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  • Saúde fecha compra de 1,8 milhão de doses da vacina contra vírus sincicial respiratório para proteger gestantes e recém-nascidos no SUS

    Saúde fecha compra de 1,8 milhão de doses da vacina contra vírus sincicial respiratório para proteger gestantes e recém-nascidos no SUS

    O Ministério da Saúde fechou a compra de 1,8 milhão de doses da vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em recém-nascidos. O primeiro lote, com 673 mil doses, começa a ser distribuído aos estados nesta semana. A vacinação será imediata, a partir do recebimento das doses pelos estados e municípios brasileiros, com expectativa de ser realizada durante todo o mês de dezembro. O investimento é de R$ 1,17 bilhão, conforme anunciado nesta terça-feira (25) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

    Com a incorporação ao Calendário Nacional de Vacinação da Gestante, o imunizante será aplicado a partir da 28ª semana de gestação, com foco na proteção dos bebês menores de 6 meses. A meta é vacinar, pelo menos 80%, do público-alvo. Além das doses previstas para este ano, o Ministério prevê a compra de mais 4,2 milhões até 2027.

    A oferta da vacina no SUS, que na rede particular pode chegar a R$ 1,5 mil, foi possível a partir da assinatura de um acordo envolvendo o Instituto Butantan e o laboratório produtor, que garantiu a transferência de tecnologia do imunizante no Brasil. Com isso, o país passará a fabricar o produto, garantindo autonomia da oferta da vacina e acesso da população a essa proteção.

    “O Ministério da Saúde fez uma grande transferência de tecnologia de uma empresa internacional para garantir a oferta dessa vacina, que será totalmente nacionalizada no SUS por meio do Instituto Butantan. A campanha de vacinação começa já em dezembro. Todas as gestantes, a partir da 28ª semana, serão chamadas para receber o imunizante, garantindo proteção ao bebê ainda durante a gravidez”, afirmou o ministro da Saúde Alexandre Padilha.

    O anúncio foi realizado durante um café da manhã com lideranças religiosas. Desde que assumiu a gestão da pasta, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, tem buscado apoio de diferentes setores da sociedade para o incentivo à vacinação e enfrentamento à hesitação vacinal.

    Com a chegada das doses às Unidades Básicas de Saúde (UBS), o Ministério orienta as equipes a verificarem e atualizarem a situação vacinal das gestantes, incluindo influenza e covid-19, uma vez que a vacina contra o VSR pode ser administrada simultaneamente a esses imunizantes.

    Importância da vacinação

    O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é responsável por cerca de 75% dos casos de bronquiolite e 40% dos casos de pneumonia em crianças menores de dois anos. A vacina oferece proteção imediata aos recém-nascidos, reduzindo hospitalizações.

    Em 2025, até a 15 de novembro, o Brasil registrou 43,1 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados por VSR. Desses casos, a maior concentração de hospitalizações ocorreu em crianças com menos de dois anos de idade, totalizando mais de 35,5 mil ocorrências, o que representa 82,5% do total de casos de SARG por VSR no período.

    Como a maioria dos casos é decorrente de infecção viral, não existe um tratamento específico para a bronquiolite. O manejo é baseado apenas no tratamento dos sinais e sintomas que incluem: terapia de suporte; suplementação de oxigênio, conforme necessário; hidratação; e uso de broncodilatadores, (substâncias que promovem a dilatação das pequenas vias aéreas nos pulmões), especialmente quando há chiados evidentes.

    Quem deve se vacinar?

    O grupo prioritário para receber essa vacina são todas as gestantes, a partir da 28ª semana de gravidez. Não há restrição de idade para a mãe. A recomendação é tomar dose única a cada nova gestação.

    A eficácia dessa estratégia foi comprovada em estudos clínicos, como o Estudo Matisse: a vacinação materna demonstrou uma eficácia de 81,8% na prevenção de doenças respiratórias graves causadas pelo VSR nos bebês durante os primeiros 90 dias (três meses) após o nascimento.

