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  • Hugo Zaher é eleito presidente do Colégio de Coordenadores da Infância e da Juventude dos Tribunais de Justiça

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    Juiz Hugo Zaher, coordenador da Infância e Juventude do TJPB

    Mais um membro do Poder Judiciário estadual paraibano assume posição de destaque no cenário nacional. O juiz Hugo Gomes Zaher,  coordenador da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça da Paraíba, foi eleito presidente do Colégio de Coordenadores da Infância e da Juventude dos Tribunais de Justiça do Brasil (COLINJ). O pleito foi realizado durante encontro do colegiado na quarta-feira (14), na cidade de Belo Horizonte (MG). 

    A posse aconteceu no mesmo dia, em ato contínuo à eleição. Compõem a nova diretoria, ao lado do magistrado paraibano, o juiz Adriano Gomes de Melo (TJTO), como vice-presidente, e a juíza Luciana Assad Luppi Ballalai (TJPR), como secretária. 

    O magistrado paraibano informou que a chapa eleita assume o compromisso de dar continuidade às ações estratégicas desenvolvidas pelas gestões anteriores, com foco na atuação cooperativa, fortalecimento institucional e aprimoramento das políticas judiciárias voltadas à proteção de crianças e adolescentes. 

    “Assumimos essa missão com o compromisso de fortalecer o trabalho das coordenadorias em todo o país, consolidando redes de proteção, ampliando o apoio técnico e promovendo o intercâmbio de boas práticas. A defesa dos direitos da infância e juventude exige articulação institucional, sensibilidade e firmeza na atuação do sistema de justiça”, afirmou o novo presidente do colegiado. 

    Entre as diretrizes apresentadas pela nova diretoria estão: aproximação com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para atualização da Resolução nº 94; alinhamento técnico com o Conselho Nacional de Supervisores do Sistema Socioeducativo (CONSUP); aprofundamento dos diálogos com fóruns e instituições parceiras como FONINJ, FONAJUS, ABRAMINJ, ANGAAD e ARPEN Brasil; e articulação com universidades e escolas de magistratura para produção de conhecimento e ações formativas.

    De acordo o juiz Hugo Zaher, a nova diretoria também propôs a criação de assessorias temáticas para apoio técnico especializado em áreas estratégicas como ‘Primeira Infância, Depoimento Especial, PPCAAM’ e fortalecimento das equipes interprofissionais das varas da infância e juventude.

    COLINJ – O Colégio de Coordenadores representa um espaço de construção colaborativa de propostas, com participação ativa dos tribunais de todo o país, contribuindo para a implementação de políticas públicas e a efetividade do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

    Por Valter Nogueira, com foto de Euler Júnior/TJMG

  • Provas do 3º Enam acontecem domingo e Paraíba registra mais de 500 inscrições

    Com mais de 42 mil pessoas inscritas, será realizada neste domingo (18) a prova objetiva da terceira edição do Exame Nacional da Magistratura (Enam) –  processo seletivo nacional e unificado que confere habilitação para inscrição em concursos da magistratura promovidos pelos tribunais regionais federais, tribunais do trabalho, tribunais militares e tribunais dos estados e do Distrito Federal e dos territórios. 

    Em João Pessoa, a prova será realizada na Faculdade Internacional da Paraíba (FPB), localizada na Avenida Monsenhor Walfredo Leal, 512, no bairro Tambiá. Os portões abrem às 11h30, com fechamento às 12h30, e a prova ocorre das 13h às 18h, no horário de Brasília. A Assessoria de Comunicação da Enfam informou que na Paraíba houve um total de 556 inscrições.

    Nessa quinta-feira (15), foram tratados os últimos ajustes junto à Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam) para a realização do certame, que é executado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e disciplinado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Integram a comissão do exame na Paraíba a desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Maranhão, representando a Enfam; a juíza auxiliar da Vice-Presidência do TJPB, Silmary Alves de Queiroga Vita, representando o Tribunal; juiz federal Bruno Teixeira de Paiva pelo JFPB e a desembargadora do Trabalho Herminegilda Leite Machado, presidente do TRT-13.

