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  • Em um mês, carretas do Agora Tem Especialistas zeram fila em sete municípios para diagnóstico de câncer de mama e exames ginecológicos

    Em um mês, carretas do Agora Tem Especialistas zeram fila em sete municípios para diagnóstico de câncer de mama e exames ginecológicos

    As carretas de Saúde da Mulher do Agora Tem Especialistas finalizam o primeiro ciclo de 30 dias em atividade com mais 26 mil procedimentos realizados. Com a expansão da assistência principalmente em saúde da mulher, sete municípios tiveram a fila zerada para diagnóstico de câncer de mama e exames ginecológicos. Em uma cidade, onde funcionou a primeira unidade com atendimento oftalmológico, 720 pessoas voltaram a enxergar após a realização de cirurgias de catarata. As unidades móveis do Ministério da Saúde atuaram em 32 cidades do interior do país ou regiões de periferia com alta demanda por atendimento especializados.  

    As cidades atendidas estão distribuídas nas cinco regiões do país. Toda a demanda por mamografia e de exames ginecológico, como ultrassonografia pélvica e transvaginal, foi atendida, zerando a fila por esses procedimentos em Ceilândia (DF), Patos (PB), Arapongas (PR), Humaitá (AM), Japeri (RJ) e Garanhuns (PE). Em Ribeirão Preto (SP), onde funcionou a primeira carreta oftalmológica do Ministério da Saúde, todos os pacientes que esperavam por cirurgia de catarata foram atendidos. De um total de 1.085 cirurgias realizadas, 720 pessoas que estavam sem enxergar e tiveram a visão restabelecida.  

    O balanço deste primeiro ciclo foi apresentado pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em sua visita à carreta do Morro do Alemão, comunidade do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (28/11). Desde o início do atendimento, em 24/10, foram 1.043 procedimentos de saúde da mulher, como ultrassonografia transvaginal entre outros exames ginecológicos e mamografia.  

    Durante a visita da carreta à comunidade, o ministro Alexandre Padilha destacou a importância da ação para acelerar o diagnóstico e o cuidado com a saúde das mulheres. “Aqui, na carreta do Agora Tem Especialistas, uma mulher com suspeita de câncer tem a oportunidade de fazer os exames necessários para iniciar o tratamento. São mulheres que estavam esperando para fazer mamografia, ultrassonografia transvaginal e consulta com ginecologista. E após o exame, se houver qualquer alteração, a gente já encaminha para realizar a biópsia”, afirmou. 

    Entre os 26.040 procedimentos realizados, 60% têm relação com o diagnóstico precoce de câncer de mama e avaliação ginecológica. Cabe ainda ressaltar 1.128 teleconsultas médicas em saúde da mulher ofertadas nas carretas ampliaram ainda mais o acesso ao atendimento especializado e reduziram distâncias para os pacientes. 

    O programa Agora Tem Especialistas do Ministério da Saúde está voltado a expansão da assistência e redução do tempo de espera por consultas, exames e cirurgias no SUS. As carretas são ofertadas conjuntamente com a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS). Além de levar unidades móveis de saúde da mulher e com seviços oftalmológicos, a iniciativa prevê a expansão do atendimento com a realização de mutirões, ampliação do horário de atendimento nos serviços do SUS, parceria com o setor privado e provimento de médicos especialistas.  

    Padilha acrescentou que a estratégia seguirá avançando para ampliar o acesso da população. “Nós vamos crescer ainda mais, ofertando mais equipamentos para cuidar da nossa população. Hoje, aqui no Rio de Janeiro, também chegaram carretas em Queimados e Paracambi, com perfis diferentes. À medida que avançamos, atendemos as necessidades apontadas pelos municípios e levamos a carreta onde ela é mais necessária”, finalizou. 

    Outras 16 cidades recebem Carretas do Agora Tem Especialistas   

    O atendimento do próximo ciclo começa a partir desta sexta-feira (28) em 14 novas cidades, além das já atendidas: Lábrea (AM), São Cristóvão (SE), Taiobeiras (MG), Abaré (BA), Juazeiro (BA), Viçosa (MG), Três Lagoas (MS), Queimados (RJ), Santa Inês (MA), Ivaiporã (PR), Teixeira de Freitas (BA), Patos (PB), Paracambi (RJ) e Macapá (AP) – totalizando 35 carretas em 22 estados do país. 

