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  • Apoiadores de Bolsonaro fazem vigília e rezam em frente a hospital

    Apoiadores de Bolsonaro fazem vigília e rezam em frente a hospital

    A fachada do Hospital DF Star, em Brasília, se tornou uma espécie de ponto de reunião para apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro. Desde o último domingo (13), quando Bolsonaro passou por uma cirurgia abdominal com 12 horas de duração, o local vem registrando a presença de grupos que vêm rezando pela saúde do presidente, com Bíblias e bandeiras do Brasil.

    O ex-presidente passou pelo procedimento para corrigir uma obstrução intestinal, causada por aderências na região. De acordo com os médicos, o problema se deu pelas várias operações que Bolsonaro teve de fazer da região após ser vítima de um atentado a faca em 2018, quando fazia a campanha eleitoral que acabou por elegê-lo presidente.

    Apoiadores de Jair Bolsonaro posam ao lado de bandeira nacional, em frente ao Hospital DF Star, em Brasília.

    Apoiadores de Jair Bolsonaro posam ao lado de bandeira nacional, em frente ao Hospital DF Star, em Brasília.Eduardo F. S Lima/Ato Press/Folhapress

    Na manhã desta terça-feira, o hospital divulgou um boletim médico afirmando que o político passa por um pós-operatório estável e sem intercorrências, mas segue sem previsão de sair e com recomendação de não receber visitas. O ex-presidente, na mesma manhã, divulgou uma mensagem a apoiadores por redes sociais, lembrando da facada que sofreu em 2018.

  • Lindbergh diz que Hugo não pautará anistia e critica: “aberração”

    Lindbergh diz que Hugo não pautará anistia e critica: “aberração”

    O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (RJ), reagiu à articulação para acelerar a tramitação do Projeto de Lei que concede anistia a envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro. Em nota divulgada nas redes sociais nesta segunda-feira, 14, o parlamentar classificou o PL 2.858/22 como uma aberração constitucional e uma ameaça à democracia.

    A manifestação ocorre após o líder do PL, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), protocolar requerimento de urgência para o projeto com apoio de 264 deputados – entre eles, 146 de legendas que integram a base governista. Agora, cabe ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidir se leva o pedido ao plenário ou o mantém na fila de espera.

    Lindbergh reage à articulação por anistia do 8 de janeiro:

    Lindbergh reage à articulação por anistia do 8 de janeiro: “aberração contra a democracia”.Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

    Segundo Lindbergh, o projeto é um instrumento forjado para livrar Bolsonaro e seu grupo criminoso da cadeia, abrangendo não só os atos do 8 de janeiro, mas também iniciativas anteriores e posteriores ao episódio. O deputado menciona, inclusive, a chamada Operação Punhal Verde e Amarelo, que teria incluído planos de assassinato do presidente Lula, do vice Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes.

    A nota da bancada destaca ainda que o texto busca extinguir efeitos cíveis, penais e políticos, o que, na prática, poderia derrubar decisões do TSE que tornaram Bolsonaro inelegível. Lindbergh também questionou o momento da proposta. Como apreciar uma lei para beneficiar eventualmente alguém que nem foi julgado?, indagou.

    O projeto de anistia aos envolvidos no 8 de janeiro, apresentado ainda em 2022, ganhou novo impulso com o apoio formal de 264 deputados a um requerimento de urgência.

    Apesar do número expressivo, a urgência ainda depende de decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta.

    A proposta enfrenta forte resistência da bancada do PT, que vê na medida uma tentativa de obstruir os julgamentos em curso no STF e de reabilitar politicamente Jair Bolsonaro.

  • Câmara aprova certificação voluntária do Lítio Verde

    Câmara aprova certificação voluntária do Lítio Verde

    A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (14) o Projeto de Lei nº 2.809/2023, que institui a certificação voluntária do “Lítio Verde”. A proposta segue agora para análise do Senado Federal.

     Plenário da Câmara dos Deputados

    Plenário da Câmara dos DeputadosBruno Spada/Câmara dos Deputados

    O projeto define “Lítio Verde” como o lítio certificado proveniente de mineração ou processamento que adote voluntariamente medidas para mitigar, compensar ou neutralizar as emissões de gases causadores do efeito estufa e ampliar a eficiência energética do seu processo produtivo. A certificação será realizada por empresas certificadoras, observadas a regulamentação do Poder Executivo e diretrizes como:

    • adoção de medidas para compensação, mitigação ou neutralização das emissões de gases de efeito estufa nas etapas do processo produtivo de lítio;
    • uso preponderante de energias renováveis no processo produtivo de lítio;
    • utilização das melhores práticas na mineração e no processamento de lítio, com o uso eficiente de recursos naturais e gestão adequada de resíduos;
    • adoção de procedimentos e tecnologias para ampliar a eficiência energética na mineração e no processamento de lítio.
    • Empresas certificadas deverão manter públicos e atualizados, na internet, os dados relativos à certificação e à produção de lítio certificado, conforme definido em regulamento.