    De acordo com informações da Enfam, entre os inscritos para a prova, há 7.633 pessoas negras, 1.971 com deficiência (PCD) e 97 indígenas. Os conhecimentos serão testados em 80 questões, que abordam temas como Direito Constitucional e Direitos Humanos.

    Atenção – No dia da prova, o candidato não poderá esquecer: caneta esferográfica de tinta azul ou preta, fabricada em material transparente (nenhum outro tipo de caneta será aceito); documento de identidade original com foto (cópias, mesmo autenticadas, não valem) e o comprovante de inscrição ou comprovante de pagamento da taxa de inscrição. 

    A organização do certame alerta para que o candidato confira seus dados pessoais na prova e tenha cuidado para não danificar o cartão de respostas, já que isso pode comprometer a leitura do gabarito.

    Por Gabriela Parente com informações da Enfam

     

  • Alvará Pix entra em fase de teste e magistrados passam por treinamento

    Dentro das inovações e avanços promovidos na gestão do presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho, está sendo executado, em fase de teste, o pagamento de Alvará por via Pix. O procedimento possibilita e assegura significativa celeridade na efetivação dos pagamentos de valores liberados judicialmente. 

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    Treinamento para utilização do Alvará Pix

    Uma série de treinamentos está sendo executada junto às unidades judiciárias. Na quarta-feira (14), dentro das ações de capacitação, o primeiro alvará na nova modalidade de pagamento foi efetuado no 7º Juizado Especial Cível da Comarca da Capital, pelo juiz titular Meales Medeiros de Melo, que é diretor do Fórum Cível da Capital.

    Nesta quinta-feira (15), a capacitação foi com juiz o titular da 2ª Vara Mista de Queimadas, Jeremias Melo. Nesta sexta (16), o treinamento acontece no Fórum Regional de Mangabeira, envolvendo as magistradas Daniela Rolim (8º Juizado Especial Cível) e Renata Barros de Assuncão Paiva (3ª Vara Cível de Campina Grande).

    Segundo explicou a diretora de Economia e Finanças do Tribunal de Justiça, Izabel Vicente Izidoro da Nóbrega, a capacitação está sendo feita pelo Banco de Brasília (BRB),  através do sistema BRBJUS.

    “O alvará pix é um importante avanço para uma prestação jurisdicional rápida e qualitativa, voltada especialmente ao cidadão que utiliza os serviços do judiciário paraibano”, ressaltou a diretora.

    Izabel Nóbrega salientou, ainda, que, finalizando a fase de treinamento, prevista para o final do mês de maio, o sistema estará apto para utilização por todas as unidades judiciais do TJPB. Antes disso, o prazo do BRB para cumprimento do alvará é de 05 dias úteis. As dúvidas podem ser dirimidas pelo e-mail suporteaotjpb@brb.com.br.

    Por Lila Santos

     

  • Semana do Registro Civil encerra atividades com atendimento no Espaço Cultural e na PPF

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    Juíza corregedora, Renata Câmara, durante a abertura do evento

    A terceira edição da ‘Semana Nacional do Registo Civil – Registre-se!’ termina nesta sexta-feira (16), com atendimento na Penitenciária de Psiquiatria Forense (PPF) e no Espaço Cultural José Lins do Rego, ambos em João Pessoa. Com o objetivo de erradicar o sub-registro civil de nascimento e ampliar o acesso à documentação básica por pessoas em situação de vulnerabilidade, no Estado, a iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é coordenada pela Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça da Paraíba.

    Além da PPF, a campanha atendeu a população carcerária do Presídio Serrotão, em Campina Grande, como também beneficiou pessoas privadas de liberdade do Presídio do Roger e Sílvio Porto, estas últimas unidades na Capital. A ‘Semana Registre-se’ ainda alcançou Bayeux, Cabedelo, Monteiro, Ouro Velho, Baraúna, Prata e Sousa.

