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  • Curso Domicílio Judicial Eletrônico está com matrículas abertas 
		Última atualização:  21/03/2025 às 15:15:00

    Curso Domicílio Judicial Eletrônico está com matrículas abertas Última atualização: 21/03/2025 às 15:15:00

    Já está disponível para matrícula, na plataforma do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores do Poder Judiciário (CEAJUD), o curso autoinstrucional Domicílio Judicial Eletrônico – Entidades Públicas. A ação educacional acontece na modalidade Ensino a Distância (EaD) e visa a habilitar representantes de entidades públicas a utilizarem o sistema Domicílio Judicial Eletrônico.

    O treinamento é uma parceria entre o Programa Justiça 4.0, o Conselho Nacional da Justiça (CNJ), e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). A capacitação é dividida em quatro módulos: “Acesso e Legislações Correlatas”; “Cadastro da Pessoa Jurídica”; ” Comunicações Processuais”; e “Integração ao Domicílio Judicial Eletrônico”.

    Como se inscrever:

    1 – Acessar o link: https://www.cnj.jus.br/eadcnj/

    2 – Clicar em “criar um conta”, caso ainda não tenha, preencher o cadastro e clicar em “criar minha conta”;

    3 – Acessar o mesmo link indicado acima com o CPF e a senha cadastrados; 

    4 – Buscar o curso Domicílio Judicial Eletrônico – Entidades Públicas em “categorias de cursos” e realizar sua autoinscrição.

    Domicílio Judicial Eletrônico

    O Domicílio Judicial Eletrônico é uma das soluções tecnológicas desenvolvidas pelo Programa Justiça 4.0, originário da parceria entre o Programa das Nações Unidas para o desenvolvimento (PNUD) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O sistema tem como objetivo centralizar as comunicações processuais emitidas pelos tribunais brasileiros, possibilitando consultas a intimações, citações e demais comunicações processuais de forma eletrônica.

     

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • Atualização: SEI ficará indisponível durante o final de semana  
		Última atualização:  21/03/2025 às 16:51:00

    Atualização: SEI ficará indisponível durante o final de semana Última atualização: 21/03/2025 às 16:51:00

    A Divisão de Sistemas Administrativos (DSISADM) do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 informa que o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) será atualizado, durante os dias 21/03 (sexta-feira) e 23/03 (domingo), o que causará a indisponibilidade do programa. Além do SEI, algumas aplicações que utilizam seus recursos também ficarão indisponíveis, como Certidões, Geafin, SGA e E-Compras.

    A ação terá início às 20h do dia 21/03, com previsão de conclusão às 17h do dia 23/03. Caso a atualização seja concluída antes do previsto, os sistemas serão restabelecidos.

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • TJPB homenageia os 100 anos de nascimento do desembargador Orlando Jansen

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    Placa comemorativa foi entregue à família do Des. Jansen

    Desembargadores(as), magistrados(as), promotores(as), autoridades do Executivo, Judiciário Federal e do Tribunal de Contas do Estado, advogados(as), servidores(as), parentes e amigos estiveram na Sala de Sessões do Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba, na manhã desta sexta-feira (21), para prestar homenagem ao desembargador Orlando Jansen (falecido), pela passagem do seu centenário de nascimento, completados no dia 6 de fevereiro de 2025.

    O evento, transmitido ao vivo no Canal Oficial do TJPB no Youtube    (https://www.youtube.com/watch?v=BPWtAmviBlo), integra as ações da Comissão de Cultura e Memória do Poder Judiciário paraibano.

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    Presidente Fred Coutinho

    O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho, destacou a importância do evento, ressaltando ser uma satisfação dar continuidade a projetos relevantes de gestões anteriores, por ser a preservação da história e de pessoas que contribuíram para a Justiça paraibana.

    “É uma honra abrir as portas do Judiciário para celebrar e registrar 100 anos de nascimento do desembargador Orlando de Moura Jansen. Um homem voltado para o social e para o mundo jurídico. Nos deu um exemplo com sua personalidade de ajudar ao próximo no silêncio, sem divulgação, isso é humanização”, pontuou o desembargador-presidente.

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    Desembargador Marcos Cavalcanti,

    Para o presidente da Comissão de Memória e Cultura do TJPB, desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, a solenidade do centenário do desembargador Orlando Jansen representa um momento muito especial.