    Na justificativa do projeto, a autora, deputada Adriana Ventura (Novo/SP), destaca que “o lítio é um mineral fundamental para a produção de baterias, que são cada vez mais utilizadas em veículos elétricos e no armazenamento de energia renovável, assim como em dispositivos que fazem parte do nosso dia a dia, como é o caso dos telefones celulares”. Ela ressalta que “a mineração e o processamento do lítio podem ter uma significativa pegada de carbono, contribuindo para as mudanças climáticas”.

    A deputada aponta que “a demanda global por lítio está aumentando rapidamente, impulsionada pela transição global para energias renováveis […] e pela crescente adoção de veículos elétricos”. Ela observa que, segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), poderá ocorrer escassez de oferta, pois “as novas minas não têm sido abertas em ritmo suficiente para manter o adequado equilíbrio com a quantidade demanda pelo mercado”.

    No parecer apresentado em plenário, o relator, deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG), afirma que “o lítio é um mineral fundamental para a produção de baterias, que são cada vez mais utilizadas em veículos elétricos e no armazenamento de energia renovável, assim como em telefones celulares e outros dispositivos que fazem parte do cotidiano”. Ele reconhece que “a mineração e o processamento do lítio podem ter uma significativa pegada de carbono, contribuindo para o agravamento das mudanças climáticas”.

    O relator destaca que “a certificação voluntária visa incentivar as empresas a adotarem essas práticas, promovendo a redução das emissões de carbono e garantindo que a transição para veículos elétricos e energias renováveis seja sustentável”. Ele considera meritória “a exigência de que as empresas mantenham públicos e atualizados os dados relativos à certificação e à produção de lítio certificado”, promovendo transparência e aumentando a credibilidade do setor.

  • Programação especial marca 65 anos de Brasília e do Congresso

    Programação especial marca 65 anos de Brasília e do Congresso

    Fachada do Congresso Nacional, em Brasília.

    Fachada do Congresso Nacional, em Brasília.Antônio Cruz/Agência Brasil

    Para celebrar os 65 anos de Brasília e do Palácio do Congresso Nacional, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, em parceria com a Secretaria de Turismo do Distrito Federal, organizam uma programação especial entre os dias 16 e 24 de abril. O objetivo é destacar a importância da capital federal e da sede do Poder Legislativo na história política, cultural e democrática do Brasil.

    No dia 21 de abril, data do aniversário de ambos, a fachada do Congresso Nacional se transformará em um painel para uma projeção mapeada, das 19h às 23h. Com o tema “Brasília: 65 anos”, a projeção fará uma viagem no tempo, desde a fundação da cidade em 1960, com imagens da construção do Congresso, até os dias atuais, reforçando a importância da capital como símbolo da democracia brasileira. A mensagem “Hoje, o sonho segue vivo” marcará a transição para o prédio atual.

    Entre os dias 17 e 21 de abril, serão oferecidas visitas guiadas especiais com roteiros inéditos. No Senado, o tour temático de aproximadamente uma hora abordará a história do projeto urbanístico de Brasília por Lúcio Costa, com ênfase na arquitetura do Palácio do Congresso, projetado por Oscar Niemeyer, e suas transformações.

    Na Câmara, o itinerário incluirá locais não habituais, como a rampa das cúpulas do Palácio, a Capela Ecumênica do Anexo IV e a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. A visitação especial à área das cúpulas do Palácio será inaugurada nesse período, das 9h às 17h, com distribuição de senhas no Salão Negro. Cartões postais comemorativos com fotos raras da construção de Brasília estarão disponíveis aos visitantes.

    Para o público infantil, será lançado o Passaporte Plenarinho, um material interativo com desafios e curiosidades sobre a história e as obras de arte do Congresso Nacional.

    No dia 24 de abril, às 14h, uma sessão solene conjunta da Câmara e do Senado homenageará os 65 anos de Brasília no Plenário Ulysses Guimarães, com a exibição de um vídeo institucional comemorativo.

