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  • Riacho de Santo Antônio PB abre seleção para diretor escolar

    Riacho de Santo Antônio PB abre seleção para diretor escolar

    A Prefeitura de Riacho de Santo Antônio, localizada no Estado da Paraíba, anunciou a abertura de um processo seletivo para preencher uma vaga no cargo de:

    • Diretor Escolar

    Para se candidatar, é necessário possuir graduação em Pedagogia, com habilitação ou pós-graduação em Administração ou Gestão Escolar, além de experiência mínima de três anos como docente em instituições públicas ou privadas.

    O profissional selecionado deverá cumprir uma jornada de 40 horas semanais, com remuneração de R$ 2.600.

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    EDITAL DE ABERTURA

    Riacho de Santo Antônio PB abre seleção para diretor escolar (Foto: Divulgação)

    Como participar

    As inscrições estarão abertas de 5 a 9 de maio, das 8h30 às 12h, e devem ser realizadas presencialmente na sala do empreendedor, situada na Rua Demostenes Barbosa, nº 386, no Centro da cidade.

    O processo de seleção será composto por prova escrita e avaliação de títulos. O conteúdo programático incluirá questões de língua portuguesa, matemática, conhecimentos específicos e básicos da função de diretor escolar.

    A validade do processo seletivo será de um ano, com possibilidade de prorrogação por igual período, de acordo com a decisão da OSAAS.

  • Adriano Galdino afirma que Pacto pela Primeira Infância assegura futuro promissor para crianças paraibanas

    Adriano Galdino afirma que Pacto pela Primeira Infância assegura futuro promissor para crianças paraibanas

    Notícias

    Publicado em 28 de abril de 2025

    O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado Adriano Galdino, esteve presente, nesta segunda-feira (28), no lançamento do Pacto Paraibano pela Primeira Infância, realizado pelo Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) no Centro de Convenções, em João Pessoa. O evento marcou um passo significativo na busca por garantir mais oportunidades, educação, saúde e proteção para as crianças paraibanas.

    O Pacto Paraibano pela Primeira Infância é uma iniciativa que visa induzir políticas públicas voltadas para o bem-estar físico, emocional e educacional de crianças de zero a seis anos. Essa fase da vida é crucial para o desenvolvimento das conexões cerebrais e, portanto, é essencial que as crianças tenham acesso a um ambiente seguro e estimulante.

    Durante sua participação no evento, Adriano Galdino destacou a importância dessa iniciativa: “Eu fico muito feliz quando participo de ações dessa natureza, onde todas as questões são incluídas em um único propósito, para fortalecer os mais necessitados e dar a oportunidade para que os filhos do povo possam enfrentar as injustiças sociais”, destacou.

    O Pacto busca a ampliação de ações conjuntas necessárias à proteção infantil e à garantia dos direitos da criança. O documento contará com assinaturas de representantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além do Ministério Público e do Trabalho, Ordem dos Advogados, instituições acadêmicas, setores da indústria e comércio, e segmentos organizados da sociedade. A Assembleia Legislativa é um dos parceiros fundamentais nessa iniciativa.

    “Com este pacto, espera-se que a Paraíba avance significativamente na promoção dos direitos das crianças, assegurando que elas tenham um futuro mais promissor e justo”, disse Adriano Galdino.

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  • CPJ realiza 7ª sessão e destaca pesquisa acadêmica sobre projeto “Fim dos lixões”

    CPJ realiza 7ª sessão e destaca pesquisa acadêmica sobre projeto “Fim dos lixões”

    Colegiado aprovou voto de aplauso a procurador pelo registro em programa de pós-graduação da atuação do MPPB

    O Colégio de Procuradores de Justiça (CPJ) realizou, na manhã desta segunda-feira (28/04), a sua sétima sessão ordinária do ano. Com adiamento de julgamento de cinco itens da pauta, o colegiado discutiu assuntos administrativos, aprovou alteração em resolução e aprovou um voto de aplauso ao 24º procurador de Justiça, Luis Nicomedes de Figueiredo Neto, pela defesa da dissertação de mestrado que teve como tema o projeto “Fim dos Lixões”, executado pelo Ministério Público da Paraíba, entre 2018 e 2024, que resultou na erradicação de 100% dos lixões no Estado. 