    Elisa Motta 
    Ministério da Saúde 

  • Verba pecuniária da Vara de Penas Alternativas promove justiça social e evita encarceramento 

    A VEPA funciona no Fórum Criminal da Capital

    Na esfera do Tribunal de Justiça da Paraíba, uma das unidades judiciárias que desenvolve um papel fundamental na promoção de justiça mais humana, eficaz e socialmente responsável é a Vara de Execução Penas Alternativas (Vepa). Ao substituir a prisão por medidas como prestação de serviços à comunidade, penas pecuniárias, cursos educativos ou acompanhamento psicológico, ela contribui para a reintegração social de pessoas que cometeram delitos de menor gravidade, evitando os efeitos negativos do encarceramento.

    Uma pena pecuniária consiste no pagamento de um valor em dinheiro ao Estado, que pode ser destinado à vítima ou a entidades públicas ou privadas com finalidade social. Só na Vepa de João Pessoa tramitam 23 projetos de instituições com o objetivo de receber recursos oriundos de verba pecuniária.

    Foto do Juiz Salvador Vasconelos
    Juiz Salvado Vasconcelos, titular da Vepa de João Pessoa

    O juiz titular da Vepa de João Pessoa, Salvador de Oliveira Vasconcelos, disse que as verbas pecuniárias são repassadas para instituições  públicas ou privadas, desde que atendam às áreas vitais de relevante cunho social, que estejam interessadas em serem beneficiadas por prestações pecuniárias e prestações de serviços gratuitos à comunidade aplicadas pela Justiça.

    “Por meio desses repasses tem sido possível atender hospitais, creches, entidades de assistência à crianças, a pessoas envolvidas com drogas, abrigos de idosos, projetos envolvendo atividades esportivas, música, inclusão digital, e até de reforço escolar”, informou o magistrado. 

    Para que uma instituição possa ser beneficiada com verbas pecuniárias, basta seu representante comparecer à Vepa, onde participará de uma reunião com o juiz, que vai explicar qual a documentação necessária precisa ser apresentada, para o desenvolvimento do projeto social. Na ocasião, serão esclarecidas as regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio das Resoluções 154/2012 e 588/2024, no disciplinamento da política institucional do Poder Judiciário na utilização dos recursos oriundos da aplicação da pena de prestação pecuniária.

    “Após o cadastramento do projeto no sistema Sistema Eletrônico de Execução Unificado (SEEU), o Ministério Pùblico e a assistente social da Vepa farão uma visita à instituição que ingressou com o pedido. Depois, será firmado um convênio com o Tribunal de Justiça da Paraíba e o processo seguirá para decisão de concessão ou indeferimento do benefício”, detalhou Salvador Vasconcelos.

    Ainda segundo o juiz, após a liberação do recurso, a instituição terá 30 dias para prestar contas das atividades sociais desenvolvidas. Depois disso, uma assistente social e uma promotora de justiça  farão uma visita para verificar a aquisição e utilização dos bens solicitados no projeto, emitindo pareceres.

    “Se estiver tudo em conformidade com a legislação pertinente, a prestação de contas será homologada e seguirá para apreciação do Conselho da Magistratura do Poder Judiciário estadual. Ao retornarem os autos, as informações serão inseridas no Portal de Transparência do Tribunal e os autos arquivados”, explicou o juiz.

    Números – Atualmente, 4.608 processos tramitam na Vara de Execução de Penas Alternativas de João Pessoa. Só este ano, foram  proferidas 447 Sentenças , além de 552 decisões. Também em 2025, foram arquivados 535 processos. A Vepa da Capital está instalada no 4º andar do Fórum Criminal de João Pessoa, localizado na Avenida João Machado – Centro.

    Competência – Além de cadastrar instituições para o recebimento de verbas pecuniárias, tramitam tramitam na Vepa a  fiscalização o Sursis (suspensão condicional da pena), execução das penas restritivas de direito e o cumprimento de carta precatória relativa à matéria dessas competências. É também da competência da Vepa a execução dos acordos de não persecução penal, além da execução da pena de multa. 

     

    Por Fernando Patriota

  • Inclusão e acessibilidade no Judiciário são temas centrais de webinário com ministro do STJ

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    Na manhã desta sexta-feira (28), o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Sérgio Kukina, participou do webinário ‘Políticas de Inclusão e Acessibilidade no Judiciário’. O evento, promovido pela Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), buscou discutir os impactos do estresse na saúde mental e na produtividade, além de apresentar estratégias para identificar gatilhos, fortalecer a resiliência e manter o equilíbrio emocional, contribuindo para a preservação do desempenho profissional.

    A temática contou também com a participação das debatedoras: a juíza do Tribunal de Justiça da Paraíba, Israela Cláudia Pontes, especialista em Direito Civil e cofundadora do Instituto Primeiro Olhar, e Suzi Belarmino, integrante da Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TJPB. A mediação foi conduzida pela servidora da Esma, Flávia Grazielle Rebouças Teixeira de Carvalho.