    Segundo o corregedor-geral de Justiça, desembargador Leandro dos Santos, a Corregedoria publicou o Provimento CGJ/PB nº 01/2025, que regulamenta o ressarcimento dos atos gratuitos realizados pelas serventias do Registro Civil das Pessoas Naturais, na esfera do Programa de Enfrentamento ao Sub-registro Civil e de Ampliação ao Acesso à Documentação Básica por Pessoas Vulneráveis. “A medida também contempla as atividades desenvolvidas na Semana Nacional do Registro Civil, instituída pelo Provimento 140/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)”, informou.

    De acordo com a juíza corregedora, Renata Câmara, a Semana de Registro Civil também conta com a parceria da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais da Paraíba (Arpen-PB), Associação dos Notários e Registradores da Paraíba (Anoreg-PB), Companhia de Processamento de Dados da Paraíba (Codata), Defensoria Pública, Instituto de Polícia Científica, Receita Federal, Secretaria Estadual de Administração Penitenciária e outras secretarias, Polícia Militar e Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). 

    Atendimento – As ações da Semana Registre-se foram abertas com uma solenidade realizada na segunda-feira (12), no auditório do Complexo da Corregedoria-Geral de Justiça e Escola Superior da Magistratura (Esma), na Capital. No dia seguinte (terça-feira/13), começaram os atendimentos a centenas de pessoas no Espaço Cultural José Lins do Rego, que acontecem até esta sexta-feira, das 8h às 17h, sem intervalo para o almoço. 

    No local são oferecidos, gratuitamente, emissão da segunda via da certidão de nascimento, título de eleitor, CPF, RG, carteira de trabalho, além de inclusão e atualização no CadÚnico e outros benefícios sociais.

    A Semana Nacional do Registro Civil tem a direção do CNJ, por meio da Corregedoria Nacional de Justiça. A prioridade desta edição é a população em situação de vulnerabilidade: povos indígenas, pessoas em cumprimento de medidas de segurança, situação manicomial, população carcerária e egressos do sistema prisional, além de pessoas em situação de rua, sem prejuízo do atendimento dos demais segmentos da população socialmente vulnerável.

    Por Fernando Patriota

     

  • ‘TJPB Cidadão’: veja como é fácil baixar e acessar o novo aplicativo do Tribunal de Justiça da Paraíba

    ‘TJPB Cidadão’: veja como é fácil baixar e acessar o novo aplicativo do Tribunal de Justiça da Paraíba

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    Consulta processual, consulta de audiências, solicitação de certidões, Balcão Virtual e consulta de precatórios tudo em só lugar e ao alcance de todo o cidadão que necessita acessar os serviços do Tribunal de Justiça da Paraíba com agilidade, simplicidade e segurança. Como isso é possível? Simples: através do aplicativo ‘TJPB Cidadão’, lançado na quinta-feira (15).

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    Baixar o app é muito fácil, já que ele foi criado para os sistemas Android e iOS. Basta ir na loja virtual do seu smartphone e digitar o nome ‘TJPB Cidadão’. Clique em baixar e pronto, você já estará tendo acesso ao aplicativo.

    Baixou o app, o próximo passo é acessar os serviços do Tribunal de Justiça, de acordo com a sua necessidade. Alguns deles não precisam de cadastro. Para outros, porém, será necessário seguir as orientações do próprio app para cadastrar. Em qualquer um dos casos, o acesso é bem simples.

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    Vejamos um exemplo prático! Você quer ter acesso ao menu ‘Consulta de precatórios’. Esse não precisa de cadastro. Basta clicar, digitar o número do processo e lá estarão as informações necessárias.

    Mas, se o acesso que lhe interessa é uma consulta processual de um caso que não é público, aí é importante preencher os dados solicitados para o cadastramento.

    Por Nice Almeida

    Conheça alguns serviços disponíveis no ‘TJPB Cidadão’:

     

  • Visita de alunos encerra programação do Dia da Memória do Poder Judiciário

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    Alunos e turistas em visita ao Museu do TJPB

    Na manhã desta sexta-feira (16), a visita de estudantes do curso de arquivologia da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e de um casal de turistas da cidade de São Paulo ao Museu do Poder Judiciário marcou o encerramento da programação especial em homenagem ao Dia da Memória do Poder Judiciário (10 de maio). Dentro das atividades, uma série de visitas foram realizadas durante a semana.