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    “O homenageado, desembargador Orlando Jansen, foi uma figura ímpar aqui no nosso Tribunal, marcou época. Foi um desembargador notável com sua cultura, sua sabedoria, prestando relevantes serviços ao povo paraibano, por isso é sempre bom reviver a história e lembrar das pessoas importantes. É uma homenagem justa e que também se estende aos seus familiares”, enfatizou.

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    Juiz Euler Jansen

    O juiz Euler Jansen, filho do homenageado, agradeceu a homenagem em nome da família, destacando o momento especial. “Uma consagração do trabalho de um pai honrado, do reconhecimento de um pai que deixou filhos que seguiram, profissionalmente, o seu caminho, todos os homens seguiram algum traço da carreira de nosso pai, ou seja, advogado, do Ministério Público, e na magistratura, apesar de ter sido o menor tempo que meu pai passou”, ressaltou.

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    Familiares do homenageado e magistrados do TJPB

    Durante a solenidade, os filhos do homenageado, Euler de Moura Jansen, Orlando de Moura Jansen, Felizardo de Moura Jansen e Thamis de Moura Jansen receberam das mãos do desembargador Fred Coutinho uma placa de reconhecimento do TJPB pelo contributo do desembargador Orlando Jansen à Justiça paraibana.

    Quem é – Orlando Jansen nasceu em Patos, em 6 de fevereiro de 1925, filho do coronel de polícia Vicente Jansen de Castro e Alzira de Luna Freire Jansen. Estudou o curso de Direito no Recife. Disposto a seguir a carreira jurídica, ingressou no Ministério Público em 13 de novembro de 1953, como promotor substituto da Comarca de Princesa Isabel. Em 24 de maio de 1984, por indicação do Pleno do Tribunal de Justiça, Orlando Jansen figurou em lista tríplice e foi escolhido pelo então governador Wilson Leite Braga.

    Por Lila Santos

     

  • GMF do socioeducativo do TJPB participa da apresentação do ‘Programa Pós-medida’

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    Reunião GMF_Fundac

    Hugo Zaher destacou parceria do Judiciário com Governo e entidades

    Integrantes do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF) do Tribunal de Justiça da Paraíba participaram, na manhã desta sexta-feira (21), da apresentação do Programa Pós-medida, que atende a adolescentes depois do cumprimento de medidas socioeducativas. O evento aconteceu na sede da Fundação Desenvolvimento da Criança e do Adolescente Alice de Almeida (Fundac), em João Pessoa, com a presença do juiz e coordenador do GMF – área socioeducativa, Hugo Zaher, e do presidente da Fundação, Flávio Moreira.

    A construção do projeto do Programa Pós-medida teve  o apoio do Poder Judiciário estadual, através do GMF, com o fomento da ação pelo Programa Fazendo Justiça (CNJ/Pnud).

    Segundo Hugo Zaher, “os adolescentes que recebem um encaminhamento de extinção da medida socioeducativa, pelo seu devido cumprimento, exarada pelo juiz competente, precisa ter seus direitos fundamentais garantidos, como saúde, profissionalização, educação, cultura e benefícios sociais, para que possa de fato trilhar caminhos que garantam seu desenvolvimento integral, para si e para sua família”.

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    Reunião GMF_Fundac

    Flávio Moreira: maior acompanhamento dos adolescentes

    O magistrado ainda disse que o Pós-medida é uma importante ferramenta no trabalho da integração social do adolescente, desempenhado com bastante zelo pela Fundac, em todo o Estado. “Com essa pactuação entre Tribunal de Justiça da Paraíba, Governo do Estado, Fundação e CNJ, a ideia é que seja potencializado esse programa, e os próprios adolescentes e suas famílias tenham reflexos positivos para a garantia dos seus direitos”, adiantou Zaher.

    O presidente da Fundac disse que, desde o início de sua gestão, a instituição tem buscado formas de aprimorar o acompanhamento dos adolescentes pós-cumprimento de medida, que é o momento mais vulnerável dessas pessoas. “Quando eles saem da medida de internação, muitas vezes, não têm o apoio institucional e acabam voltando para território em maior vulnerabilidade. Tenho certeza que essa iniciativa do Tribunal de Justiça, GMF da Paraíba, junto com a Fundac e com o governo do Estado, vai exatamente facilitar a reintegração plena desse jovens”, avaliou.