    O diretor da Esma-PB, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, ao saudar os(as) palestrantes, destacou a satisfação em participar do webinário, cujo tema, voltado às políticas de inclusão e acessibilidade no Judiciário, considera de grande relevância. “Sabemos da preocupação do Conselho Nacional de Justiça, e temos dedicado um olhar especial à formação continuada dos juízes nessas questões sociais, que são de extrema importância”, afirmou.

    O ministro Sérgio Kukina, presidente do Comitê Gestor de Acessibilidade e Inclusão do STJ, destacou que esse webinário é de extrema importância, pois aborda uma temática fundamental: as políticas de inclusão e acessibilidade no Judiciário. Segundo o ministro, falar de políticas é falar de soluções, soluções factíveis e inteligentes, capazes de viabilizar cada vez mais a efetivação de direitos elementares e básicos para as pessoas com deficiência.

    Kukina ressaltou que essas políticas devem atuar tanto no âmbito interno do Poder Judiciário, beneficiando aqueles que trabalham na instituição, quanto na criação de mecanismos que facilitem a interação do público externo com deficiência com o Judiciário. “Esse é o propósito das políticas no âmbito judicial voltadas às pessoas com deficiência”, enfatizou.

    Em outro ponto, o ministro também destacou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem grande preocupação com o tema, por ser o órgão central responsável pela formulação de políticas públicas nas diversas áreas de interesse do Poder Judiciário. “E não poderia ser diferente em relação às pessoas com deficiência”, afirmou.

    A juíza Israela Pontes iniciou sua participação sugerindo que o Tribunal de Justiça da Paraíba adote também uma política institucional de acessibilidade e inclusão. “Trata-se de um documento extremamente importante, pois permanece para as próximas gestões e gerações futuras. A gente precisa desses normativos”.

    Ela, que é mãe de uma criança com síndrome de Down, afirmou que essa experiência transformou completamente sua visão sobre as questões humanas, não apenas no que diz respeito à deficiência, mas também no modo de perceber a sensibilidade, os desafios e as realidades de cada pessoa.

    Em seguida, Suzy Belarmino ressaltou que a temática da inclusão e da acessibilidade no Judiciário é extremamente relevante e merece atenção especial. Durante sua fala, ela provocou uma reflexão entre os participantes ao questionar por que ainda existe tanto preconceito, medo e pré-julgamento em relação às pessoas com deficiência, sem qualquer convivência prévia. “Esse comportamento é expressão do capacitismo estrutural, enraizado tanto nas pessoas quanto nas instituições”.

    Ela destacou que, embora barreiras arquitetônicas sejam um desafio, as barreiras atitudinais são ainda mais prejudiciais. “Se não existissem as barreiras atitudinais, provavelmente as arquitetônicas já estariam bem menores”, afirmou. Para Suzy, esse capacitismo e essa discriminação têm origem em fatores culturais e na evolução histórica da forma como as pessoas com deficiência foram tratadas ao longo do tempo.

    Por Marcus Vinícius
     

  • Lançamento do livro “A Voz Cadáver” encerra Semana da Justiça Pela Paz em Casa na Paraíba

    Foto da mesa dos trabalhos do evento, com a juíza Graziela
    Juíza Graziela Queiroga conduziu o encerramento do evento

    As últimas frases dramáticas de dezessete mulheres, antes de se tornarem vítimas e estatísticas do feminicídio, compuseram o livro “A Voz Cadáver”, de autoria da professora e pesquisadora Patrícia Rosas. 

    O lançamento da obra marcou o encerramento da Semana da Justiça Pela Paz em Casa, esforço concentrado promovido pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), e órgãos parceiros, para impulsionar os julgamentos de processos com a temática da violência de gênero, dando visibilidade e efetividade à Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340/2006), além da realização de ações de acolhimento e conscientização.

    A solenidade aconteceu, nesta sexta-feira (28), no auditório do Fórum Criminal da Capital e teve a participação de representantes do Judiciário paraibano, Associação dos Magistrados da Paraíba, Ministério Público Estadual, Defensoria Pública do Estado, Ordem do Brasil Seccional Paraíba (OAB-PB), Secretaria Estadual das Mulheres e da Diversidade Humana, Programa Antes que Aconteça, Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Secretaria Extraordinária de Políticas Públicas para as Mulheres de João Pessoa e Ronda Maria da Penha. 

