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  • GMF-PB participa de encontros voltados ao Sistema Carcerário e ao Plano Nacional Pena Justa 

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    Foto dos magistrados do TJPB em evento em Brasília

    Magistrados do GMF-PB durante evento em Brasília

    Integrantes do GMF PB participaram, entre os dias 25 e 27 de novembro, em Brasília, do 4º Encontro Nacional dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMFs) e do 2º Encontro de Alta Gestão do Plano Nacional Pena Justa, ambos promovidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    O primeiro dia dos eventos foi dedicado à apresentação das iniciativas prioritárias da gestão 2025–2027 do ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), especialmente nas áreas penal, socioeducativa e de direitos humanos. As ações foram estruturadas em eixos integrados, com ênfase no fortalecimento dos GMFs e na articulação necessária para a implementação coordenada de políticas públicas.

    No eixo penal, foram apresentadas cinco frentes estratégicas: (1) Reforma e melhorias de habitabilidade nas unidades prisionais; (2) Cultura e educação como ferramentas de transformação; (3) Governança, controle e transparência; (4) Ampliação de oportunidades de emprego e qualificação profissional; e (5) Consolidação da Central de Regulação de Vagas. O diagnóstico apresentado pelo CNJ apontou desafios persistentes, como a taxa de ocupação superior a 150% e a inexistência de alvarás e licenças sanitárias em grande parte das unidades no Brasil.

    No âmbito socioeducativo, o destaque foi a Plataforma Socioeducativa (PSE), em processo de nacionalização, além das ações do LAB Justiça Juvenil, ferramenta estruturante voltada ao uso de dados para o planejamento de políticas. Também foram discutidos os avanços do painel Business Intelligence da Central de Vagas e a qualificação das 25 centrais do sistema socioeducativo implantadas no país.

    Durante o encontro, o CNJ apresentou ainda o 4º Levantamento Nacional dos GMFs, estudo que demonstrou a ampliação das equipes, o aumento da capacidade técnica e a consolidação da participação dos GMFs nos comitês estaduais vinculados ao Plano Pena Justa.

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    Encontro dos GMFs realizado na Capital Federal

    Comitiva do TJPB – A comitiva do TJPB foi composta pelo desembargador Carlos Martins Beltrão, supervisor do GMF-PB; pela juíza auxiliar da presidência do TJPB, Maria Aparecida Gadelha, coordenadora do sistema penal; pela juíza Antonieta Maroja, coordenadora do socioeducativo; além do desembargador corregedor Leandro dos Santos; do juiz corregedor Gustavo Pessoa; e do Juiz de execução penal e membro do gmf Carlos Neves.

    Alta Gestão – Os integrantes do GMF-PB participaram, também, no dia 27, do 2º Encontro de Alta Gestão, que reuniu autoridades para definição e alinhamento das diretrizes orçamentárias do Plano Pena Justa. O diálogo considerou as metas nacionais, a organização administrativa e as demandas estruturais para a execução contínua do plano estadual.

    Para o desembargador Carlos Martins Beltrão, “o encontro reforçou o compromisso institucional do TJPB com a modernização da política penal e com a implementação de práticas humanizadas e eficientes”. A juíza Maria Aparecida Gadelha destacou que “o alinhamento nacional fortalece as entregas e garante maior coerência entre diagnóstico, planejamento e execução”.

     

    Gecom-TJPB

  • Abertas inscrições para 2ª Mostra Mais Saúde com Agente

    Abertas inscrições para 2ª Mostra Mais Saúde com Agente

    A 2ª Mostra Mais Saúde com Agente está com inscrições abertas até 16 de dezembro. Podem participar da ação os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), que estiverem devidamente matriculados nos cursos ofertados pelo Programa Mais Saúde com Agente. Essa edição da mostra traz o tema Experiências de Territorialização Integrada entre Atenção Primária à Saúde (APS) e Vigilância em Saúde.

    As inscrições das experiências deverão ser realizadas diretamente pelos autores, mediante inclusão e registro dos dados solicitados no sistema disponibilizado, exclusivamente por meio do endereço eletrônico. A apresentação dos trabalhos selecionados e a cerimônia de premiação serão realizadas nos dias 18 e 19 de março de 2026, em Brasília (DF). Serão selecionados 200 trabalhos, com a presença de dois autores principais por experiência e que terão auxílios para hospedagem, passagem aérea e alimentação durante a realização do evento.

