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  • Novo coordenador-geral do Nupemec destaca potencial de conciliação dos 64 Cejuscs do TJPB 

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    Reunião realizada no Fórum Cível de João Pessoa

    O novo coordenador-geral do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Horácio Ferreira de Melo Júnior, realizou a primeira reunião de trabalho com sua equipe de coordenadores adjuntos, formada pelos juízes Pedro Davi Alves de Vasconcelos, Kleyber Thiago Trovão Eulálio, e pela juíza Carmen Helen Agra de Brito. O encontro de trabalho foi realizado no Fórum Regional de Mangabeira.

    Ao abrir os trabalhos, o coordenador-geral do Núcleo disse que o Poder Judiciário estadual detém 64 Centros Judiciários de Solução de Conflitos de Cidadania (Cejuscs). “Temos uma conjuntura que revela um intenso potencial para melhoramento no âmbito dos métodos consensuais de conflitos e na seara da cidadania”, comentou Horácio Ferreira. Na oportunidade, também foram revelados relatórios atuais dos Centros, com pontuais considerações acerca da produtividade de cada Cejusc.

    O desembargador ainda destacou a importância do comparecimento de todos os integrantes do Nupemec/TJPB no Fórum Nacional de Mediação e Conciliação (Fonamec), a ser concretizado nos dias 23 a 25 de abril, em Porto Velho/RO, visando à ambientação dos novos integrantes da gestão no cenário nacional.

    Na sequência da reunião, o magistrado solicitou a apresentação, pelos juízes coordenadores, de propostas de ações para o biênio 2025-2026, a serem direcionadas à Presidência do TJPB, ocasião em que foram debatidos diversos aspectos, como a imprescindibilidade de diagnósticos dos Cejuscs; o acompanhamento do procedimento administrativo de atermação; a ampliação de convênios com órgãos públicos e com entidades privadas; o fortalecimento do diálogo com o Ministério Público, com a Defensoria Pública e com o Governo do Estado, além de outros inúmeros pontos.

    Ao final, os presentes reiteraram o compromisso de atuação eficiente nos dois anos sequenciais, com intuito, especialmente, no aumento da produtividade conciliatória, objetivando atender aos requisitos dispostos pela Meta 03, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

    Atribuições – O  Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos tem a atribuição de monitorar os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs) e o desenvolvimento de políticas judiciárias de tratamento adequado aos conflitos de interesses. Também são atividades estratégicas dos Nupemec: a atualização permanente de servidores, conciliadores e mediadores nos métodos adequados de solução de conflitos, a criação e manutenção de cadastro de mediadores e conciliadores, além de orientação aos cidadãos.

    Por Fernando Patriota

     

  • Judiciário estadual paraibano será o 3º do país a implantar Plataforma Socioeducativa (PSE) do CNJ

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    Reunião ocorreu em sistema hibrido

    Uma ferramenta nacional, veloz, com indicadores gráficos detalhados, notificações para prazos processuais, integração entre sistemas e outras vantagens. Este é o desempenho esperado da Plataforma Socioeducativa (PSE), desenvolvida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e em fase de implantação no Judiciário estadual paraibano – 3º do país a adotar a ferramenta, depois do Rio Grande do Norte e de Pernambuco.

    O primeiro diálogo entre o Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (DMF) do CNJ e a atual gestão do TJPB ocorreu nesta quinta-feira (3), ocasião em que o presidente do Tribunal, desembargador Fred Coutinho, colocou uma grande equipe à disposição do CNJ para a continuidade dos trabalhos de implantação da ferramenta.

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    Presidente do TJPB participou da reunião por videoconferência

    “É uma satisfação estarmos aqui, discutindo uma plataforma que trará evoluções para a área da Infância e Juventude. Contem conosco neste trabalho de aperfeiçoamento e de aprendizados”, enfatizou o presidente.

    A previsão é que no dia 6 de junho a ferramenta entre em funcionamento no TJPB, conforme adiantou o juiz auxiliar da Presidência do CNJ e membro do DMF, Edinaldo César dos Santos.