    Na abertura, todas as autoridades que compuseram a Mesa de Honra, foram unânimes em destacar a importância da atuação conjunta de rede no enfrentamento e combate à violência doméstica e familiar contra a mulher, com um olhar especial, principalmente, no período da realização da Semana da Justiça pela Paz em Casa e a necessidade de mais acolher, conscientizar sobre o ciclo da violência e proteger as vítimas. 

    Cada representante falou da realidade drástica e comovente, demonstrada pelos números alarmantes da violência contra as mulheres, a exemplo da coordenadora do “Antes que Aconteça”, Camila Mariz, inciativa com a finalidade de despertar e acolher as mulheres, tendo relatado a ocorrência de mais de 700 atendimentos, em seis meses de funcionamento do programa.

    A coordenadora da Mulher em Situação de Violência do TJPB, juíza Graziela Queiroga, agradeceu aos parceiros do TJ na iniciativa e destacou o acolhimento e o enfrentamento como elementos essenciais no combate à violência de gênero. A magistrada também enfatizou o significado simbólico de encerrar a última edição da Semana da Justiça pela Paz em Casa na sede do Fórum Criminal, espaço onde são realizados júris de feminicídio e onde inúmeras vítimas têm seus sofrimentos relatados em processos judiciais contra seus algozes, espaço de reflexão, reforçando a relevância de se destacar a crescente onda de violência doméstica com o registro da ocorrência de 31 feminicídios na Paraíba.

    “Encerramos mais uma Semana da Justiça pela Paz em Casa, ocasião em que foi um evento intenso, marcado por muitos julgamentos, ações e serviços voltados para mulheres vítimas de violência.  E hoje aqui no Fórum Criminal, dentro dessa sala, no Tribunal do Júri, emblemático, nós escolhemos fazer justamente esse chamado maior e esse olhar para aquelas mulheres vítimas de feminicídio, tentados ou consumados e juntos, unidos, estamos atuando para evitar esse câncer social que é a violência de gênero”, evidenciou.

    Justiça pela Paz em Casa

    A obra – Professora há 22 anos, além de escritora e pós-doutora da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Patrícia Rosas, que viveu parte de sua infância em um lixão, na cidade de Campina Grande, explicou que o livro de narrativas de feminicídio, “A Voz Cadáver”, integra a Coletânea Quarto de Mulher, composto por mais dois livros: “Partência”, como parte e existência, pertencimento e transcendência e “Crua”, que trata sobre a mulher ideal, não perfeita, mas crua!

    “A Voz Cadáver é um livro que venho construindo desde 2021, que reúne falas de mulheres vítimas de feminicídio no Brasil nos últimos anos. Essas mulheres muito mais que falaram, elas deixaram protocolos de socorro. São falas que representam mulheres trans, negras, e mulheres que foram assassinadas em casa e nas ruas, para que possamos escutar essas vítimas, mesmo que de forma póstuma, possamos passar a escutar as que estão vivas e evitar novos crimes”, realçou.

    Esforço concentrado – Durante toda a semana (25 a 28/11), que teve abertura na Comarca de Sousa, no sertão da Paraíba, a realização da Semana da Justiça pela Paz aconteceu com a realização mais de 800 audiências previstas, envolvendo o trabalho de magistrados (22 designados adicionais), além dos três titulares, 15 promotores e defensores públicos, além da realização de   júris populares envolvendo casos de feminicídio.

    Fora a ação conjunta no impulsionamento dos processo judiciais, a Semana também foi marcada pela inauguração do Projeto ‘Virando a Página’, convênio entre o TJPB e a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), destinado à remição de pena por meio da leitura, atendimento especial às vítimas junto com parcerias institucionais e a realização da palestra “Caminhos para o Bem-Estar Emocional”. 

     

    Por Lila Santos
    Fotos: Ednaldo Araújo
     

  • Projeto Caminhos para o Bem-Estar Emocional encerra ciclo de atendimentos de 2025

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    Foto da equipe que atuou em Cajazeiras

    Equipe comemora encerramento da atividade em Cajazeiras

    Magistrados (as) e servidores (ras) da Comarca de Cajazeiras participaram, nesta quarta-feira (26), do “Caminhos para o Bem-Estar Emocional”. Com esta ação, o projeto encerra o ciclo de atividades executadas em 2025. 

    A iniciativa é fruto de ação conjunta entre a Diretoria de Gestão de Pessoas (Digep), do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), por meio da Gerência de Qualidade de Vida (Gevid), em parceria com a Associação das Esposas de Magistrados e Magistradas da Paraíba (Aemp).
       
    O foco é a promoção da saúde e a valorização dos(as) profissionais que atuam nas unidades judiciárias paraibanas, com a realização de atendimentos feitos pela equipe multidisciplinar da Gevid e palestras educativas sobre temas relacionados ao bem-estar físico e emocional. 