    A mostra busca fomentar a troca de experiências bem-sucedidas nos diversos territórios e dar visibilidade às práticas de fortalecimento da integração da Atenção Básica e Vigilância em Saúde, promovidas pelas ações realizadas pelos estudantes dos cursos técnicos do Mais Saúde com Agente. Assim como aconteceu com as experiências selecionadas na primeira edição da mostra em 2023, as práticas inscritas nesse ano poderão ser replicadas e reconhecidas em todo território nacional.

    Programa

    O Mais Saúde com Agente é um dos maiores programas de formação técnica híbrida (presencial e online) do governo federal, que possibilita fortalecer a Atenção Primária à Saúde (APS) e a Vigilância em Saúde, por meio da qualificação de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE). A iniciativa busca identificar as necessidades sociais e sanitárias, além de ajudar a construção de um sistema público de saúde mais resolutivo, justo e participativo.

    Cronograma

    · Período de inscrições: de 17 de novembro a 16 de dezembro

    · Período de avaliação online das experiências inscritas: de 4 a 19 de janeiro de 2026

    · Data de apresentação das experiências e das avaliações presenciais: 18 de março de 2026

    · Publicação dos 200 selecionados para apresentação na mostra: 26 de janeiro de 2026

    · Premiação da 2ª Mostra Mais Saúde com Agente: 19 de março de 2026

    Victor Almeida
    Ministério da Saúde

  • Brasil reforça liderança global na busca por novos tratamentos contra a dengue

    Brasil reforça liderança global na busca por novos tratamentos contra a dengue

    O Brasil voltou a assumir o papel de protagonista no enfrentamento da dengue durante o seminário Aliança Dengue – Cooperação Sul-Sul na Busca por Tratamentos contra a Dengue, realizado nesta terça-feira (26), em Brasília. Organizado pela DNDi, Fiocruz e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o encontro reuniu especialistas, pesquisadores e autoridades do Sul Global para discutir desafios, investimentos e novas tecnologias voltadas ao tratamento da doença — tema considerado estratégico para a saúde global.

    Na sessão de abertura, marcada pelo compromisso político, científico e financeiro brasileiro, autoridades destacaram a necessidade de fortalecer a cooperação internacional, impulsionar soluções inovadoras e integrar saúde, clima e vigilância em um contexto de rápida expansão das arboviroses no mundo. A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Mariângela Simão, ressaltou que o país vive um cenário complexo, ao mesmo tempo em que amplia ações de prevenção e assistência.

    “Há 40 anos a dengue é um problema de saúde pública no Brasil e hoje temos relatos da doença em todos os municípios. Com as mudanças climáticas, a situação se torna ainda mais desafiadora”, disse. A secretária lembrou que, em 2023, o Brasil registrou cerca de 6,5 milhões de casos de dengue e mais de 6,2 mil mortes, número que evidencia a urgência de tecnologias acessíveis. “Precisamos de soluções seguras, eficazes e com preço que caiba nas contas públicas”.

    Embora as mortes tenham diminuído em comparação ao ano passado, os registros ainda permanecem altos. Segundo Mariângela, o Ministério da Saúde tem adotado um conjunto de estratégias que envolve vigilância, campanhas nacionais, ampliação do acesso ao diagnóstico e reorganização da assistência em todas as regiões. A atuação inclui ainda o Plano de Ação Nacional para Redução da Dengue e outras Arboviroses, apoiado por políticas de manejo clínico, vigilância integrada e fortalecimento da atenção primária.

    O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, reforçou o empenho do governo federal. “Este evento demonstra o compromisso político do governo brasileiro. O presidente Lula tem colocado a dengue como uma das prioridades da agenda nacional e isso se traduz em investimentos, reorganização do sistema de saúde e fortalecimento da resposta às mudanças climáticas”, afirmou.

