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  • PGJ e equipe da CGMP reiteram compromisso com o aperfeiçoamento do MPPB

    PGJ e equipe da CGMP reiteram compromisso com o aperfeiçoamento do MPPB

    O procurador-geral de Justiça Leonardo Quintans Coutinho realizou, na tarde desta quinta-feira (4/09), sua primeira reunião administrativa com a equipe da Corregedoria-Geral do Ministério Público da Paraíba (CGMP). Na ocasião, foi reiterado o compromisso dos dois órgãos da Administração Superior com o aperfeiçoamento da instituição, em prol da sociedade.    

    A reunião aconteceu no gabinete do PGJ. Participaram o secretário-geral, João Benjamin Delgado Neto; o corregedor-geral do MPPB, Francisco Antônio de Sarmento Vieira; o subcorregedor-geral, Aristóteles de Santana Ferreira, e os promotores corregedores Ana Caroline Almeida Moreira e Eny Nóbrega de Moura Filho.

    Quintans destacou a importância da unidade e da harmonia entre os órgãos da administração superior para que o MPPB continue prestando um serviço de excelência à população paraibana. Falou também do relevante papel da Corregedoria-Geral para o aprimoramento da instituição ministerial, uma vez que este é o órgão responsável por fazer correições e inspeções em todos os setores do Ministério Público estadual. 

    “É a Corregedoria quem observa se a atuação dos membros e servidores é eficiente e gera resultados práticos para a população. Ela é extremamente necessária por ser um órgão fiscalizador e, acima de tudo, orientador em relação às atividades e condutas dos membros”, disse o PGJ. 

    Sarmento, por sua vez, aproveitou a ocasião para reiterar o compromisso da Corregedoria-Geral com o fortalecimento e aprimoramento do MPPB e disse que a equipe está à disposição do novo PGJ para auxiliá-lo na missão de chefiar a instituição. 

     

  • TJPB destaca ações nos sete anos da política de incentivo à participação feminina no Judiciário

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    Sete anos de incentivo à participação feminina no Judiciário

    Um avanço essencial para a construção de uma Justiça mais plural, democrática e representativa, a Política Nacional de Incentivo à Participação Institucional Feminina no Poder Judiciário completa sete anos nesta quinta-feira (4). Essa ação nasceu com a publicação da Resolução nº 255/2018, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). 

    O normativo culminou com a edição, em 2023, da Resolução CNJ nº 540, e estabeleceu a paridade de gênero, com perspectiva interseccional de raça e etnia, em atividades administrativas e jurisdicionais.

    A partir da Resolução, as mulheres passaram a ganhar mais espaço nos tribunais. Atualmente, um total de 24.322 de mulheres ocupam cargos de chefia no Judiciário, o que corresponde a 46% da força de trabalho em posições de liderança. Em cargos comissionados, elas já são 56.165, ou seja, 54% do total. Atualmente, no Poder Judiciário estadual, trabalham 105 magistradas, entre juízas e desembargadoras, o que representa 41,8% da totalidade. O Tribunal de Justiça da Paraíba também conta com 89 mulheres chefes de cartório (50,76%); com 16 mulheres chefes de gabinetes de 2º Grau de Jurisdição (65%); 23 residentes jurídicos (83%); e 216 estagiárias (68%).

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    Desembargadora Fátima Maranhão preside o Comitê

    A desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Maranhão, presidente do Comitê, informou que “a trajetória das mulheres no Judiciário sempre foi marcada por resistências e barreiras históricas que nos afastaram dos espaços de poder. Por muito tempo, a presença feminina em cargos de liderança foi exceção, e não a regra. Foi para corrigir essas distorções que políticas institucionais de equidade se tornaram imprescindíveis”.

    A desembargadora acrescentou que a Resolução CNJ nº 255/2018 nasceu dessa necessidade e, a partir dela, o Tribunal de Justiça da Paraíba instituiu medidas efetivas que já produziram frutos concretos. “Um marco que merece destaque é o fato de que, graças a esse movimento, nosso Tribunal promoveu *quatro mulheres ao cargo de Desembargadora*, passo histórico que reafirma o compromisso da instituição com a igualdade de gênero e a valorização da magistratura feminina”, destacou a desembargadora.

    “Celebrar os sete anos da Resolução 255 é reconhecer que estamos no caminho certo, mas também que ainda há muito a avançar. Seguiremos firmes na construção de um Judiciário mais plural, representativo e sensível às demandas da sociedade”, arrematou Fátima Maranhão.

