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  • Concurso Penal PB tem banca contratada e edital já pode sair

    Concurso Penal PB tem banca contratada e edital já pode sair

    Mais um avanço foi dado rumo ao novo concurso Penal PB, com mil vagas previstas. O contrato com a banca organizadora foi divulgado no Portal Nacional de Contratações Públicas.

    O processo informa que a assinatura do contrato com o Idecan foi realizada ainda em fevereiro, logo após a divulgação do ato que autorizava a sua contratação.

    Dessa forma, o contrato com a banca ficará vigente até fevereiro de 2027, ou seja, por dois anos.

    Com a banca definida e contratada, não restam mais trâmites burocráticos e a publicação do edital está encaminhada, restando apenas detalhes finais, como a elaboração do cronograma.

    A banca e a Secretaria de Estado da Administração ainda não divulgaram a data prevista para a publicação do edital.

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    Novo concurso Penal PB terá mil vagas e será organizado pelo Idecan

    (Foto: Divulgação)

    Vale lembrar que o concurso da Polícia Penal da Paraíba passou por mudanças em relação à banca organizadora, após um anúncio inicial feito no final de 2024, com informações divulgadas pelo sindicato da categoria.

    Na época, a Associação dos Policiais Penais da Paraíba (Ageppen PB) informou que o Instituto ACCESS havia sido selecionado como responsável pela organização do concurso. A notícia foi compartilhada nas redes sociais pelo presidente da associação, Wagner Falcão.

    Entretanto, em janeiro deste ano, o secretário de Administração do Estado da Paraíba, Tibério Limeira, revelou que a banca foi desclassificada por não atender aos requisitos técnicos exigidos para a realização da seleção.

    Dessa forma, o processo de escolha da nova organizadora precisou ser reiniciado. O secretário assegurou que a definição da nova banca não deveria demorar.

    “A licitação da banca que vai organizar o concurso demorou. A empresa foi escolhida, mas foi desclassificada por falta de capacidade técnica. Está finalizando a escolha, por isso que atrasou um pouco”, explicou o secretário, em entrevista ao programa Arapuan Verdade, da rádio Arapuan FM.

    Quando o nome do Instituto ACCESS foi divulgado, a Ageppen PB criticou abertamente o governo e a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), questionando a idoneidade e a experiência da banca na organização de concursos de grande porte.

    A escolha também gerou desconforto entre os candidatos. Na publicação da associação, muitos manifestaram preocupação. Um comentário destacou que o concurso “já começou errado”, enquanto outro fez um alerta, dizendo que a situação “cheira a problema”.

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    Concurso Polícia Penal PB tem mil vagas previstas

    Ainda que o governo condicione o concurso da Polícia Penal PB à atualização da Lei Orgânica, o secretário de Administração Penitenciária, João Alves, confirmou que a seleção contará com mil vagas a serem destinadas aos policiais penais.

    Destas, 500 serão para contratação imediata, enquanto as demais formarão um cadastro de reserva.

    Atualmente, para ingressar no cargo de policial penal na Paraíba, é exigido apenas o nível superior completo em qualquer área, sem limite de idade para a participação.

    A remuneração inicial é de R$4.670,32, podendo chegar até R$7.985,90 conforme o avanço na carreira.

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    Lei Orgânica pode influenciar a divulgação do edital

    O andamento do concurso da Polícia Penal está condicionado à aprovação da Lei Orgânica, que estabelecerá as atribuições, requisitos e a quantidade de vagas.

    “O concurso da Penal ainda não está anunciado nem número de vagas nem escolaridade. Estamos esperando a Lei Orgânica da Polícia Penal ser aprovada”, destacou o secretário de Administração do Estado da Paraíba, Tibério Limeira.

    Em janeiro, durante entrevista ao programa 60 Minutos da rádio Arapuan, Limeira reiterou que o edital deverá ser divulgado no primeiro semestre de 2025.

    “A gente deve realizar no primeiro semestre de 2025”, disse o secretário, em entrevista ao programa 60 minutos.

    Além do concurso da Polícia Penal, Limeira mencionou que o governo também planeja abrir concurso na Secretaria de Cultura, com cerca de 40 vagas, e para a Secretaria de Educação, com mais de 2 mil oportunidades para professores.

    Segundo ele, os editais dessas seleções estão em fase final de elaboração e devem ser publicados até o final deste primeiro trimestre.

