Uma das grandes preocupações do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, nos últimos anos, tem sido o meio ambiente e a sustentabilidade. Por conta disso, o Tribunal tem adotado práticas que visam a evitar desperdícios, como a compostagem de resíduos orgânicos de jardim. A atividade foi adotada, há mais de 12 anos, pela Corte e tem produzido resultados bastante satisfatórios. É o que mostra o relatório do Setor de Sustentabilidade, Acessibilidade e Inclusão do TRF5. A ação faz parte do Programa Justiça Carbono Zero do Poder Judiciário instituído pela Resolução 594, de 8 de novembro de 2024, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
De acordo com o documento, que foi enviado ao CNJ, o Tribunal possui quatro composteiras, cada uma com 8m², que produzem, em média, 50kg de adubo orgânico, a cada quatro meses. O adubo produzido é suficiente para suprir toda a demanda do TRF5 na adubação de árvores, canteiros e vasos.
Entre os resultados positivos da prática é possível incluir, também, a redução no volume de resíduos e a produção de adubo de alta qualidade, além da economia de recursos financeiros e da melhoria da qualidade do solo. A compostagem também tem impacto direto no processo de descarbozanização da atmosfera, reduzindo a emissão de gazes de efeito estufa, através do sequestro de carbono.
Confira a íntegra do documento:
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