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    Reunião GMF_Fundac

    Encontro aconteceu na Fundac, em João Pessoa

    Equipe – Também representando o GMF/TJPB do socioeducativo estavam, a assessora executiva do Grupo, Gabriella Guedes; a psicóloga, Clarissa Guedes; e assistente social e técnica estadual, Mayara Lima. Também acompanhou a atividade a assistente técnica da área socioeducativa, do programa Fazendo Justiça, Olívia Almeida.

    Já a equipe da Fundac foi formada por Luciana Gomes (coordenadora do programa), Silmara Marinho (assistente social), Mariana Vieira (psicóloga), Kellen Lachietti (assistente social) e Carlene Fulco – assistente social de Lagoa Seca/Campina Grande, e Rayssa Katrinny (pedagoga).

    Por Fernando Patriota

     

  • Magistrados e servidores participam de curso sobre uso adequado das redes sociais

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    A temática foi ministrada pelo jornalista José Vieira Neto

    Com o objetivo de capacitar magistrados(as) e servidores(as) do Tribunal de Justiça da Paraíba sobre os riscos e boas práticas no uso das redes sociais, prevenindo crises de imagem e garantindo alinhamento com os princípios éticos e normativos do Poder Judiciário, a Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB) promoveu, na manhã desta sexta-feira (21), o Curso ‘Prevenindo Crises nas Redes Sociais’. A temática ministrada pelo jornalista e gerente de Comunicação do TJPB, José Vieira Neto, ocorreu na sede da instituição de ensino, em João Pessoa.

    Durante a explanação, José Vieira destacou que as redes sociais se tornaram um território cada vez mais desconhecido e imprevisível. “Diariamente, observamos crises profundas sendo geradas por publicações que, muitas vezes, são feitas de forma equivocada. Lidar com as redes sociais nos dias de hoje não é uma tarefa simples, e muitas pessoas ainda não estão plenamente conscientes disso”, afirmou.

    José Vieira apontou que não existem muitos cursos focados na prevenção de crises nas redes sociais. “É fundamental aprender a lidar com essas plataformas e tentar entender os mecanismos por trás delas. O tema prevenir crise é escasso, mas o tema de cursos nas redes sociais para promover postagem e ganhar seguidores, esse, sim, é gigantesco. Mas prevenir crises que é o mais importante praticamente não existe”, comentou.

    A diretora adjunta da Esma-PB, juíza Antonieta Lúcia Maroja Arcoverde Nóbrega, destacou que, muitas vezes, a exposição nas redes sociais, ainda que privadas, repercute de forma inimaginável. “Diante disso, esse curso é bastante importante para que tenhamos uma visão mais ampla a respeito do impacto que a nossa manifestação, seja de imagem ou de opinião, pode ter perante a opinião pública e, dessa forma, nos resguardarmos a nós mesmos e também ao órgão do qual fazemos parte”, afirmou.

    Também presente ao curso, a desembargadora Lilian Frassinetti Correia Cananéa observou que o conteúdo compartilhado por José Vieira é de extrema importância. “Eu, que não sou muito de rede social, mas tenho minha própria, estou aprendendo dicas valiosas de prevenção. É fundamental termos consciência de que uma palavra, às vezes colocada de forma inadequada ou em um momento inoportuno, pode gerar uma grande repercussão na nossa vida, não só pessoal, mas também profissional”, disse.

    O juiz da 1ª Vara Mista da Comarca de Cuité, Iano Miranda dos Anjos, enfatizou que, no mundo atual, as redes sociais fazem parte da vida de muitas pessoas. “É fundamental a realização deste curso, para que possamos evitar conflitos que não trazem benefícios para ninguém. Devemos usar as redes sociais de forma construtiva, para promover uma sociedade melhor, fortalecer os laços nos grupos de trabalho e aprimorar as relações familiares, não destrui-las. Na minha visão, este curso tem grande relevância, pois aborda as diversas formas de uso das redes sociais, sejam em ambientes familiares ou profissionais, sempre com o objetivo de tornar o intercâmbio e o relacionamento mais construtivos, e não destrutivos”, falou.