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    Último da concurso Polícia Penal PB foi em 2008

    O concurso mais recente da área ocorreu em 2008, ainda com o cargo nomeado como agente de segurança penitenciária.

    “Estamos precisando. O último concurso foi em 2008, é bastante tempo. Então foi em boa hora que o governador autorizou este concurso, temos que reconhecer”, disse o secretário de Estado da Administração Penitenciária, João Alves.

    O concurso de 2008 ofertou 2 mil vagas para o cargo, com os candidatos sendo avaliados por provas objetivas, exames psicológicos e curso de formação.

    Na prova objetiva, foram cobrados conteúdos de Língua Portuguesa (20 questões), Atualidades (15 questões) e Legislação Específica, incluindo a Lei de Execução Penal, a Lei Estadual nº 5.022/1988, o decreto nº 12.832/1988 e a Resolução nº 001/CECP/07.

    Fundação Carlos Chagas (FCC) foi a banca organizadora contratada, na época.

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  • UEPB abre seleção para cinco vagas de técnico

    UEPB abre seleção para cinco vagas de técnico

    A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) lançou um novo processo seletivo destinado a preencher cinco vagas em cargos de nível médio/técnico.

    As vagas disponíveis são para Técnico em Laboratório (Física) no Campus VII em Patos (1 vaga), Técnico em Laboratório (Histopatologia Oral) no Campus I em Campina Grande (1 vaga), Técnico em Laboratório (Manutenção de Equipamentos Odontológicos) no Campus I em Campina Grande (1 vaga) e Técnico em Laboratório (Saneamento) também no Campus I em Campina Grande (2 vagas).

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    Os escolhidos atuarão em jornadas de 40 horas semanais, com salários que chegam a R$ 2.824,80 mensais.

    VEJA O EDITAL

    Saiba como se candidatar

    Os interessados devem realizar suas inscrições de 27 de março a 27 de abril, até às 23h59, através de inscrição online. As taxas de inscrição variam de R$ 95 a R$ 115, com possibilidade de isenção do pagamento entre 27 e 28 de março.

    A seleção será composta por prova objetiva, marcada para o dia 18 de maio, e prova prática, agendada para o dia 15 de junho. As avaliações abordarão temas de língua portuguesa e conhecimentos específicos.

    O processo seletivo terá validade de um ano, podendo ser prorrogado por igual período, conforme previsto na legislação estadual.

  • CCJ da Assembleia aprova nome de Alanna Galdino para o cargo de conselheira do TCE-PB

    Notícias

    Publicado em 17 de março de 2025

    A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, durante reunião nesta segunda-feira (17), o nome de Alanna Galdino para o cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB).

    O relator da matéria foi o deputado Felipe Leitão, que emitiu parecer favorável pela indicação e foi seguido pelos demais parlamentares da CCJ.

    A vaga, destinada à ALPB, decorre da aposentadoria do ex-conselheiro Arthur Cunha Lima, homologada no final de 2024.

    Após aprovação pela CCJ, o nome será encaminhado para apreciação no Plenário da Casa Epitácio Pessoa pelo colegiado de deputados. No plenário, a eleição acontecerá por votação secreta, sendo necessário o quórum de maioria absoluta dos deputados para aprovação.

    Após a aprovação da candidata pelo Plenário, a Assembleia Legislativa promulgará e publicará o Decreto Legislativo de indicação da Conselheira escolhida, encaminhando cópia ao Governador do Estado para a respectiva nomeação.

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  • Ministério da Saúde anuncia expansão do Mais Médicos e integração com atendimento especializado

    Ministério da Saúde anuncia expansão do Mais Médicos e integração com atendimento especializado

    Para garantir atendimento médico para toda a população, o Ministério da Saúde anuncia o primeiro edital de 2025 para contratação de 2.279 profissionais pelo Programa Mais Médicos. Nessa etapa, as vagas estarão abertas para adesão dos gestores de 4.771 municípios. Com o preenchimento dessas vagas, serão mais de 28 mil profissionais atuando em todo o país. 