    A TV Câmara exibirá programação especial a partir de 16 de abril, com reportagens sobre a construção do Palácio do Congresso, histórias dos pioneiros e a importância arquitetônica do espaço. O programa Ponto de Vista apresentará a série “65 Anos do Congresso Nacional”, com entrevistas inéditas nos dias 18, 19, 20 e 21 de abril, às 20h, com reprises às 0h30, 9h e 15h.

    Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público, sujeitas a alterações sem aviso prévio.

  • Dois deputados do PL não assinaram requerimento da anistia

    Dois deputados do PL não assinaram requerimento da anistia

    Os deputados Robinson Faria (PL-RN) e Antônio Carlos Rodrigues (PL-SP) foram os únicos parlamentares do PL que não assinaram o requerimento de urgência para o projeto de lei que garante anistia aos presos do 8 de janeiro. Nesta segunda-feira (14), o líder do partido, deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), protocolou o requerimento no sistema da Câmara dos Deputados.

    Deputados Robinson Faria (PL-RN) e Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP)

    Deputados Robinson Faria (PL-RN) e Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP)Mário Agra/Câmara dos Deputados e Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

    Ao todo foram 264 assinaturas, no entanto, duas foram invalidadas por se tratarem de assinaturas de líderes partidários, especificamente, dos líderes Sóstenes Cavalcante e Zucco (PL-RS). Inicialmente, a orientação era para a coleta de assinaturas por meio dos líderes, mas, posteriormente, houve uma mudança de procedimento, passando-se a exigir assinaturas individuais dos parlamentares. Por isso, ficamos com o total de 262 assinaturas, diz nota enviada pelo líder.

    Desse número, 146 assinaturas vieram de deputados de partidos da base do governo, siglas que possuem ministérios: União Brasil, MDB, PSD, Progressistas e Republicanos. Apenas no MDB a anistia teve adesão de menos da metade da bancada, nos demais partidos, mais de 50% dos parlamentares assinaram o requerimento de urgência.

    Dos 92 deputados do PL, 90 assinaram. A ausência das assinaturas de Robinson Faria e Antônio Carlos Rodrigues, conforme explicou Sóstenes ao Congresso em Foco, ocorreu por motivo pessoal. O líder ainda informou que Robinson Faria se desligou do partido, mas ainda aparece como membro do PL no site da Câmara dos Deputados.

    O deputado do Rio Grande do Norte deve trocar a sigla pelo Republicanos, partido do atual presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). Com as assinaturas suficientes para o requerimento de urgência, a pressão sobre o presidente da Câmara aumenta. É dele a prerrogativa de pautar ou não o requerimento. A urgência permite que uma matéria seja votada diretamente no plenário sem precisar passar pelas comissões.

  • Lewandowski rebate governadores sobre PEC da Segurança Pública

    Lewandowski rebate governadores sobre PEC da Segurança Pública

    O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, rebateu as críticas feitas por governadores à PEC da Segurança Pública. Em evento realizado no último domingo (13), em São Paulo, o ministro ponderou que muitos gestores estaduais ainda agem como se estivessem à frente de “Estados soberanos”, e não de entes autônomos dentro de uma federação.

    A observação foi feita durante uma palestra para juristas organizada pelo grupo Prerrogativas. No encontro, Lewandowski explicou que a PEC da Segurança Pública visa organizar e integrar as forças de segurança do país, e refutou a ideia de que a proposta comprometa a autonomia dos Estados.

    Ministro aponta falhas causadas pela fragmentação entre Estados.

    Ministro aponta falhas causadas pela fragmentação entre Estados.Lula Marques/ Agência Brasil

    “Muitos governadores ainda pensam, talvez sob esse olhar [da Constituição de 1891], que realmente os Estados membros da federação são Estados soberanos, quando na verdade não são. Eles são autônomos, dentro daquela autonomia que é prevista na Constituição Federal [de 1988]”, destacou.

    A crítica de Lewandowski foi especialmente direcionada aos governadores Ronaldo Caiado (GO) e Romeu Zema (MG), que lideram a oposição à PEC. Eles alegam que o texto ameaça a independência dos Estados e também se opõem a outras medidas federais voltadas à padronização do setor, como a regulamentação do uso de câmeras corporais por policiais militares.

    Cobrança popular

    Ao defender a proposta, Lewandowski mencionou o avanço das facções criminosas e a crescente preocupação da sociedade com a criminalidade. Segundo ele, pesquisas de opinião já indicam que a população cobra do governo federal a responsabilidade pela segurança pública.