    As ações estão alinhadas aos propósitos do Projeto ‘Gestão em Movimento’ e às diretrizes da Resolução nº 207/2015, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que institui a Política de Atenção Integral à Saúde no Poder Judiciário.

    “O projeto Caminhos para o Bem-Estar Emocional surgiu como uma iniciativa essencial para promover reflexões e ações práticas sobre saúde emocional, por meio de palestras, rodas de conversa e oficinas práticas”, comentou a gerente de Qualidade de Vida do TJPB, Valéria Beltrão.

    São ofertados serviços de enfermagem, com aferição da pressão arterial, batimentos cardíacos, testes de glicemia, acompanhamentos e orientações de saúde; atendimentos de fisioterapia, com especialistas em acupuntura, auriculoterapia, liberação miofascial, aplicações de tapes, orientações ergonômicas, musicoterapia e aromaterapia, além de atendimentos de assistência social, com informações e orientações sobre processos da junta médica.

    Eficiência – Desde que a programação das atividades foi iniciada, em setembro/2025, por meio de visitas às comarcas espalhadas pelo estado, o projeto Caminhos para o Bem-Estar Emocional já efetuou 381 atendimentos, envolvendo magistrados(as) e servidores(as) do Poder Judiciário paraibano. A ação contou também com a participação de 297 pessoas, segundo levantamento da Gevid.

    Por Lila Santos

     

  • Fórum de Mulheres Juristas debate invisibilidade feminina no sistema de Justiça

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    O Fórum Nacional de Mulheres Juristas aconteceu em Brasília

    O Superior Tribunal Militar (STM) abriu um novo espaço de escuta e protagonismo feminino ao reunir em Brasília, nesta quinta-feira (27), magistrados de todo país no I Fórum Nacional de Mulheres Juristas, que nasceu com a ideia de provocar, em nível nacional, um diálogo público sobre a presença e participação das mulheres nas estruturas de poder e nos postos de decisão do sistema de justiça.

    Idealizado pelo Comitê Pró-Equidade e de Políticas Antidiscriminatórias do STM, sob a coordenação da autora do projeto, a juíza auxiliar da Presidência do STM, Amini Haddad, o encontro reuniu não apenas magistrados (as), mas também acadêmicos (as), advogados(as) e representantes de coletivos femininos, como o que implementa medidas para maior participação das mulheres na política.

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    Integrandes do Comitê do TJPB

    O Tribunal de Justiça da Paraíba se fez presente por meio da juíza, coordenadora do Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina, Isa Mônia Vanessa de Freitas Paiva Maciel, e da assessora do Comitê, Sara Neves Guerra Andriola. 

    Ao abrir o encontro, Amini Haddad defendeu a urgência de ampliar a visibilidade e o reconhecimento das mulheres nos espaços de poder: “Este Fórum é um convite para que possamos não apenas identificar as problemáticas, mas também propor soluções inovadoras e efetivas”.

    A presidente do STM, ministra Maria Elizabeth Rocha, reforçou que a iniciativa rompe com a lógica histórica de invisibilidade do feminino no sistema de justiça. Apresentou um conjunto de metas e diretrizes consideradas essenciais para reverter esse cenário histórico, entre elas, cotas transitórias para acelerar a paridade, além de formação obrigatória com perspectivas de gênero em todas as instâncias do Judiciário.

    Maria Elizabeth reconheceu que esse movimento exige coragem institucional: “A ausência das mulheres não é um problema das mulheres, mas da sociedade. A equidade não é um ornamento; é um imperativo civilizatório”.

    A ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Maria Marluce Caldas Bezerra, fez um discurso emocionado, destacando a coragem e inspiração que recebeu da presidente do STM: “Eu quase desisti. Em determinado momento, quando ouvi a presidente Maria Elizabeth falando sobre a importância das mulheres, pensei muito nas mulheres que eu conheci, que me inspiraram, que estavam comigo no início da carreira no Ministério Público, e continuei”.

    Presente na abertura do evento, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Phillippe Vieira de Mello Filho, afirmou  que o Fórum é mais uma iniciativa para evitar que as desigualdades de gênero continuem silenciadas.

    Ele lembrou que o TST possui um Comitê da Participação Feminina e relatou sua atuação na construção da Resolução 525/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que determina alternância de gênero nas promoções por merecimento nos tribunais. E citou avanços concretos, como o envio de listas exclusivamente femininas para cargos no TST: “Não se trata de cumprimento simbólico, mas de reconhecimento de magistradas altamente qualificadas”.