    Esses profissionais atuam nas equipes de Saúde da Família que fazem o atendimento e o acompanhamento mais perto da população e, quando necessário, encaminham para uma consulta com profissionais especializados. Uma importante ferramenta vai auxiliar na redução do tempo de espera: o e-SUS APS

    O prontuário eletrônico do SUS é gratuito e acelera a integração da informação do paciente entre atenção primária e atenção especializada. É por meio desse prontuário que o profissional do Mais Médicos sabe se o paciente voltou à unidade para retorno da consulta, se as informações estão completas e se os exames estão em dia, ou seja, um canal rápido e eficiente, tanto para o paciente, como para o profissional. 

    Nesta segunda-feira (17), o Ministério da Saúde também recepciona mais 402 médicos formados no exterior, por meio do Módulo de Acolhimento e Avaliação (MAAv), que serão encaminhados para atividade a partir de abril em 22 estados brasileiros. Esses profissionais estão inicialmente alocados em cerca de 180 municípios e 15 Distritos Sanitários de Saúde Indígena

    O número de profissionais do Mais Médicos atendendo a população dobrou. Atualmente são 26 mil em atividade, enquanto em 2022 esse número era de 13,1 mil. Mais de 66 milhões de pessoas são beneficiadas pela iniciativa atualmente. 

    Municípios têm até 24 de março para confirmar a vaga

    Do total de cidades que vão receber médicos a partir do novo edital, com foco nas regiões de maior vulnerabilidade e áreas de difícil acesso, 1.296 municípios de todos os estados terão vagas imediatas e os outros 3.475 poderão manifestar interesse e ter ampliação de profissionais. A região da Amazônia Legal será contemplada com 473 vagas em 709 cidades. 

    Para aderir, gestores dos estados e municípios devem se inscrever por meio do sistema e-Gestor até o dia 24 de março, com resultado do edital previsto para 8 de abril. O novo edital do Ministério da Saúde também garante a promoção da igualdade étnico-racial. Estão previstas vagas afirmativas para médicos negros, quilombolas, indígenas e com deficiência. 

    O Mais Médicos garante assistência em saúde para mais de 66 milhões de pessoas. Hoje, cerca de 26 mil profissionais estão em atividade em 4,5 mil cidades – o que representa 81% do Brasil. Entre os municípios com médicos do programa, 1,8 mil cidades são de maior vulnerabilidade social. Em 2025, o programa alcançou o maior número de profissionais ativos em Distritos Sanitários Indígenas (DSEIs), com 591 médicos. O Mais Médicos é um programa de incentivo à formação de especialistas em Medicina de Família e Comunidade, ou seja, profissionais dedicados à atenção primária, a principal porta de entrada do SUS.  

    Acolhimento de médicos formados no exterior

    Há 402 médicos formados no exterior que estão sendo recepcionados por meio do Módulo de Acolhimento e Avaliação. O MAAv é uma atividade presencial de boas-vindas, acolhimento e apresentação de conteúdos da legislação, do funcionamento e das atribuições do SUS, além das diretrizes da Atenção Primária. A maioria dos profissionais nasceu no Brasil: 397 brasileiros e 5 estrangeiros. Entre os médicos deste módulo, 52,7% são mulheres e 57 profissionais vão atuar na saúde indígena. 

    Este Módulo de Acolhimento e Avaliação, o primeiro de 2025, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), segue até 11 de abril, com aulas sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) e temas prioritários para atendimento de populações vulneráveis na atenção primária, como equidade étnico-racial, saúde mental e o programa Bolsa-Família. Ao final do curso, todos os médicos participam de uma avaliação. Para ser aprovado, é preciso alcançar média mínima de 50%. 

    Ministério da Saúde

  • ALPB recebe parlamentares de 15 estados do Brasil para reunião e posse de nova diretoria da Unale

    ALPB recebe parlamentares de 15 estados do Brasil para reunião e posse de nova diretoria da Unale

    Notícias

    Publicado em 17 de março de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) sediou, na manhã desta segunda-feira (17), a solenidade de posse do novo colegiado da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale). O evento aconteceu no plenário da Casa de Epitácio Pessoa e contou com a presença do presidente da ALPB, deputado Adriano Galdino, e de parlamentares de mais 15 estados, incluindo a deputada paraibana Camila Toscano.

    Ao todo, 19 parlamentares estiveram presentes, a exemplo da ex-presidente da Unale, a deputada Tia Ju, da Assembleia do Rio de Janeiro, e dos presidentes das Assembleias do Amazonas, Roberto Cidade; Bruno Peixoto, de Goiás; Ivana Bastos, da Bahia; e do Espírito Santos, Marcelo Santos.