    A programação teve início no Museu do Poder Judiciário, momento em que o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho, por meio de um vídeo institucional, saúda os visitantes e os convida a conhecer a história do judiciário paraibano. Na sequência, a visita seguiu ao Salão Nobre, à Galeria dos Ex-presidentes do TJPB, à Sala de Sessões do Pleno, ao Pleno Histórico e à Cripta de Epitácio Pessoa, sendo guiada pela equipe do Museu, formada pelos servidores Patrício Fontes, Marcos Alcântara e Clarisse Santana.

    Na sala histórica do Pleno do Tribunal de Justiça, o presidente da Comissão de Cultura e Memória do TJ, desembargador Marcos Cavalcanti, conversou com os visitantes, explicando destaques da história da Justiça paraibana. Ele destacou ter sido uma semana intensa de visitas ao Palácio da Justiça, ressaltando a importância do resgate histórico da Memória do Poder Judiciário brasileiro. 

    “Abrimos as portas ao povo, para que a população conheça melhor como funciona o Poder Judiciário, o seu passado e o seu presente. O passado é muito importante, porque sem passado ninguém tem presente, nem pode se organizar para o futuro”, comentou. 

    Já a presidente do Centro de Academia de Arquivologia da UFPB, Cláudia Marques Paiva, ressaltou a importância do Museu do TJPB por possuir vários documentos que são arquivísticos e preservados para contextualizar a história do judiciário estadual. “É uma espaço no qual acredito que todos os cidadãos devem visitar, para conhecer a sua memória, o legado e lutas que já ocorreram, principalmente na busca de direitos, que o Poder Judiciário teve um papel essencial nesse contexto”, realçou. 

    O casal de turistas, Marcelo Alves da Hora e Maria Nubia Santos da Hora, explicaram que, antes de visitarem o Museu do TJPB, fizeram uma pesquisa teórica através de vídeos para poder tomar um conhecimento prévio a respeito dos principais pontos turísticos e históricos da Capital paraibana. 

    “Foi interessante conhecermos as referências aqui da cidade em termos de sua herança cultural, artística, histórica, arqueológica e, nesse sentido, ao chegar, podermos aproveitar nossa estadia aqui para conhecermos esses significativos locais históricos da memória paraibana, especialmente a Justiça”, enfatizou Marcelo Alves, tendo o mesmo, por ser professor, despertado o interesse de sua esposa pela história.  

    Resgate – O dia 10 de maio foi instituído pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Resolução nº 316/2020, com a finalidade de celebrar o Patrimônio Cultural construído pelo Poder Judiciário, desde o Brasil Colônia, para as gerações presentes e futuras.

    Agendamento – Para agendar visitas em grupo ao Museu do Poder Judiciário, os interessados podem entrar em contato pelos telefones: (83) 3612-6797 e (83) 99143-7273 (WhatsApp). O agendamento pode ser feito, também, pelo e-mail – museu@tjpb.jus.br. Para saber mais sobre o Museu do TJPB, o cidadão pode seguir o Instagram @museutjpb.

    Por Lila Santos

    Foto: Ronaldo Orlando

     

  • Sala é inaugurada no Fórum Criminal para os trabalhos do Comitê de Políticas Penais

    Foto: Autoridades fazem corte simbólico da fita
    Ato que marca a inauguração da Sala no Fórum Criminal

    As reuniões do Comitê Estadual de Políticas Penais da Paraíba (CEPP-PB) para construção do Plano Pena Justa no âmbito estadual já têm endereço fixo: uma sala exclusiva situada no 3º andar do Fórum Criminal da Capital. O espaço foi inaugurado na tarde desta quinta-feira (15) pelo presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, durante as atividades alusivas aos 100 dias de sua gestão à frente do Judiciário estadual.

    “Há poucos dias estivemos aqui para dar posse aos integrantes do Comitê e hoje, em tão pouco tempo, já disponibilizamos um espaço digno para que, daqui, possam nascer políticas e projetos voltados à reinserção social”, afirmou Fred Coutinho.