    Matéria relacionada: MPPB celebra fechamento dos últimos lixões; desafio é manter status

    A sessão foi presidida pela 1ª subprocuradora-geral de Justiça, Vasti Clea Marinho da Costa Lopes, devido à ausência do procurador geral de Justiça, Antônio Hortêncio Rocha Neto, que, no mesmo horário, assinava o Pacto pela Infância, proposto pelo Tribunal de Contas do Estado ao MPPB e a outros órgãos de controle, em solenidade no Centro de Convenções de João Pessoa. 

    Participaram da sessão que aconteceu de forma híbrida, os procuradores: Lúcia de Fátima Maia de Farias, Alcides Orlando de Moura Jansen, Kátia Rejane de Medeiros Lira Lucena (secretária), Álvaro Cristino Pinto Gadelha Campos, Francisco Sagres Macedo Vieira, Luciano de Almeida Maracajá, Herbert Douglas Targino, Joaci Juvino da Costa Silva, Aristóteles de Santana Ferreira, Victor Manoel Magalhães Granadeiro Rio, Francisco Paula Ferreira Lavor, Sônia Maria de Paula Maia, Francisco Antônio de Sarmento Vieira, José Guilherme Soares Lemos, Maria Ferreira Lopes Roseno, Nilo de Siqueira Costa Filho, Sócrates da Costa Agra, José Farias de Souza Filho, Francisco Glauberto Bezerra, Alexandre César Fernandes Teixeira e Luís Nicomedes de Figueiredo Neto. 

    Fim dos lixões: o MPPB na academia
    O Colégio de Procuradores aprovou por unanimidade o voto de aplauso – proposto pelo procurador José Farias – ao membro do CPJ Luis Nicomedes de Figueiredo Neto, pela defesa da dissertação de mestrado, no programa de pós-graduação de Direito, da Faculdade Caxias do Sul. A pesquisa teve como foco a atuação do Ministério Público da Paraíba para a erradicação dos lixões. Luis Nicomedes agradeceu o voto dos colegas e disse que seu objetivo foi levar para a academia a atuação do Ministério Público no projeto “Fim dos Lixões”. Segundo ele, o MPPB trabalha intensamente em ações de relevância, mas poucas vezes consegue registrar essa atuação por meio de trabalhos acadêmicos. 

    De acordo com Luis Nicomedes, a dissertação traz o passo a passo do trabalho executado pelo Ministério Público, desde a divulgação de que apenas 29 municípios paraibanos mandavam seus resíduos sólidos a aterros sanitários, passando pelo processo de chamamento dos prefeitos para assinatura de acordos de não persecução penal (que foram registrados em inúmeras matérias no site instituição e pela imprensa local), até o último levantamento da Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e à Improbidade Administrativa (Ccrimp) que atestou a erradicação do mal no Estado. 

    Inclusive, o site institucional, por meio de conteúdos produzidos pela Assessoria de Imprensa da instituição, foi uma das fontes de pesquisa usada pelo mestrando para a composição da dissertação. A última matéria, por exemplo, foi publicada em janeiro deste ano, marcando o fechamento do projeto, com o anúncio de 100% dos lixões erradicados e o chamamento à população para denunciar a reativação de possíveis lixões, evitando que o problema reapareça. O material foi amplamente divulgado nos meios de comunicação do Estado, com entrevistas do procurador-geral, Antônio Hortêncio sobre o assunto. 

    O projeto “Fim dos lixões” foi deflagrado em 2018, pelo então procurador-geral, Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho, e continuado pelo atual chefe do MPPB, Antônio Hortêncio Rocha Neto. Participaram da comissão do MPPB que viabilizou o fechamento dos lixões, os procuradores de Justiça Francisco Sagres e José Farias e os promotores de Justiça Raniere Dantas, Eduardo Torres e Fabiana Lobo. Além disso, o projeto teve a participação de órgãos externos, a exemplo do Governo do Estado, que viabilizou galpões de triagem de materiais recicláveis no Estado, e da Federação das Associações dos Municípios (Famup), que ajudou a motivar os prefeitos a aderirem ao projeto e buscarem meios de erradicarem seus lixões. 
     