    Durante o evento, o deputado estadual de Goiás, Bruno Peixoto, tomou posse como o mais novo presidente da Unale, e o deputado Marcelo Santos, Distrito Federal, assumiu o cargo de vice-presidente da instituição. O cargo de secretário-geral passa a ser ocupado pelo deputado Tadeu Leite, de Minas Gerais. Na diretoria da nova gestão, o Poder Legislativo paraibano estará representado pela deputada Camila Toscano e Eduardo Carneiro, que também tomaram posse nesta segunda-feira.

    O presidente da ALPB, deputado Adriano Galdino, destacou que a escolha feita pela Unale para realizar a solenidade de posse de sua nova diretoria na Capital da Paraíba reafirma a referência turística que a cidade de João Pessoa tem se tornado. Estamos felizes por estarmos recebendo aqui em João Pessoa diversos presidentes de Assembleias de todo o Brasil, que fizeram questão de vir realizar esta solenidade aqui na Capital paraibana, que é a bola da vez no turismo nacional e também mundial”, declarou o chefe do Legislativo paraibano.

    Representante da Paraíba na diretoria da UNALE, a deputada Camila Toscano aproveitou a oportunidade para comemorar a premiação conquistada pela ALPB através da campanha de enfretamento à violência contra a mulher. “É uma honra para nós da Assembleia Legislativa Paraíba receber os deputados do Brasil inteiro para deliberar sobre a UNALE e também para receber das mãos da presidente, a deputada Tia Ju, o nosso prêmio nacional com a campanha ‘Rompa o Ciclo de Violência, e hoje é o dia em que os deputados vieram do Brasil inteiro para nos entregar esse prêmio. Hoje, nós vamos ser verdadeiramente condecorados com esse prêmio, um orgulho imenso para a nossa Comissão da Mulher, um reconhecimento nacional ao trabalho que a Assembleia faz”, afirmou a parlamentar.

    Empossado como novo presidente da UNALE, o deputado estadual de Goiás, Bruno Peixoto enfatizou sua defesa em prol da ampliação do campo de atuação do parlamento estadual na elaboração de novas legislações. “Fico muito feliz por ter sido eleito, e hoje, estamos aqui na Paraíba para a cerimônia de posse. Tenho certeza que juntos iremos trabalhar pela defesa das prerrogativas dos deputados e deputadas estaduais, pela validação da nossa legislação e pela ampliação de nossas atuações parlamentares”, garantiu o deputado.

    A ex-presidente da UNALE, deputada Tia Ju (RJ) revelou que a Paraíba como sede para a cerimônia de posse da instituição foi escolhida por unanimidade entre deputados de todo o país. Para a parlamentar, trata-se de um reconhecimento justo entregar em João Pessoa o prêmio Assembleia Cidadã, vendido pela ALPB. “Escolhemos de forma unânime a Paraíba para realizamos aqui as deliberações da UNALE para as próximas reuniões de diretoria e , na oportunidade, também entregamos à Assembleia Legislativa da Paraíba o prêmio Assembleia Cidadã, que o Legislativo paraibano venceu com muita maestria. Escolhemos este mês de março para realizar esta entrega por ser o Mês da Mulher e por se tratar de uma campanha que visa o combate à violência contra a mulher”, argumentou.

    Antes da solenidade de posse da nova diretoria da Unale, os membros da Unale se reuniram para discutir temas institucionais.

    PRÊMIO ASSEMBLEIA CIDADÃ

    Ainda nesta segunda-feira, membros da UNALE e representantes de assembleias estaduais de todo o Brasil farão a entrega do prêmio da Unale que a Assembleia Legislativa da Paraíba conquistou com a campanha ‘Rompa o Ciclo da Violência’. A entrega do prêmio ocorre às 16h30, no plenário da ALPB.

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  • 46ª Sessão da TRU marca despedida de Joana Carolina Última atualização: 17/03/2025 às 13:29:00

    A 46ª Sessão Ordinária de Julgamento da Turma Regional de Uniformização de Jurisprudência (TRU) dos Juizados Especiais Federais da 5ª Região (JEFs), realizada nesta segunda-feira (17/03), no edifício-sede do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, marcou a despedida da desembargadora federal Joana Carolina da coordenadoria dos Juizados Especiais Federais (JEFs) e, consequentemente, da Presidência da TRU. A magistrada assume, a partir do próximo dia 31/03, a Vice-Presidência do Tribunal, para o biênio 2025-2027.