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    Presidente Fred Coutinho

    Os membros do CEPP estão incumbidos de elaborar o Plano Pena Justa no âmbito estadual, apresentando, assim, soluções estruturadas e permanentes para os desafios enfrentados pelo sistema penitenciário local e medidas urgentes para corrigir violações aos direitos fundamentais dos presos. O comitê se reunirá quinzenalmente a partir deste mês. 

    O comprometimento do Judiciário e do Executivo com o Plano Pena Justa na Paraíba e consequentemente com o fortalecimento do sistema penitenciário do estado foram destacados também pelo secretário-executivo de Administração Penitenciária, João Paulo Barros.

    “Esperamos que os resultados do trabalho realizado aqui possibilitem que aquela pessoa que está presa possa voltar ao seio social com uma condição diminuída de reincidência criminal. Esse é o nosso objetivo principal. Queremos transformar ideias em projetos e projetos em realidades – é isso que buscamos”, asseverou.

    O Comitê é integrado por representantes diversos dos Poderes Judiciário e Executivo da Paraíba, bem como da sociedade civil, e tem o apoio técnico do Programa Fazendo Justiça CNJ/PNUD.

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    Desembargador Carlos Beltrão

    Para o supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização dos Sistemas Carcerário e Socioeducativo (GMF), desembargador Carlos Beltrão, o espaço oferece estrutura e condições de trabalho adequadas para a elaboração do Plano.

    Reunião do colegiadoApós a inauguração da sala, os membros do Comitê presentes se reuniram para algumas deliberações iniciais. Na ocasião, a coordenadora do GMF – área penal, juíza Aparecida Gadelha, revelou que uma das primeiras demandas é a aprovação do Regimento Interno.

    “É este dispositivo que vai conduzir a nossa atuação, traçar limites internos e definir um método de trabalho para que nossas reuniões sejam sempre produtivas”, defendeu.

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    Sala de reuniões do Comitê Estadual de Políticas Penais

    Além do Regimento Interno, foram postas em debate a consulta pública disponibilizada no site do TJPB; a possibilidade de uma audiência pública sobre o Plano Pena Justa; a aprovação de um cronograma de reuniões conforme os eixos do Plano, entre outros assuntos.

    CEPP – O Comitê foi instituído em fevereiro deste ano através de ato normativo conjunto assinado pelo TJPB e pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), com o objetivo de ser uma instância de governança, que vai coordenar a execução do plano estadual a fim de enfrentar o estado de coisas inconstitucional do sistema penitenciário, conforme determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da ADPF 347.

    Pena Justa – O Plano Pena Justa foi elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em conjunto com a União, com o apoio de parceiros institucionais e da sociedade civil. O documento possui mais de 300 metas, a serem cumpridas até 2027, com atuação em quatro eixos: controle da entrada e das vagas do sistema prisional para enfrentar a superlotação; melhoria da qualidade da ambiência, dos serviços prestados e da estrutura prisional; processos de saída da prisão e da reintegração social e políticas de não repetição do estado de coisas inconstitucional no sistema carcerário.

    Por Gabriela Parente e fotos de Ednaldo Araújo

     

     

     

  • Presidente do TJPB reúne equipe administrativa para avaliar os 100 dias de gestão

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    Presidente Fred Coutinho reuniu equipe de auxiliares

    Encerrando as atividades alusivas aos 100 dias de gestão, o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho, junto com o vice, desembargador João Batista Barbosa, reuniu, na tarde dessa quinta-feira (15), auxiliares da Presidência e diretores(as). 

    No encontro, que aconteceu na sede do Anexo Administrativo do Palácio da Justiça, o gestor do Poder Judiciário fez um balanço positivo das ações realizadas no período, agradeceu e reforçou a confiança em sua equipe administrativa. 

    O desembargador-presidente justificou que o objetivo foi analisar o que foi feito nos 100 primeiros dias de sua gestão e avançar em projetos e ações que aperfeiçoem, cada vez mais, a relação do judiciário paraibano com a sociedade.

