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  • Americana e Santa Barbara d’Oeste somam 70 vagas de emprego

    As prefeituras de Santa Barbara d’Oeste e Americana, municípios do interior do estado de São Paulo, estão divulgando 70 vagas de emprego. As oportunidades vêm de parcerias de empresas com às secretarias de trabalho das cidades.

    A Casa do Trabalhador em Santa Barbara d’Oeste anunciou a oferta de 66 vagas de emprego. Já em Americana, município vizinho, o Posto de Atendimento ao Trabalhador (PAT) está com 14 oportunidades. Além disso, esses órgãos também prestam outros serviços à comunidade, como solicitação do seguro-desemprego.

    Em Santa Barbara d’Oeste, as vagas são para os cargos de analista de calibração, analista SGI, armador, carpinteiro, contramestre, costureiro, desenhista júnior, desenhista mecânico, encarregado de montagem de estruturas metálicas, estagiário de direito, fiscal ambiental, fresador, gesseiro.

    Além de líder de produção, marceneiro, montador de estruturas metálicas, padeiro, pedreiro, operador de escavadeira hidráulica, operador de trefila, programador e operador de centro de usinagem e projetista mecânico.

    Todas as oportunidades podem ser conferidas no site da Casa do Trabalhador. O atendimento está sendo realizado exclusivamente pelo telefone (19) 3499-1015 ou pelo e-mail empregos@santabarbara.sp.gov.br.

    + Suzano, Propz e Sodexo oferecem vagas de emprego em São Paulo

    Já em Americana, as chances são para analista de marketing, auxiliar de fundição, corretor de imóveis, cozinheiro, estagiário de administração, laqueador de móveis, mandrilador, operador de corte e solda, operador de máquina de pasteurizar líquidos, operador de trefila e vendedor.

    As inscrições podem ser feitas pelo site do PAT. Após realizar o cadastro, caso o perfil do candidato esteja adequado à vaga, o currículo virtual será encaminhado para a empresa – que ficará responsável pela análise e convocação para a entrevista.

     

    Vagas de emprego
    Prefeituras de Americana e Santa Barbara d’Oeste divulgam vagas
    (Foto: Agência Brasil)

     

    ClearSale oferece 140 vagas em São Paulo

    A ClearSale, empresa que trabalha com soluções antifraude em diversos segmentos — como mercado financeiro e vendas — está com 140 oportunidades de emprego abertas. As chances são para as áreas de Atendimento, Supervisão, TI e Analytics.

    As novas contratações visam reforçar o time de gestão de risco da empresa durante esse período de distanciamento social, provocado pela pandemia do novo Coronavírus. Os profissionais serão contratados pelo regime CLT

    O objetivo é atuar na prevenção de fraudes nos setores de varejo, financeiro, telefonia e vendas diretas. A previsão é que os novos profissionais comecem a trabalhar já em maio. As remunerações variam de R$ 1,3 mil a R$ 10 mil, dependendo da função.

    De acordo com a ClearSale, os profissionais irão encontrar um ambiente descontraído e desafiador para quem busca trabalhar com gestão de risco de fraudes nos mais diversos segmento.

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    Notícias de empregos

     

  • Deputados votam auxílio emergencial para trabalhadores da Cultura

    A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira, 26, novas propostas para o enfrentamento ao Coronavírus. Entre elas, o Projeto de Lei 1075/20, que destina R$3,6 bilhões para ações urgentes no setor Cultural, incluindo o auxílio emergencial para trabalhadores da área.

    A proposta, da deputada Benedita da Silva (PT) e outros parlamentares, prorroga por um ano a aplicação de recursos do Executivo para atividades culturais já aprovadas. Também concede moratória de débitos tributários com a União por seis meses a pequenas empresas do setor cultural.

    Auxílio emergencial: 7,6 milhões recebem 2ª parcela nesta terça, 26

    Os débitos deverão ser pagos em 12 meses a partir do fim da moratória, com correção. O PL ainda conta com substitutivo da deputada Jandira Feghali (PCdoB), que concede a suspensão do pagamento de tributos federais incidentes sobre rendimentos de artistas e atividades culturais até o fim do estado de calamidade pública.

    O texto veda ainda o corte de água, energia elétrica e serviços de telecomunicação (como internet) de empresas do setor cultural, durante as medidas de isolamento ou quarentena previstas na Lei 13.979/20. Em relação ao auxílio emergencial, algumas regras são apresentadas.

    De acordo com o PL, é assegurado um salário mínimo mensal (atuais R$ 1.045) para os trabalhadores informais do setor cultural, desde que tenham rendimentos médios comprovados de janeiro de 2019 a fevereiro de 2020 de até dois salários mínimos.

    Para receber o benefício, o trabalhador precisa comprovar:

    • A realização de atividades culturais no período;
    • A diminuição da renda média para menos de um salário mínimo; e
    • A falta de outra de fonte de renda, incluídos benefícios como o Bolsa Família ou o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

    Para viabilizar as despesas, o projeto prevê uso de recursos do Fundo Nacional da Cultura (FNC) e de 3% da arrecadação das loterias federais. O PL pode ser votado nesta terça, 26, e, caso seja aprovado, será enviado para apreciação do Senado.