    Massuda também destacou a importância da COP30, realizada em novembro em Belém, incluir a saúde como eixo estratégico. “O Plano Belém mostra ao mundo que os sistemas de saúde precisam estar no centro da agenda climática. Os impactos do aquecimento global, como já vemos em Curitiba e em várias regiões do país, demandam novas estratégias de prevenção e preparação”, disse.

    Segundo Massuda, o registro da vacina contra dengue do Butantan pela Anvisa é um marco que consolida o avanço da pesquisa nacional e reforça o papel do Brasil na inovação em saúde pública. Ele também citou a fábrica de mosquitos com Wolbachia e o desenvolvimento de novas tecnologias de controle vetorial como parte da estratégia governamental. “Estamos priorizando políticas e orçamento para ampliar nossa capacidade de resposta. Mas também precisamos avançar em tratamentos e essa aliança internacional é essencial. ”

    Integração

    A sessão também reforçou o papel do Brasil como parceiro estratégico em pesquisa clínica e cooperação Sul-Sul. A secretária Mariângela Simão lembrou que a dengue já é um problema global, com expansão inclusive na Europa. “Pesquisas, tecnologias e tratamentos precisam ser acessíveis. É um desafio que nenhum país resolverá sozinho”, afirmou. O encontro destacou ainda a integração da iniciativa Uma Só Saúde, que articula saúde humana, animal e ambiental para enfrentar os efeitos das mudanças climáticas. Novos modelos de vigilância, prevenção e resposta foram apontados como fundamentais para os próximos anos.

    Debates

    Durante a sessão de debates, a diretora do Departamento de Doenças Transmissíveis, Marília Santini, reforçou que a busca por terapias específicas para dengue é uma prioridade estratégica. “Mesmo com avanços importantes em vigilância, controle vetorial e vacinação, ainda temos uma lacuna significativa no cuidado. Um tratamento capaz de reduzir complicações e evitar a progressão dos quadros graves pode transformar completamente a resposta à doença”, afirmou.

    A coordenadora também ressaltou a sobrecarga dos sistemas de saúde. “Temos prevenção, temos manejo clínico, mas ainda faltam pontos de intervenção. Um antiviral ou outro tratamento capaz de reduzir gravidade e mortalidade mudaria completamente o cenário”, concluiu.

    Marília reforçou, ainda, a necessidade de enfrentar desigualdades estruturais. “Não temos doenças negligenciadas; temos pessoas negligenciadas. O Brasil precisa ocupar um lugar de liderança no enfrentamento global das arboviroses. ”

    A secretária de Ciência, Tecnologia, Inovação do MS, Fernanda De Negri, destacou a importância do investimento do governo no desenvolvimento da vacina do Butantan e reforçou a urgência de ampliar a oferta de testes rápidos, novos diagnósticos e medicamentos. Segundo ela, o Ministério da Saúde vem fortalecendo políticas de inovação para acelerar soluções tecnológicas essenciais ao enfrentamento da dengue. No caso da vacina, trata-se do resultado de políticas de estímulo à indústria e à inovação no país, concretizado com o apoio do governo federal, com investimento de R$ 1,23 bilhão do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) destinado ao Butantan, R$ 130 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e R$ 68 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

    Foto: Zeca Miranda/MS
    Foto: Zeca Miranda/MS

    Compromisso

    O seminário evidenciou o protagonismo brasileiro nas ações voltadas ao enfrentamento da dengue. A secretária Mariângela Simão ressaltou que os investimentos recentes, o avanço da vigilância, a incorporação da agenda climática e a ampliação de parcerias internacionais mostram a direção adotada pelo país para impulsionar soluções inovadoras em saúde pública. “A expectativa é que os diálogos de hoje resultem em novas agendas de pesquisa, ações conjuntas e avanços tecnológicos capazes de transformar a resposta mundial à dengue”, concluiu.

    João Moraes
    Ministério da Saúde

  • Aprovação da política nacional fortalece residências em saúde no Brasil

    Aprovação da política nacional fortalece residências em saúde no Brasil

    A Comissão Intergestores Tripartite (CIT) pactuou a instituição da Política Nacional de Residências em Saúde (PNRS), durante reunião nessa quinta-feira (27), em Brasília (DF). O documento, que é uma iniciativa conjunta entre os Ministérios da Saúde e da Educação, consolida as residências médicas e em área profissional da saúde como estratégia prioritária de formação de especialistas para o fortalecimento do SUS. O próximo passo é a publicação da portaria interministerial no Diário Oficial da União (DOU).