    O ministro também argumentou que o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), criado por lei em 2018, precisa ganhar força constitucional, nos moldes do Sistema Único de Saúde (SUS). Para ele, sem o respaldo da Constituição, o SUSP não tem poder para garantir adesão dos Estados às diretrizes nacionais.

    “Uma lei ordinária federal não tem o condão de fazer os estados se engajarem e atenderem a orientação federal”, afirmou.

    Integração de sistemas

    Lewandowski ainda realçou a necessidade de padronização nos registros policiais. Ele observou que atualmente cada estado elabora boletins de ocorrência de maneira distinta, o que compromete a integração dos dados e dificulta investigações.

    Ao se referir às propostas que tramitam no Congresso, o ministro criticou a ausência de soluções sistêmicas, destacando que o parlamento costuma tratar a segurança pública de maneira pontual.

    Ele também ressaltou que a proposta não pretende ser uma solução definitiva contra o crime organizado. “Não existe bala de prata contra a criminalidade”, disse. “A PEC busca apenas organizar o jogo, para depois darmos uma nova partida”.

    Desmilitarização fora de pauta

    Lewandowski negou que o Ministério da Justiça esteja discutindo a desmilitarização das polícias militares. Ele salientou que qualquer debate sobre o tema deve partir da sociedade civil, e não do governo federal.

    “Nós não mexemos na Polícia Militar porque vamos enfrentar uma briga com 27 corporações muito bem organizadas, com governadores. A sociedade tem que fazer essa discussão”, concluiu.

  • Em impasse sobre ministério, Pedro Lucas lança plano de conectividade

    Em impasse sobre ministério, Pedro Lucas lança plano de conectividade

    Em meio à disputa interna no União Brasil e à indefinição sobre sua possível aceitação para assumir o Ministério das Comunicações, o líder do partido na Câmara dos Deputados, Pedro Lucas Fernandes (União-MA) anunciou, nesta segunda-feira (14), o projeto de lei 1280/2025. A proposta cria a Política Nacional para Processamento e Armazenamento Digitais (PNPAD), tema que dialoga diretamente com o funcionamento da pasta para onde é indicado.

    O projeto cria as Zonas Especiais de Processamento e Armazenamento Digitais (ZEPAD), áreas com potencial estratégico para a instalação de data centers e empresas do setor. O objetivo é, por meio de parcerias público-privadas nos três níveis da federação, atrair investimentos, impulsionar a inovação regional e reduzir a dependência de serviços digitais estrangeiros para processamento e armazenamento de dados.

    Convidado pelo governo para assumir ministério, Pedro Lucas Fernandes precisa resolver racha interno em sua bancada.

    Convidado pelo governo para assumir ministério, Pedro Lucas Fernandes precisa resolver racha interno em sua bancada.Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

    Indefinição no partido

    A apresentação do projeto ocorre em meio a um impasse dentro do União Brasil a respeito da indicação de Pedro Lucas para o Ministério das Comunicações. Seu nome foi indicado ao presidente Lula pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), mas enfrenta resistência dentro da bancada.

    Embora a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, tenha confirmado o aceite de Pedro Lucas ao convite, o movimento ainda é incerto. Logo após a confirmação, o parlamentar anunciou que conversaria com seus pares antes de tomar sua decisão.

    Pedro Lucas assumiu a liderança do partido no início do ano, após dura disputa interna. Parte dos deputados defende a troca de comando e tenta emplacar Mendonça Filho (União-PE), vice-líder da oposição e ex-ministro da Educação de Michel Temer, como novo líder. Alcolumbre e Antônio Rueda, presidente do União, tentam garantir com que a bancada permaneça comandada por um governista caso seu líder vá para o Executivo.

  • Veja quem assinou requerimento de urgência para o PL da anistia

    Veja quem assinou requerimento de urgência para o PL da anistia

    O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), protocolou nesta segunda-feira o requerimento de urgência para o projeto que concede anistia aos presos do 8 de janeiro. Ao todo, foram 264 assinaturas, sendo 90 do PL, 40 do União Brasil, 36 do PP, 28 do Republicanos, 23 do PSD e 20 do MDB.

    Atos antidemocráticos de 8 de janeiro

    Atos antidemocráticos de 8 de janeiroMarcelo Camargo/Agência Brasil

    Com a quantidade de assinaturas, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem a prerrogativa de pautar ou não o requerimento de urgência para ser votado no plenário. A urgência permite que uma matéria seja votada diretamente no plenário sem precisar passar pelas comissões.

