dos danos causados pelo uso de fogos de estampido e de artifícios com estampido, devendo fomentar a cultura do uso de fogos de vista e sem estampido, cujo espetáculo de luzes e cores não traz prejuízos ao meio ambiente e ao bem-estar animal e humano; 

    – que fiscalizem o cumprimento, por parte dos estabelecimentos que comercializem fogos de artifício, da obrigação de não comercializarem fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso, bem como quanto à afixação de placa com informação acerca da proibição quanto ao manuseio, à utilização, à queima e à soltura de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso;

    – que insiram nas condicionantes de licenças e autorizações ambientais para realização de eventos, públicos ou privados, a proibição de uso de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso; 

    # À Sudema:

    – que adote as providências necessárias para *coibir*, nos municípios de Campina Grande, Boa Vista, Lagoa Seca e Massaranduba, a fabricação, a comercialização, o manuseio, a utilização, a queima e a soltura de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso, e *apreender* todo material eventualmente encontrado para comercialização ou uso, dando-se lhe a destinação específica, com o fim de que a lei seja devidamente cumprida; demonstrando a possibilidade de prejuízos à saúde e à qualidade de vida, bem como a frequência da exposição;

    – que fiscalize o cumprimento, por parte dos estabelecimentos que comercializem fogos de artifício, localizados nos municípios de Campina Grande, Boa Vista, Lagoa Seca e Massaranduba, da obrigação de não comercializarem fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso, nos termos da Lei Estadual 13.235/2024;

    – que insira nas condicionantes de licenças e autorizações ambientais para realização de eventos, públicos ou privados, a proibição de uso de fogos de estampido e de artifícios com estampido, assim como quaisquer artefatos pirotécnicos de efeito sonoro ruidoso; 

    # À Companhia de Policiamento Ambiental e à Delegacia de Polícia Civil de defesa do meio ambiente de Campina Grande:

    – que adotem as providências necessárias para que as leis estadual e municipal sejam devidamente cumpridas, com adoção das medidas cabíveis, sem prejuízo de se esclarecer a população acerca da vigência da contravenção penal prevista no artigo 42 do Decreto-Lei 3.688/41(perturbação do trabalho ou do sossego alheios), passível de prisão simples e multa, e do crime tipificado no artigo 54 da Lei 9.605/1998 (poluição sonora), cuja prova deve ser precedida de laudo técnico demonstrando a possibilidade de prejuízos à saúde e à qualidade de vida, bem como a frequência da exposição; 

    A não adoção das medidas recomendadas ensejará a proposição das medidas judiciais cabíveis, dentre elas, a proposição de ação civil pública em face das autoridades destinatárias da recomendação ministerial. 

  • Saúde anuncia 3 mil novas bolsas de residência e 500 vagas para especialistas no SUS

    Saúde anuncia 3 mil novas bolsas de residência e 500 vagas para especialistas no SUS

    O Ministério da Saúde vai ofertar 3.500 bolsas para ampliar o número de profissionais especialistas com foco nas regiões mais desassistidas do país. A medida, que visa incentivar a atuação de médicos especialistas no SUS, faz parte do programa Agora Tem Especialistas voltado à redução do tempo de espera por consultas, exames e cirurgias. O anúncio foi realizado nesta terça-feira (10), durante coletiva na sede da Pasta, em Brasília.  

    “Com essa nova modalidade de política pública de saúde, vamos reforçar a parceria com as instituições formadoras, com as entidades nacionais de medicina e com as sociedades de especialidades médicas, aproveitando ao máximo a estrutura dessas instituições. O foco é fortalecer a Residência Médica, que considero o padrão-ouro na formação de especialistas. Ao mesmo tempo, vamos buscar novas alternativas para que esses profissionais cheguem aonde a população mais precisa, onde o SUS mais precisa”, destacou Padilha. 

    Do total das vagas, 3 mil visam fomentar a formação de residentes especialistas e 500 são para provimento imediato de médicos especialistas no SUS. Esses 500 profissionais serão selecionados em edital inédito do Mais Médicos Especialistas e contarão com bolsas de educação no valor de até 10 mil reais por mês para carga horária de 20h semanais. A mentoria será focada em atuação prática em áreas prioritárias para a rede pública de saúde. A previsão é que as atividades comecem em setembro. 