    A servidora Andréa Lyra Fernandes Félix considerou a proposta do curso extremamente interessante, pois, nos dias de hoje, não há como fugir das redes sociais. Segundo ela, é essencial estar atento às novas funções e às mudanças que elas trazem, já que estamos cada vez mais inseridos em um mundo digital. “O tribunal, por exemplo, está completamente informatizado, e a Inteligência Artificial está chegando para transformar nossas vidas. Então, precisamos nos adaptar a essas novas realidades. Por isso, decidi me inscrever no curso, para adquirir mais conhecimento”, disse.

    No curso, foram abordados temas como  a Resolução nº 305 de 17/12/2019 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), destacando tópicos específicos sobre as diretrizes do Conselho sobre o uso das redes sociais pelos integrantes do Poder Judiciário; o contexto histórico e a evolução das redes sociais; os impactos das redes sociais na reputação institucional e individual; casos concretos de crises geradas por postagens inadequadas no Brasil e no exterior; orientações práticas para o uso seguro das redes sociais; e discussões sobre situações reais, promovendo a troca de experiências e esclarecimento de dúvidas.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Ministério da Saúde começa a distribuir 35 milhões de doses da vacina contra a gripe

    Ministério da Saúde começa a distribuir 35 milhões de doses da vacina contra a gripe

    O Ministério da Saúde anunciou a distribuição de 35 milhões de doses de vacinas contra a gripe para todos os estados das regiões Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Sudeste, até o final de abril. Desse total, a pasta começa a distribuir, já nesta sexta-feira (21), 5,4 milhões de doses produzidas pelo Instituto Butantan e adquiridas pelo Governo Federal. A previsão para o início da campanha de reforço da vacinação é em 7 de abril para todo o público-alvo. A estratégia será mantida ao longo do ano, indo além das campanhas sazonais e se integrando ao Calendário Nacional de Vacinação

    Para marcar o início da operação, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, supervisionou a entrega em Brasília, onde detalhou à imprensa como funcionará o plano de vacinação contra influenza para 2025 e destacou sobre a importância de se vacinar. “O público prioritário que comparecer a unidade de saúde para qualquer atendimento, terá a vacina de Influenza à disposição o ano todo. Nosso objetivo é fazer com que o Brasil tenha o maior e mais diverso sistema vacinal do mundo. Nossa meta é imunizar 90% do público prioritário e vamos disponibilizar vacina pra isso”, destaca Alexandre Padilha, ministro da Saúde. 

    Para além dos grupos prioritários que já fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação como crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos, o público-alvo da estratégia também é formado por: 

    • Trabalhadores da Saúde;
    • Puérperas;
    • Professores dos ensinos básico e superior;
    • Povos indígenas;
    • Pessoas em situação de rua;
    • Profissionais das forças de segurança e de salvamento;
    • Profissionais das Forças Armadas;
    • Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade);
    • Pessoas com deficiência permanente;
    • Caminhoneiros;
    • Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso);
    • Trabalhadores portuários
    • Funcionários do sistema de privação de liberdade;
    • População privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas  (entre 12 e 21 anos). 

    Apesar do início oficial da vacinação estar marcado para o dia 7 de abril, o Ministério da Saúde recomenda que estados e municípios iniciem a estratégia assim que receberam as doses do imunizante. 

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    Serão distribuídos 35 milhões de doses de vacinas contra a gripe para todos os estados das regiões Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Sudeste, até o final de abril (Foto: João Risi/MS))

    Vacinação 

    Para a vacinação de 2025, o Ministério da Saúde adquiriu 73, 6 milhões de doses. No primeiro semestre, está prevista a distribuição de 67,6 milhões doses para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste. No segundo semestre, serão distribuídas 5,9 milhões de doses para a Região Norte. O valor total do investimento é de R$ 1,3 bilhões, e o público-alvo é de 81,6 milhões de pessoas. 

    A meta é vacinar 90% dos grupos prioritários do Calendário Nacional de Vacinação, que incluem crianças, gestantes e idosos, com estimativa de público-alvo em cerca de 50 milhões de pessoas. 

    A campanha será realizada em dois momentos: 

    • Primeiro semestre: março/abril, nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul
    • Segundo semestre: setembro, na Região Norte, alinhando-se ao período de maior circulação viral na região. 

    Enquanto no Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste o pico de casos ocorre no outono e inverno (abril a junho), na Região Norte, devido ao clima tropical e ao regime de chuvas, a maior circulação do vírus acontece no segundo semestre, geralmente entre setembro e novembro, o chamado “Inverno Amazônico”. Por isso, o Ministério da Saúde ajusta o calendário para garantir que a vacinação ocorra no momento mais estratégico, proporcionando maior proteção à população. 