    No primeiro bloco de debates do Fórum, dedicados ao tema Constituição e aos poderes do Estado, as participantes discutiram o impacto da ausência feminina na formulação das políticas públicas e na distribuição do orçamento. A jurista Patrícia Rosseti, uma das palestrantes, destacou que a baixa representação de mulheres nos espaços de decisão compromete a definição das prioridades nacionais: “A pauta feminina ainda depende de emendas parlamentares para conseguir ser implementada”.

    O segundo bloco trouxe análises sobre a necessidade de protocolos judiciais equitativos e da promoção da igualdade também no ambiente do direito empresarial. A jurista Milena Fachin abordou o funcionamento das Cortes Internacionais de Direitos Humanos e a importância de interpretar a jurisprudência sob o enfoque de gênero. Ela parabenizou a trajetória da presidente do STM e ressaltou que “quando mulheres se unem para falar de justiça o direito se move”.

    Ao falar sobre gênero e o processo eleitoral, a ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edilene Lôbo, aplaudiu a iniciativa do Comitê do STM e abordou em sua palestra sobre a lei 14.192 (2021), que estabelece normas para prevenir e combater a violência política contra as mulheres. “Toda violência contra a mulher é política. O Brasil não carece de lei para enfrentar essas várias dimensões da violência contra a mulher. O que o Brasil carece é de compreender que está atrasado no encontro marcado para uma vida boa para a maioria do seu povo”, afirmou.

    A advogada Daniela Líbório, ao abordar a questão da misoginia e a baixa representatividade feminina na política brasileira, lançou a reflexão sobre a questão do machismo estrutural, visível, por exemplo, dentro dos partidos políticos.

    Gecom com informação do STM
     

  • Ministério da Saúde quer ampliar em 30% capacidade de armazenamento de plasma no país

    Ministério da Saúde quer ampliar em 30% capacidade de armazenamento de plasma no país

    O Brasil dá mais um passo para consolidar a soberania nacional na produção de medicamentos, com a modernização do parque tecnológico da hemorrede pública. Nesta sexta-feira (28), no Rio de Janeiro, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a entrega de 604 equipamentos de alta tecnologia que, além de qualificar os serviços de hemoterapia, garantirão um aumento inicial de 30% no aproveitamento do plasma, gerando economia de R$ 260 milhões por ano ao governo federal com a redução da necessidade de importação de medicamentos. 

    O plasma é a parte líquida do sangue que, ao ser processada, se transforma em medicamentos essenciais para o cuidado de pacientes com hemofilia, doenças imunológicas, outras condições de saúde e também para cirurgias de grande porte. 

    “Durante muito tempo, o Brasil não produzia os fatores que derivam do plasma e tínhamos que importar o tempo todo, gerando insegurança para quem tem doenças que dependem dos hemoderivados. Cada vez mais, as imunoglobulinas são utilizadas não só para doenças infecciosas, mas para outros tipos de doenças também — as imunoglobulinas hiperimunes. É um passo muito importante no cuidado à saúde para salvar a vida de tantas pessoas””, disse o ministro da Saúde, no Hemorio. 

    Alinhada ao programa Agora Tem Especialistas e com investimento de R$ 116 milhões do Novo PAC Saúde, a iniciativa beneficiará 125 serviços de hemoterapia em 22 estados. Os equipamentos, que já começaram a ser entregues e instalados, devem chegar em sua totalidade até o primeiro trimestre de 2026. 

    A aquisição e a entrega de blastfreezers, de congelamento ultra-rápido (tecnologia avançada com a qual a hemorrede pública ainda não contava); de ultrafreezers, de congelamento rápido; e de freezers aumentam a capacidade de produção e de armazenamento do plasma com qualidade industrial. Isso significa que, com a ampliação da oferta, a nova fábrica da Hemobrás, inaugurada em 2025, poderá atingir sua plena capacidade de produção de medicamentos estratégicos para o SUS, com o processamento de até 500 mil litros de plasma por ano. 

     A medida representa um avanço para a rede pública de saúde e para o Brasil, já que reduzirá a dependência de importações, assegurando ainda mais tratamentos e mais vidas salvas. Ou seja, a iniciativa representa mais cuidado com pessoas que têm, por exemplo, doenças raras, deficiências de coagulação e imunodeficiências congênitas. 

    Tecnologia garante mais qualidade, segurança e medicamentos nacionais 

    Medidas para fortalecer a autossuficiência nacional em hemoderivados vêm sendo tomadas nos últimos três anos. De 2022 a 2025, a disponibilização de plasma pelas unidades de Hemorrede para a Hemobrás passou de 62.390 litros para 242.149 litros, um aumento expressivo de 288%.   