    Expedientes e adiamento de julgamento
    A presidente em exercício do colegiado também fez a leitura de dois expedientes encaminhados ao Colégio de Procuradores. O primeiro fazia referência ao Relatório de Atividades da Comissão de Elaboração Legislativa, referente ao primeiro trimestre do ano, remetido pelo coordenador do órgão, o 2º subprocurador-geral de Justiça, Francisco Paula Ferreira Lavor. 

    O segundo expediente foi remetido pelo 42º promotor de Justiça de João Pessoa, Edmilson de Campos Leite Filho, que comunicou a existência de procedimentos em curso na Promotoria  (002.2025.013891 e 002.2025.012588) relacionados à apuração de poluição ambiental no litoral da Paraíba, especificamente nas praias do Bessa e Intermares, e no leito do Rio Jaguaribe que resultou no aparecimento de espuma branca em determinado trecho. O expediente foi em resposta a pedido de informação da procuradora Ana Lúcia Torres de Oliveira, em sessão do colegiado. 

    Em determinado momento da sessão, a presidente Vasti Clea declarou-se suspeita para conduzir o julgamento de cinco itens da pauta, assumindo a presidência o terceiro decano, Alcides Jansen. Os processos têm como relator o procurador Luis Nicomedes e como revisora a procuradora Maria Lurdélia Diniz de Albuquerque Melo. Devido à ausência da revisora e, atendendo ao regimento interno do colegiado, o julgamento dos itens foram adiados para a próxima sessão. 

    Aprovação de resolução e outros
    O CPJ também aprovou alteração na Resolução 81/2024, que dispõe sobre as atribuições dos membros do Ministério Público. O processo foi de relatoria do procurador-geral, Antônio Hortêncio Rocha Neto, e teve o objetivo de corrigir o texto referente às atribuições do 59º promotor de Justiça, que atua nos feitos que tramitam na 2ª Vara de Entorpecentes da Comarca da Capital. Foi um ajuste formal, de redação, sem outras implicações.

    Entre as comunicações, destaca-se, ainda, a do procurador Francisco Sagres, que fez menção à Operação Saturação, deflagrada na semana passada sob a coordenação do MP-Procon, destacando o trabalho do seu coordenador, o promotor de Justiça, Romualdo Dias, e dos órgãos parceiros. O membro do colegiado também registrou a importância de fiscalizar todo o processo de produção de laticínios, a partir da ordenha dos animais até o produto final, de forma que dê segurança ao consumidor final em relação à higiene e qualidade do que é produzido.

    Assista à sessão na íntegra em https://www.youtube.com/watch?v=AdJW4bRDytc 

  • JF5 promove ações durante a Semana de Combate ao Assédio e à Discriminação  
		Última atualização:  28/04/2025 às 13:16:00

    JF5 promove ações durante a Semana de Combate ao Assédio e à Discriminação Última atualização: 28/04/2025 às 13:16:00

    Silenciosos, violentos, dolorosos e, na maioria das vezes, invisíveis aos olhos de muitas pessoas. Assim são o assédio e a discriminação no ambiente de trabalho. O tema tem ganhado atenção especial do Poder Judiciário, que ampliou os debates e as ações para combater as práticas. Nesse sentido, a Justiça Federal da 5ª Região (JF5) realiza, neste mês de maio, a Semana de Combate ao Assédio e à Discriminação, com uma série de atividades para sensibilizar magistrados, magistradas, servidores e servidoras sobre a importância de garantir o respeito e a tolerância. 

    No dia 7/05, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 promove a oficina “Rota das Emoções”, ministrada pela psicóloga e supervisora da Seção de Saúde e Qualidade de Vida da Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN), Shirley Magnólia Baumgartner. A ação é voltada a integrantes da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação do TRF5 (CPAMAS), servidores(as) de Gestão de Pessoas e colaboradores(as) terceirizados(as). O objetivo é sensibilizar as equipes sobre a importância do combate ao assédio moral e sexual, bem como à discriminação no ambiente de trabalho, promovendo o autoconhecimento, a empatia, a comunicação e o bem-estar emocional, bem como incentivando o diálogo em um ambiente seguro.   