    Avanços na cobertura vacinal

    Em 2025, o Brasil registrou aumento na cobertura de 15 das 16 vacinas do Calendário Nacional, revertendo a tendência de queda observada desde 2016. Esse avanço resulta da retomada do Programa Nacional de Imunizações (PNI), das grandes mobilizações nacionais, como o Dia D e a vacinação nas escolas, e da garantia de abastecimento de imunizantes em todo o país. Este ano, mais de 1,2 milhão de doses foram aplicadas em estudantes de todo o país a partir de mobilização nas escolas e outras 7 milhões durante a campanha de multivacinação.

    Entre os destaques está a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Com o reforço da vacinação, o Brasil recebeu, em 2024, a certificação de país livre do sarampo, título mantido mesmo diante dos surtos nas Américas. Os esforços do Ministério da Saúde para preservar essa condição foram reconhecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em 2025, a cobertura preliminar da primeira dose já atingiu 91,8%.

    Veja a quantidade das primeiras doses que serão distribuídas aos estados: 

    UF Doses
    Acre 3.800
    Alagoas 12.430
    Amapá 3.460
    Amazonas 18.820
    Bahia 44.525
    Ceará 29.030
    Distrito Federal 9.465
    Espírito Santo 13.935
    Goiás 24.530
    Maranhão 25.480
    Mato Grosso 15.580
    Mato Grosso do Sul 10.755
    Minas Gerais 62.165
    Pará 33.050
    Paraíba 13.570
    Paraná 37.120
    Pernambuco 30.700
    Piauí 11.170
    Rio de Janeiro 46.720
    Rio Grande do Norte 10.340
    Rio Grande do Sul 32.330
    Rondônia 6.250
    Roraima 3.490
    Santa Catarina 25.865
    São Paulo 134.555
    Sergipe 7.680
    Tocantins 6.180
    Brasil 673.000

    Marcella Mota e Vanessa Aquino
    Ministério da Saúde

  • Brasil assina acordo com a OPAS para aquisição de vacinas mais modernas a preços mais baixos

    Brasil assina acordo com a OPAS para aquisição de vacinas mais modernas a preços mais baixos

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assinou acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) para a aquisição de vacinas por meio dos Fundos Rotatórios Regionais da entidade. A parceria com a Organização também prevê regulação sanitária, logística e gestão de estoques, ampliando a capacidade do Brasil em responder a emergências de saúde pública e surtos epidemiológicos. O ato ocorreu nessa segunda-feira (21), durante Reunião Plenária do Grupo Executivo do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (GECEIS), em São Paulo.

    A iniciativa permitirá a compra e incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) de vacinas atualizadas, com celeridade e preços mais competitivos a partir de compras regionais. A negociação com fornecedores a partir da demanda dos países da Região permite economia de escala. Os fundos da OPAS são um mecanismo de cooperação técnica que apoia a compra conjunta de vacinas, suprimentos e medicamentos essenciais nas Américas.

    Além disso, a OPAS está trabalhando com instituições regionais e brasileiras para fornecer à Região mais vacinas por meio dos Fundos Rotatórios, incluindo novas tecnologias como a vacina contra o Vírus Sincicial Respiratório (RSV) e, uma vez incorporada, a pneumocócica conjugada 20-valente (PCV20).

    Segundo Padilha, a “OPAS é uma instituição fundamental para os nossos compromissos e sonhos de ser um líder regional que colabora com os outros países. O Brasil tem potencial enorme de ter uma presença cada vez maior na Região, contribuindo com a produção e acesso a vacinas. Queremos também que os investimentos internacionais ao Brasil, de transferência de tecnologia, possam ocupar esse mercado de forma colaborativa em todo a Região, inclusive com compromissos plurianuais garantindo demanda aos fornecedores e abastecimento às nossas populações.”