    Construída de forma coletiva, a partir de escuta qualificada, discussões em instâncias colegiadas, e consulta pública, a PNRS tem o compromisso de ordenar a formação especializada pelo SUS – com base nas necessidades regionais e nacionais –, e dimensionar especialistas, apoiando a definição de áreas prioritárias e territórios estratégicos. Também busca expandir e qualificar os programas de residência, garantindo provimento de especialistas em regiões de vazios assistenciais e fortalecer o financiamento tripartite, assegurando sustentabilidade da política.

    “Com a PNRS vamos expandir e qualificar os programas de residência, reduzindo a desigualdade regional de acesso a especialistas; aprimorar sistemas de gestão, monitoramento e avaliação; ampliar incentivos financeiros; e valorizar residentes, preceptores, tutores e coordenadores, além de realizar ações voltadas para a saúde mental dos residentes”, disse o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço. Conforme o secretário, a política também fortalece o objetivo estratégico do Programa Agora Tem Especialistas de expandir a oferta desses profissionais em áreas estratégicas para o SUS e em regiões menos assistidas.

    Entre os objetivos da PNRS, estão qualificar a prática formativa, integrando ensino, serviço e comunidade, orientada pelos princípios do SUS; aprimorar sistemas de gestão, monitoramento e avaliação, garantindo transparência e efetividade; e estimular inovação científica e tecnológica, com produção e disseminação de novos conhecimentos em saúde. A política segue os princípios da equidade na distribuição territorial dos programas e vagas, da integralidade do cuidado em saúde, da interprofissionalidade como base do processo formativo e da segurança do paciente como valor estruturante.

    Victor Almeida e Nádia Conceição
    Ministério da Saúde

  • Servidores podem se inscrever até domingo no Curso de SEEU em Guarabira

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    Domingo (30) é o último dia para se inscrever no curso ‘Noções Fundamentais de Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU) e Execução Penal – Turma 03 – Guarabira’. A capacitação, presencial, acontecerá no dia 3 de dezembro (quarta-feira), das 8h às 17h, no Fórum ‘Dr. Augusto Almeida’, na Comarca de Guarabira.

    Para participar, os(as) servidores(as) do Poder Judiciário estadual que atuam em unidades com competência em Execução Penal devem realizar a inscrição por meio do link: https://forms.gle/kJQrMdodReDD6VTo9.

    A formação será ministrada pelo analista jurídico Alisson de Sá Ponce Leon, que apresentará conteúdos introdutórios sobre Execução Penal, sua aplicação no SEEU e o uso do sistema no cotidiano de trabalho.

    No dia 23 de outubro, o curso foi realizado em Campina Grande, e no dia 19 deste mês, a capacitação sobre Noções Fundamentais de SEEU ocorreu em João Pessoa.

    Por Marcus Vinícius

    Foto: Ednaldo Araújo

     

  • Jovens do Creas III participam de atividade de dança pelo Trilha Renovar

    Foto da equipe do projeto Trilha
    Equipe que promoveu a oficina dirigida aos jovens do Creas III

    Adolescentes que cumprem medidas socioeducativas em meio aberto, acompanhados na sede do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas III), em Campina Grande, vivenciaram uma experiência cultural diferente na manhã desta quinta-feira (27). Eles participaram de uma oficina de dança com foco no ritmo Hip Hop.

    A atividade integra mais uma etapa da trilha cultural do projeto Trilha Renovar: Sustentabilidade para a Vida,  idealizado pelos Laboratórios de Inovação e Núcleos de Sustentabilidade do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), do Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região e do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

    A oficina foi conduzida pelo professor Jardel Melo, pesquisador em Danças Urbanas e Dança Contemporânea, dançarino e coreógrafo, com larga experiência na temática. Ele integra o projeto Arte e Cultura nas Periferias, da Casa Pequeno Davi, um dos parceiros do TJPB nesta ação. 