    Já a oferta de 3 mil novas bolsas de residência médica será destinada a profissionais que buscam essa qualificação, que é padrão-ouro na formação de especialistas.  Nesse caso, a formação segue o cronograma da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), com a avaliação dos programas e o início das atividades em março de 2026.  

    Garantia de qualidade na formação 

    A prioridade de distribuição das bolsas de residência médica será para a Amazônia Legal, o Nordeste e as regiões com número de especialistas abaixo da média nacional. O Ministério da Saúde ainda poderá disponibilizar bolsas para novos programas e para programas já existentes, desde que a instituição amplie o número de bolsas ofertadas.  

    A pasta também vai destinar até R$ 200 mil para as Comissões Estaduais de Residência Médica a fim de garantir a qualidade dos programas de residência. Essas comissões são responsáveis pela avaliação dos programas de residência médica de todo o Brasil.  Além disso, o Ministério apoiará financeiramente coordenadores e preceptores de programas novos e ampliados com foco inicial em Anestesiologia, Patologia e Radioterapia.    

    As ações anunciadas são uma resposta da pasta ao estudo da Demografia Médica deste ano, que revelou desigualdades na distribuição de médicos especialistas pelo país. De acordo com a publicação, apenas 10% dos especialistas atendem exclusivamente no SUS. 

    Ainda vale destacar o edital de apoio técnico lançado pela pasta em maio deste ano. Na ocasião, foram apresentadas propostas para criar 386 novos programas de residência médica, que serão aprovados pela CNRM. 

    Mais Médicos Especialistas  

    O lançamento do edital de adesão dos estados e municípios, nesta quarta-feira (11), é um passo que precede a abertura das 500 bolsas de educação pelo trabalho para médicos já especialistas, certificados pela Comissão Nacional de Residência Médica ou titulados pela Associação Médica Brasileira (AMB). 

    Esse edital visa verificar a demanda pelo atendimento especializado, ou seja, os gestores vão apontar os serviços que possuem capacidade instalada e as vagas nos serviços estratégicos para o SUS, como oncologia e cirurgias eletivas. 

    Em etapa posterior, um novo edital será lançado para selecionar os 500 profissionais já especialistas que atuarão em hospitais regionais, policlínicas e ambulatórios do SUS, com prática assistencial e metas pactuadas localmente. 

    “Esse edital é voltado para profissionais que já têm título de especialista que, muitas vezes, buscam uma instituição para continuar sua qualificação. Pela primeira vez, o Ministério da Saúde entra com recursos próprios nesse tipo de iniciativa, em parceria com a EBSERH e com os hospitais do PROADI-SUS. Neste primeiro momento, vamos ouvir os estados e municípios sobre onde o serviço será ofertado, para então direcionar os profissionais interessados em participar”, destacou o ministro da Saúde.  

    Outro diferencial será a oportunidade de médicos especialistas atuarem em instituições de excelência do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), como o Hospital Sírio-Libanês, a Beneficência Portuguesa de São Paulo, o AC Camargo Câncer Center, o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o Albert Einstein, o HCor, o Hospital Moinhos de Vento e os hospitais universitários da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH). Essas instituições funcionam como polos formadores, oferecendo suporte técnico, imersões presenciais, mentoria e acompanhamento pedagógico. 

    Ao todo, o Ministério da Saúde vai destinar R$ 260 milhões para ampliar o provimento e a formação de profissionais especialistas em regiões com menor cobertura assistencial.

    Acesse a Coletiva de imprensa

    Confira a Apresentação completa

    Anna Iung    
    Ministério da Saúde    

  • Juiz do TJPB destaca importância da linguagem acessível na Justiça

    Linguagem Simples_Juiz Natan
    O juiz Natan Figueredo divulgou o Linguagem Simples em rádio

    O juiz Natan Figueredo, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), concedeu entrevista à rádio CBN João Pessoa nesta terça-feira (10) para falar sobre o projeto Linguagem Simples, uma iniciativa voltada a tornar a comunicação do Judiciário mais clara e acessível à população.