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    Presidente do TJPB com toda equipe de auxiliares

    “Sempre tenho dito: onde estamos errando para buscarmos acertar e onde estamos acertando para melhorarmos. Hoje é um dia de muita alegria e comemoração, mas acima de tudo um dia de muita responsabilidade e de fazermos essa reflexão. De modo a procurarmos melhorar os nossos trabalhos em favor do cidadão”, comentou Fred Coutinho.

    Para ele, o balanço é positivo, mesmo com as dificuldades e superações. Ele se referiu, emocionado, ao momento histórico, que o marcou muito, após uma luta de mais de meio século, que foi a doação do prédio do Fórum de Patos. 

    Fred Coutinho ressaltou, ainda, outras ações como o aumento salarial dos servidores prestigiando os seus valores, o reconhecimento da magistratura, o avanço da tecnologia com a versão do PJe totalmente atualizada, o lançamento do aplicativo TJPB Cidadão e o programa Gestão em Movimento.

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    Vice-presidente do TJPB, desembargador João Batista Barbosa

    O desembargador João Batista Barbosa também avaliou como muito positivo os 100 dias da gestão. “Por vários motivos. O presidente  está se deslocando a cada uma das comarcas do Estado da Paraíba, com a diretoria, juízes e  desembargadores, para levar as propostas e também ouvir os reclamos de todas as pessoas, inclusive dos servidores, acerca da administração”, salientou.

    O encontro de trabalho foi encerrado com a exibição de um vídeo institucional, produzido pela Gerência de Comunicação do TJPB, elencando as principais realizações da Mesa Diretora do Tribunal de Justiça paraibano nesses 100 primeiros dias da administração. 

    Por Lila Santos/Fotos Ednaldo Araújo

     

  • Gaeco, CGU e PC deflagram segunda fase da Operação Retomada

    Gaeco, CGU e PC deflagram segunda fase da Operação Retomada

    Foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (16/05), a segunda fase da Operação Retomada, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado do Ministério Público da Paraíba (Gaeco/MPPB), com o apoio da Controladoria-Geral da União, na Paraíba, e da Polícia Civil. O objetivo é cumprir mandados de busca e apreensão expedidos pelo Tribunal de Justiça Estadual. De acordo com o Gaeco, a ação dá continuidade à investigação que apura graves indícios de manipulação de jurisdição para a obtenção de vantagens financeiras ilícitas.

    As investigações apontam para a atuação coordenada de agentes públicos e particulares – incluindo um servidor do Poder Judiciário Estadual e advogados – na captação de nomes para figurarem como associados de entidades constituídas de forma fraudulenta, no ajuizamento de ações coletivas em juízos previamente escolhidos, sem qualquer vínculo com as partes, e na confecção de decisões judiciais favoráveis aos integrantes do esquema. Por meio desses processos judiciais, os investigados buscavam obter decisões para realizar descontos indevidos nos benefícios previdenciários de aposentados e pensionistas de diversos órgãos públicos, incluindo o INSS.

    Em aprofundamento das diligências, identificou-se a prática sistemática de fraudes envolvendo empréstimos ofertados a idosos, por meio de associações fictícias que, sob o disfarce de contribuições associativas, operavam como instituições financeiras informais, à margem da regulação do Banco Central e das normas de proteção ao consumidor. Essas entidades, controladas por advogados vinculados à organização criminosa, aliciavam aposentados e pensionistas — especialmente os mais vulneráveis — induzindo-os à assinatura de termos de adesão que, na prática, encobriam contratos de mútuo com juros abusivos, disfarçados de mensalidades para serviços inexistentes.

    Ainda de acordo com as investigações, as ações eram propostas em comarcas dominadas pela Orcrim (organização criminosa), com requerimentos de homologações extrajudiciais das “adesões”, sem contraditório e sem atuação do Ministério Público. As decisões, prolatadas em tempo recorde, baseavam-se em documentação forjada, conferindo aparência de legalidade aos descontos indevidos. Em muitos casos, as vítimas sequer tinham ciência da existência das ações, tomando conhecimento apenas quando seus proventos eram atingidos. Alarmantemente, tais demandas tramitavam sob segredo de justiça, obstando a atuação institucional e o exercício da ampla defesa por consumidores hiper vulneráveis.

