Gestão participativa: TRF5 avalia cumprimento das Metas Nacionais do Poder Judiciário Última atualização: 09/03/2026 às 15:07:00

As Metas Nacionais do Poder Judiciário foram tema da reunião promovida pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, na manhã desta segunda-feira (09/03). O encontro, online, reuniu mais de 1000 magistrados(as) e servidores(as) da Justiça Federal da 5ª Região (JF5).  

A reunião foi conduzida pelo corregedor-regional da JF5, desembargador federal Leonardo Resende, auxiliado pelo diretor de Gestão Estratégica do TRF5, David Montalvão. Na ocasião, foi feita uma avaliação do cumprimento das Metas Nacionais do Poder Judiciário de 2025, além da apresentação das Metas para 2026, de boas práticas adotadas na JF5 e de sugestões e encaminhamentos. 

Resende destacou que o formato do encontro faz parte do novo modelo de inspeção integrada à gestão de metas do Poder Judiciário, inaugurada pelo TRF5. Segundo o corregedor-regional, a inspeção integrada supera o modelo tradicional, baseado em autos de papel, análise superficial, amostra muito elevada e caráter burocrático. 

Em seguida, Montalvão apresentou os resultados da JF5 em 2025. O desempenho da 5ª Região se destacou nas seguintes Metas: Meta 3 (Índice de Conciliação), com 101,58%; Meta 4 (julgamento de ações por improbidade administrativa), com 123,69 %; Meta 6 (julgamento de processos ambientais), com 148%; Meta 7 (Julgamento de processos envolvendo questões indígenas e quilombolas), com 180,76 %; e Meta 10 (Julgamento de casos de subtração internacional de crianças distribuídos). 

A reunião contou, ainda, com a participação do juiz federal André Silveira e da diretora de Secretaria da 27ª Vara Federal do Ceará (JFCE), Danielle Lira; da diretora da Divisão de Acompanhamento e Projetos do PJe Nacional do TRF5, Giselle Schmitz; e da diretora do Núcleo de Acompanhamento do Sistema PJe do TRF5, Karla Ramos. 

Boas práticas  

O corregedor também elencou as boas práticas adotadas na JF5 e apresentou um plano de ação, com a finalidade de evitar a prescrição intercorrente de ações envolvendo casos de improbidade administrativa. O plano inclui a extração de dados do sistema Red Alert, validação dos dados pelas unidades judiciárias, classificação dos processos em estágios padronizados, relatórios pós-validação e elaboração de planos de ações específicos para as varas com maior número de ações de improbidade pendentes. 

André Silveira e Danielle Lira falaram sobre a gestão de metas no PJe, através do uso de etiquetas, visando a otimizar o fluxo de processos e facilitar a gestão das metas qualitativas. Já Giselle Schmitz e Karla Ramos abordaram a questão do registro adequado de movimentos processuais, em se tratando de sobrestamento de processos e conciliação.

Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


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