    Durante a entrevista, o magistrado destacou que o programa tem como foco principal garantir que as pessoas compreendam a linguagem usada nas decisões judiciais e demais documentos emitidos pelo sistema de Justiça. “Se a Justiça é feita em nome do povo, o povo precisa entender o que a Justiça diz”, afirmou.

    Natan explicou que a iniciativa, lançada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em parceria com os tribunais de todo o país, busca traduzir a linguagem técnica e jurídica em uma comunicação simples, objetiva e eficaz. “Quando o juiz decide e a pessoa não compreende, é como se fosse prescrito um medicamento, você dá o remédio, mas não diz como utilizar e nem para que serve”, exemplificou.

    O juiz ressaltou ainda que a compreensão das decisões judiciais é fundamental para o exercício pleno da cidadania. “Quando o Poder Judiciário se preocupa em fazer com que a pessoa entenda o que está sendo dito, encontre a informação e saiba o que fazer com ela, é possível exercer os direitos, ter ciência dos deveres — e é esse o papel do Poder Judiciário da Paraíba com o programa Linguagem Simples”, pontuou.

    O projeto envolve uma série de ações, programas e iniciativas promovidos pelo TJPB, com o objetivo de melhorar a comunicação interna e externa do Judiciário. Entre as iniciativas está o projeto Pra Saber Direito, desenvolvido pela Gerência de Comunicação do Tribunal, com a produção de vídeos informativos para serem veiculados nas redes sociais, como Instagram e TikTok. O conteúdo busca explicar de forma clara e didática os principais temas relacionados à Justiça, aproximando o Judiciário da população.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Campanha ‘Não é Não, também no São João’ visa combater a importunação sexual nas festas da PB

    Não é Não, também no São João
    Cartaz usado na campanha alerta para crime contra a mulher

    Enfrentar e denunciar o crime de importunação sexual requer coragem e apoio de uma rede de proteção, principalmente, voltada às mulheres, a grande maioria vítima desse crime. É com este objetivo de enfrentamento e denúncia que, nesta terça-feira (10), foi lançada a Campanha ‘Não é Não, também no São João’, O evento aconteceu na Sala 01 do Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa. O Tribunal de Justiça da Paraíba apoia e participa, efetivamente, da Campanha, por meio da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário estadual.

    A iniciativa da Campanha é do Governo da Paraíba, em parceria com a Rede Estadual de Atenção às Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e Sexual (Reamcav). A coordenadora da Mulher do TJPB, juíza Graziela Queiroga Gadelha de Sousa, esteve presente no evento de abertura e fez parte da composição da mesa de trabalhos.

    Não é Não, também no São João
    A juíza Graziela Queiroga participou do lançamento da campanha

    A magistrada disse que as mulheres não devem se calar frente a esse tipo de crime. “A importunação sexual, infelizmente, transcorre e acontece muito mais com mulheres do que com homens. Não obstante essa indicação de que a vítima deve ser mulher, as estatísticas mostram isso. Então, que as mulheres busquem ajuda. Ela precisa querer se relacionar, viver um momento, beijar, trocar carícias, mas com seu consentimento”, comentou Graziela Queiroga. A juíza lembrou que os canais de denúncia são 190, 180, 197. “A força de segurança vai estar à disposição e se chegar ao Judiciário, obviamente, faremos a responsabilização, como é nosso dever”.

    O crime de importunação sexual é caracterizado pela prática de ato libidinoso sem consentimento, como passar a mão, beijar forçadamente ou atos de masturbação e ejaculação em público. Já o assédio sexual envolve constrangimento para obter vantagem sexual, geralmente em contextos de hierarquia, como no ambiente de trabalho.

    A secretária de Estado da Mulher e da Diversidade Humana (Semdh), Lídia Moura, disse que a Campanha ‘Não é Não, também no São João’ quer mobilizar a sociedade contra a importunação sexual. “Tocar o corpo da mulher sem consentimento é crime. Isso precisa ser dito e difundido. O que queremos é que as mulheres possam transitar livremente pelas festas públicas, sem serem importunadas. Vamos estar presentes nessas festas, alertando sobre esse tipo de crime. Ao mesmo tempo, orientando as mulheres que denunciem os criminosos”, pontuou a Lídia Moura.