    Até o momento já foram identificadas 11 associações e entidades fraudulentas que moveram mais de 230 ações coletivas no Estado da Paraíba, atingindo mais de 100 mil aposentados e pensionistas de todo o país e descontos ilegais nos benefícios previdenciários que somam mais de R$ 126 milhões.

    Além disso, o esquema visava a concessão de liminares para excluir registros negativos em cadastros de proteção ao crédito (SPC, Serasa etc.) sem a efetiva quitação dos débitos (modalidade limpa nome); a suspensão dos descontos de empréstimos consignados em contracheques de servidores, aposentados e pensionistas, liberando artificialmente a margem consignável para novas contratações, sem o pagamento das operações anteriores (modalidade limpa margem); e a reativação de créditos expirados ou a reversão de políticas contratuais dos programas de fidelidade de companhias aéreas, gerando benefícios financeiros indevidos aos participantes do esquema (revitalização de milhas).

    A primeira fase
    A primeira fase da operação foi deflagrada em 11 de dezembro de 2024, a partir de elementos que revelaram indícios de atuação sistemática envolvendo um magistrado da Justiça Estadual e advogados, com o objetivo de direcionar indevidamente os processos judiciais e obter ganhos ilícitos. Na ocasião, foram cumpridos mandados de busca, resultando na apreensão de documentos, dispositivos eletrônicos e outros elementos probatórios que subsidiaram o avanço das investigações. A análise do material recolhido naquela etapa permitiu a identificação de novas frentes investigativas, o que culminou na deflagração da segunda fase.

    Em razão das medidas judiciais implementadas na etapa inicial, já foi possível o bloqueio de valores em contas bancárias das associações em mais de R$ 10 milhões. Nesta fase da operação, estão sendo cumpridos seis mandados judiciais em endereços residenciais dos investigados, localizados nos estados da Paraíba e de São Paulo, e contou com a participação de cinco promotores de Justiça, 26 agentes do Gaeco/PB, dois auditores da CGU e 15 policiais civis.

    O Ministério Público e os órgãos parceiros seguem empenhados na apuração dos fatos e na responsabilização dos envolvidos, sempre com observância ao devido processo legal.

    Fonte: Gaeco/MPPB

  • Mudança nas comunicações processuais não vale para o PJe 1x do TRF5 Última atualização: 15/05/2025 às 20:08:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 informa que as mudanças na regra dos prazos processuais para intimações, que serão contados com base exclusivamente nas publicações no Domicílio Judicial Eletrônico ou no Diário de Justiça Eletrônico Nacional (DJEN), só serão aplicadas para os processos que tramitam no PJe 2x, não valendo para os que estão no PJe 1x, cuja plataforma não admite esse tipo de intimação. 

    Na Justiça Federal da 5ª Região (JF5), o PJe 2x, utilizado atualmente nos Juizados Especiais Federais, nas Turmas Recursais e na Turma Regional de Uniformização de Jurisprudência, bem como na Turma Adjunta à Primeira Turma do Tribunal, já conta com integrações às funcionalidades da Plataforma Digital do Poder Judiciário (PDPJ-Br), como o DJEN e o Domicílio Judicial Eletrônico. Por isso, as mudanças determinadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) entraram em funcionamento nesta quinta-feira (15/05)

    Porém, o PJe 1x, em uso nas Varas Federais e no Tribunal, está em fase de transição e será descontinuado. Todos os processos da JF5 que tramitam nessa plataforma serão migrados para o PJe 2x, até o mês de setembro, quando o TRF5 irá finalizar a integração com as funcionalidades da PDPJ-Br. Até lá, as mudanças na regra dos prazos para intimações, que serão aplicadas a partir desta sexta-feira (16/05), não alcançam os processos em tramitação no PJe 1x. 

     

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5