    “O Brasil passa a ter uma participação mais forte nos Fundos Rotatórios da OPAS. Não só para aquisição de medicamentos e vacinas, que agora fará de uma maneira mais sistematizada, mas creio que o Brasil tem também uma contribuição enorme com sua capacidade científica, tecnológica, de inovação, de produção”, afirmou o diretor da entidade, Jarbas Barbosa. Para o diretor, “o Brasil pode ser um dos grandes fornecedores de vacinas, medicamentos e equipamentos médicos para toda a região das Américas e outras regiões”, acrescentou.

    Produção nacional

    Paralelamente, o Brasil está fortalecendo as instituições nacionais, como Bio-manguinhos/FIOCRUZ e o Instituto Butantan, que passarão a produzir e fornecer à região suas vacinas por meio dos Fundos Rotatórios da OPAS, impulsionando o ganho de escala e a autossuficiência por imunizantes à Região.

    Além do apoio governamental e institucional, a OPAS organizará a demanda e identificará outros produtores da Região que possam se firmar como fornecedores aos Fundos Rotatórios Regionais para consolidar um polo regional de produção de imunizantes. Esse esforço conjunto visa o fortalecimento da produção de vacinas em toda a América Latina e Caribe, garantindo que a capacidade instalada no Brasil beneficie a saúde de toda a região.

    A expectativa é que este arranjo produtivo, em parceria da OPAS, envolva a criação de redes produtivas entre países para atualização das vacinas utilizadas na Região. O Brasil não apenas reforça o acesso a vacinas, mas também a sua soberania produtiva e papel como fornecedor regional de imunizantes essenciais.

    Fiocruz

    A estratégia brasileira para se consolidar como polo de produção regional e mundial de vacinas dialoga com a atuação do Ministério da Saúde junto a organismos internacionais como a OPAS, acordos bilaterais com nações, além de blocos de países como BRICS e G20. No âmbito dos BRICS, foi firmado um acordo na área da saúde para que as nações do bloco atuem contra doenças ligadas à pobreza e exclusão social, inclusive para produção de imunizantes.

    No G20, o Brasil lidera a criação de uma Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo a medicamentos, vacinas e tecnologias para a saúde, sobretudo, para os países do Sul Global. O Brasil presidirá a coalizão pelos próximos dois anos, que terá a Fiocruz como secretaria executiva permanente.

    Neste contexto, a Fiocruz coordenará as ações e convidará os laboratórios públicos e privados que possuírem produtos neste arranjo. Um exemplo citado pelo ministro é a possibilidade de se instituir rede colaborativa de produção conjunta, que envolve países como Argentina, México e Colômbia, para fabricar e fornecer vacinas contra doenças respiratórias, como Covid, pneumonia e bronquiolite.

    “Estamos construindo uma plataforma colaborativa de atualização permanente dessas vacinas respiratórias e esperamos que seja uma inovação para outras parcerias estratégicas para a produção de vacinas, medicamentos de forma a tornar as Américas um ambiente de atualização tecnológica em saúde de forma colaborativa”, destacou Padilha.

    Rafael Ely 
    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde lança novo painel de vacinação contra a Influenza

    Ministério da Saúde lança novo painel de vacinação contra a Influenza

    O Ministério da Saúde apresentou nesta segunda-feira (24/11) o novo Painel da Vacinação contra a Influenza, uma ferramenta que reúne informações sobre o quantitativo de doses aplicadas, cobertura vacinal, período de aplicação, categorias, grupos prioritários, estabelecimentos de saúde, entre outros dados das regiões contempladas. A iniciativa amplia o acesso a informações estratégicas para gestores, profissionais de saúde e para a população, fortalecendo as ações de vacinação.

    Para a secretária de Informação e Saúde Digital, Ana Estela Haddad, “o painel fortalece a capacidade de resposta do SUS, garantindo que a vacinação anual cumpra seu papel de proteger os grupos mais vulneráveis. A interoperabilidade dos dados e a visão integrada que o painel oferece são fundamentais para orientar ações estratégicas e assegurar que a imunização alcance toda a população prioritária”.