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    CNJ e do TJPB participaram discutiram implantação do PSE

    “Com o compromisso da Presidência, tudo acontece da melhor maneira possível e tenho certeza que teremos êxito. Contamos com todos os colegas que estão na ponta e especialmente com o pessoal da área técnica para este trabalho conjunto”, afirmou.

    Na ocasião, o coordenador da PSE, Edson Orivaldo Lessa Junior fez uma apresentação das fases da implantação em curso, que envolve planejamento e reuniões de aproximação entre as equipes, as operações, o apoio presencial e o encerramento do processo.

    A equipe técnica presente também tirou dúvidas e falou sobre o trabalho em desenvolvimento. “A ferramenta tem funcionalidades que vão agregar bastante ao TJPB, além de ter um apelo social importante. Desde já, deixo o compromisso da nossa equipe técnica com a priorização desse projeto”, disse Daniel Melo, diretor de Tecnologia da Informação do TJPB.

    O que muda com a PSE

    O juiz Hugo Zaher, coordenador do GMF/área socioeducativa, do TJPB, explicou que as guias de execução de medida socioeducativa, emitidas atualmente por meio do Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL), mudarão para a PSE, que já vem integrado ao PJe.

    “Será mais funcional para a atividade tanto do magistrado como dos servidores, não só em termos de emissão desses documentos, mas para uma melhor produção de dados, com estatísticas mais fidedignas a respeito do  cumprimento das medidas, seja em meio aberto ou fechado, agregando, também, outros recortes necessários para se verificar a necessidade de políticas judiciárias em prol destes adolescentes”, avaliou o magistrado.

    Também participaram o vice-presidente do TJ, desembargador João Batista Barbosa; a juíza auxiliar da Presidência Aparecida Gadelha; o juiz auxiliar da Vice-Presidência, Max Nunes; o juiz corregedor Fábio Leandro Cunha; os integrantes da Ditec, Alberto Risucci (gerente do PJe) e Marconi Edson; a servidora de execução administrativa do GMF/Socioeducativo, Gabriella Guedes e o servidor da Vara da Infância e Juventude de Campina Grande,  André Monteiro. Pelo CNJ, compareceu, ainda, a assessora do DMF/Socioeducativo, Juliana Linhares Lopes.

    Por Gabriela Parente

     

  • Vítimas de violência doméstica terão reconstrução dentária gratuita no SUS

    Vítimas de violência doméstica terão reconstrução dentária gratuita no SUS

    O Brasil avança no combate à violência contra as mulheres. Com a sanção do PL 4.440/2024 pelo presidente Lula nesta quinta-feira (03), o Programa de Reconstrução Dentária para Mulheres Vítimas de Violência Doméstica passa a integrar a rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Coordenada pelo Ministério da Saúde, a iniciativa garante tratamento odontológico gratuito para mulheres que sofreram agressões. Em 2024, foram realizadas mais de 4 milhões de restaurações dentárias gerais no SUS.

    Com o Programa, o SUS oferecerá próteses, implantes, restaurações e outros procedimentos, priorizando o atendimento humanizado e desburocratizado para mulheres em situação de vulnerabilidade. “A reconstrução dentária e o atendimento humanizado podem parecer detalhes, mas para essas mulheres significa um recomeço. Com os novos serviços, o SUS reafirma seu papel como um sistema de saúde que acolhe, protege e transforma vidas”, destaca o ministro Alexandre Padilha.

    A implementação do programa contará com a parceria de estados e municípios. Além disso, clínicas odontológicas privadas e universidades poderão integrar a rede de atendimento para ampliar a oferta do serviço.

    Brasil Sorridente

    Em 2025, o Ministério da Saúde investirá R$ 4,9 bilhões na saúde bucal, um aumento de 206% em relação a 2022, quando foram aplicados R$ 1,6 bilhão. Esse reforço permitirá a ampliação dos serviços do Brasil Sorridente em 29%, beneficiando cerca de 139 milhões de brasileiros.