    Já a coordenadora do Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina do TJPB, juíza Isa Mônia Vanessa de Freitas Paiva, disse que o Comitê teve seu funcionamento disciplinado pela Resolução TJPB nº 30/2022.

    Esse marco representou o compromisso institucional de transformar em realidade as diretrizes nacionais de equidade de gênero, atribuindo ao Comitê a missão de propor políticas de valorização da mulher, prevenir práticas de assédio e discriminação, incentivar a ocupação de cargos de liderança e promover ações de educação e conscientização”, comentou a magistrada, que é titular da 7ª Vara Mista da Comarca de Sousa.

    “Desde então, temos nos dedicado a consolidar políticas de equidade com resultados expressivos. Destaco a implementação de programas de capacitação e julgamento com perspectiva de gênero; monitoramento estatístico da presença feminina na magistratura e em cargos de chefia; bem como a realização de pesquisas institucionais que identificam desafios e orientam novas medidas”, pontuou Isa Mônia.

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    Juíza Isa Mônia, coordenadora do Comitê

    Políticas de Apoio – Ainda de acordo com a coordenadora do Comitê, o TJPB também avançou em políticas de apoio à maternidade, com a criação de um grupo de assessores substitutos para cobrir afastamentos durante a licença; na ampliação de espaços de acolhimento, como as salas de amamentação, já em fase de implementação em fóruns do Estado. “Atuamos, ainda, na prevenção e combate ao assédio, em parceria com outras comissões do Tribunal de Justiça da Paraíba, e ampliamos os canais de comunicação com a sociedade, por meio de página própria e perfis institucionais, assegurando visibilidade e transparência ao nosso trabalho”, destacou a magistrada.

    Para a magistrada, essas ações demonstram que a Resolução do CNJ nº 255/2018 não é apenas um marco normativo, mas um guia de transformação que nos inspira diariamente. “Ao celebrarmos seus sete anos, reafirmamos o compromisso de seguir avançando, construindo um Judiciário mais plural, inclusivo e fiel ao ideal de Justiça para todas e todos”, destacou Isa Mônia.

    Por Fernando Patriota

    Arte: Maria Luiza


     

     

  • Expansão: Municípios da Região de Patos aderem ao “Cidadania de Primeira”

    Foto da reunião em Patos
    A reunião aconteceu na Comarca de Patos

    Uma reunião na sede da Comarca de Patos marcou o início das tratativas para a expansão do projeto ‘Cidadania de Primeira’. O encontro, nesta semana, envolveu representantes da Justiça estadual, do Comitê Gestor Local da Primeira Infância e dos Municípios que integram a Região de abrangência da comarca, além da cidade de Mãe d’Água. A ação já vem sendo implementada em Patos.

    O objetivo do projeto é fortalecer as ações de proteção e garantia dos direitos do público infantojuvenil, além de prevenir o desaparecimento infantil e combater o sub-registro civil, garantindo o direito à identificação desde a primeira infância e promovendo a inclusão social. São contempladas crianças e adultos — incluindo pais que não possuíam registro civil ou estavam com a identidade desatualizada

    A titular da Sétima Vara Mista de Patos e coordenadora do Comitê Gestor Local da Primeira Infância, juíza Joscileide Ferreira de Lira, explicou que, durante a reunião, foi destacada a importância do projeto, bem como, as dúvidas dos representantes dos municípios foram esclarecidas.

    Ficou acordado a renovação da parceria da Prefeitura de Patos com o Tribunal de Justiça da Paraíba, e a adesão ao projeto dos municípios de Quixaba, Cacimba de Areia, Areia de Baraúnas, Passagem, São José do Bonfim, Mãe d’água, Vista Serrana, Malta, Condado, São José do Bonfim e Santa Terezinha, além do município de Mãe d’água, que pertence à Comarca de Teixeira. 

    “Consideramos um grande avanço nas tratativas para a expansão desse projeto tão importante para a infância e juventude”, salientou a juíza Joscileide Lira.

    Expansão – Em julho deste ano, a ação promoveu a cidadania para 197 pessoas, que foram beneficiadas com a emissão das Carteiras de Identidade Nacional (CIN). O projeto foi realizado na creche Maria Gomes de Sousa, no distrito de Santa Gertrudes, região da Comarca de Patos. 