    Não é Não, também no São João
    A campanha foi lançada em evento no Espaço Cultural, na Capital

    Por sua vez, a coordenadora das Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher na Paraíba, delegada Sileide Azevedo, informou que a Polícia estará preparada para acolher mulheres vítimas de importunação sexual, crime recorrente em eventos que costumam atrair muita gente. “A pena para esse crime é de um a cinco anos. Se aquele indivíduo é identificado durante a prática criminosa, os policiais ali presentes irão conter o autor do e encaminhá-lo para a lavratura de um auto de prisão em flagrante. Mas se a mulher foi vítima e identificou a situação, ela pode registrar uma ocorrência e levar o conhecimento das autoridades do que aconteceu. Nós temos um sistema de monitoramento de câmeras para esses eventos”, informou.  A delegada ainda disse que a denúncia é anônima e a identidade da vítima fica preservada.

    Denúncia – Durante as festas juninas, a campanha será implementada com a distribuição de materiais educativos e divulgação dos canais de denúncia, como o 190 (Polícia Militar), 180 (Central de Atendimento à Mulher), 197 (Denúncia anônima – Polícia Civil) e 155 (Violação de Direitos Humanos). A ação conta com a adesão de municípios paraibanos e o apoio de órgãos como Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Justiça da Paraíba, Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraíba (OAB-PB) e Assembleia Legislativa.

    Por Fernando Patriota

     

  • Prevenção e enfrentamento à discriminação foi tema de mais um curso da Esma

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    Alunos e tutoras do curso sobre perspectiva de gênero e raça

    Com o tema ‘Prevenção e enfrentamento à discriminação: perspectivas de raça e gênero no julgamento e atendimento ao jurisdicionado’, a Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma) promoveu mais um curso voltado aos(as) magistrados(as) e servidores(as) do Poder Judiciário estadual.

    Oferecido na modalidade semipresencial, o curso, que ocorreu no dia 6 de junho, ocorreu a última aula da formação. abordou a legislação e jurisprudência internacional voltadas ao combate à discriminação, além de discutir a ética no ambiente de trabalho. Também foram apresentados casos práticos simulados, aplicando os protocolos de julgamento sob as perspectivas de gênero e raça. As aulas foram ministradas pela juíza da 3ª Vara Criminal de João Pessoa, Ana Christina Soares Penazzi Coelho, e pela servidora da Esma-PB, Edith Ramalho Ferreira de Lima.

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    De acordo com a tutora Ana Penazzi, tratar do tema sobre discriminação é muito significativo para se ter também o alcance de uma igualdade substancial de todos, no tocante à acessibilidade da justiça e ao gozo dos direitos fundamentais. “A formação continuada em gênero e raça demonstra a sensibilidade da Esma, atendendo às demandas do CNJ, em moldar profissionais capacitados na formação humanística e que poderão atuar com mais eficiência na recepção dos jurisdicionados no sistema de justiça”, disse.

    Para a formadora Edith Ramalho o objetivo principal da formação continuada é capacitar magistrados(as) e servidores(as) para exercer suas funções com uma perspectiva antidiscriminatória, por exemplo, na atuação em ações afirmativas institucionalizadas pelo Poder Judiciário. “É mais do que um curso, é um movimento social necessário e urgente. Estamos formando uma comunidade jurídica que preza pelo respeito e a inclusão social”, afirmou.

    A juíza Candice Queiroga de Castro Gomes Ataíde, da 1ª Vara Mista de Mamanguape e aluna, pontuou que a leveza das tutoras foi decisiva para o aperfeiçoamento e enriquecimento dos nossos conhecimentos. Neste mesmo sentido, o magistrado Eslú Eloy Filho, da Vara Militar, parabenizou Ana Penazzi e Edith Ramalho pela realização do curso e dos valorosos ensinamentos que foram transmitidos no decorrer das aulas, os quais serão de grande valia para aplicação prática.