    A coordenadora de Inovação do TJPB, Tatyanna Nadabia de Souza, explicou ser a segunda etapa do projeto, envolvendo a seara cultural e os adolescentes. Segundo enfatizou, a oficina foi conduzida de forma leve, acolhedora e respeitosa, permitindo que os jovens se expressassem e se soltassem, de forma que o facilitador, professor Jardel, criou um ambiente de confiança através da escuta e do diálogo. 

    Foto do pessoal em oficina de descontração
    Experiência cultural fez parte da progamação da oficina

    Além disso, a participação dos adolescentes, da equipe do projeto e do Creas foi marcada por descontração e troca genuína, reforçando o impacto positivo que a expressão artística pode gerar na autoestima, no pertencimento e no olhar para novas possibilidades, como reforçou Tatyanna de Souza. 

    “A experiência reforçou a importância do projeto em oferecer um espaço seguro para expressão, ampliar horizontes e fortalecer as trajetórias dos adolescentes. O projeto visa abordar a sustentabilidade de forma holística, incluindo aspectos culturais, sociais, econômicos e ambientais, apoiando os jovens de maneira humana e transformadora”, ressaltou a coordenadora.

    Tatyanna de Souza informou, ainda, que a outra fase de ação do projeto será a “Trilha Social”, que contará com a participação do Núcleo de Justiça Restaurativa (Nejure), do TJPB. Nessa próxima etapa, os adolescentes vão participar de rodas de conversa, de atividades como o Ciclo de Paz, com a finalidade de promover o diálogo, o respeito, a escuta entre todos eles. 

    “A ideia é que se crie um espaço seguro, onde eles possam falar um pouco sobre suas experiências, refletir sobre os caminhos que desejam seguir e os sonhos que pretendem realizar, além de desenvolverem habilidades que sejam importantes para a ressocialização”, realçou Tatyanna Souza.

    Social – O Trilha Renovar dá cumprimento à Meta 9 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2025, que prevê o desenvolvimento de projetos relacionados à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), com participação de laboratórios de inovação de diferentes instituições públicas, com o foco na geração de benefícios à sociedade.

    Por Lila Santos
     

  • PBPREV prorroga Censo Previdenciário da Paraíba até março de 2026

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    A Paraíba Previdência (PBPREV) informa que o prazo para realização do Censo Previdenciário Paraíba , foi prorrogado, garantindo mais tempo para que todos os segurados participem do processo.

    Inicialmente previsto para encerrar em 28 de novembro de 2025, o censo agora seguirá até março de 2026, assegurando maior abrangência, atualização cadastral e segurança das informações do Regime Próprio de Previdência Social do Estado.
    A ampliação do prazo foi motivada pelo elevado número de segurados que ainda não conseguiram realizar o recadastramento, seja por dificuldades logísticas, pela apresentação de documentação incompleta ou pela alta demanda nos polos.

    A PBPREV reforça que muitos atendimentos têm sido inviabilizados justamente pela falta de documentos exigidos, o que obriga o reagendamento e gera atrasos no procedimento.

    Novos prazos e locais de atendimento

    * Guarabira, Itaporanga e Catolé do Rocha: até 9 de janeiro de 2026
    * João Pessoa , Campina Grande, Patos e Cajazeiras: até 6 de março de 2026
     
    Para efetuar o agendamento, os interessados devem acessar o endereço eletrônico: https://nuvem.agendacenso.com.br/paraiba

    A participação é obrigatória para servidores ativos, aposentados e pensionistas. Quem não realizar o censo dentro do período prorrogado terá o pagamento bloqueado a partir do final de março de 2026, conforme previsão legal.

    O Censo Previdenciário é realizado exclusivamente de forma presencial, conforme determina o Decreto nº 46.472/2025, mediante agendamento prévio pelo site oficial. O sistema permite que o segurado escolha data, local e horário do atendimento, garantindo organização, conforto e evitando filas. Os documentos podem ser apresentados em versão original ou cópias legíveis, já que todo o material é digitalizado e devolvido imediatamente ao recenseado.

    A PBPREV informa, ainda, no início de dezembro, será publicado um ato normativo específico, regulamentando os procedimentos para segurados que residem fora do Estado ou que estejam recolhidos ao sistema prisional, garantindo a participação segura e regular desses grupos.