    Veja a lista dos deputados que assinaram:

    1. Sóstenes Cavalcante – PL/RJ
    2. Raimundo Santos – PSD/PA
    3. Maurício Carvalho – UNIÃO/RO
    4. Carla Dickson – UNIÃO/RN
    5. Reinhold Stephanes – PSD/PR
    6. Adriana Ventura – NOVO/SP
    7. Capitão Alden – PL/BA
    8. Pastor Eurico – PL/PE
    9. Greyce Elias – AVANTE/MG
    10. Coronel Fernanda – PL/MT
    11. Ricardo Salles – NOVO/SP
    12. Osmar Terra – MDB/RS
    13. Roberta Roma – PL/BA
    14. Ismael – PSD/SC
    15. Missionário José Olimpio – PL/SP
    16. Roberto Monteiro Pai – PL/RJ
    17. General Girão – PL/RN
    18. Gilson Marques – NOVO/SC
    19. General Pazuello – PL/RJ
    20. Coronel Ulysses – UNIÃO/AC
    21. Joaquim Passarinho – PL/PA
    22. Dr. Ismael Alexandrino – PSD/GO
    23. Glaustin da Fokus – PODE/GO
    24. Pr. Marco Feliciano – PL/SP
    25. Sargento Fahur – PSD/PR
    26. Franciane Bayer – REPUBLIC/RS
    27. Gustavo Gayer – PL/GO
    28. Simone Marquetto – MDB/SP
    29. Marcelo Álvaro Antônio – PL/MG
    30. Carlos Jordy – PL/RJ
    31. Zé Trovão – PL/SC
    32. Daniel Agrobom – PL/GO
    33. Pastor Diniz – UNIÃO/RR
    34. Delegado Palumbo – MDB/SP
    35. Bia Kicis – PL/DF
    36. Luiz Lima – PL/RJ
    37. Delegado Paulo Bilynskyj – PL/SP
    38. Jefferson Campos – PL/SP
    39. Gutemberg Reis – MDB/RJ
    40. Mauricio Marcon – PODE/RS
    41. Rosana Valle – PL/SP
    42. Dr. Frederico – PRD/MG
    43. Delegado Caveira – PL/PA
    44. Gilberto Nascimento – PSD/SP
    45. Helio Lopes – PL/RJ
    46. Chris Tonietto – PL/RJ
    47. Diego Garcia – REPUBLIC/PR
    48. Lafayette de Andrada – REPUBLIC/MG
    49. Felipe Francischini – UNIÃO/PR
    50. Coronel Assis – UNIÃO/MT
    51. Ricardo Barros – PP/PR
    52. Magda Mofatto – PRD/GO
    53. Pedro Lupion – PP/PR
    54. Marcel van Hattem – NOVO/RS
    55. André Ferreira – PL/PE
    56. Marcelo Moraes – PL/RS
    57. Coronel Meira – PL/PE
    58. Eros Biondini – PL/MG
    59. Sanderson – PL/RS
    60. Filipe Martins – PL/TO
    61. Alfredo Gaspar – UNIÃO/AL
    62. Sargento Gonçalves – PL/RN
    63. Capitão Augusto – PL/SP
    64. Cabo Gilberto Silva – PL/PB
    65. Gisela Simona – UNIÃO/MT
    66. Giacobo – PL/PR
    67. Nelson Barbudo – PL/MT
    68. Rodolfo Nogueira – PL/MS
    69. Soraya Santos – PL/RJ
    70. Silvia Waiãpi – PL/AP
    71. Bibo Nunes – PL/RS
    72. Dr. Zacharias Calil – UNIÃO/GO
    73. Rodrigo da Zaeli – PL/MT
    74. Vermelho – PL/PR
    75. Filipe Barros – PL/PR
    76. Stefano Aguiar – PSD/MG
    77. Delegado Éder Mauro – PL/PA
    78. Mendonça Filho – UNIÃO/PE
    79. Wellington Roberto – PL/PB
    80. Altineu Côrtes – PL/RJ
    81. Nicoletti – UNIÃO/RR
    82. Zucco – PL/RS
    83. Any Ortiz – CIDADANIA/RS
    84. Carla Zambelli – PL/SP
    85. Fernando Rodolfo – PL/PE
    86. Luiz Gastão – PSD/CE
    87. Rosangela Moro – UNIÃO/SP
    88. Ricardo Guidi – PL/SC
    89. Amaro Neto – REPUBLIC/ES
    90. Thiago Flores – REPUBLIC/RO
    91. Rodrigo Valadares – UNIÃO/SE