    No início da sessão, Joana Carolina abriu espaço para a participação do corregedor-regional da Justiça Federal da 5ª Região, desembargador federal Leonardo Carvalho, que será o novo coordenador dos JEFs. Carvalho agradeceu a oportunidade e se disse feliz em dar continuidade ao trabalho, o qual considera de grande importância para a Justiça. “Compreendo que a Coordenadoria tem uma missão especial de criar e administrar as estratégias a serem implementadas nos Juizados Especiais Federais; um ambiente que, pelos números, já demonstra possuir um papel estratégico na produtividade da 5ª Região”, lembrou Carvalho.

    Joana Carolina, por sua vez, se disse honrada em ter presidido a TRU, um órgão pelo qual tem extremo respeito. “Um colegiado com uma responsabilidade enorme. Estamos falando aqui dos Juizados Especiais, que respondem por 60% da demanda de processos da 5ª Região. As diretrizes e orientações firmadas pela TRU são de extrema relevância para esse microssistema da Justiça”, avaliou a magistrada.  

    Participaram da sessão os juízes federais Rudival Gama do Nascimento; José Baptista de Almeida Filho Neto; Júlio Rodrigues Coelho Neto; Cláudio Kitner; Gustavo Melo Barbosa; Ricardo José Brito Bastos Aguiar de Arruda; Tiago José Brasileiro Franco; Almiro José da Rocha Lemos; José Carlos Dantas Teixeira de Souza; e Rosmar Rodrigues Cavalcanti de Alencar.

    Ao todo, foram julgados 16 processos, que trataram de temas como: cálculo da complementação das pensões por morte dos ex-ferroviários; possibilidade de indenização material pela demora na análise do pedido de aposentadoria; e possibilidade de indenização por dano moral in re ipsa (presumido), ante descontos indevidos realizados pelo INSS em benefícios de pensão por morte.

     

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • Lei Maria da Penha e os avanços legais na proteção às mulheres

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    O tiro intencional com um único propósito: matar a própria mulher. O plano de Marco Antonio Heredia Viveros era acabar com a vida da mãe de suas três filhas enquanto ela dormia, com muita frieza, crueldade e covardia. Mas, ela sobreviveu e pôde contar, em detalhes, a violência doméstica e familiar ao extremo que sofreu e hoje usa a história de vida para lutar contra essa brutalidade.

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    Maria da Penha deu nome à Lei 11.340

    Maria da Penha Maia Fernandes, mais que uma mulher, um marco que divide a história da violência doméstica e familiar no Brasil em antes e depois da Lei 11.340 – que leva seu nome. Nós mulheres sabemos: a realidade da violência doméstica ainda é dura, mas muito já se avançou na rede de apoio e proteção desde que esse dispositivo legal passou a vigorar em nosso país.

    Na terceira reportagem da série ‘Mulheres, não estamos sozinhas!’, vamos conhecer os avanços históricos na legislação para proteger a mulher. A série faz parte de uma campanha desenvolvida por uma parceria entre a Coordenadoria da Mulher e a Gerência de Comunicação do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e inclui vídeos, artes, textos e podcasts, que buscam evidenciar o trabalho da Justiça e de toda a rede de proteção feminina em prol das mulheres. 

    Da Maria da Penha ao feminicídio: os avanços na proteção à mulher

    A violência praticada contra Maria da Penha, no ano de 1983, ganhou repercussão internacional e um debate mais sério foi travado desde então. Já não dava mais, e não dá,  para aceitar que o mundo feche os olhos para casos de violência contra a mulher em razão do seu gênero.

    A partir daí, as discussões com o Legislativo, o Executivo e a sociedade resultaram no Projeto de Lei n. 4.559/2004 da Câmara dos Deputados, levado ao Senado Federal (Projeto de Lei de Câmara n. 37/2006) e aprovado por unanimidade em ambas as Casas. Assim, em 7 de agosto de 2006 foi sancionada a Lei n. 11.340, mais conhecida como Lei Maria da Penha. Ela estabelece medidas de proteção às mulheres, como a criação de varas especializadas e mecanismos para prevenir e coibir a violência, agora tipificada como crime.