    Cidadania – O projeto foi iniciado em 2023, na cidade de Patos, no Sertão paraibano, através de um convênio entre o TJPB – por meio do Comitê da Primeira Infância, a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Humano e a Secretaria Municipal de Assistência Social de Patos, com o apoio da diretoria do Fórum Miguel Sátyro e da Coordenadoria da Infância e Juventude (Coinju).

     

    Por Lila Santos

     

  • Comitê da Equidade Racial define programação para a Consciência Negra

     

    Foto da reunião do Comitê
    A reunião do Comitê aconteceu na Sala Branca do TJPB

    O Comitê Permanente de Promoção da Equidade Racial do Poder Judiciário estadual se reuniu nesta quinta-feira (4), na Sala Branca do Tribunal de Justiça da Paraíba, para alinhar a programação de novembro, mês em que se celebra a Consciência Negra. A agenda prevista começa em 1º de novembro, com a Caminhada Negra, e se estende até 20 de novembro, dia da Consciência Negra.

    A programação será variada e inclui caminhadas, palestras, visitas a escolas, seminários e minicursos, pensados para envolver tanto magistrados quanto a comunidade jurídica e a sociedade em geral. Participaram da reunião magistrados, servidores-membros do Comitê e uma representante da OAB Seccional Paraíba.

    O presidente do Comitê, desembargador João Benedito, avaliou o encontro como frutífero: “A reunião de hoje foi produtiva. Nós tivemos a oportunidade de pelo menos fazer um desenho do que vamos desenvolver na Semana da Consciência Negra, em novembro. Palestras, visitas às escolas e caminhadas foram ideias trazidas que vamos amadurecer.”

    O juiz Max Nunes, vice-presidente do Comitê, destacou o alcance nacional da Caminhada Negra e as ações de capacitação previstas: “Em novembro vamos apoiar a Caminhada Negra, que é um evento já que ocorre em âmbito nacional e repetido em várias capitais. Além disso, terão seminários e minicursos que vão trazer toda essa temática para não só para o juiz como para a comunidade jurídica em geral.” 

    Em seguida, o magistrado reforçou o papel educativo do Judiciário: “O Poder Judiciário, ele não tem a função apenas de julgar, mas sobretudo de conscientizar porque é um papel preventivo. Quando a gente conscientiza a gente evita que demandas judiciais sejam ajuizadas e assim. Promove uma atuação jurisdicional mais célebre.”

    Representando a OAB-PB, a secretária geral adjunta Ana Paula Albuquerque Costa manifestou apoio institucional à iniciativa. “Esse tipo de ação, a OAB vê com muito bons olhos e ela tem todo o interesse aqui de participar, de promover, de fortalecer, de encampar, porque vai ser bom para a advocacia, vai ser bom para a advocacia negra e vai ser bom para a sociedade, de maneira geral, porque a OAB também é a casa dos direitos humanos.”

    O Comitê informou que os detalhes finais da programação — incluindo locais, horários e inscrições para seminários e minicursos — serão divulgados em breve.

     

    Por Ludmila Costa

    Fotos: Ednaldo Araújo

     

  • MPPB integra comitê nacional que vai monitorar uso de IA no Judiciário

    MPPB integra comitê nacional que vai monitorar uso de IA no Judiciário

    O Ministério Público da Paraíba, por meio do promotor de Justiça Alberto Cartaxo, do Núcleo de Gestão do Conhecimento (NGC/MPPB), vai ajudar a monitorar o uso de Inteligência Artificial no Poder Judiciário brasileiro. 

    O Comitê Nacional de Inteligência Artificial do Judiciário foi criado em cumprimento à Resolução do Conselho Nacional de Justiça nº 615/2025, que determina diretrizes para desenvolvimento, uso e gestão de soluções envolvendo recursos de IA. 

    Os integrantes foram designados pelo ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal e do CNJ, no fim do mês de agosto deste ano (27/08/2025). Além do promotor de Justiça do MPPB, são conselheiros e servidores do CNJ, juízes, desembargadores, advogados, procurador da República, defensores públicos e especialistas, que vão representar diversos órgãos da Justiça, ligados a ela, e a sociedade civil. O promotor Alberto Cartaxo afirmou que “será um grande prazer participar das discussões sobre o tema no Judiciário. A participação é importante porque as decisões tomadas pelo Judiciário podem influenciar a atividade de todo o Ministério Público e, por se tratar de um assunto novo, existem muitos pontos em que não há consenso, sendo necessária uma posição institucional fundamentada e que permita a inovação nesta seara”.