    92. Cristiane Lopes – UNIÃO/RO
    93. Pedro Westphalen – PP/RS
    94. Otoni de Paula – MDB/RJ
    95. Dayany Bittencourt – UNIÃO/CE
    96. Vinicius Carvalho – REPUBLIC/SP
    97. Luciano Alves – PSD/PR
    98. Lincoln Portela – PL/MG
    99. Pezenti – MDB/SC
    100. Clarissa Tércio – PP/PE
    101. Geovania de Sá – PSDB/SC
    102. Daniela Reinehr – PL/SC
    103. Zé Vitor – PL/MG
    104. André Fernandes – PL/CE
    105. Mario Frias – PL/SP
    106. Silas Câmara – REPUBLIC/AM
    107. Capitão Alberto Neto – PL/AM
    108. Domingos Sávio – PL/MG
    109. Caroline de Toni – PL/SC
    110. Mauricio do Vôlei – PL/MG
    111. Paulo Freire Costa – PL/SP
    112. Julio Cesar Ribeiro – REPUBLIC/DF
    113. Luiz Philippe de Orleans e Bragança – PL/SP
    114. Delegado Ramagem – PL/RJ
    115. Emidinho Madeira – PL/MG
    116. Marcio Alvino – PL/SP
    117. Hugo Leal – PSD/RJ
    118. Olival Marques – MDB/PA
    119. Evair Vieira de Melo – PP/ES
    120. Luis Carlos Gomes – REPUBLIC/RJ
    121. Dr. Jaziel – PL/CE
    122. Miguel Lombardi – PL/SP
    123. Dr. Fernando Máximo – UNIÃO/RO
    124. Ossesio Silva – REPUBLIC/PE
    125. Maria Rosas – REPUBLIC/SP
    126. Gilvan da Federal – PL/ES
    127. Coronel Chrisóstomo – PL/RO
    128. Allan Garcês – PP/MA
    129. José Medeiros – PL/MT
    130. Junio Amaral – PL/MG
    131. Messias Donato – REPUBLIC/ES
    132. Sargento Portugal – PODE/RJ
    133. Eli Borges – PL/TO
    134. Adilson Barroso – PL/SP
    135. Dr. Luiz Ovando – PP/MS
    136. Marcos Pollon – PL/MS
    137. Nikolas Ferreira – PL/MG
    138. Alberto Fraga – PL/DF
    139. Julia Zanatta – PL/SC
    140. Dilceu Sperafico – PP/PR
    141. Professor Alcides – PL/GO
    142. Rosângela Reis – PL/MG
    143. Icaro de Valmir – PL/SE
    144. Silvia Cristina – PP/RO
    145. Daniel Freitas – PL/SC
    146. Giovani Cherini – PL/RS
    147. Rodrigo Estacho – PSD/PR
    148. Delegada Ione – AVANTE/MG
    149. Junior Lourenço – PL/MA
    150. Rafael Simoes – UNIÃO/MG
    151. Delegado Marcelo Freitas – UNIÃO/MG
    152. Kim Kataguiri – UNIÃO/SP
    153. David Soares – UNIÃO/SP
    154. Dani Cunha – UNIÃO/RJ
    155. Padovani – UNIÃO/PR
    156. Alceu Moreira – MDB/RS
    157. Marussa Boldrin – MDB/GO
    158. Luiz Carlos Motta – PL/SP
    159. Danilo Forte – UNIÃO/CE
    160. Luiz Fernando Vampiro – MDB/SC
    161. Célio Silveira – MDB/GO
    162. José Nelto – UNIÃO/GO
    163. Átila Lira – PP/PI
    164. Jeferson Rodrigues – REPUBLIC/GO
    165. Cobalchini – MDB/SC
    166. Luisa Canziani – PSD/PR
    167. Afonso Hamm – PP/RS
    168. Julio Arcoverde – PP/PI
    169. Tião Medeiros – PP/PR
    170. Da Vitoria – PP/ES
    171. Lucio Mosquini – MDB/RO
    172. Doutor Luizinho – PP/RJ
    173. Julio Lopes – PP/RJ
    174. Pinheirinho – PP/MG
    175. Ana Paula Leão – PP/MG
    176. Delegado Fabio Costa – PP/AL
    177. Claudio Cajado – PP/BA
    178. Matheus Noronha – PL/CE
    179. Vicentinho Júnior – PP/TO