    Dúvidas ou outras informações podem ser esclarecidas por meio do telefone 0800 800 3400 ou pelo e-mail censo.ouvidoria@agendaassessoria.com.br

  • Ministério da Saúde anuncia mais de R$ 422 milhões do Agora Tem Especialistas para garantir mais atendimentos para o SUS na Bahia

    Ministério da Saúde anuncia mais de R$ 422 milhões do Agora Tem Especialistas para garantir mais atendimentos para o SUS na Bahia

    Neste Dia Nacional de Combate ao Câncer, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou mais de R$ 422 milhões que vão custear um pacote de ações do programa Agora Tem Especialistas para o estado da Bahia. Para aumentar a oferta de atendimentos de saúde de média e alta complexidade no estado, incluindo os oncológicos, ele anunciou a inauguração, em Vitória da Conquista (BA), de um serviço de radioterapia, essencial para o tratamento do câncer no tempo certo; a expansão dos serviços de saúde para as Obras Sociais Irmã Dulce, entidade filantrópica; novas Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) e o investimento de R$ 25 milhões para o laboratório público Bahiafarma. Essas duas últimas iniciativas visam fortalecer a soberania sanitária nacional com a produção de medicamentos para tratamentos oncológicos, doenças raras, degeneração macular, entre outros. 

    Ao destacar os avanços no cuidado oncológico, o ministro Alexandre Padilha reforçou o papel da Bahia como referência nacional na expansão da assistência ao câncer. “Eu poderia estar em qualquer lugar do Brasil hoje, mas escolhi estar na Bahia porque o presidente Lula reconhece que o governo do estado está realizando a maior transformação do país no cuidado diagnóstico e no tratamento do câncer. Quando a pessoa faz os exames — mesmo sem sentir nada — e recebe um diagnóstico precoce, é possível vencer o câncer”, disse o ministro, em Lauro de Freitas (BA), durante a inauguração do Hospital Estadual Costa dos Coqueiros, o primeiro de transição e longa permanência do país para pacientes que necessitam de cuidados prolongados.   

    Na ocasião Padilha afirmou ainda que o governo federal atua em parceria com o governo do estado para abrir novos hospitais e levar o tratamento para o interior da Bahia com médicos especializados, equipamentos modernos e serviços que permitam diagnóstico mais rápido, cirurgia e radioterapia sempre que forem necessários. “Nós vamos erradicar o câncer de colo de útero no Brasil”, afirmou.  

    O aumento do custeio dos serviços de saúde especializados vai beneficiar diretamente 26 Policlínicas Regionais de Saúde que atendem a demanda de 416 municípios, além da Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) de Caetité (BA) e de cinco hospitais: o Hospital Ortopédico da Bahia (HOEB); o Hospital de Cuidados Paliativos – Monte Serrat; o Hospital Senhor do Bonfim; o Hospital das Clínicas de Alagoinhas (HCA); e o Hospital Estadual Costa dos Coqueiros. Essas unidades de saúde contarão com o incremento de R$ 352,2 milhões do total anunciado referente ao incremento do Teto MAC (de média e alta complexidade). 

    Medidas para fortalecer a soberania sanitária nacional 

    Com as 24 novas Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) anunciadas por Alexandre Padilha, o Ministério da Saúde chega a 31 PDPs; quatro serão executadas pelo estado da Bahia, que, por meio do laboratório público Bahiafarma, produzirá estes quatro biológicos: Eculizumabe (para doenças raras), Bevacizumabe (degeneração macular e neoplasias), Nivolumab (melanoma avançado e câncer de pulmão) e Pertuzumabe (câncer de mama). Ao todo, as 31 PDPs contarão com mais de R$ 5,5 bilhões por ano para a compra de vacinas, medicamentos e dispositivos de empresas públicas e privadas no Brasil.  