    Já nos dias 8 e 9/05, representantes das CPAMAS do TRF5 e das Seções Judiciárias de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe participam do II Encontro Regional das Comissões de Prevenção ao Assédio. O evento acontece na sede da Justiça Federal na Paraíba (JFPB), com a realização de debates, palestras, oficinas e apresentações artísticas, visando à troca de experiências e à promoção de iniciativas integradas e em rede sobre o tema.  

    A programação conta, ainda, com a oferta do curso EaD autoinstrucional “Prevenção e Enfrentamento da Discriminação e do Assédio Moral e Sexual no Trabalho”. Serão 30 horas de aula, com conteúdo dividido em três módulos: Legislação Nacional, Internacional e Outras Referências; Conceitos de Assédio Sexual, Assédio Moral e Discriminação; e Diretrizes e Procedimentos de Prevenção e Enfrentamento.   

    As inscrições estão abertas até o dia 30/04. Saiba mais e inscreva-se!

    Resolução CNJ nº 351/2020 

    As ações de combate ao assédio e à discriminação estão previstas na Resolução nº 351/2020 do Conselho Nacional de Justiça, que instituiu, no âmbito do Poder Judiciário, a Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. O normativo apresenta uma visão abrangente sobre os desvios praticados no âmbito do Poder Judiciário, englobando tanto as ações praticadas presencialmente quanto por meios virtuais, considerando a inclusão do meio digital como ferramenta de trabalho. 

    CPAMAS 

    As Comissões de Combate ao Assédio e à Discriminação também estão previstas na Resolução CNJ nº 351/2020. Na 5ª Região, a CPAMAS está presente tanto no TRF5 quanto em cada uma das Seções Judiciárias vinculadas. Além de atuar no trabalho de prevenção, os grupos têm papel fundamental no acolhimento das vítimas e nas orientações sobre como proceder diante de uma denúncia.  

    Acesse o portal do CPAMAS do TRF5. 

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Convocação: assembleia geral extraordinária

    Convocação: assembleia geral extraordinária

    A diretoria do Sindifisco-PB convoca os filiados para assembleia geral extraordinária, que será realizada na próxima terça-feira (29/4), às 17h.

    Os filiados podem participar presencialmente, na sede do Sindicato ou pela plataforma Google Meet. (O link será enviado no dia da AGE)

    Pauta: Cursos Esat e outros assuntos.

    Contamos com a participação de todos os filiados!

  • Webinar discute desafios para a proteção dos povos e comunidades tradicionais

    Webinar discute desafios para a proteção dos povos e comunidades tradicionais

    Membros, servidores e assessores do Ministério Público da Paraíba e de outras unidades da federação estão participando do webinar “A Atuação do Ministério Público junto aos Povos e Comunidades Tradicionais”, promovido nesta segunda-feira (28/04). O evento foi aberto pela coordenadora do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf/MPPB), Anita Bethânia Rocha, que representou o procurador-geral de Justiça Antônio Hortêncio Rocha Neto.

    Ela destacou que, “embora relevante, o tema do webinar é pouco discutido” e falou da importância da atuação integrada entre as instituições ministeriais. “Em que pese o MPF ter uma atuação especialíssima, o MP estadual, principalmente na Paraíba, tem atuado na defesa dos direitos dos povos e comunidades tradicionais. Espero que tenhamos um dia de profunda aquisição de conhecimento”, disse. 

    A idealizadora do evento, a coordenadora do Centro de Apoio Operacional em matéria de defesa da cidadania, a promotora de Justiça Liana Carvalho, também falou sobre a importância do webinar. “Esse é o primeiro seminário que o Ministério Público promove sobre essa pauta tão essencial para todas as áreas de atuação ministerial. É uma união de esforços para mostrar que é possível a atuação conjunta do MP estadual e Federal e também da Funai na efetivação dos direitos das populações tradicionais. Escolhemos o mês de abril porque dia 19 é um dia marcante para a população indígena. É uma forma de reconhecer o papel e a importância dos povos originários”, explicou.