     

    Deputados votam auxílio para trabalhadores da Cultura (Foto: Agência Brasil)
    Deputados votam auxílio emergencial para trabalhadores da Cultura
    (Foto: Agência Brasil)

     

    Segundo Benedita, o PL constitui-se como resposta emergencial para a crise provocada pela pandemia do novo Coronavírus e suas repercussões no mundo da Cultura. “Um dos primeiros setores que sofreram os severos impactos da propagação do Covid-19 foi o segmento cultural”, diz.

    “Em todo o mundo, presenciamos o fechamento de museus, salas de cinemas, teatros e centros culturais, bem como o cancelamento de shows e espetáculos artísticos. No Brasil, não tem sido diferente. O isolamento social imposto pra se evitar a propagação do novo Coronavírus teve um impacto imediato em todas as manifestações artísticas que, normalmente, ao serem realizadas concentram público considerável e até mesmo aglomerações”, avalia a deputada.

    O auxílio emergencial se justifica, segundo os deputados, já que existe um esvaziamento das salas de cinema, dos palcos, das livrarias e museus, entre outros, que afetam os trabalhadores da cultura, principalmente pelo fato de que muitos artistas e produtores culturais se enquadram na categoria de trabalhadores informais.

    “É sobre eles que a crise econômica advinda com a pandemia do novo Coronavírus será mais desastrosa”, garante os deputados que assinam o PL.

    Bolsonaro fala em prorrogar auxílio emergencial

    Tanto o presidente da República, Jair Bolsonaro, quanto o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmaram nos últimos dias que o auxílio emergencial pode ser prorrogado. No entanto, o valor deverá ser abaixo de R$600 (valor atual).

    Na última sexta-feira, 22, Bolsonaro disse, em entrevista ao programa Pingos Nos Is da rádio Jovem Pan, que seria possível ter uma quarta e quinta parcela do auxílio “para ver se a economia pega”. Atualmente, o benefício é pago pelo prazo de três meses.

    “Conversei com o Paulo Guedes, que vamos ter que dar uma amortecida nisso daí. Vai ter a quarta parcela, mas não de R$600. Não sei quanto vai ser, R$300, R$400, e talvez tenha a quinta (parcela). Talvez seja R$200 ou R$300. Até para ver se a economia pega”, disse o presidente.

    Já no domingo, 26, o ministro Onyx Lorenzoni disse que uma possível ampliação do auxílio emergencial de R$600 “está em estudo”. Ele, no entanto, não respondeu o valor que seria estendido à população.

    O ministro da Economia, Paulo Guedes, também admitiu a possibilidade de prorrogar o auxílio emergencial após as três parcelas previstas. Ele, porém, defende a redução gradual do valor do benefício e garante que o auxílio não deve ser permanente. 

    Além disso, segundo o jornal O Globo, o ministro mencionou o valor de R$200 em uma reunião com empresários no dia 19 de maio. Durante o encontro, Paulo Guedes citou a necessidade de “suavizar a queda” do pagamento do auxílio.

    “Ele falou da possibilidade de pensar em uma fórmula de trabalhar essa saída, uma forma de sair dessa situação sem desproteger as pessoas, na medida em que a crise de saúde também vai diminuindo”, disse uma fonte que participou da reunião.

    Vale lembrar que o valor de R$200 foi proposto pela equipe econômica do governo na versão original do auxílio emergencial. No Congresso, no entanto, houve a ampliação do benefício para R$500 e, logo após, foi fechado um acordo com o presidente Jair Bolsonaro para elevar a ajuda a R$600.

    Segundo um interlocutor, Guedes teria dito que, se o auxílio fosse de R$200, daria para pagar por mais meses. O ministro também ressaltou que, na proposta inicial, eram esperados 30 milhões de beneficiários, no entanto, subiram o valor e o número de beneficiários (60 milhões).

    Aprovado pela Câmara e pelo Senado, o auxílio emergencial de R$600 é uma renda básica que, atualmente, é paga pelo prazo de três meses para pessoas que ficaram sem rendimentos, como vendedores ambulantes, feirantes e outros trabalhadores informais.

  • MP 936: relator pretende prorrogar desoneração da folha de pagamento

    A Medida Provisória (MP) 936 – que permite a redução da jornada e salário dos trabalhadores – pode prorrogar por dois anos a desoneração da folha de pagamento de alguns setores que têm a mão de obra como principal gasto.

    A desoneração já vale para 17 setores econômicos, como segmentos de calçados e construção civil, por exemplo. A lei atual prevê que, até o dia 31 de dezembro, essas empresas possam contribuir com um percentual de 1% a 4,5% sobre a receita bruta, ao invés de recolher 20% sobre a folha.

    MP 936: entenda a medida provisória que permite redução dos salários

    O objetivo de prorrogar a medida é estimular a manutenção de empregos após a pandemia. O relator da MP é o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) e a proposta deve ser votada pela Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 26.