    Rosimeire Ventura
    Juíza Rosimeire Ventura

    A juíza titular da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Campina Grande, Rosimeire Ventura, confirma a importância desse marco histórico na luta pelo fim da violência. “Sem dúvida a Lei Maria da Penha é o principal marco no combate à violência contra a mulher no Brasil. A partir dessa lei, foi possível estruturar toda uma rede de proteção para a mulher em situação de violência, além de dar visibilidade para o problema”, ressaltou.

    Depois da Lei Maria da Penha  

    A legislação tem avançado de forma significativa na proteção dos direitos da mulher desde a Lei Maria da Penha. E a Justiça tem atuado com afinco para garantir o cumprimento das leis. “Graças ao arcabouço legal, à rede de proteção e às campanhas de divulgação da Lei Maria da Penha, atualmente as mulheres se sentem muito mais confiantes em denunciar episódios de violência doméstica e, com isso, elas têm a chance de interromper o ciclo de agressões”, reforçou a juíza Rosimeire Ventura.

    Vamos conhecer um pouco do conjunto de normas legais criadas no Brasil para coibir a violência, a discriminação e minimizar a desigualdade de gênero desde o surgimento da Lei Maria da Penha.

    2009 – A Lei nº 12.015/2009 atualizou o Código Penal Brasileiro no tocante aos crimes sexuais, ampliando a proteção às mulheres ao considerar uma gama mais ampla de atos como estupro, além de outras formas de violência sexual, o que a torna uma lei importantíssima na defesa das mulheres.

    2013 –  A Lei n. 12.845, de 1º de agosto de 2013, – Lei do Minuto Seguinte – garante o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual, estabelecendo que os hospitais devem oferecer às vítimas de violência sexual atendimento emergencial, integral e multidisciplinar, visando ao controle e ao tratamento dos agravos físicos e psíquicos decorrentes de violência sexual, como profilaxia de ISTs e gravidez, e encaminhamento, se for o caso, aos serviços de assistência social.

    2015 – A Lei do Feminicídio (Lei nº 13.104/2015) reforça o combate à violência contra a mulher ao classificar o feminicídio como homicídio qualificado, uma modalidade de crime hediondo, quando a morte da mulher ocorre em contexto de violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação de gênero.

    2023 – A Lei n° 14.542/2023 garante prioridade no atendimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine). De acordo com a lei, as mulheres em situação de violência doméstica e familiar terão prioridade no atendimento pelo Sine, às quais serão reservadas 10% (dez por cento) das vagas ofertadas para intermediação.

    Os avanços são visíveis, mas ainda há um longo caminho a percorrer. E mesmo quem convive levantando bandeira da proteção à mulher, ainda se choca com tantos casos de violência. “Como juíza na área de violência doméstica contra a mulher, me sensibiliza, principalmente, ver tantas mulheres ainda sendo vítimas de feminicídios, o que demonstra que ainda precisamos de mudanças sociais e culturais relevantes no sentido da valorização da mulher e da vida”, conclui a juíza Rosimeire Ventura.

    Na próxima reportagem da série ‘Mulheres, não estamos sozinhas!’ vamos conhecer um pouco mais sobre a rede de proteção que atua para garantir esses avanços.

    Por Nice Almeida

     

  • Diretores da Esma se reúnem com reitora da UnB e fortalecem parceria

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    José Geraldo, Eneá, Rozana, Joás Filho e Antonieta Maroja

    O diretor da Escola Superior da Magistratura (Esma-PB) do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, esteve, sexta-feira (14), reunido com a reitora da Universidade de Brasília Rozana Reigota Naves, numa visita institucional onde trataram, entre outros temas, sobre o mestrado Direito, Estado e Constituição, que está com sua primeira turma na Esma, em parceria com a UnB. O desembargador esteve acompanhado da diretora adjunta da Esma, juíza Antonieta Maroja da Nóbrega.

    O diretor da Esma considerou a visita muito importante e produtiva para o mestrado, que está com grande aceitação. “Fomos  muito bem recebidos por todos. A ideia é estreitar cada vez mais o nosso relacionamento. Nossa escola está se transformando em uma academia, efetivamente, e isso é um passo positivo. Devemos criar mais laços com academias do porte da UnB”, avaliou o desembargador Joás Filho.