    Eficácia da Vacina 

    Estudo realizado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA aponta que no Brasil, e em mais quatro países da América do Sul, a vacinação contra a influenza reduz em 35% o risco de hospitalização associada ao vírus entre grupos de alto risco. Para pessoas com comorbidades, a redução foi de 58,7%. Já para crianças pequenas e idosos a redução foi de 39% e 31,2% respectivamente. 

    Proteção e segurança 

    A vacina contra influenza de 2025 conterá as seguintes cepas: H1N1, H3N2 e B. A administração pode ser feita junto a outras vacinas do Calendário Nacional de Vacinação. O imunizante é contraindicado para crianças menores de 6 meses e pessoas com histórico de anafilaxia grave após doses anteriores. 

    A influenza e a covid-19 continuam sendo ameaças para a saúde pública, especialmente para as pessoas não vacinadas. Em 2024, a cobertura vacinal do público prioritário foi 48,89% na região Norte e 55,19% nas demais regiões. O Ministério da Saúde reforça a importância da vacinação e conta com a participação de toda a população. Vacinar-se é um ato de cuidado próprio e coletivo. As vacinas são seguras, eficazes e gratuitas. 

    Ministério da Saúde
    Vanessa Rodrigues

  • Oito municípios do Sertão assinam TAC para instalação de Casa-lar, em Marizópolis

    Oito municípios do Sertão assinam TAC para instalação de Casa-lar, em Marizópolis

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) celebrou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com oito municípios do Alto Sertão, viabilizando a cooperação técnica entre eles para a implementação, no prazo de 90 dias, de uma nova Casa-Lar regional, em Marizópolis. O estabelecimento funcionará como unidade de acolhimento de crianças e adolescentes em situação de risco e vulnerabilidade social.

    O TAC foi proposto pela 2ª promotora de Justiça de Sousa em substituição, Fernanda Pettersen Lucena, aos prefeitos municipais de Aparecida, Lastro, Marizópolis, Nazarezinho, Santa Cruz, São Francisco, São José da Lagoa Tapada e Vieirópolis. O documento integra os procedimentos 046.2023.003540, 046.2023.003550, 046.2023.003551, 046.2023.003545, 046.2023.003544, 046.2023.003543, 046.2023.003542 e 046.2023.003549. 

    Com o TAC, os prefeitos se comprometem a estabelecer cooperação técnica, objetivando auxílio financeiro e material para instalação e custeio dessa unidade. “O trabalho foi árduo, com a realização de diversas reuniões com os gestores municipais, com o auxílio do Centro de Apoio Operacional às promotorias da criança e do adolescente e da Gerência Estadual da Alta Complexidade nos momentos mais cruciais”, disse a promotora de Justiça.

    O teor do Termo de Cooperação será definido pelos Municípios, nos próximos 20 dias. Esse documento e o projeto de implementação do serviço de acolhimento institucional no Município de Marizópolis deverão ser encaminhados ao MPPB, no prazo de cinco dias. 

    Para a promotora de Justiça, essa foi “uma enorme conquista para o Estado da Paraíba e para o Sertão”. “Os Municípios que celebraram o TAC com o MP não possuíam os serviços de acolhimento familiar ou institucional, que são serviços distintos e complementares, o que gerava uma problemática considerável quando necessária a aplicação da medida excepcional e extrema do acolhimento. Conquanto o acolhimento familiar seja objeto de procedimento extrajudicial e vem sendo dialogado constantemente com o Centro de Apoio Operacional da Infância e com a Gerência Estadual da Alta Complexidade, a celebração de TAC para a instituição do acolhimento institucional regionalizado é uma conquista considerável no direito das crianças e adolescentes”, disse.

    Acolhimento

    A promotora de Justiça explicou que, em regra, crianças e adolescentes devem ser mantidos em suas famílias de origem, que possuem o poder-dever de propiciar-lhes um desenvolvimento saudável, com o apoio dos recursos e equipamentos estatais de proteção social que eventualmente se fizerem necessários. “Porém, em situações excepcionais, o afastamento da criança ou do adolescente do lar pode ser a única alternativa capaz de evitar a violação de seus direitos, por meio da medida temporária e provisória do acolhimento, sendo preferível o acolhimento familiar ao institucional, embora estejam ambos situados na Proteção Social Especial de Alta Complexidade”, ressalvou.