    Na ocasião, o ministro ressaltou que a Hemobrás é, atualmente, a maior fábrica de hemoderivados da América Latina, criada pelo Ministério da Saúde. “Para você ter cada vez mais desenvolvimento de novas tecnologias para a imunoglobulina, nós construímos a Hemobrás, que passou a ter soberania nacional. E um dos passos importantes para o funcionamento da Hemobrás — para a gente aumentar a nossa soberania — é guardar bem esse plasma. Esse plasma precisa ser bem acondicionado, de forma rápida, congelado em condições adequadas após o processamento industrial”, afirmou Padilha. 

    Com os novos equipamentos, essa oferta tende a aumentar, já que os 604 blast freezers, ultrafreezers e freezers asseguram o congelamento do plasma em temperaturas extremamente baixas (–30°C), condição essencial para manter a qualidade das proteínas utilizadas na fabricação de medicamentos. Eles também permitem armazenar maior volume com segurança e precisão, garantindo que o material chegue à Hemobrás em condições ideais para processamento para, então, se transformado em imunoglobulinas, albumina e fatores de coagulação, por exemplo. 

    A importância da doação voluntária de sangue 

    O anúncio do fortalecimento da Hemorrede pública acontece nesta semana nacional do doador de sangue. No país, em 2024, mais de 3,3 milhões de bolsas coletadas, o que representa 1,6% da população brasileira.  

    Atualmente, apenas 13% do plasma coletado no país por meio de doações voluntárias é utilizado em transfusões, o que significa que 87% ainda podem ser destinados à produção de hemoderivados. Isso reforça a importância dos novos equipamentos, já que sem plasma adequadamente armazenado, não há matéria-prima suficiente para se produzir medicamentos. 

    Em todo o mundo, a demanda por imunoglobulinas e outros hemoderivados vem crescendo, elevando preços e gerando instabilidade no abastecimento internacional. Durante a pandemia de Covid-19, por exemplo, o Brasil enfrentou dificuldades para adquirir imunoglobulina, essencial para o tratamento de múltiplas doenças. Por isso, ampliar a produção nacional é questão de soberania sanitária. 

    Tecnologia 100% nacional garante triagem mais rápida nas bolsas de sangue 

    Na ocasião, o ministro também ressaltou que a Hemorrede Pública Brasileira é uma referência internacional, sendo a única com 100% de aplicação do exame NAT, que detecta precocemente riscos de transmissão. “A Fiocruz receberá um grande investimento para uma nova fábrica em Santa Cruz, através de uma parceria público-privada, com previsão de investimento de 5 bilhões de reais e potencial para aumentar o PIB do estado do Rio de Janeiro em 1%”, finalizou Alexandre Padilha. 

     
    Parte integrante da Hemorrede pública, a Rede de Testes de Ácido Nucleico (Rede NAT) está totalmente implementada nos hemocentros públicos do país desde 2011, garantindo um dos mais altos padrões de segurança transfusional do mundo. Um dos marcos dessa trajetória é o NAT Plus, kit desenvolvido integralmente por Bio-Manguinhos/Fiocruz, reconhecido internacionalmente como a primeira tecnologia registrada capaz de detectar malária em testes moleculares de triagem de sangue — uma inovação 100% brasileira que salva vidas todos os dias. Além disso, ele detecta HIV, hepatite B e hepatite C. 

    A Rede NAT utiliza testes moleculares de última geração que identificam vírus antes mesmo da formação de anticorpos, reduzindo significativamente a janela imunológica e aumentando a segurança de doadores e receptores. Todos os anos, cerca de 3,5 milhões de amostras são analisadas.  

    Carolina Militão 
    Ministério da Saúde 

  • Justiça Federal da 5ª Região inicia testes do novo fluxo automatizado para certidões de levantamento de RPV Última atualização: 28/11/2025 às 13:27:00

    A Justiça Federal da 5ª Região inicia, em 2 de dezembro, a fase piloto do novo fluxo automatizado para emissão das certidões de levantamento de Requisições de Pequeno Valor (RPV). O sistema padroniza rotinas, reduz solicitações por e-mail e amplia a eficiência da emissão dessas certidões em toda a 5ª Região.

    A fase de testes envolve unidades selecionadas dos seis estados que compõem o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5). Participam como varas-piloto: 14ª, 26ª, 27ª e 35ª Varas Federais do Ceará; 20ª Vara Federal de Pernambuco; 7ª Vara Federal do Rio Grande do Norte; 13ª Vara Federal da Paraíba; 1ª Vara Federal de Alagoas; e 5ª Vara Federal de Sergipe.