    180. Cezinha de Madureira – PSD/SP
    181. Vinicius Gurgel – PL/AP
    182. Delegado Bruno Lima – PP/SP
    183. Mauricio Neves – PP/SP
    184. Fred Linhares – REPUBLIC/DF
    185. Covatti Filho – PP/RS
    186. Thiago de Joaldo – PP/SE
    187. Sonize Barbosa – PL/AP
    188. Daniel Trzeciak – PSDB/RS
    189. Delegado da Cunha – PP/SP
    190. Silvye Alves – UNIÃO/GO
    191. Tiririca – PL/SP
    192. Moses Rodrigues – UNIÃO/CE
    193. Lula da Fonte – PP/PE
    194. Eduardo da Fonte – PP/PE
    195. Carlos Henrique Gaguim – UNIÃO/TO
    196. Ronaldo Nogueira – REPUBLIC/RS
    197. Alex Santana – REPUBLIC/BA
    198. Dr. Victor Linhalis – PODE/ES
    199. Ribamar Silva – PSD/SP
    200. Sergio Souza – MDB/PR
    201. Beto Pereira – PSDB/MS
    202. Diego Andrade – PSD/MG
    203. Lucas Redecker – PSDB/RS
    204. Josivaldo Jp – PSD/MA
    205. Leur Lomanto Júnior – UNIÃO/BA
    206. Eduardo Velloso – UNIÃO/AC
    207. Rafael Prudente – MDB/DF
    208. Luiz Carlos Hauly – PODE/PR
    209. AJ Albuquerque – PP/CE
    210. Pedro Aihara – PRD/MG
    211. Marcelo Crivella – REPUBLIC/RJ
    212. Roberto Duarte – REPUBLIC/AC
    213. João Leão – PP/BA
    214. Duda Ramos – MDB/RR
    215. Hercílio Coelho Diniz – MDB/MG
    216. Gabriel Mota – REPUBLIC/RR
    217. Defensor Stélio Dener – REPUBLIC/RR
    218. Albuquerque – REPUBLIC/RR
    219. Igor Timo – PSD/MG
    220. Pastor Gil – PL/MA
    221. Lebrão – UNIÃO/RO
    222. Zé Haroldo Cathedral – PSD/RR
    223. Marangoni – UNIÃO/SP
    224. Alexandre Guimarães – MDB/TO
    225. Juarez Costa – MDB/MT
    226. Jorge Goetten – REPUBLIC/SC
    227. Mersinho Lucena – PP/PB
    228. Bebeto – PP/RJ
    229. Danrlei de Deus Hinterholz – PSD/RS
    230. Detinha – PL/MA
    231. Fausto Santos Jr. – UNIÃO/AM
    232. Paulo Litro – PSD/PR
    233. Geraldo Mendes – UNIÃO/PR
    234. Nely Aquino – PODE/MG
    235. Zezinho Barbary – PP/AC
    236. Luiz Nishimori – PSD/PR
    237. Nitinho – PSD/SE
    238. Luiz Carlos Busato – UNIÃO/RS
    239. Fabio Schiochet – UNIÃO/SC
    240. Renata Abreu – PODE/SP
    241. Pastor Sargento Isidório – AVANTE/BA
    242. Adriano do Baldy – PP/GO
    243. Murillo Gouvea – UNIÃO/RJ
    244. Misael Varella – PSD/MG
    245. Fábio Teruel – MDB/SP
    246. Aluisio Mendes – REPUBLIC/MA
    247. José Rocha – UNIÃO/BA
    248. Celso Russomanno – REPUBLIC/SP
    249. Benes Leocádio – UNIÃO/RN
    250. Bruno Ganem – PODE/SP
    251. Ely Santos – REPUBLIC/SP
    252. Arnaldo Jardim – CIDADANIA/SP
    253. Antonio Andrade – REPUBLIC/TO
    254. Alex Manente – CIDADANIA/SP
    255. Paulo Azi – UNIÃO/BA
    256. Josimar Maranhãozinho – PL/MA
    257. Bruno Farias – AVANTE/MG
    258. Zé Adriano – PP/AC
    259. Márcio Marinho – REPUBLIC/BA
    260. Katia Dias – REPUBLIC/MG
    261. João Carlos Bacelar – PL/BA
    262. Gilson Daniel – PODE/ES
    263. Douglas Viegas – UNIÃO/SP
    264. Beto Richa – PSDB/PR
  • PRF investiga post com crítica a Lula e elogio a Bolsonaro