    A promotora de Justiça disse que o serviço de acolhimento institucional pode ser realizado nas modalidades “família acolhedora”, “casa lar” e “abrigo institucional”, cada uma com características próprias. “A casa-lar oferece o acolhimento em unidades residenciais, nas quais pelo menos uma pessoa ou casal trabalha como educador/cuidador residente – em uma casa que não é a sua – prestando cuidados a um grupo de crianças e/ou adolescentes. Possui, então, a estrutura de residência privada, que pode estar distribuída tanto em um terreno comum, quanto inserida, separadamente, em bairros residenciais”, explicou.

    Cada casa-lar deve atender até 10 crianças e adolescentes entre 0 e 18 anos e possuir uma equipe formada por coordenador, psicólogo, assistente social, educador/cuidador residente (que deverá residir na unidade) e um auxiliar de educador/cuidador por turno. “O acolhimento deverá contar com espaço específico para acolhimento imediato e emergencial, com profissionais preparados para receber a criança/adolescente em qualquer horário do dia ou da noite, enquanto se realiza um estudo diagnóstico detalhado de cada situação para os encaminhamentos necessários. O atendimento também deverá ser personalizado e em pequenos grupos e favorecer o convívio familiar e comunitário das crianças e adolescentes atendidos”, disse a promotora.

    O TAC

    O TAC estabelece, dentre outros compromissos, que os Municípios deverão garantir a capacitação técnica dos funcionários e profissionais vinculados à unidade de acolhimento, no prazo de 60 dias, assim como prever dotação orçamentária específica e em valor suficiente a assegurar as obrigações pactuadas, na Lei de Diretrizes Orçamentárias e na Lei Orçamentária para o exercício 2025 e os seguintes, enquadrando as despesas a serem feitas em caráter emergencial.

    Em caso de descumprimento das obrigações assumidas, os Municípios ficarão sujeitos ao pagamento de multa diária no valor de R$ 2 mil, que será revertida ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Marizópolis, além da medida judicial adequada à imposição do acordado.

  • TRFMED: inscrições para os Conselhos Deliberativo e Fiscal começam no dia 31/03 Última atualização: 21/03/2025 às 12:39:00

    A partir do próximo dia 31/03, magistrados(as) e servidores(as) da Justiça Federal da 5ª Região podem se candidatar às vagas de membro titular do Conselho Deliberativo e membro titular ou suplente do Conselho Fiscal do programa de Autogestão em Saúde – TRFMED. As inscrições vão até 03/04.

    Não poderá se inscrever o magistrado(a) ou servidor(a) que não seja beneficiário(a) titular do TRFMED, até 10 dias antes da abertura das inscrições; que seja cedido(a) ou em exercício em outro órgão; que esteja respondendo a processo administrativo disciplinar; ou que tenha sofrido sanção disciplinar, nos últimos dois anos.

    A lista de servidores(as) e magistrados(as) inscritos(as) para cada um dos Conselhos será divulgada na internet e intranet, no dia 04/04. Após a divulgação, será aberto o período de votação, de forma simultânea, para os dois Conselhos.

    As inscrições poderão ser realizadas no período das 9h do dia 31/03 até as 23h59 do dia 03/04, através do seguinte link: https://votacao-trfmed.trf5.jus.br/votacao-trfmed.

    A votação ocorrerá a partir das 9h do dia 08/04 até as 23h59 do dia 09/04, exclusivamente pelo link: https://trfmed.trf5.jus.br/votacao.

    Apena servidores(as) e magistrados(as) do TRF5 e Seções Judiciárias que estejam vinculados ao TRFMED podem votar.

     

    Confira o edital:

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5

  • Promotoria de Princesa Isabel recomenda medidas sobre transporte escolar

    Promotoria de Princesa Isabel recomenda medidas sobre transporte escolar

    Gestores deverão encaminhar a frota de veículos para inspeção prevista para junho

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) recomendou aos prefeitos e secretários de Educação dos municípios de Manaíra, Princesa Isabel, São José de Princesa e Tavares, no Alto Sertão, uma série de medidas para garantir a segurança no transporte de estudantes. A principal delas é que os gestores encaminhem todos os veículos escolares (próprios ou contratados), para inspeção semestral articulada pelo Detran, prevista para acontecer no dia 7 de junho, na Ciretran de Princesa Isabel. 