    A reitora Rozana Reigota Naves declarou ter ficado muito contente com a visita e com a colaboração que tem sido feita pela Universidade de Direito junto à Escola da Magistratura da Paraíba. “Estamos felizes com o feedback, resultado do trabalho,  e desejando a todos que desenvolvam dissertações de grande relevância para as organizações e o poder público brasileiro”.

    A diretora adjunta da Esma, Antonieta da Nóbrega, informou que a visita institucional à reitora da UNB é uma forma de fortalecer cada vez mais a parceria entre a Esma/TJPB e a Universidade de Brasília, que originou o mestrado interinstitucional em curso na Escola da Magistratura paraibana. “O nível técnico-acadêmico e intelectual dos magistrados e servidores  foi bastante elogiado através da coordenação do mestrado. Essa parceria tem sido muito frutífera uma vez que coloca a Escola da Magistratura nesse alto nível de academicidade e incentiva nossos servidores e magistrados na produção científica, que tem um impacto direto na qualidade da prestação jurisdicional que é ofertada para nossa população. Então, tem sido uma parceria de muito valor para nós enquanto TJPB e Esma”, observou.

    A coordenadora do Minter e do Programa de Pós-graduação da UnB, Eneá de Stutz e Almeida, avaliou que essa tem sido uma parceria muito gratificante pro programa de pós-graduação em direito da UnB. “Falo tanto como coordenadora do projeto de Minter como coordenadora do PPGD  da UnB, tem sido uma alegria muito grande construir essa parceria, que esperamos seja uma parceria contínua, não se esgote nesse projeto de mestrado interinstitucional. Temos a expectativa de continuar depois em um doutorado”.

    Além disso, a coordenadora do Minter afirmou que espera continuar nessa parceria de troca e produção de conhecimentos que favoreçam não só o sistema de Justiça da Paraíba, mas também toda a região.  “E na medida em que pudermos intervir para que contribuamos para uma sociedade mais justa, solidária e igualitária essa é uma das nossas intenções, e uma qualificação na área do direito nesse sentido me parece absolutamente fundamental”, declarou Eneá Almeida.

    Para o coordenador da turma de mestrado da Esma, professor José Geraldo de Sousa Junior, que também participou da reunião, o trabalho conjunto que a UnB, pela Faculdade de Direito, e o Tribunal de Justiça da Paraíba, pela Esma, vem desenvolvendo em um programa interinstitucional de mestrado é um programa bem pensado , bem construído, em efetiva colaboração que toma forma, consistência, a partir do grupo que se instala para realizá-lo, e é um grupo de muita força intelectual.

    “São estudantes com muita qualificação na sua formação, mas sobretudo agentes da justiça que estão imbuídos daquilo que é a grande questão hoje que move a magistratura brasileira, a consciência de sua função social cada vez mais relevante. Temos grandes expectativas na continuidade desse curso em um programa mais avançado e na sua exemplaridade porque pode ser um balizador para novos programas que possamos realizar enquanto universidade com o sistema brasileiro de justiça”, pontuou o professor José Geraldo.

    Por Walquiria Maria

     

  • Presidente do TJPB recebe visita do vereador Dinho Dowsley

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    Fred Coutinho recebeu Dinho Dowsley e Carlos Santos

    Na manhã desta segunda-feira (17), o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho, recebeu em seu gabinete a visita do vereador Dinho Dowsley (PSD), presidente da Câmara Municipal de João Pessoa e prefeito em exercício. Durante o encontro, foram discutidos diversos assuntos, incluindo a obra do novo prédio do Poder Legislativo municipal e a entrega da Medalha Cidade de João Pessoa ao desembargador.

    A honraria, já aprovada pela Câmara, reconhece a trajetória de Fred Coutinho, que já foi servidor daquela Casa. O presidente do TJPB ficou de agendar a data para a solenidade de entrega da medalha. Além disso, demonstrou interesse em visitar as obras do novo prédio da Câmara para acompanhar o andamento da construção.