    O TRF5 desenvolveu o fluxo com apoio das áreas técnicas do processo eletrônico. A automação reduz o volume diário de pedidos encaminhados às varas e simplifica a conferência dos documentos. “A etapa inicial permitirá ajustes operacionais antes da expansão para todas as unidades da 5ª Região. Após a estabilização do sistema, o procedimento será replicado regionalmente, garantindo maior padronização e clareza aos usuários”, afirma o juiz federal Arthur Napoleão, juiz auxiliar para o processo eletrônico no TRF5.

    Assista ao vídeo do Laboratório de Fluxos da Justiça Federal no Ceará, que apresenta o passo a passo para emitir as certidões. 

    Por: Ascom/JFPB


  • Socioeducativo: Comarca de Guarabira conclui inspeções nos Creas

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    Inspeção no Creas, em Guarabira

    A Comarca de Guarabira realizou inspeções judiciais nos serviços responsáveis pela execução das medidas socioeducativas em meio aberto vinculados à unidade judicial. As atividades, neste mês, foram conduzidas pela juíza Andressa Torquato Silva, da 2ª Vara Mista, com o apoio do Núcleo de Apoio das Equipes Multidisciplinares (Napem), composto por profissionais de Serviço Social e Psicologia.

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    Creas Araçagi

    O cronograma contemplou cinco inspeções nas unidades que executam medidas socioeducativas em meio aberto nos municípios de Guarabira, Pirpirituba, Cuitegi, Pilõezinhos, Duas Estradas, Sertãozinho, Araçagi e Serra da Raiz. Os serviços destinados à Comarca de Guarabira e seus termos são ofertados pelos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) de Guarabira, Pirpirituba e pelos regionais de Cacimba de Dentro, Araçagi e Alagoinha. O Creas de Pilões não passou por inspeção, nesse momento, por estar em processo de reestruturação.

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    Creas Cacimba de Dentro

    Para a juíza Andressa Torquato, a presença do(a) magistrado(a) durante as inspeções reforça a relevância dessas ações e permite que as equipes dos Creas compreendam o valor social do serviço, além de possibilitar a identificação de obstáculos que impactam sua execução. “Identificar essas faltas é a única maneira de avançarmos na efetivação da proteção integral prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente “, disse.

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    Creas Alagoinha

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    Creas Pirpirituba

    Ainda segundo a magistrada, é importante que todo o sistema de garantia de direitos possa enxergar essa medida como um processo socioeducativo capaz de reposicionar o adolescente em um projeto de vida inclusivo e emancipatório, e não como uma medida punitiva e limitante. “Nesse caso, a execução deve privilegiar o desenvolvimento integral do adolescente, o acompanhamento da família com a articulação de políticas públicas que promovam o acesso a direitos, a escolarização e a qualificação profissional, de modo a promover sua responsabilização pelos atos cometidos, mas também oportunizar a construção de novas possibilidades para esse adolescente, tudo isso é enfatizado na inspeção”, ressaltou a juíza Andressa Torquato.

    Por Marcus Vinícius

     

  • Audiências de custódia dos dias 29 e 30 de novembro serão realizadas no Fórum de Mangabeira

    Foto do Fórum de Mangaberia
    Prédio sede do Fórum Regional de Mangaberia

    A Presidência do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), em caráter excepcional, alterou o local de realização das audiências de custódia da Comarca da Capital, nos dias 29 e 30 de novembro de 2025, que ocorrerão, provisoriamente, nas dependências do Fórum Regional de Mangabeira.

    A alteração ocorreu por meio do Ato da Presidência nº 151/2025, publicado no Diário da Justiça eletrônico, desta sexta-feira (28), que atende a solicitação da Direção do Fórum Criminal da Capital, tendo em vista que nos dias 29 e 30 haverá um desligamento programado de energia elétrica no local. 

    Ao editar o documento, o presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho, atendeu solicitação do diretor do Fórum Criminal “Ministro Oswaldo Trigueiro de Albuquerque Mello”, da Comarca da Capital, juiz Marcial Henrique Ferraz da Cruz. A finalidade é garantir a continuidade do serviço jurisdicional e evitar prejuízos às partes e às autoridades envolvidas.

    O magistrado, por meio de ofício enviado à Presidência do Tribunal de Justiça, justificou a necessidade da indicação de um local para a realização das audiências de custódia, comunicando o desligamento do fornecimento de energia elétrica na unidade judiciária, nos dias 29 e 30/11, no horário das 07h às 17h. O ato afeta diretamente o funcionamento dos sistemas essenciais à prática dos atos processuais no Fórum Criminal da Capital.

    Por Lila Santos