    Além disso, as abas “Doses Aplicadas” e “Cobertura” passam a ser exibidas separadamente e de forma mais estruturada, com apresentação adequada conforme a seleção escolhida. O detalhamento por data de aplicação assume posição central quando selecionada a opção de doses aplicadas, oferecendo uma visão temporal mais clara e reforçando o compromisso assumido pelo Governo Federal com a transparência e a qualificação contínua das informações de saúde disponibilizadas. O novo painel passa a integrar o Menu Vacinação do Calendário Nacional, permitindo ao usuário selecionar diretamente a estratégia vigente ou de anos anteriores em uma única página. As informações que antes eram apresentadas separadamente por campanhas, anos e regiões passam agora a compor um ambiente unificado.

    Importância para a Saúde Pública

    Muitas doenças comuns no Brasil e no mundo deixaram de ser um problema de saúde pública graças à vacinação da população. Poliomielite, sarampo, rubéola, tétano e coqueluche são exemplos de enfermidades que marcaram gerações e que hoje estão controladas.

    A estratégia de vacinação contra a influenza tem como objetivo reduzir internações, complicações e óbitos na população prioritária. A vacinação anual é capaz de promover imunidade durante o período de maior circulação dos vírus no ambiente.

    O painel reforça o compromisso da pasta com a transparência e com decisões orientadas por evidências, demonstrando mais uma vez a atuação integrada entre a Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI), por meio do Departamento de Monitoramento, Avaliação e Disseminação de Informações Estratégicas em Saúde (Demas), e a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), representada pelo Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI). Essa parceria tem ampliado e qualificado os instrumentos de monitoramento das ações de imunização no país.

    Gestão Orientada por Dados com Monitoramento Inteligente

    A disponibilização de dados detalhados sobre doses aplicadas e cobertura vacinal permite que gestores identifiquem rapidamente os territórios com maior necessidade de intervenção. “Essa visão integrada fortalece o planejamento das campanhas contra a influenza, otimiza a alocação de recursos e amplia a capacidade de resposta do SUS”, comentou Paulo Sellera, diretor do Departamento de Monitoramento, Avaliação e Disseminação de Dados e Informações Estratégicas em Saúde. O painel é mais um resultado do esforço conjunto para qualificar o monitoramento da vacinação no país.

    Patrícia Rodrigues
    Ministério da Saúde

  • Brasil apresenta avanços na estratégia de Uma Só Saúde e reforça prevenção de riscos sanitários

    Brasil apresenta avanços na estratégia de Uma Só Saúde e reforça prevenção de riscos sanitários

    O Ministério da Saúde apresentou, nesta terça-feira (25), durante o Simpósio Internacional de Uma Só Saúde – Reino Unido e Brasil, os avanços do país na construção da governança nacional da agenda que integra saúde humana, animal, vegetal e ambiental. A fala foi conduzida pelo coordenador-geral de Vigilância de Zoonoses e Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar, Francisco Edilson, que destacou a elaboração do Plano de Ação Nacional e o funcionamento do Comitê Técnico Interinstitucional de Uma Só Saúde, instituído entre 2024 e 2025.

    Ao abordar o processo de construção do plano, Edilson ressaltou que a estratégia só foi possível graças à articulação entre órgãos federais, pesquisadores e representantes da sociedade civil. “Esse trabalho é fruto de um esforço coletivo, construído a muitas mãos e cabeças de diferentes instituições”, afirmou. Segundo ele, a diversidade territorial, social e ambiental do Brasil reforça a necessidade de uma abordagem integrada. “O Brasil tem características que fazem essa perspectiva ser não apenas importante, mas necessária”, destacou.

    O coordenador também explicou que o comitê interinstitucional nasceu alinhado ao modelo do Sistema Único de Saúde, que historicamente defende ações articuladas entre diferentes setores do Estado. “O comitê nasce alinhado ao DNA do SUS, que sempre defendeu a intersetorialidade como caminho para enfrentar determinantes socioambientais da saúde”, disse.