    Ao final da visita, o vereador Dinho Dowsley ressaltou a importância da manutenção dos prédios públicos dos diferentes poderes no centro histórico da Capital. “É importante que o Tribunal de Justiça permaneça no centro histórico. Agora mesmo vamos para uma solenidade do ICMS Cultural aqui na região. O prédio da Câmara está sendo construído aqui, assim como outros poderes estão presentes no centro da cidade. Precisamos incentivar essa permanência dos poderes no centro, isso é fundamental”, afirmou Dinho.

    O desembargador Fred Coutinho destacou a importância da harmonia entre os poderes e agradeceu a homenagem concedida pela Câmara Municipal. “Hoje o Tribunal recebeu o presidente Dinho como prefeito interino da capital e, como sempre digo, a harmonia de todos os poderes deve prevalecer com respeito às suas independências administrativas e funcionais. Fui comunicado, com muito orgulho, dessa homenagem à minha pessoa, até porque minha origem profissional começa justamente na Câmara, como servidor. Ele nos apresentou informações sobre a construção do prédio da Câmara, que irei visitar em breve, sempre na busca por aprendizado. Nossa gratidão”, declarou o presidente do TJPB.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Centenário de nascimento de Orlando Jansen será comemorado na sexta-feira no Tribunal Pleno

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    Desembargador Orlando Jansen

    O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) prestará homenagem na próxima sexta-feira (21),  às 11h, ao desembargador Orlando Jansen, já falecido, em razão dos 100 anos de seu nascimento. A homenagem foi proposta pelo desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, presidente da Comissão de Cultura e Memória do TJPB. Caberá ao juiz Euler Jansen, titular da 3ª Vara Mista da Comarca de Bayeux, falar em nome da família.

    O desembargador Orlando Jansen nasceu em Patos, em 6 de fevereiro de 1925, filho do coronel de polícia Vicente Jansen de Castro e Alzira de Luna Freire Jansen. Estudou o curso de Direito no Recife.  Disposto a seguir a carreira jurídica, ingressou no Ministério Público em 13 de novembro de 1953, como promotor substituto da Comarca de Princesa Isabel. Em 24 de maio de 1984, por indicação do Pleno do Tribunal de Justiça, Orlando Jansen figurou em lista tríplice e foi escolhido pelo então governador Wilson Leite Braga.

    O presidente TJPB, desembargador Fred Coutinho, destacou a trajetória do homenageado. “É uma satisfação muito grande dar continuidade a esse projeto, criado pelo desembargador Marcos Cavalcanti, que presta homenagem a esses profissionais que deram suas contribuições ao Poder Judiciário. Desta vez a comemoração do centenário de nascimento do desembargador Orlando Jansen, que foi contemporâneo de meu pai, do Quinto Constitucional, oriundo do Ministério Público e chegando aqui de forma serena, equilibrada e que fez história. O Tribunal de Justiça se irmana com essa homenagem”.

    De acordo com o presidente da Comissão de Memória e Cultura do Tribunal de Justiça, desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, a homenagem ao desembargador Orlando Jansen é uma forma de reconhecimento pelo trabalho e serviços prestados. “Esses desembargadores fizeram tanto pelo Judiciário  do Estado da Paraíba. Além da homenagem ao próprio desembargador, que é estendida à família, ver que o próprio Tribunal reconhece depois de tantos anos a grandeza e a importância do magistrado”, comentou o desembargador Marcos Cavalcanti.

    “Considero de muita importância, especialmente porque é um resgate do Tribunal de Justiça, através da sua sempre atuante Comissão de Memória do Judiciário, a trajetória daqueles que ajudaram no destaque que o Tribunal de Justiça da Paraíba tem no cenário nacional. Como integrante da família, sentimo-nos honrados pela lembrança do nosso pai, que nos orientou e, inclusive, serviu de exemplo a uma prole que encampou toda a trajetória dele, com filho advogado, com filho do Ministério Público, com filho do Judiciário. Então, saiu literalmente deixando um filho em cada instituição que nos ensinou a amar e a trabalhar com fidelidade ao sentimento de justiça”, disse o juiz Euler Jansen.

    No currículo do desembargador Orlando Jansen constam também as funções de presidente e procurador do Tribunal Regional Eleitoral; membro do Conselho Superior do Ministério Público; Integrante do Conselho Penitenciário do Estado; corregedor da Magistratura; vice-presidente do Tribunal de Justiça, tendo exercido a Presidência por várias vezes, chegando à aposentadoria em 29 de novembro de 1994. 

    Por Kubitschek Pinheiro