    Em sua fala, o procurador da República na Paraíba, Douglas Araújo, também destacou a importância de políticas públicas destinadas aos povos e comunidades tradicionais e defendeu ser fundamental a atuação de uma rede de colaboração de órgãos e instituições para a efetivação dos direitos desse público. “Na Paraíba, temos a honra de conviver com indígenas – com destaque para os Tabajaras e o povo Potiguar, além dos Waraos que vieram da Venezuela -, que mantêm vivos suas tradições, apesar de todas as dificuldades históricas. É dever do Estado brasileiro garantir os direitos das populações tradicionais, como a demarcação de terras, o acesso à saúde e à educação em formatos adequados e a manutenção do meio ambiente, por exemplo. Isso requer a atuação de diversos órgãos e a cooperação de secretarias estaduais e municipais, que atuam na ponta. Que esse encontro nos inspire a renovar o compromisso com essa causa, ouvindo os povos tradicionais”, disse.

    Direito de existir

    No turno da manhã, o webinar teve como mediadora a promotora de Justiça do MPPB, Fernanda Pettersen de Lucena, que, após agradecer o convite do CAO Cidadania e do Ceaf e cumprimentar os participantes, destacou que direitos humanos são resultado de reivindicações e lutas históricas. Ela também defendeu a importância de espaços de participação ativa para o debate e deliberação de políticas públicas em prol desses povos e comunidades tradicionais e a atuação integrada entre o Ministério Público e órgãos governamentais. 

    Na sequência, o coordenador regional da Funai na Paraíba, Eugênio Herculano de Arruda Júnior, e o procurador da República na Paraíba, José Godoy Bezerra de Souza, apresentaram o painel “Particularidades Indígenas”. Já a promotora de Justiça do MP do Pará, Lílian Regina Furtado Braga, ministrou palestra sobre a atuação do MP Estadual junto aos povos tradicionais, destacando as experiências na Amazônia paraense. 

    A situação de vulnerabilidade do povo Warao no município de João Pessoa – em relação ao acesso à saúde (recentemente houve um surto de leptospirose na comunidade) e às más condições dos abrigos -; o registro de nascimento de crianças indígenas na Paraíba; a situação do povo negro e quilombola (e as políticas supremacistas de “branqueamento” e “assimilamento”); os conflitos entre questões e órgãos ambientais sobre áreas de proteção e a demarcação de terras; assim como o impacto da pressão e especulação imobiliárias para a existência dos povos e comunidades tradicionais; os desafios para lidar com essa pauta (com destaque para questões relacionadas ao território e atribuições; gestão de políticas públicas; sistema de Justiça e a ausência do Estado, atividade econômica e populações tradicionais e povos originários) e a importância do letramento sobre esses grupos e suas peculiaridades foram alguns dos assuntos discutidos, nesta manhã. 

    Confira a programação do turno da tarde

    Apresentação e medição: Eduardo Luiz Cavalcanti Campos, promotor de Justiça do MPPB

    14h – Palestra: “ A questão dos indígenas venezuelanos Warao” 
    Palestrante: Eduardo Brunello, gerente operacional de promoção do acesso à cidadania, da Gerência de Direitos Humanos da SEDH 

    14h30 – Debates 

    14h45 – Palestra: “Quilombolas, povos de terreiro e outras populações tradicionais”
    Palestrante: Jadiele Berto, gerente executiva de Equidade Racial na Paraíba 

    15h15 – Debates 

    15h30 – Painel: “Atuações do MPPB junto aos povos tradicionais” 
    Painelistas: Liana Espínola Pereira de Carvalho, promotora de Justiça e coordenadora do CAO Cidadania e Direitos Fundamentais; Fabiana Maria Lobo da Silva, promotora de Justiça e coordenadora do CAO da Saúde; Ricardo Alex Almeida Lins, promotor de Justiça e coordenador do CAO Criminal

    16h30 – Encerramento

  • Nupemec é tema de aula inaugural de Pós-graduação em Direito Processual Civil

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    Juíza Carmen Brito (com livro) e turma da pós-graduação

    A coordenadora adjunta do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), juíza Carmen Helen Agra de Brito, representou o coordenador-geral do Núcleo, desembargador Horácio Ferreira de Melo Júnior, na aula inaugural da Pós-graduação em Direito Processual Civil e Meios Adequados de Solução de Conflitos da Faculdade Fasp de Campina Grande. O Nupemec é o órgão do Tribunal de Justiça da Paraíba responsável por coordenar, planejar, implementar e supervisionar a política pública de tratamento adequado dos conflitos de interesses, no âmbito do Judiciário estadual.