    Atribuições 

    Com o avanço da tecnologia e as facilidades que essa nova ferramenta oferece para otimizar o trabalho em todas as áreas de atuação, o comitê tem a importante missão de monitorar a aplicação da Inteligência Artificial no Judiciário, garantindo o cumprimento das normas estabelecidas pelo CNJ e impedindo qualquer tipo de risco ou abuso. Para isso, algumas das atribuições do grupo são consolidar padrões de mapeamento de riscos, definir e implantar protocolos técnicos de auditoria, estabelecer padrões de transparência e avaliar a conveniência do uso de soluções de IA disponíveis no mercado e que poderão ser utilizadas pelos magistrados e servidores do Poder Judiciário no exercício das funções.

    Os integrantes do comitê vão desempenhar suas atividades em caráter honorífico, sem remuneração e sem prejuízo para suas atribuições profissionais regulares. 

    Resolução do CNJ 

    O conjunto de normas para reger o uso de Inteligência Artificial no Judiciário foi aprovado pelo Conselho Nacional de Justiça em 18 de fevereiro passado, na 1ª Sessão Extraordinária de 2025,  depois de um ano de discussões. A Resolução nº 615/2025 modifica a anterior, de 2020, trazendo orientações mais específicas para a utilização de IA. Entre as proibições estabelecidas pela regulamentação, estão as soluções de IA que não permitam revisão humana, façam valoração de personalidade ou previsão de comportamento criminoso, classifiquem pessoas por comportamento, condição social ou atributos pessoais e usem reconhecimento biométrico para identificar emoções.

  • ALPB e CMJP celebram 70 anos da UFPB com sessão especial

    ALPB e CMJP celebram 70 anos da UFPB com sessão especial

    Notícias

    Publicado em 3 de setembro de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e a Câmara Municipal de João Pessoa realizaram uma sessão especial conjunta, nesta quarta-feira (3), para celebrar os 70 anos de Fundação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). A cerimônia reuniu autoridades, servidores e alunos para homenagear a instituição, reconhecida por seu papel fundamental no desenvolvimento da Paraíba e do Brasil.

    A deputada Cida Ramos, autora da propositura, destacou a importância da UFPB na formação de profissionais qualificados que hoje atuam em diversas esferas. “É uma instituição que construiu e fortaleceu este estado, formando os melhores profissionais que hoje ocupam posições na política, no judiciário e no executivo. Portanto, merece ser amplamente celebrada”, afirmou a parlamentar.

    O vereador Marcos Henrique, também autor da homenagem, enalteceu a data, enfatizando a contribuição da UFPB para o mercado de trabalho e a sociedade. “Sinto-me honrado em participar desta homenagem, por meio do nosso mandato na Câmara Municipal, em parceria com a ALPB. A Universidade desempenha um papel fundamental na sociedade, com uma responsabilidade social inestimável, especialmente no que diz respeito à formação de profissionais. Sua comunidade, composta por mais de 20 mil pessoas, entre docentes e discentes, contribui significativamente para o desenvolvimento do país”, declarou.

    A reitora da UFPB, professora Terezinha Domiciano, recebeu a homenagem com gratidão, destacando o respeito contínuo das casas legislativas pela instituição. Ela anunciou que as celebrações dos 70 anos se estenderão até dezembro, com uma série de atividades culturais, esportivas e artísticas em diversos campi, e convidou a população a participar.

    Maurício Oliveira, mestre pela UFPB, compartilhou sua trajetória de sucesso na universidade, vindo de outro estado e sentindo-se “adotado” pela Paraíba. Formado em administração e mestrando em engenharia de materiais, ele ressaltou a importância da UFPB na formação de profissionais para o estado e para o mundo, expressando o desejo de um dia se tornar professor na instituição.

    A sessão conjunta reforçou o compromisso das instituições com a educação e o desenvolvimento, celebrando os 70 anos de uma universidade que molda o futuro da Paraíba.

    Também estiveram presentes compondo a mesa da solenidade a vice-reitora da UFPB, Mônica Nóbrega; o conselheiro federal da OAB-PB, Rinaldo Mouzalas; a vice-reitora da UEPB, Ivanildes da Silva; o diretor do EAD, Francisco Rodrigues; o presidente da ADUFPB, Edson Franco; e o vice-presidente da Academia Paraibana de Direito, Josinaldo Malaquias.