    “Estamos destinando R$ 25 milhões adicionais para obras e equipamentos para a Bahiafarma produzir medicamentos modernos para o tratamento do câncer. O paciente do SUS terá a segurança de que vai ter acesso a estes medicamentos para o tratamento do câncer, que serão produzidos nacionalmente aqui, na Bahia. Não teremos mais o risco de não podermos garantir para a população essas medicações por conta de guerras, crise internacional ou por alguma indústria estrangeira que não quiser vendê-los para o Brasil”, concluiu Alexandre Padilha. Em Salvador (BA), o ministro participou da inauguração do novo prédio de Oncologia do Hospital Aristides Maltez.   

    Lais Azevedo e Letícia Belém 
    Ministério da Saúde 

  • Conheça as ações do Ministério da Saúde para prevenção, diagnóstico e tratamento de câncer

    Conheça as ações do Ministério da Saúde para prevenção, diagnóstico e tratamento de câncer

    O câncer é uma das principais causas de mortalidade no Brasil. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 705 mil casos da doença foram registrados no triênio 2023-2025. Para ampliar a prevenção, o diagnóstico precoce e o acesso ao tratamento, o Ministério da Saúde lançou e implementou uma série de políticas e ações para expandir o cuidado da pessoa com câncer neste ano.

    Uma das iniciativas foi a ampliação do acesso à mamografia no Sistema Único de Saúde (SUS). Agora, mulheres de 40 a 49 anos, mesmo sem sinais ou sintomas, podem realizar o exame na rede pública. Antes, a oferta era recomendada para o público entre 50 e 69 anos. A idade limite também ampliou, que até então era de 69 anos, passará a ser até 74 anos. A medida visa garantir a detecção precoce e aumentar as chances de cura

    Uma das iniciativas foi a ampliação do acesso à mamografia no SUS. Agora, mulheres de 40 a 49 anos, mesmo sem sinais ou sintomas, podem realizar o exame na rede pública — antes, a recomendação era para o público de 50 a 69 anos. A idade limite também foi ampliada: de 69 para 74 anos. A medida visa garantir a detecção precoce e aumentar as chances de cura.

    O tratamento oncológico é uma das prioridades do Agora Tem Especialistas, programa do governo federal para amplia o acesso da população ao atendimento especializado. Por meio de parcerias com hospitais privados, o programa passa a ofertar serviços de alta complexidade e cuidados oncológicos a pacientes do SUS. Além disso, carretas móveis levaram assistência em 22 estados em outubro, com ofertas de exames e consultas. O programa também entregou 13 aceleradores lineares em quatro estados, a expectativa é entregar 121 até o fim de 2026.

    Maior agilidade no diagnóstico

    Com foco em tecnologia e agilidade, o Ministério da Saúde lançou o Super Centro para Diagnóstico de Câncer, no Hospital Albert Einsten, que vai garantir laudos de biópsias cinco vezes mais rápidos. A unidade tem capacidade para realizar até mil laudos por dia e 400 mil por ano, com telepatologia, telelaudos e teleconsultoria para otimizar o diagnóstico do paciente e reduzir o tempo de espera ao tratamento do câncer.

    Outro avanço foi a criação de um auxílio exclusivo para pacientes que precisam percorrer grandes distâncias para realizar radioterapia. O benefício vai custear o transporte, a alimentação e a hospedagem de pacientes e acompanhantes. Serão R$ 150 para refeições e hospedagem, e R$ 150 por trajeto.

    Para expandir a proteção entre adolescentes contra o HPV, o Ministério também implementou a estratégia de resgate vacinal até dezembro para jovens de 15 a 19 anos

    que ainda não se vacinaram. A vacina contra o HPV, em dose única, é fundamental na prevenção de cânceres de colo de útero, vulva, pênis e garganta e pescoço.

    Novas tecnologias

    A rede pública passou a ofertar o teste de biologia molecular DNA-HPV, uma tecnologia inovadora e 100% nacional para detectar o câncer de colo do útero. O novo método detecta 14 genótipos do papilomavírus humano e identifica a presença do vírus no organismo antes da ocorrência de lesões ou câncer em estágios iniciais, ele substituirá o Papanicolau e está sendo implementado gradativamente gradativa em 12 estados brasileiros.