    Já o Gerente de Legislação e Precedentes do Tribunal de Justiça da Paraíba, Washington Rocha de Aquino, destacou que o curso representou um grande avanço na sua qualificação profissional, trazendo reflexões valiosas para a prática jurídica e o atendimento ao jurisdicionado. “O curso abordou conceitos fundamentais, legislações nacionais e internacionais, além de diretrizes e protocolos de gênero, com uma abordagem prática que superou minhas expectativas”, disse.

    Por Marcus Vinícius

     

  • TRF5 sedia reunião do Comitê Permanente da América Latina para a Prevenção do Delito (COPLAD)  
		Última atualização:  10/06/2025 às 07:57:00

    TRF5 sedia reunião do Comitê Permanente da América Latina para a Prevenção do Delito (COPLAD) Última atualização: 10/06/2025 às 07:57:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 sedia, no próximo dia 17/06, a reunião anual do Comitê Permanente da América Latina para a Prevenção do Delito (COPLAD). O evento, que conta com o apoio da Escola de Magistratura Federal da 5ª Região (Esmafe), será realizado no auditório do Pleno, com conferências e debates, reunindo representantes de diversos países.  

    A abertura da programação acontece às 9h, com a presença de autoridades políticas, jurídicas e acadêmicas, como a ministra Nancy Andrighi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ); o presidente do TRF5, desembargador federal Roberto Machado; o diretor da Esmafe, desembargador federal Cid Marconi; a governadora do Estado de Pernambuco, Raquel Lyra; o prefeito da cidade do Recife, João Campos; além de representantes da Ordem dos Advogados do Brasil-Seccional Pernambuco (OAB-PE), da Associação do Juízes Federais da 5ª Região (Rejufe) e  de universidades pernambucanas. 

    Em seguida, será realizada a conferência “América Latina: segurança humana, social, desenvolvimento e prevenção do delito”, com o presidente do COPLAD, ex-juiz da Corte Interamericana de Direitos Humanos e ex-ministro da Corte Suprema de Justiça da Argentina, Eugenio Raúl Zaffaroni. A desembargadora federal Germana Moraes, que atua como secretária-geral do COPLAD, presidirá a mesa. 

    Encerrando a programação da manhã, haverá outras duas conferências. A primeira, sobre “A experiência da participação social no Equador”, com a ministra da Corte Suprema de Justiça do Equador e chanceler do COPLAD, Katerine Muñoz Subía. Em seguida, a juíza federal da 4ª Região, Ana Ines Algorta Latorre, falará sobre “Efetivação dos Direitos Sociais no âmbito da Justiça Federal da 4ª Região”. A coordenação dos trabalhos é do juiz federal Bruno Carrá.  

    À tarde, a partir das 15h, será realizada a assembleia geral do COPLAD, que vai debater temas como: reforma da ONU; Declaração de Belém: análise da criminalidade na Amazônia; e criação da Universidade Mundial de Segurança e Desenvolvimento Social (UN- WSSD), com sede no Brasil, entre outros. A assembleia reunirá representantes dos países membros, entre eles Argentina, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Uruguai, Paraguai, Venezuela, Cuba e Nicarágua. O assessor especial do TRF5 Fernando Dantas é um dos membros do COPLAD e será o representante do Brasil.  

    Inscrições 

    Interessados(as) em participar das atividades já podem se inscrever. Ao final do evento, os(as) participantes receberão um certificado de 8 horas/aula. 

    Inscreva-se!

    COPLAD 

    O COPLAD é um Programa do Instituto Latino-americano das Nações Unidas (ONU) para a Prevenção do Delito e tratamento do delinquente. As reuniões são realizadas a cada dois anos, para debater a segurança humana, social, desenvolvimento, prevenção do delito e o tratamento do delinquente. 

    Além da programação no TRF5 no dia 17, integrantes do Comitê também participarão de uma visita à governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, no dia 16/06, no Palácio do Campo das Princesas, na área central do Recife.  