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  • ALPB concede medalha de Mérito Turístico à professora Fabiane Nagabe

    ALPB concede medalha de Mérito Turístico à professora Fabiane Nagabe

    Notícias

    Publicado em 4 de setembro de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quinta-feira (4), sessão solene para concessão de Medalha de Mérito Turístico da Paraíba à professora doutora Fabiane Nagabe pelos relevantes serviços prestados ao Estado. A solenidade, proposta pelo deputado Bosco Carneiro, contou com a presença de amigos e familiares da homenageada.

    O deputado Bosco Carneiro destacou que a homenagem à professora Fabiane Nagabe surgiu a partir de pedidos vindos da comunidade acadêmica e da sociedade civil, como forma de reconhecer à trajetória e ao trabalho desenvolvido pela professora no estado. “Ouvimos alunos, a população, ouvimos pessoas que conhecem de perto a professora, que conhecem o seu trabalho, ouvimos a universidade e também analisamos o rico currículo que a torna uma pessoa altamente capacitada, dedicada à área do turismo cultural e vários outros tipos de manifestações culturais e turísticas aqui na Paraíba”, afirmou.

    Para o parlamentar, a competência, responsabilidade, comprometimento e capacitação da professora Fabiane são essenciais no desenvolvimento do turismo na Paraíba, o que motivou a aprovação da homenagem por unanimidade na Casa Epitácio Pessoa. “Ela tem um currículo de excelência. É uma pessoa que tem contribuído muito com o estado, formando jovens e profissionais que estão atuando em várias regiões da Paraíba, desenvolvendo roteiros turísticos e projetos importantes. É com satisfação que a gente faz essa homenagem, aprovada por unanimidade na Casa. É um reconhecimento do povo da Paraíba”, declarou.

    Bosco Carneiro lembrou ainda que a professora Fabiane Nagabe é natural do município de Maringá, no Paraná, mas que reside na Paraíba desde o ano de 2016 e vem desempenhado um papel inestimável na educação superior, na pesquisa acadêmica e na promoção do turismo sustentável e comunitário no Estado. “Possui uma vasta formação acadêmica. É bacharel em Turismo, especialista em planejamento turístico em áreas urbanas e rurais, é Mestre em História e Doutora em Geografia”, acrescentou o deputado.

    A professora Fabiane Nagabe destacou a emoção de receber a Medalha de Mérito Turístico da Assembleia Legislativa da Paraíba. “Esse reconhecimento é muito especial, porque o turismo é, antes de tudo, sobre pessoas. É um trabalho que envolve dedicação, criatividade e, principalmente, paixão pela nossa terra. Fico feliz em saber que minha contribuição foi lembrada e valorizada”, afirmou.

    Na solenidade, a educadora ressaltou a importância de fortalecer o setor como motor de desenvolvimento sustentável e geração de oportunidades. “O turismo tem um papel fundamental na economia, mas também na preservação da cultura e na autoestima do nosso povo. Cada ação, cada projeto, cada evento que realizamos é uma forma de mostrar ao mundo o potencial da Paraíba. Receber essa medalha me motiva ainda mais a continuar lutando para que o estado seja cada vez mais reconhecido como um destino de excelência”, resumiu Fabiane.

    Medalha de Mérito Turístico da Paraíba

    A Medalha de Mérito Turístico da Paraíba foi instituída pela Resolução nº 832, de 12 de novembro de 2003, e destina-se a homenagear personalidades e instituições que contribuem para a expansão e o desenvolvimento do turismo no Estado. É concedida em reconhecimento aos que tenham destaque em sua atuação na Paraíba, cujo desempenho em suas atividades, enaltecem o nome do nosso Estado, no país e no exterior.

    A população paraibana pode acompanhar todas as matérias apresentadas na ALPB, assim como, sessões ordinárias, visitas técnicas, reuniões de comissões, solenidades e debates através da TV Assembleia, pelo canal 8.2, e também pelo canal TV Assembleia PB no Youtube.