    PRF investiga post com crítica a Lula e elogio a Bolsonaro

    A Polícia Rodoviária Federal (PRF) abriu uma investigação interna para apurar a publicação de um comentário de teor político feito no perfil oficial da corporação no Rio Grande do Norte no Instagram. O caso ocorreu no último sábado (12), após a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro de Natal para Brasília.

    O comentário, postado em uma publicação sobre a transferência hospitalar de Bolsonaro, dizia: “Bolsonaro doente, juta [sic] mais gente que Lula são e inaugurando obra. Kkkk”. O conteúdo foi posteriormente apagado.

    Comentário feito no perfil da PRF RN.

    Comentário feito no perfil da PRF RN.Reprodução

    Em nota, a Superintendência da PRF no RN afirmou que a publicação não reflete as diretrizes da instituição. Segundo o comunicado, o comentário foi removido assim que identificado, e o perfil foi retirado do ar por tempo indeterminado como medida preventiva.

    O servidor responsável pela postagem já foi identificado. A Corregedoria-Geral da PRF, em Brasília, instaurou um procedimento interno para apurar as circunstâncias do ocorrido.

    O comentário foi publicado enquanto Bolsonaro era transferido de Natal para Brasília após ter sido internado em um hospital da capital potiguar, em decorrência de um quadro de subobstrução intestinal. A transferência ocorreu por meio de uma UTI aérea, e o ex-presidente foi submetido a uma cirurgia no domingo (13).

  • Bolsonaro tem “boa evolução clínica”, mas sem previsão de alta

    Bolsonaro tem “boa evolução clínica”, mas sem previsão de alta

    O ex-presidente Jair Bolsonaro, submetido a cirurgia de lise de extensas bridas e reconstrução de parede abdominal no domingo (13), está apresentando “boa evolução clínica”, conforme nota desta segunda-feira (14) do Hospital DF Star. Ainda de acordo com o hospital de Brasília, apesar da atual situação, ainda segue sem previsão de alta da unidade de terapia intensiva (UTI). (veja a íntegra da nota abaixo).

    Jair Bolsonaro

    Jair BolsonaroJosé Aldenir/Folhapress

    O procedimento cirúrgico durou 12 horas e teve como objetivo a liberação de aderências intestinais e reconstrução da parede abdominal. O ex-presidente foi transferido de Natal para Brasília na noite de sábado (12) para ser acompanhado por seus médicos e familiares.

    Jair Bolsonaro estava acompanhado do líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), quando sentiu as dores. Eles estavam cumprindo agenda do Partido Liberal no estado pelo projeto Rota 22, que pretende ampliar a presença da sigla na região. O ex-presidente deu entrada no Hospital Rio Grande às 11h15 da sexta-feira.

    As dores são em decorrência da facada sofrida por Bolsonaro em 2018, pouco antes de se eleger presidente. Desde então, o ex-chefe do Executivo realizou uma série de cirurgias. Desta vez, a complicação foi no intestino delgado, segundo publicação de Jair Bolsonaro.

    Em coletiva de imprensa nesta segunda, o médico Cláudio Birolini afirmou que Jair Bolsonaro apresentava um “abdômen hostil”, com obstrução por conta das aderências e parede abdominal já bastante danificada pelos procedimentos anteriores. Os médicos dizem que o presidente não deve deixar o hospital em menos de duas semanas, mas que esse prazo será definido de acordo com a evolução clínica dele.

    Veja a íntegra da nota:

    Brasília, 14 de abril de 2025 –

    O Hospital DF Star informa que o ex-Presidente Jair Bolsonaro encontra-se internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em acompanhamento pós-operatório de cirurgia de lise de extensas bridas e reconstrução de parede abdominal. Apresenta-se com boa evolução clínica, mantendo-se acordado, orientado, sem dor, sangramentos ou outras intercorrências. No decorrer do dia, sentou-se no leito e iniciou deambulação assistida, sem previsão de alta da unidade de terapia intensiva.

    Dr. Cláudio Birolini – Médico chefe da equipe cirúrgica

    Dr. Leandro Echenique – Médico Cardiologista

    Dr. Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Júnior – Coordenador da Unidade de Terapia Intensiva do Hospital DF Star

    Dr. Brasil Caiado – Médico Cardiologista

    Dr. Guilherme Meyer – Diretor Médico do Hospital DF Star

    Dr. Allisson Barcelos Borges – Diretor Geral do Hospital DF Star