    A recomendação foi expedida nesta sexta-feira (21/03), pelo promotor de Justiça de Princesa Isabel, Eduardo Barros Mayer, que também orientou os gestores a não se omitirem em relação ao dever legal de submeter toda a frota de veículos que fazem o transporte de escolares à fiscalização, sob pena de incorrerem em ato de improbidade administrativa e de sofrerem as sanções cíveis e criminais cabíveis. 

    Conforme explicou Mayer, foi firmado um Termo de Cooperação Técnica entre o MPPB, Detran, Polícia Rodoviária Federal, Departamento de Estradas e Rodagem (DER-PB) e Polícia Militar  para viabilizar o projeto “Transporte Escolar – alegria de ir e vir”, estabelecendo inspeções regulares nos transportes escolares de todos os municípios paraibanos, com calendário previamente divulgado. 

    No entanto, muitos gestores têm se omitido em relação ao encaminhamento desses veículos para as inspeções, conduta que, segundo o promotor de Justiça, configura violação aos princípios da administração pública e ato de improbidade administrativa e que representa tentativa de fraude à fiscalização empreendida pelo MPPB. “Todos os veículos, sejam próprios ou agregados, destinados ao transporte de estudantes matriculados na rede de ensino público devem ser inspecionados regularmente. O transporte escolar em veículos inadequados coloca em risco a vida e a integridade de crianças e adolescentes!”, enfatizou.

    A recomendação ministerial visa garantir o cumprimento da lei e das normas de segurança previstas no Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97, também chamado de CTB), dentre as quais a exigência em relação aos veículos escolares de autorização emitida pelo órgão ou entidade de trânsito estadual. 

    O CTB estabelece várias exigências para que um veículo possa realizar o transporte de estudantes. Exige-se que o veículo seja cadastrado como “veículo de passageiros”; que passe por inspeção semestral para verificação dos equipamentos obrigatórios e de segurança e que seja aprovado nessa inspeção. “Os condutores também deverão atender a alguns requisitos, como idade superior a 21 anos, ter habilitação na categoria D, não ter cometido mais de uma infração gravíssima nos 12 últimos meses e ser aprovado em curso especializado, nos termos da regulamentação do Contran (Conselho Nacional de Trânsito)”, exemplificou o promotor de Justiça. 

    Confira as outras medidas recomendadas aos gestores municipais:

    # Manter a vigilância sobre a frota dos veículos que opera com o transporte escolar, para que circule permanentemente em condições mínimas de segurança, promovendo os reparos recomendados pelo Detran, na inspeção veicular periódica;

    # Providenciar a matrícula dos condutores de transporte escolar em curso especializado para esta categoria, nos termos da regulamentação do Contran;

    # Abster-se de designar motoristas ou permitir que se designe condutores não habilitados na categoria “D” para transportar estudantes da rede pública de ensino; 

    # Analisar os contratos administrativos de prestação de serviço entre a Administração Pública e os motoristas proprietários dos veículos e efetuar as necessárias alterações para incluir cláusulas que imponham aos proprietários dos veículos adequação quanto às condições mínimas de segurança, necessárias ao efetivo transporte estudantil, nos moldes do CTB. Àqueles veículos que não estejam conforme essas normas, deve ser concedido o prazo de 30 dias para que se adequem às condições mínimas ao transporte, sob pena de rescisão contratual; 

    # Realizar o procedimento formal de licitação para a contratação de particulares, proprietários de veículos que desempenharão o serviço de transporte de estudantes da rede pública, e que dentre as exigências previstas nos respectivos editais, façam constar que os licitantes deverão apresentar condições mínimas de segurança, necessárias ao efetivo serviço; 

    # Indicar, no prazo de 60 dias, pelo menos, um funcionário da Secretaria de Educação que se responsabilizará pelo acompanhamento do serviço de transporte escolar, com a realização de inspeções nos veículos, visando assegurar a qualidade do serviço durante a execução dos contratos; 

    # Abster-se de contratar veículos imprestáveis ao serviço público ou sucateados, sob pena de responsabilização por ato de improbidade administrativa; 

    # Manter o número de vagas no transporte escolar em idêntica quantidade ao número de alunos que o necessitem, de modo que todos os alunos necessitados sejam transportados em assentos próprios, vedado o transporte de alunos em pé ou sentados em locais impróprios, bem como a concessão de caronas a não alunos;