    Carmen Helen Agra de Brito, que é a magistrada titular da Vara Única da Comarca de Pocinhos, disse que o Nupemec-TJPB “atua de maneira estratégica para fomentar a cultura da paz e a utilização de métodos autocompositivos, como a mediação e a conciliação, instrumentos que visam oferecer alternativas mais céleres, eficazes e colaborativas na resolução de litígios”. Ainda de acordo com a juíza, o trabalho do Núcleo não apenas desafoga o Poder Judiciário, mas também promove a transformação das relações sociais, encorajando o diálogo e a construção conjunta de soluções. A aula inaugural aconteceu nesse sábado (26).

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    Professora Roseli Meirelles preseteou a juíza com livro

    Com sua atuação, o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos consolida uma mudança de paradigma no sistema de Justiça, afastando a cultura da sentença como único meio de resolução e promovendo uma justiça mais acessível, humana e eficiente”, avaliou Carmen Brito. Ao concluir sua aula, a juíza foi presenteada com o livro ‘Mediação Judicial Facultativa ou Obrigatória: um estudo comparado entre Brasil e Argentina’, da professora Roseli Meirelles Jung.

    Ao entregar seu livro à juíza, Roseli Meirelles disse que a magistrada falou sobre a relevância em promover a especialização em métodos autocompositivos da conciliação e da mediação, como na disseminação entre o meio jurídico da cultura de paz. “Na mesma oportunidade a juíza relatou os trabalhos que vem desenvolvendo na Comarca de Pocinhos, onde foi realizado o Dia ‘D’ da Conciliação, envolvendo toda a comunidade de Pocinhos, com resultados de acordos homologados no patamar de 90%”, relatou.

    A estrutura do Nupemec é composta por um desembargador-coordenador, indicado pela Presidência do Tribunal, e conta ainda com coordenadores adjuntos e equipe técnica de apoio. O Núcleo está vinculado, administrativamente, à Presidência do Tribunal de Justiça, e articula sua atuação junto aos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs), que são as unidades de atendimento direto à população.

    Entre suas principais atribuições está a elaboração de planos anuais de ação para o fortalecimento dos métodos consensuais; a capacitação de magistrados, servidores e conciliadores; a interlocução com instituições públicas e privadas para difundir as práticas autocompositivas; e a supervisão dos resultados alcançados pelos Cejuscs, em todo o Estado.

    Por Fernando Patriota

     

  • Esma divulga seleção para banco de currículos de formadores e docentes de cursos

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    Escola Superior da Magistratura – Esma

     A Escola Superior da Magistratura (Esma) divulgou no Diário da Justiça desta segunda-feira(28) os nomes que vão compor o banco de currículos de formadores e docentes para ministrar aulas nos cursos oferecidos pela instituição aos magistrados(as) e servidores(as) do Tribunal de Justiça da Paraíba, e, eventualmente, abertos ao público externo.

    A iniciativa inovadora tem como objetivo democratizar a atuação de professores na Esma. Em fevereiro foi lançado um edital com critérios objetivos para que as pessoas que tivessem interesse se inscrever. Foram inscritos quase 200 profissionais que integram o Sistema de Justiça da Paraíba, tais como magistrados e servidores do TJPB, da Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Defensoria Pública, Ministério Público e Advocacia Público e Privada.

    Os currículos foram avaliados pela equipe da gerência acadêmica respeitando as normas publicadas no edital. “Foi um trabalho intenso, mas gratificante, por estarmos inovando ao utilizar um processo democrático na escolha de nossos formadores. Agora, vamos ter um banco de currículos de profissionais aptos para ministrar os cursos da Esma, ao qual poderemos recorrer de acordo com a necessidade, sem perder o padrão de qualificação, que é nossa prioridade na hora de oferecer um curso e que tem marcado a história da Esma”, avaliou o gerente acadêmico, Flávio Romero Guimarães.