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  • Convênio entre TJPB e Justiça Federal garante depoimento especial de criança em Patos

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    Psicóloga e entrevistadora forense Renata Bernardo

    Um convênio inédito entre o Tribunal de Justiça da Paraíba e a Justiça Federal de Primeiro Grau da 15ª Região viabilizou mais uma audiência de instrução em processo criminal, com tomada de depoimento especial de testemunha menor de idade, na forma prevista na Lei nº 13.431/2017 e Resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nº 299/2019. A audiência aconteceu na tarde de terça-feira (2), na 14ª Vara Federal da Subseção Judiciária da Comarca de Patos, Sertão paraibano.

    O Depoimento Especial é um procedimento para colher a escuta de crianças e adolescentes, vítimas ou testemunhas de violência, para garantir a proteção da sua integridade física e emocional. A legislação estabelece a obrigatoriedade da instalação de salas de depoimento especial nos fóruns, um protocolo de atendimento e a capacitação de profissionais, visando uma escuta qualificada e humanizada que respeite a dignidade da criança ou do adolescente.

    Hugo Zaher
    Juiz Hugo Zaher

    Segundo o coordenador da Infância e Juventude do Poder Judiciário estadual, juiz Hugo Gomes Zaher, o convênio firmado entre o TJPB e a Justiça Federal já é uma realidade e as equipes especializadas têm realizado depoimentos especiais sempre que demandadas pela Justiça Federal. “Essa cooperação fortalece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente, além de representar um avanço concreto na produção de provas de qualidade, com mais celeridade e respeito à dignidade das vítimas. É um passo efetivo na consolidação de práticas que colocam a infância e a juventude no centro da atenção do sistema de Justiça”, comentou o magistrado.

    A psicóloga e entrevistadora forense da Vara da Infância e Juventude de Campina Grande, Renata Bernardo Araújo, foi a servidora do TJPB responsável pela tomada de depoimento especial, na 14ª Vara Federal de Patos. Para ela, o convênio demonstra que a integração entre instituições fortalece a escuta protegida de vítimas ou testemunhas e contribui para uma Justiça mais humana e eficaz.

    “Foi uma honra atuar como entrevistadora forense no depoimento especial em audiência que marcou uma colaboração inédita entre o Tribunal de Justiça do Estado e a Justiça Federal. Acredito que essa experiência pioneira garante cada vez mais a proteção de crianças e adolescentes, no âmbito da Justiça, como também reforça a parceria entre as esferas federal e estadual”, comentou a psicóloga.

    Por Fernando Patriota

     

  • Reunião da 2ª Vara da Infância fortalece rede de apoio a adolescentes em medidas socioeducativas

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    Reunião realizada pela 2ª Vara da Infância e Juventude

    A 2ª Vara da Infância e Juventude da Comarca de João Pessoa realizou, nessa quarta-feira (3), uma reunião ampliada com secretários municipais da Capital que atuam, direta ou indiretamente, no cumprimento das medidas socioeducativas em meio aberto. Esta foi a segunda reunião do grupo, que tem como objetivo garantir maior efetividade no acompanhamento de adolescentes autores de atos infracionais, fortalecendo a rede de apoio e de políticas públicas voltadas à socioeducação.

    De acordo com a juíza Antonieta Lúcia Maroja Arcoverde Nóbrega, da 2ª Vara da Infância e Juventude, um dos principais desafios enfrentados era a oferta de cursos auto-instrucionais que, na prática, tinham pouco impacto na vida dos jovens. “As atividades não favoreciam a empregabilidade, nem o empreendedorismo, e contribuíam de forma limitada para sua reinserção social. Por isso, buscamos o diálogo com as secretarias, para juntos construirmos soluções mais eficazes.”.

    Outro ponto discutido na reunião foi a atualização do protocolo de gestão intersetorial, já que o último documento vigente datava de 2017. “O novo protocolo, que será entregue em novembro, vai estabelecer de forma clara o papel de cada secretaria, os fluxos de atendimento e estratégias de sensibilização dos profissionais que recebem os adolescentes”, disse a magistrada.

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    Esta foi a segunda reunião do grupo

    O juiz auxiliar da 2ª Vara da Infância e Juventude, Luiz Eduardo Cantalice, avaliou como bastante proveitosa a reunião. “O encontro reuniu todos os integrantes da rede que atua na socioeducação, especialmente no meio aberto, para definir metas e objetivos concretos voltados à criação de fluxos de encaminhamento dos jovens às medidas pedagógicas”, disse. Ele ressaltou, ainda, a importância de iniciativas que estimulem o empreendedorismo e a empregabilidade, como concursos e projetos direcionados à realidade dos adolescentes que cumprem medidas em meio aberto.