    Confira abaixo a programação completa:

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5

  • Sede do MPPB em CG recebe sessão ordinária do TRE-PB

    Sede do MPPB em CG recebe sessão ordinária do TRE-PB

    O auditório da sede do Ministério Público da Paraíba em Campina Grande recebeu, na tarde desta segunda-feira (09/06), a primeira sessão ordinária dop Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba fora de João Pessoa. A sessão foi presidida pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, tendo sido julgados 16 processos na pauta do dia.

    Ao abrir a sessão, o desembargador saudou em especial o promotor de justiça e coordenador da Promotoria de Justiça de Campina Grande, Bertrand de Araújo Asfora. O presidente do TRE-PB destacou a importância de trazer as decisões do Tribunal para mais perto de todos os jurisdicionados e fortalecendo esse relacionamento. “Agradeço a toda a corte eleitoral, a todos os servidores do Ministério Público e Justiça Eleitoral envolvidos nessa ação. Que isso se torne um exercício para que a gente possa trazer os debates mais pra perto dos advogados, juízes e membros do MP que não estão na Capital”, pontuou”.

    Para Bertrand Asfora, a iniciativa é extremamente importante. “Principalmente por começar aqui por Campina Grande pela relevância que essa cidade tem no contexto regional e estadual. Estamos aqui de braços abertos recebendo nossa corte eleitoral e especificamente o presidente que foi integrante da nossa instituição”.

    A sessão também contou com a presença do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Paraíba (OAB-PB) Harinson Targino. “Viemos aqui festejar o momento em que a corte se dispõe a sair da capital para estar em Campina Grande. É uma interiorização simbólica do Tribunal que agrada muito à advocacia de ver esse olhar voltado para as zonas eleitorais”, falou ele, que esteve acompanhado do presidente da OAB-CG Alberto Jorge e outros advogados.

    A diretora-geral Alexandra Cordeiro destacou a importância da Corte se mostrar acessível ao cidadão sobre diversas formas, inclusive vindo realizar sua sessão fora da sede, numa outra cidade. “Isso faz com que advogados da localidade possam acompanhar melhor. Não houve nenhum prejuízo na defesa das partes envolvidas na pauta de hoje uma vez tanto os advogados vieram fazer sustentação presencialmente como na forma virtual. Percebeu-se o interesse da comunidade jurídica aqui porque alguns vieram acompanhar os julgamentos mesmo sem estar envolvidos nos processos”.

    Da pauta da sessão ordinária desta segunda-feira, estavam 16 processos. A Corte Eleitoral julgou 15. Um deles foi adiado para a sessão da próxima quinta-feira, em João Pessoa.

    Com Ascom/TRE-PB

  • Colégio de Procuradores realiza 10ª sessão ordinária

    Colégio de Procuradores realiza 10ª sessão ordinária

    O Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público da Paraíba realizou, na manhã desta segunda-feira (09/06), a 10ª sessão ordinária durante a qual foram debatidos temas de interesse institucional e comunicados eventos que serão realizados esta semana.

    A sessão foi presidida pelo procurador geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto,  e teve a participação do corregedor-geral, Antônio Sarmento, e dos procuradores Alcides Jansen, Kátia Rejane de Medeiros Lira Lucena (secretária), Álvaro Gadelha Campos, Francisco Sagres Macedo Vieira, Marilene Carvalho, Vasti Cléa da costa Lopes, Herbert Douglas Targino, Joaci Juvino da Costa Silva, Aristóteles de Santana Ferreira, Vitor Manoel Magalhães Granadeiro Rio, João Geraldo Carneiro Barbosa, Francisco Paula Ferreira Lavor, Sônia Maria de Paula Maia, José Guilherme Soares Lemos, Maria Ferreira Roseno, Ana Lúcia Torres, Sócrates da Costa Agra, Glauberto Bezerra, José Farias de Souza Filho, Alexandre César Fernandes Teixeira e Luís Nicomedes de Figueiredo Neto.

    O procurador-geral informou que, na próxima quarta-feira (11/06), será realizado o projeto estratégico “Cidadania Ativa”, no município de Gurinhém. Gerido pela 1ª subprocuradora, Vasti Cléa Lopes, o projeto tem como objetivo treinar os cidadãos nas ferramentas digitais do MPPB e formar bases comunitárias para recepcionar demandas, facilitando o acesso à instituição. 