    Por Walquiria Maria

  • Último dia de inscrições do Colóquio sobre Orfandade e Direitos; evento ocorre na quarta-feira

    Termina nesta segunda-feira (28) o prazo para se inscrever no Colóquio Estadual sobre Orfandade e Direitos – Paraíba. O evento será realizado na próxima quarta-feira (30), das 8h às 14h, na sede da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), em João Pessoa. As inscrições devem ser feitas por meio do link:https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_XNIt5Rh-12zD9yBdlj3JLId1-2t5lp6xC6di2fVdWxLOUA/viewform. Podem participar servidores(as), magistrados(as), representantes de órgãos estaduais e municipais, integrantes da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (SEDH), além do público em geral.

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    O Colóquio é uma iniciativa do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Coordenadoria da Infância e Juventude, em parceria com a SEDH, através do programa Paraíba que Acolhe. A Defensoria Pública do Estado também é parceira na realização do evento.

    O objetivo do encontro é discutir os impactos da pandemia e de outras causas, como o feminicídio, na vida de crianças e adolescentes em situação de orfandade. Durante o evento, será apresentada a experiência bem-sucedida da Paraíba no acolhimento a esse público.

    A programação contará com a presença do professor Milton Santos, coordenador da Coalizão Nacional Orfandade e Direitos, que visitará o estado para conhecer os avanços locais e debater a ampliação dessas iniciativas em nível nacional.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Feminicídio: réu é julgado sob acusação de matar ex-companheira a golpe de faca em João Pessoa

    Fórum Criminal da Comarca da Capital
    Fórum Criminal da Comarca da Capital

    Já está em andamento a sessão de julgamento do réu João da Cruz Neto, denunciado pelo assassinato da sua então companheira, Marineide Alves de Oliveira. Os trabalhos acontecem no 1º Tribunal do Júri de João Pessoa, sob a presidência do juiz titular da unidade judiciária, Antônio Gonçalves Ribeiro Júnior. A estimativa é que a sentença seja prolatada nesta segunda-feira (28). Segundo o processo, o crime a golpe de faca aconteceu na Granja Maranata, situada na Rua Lírio da Paz, Bairro de Mangabeira, Capital.

    Na data do fato, João tinha ingerido bebidas alcoólicas e fez uso da substância entorpecente (cocaína) quando, em certo momento, iniciou-se uma discussão com a vítima, ocasião na qual ela afirmou que iria embora. Nesse instante, ele pegou uma faca tipo peixeira e golpeou a vítima, fatalmente, na altura do tórax”, revela parte da denúncia apresentada pelo Ministério Público.

    Ainda segundo os autos, logo depois do crime, a Polícia Militar foi acionada, o réu preso em flagrante e a faca apreendida. Interrogado, João confessou a autoria criminosa. Ele disse que praticou o crime em razão de uma discussão, ocasião na qual a ofendida afirmou que sairia de casa, caracterizando, assim, a futilidade do delito. “O fato do denunciado assassinar sua companheira, prevalecendo-se da relação que mantinha com ela, sendo, portanto, o delito praticado com violência doméstica e familiar contra a mulher, caracteriza a qualificadora do feminicídio”, sustenta o MP.

    Como o crime aconteceu em outubro de 2023, antes da Lei nº 14.994/2024, promulgada no mês de outubro do ano passado, o réu ainda vai responder por homicídio qualificado, com a qualificadora do feminicídio. A Lei 14.994/2024 faz parte do ‘Pacote Antifeminicídio’ e trouxe mudanças significativas para a legislação. A principal novidade foi a tipificação autônoma do feminicídio, ou seja, agora o crime é tratado separadamente do homicídio qualificado, com penas mais severas, que variam de 20 a 40 anos de prisão. “No Direito Penal, não se pode retroagir, para prejudicar o réu. Nesse caso específico, o crime aconteceu um ano antes da lei ser publicada”, explicou o juiz Antônio Gonçalves.

    Por Fernando Patriota