    Entre os principais produtos apresentados está o Plano de Ação Nacional de Uma Só Saúde, desenvolvido entre agosto de 2024 e novembro de 2025. O documento reúne mais de 90 ações estratégicas para fortalecer a vigilância integrada, a prevenção de riscos e a preparação para novas emergências sanitárias. “Construímos um plano com mais de 90 ações, elaborado com a participação de instituições públicas, especialistas e sociedade civil. Agora, nossa tarefa é transformar esse plano em ações concretas nos territórios”, afirmou Edilson.

    Ele destacou ainda que a agenda nacional avança para um novo paradigma na gestão de riscos. “Nosso objetivo agora é transitar do modelo reativo para um modelo preventivo, com capacidade instalada antes da emergência”, disse. O coordenador lembrou que o Brasil tem atuado para que o conceito de Uma Só Saúde ganhe centralidade nas discussões internacionais, como no G20 e nas negociações do Acordo Pandêmico.

    Ao encerrar sua participação, Edilson reforçou a importância de fortalecer a atuação de estados e municípios para que a estratégia seja implementada de forma efetiva no país. “Estamos construindo um alicerce sólido para que estados e municípios coloquem Uma Só Saúde em prática. A força desse plano está no trabalho coletivo e na integração entre setores”, concluiu.

    João Moraes
    Ministério da Saúde

  • Brasil e Reino Unido abrem Simpósio Internacional de Uma Só Saúde

    Brasil e Reino Unido abrem Simpósio Internacional de Uma Só Saúde

    O Ministério da Saúde participou, nesta terça-feira (25), da abertura do Simpósio Internacional de Uma Só Saúde – Reino Unido e Brasil, realizado no Instituto de Química da Universidade de Brasília (UnB). O evento marca o início de três dias de debates sobre os impactos das mudanças climáticas, da perda de biodiversidade e de outras ameaças complexas à saúde humana, animal, vegetal e ambiental, reunindo especialistas, gestores públicos, pesquisadores e parceiros internacionais.

    Representando o Ministério da Saúde, a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão, destacou que o encontro reforça o esforço brasileiro de fortalecer uma abordagem integrada entre setores e países. Segundo ela, o simpósio ocorre em um momento estratégico, no qual o mundo enfrenta eventos climáticos extremos, a emergência de novos patógenos e desigualdades estruturais que ampliam riscos sanitários.

    “Estamos diante de desafios globais que ultrapassam fronteiras. Esta é uma oportunidade de alinharmos estratégias, compartilharmos evidências e avançarmos na consolidação do Plano Nacional de Uma Só Saúde, que orientará nossas ações para a proteção da vida em todas as suas formas”, afirmou.

    A secretária ressaltou ainda que o Ministério da Saúde vem intensificando parcerias internacionais para aprimorar a vigilância integrada, a inovação científica e a resposta rápida a emergências sanitárias. Para ela, a cooperação entre Brasil e Reino Unido, somada ao envolvimento de instituições acadêmicas e organismos multilaterais, é determinante para o enfrentamento de ameaças ambientais e sanitárias cada vez mais complexas.

    O simpósio também contou com a participação do diretor de Ciência e Tecnologia para a América Latina do governo britânico, Rossa Comanne, que destacou a relevância estratégica da parceria com o Brasil.

    “O Reino Unido reconhece o papel central do Brasil na agenda de saúde global e de mudanças climáticas. Trabalhar juntos é essencial para reunir evidências, desenvolver soluções inovadoras e fortalecer a preparação para futuras pandemias”, afirmou.

    Mariângela Simão também reforçou que o evento representa um marco para o avanço conjunto de políticas e práticas baseadas no conceito de Uma Só Saúde. “Nossa capacidade de proteger populações humanas, animais e ecossistemas depende da colaboração entre países, instituições e setores. Este simpósio é mais um passo para consolidar essa rede de cooperação que o Brasil tem orgulho de liderar”.

    Programação

    Com programação até o dia 27, o simpósio está organizado em três eixos: planejamento estratégico e cenário global; análise técnica de ameaças complexas; e condições institucionais para implementação da agenda Uma Só Saúde.