    Até o final do ano, as Unidades Odontológicas Móveis (UOM) crescerão 157%, passando de 118 para 422 unidades. Os Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) também serão ampliados, aumentando de 1.232 para 1.328 unidades (7,7% de crescimento). As Equipes de Saúde Bucal (eSB) terão um incremento de 35%, subindo de mais de 33 mil para 46 mil credenciadas. Já os Serviços de Especialidades em Saúde Bucal (Sesb) crescerão mais de 200%, passando de 444 para 1.707 unidades.

    Cuidado integral à saúde da mulher

    Além da reconstrução dentária, o SUS avança no atendimento integral à saúde da mulher com a criação de espaços seguros e humanizados. Com as Salas Lilás, a proposta é que toda unidade de saúde tenha um espaço para garantir acolhimento sem julgamentos e sem que a vítima precise reviver sua dor repetidamente.

    As Salas Lilás, garantidas pela Lei nº 14.847/2024, serão implantadas em novos projetos do PAC para Unidades Básicas de Saúde (UBS) e maternidades. Esses ambientes devem contar com: Testes rápidos para ISTs; Contracepção de emergência (pílula e DIU); Kits de coleta de vestígios (em casos de violência sexual); Insumos para tratamento de lesões; Materiais informativos acessíveis; Ficha de notificação compulsória; Sistemas integrados de informação.

    A proposta inclui ainda espaços infantis para o acolhimento de crianças, filhos das vítimas.

    Dados alarmantes sobre violência doméstica

    Os índices de violência doméstica no Brasil são preocupantes. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2024:

    • 37,5% das mulheres sofreram algum tipo de violência;
    • 64% dos feminicídios ocorreram dentro de casa;
    • Mais de 778 mil mulheres foram ameaçadas por seus agressores;
    • 258 mil sofreram lesão corporal dolosa em contexto doméstico.

    Saiba mais sobre o Brasil Sorridente

    Ana Freire
    Ministério da Saúde

  • Comissão dos Direitos da Mulher da ALPB debate violência obstétrica na Paraíba

    Notícias

    Publicado em 3 de abril de 2025

    A Comissão dos Direitos da Mulher, da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou audiência pública, na tarde desta quinta-feira (03), proposta pela deputada Cida Ramos, para discutir a violência obstétrica no estado da Paraíba. O evento aconteceu no plenário “Deputado José Mariz” e reuniu agentes públicos da área de saúde, representantes entidades civis e parentes de vítimas da violência obstétrica o Estado.

    A deputada Cida Ramos a violência obstrética está relacionada não apenas ao trabalho de profissionais de saúde, mas também a falhas estruturais de clínicas, hospitais e do sistema de saúde como um todo. “Os maus tratos podem incluir violência física ou psicológica, podendo fazer da experiência do parto um momento traumático para a mulher ou o bebê. E o Poder Legislativo tem uma grande responsabilidade nesse processo. Por isso estou incorporando, como deputada, esse papel, para que tenhamos compromisso com as mulheres da Paraíba. Para que nenhuma mulher seja morta no parto. A violência obstétrica, a mortalidade materna, é algo inadmissível no século XXI”, afirmou.

    A secretária estadual da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura, destacou a importância da discussão, como uma oportunidade dos agentes públicos dialogarem com a com a sociedade civil sobre um tema de fundamental importância. “Nós não podemos pensar no cuidado da garantia de uma maternidade saudável apenas hora do parto. Acho que o desafio aqui é encontrarmos mecanismos, caminhos e pactuações que garantam todo o processo de gestação com o cuidado adequado, para que quando a mãe chegue ao momento do parto seja apenas um momento de alegria e não um momento de correria para tentar minimizar problemas, que porventura possa ter em relação à saúde dessa mãe, em relação à própria criança e ao sistema que está atendendo essa mulher”, orientou.