    Para reforçar o tratamento do câncer de mama, o Ministério da Saúde recebeu primeiro lote do Trastuzumabe Entansina, medicamento de última geração para tratamento do câncer de mama HER2-positivo, uma das formas mais agressivas da doença. Ao todo, serão quatro lotes do medicamento, com entregas previstas para dezembro de 2025, março e julho de 2026.

    Com essas ações, o Ministério da Saúde avança na qualificação da prevenção, do diagnóstico e do tratamento do câncer no país. As novas tecnologias permitirão que a população tenha assistência rápida, integral e com equidade.

    Camilla Nunes
    Ministério da Saúde

  • Webinário do projeto Justiça Além do Gênero encerra Mês da Consciência Negra no TRF5 Última atualização: 27/11/2025 às 17:58:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 realizou, na tarde desta terça-feira (27/11), o primeiro webinário do projeto Justiça Além do Gênero, sobre a temática “Protocolo de Julgamento com Perspectiva Racial / Povos Tradicionais e o Sistema Judiciário – Quilombolas”. O evento encerrou as atividades do Mês da Consciência Negra no TRF5.

    Os diálogos do encontro foram conduzidos pela presidente do Comitê Regional para Acompanhamento do Pacto Nacional do Judiciário pela Equidade Racial, desembargadora federal Gisele Sampaio, e contou com as participações da juíza federal Heloisa Silva Melo, da Justiça Federal no Ceará; da consultora e especialista em diversidade, direitos humanos e impacto social, Suzana Coelho; e da analista judiciária do TRF5 Sabrina Lira.

    Gisele Sampaio deu as boas-vindas e ressaltou a importância do momento: “Para mim é uma superlativa alegria e honra, e não há outra expressão para consolidar meu sentimento em relação a esse encontro”. A magistrada explicou que essa é a primeira edição do projeto, que visa à formação continuada de magistrados(as) e servidores(as) sobre a promoção da igualdade de gênero, preconizada em resoluções do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Heloisa Silva Melo falou sobre as Resoluções CNJ nº 598 e nº 599, que tratam, respectivamente, do Protocolo de Julgamento com Perspectiva Racial e da política judiciária de atenção às comunidades quilombolas. A magistrada abordou a questão da raça como uma construção cultural e como instrumento de dominação, além de outros assuntos como racismo estrutural e institucional. “Esse é um evento de grande representatividade, num mês tão importante, em que estamos falando equidade racial e também de equidade de gênero. Espero que possamos, cada vez mais, desmistificar e conhecer assuntos como esse, que permeiam a sociedade e o Judiciário como um todo”, destacou.

    Suzana Coelho comemorou o fato de participar de um debate composto majoritariamente por mulheres e, ainda, o fato de a Justiça estar abrindo as portas para o diálogo com a sociedade civil. Coelho explorou as definições e aspectos de termos como branquitude e racismo. Segundo ela, a estrutura da sociedade brasileira é racista, e esse fato pode ser comprovado através de dados e do contexto histórico. Ela lembrou, por exemplo, como há poucas referências à cultura negra e quilombola nas escolas. “A história do povo negro foi invisibilizada através do padrão da branquitude”, afirmou.

    Sabrina Lira, que é de origem quilombola, trouxe um pouco de sua experiência pessoal para ilustrar a temática. Um dos aspectos abordados por ela foi a questão do descobrir-se negro. Ela afirmou que para muitas pessoas ainda é difícil se reconhecer como tal. A servidora lembrou como a Lei nº 15.142 (Lei de Cotas) foi importante, não só para ingressar no serviço público, mas para se reconhecer e se afirmar como uma pessoa negra. Sabrina salientou, entretanto, que as pessoas negras ainda ocupam posições inferiores na sociedade e que há a necessidade de negras e negros ocuparem posições de mais destaque e poder.

    Ao final do encontro, as debatedoras responderam perguntas das pessoas participantes.

    O evento foi organizado pela Divisão de Desenvolvimento Humano (DDH) do TRF5, em parceria com a Escola de Magistratura Federal da 5ª Região (Esmafe), e integra a programação do Ciclo de Eventos “Letramento para Equidade Racial”, voltado à promoção da equidade racial e à valorização da diversidade no âmbito da Justiça Federal da 5ª Região.

    Por: Divisão de Comunicação Social TFR5