    # Informar, no prazo de 10 dias, à Promotoria de Justiça as providências adotadas. 

  • Município tem 15 dias para informar sobre renomeação de espaços que exaltam ditadura

    Município tem 15 dias para informar sobre renomeação de espaços que exaltam ditadura

    Ministério Público da Paraíba e Defensoria Pública do Estado expediram recomendação conjunta ao prefeito cobrando providências

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) e a Defensoria Pública do Estado (DPE-PB) recomendaram, nesta sexta-feira (21/03), que o Município de João Pessoa promova a alteração dos nomes de logradouros, vias de transporte, edifícios e instituições públicas que homenageiam figuras ligadas à ditadura militar. A relação apresentada no Relatório Final da Comissão da Verdade de João Pessoa contém 11 espaços a terem suas denominações alteradas. O objetivo é garantir o direito à memória e à verdade, evitando uma visão distorcida da história. O Município tem 15 dias úteis para manifestar acerca do atendimento espontâneo da recomendação, relacionando as medidas que serão tomadas para o seu cumprimento.

    A Recomendação Conjunta do MPPB e DPE 01/2025 é oriunda do  Inquérito Civil 002.2025.004218, instaurado pela Promotoria de João Pessoa. É assinada pela 46ª promotora de Justiça da capital, Fabiana Maria Lobo da Silva; pelo 47º promotor de Justiça da Capital, Francisco Lianza Neto;  pela promotora de Justiça coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Cidadania e Direitos Fundamentais/MPPB, Liana Espínola Pereira de Carvalho. Pela DPE, assinam o documento as defensoras públicas, Fernanda Peres da Silva e Fernanda Apolônio Nóbrega, coordenadora e subcoordenadora, respectivamente, do Núcleo da Cidadania e Direitos Humanos (Necidh). 

    Os espaços a serem renomeados
    Na recomendação, os membros do MPPB e da DPE destacam que, “mesmo após 40 anos da redemocratização do país e mesmo diante de recomendações das Comissões Nacional, Estadual e Municipal da Verdade, afora a existência de lei expressa, o Município de João Pessoa possui, até o presente momento, diversos espaços públicos homenageando figuras relacionadas à ditadura militar”. Os casos foram apontados no Relatório Final da Comissão Municipal da Verdade de João Pessoa, a saber: Bairro Castelo Branco, Bairro Costa e Silva,  Bairro Ernesto Geisel, Avenida General Aurélio de Lyra Tavares, Avenida Presidente Castelo Branco, Praça Marechal Castelo Branco, Rua Presidente Médici, Rua Presidente Ranieri Mazzilli, Travessa Presidente Castelo Branco, Loteamento Presidente Médici e Escola Municipal Joacil de Brito Pereira. 

    Em janeiro deste ano, a Promotoria de Justiça de João Pessoa já havia cobrado da Câmara Municipal e do Município as providências para a alteração dos nomes dos logradouros (saiba mais AQUI), por meio de ofício aos seus representantes. Como não houve uma efetiva medida para corrigir o problema, o MPPB e a DPE decidiram formalizar essa necessidade por meio de recomendação. 

    Órgãos sugerem decreto
    Os membros do MPPB e da DPE sugeriram que haja a publicação de um decreto para alteração, ainda que de forma gradual, dos logradouros e equipamentos próprios da Capital que homenageiam as figuras ligadas à ditadura militar. A recomendação foi remetida ao prefeito, por meio do sistema eletrônico próprio, com endereçamento ao seu Gabinete, mas também será entregue pessoalmente, via Oficial de Promotoria, mediante entrega pessoal, ao destinatário.

    O documento foi direcionado ao prefeito Cícero Lucena com a seguinte orientação: “que adote as medidas administrativas necessárias para cumprimento da Recomendação nº 49, “b”, do Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade; da Recomendação nº 2 do Relatório da Comissão Estadual da Verdade e da Preservação da Memória do Estado da Paraíba; da Recomendação nº 9.1 do Relatório Final da Comissão Municipal da Verdade; do art. 3º, IV, da Lei Municipal nº 12.302/12, com alteração conferida pela Lei Municipal nº 12.626/13; e dos princípios constitucionais do regime democrático e da dignidade humana”.