    A promotora de Justiça Rosane Araújo, da Promotoria da Mulher de João Pessoa, lamenta que apesar da existência de uma política nacional de humanização dos partos, desde 1992, ainda estejam acontecendo mortes de mulheres no sistema de saúde, seja por negligência ou imperícia dos agentes de saúde. “Os últimos fatos são de muita tristeza. Todos nós temos que nos sentirmos enlutados e enlutadas pela morte dessas mulheres. Aí nos perguntamos, essas mortes poderiam ser evitadas? Eu diria que sim.  Não quero apontar responsabilização, para isso já existem os devidos órgãos fazendo a apuração, mas é preciso que se tenha mais atenção e que a humanização seja levado mais a sério no trato das mulheres”, declarou.

    A secretária executiva de Saúde do Estado, Renata Nóbrega, afirmou que o Governo do Estado não mede esforços para minimizar o problema da violência obstétrica, através de projetos, programas e ações, desde o planejamento familiar até o período puerperal. Já a 1ª subprocuradora-geral de Justiça do Estado, Vasti Clea Lopes, elogiou a iniciativa da Assembleia Legislativa em promover a discussão. “Eu vejo com muita alegria a iniciativa de se discutir esse tema tão importante, tão necessário, tão atual. O Ministério Público, inclusive, já há algum tempo se preocupa com esse tema. Nós temos projetos voltados ao enfrentamento da violência obstétrica. Então, eu fico muito feliz que o Legislativo também se debruça sobre esse tema, reúna essa plateia majoritariamente de mulheres para discutir esse assunto que tanto nos toca, mas que toca também a toda a sociedade que luta e quer uma sociedade mais justa e mais igualitária”, acrescentou.

    Também prestigiaram o evento, a deputada Dra. Paula; o juiz André Carvalho, coordenador adjunto da Violência Doméstica do Tribunal de Justiça do Estado (TJPB); a promotora Romeika Porto, do 1º Juizado da Violência Doméstica Contra a Mulher; o promotor de Justiça Rogério Rodrigues, da Promotoria de Defesa da Mulher da Paraíba; o promotor Leonardo Pereira, da Promotoria Estadual da Mulher; a defensora pública Lorena Cordeiro, representando a defensora-geral Madalena Abrantes; a promotora Jovana Pordeus, da Promotoria de Justiça da Saúde de João Pessoa, a advogada Juliana Monteiro Dantas, secretária executiva de Políticas Públicas Para as Mulheres de João Pessoa; além do vereador Marcos Henriques, representando a Câmara Municipal de João Pessoa, e a vereadora Jô Oliveira, representando a Câmara Municipal de Campina Grande.

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  • Saúde participa de seminário internacional sobre insumos farmacêuticos

    Saúde participa de seminário internacional sobre insumos farmacêuticos

    O Ministério da Saúde participou, nos dias 24 e 25 de março, em São Paulo, do IV Seminário Internacional de Insumos Farmacêuticos Ativos, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi). A diretora do Departamento do Complexo Econômico-Industrial e de Inovação para o SUS (Deceiis) da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Sectics), Gabriela Maretto, apresentou as iniciativas do governo federal voltadas para a reconstrução do setor. Entre as medidas, estão o uso do poder de compra do Sistema Único de Saúde (SUS) e a aplicação de investimentos públicos, viabilizados por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), além de incentivos à inovação. 

    “A pandemia deixou claro o risco que a falta de capacidade de produzir Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) no país representa para o acesso à saúde, especialmente diante do novo contexto geopolítico e da possibilidade de novas emergências sanitárias. Um dos nossos maiores focos tem sido a articulação com diversos atores para fortalecer o Complexo Econômico-Industrial da Saúde e construir capacidades estatais que incluam o desenvolvimento tecnológico e produtivo do Brasil às necessidades do SUS. A produção nacional de IFA é essencial para um Complexo Econômico‑Industrial da Saúde (CEIS) resiliente e segue como prioridade em diversos programas da Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde”, destacou Maretto. 