    A promotora de Justiça Catarina Batista Gaudêncio avaliou a reunião como um avanço significativo na intersetorialidade da política da infância e juventude. Para ela, a política voltada a esse público não pode ser limitada apenas à assistência social, sobretudo quando se trata de adolescentes autores de atos infracionais em cumprimento de medidas socioeducativas.

    “Esses jovens não devem ser vistos apenas como sujeitos de direitos da assistência social. Eles são credores de todas as políticas públicas e precisam que elas se articulem para garantir seu pleno desenvolvimento como cidadãos. Esse é um momento ímpar, fundamental para que a articulação entre as políticas se consolide e haja comunicação entre todas as secretarias, assegurando ao socioeducando o atendimento que ele necessita”, destacou.

    O secretário municipal de Ciência e Tecnologia de João Pessoa, Guido Lemos, enfatizou a importância da parceria com o Judiciário em iniciativas voltadas para crianças e adolescentes. Segundo ele, a Secretária está disponibilizando toda a sua estrutura e capacidade técnica para apoiar o projeto, que envolve diversas secretarias da Prefeitura.

    “Nosso objetivo é priorizar os Creas, oferecendo aos adolescentes que frequentam esses espaços salas equipadas para cursos digitais com foco no empreendedorismo. Já estamos planejando atividades voltadas para áreas como mecânica de motos, conserto de celulares, produção de cosméticos fitoterápicos e de materiais de limpeza. Os investimentos já estão provisionados, e a ideia é que cada jovem atendido possa receber não apenas educação, mas também capacitação para o trabalho e para a geração do próprio negócio”, explicou.

    Gabriel Pereira, coordenador da Seção Psicossocial Infracional da 2ª Vara da Infância e Juventude, destacou que a reunião foi muito animadora. “Fiquei entusiasmado com a iniciativa do Judiciário de promover um diálogo direto com as secretarias do município, especialmente pela oportunidade de ampliar o acesso e as chances de desenvolvimento para os jovens em cumprimento de medidas socioeducativas em meio aberto”, afirmou. Ele reforçou ainda que investir em ações de cidadania e formação profissional é essencial para transformar trajetórias e construir caminhos mais justos e inclusivos para esses jovens.

    Por Marcus Vinícius

     

  • III Cidesma reunirá ministros e especialistas para debater inovação e Justiça em João Pessoa

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    III Congresso Internacional de Direito

    O III Congresso Internacional de Direito da Esma (Cidesma) ocorrerá de 12 a 14 de novembro no Centro Cultural Ariano Suassuna, do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), localizado no bairro Jaguaribe, em João Pessoa. Reconhecido como um espaço de inovação e excelência acadêmica, o evento reúne especialistas de destaque para debater temas relevantes para a sociedade e o Poder Judiciário.

    O congresso é resultado da parceria entre a Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba (PaqTcPB), com o objetivo de promover reflexões interdisciplinares, valorizar diferentes perspectivas e estimular o compartilhamento de conhecimento científico e tecnológico.

    As inscrições já estão abertas, com vagas limitadas, no site oficial do congresso. Magistrados(as), servidores(as) e residentes do Poder Judiciário estadual, além de convidados externos, podem participar gratuitamente. Para estudantes de graduação, a taxa é de R$ 175,00; para pós-graduandos, R$ 250,00; e para professores(as), pesquisadores(as) e profissionais em geral, R$ 350,00.

    O congresso deste ano terá a presença do ministro Carlos Augusto Pires Brandão, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), assim como dos ministros portugueses Rui Guerra Fonseca, do Tribunal Constitucional de Portugal, e Nuno Miguel Pereira Ribeiro Coelho, do Tribunal de Contas.

    A programação, distribuída ao longo dos três dias, contará com palestras, lançamentos de livros, minicursos, salas de interação acadêmica e videocasts. Entre os temas confirmados estão: Ferramentas da IA na Justiça: proteção de dados pessoais, mitigação de riscos e supervisão humana; Reforma Tributária, Contas Públicas e Sustentabilidade Fiscal: o papel do Judiciário e dos Tribunais de Contas na era digital; Sistema prisional brasileiro e Estado de coisas inconstitucional: realidade e desafios; e Aplicando a Justiça Restaurativa na Prevenção, Mediação e Transformação de Conflitos no Brasil, dentre outros.

    Por Marcus Vinícius