    No dia 28, delegações realizarão visitas técnicas a instituições especializadas no Rio de Janeiro. A expectativa é que o encontro seja um espaço de troca de experiências em Uma Só Saúde, de compreender os desafios e perspectivas dos países na implementação da abordagem nos países latino-americanos, Reino Unido e Brasil, fortalecendo a importância da intersetorialidade para a preparação para riscos sanitários atuais e futuros.

    João Moraes
    Ministério da Saúde

  • Concurso para Juiz Federal Substituto: Comissão aprova resultado dos recursos contra prova prática Última atualização: 25/11/2025 às 14:58:00

    Aconteceu, na manhã desta terça-feira (25/11), a sessão pública da Comissão do XV Concurso Público para Ingresso na Carreira da Magistratura do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, para julgamento dos recursos interpostos contra as notas da prova prática (sentença). 

    O encontro, que foi conduzido pelo presidente da Comissão, desembargador federal Fernando Braga, ocorreu na sala das Turmas Norte, no edifício-sede do TRF5, e foi acompanhado pelos(as) candidatos(as) através da plataforma Zoom.

    Por unanimidade, os membros da Comissão aprovaram o resultado dos votos relativos aos recursos. De acordo com o cronograma do certame, a próxima etapa será a prova oral.

    A lista atualizada de candidatos(as) ficará disponível, a partir de amanhã (26/11), no site do TRF5, na área “Concursos e Seleções/Magistrados”.  

    Mais informações sobre o certame podem ser consultadas no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV)

     

     

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • TRF5 vai liberar mais de R$ 480 milhões em RPVs a partir de 28/11 Última atualização: 25/11/2025 às 15:08:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 vai liberar, a partir do dia 28/11 (sexta-feira), o total de R$ 483.243.822,78 em Requisições de Pequeno Valor (RPVs). O montante corresponde às RPVs autuadas no mês de outubro e beneficiará 52.882 pessoas em toda a 5ª Região, que compreende os estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

    O maior valor será destinado a 12.103 beneficiários(as) do estado Pernambuco: R$ 114.067.849,25. Em seguida, 8.072 favorecidos(as) do Ceará receberão, juntos, R$ 109.172.916,03.

    As RPVs inseridas no intervalo sequencial nº 4.005.873 a 4.042.165 estarão disponíveis para levantamento nas agências bancárias das instituições financeiras indicadas na movimentação processual, acessível no Portal de Precatórios. A exceção é para os valores que, por alguma restrição, tenham sido bloqueados pela vara de origem.

    Já as RPVs referentes à reinclusão de requisitórios cancelados em virtude da Lei 13.463/2017 serão pagas exclusivamente pela Caixa Econômica Federal.

    Para retirar o dinheiro, é necessário apresentar os documentos de identidade, CPF e comprovante de residência (original e cópia).

    Em caso de dificuldade de levantamento, deve-se entrar em contato com as agências centralizadoras, por meio dos canais de atendimento abaixo indicados:

    Banco do Brasil:
    Telefones: (81) 3425-7293 / (81) 3425-7295 / 0800 729 5678
    E-mail: age3234@bb.com.br

    Caixa Econômica Federal:
    Telefones: (81) 3419-2700 / (81) 3419-2702 / 0800 725 7474
    E-mail: ag1421@caixa.gov.br

     

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • TRF5 promove Encontro Anual das Áreas de Treinamento, Desenvolvimento e Educação da Justiça Federal da 5ª Região Última atualização: 25/11/2025 às 15:25:00

    Representantes das Seções Judiciárias de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe participaram, nesta terça-feira (25/11), do primeiro dia de atividades do Encontro Anual das Áreas de Treinamento, Desenvolvimento e Educação da Justiça Federal da 5ª Região (JF5). A programação, que conta com atividades de formação, avaliação e planejamento, segue até esta quarta-feira (26/11).