    Considerado o maior evento de insumos farmacêuticos da América Latina, o IV Seminário Internacional de Insumos Farmacêuticos Ativos reuniu autoridades governamentais, incluindo agências regulatórias do Brasil, da Argentina e do Peru, além de pesquisadores, especialistas e representantes de empresas farmacêuticas, para discutir desafios e oportunidades na indústria de IFAs.

    Avanços em números

    Ao longo de quase duas décadas de sua existência, o Programa de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) tem sido fundamental para impulsionar avanços significativos no setor. Atualmente, o programa conta com 67 parcerias em andamento, resultando na nacionalização de 23 insumos farmacêuticos ativos sintéticos e 2 biológicos. Esse avanço foi possível graças à participação de sete empresas brasileiras, que estão contribuindo para a produção desses insumos essenciais. 

    Ao aprimorar a política, a Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do CEIS dá passos importantes nesse cenário. Um dos pilares dessa estratégia é a Matriz de Desafios Produtivos e Tecnológicos em Saúde, na qual os IFAs estão listados entre os produtos prioritários para o fortalecimento da capacidade produtiva nacional. 

    Já o Novo PAC – Saúde – Subeixo Ceis inclui investimentos estratégicos em infraestrutura para impulsionar o desenvolvimento e a produção de IFAs. Um importante exemplo desse avanço é a construção do novo campus de Bio-Manguinhos em Eusébio (CE), que está recebendo investimentos da ordem de R$ 510 milhões para biofármacos. Enquanto o Programa de Desenvolvimento e Inovação Local (PDIL) abre novas possibilidades para a produção de insumos no país, incluindo o incentivo ao desenvolvimento de tecnologias sustentáveis. 

    O setor tem demonstrado confiança nos programas de PDP e PDIL. Em 2024, cerca de 322 projetos foram submetidos, evidenciando o engajamento dos envolvidos. O Ministério da Saúde segue trabalhando intensamente para que os frutos desse esforço sejam colhidos, garantindo um CEIS mais resiliente, um SUS fortalecido e um sistema de saúde que ofereça o melhor em inovação e acesso para a população. 

    Taís Nascimento
    Ministério da Saúde

  • Automatização de ordens judiciais via PrevJud vai agilizar implantação de benefícios do INSS 
		Última atualização:  03/04/2025 às 15:08:00

    Automatização de ordens judiciais via PrevJud vai agilizar implantação de benefícios do INSS Última atualização: 03/04/2025 às 15:08:00

    Na última segunda-feira (31/03), foi apresentada às Seções Judiciárias da Justiça Federal da 5ª Região (JF5) a funcionalidade de automatização do cumprimento de ordens judiciais, via PrevJud, para implantação de benefícios junto ao Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). O evento foi coordenado pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 e apresentado pela coordenadora do projeto e representante do TRF5 junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), juíza federal Madja Moura. 

    O projeto-piloto foi implantado, inicialmente, na 11ª Vara da Justiça Federal do Rio Grande do Norte (Subseção de Assu). A partir do dia 07/04, a funcionalidade será disponibilizada para toda a 5ª Região. Para tanto, as Varas da JF5 interessadas em implantar a inovação devem se cadastrar, através do seguinte formulário eletrônico

    PrevJud 

    O PrevJud é um serviço do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que permite ao Judiciário o acesso automático a informações previdenciárias e o envio automatizado de ordens judiciais ao INSS. Ele integra as bases de dados do INSS e do Judiciário e permite o acesso imediato a informações previdenciárias relacionadas ao processo, como o Dossiê Médico, o Dossiê Previdenciário e o Processo Administrativo Previdenciário (PAP).

    Por: Divisão de Comunicação Social TFR5


  • TRF5 promove Semana da Saúde  
		Última atualização:  03/04/2025 às 15:49:00

    TRF5 promove Semana da Saúde Última atualização: 03/04/2025 às 15:49:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, através do Núcleo de Assistência à Saúde (NAS), promove, entre os dias 07 e 11/04, a Semana da Saúde do(a) Servidor(a). Instituída pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Resolução nº 576/2024, a ação integra o calendário da Justiça Federal da 5ª Região, com o objetivo de promover saúde, acesso à Justiça e integração entre instituições públicas e privadas. 