    Ele ainda falou sobre o seminário “Implementação dos direitos das vítimas na investigação, na instrução e na execução penal”, realizado nas últimas quinta e sexta-feira (5 e 6/06) e parabenizou o diretor do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), procurador João Geraldo Barbosa, e o coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal, promotor Ricardo Alex Lins, pela organização do evento. 

    O corregedor-geral comunicou que a CGMP está finalizando a elaboração dos relatórios dos candidatos que estão concorrendo ao cargo de procurador de Justiça e que, até esta terça, vai notificá-los.

    O procurador Herbert Targino propôs voto de aplauso ao diretor-presidente da Unimed de Campina Grande, Francisco Vieira, pelo início do funcionamento do hospital da cooperativa que vai prestar serviços aos usuários do plano de saúde. O procurador Joaci Juvino comunicou o falecimento do promotor aposentado Hugo Barreto e propôs voto de pesar.

    O procurador João Geraldo Barbosa reforçou o convite para a solenidade de certificação do projeto “Amigo da Natureza”, que vai ocorrer nesta segunda-feira, a partir das 14h. Ele apresentou proposta de voto de aplauso à presidente da Associação Paraibana do MP, Adriana França, e a toda a diretoria da entidade pela realização da festa junina, neste final de semana. Também propôs voto de aplauso ao promotor Uirassu de Melo Medeiros pelo protocolo implementado na Promotoria que atua no Tribunal do Júri de Campina Grande bem como pela utilização de drone para melhor localizar os jurados dos fatos abordados no julgamento. O voto foi extensivo ao servidor Alan Anésia Lima que auxilia na utilização do drone.

    O procurador Francisco Lavor apresentou voto de aplauso ao promotor Raniere Dantas pela sustentação oral realizada, recentemente, na Câmara Cível do Tribunal de Justiça. O voto foi extensivo ao promotor Hamilton Neves, o primeiro a fazer sustentação oral em sessão da Câmara Cível, no ano de 2019.

    Também ficou deliberado, após pronunciamento do procurador José Farias, o encaminhamento ao Centro de Apoio Operacional da Cidadania de expediente para verificação de providências cabíveis quanto a políticas públicas em relação a pessoas com transtorno do espectro autista.

    O procurador Luís Nicomedes propôs voto de aplauso aos promotores de Justiça Demétrius Castor, Lean Xerez e Uirassu Melo pela atuação em uma das sessões de julgamentos mais longas da história da justiça paraibana, ocorrida no 2º Tribunal de Júri de João Pessoa, que durou cerca de 60 horas.  

    O PGJ ressaltou que os promotores Lean Xerez e Uirassu Medeiros integram o Núcleo de Suporte ao Tribunal do Júri, criado na sua gestão. Todos os votos foram aprovados por unanimidade pelo Colégio de Procuradores.

  • Webinário ‘Envelhecer com dignidade’ ocorre na sexta-feira, inscrições estão abertas

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    Nesta sexta-feira (13), das 10h às 12h, a Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), em parceria com o Comitê de Atenção à Pessoa Idosa do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), realizará o webinário ‘Envelhecer com dignidade: um compromisso contra a violência’. A transmissão será feita ao vivo pelo canal da Esma no Zoom e também pela plataforma YouTube.

    O evento é destinado a servidores(as), magistrados(as), estagiários(as), residentes e colaboradores(as) do TJPB, além do público em geral. As inscrições estão abertas até quinta-feira (12) e podem ser feitas pelo link: https://forms.gle/TiwTHghsi34qzUfa9

    A temática tem como palestrantes a juíza Graziela Queiroga Gadelha de Sousa, que é coordenadora da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), a promotora de Justiça Anita Bethania Silva da Rocha, titular da Promotoria de Justiça de João Pessoa de Defesa da Cidadania e dos Direitos Fundamentais, e a delegada da Polícia Civil, Cláudia Germana.

    A mediação será conduzida pela juíza auxiliar da Vice-Presidência do TJPB e coordenadora adjunta do Comitê, Silmary Alves de Queiroga Vita.

    Por Marcus Vinícius