    A diretora da Divisão de Desenvolvimento Humano do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, Isaura Rodrigues, deu as boas-vindas às(aos) participantes da reunião. “Sintam-se em casa. Mais do que o ambiente, é o coração que está aberto para receber vocês. Que bom que realizamos esse encontro, pois ele fortalece os nossos laços”. Isaura também falou sobre os objetivos do evento. “É também um espaço de articulação e de fortalecimento do trabalho em rede. É um alinhamento estratégico; cada pessoa sai daqui balizada, em termos de formação”.

    A oficina do primeiro dia de atividades abordou o tema “Elaboração de plano de capacitação em um modelo de gestão por competência e gestão do conhecimento nas capacitações”. O conteúdo foi ministrado pela supervisora de Treinamento e Desenvolvimento da Seção Judiciária do Ceará, Celda Fontes. Amanhã, as(os) participantes irão avaliar as ações realizadas em 2025 e elaborar o Plano Regional de Capacitação da JF5 para 2026.  

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5 (com informações da Ascom JFPB)


  • Servidor do TRF5 participa de evento do CNJ sobre combate ao assédio e à discriminação Última atualização: 25/11/2025 às 15:47:00

    O servidor Bruno Delpupo foi o representante do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 durante o Encontro Nacional das Comissões de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, ao Assédio Sexual e à Discriminação, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O evento ocorreu nos dias 17 e 18/11, em Brasília.

    Bruno integra a Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, Sexual e Discriminação (CPAMAS) do TRF5. Ele avaliou positivamente a experiência de participar do evento. “Tivemos a oportunidade de discutir casos concretos, que nos forneceram diretrizes importantes para aprimorar o acolhimento e a atuação da CPAMAS. Além disso, o encontrou funcionou, também, como uma espécie de guia de boas práticas de como endereçar as questões trazidas pelos noticiados. Foi uma oportunidade muito rica de capacitação e de aperfeiçoamento para as comissões”.

    As juízas federais Liz Azevedo (JFPE) e Camila Pullin (JFAL) e as servidoras Danielly Bezerra (JFPE) e Vilma Victal (JFAL) também participaram do evento.

    O objetivo do Encontro foi promover a troca de experiências e subsidiar a atuação em casos concretos, por meio de painéis temáticos e oficinas de trabalho. Os impactos do assédio e as perspectivas interseccionais foram alguns dos temas abordados.  

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5 (com informações da Ascom JFPB)


  • Corregedoria altera calendário de correições ordinárias para 2026 Última atualização: 25/11/2025 às 11:04:00

    A Corregedoria Regional do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 publicou a Portaria nº 299/2025, que altera o calendário de correições ordinárias previstas para as Seções Judiciárias da Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte, em 2026. A mudança considera a necessidade da presença do corregedor-regional, desembargador federal Leonardo Resende, em eventos que serão realizados pelo Conselho da Justiça Federal (CJF) em períodos coincidentes com as datas das correições anteriormente programadas.

    De acordo com o novo calendário, na Paraíba, as correições nos processos eletrônicos será de 2 a 13/02, enquanto a etapa presencial será realizada em dois momentos: de 2 a 6/03 (João Pessoa e Guarabira) e de 16 a 20/03 (Campina Grande, Monteiro, Patos e Sousa).

    No Rio Grande do Norte, os processos eletrônicos serão correicionados no período de 9 a 27/03. As visitas presenciais acontecem de 6 a 10/04 (Natal e Ceará Mirim) e de 5 a 7/05 (Mossoró, Assu, Pau dos Ferros e Caicó).

    Já no Ceará, a correição nos processos eletrônicos será de 13/04 a 1ª/05. As atividades presenciais serão feitas de 11 a 15/05 (Fortaleza e Maracanaú) e de 25/05 a 3/06 (Itapipoca, Sobral, Crateús, Tauá, Juazeiro do Norte, Iguatu, Quixadá e Limoeiro do Norte).

    Confira abaixo a íntegra da Portaria nº 299/2025:

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5