    A programação contará com palestras, campanha de vacinação, mutirão para exames periódicos de saúde e serviços diversos, como, por exemplo, aferição de pressão. Além disso, o prédio do TRF5 estará iluminado com a cor verde durante o período. 

    Confira abaixo o calendário de atividades: 

    Dia 07/04 – Palestra sobre “Esquecimentos frequentes: o que é e o que não é normal” 

    A programação terá início com a palestra “Esquecimentos frequentes: o que é e o que não é normal”, com participação de médico neurologista Breno Barbosa e da médica geriatra Alícia Martinez. O evento será às 15h30, na Sala Capibaribe, no 1º andar do edifício-sede do TRF5.  

    Dia 08/04 – Roda de conversa e workshop sobre as Súmulas 60 e 61 do STF 

    Promovido pela Escola de Magistratura Federal da 5ª Região (Esmafe), o evento será realizado das 9h às 17h, no edifício-sede do TRF5. Podem participar magistrados, magistradas, servidores e servidoras da 5ª Região. As inscrições já estão abertas e são gratuitas. 

    Clique aqui e saiba mais sobre Roda de conversa e workshop sobre as Súmulas 60 e 61 do STF. 

    Dias 8 e 11/04 – Plantão de Exames Periódicos de Saúde (EPS) 

    A equipe médica do NAS estará de plantão para atender as pessoas que desejem colocar em dia seu Exame Periódico de Saúde (EPS). Interessados(as) devem ligar para o NAS e agendar o horário da consulta para receber as requisições dos exames. O telefone para agendamento é o 3425.9296. 

    Dia 09/04 – Plantão de cuidados  

    Profissionais das áreas de medicina e enfermagem estarão de plantão, no hall de entrada do edifício-sede, para oferecer serviços de saúde diversos, como aferição de pressão, de hemoglobina glicada e de IMC (Índice de Massa Corporal), além de medição de circunferência abdominal. 

    Dia 10/04 – Campanha de vacinação 

    O NAS realizará uma campanha de vacinação, com a disponibilização dos imunizantes Influenza/Gripe 2025 e antipneumocócica. A ação será realizada na Sala Capibaribe, das 10h às 16h, com intervalo para almoço das 13h30 às 14h. Saiba mais informações sobre as vacinas: 

    Vacina de Gripe Quadrivalente 2025   

    Valor: R$ 81,90 

    Vacina contra pneumococos  

    Indicações:  

    – todos a partir dos 60 anos  

    – portador de cardiopatia, pneumonia ou esplenectomia 

    Valor:   

    Pneumo-13: R$ 315,00.   

    Pneumo-23: R$ 120,00 

    Agendamento 

    Para garantir a dose das vacinas Pneumo-13 e Pneumo-23, será necessário realizar um pré-agendamento, pois as doses serão limitadas. Interessados(as) devem entrar em contato com o NAS, através do ramal 9296. 

    Reembolso 

    Beneficiários do TRFMED (incluindo titulares, dependentes e agregados) têm direito a reembolso das vacinas.  Clique aqui para saber mais informações.

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Município assina TAC para regulamentar uso de bens públicos por particulares

    Município assina TAC para regulamentar uso de bens públicos por particulares

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) celebrou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Município de São José da Lagoa Tapada, no Sertão, para regulamentar o uso de bens públicos por particulares. Com o TAC, o Município se comprometeu a enviar, no prazo de seis meses, à Câmara de Vereadores, Projeto de Lei sobre as condições gerais para autorização do uso de maquinários da Prefeitura (como tratores, retroescavadeiras, motoniveladora, trator de esteira, caçambas e pá carregadeira, caminhão etc.) de forma onerosa. 

    O TAC foi proposto pela promotora de Justiça de Sousa, Flávia Cesarino Benigno, e assinado, no último dia 31 de março, pelo prefeito municipal, Cláudio Antônio Marques de Sousa. O ajustamento integra o Inquérito Civil 046.2024.002597, instaurado na Promotoria de Justiça para investigar a utilização, em obra ou serviço particular, de veículos, máquinas e equipamentos de propriedade do Município de São José da Lagoa Tapada, bem como o trabalho de servidores públicos, empregados ou terceiros contratados por essas entidades sem regulamentação legal municipal. 

    O TAC tem por finalidade regulamentar um “costume regional” de cessão de máquinas do Município a particulares, especialmente, agricultores, em determinadas épocas do ano, para o preparo da terra para plantio ou pasto. “A cessão de bens públicos sem previsão legal e de forma gratuita é ilegal e jamais poderia ter sido realizada por agentes públicos da forma como ocorria – gratuita, sem previsibilidade ou organização -, ainda que fosse uma prática regional. Ciente de tal ilegalidade, o Ministério Público buscou solucionar tal questão através de Compromisso de Ajustamento de Conduta”, explicou a promotora de Justiça. 

    Arquivamento

    Segundo a representante do MPPB, não foi constatada má-fé dos envolvidos nas ilegalidades detectadas e nem obtidas provas de que os valores recolhidos fossem direcionados ao enriquecimento ilícito de qualquer agente ou que os bens só fossem cedidos com base em pessoalidade (beneficiando algumas pessoas em detrimento de outras). Ela explicou que esses elementos são exigidos pela Lei de Improbidade Administrativa para configuração do ato de improbidade e que, por essa razão, promoveu o arquivamento do inquérito, determinando o seu envio para apreciação do Conselho Superior do Ministério Público. 

    Ela também determinou a abertura de novo procedimento para acompanhar o cumprimento do TAC. “A irregularidade, por si só, não significa, necessariamente, que exista um ato de improbidade. Na verdade, o caso em comento revela, muito mais, uma falha do gestor na organização municipal – o que se perpetuou por diversas gestões – e um desleixo na administração da coisa pública, sem haver indícios de que o gestor – ou qualquer agente público – tenha desviado valores para qualquer pessoa, podendo-se perceber que a gestão foi desleixada nesse mister”, argumentou. 

    O TAC

    De acordo com a promotora de Justiça, o TAC foi celebrado para garantir o cumprimento dos princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade da Administração Pública e do artigo 30, inciso V da Constituição Federal, o qual diz ser competência dos Municípios “organizar e prestar, diretamente ou sob regime de concessão ou permissão, os serviços públicos de interesse local, incluído o de transporte coletivo, que tem caráter essencial”.

    Segundo o Ajustamento de Conduta, no projeto de lei que deverá ser elaborado pelo Município e enviado à Câmara de Vereadores deverá constar que a autorização para o uso desses bens públicos será feita com contrapartida financeira do particular beneficiado (ou seja, deverá ser onerosa) e que o pedido deverá ser feito por escrito, fundamentando o interesse social do requerimento.

    Deverá constar ainda que a autorização só será fornecida pelo Município, se não houver prejuízo no desenvolvimento de outras obras e serviços municipais e diante da existência de interesse social. Além disso, a autorização do Município deverá ser feita por escrito, por prazo determinado e com a discriminação do valor a ser pago pelo particular.

    O prefeito também se comprometeu a editar, no prazo de 30 dias após a publicação da Lei Municipal, decreto com a tabela de valores das tarifas/preços públicos a serem pagos pelos eventuais beneficiários das autorizações.

    O descumprimento do TAC ensejará o pagamento de multa diária no valor de R$ 100,00, que deverá ser revertido ao Fundo dos Direitos Difusos.

     

    Foto ilustrativa retirada do site Pixabay

  • Começa curso ‘Tomada de decisão baseada na psicologia do testemunho’

    Desta quinta-feira (03) até o dia 11 deste mês, magistrados(as), assessores(as) e residentes participarão do curso ‘Tomada de decisão baseada na psicologia do testemunho’. A formação será ministrada em formato semipresencial pelo tutor Tiago Cagliano Pinto Alberto, que é juiz da 4ª Turma Recursal do Poder Judiciário do Estado do Paraná.

    As aulas síncronas ocorrerão segunda-feira (07), das 19h às 22h. Já os encontros presenciais serão realizados na sede da Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), em João Pessoa, nos dias 10 (quinta-feira), das 14h às 18h, e 11 (sexta-feira), das 8h às 18h.

    Ao final da ação educacional, o(a) magistrado(a) será capaz de aprimorar a estrutura utilizada nas decisões judiciais, na argumentação jurídico-decisória e na formatação do Estado Democrático de Direito, a partir de uma visão calcada na psicologia do testemunho aplicando os aportes consolidados no ambiente da colheita da prova oral em Juízo, analisando os fatos, empregando técnicas de inquirição e de análise da credibilidade do testemunho.

    Os 38 participantes inscritos são das Comarcas de João Pessoa, Sapé, Araruna, Areia, Santa Rita, Boqueirão, Mamanguape, Cuité, Catolé do Rocha, Guarabira, Conde, Itaporanga, Piancó, Campina Grande, Patos, Ingá, Soledade, Alagoinha, Alagoa Grande, Cajazeiras, Coremas e São João do Rio do Peixe.

    Por Marcus Vinícius

  • Núcleo Socioambiental do TJPB vai colaborar com ações do Projeto Amigo da Natureza, do MPPB

    Tribunal de Justiça e Ministério Público firmam parceria
    Tribunal de Justiça e Ministério Público firmam parceria

    Integrantes do Núcleo de Gestão Socioambiental (NGSA) do Tribunal de Justiça da Paraíba e do Projeto Amigo da Natureza, do Ministério Público da Paraíba (MPPB), firmaram parceria para fomentar a conservação e a restauração florestal, incentivando o desenvolvimento de políticas públicas e a conscientização da sociedade civil e do poder público sobre o tema. 

    Instituída pela Lei Estadual 13.428/2024, a campanha acontecerá no período de 20 a 22 de abril e tem o objetivo de promover educação ambiental e a preservação ambiental  através do plantio coletivo de mudas no dia 22.

    As tratativas para a parceria ocorreram na segunda-feira (1º) na sede do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente (CAO), órgão responsável pelas políticas institucionais do MPPB na área. 

    Estiveram presentes a promotora de Justiça Danielle Lucena (gestora do projeto do MPPB), a servidora Maria Barros e as integrantes do Núcleo do TJPB, Viviane Sousa e Silvia Gabínio.

    “A colaboração do Judiciário é de relevante importância,  pois por ser uma instituição de reconhecida credibilidade na nossa sociedade, fortalece a campanha, incentivando outras instituições, bem como dando exemplo para a conscientização da importância da preservação e cuidado com o meio ambiente”, justificou a promotora Danielle Lucena.

    A promotora afirmou, ainda, que trata-se de uma iniciativa pioneira em nosso país, onde diferentes instituições, como Ministério Público, Poder Legislativo, Poder Judiciário, Poder Executivo, sociedade civil unem esforços para promover ações de conscientização, proteção e preservação ambiental.

    A colaboração entre as instituições foi vista positivamente pelos integrantes do NGSA. “Além dos impactos positivos para o meio ambiente, como a recuperação de ecossistemas, a captura de carbono e a proteção dos recursos hídricos, o projeto também promove a sensibilização ambiental por meio de ações educativas”, disse Viviane Sousa, revelando que o Núcleo levará as iniciativas do projeto para os fóruns.

    Projeto Amigo da Natureza – Lançado pelo Ministério Público da Paraíba no início do ano, o projeto tem o objetivo de fomentar a aprovação de leis municipais que contemplem medidas de preservação do meio ambiente e de educação, por meio do plantio coletivo de árvores, de ações educativas e culturais.

    Por Gabriela Parente