    Caso seja aprovada, a prorrogação da desoneração vai até o dia 31 de dezembro de 2022. O argumento da proposta é que com a alta dos impostos em dezembro, haverá um aumento nos custos dessas empresas, gerando demissões. 

    “Se nós tivermos a oportunidade de manter a desoneração, estaremos preservando empregos. O efeito prático da reoneração das folhas é a produção de demissão em massa nesses setores. Voltar a cobrança sobre a folha vai significar aumento de desemprego”, justifica o deputado.

    + Esclareça suas dúvidas sobre o BEm, benefício pago aos trabalhadores

    MP também prevê redução do consignado

    O relatório da MP 936 também vai determinar uma redução na parcela do empréstimo consignado do trabalhador na mesma proporção do corte de salário. Portanto, caso a pessoa seja demitida ou contraia o novo Coronavíruss (Covid-19), poderá suspender esses pagamentos por um período.

    Além disso, o relator prevê a integralidade na cobertura do salário-maternidade. O tempo de estabilidade dessa mãe será a soma do período de licença-maternidade com a estabilidade no emprego prevista pela MP, que corresponde ao dobro do tempo de redução salarial.

     

    MP 936
    Desoneração da folha pode ser prorrogada por dois anos
    (Foto: Agência Brasil)

     

    Cartilha responde perguntas sobre a MP 936

    O Governo, por meio do Ministério da Economia, divulgou uma cartilha de perguntas e respostas sobre a Medida Provisória 936/2020. A MP faz parte do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda e abrange todos os empregados, inclusive domésticos, em jornada parcial, intermitentes e aprendizes. 

    Dentre as finalidades da MP 936 estão as seguintes: preservar o emprego e a renda; garantir a continuidade das atividades laborais e empresariais; reduzir a jornada de trabalho e salário; e suspender temporariamente o contrato de trabalho. 

    Além de esclarecer dúvidas sobre a medida provisória, a cartilha preparada pelo governo traz informações sobre as premissas gerais da medida, outros pontos a serem destacados e informações técnicas e operacionais. 

    É importante ressaltar que a adesão deve ser decidida por ambas as partes, sendo elas o empregador e o empregado. De acordo a cartilha do governo, o acordo coletivo é sempre possível. Portanto, se os percentuais de redução de jornada forem diversos dos previstos na MP, o benefício será calculado da seguinte forma: 

    • Redução de jornada menor de 25%: sem benefício;
    • Redução de jornada igual ou maior a 25% e menor que 50%: 25% da base de cálculo;
    • Redução de jornada igual ou maior a 50% e menor que 70%: 50% da base de cálculo; e
    • Redução da jornada igual ou superior a 70%: 70% da base de cálculo. 

    ➤ Acesse a cartilha da MP 936/2020

  • Empreendedores podem recorrer a 149 linhas de crédito, diz Sebrae

    Desde o início da pandemia do novo Coronavírus no país, o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) tem feito um levantamento periódico sobre as principais linhas de crédito que os pequenos negócios podem utilizar para manter seus empreendimentos. 

    Pelo fato de as organizações estarem ajustando seus processos internos para oferecer as melhores condições para os micro e pequenos empreendedores, a pesquisa do Sebrae é divulgada, semanalmente, sempre às sextas-feiras.

    O documento elaborado pela instituição envolve bancos públicos, privados, cooperativas de crédito e Empresas Simples de Crédito (ESC) em todo o Brasil. 

    De acordo com o último levantamento, divulgado na sexta-feira, 22, existem 149 linhas de crédito disponíveis para os pequenos negócios em todo o país. A pesquisa é feita com base em informações coletadas por meio de notícias em veículos oficiais de imprensa, acesso aos sites de instituições financeiras ou em contato direto com os representantes dos segmentos. 

    + ‘Talk’ do Sebrae vai abordar cuidados nas empresas pós-Covid-19

    Pelo balanço, do total de linhas de crédito ofertadas, 27 delas estão em instituições públicas federais, outras cinco em bancos privados, duas em bancos regionais, agências de fomento, organizações sociais (oscips) de microcrédito, cooperativas e ESC.

    “Está havendo um crescimento na oferta de linhas de crédito”, observa o analista da Unidade de Capitalização e Serviços Financeiros do Sebrae, Weniston Ricardo.

    O levantamento feito pelo Sebrae recomenda, ainda, a utilização do Fundo de Aval para a Micro e Pequena Empresa (Fampe), gerido pela instituição, que dá garantias nas operações de crédito contratadas pelos pequenos negócios junto às instituições financeiras conveniadas. 

    Nesse caso, o empreendedor deve consultar o gerente pessoa jurídica da instituição financeira na qual possui relacionamento bancário e se informar sobre as linhas de crédito adequadas às suas necessidades, bem como se a instituição é conveniada ao Sebrae para operacionalizar o Fampe.

    Ainda deve consultar sobre a possibilidade de incluir o Fampe como aval complementar, no caso de as garantias reais e pessoais não serem suficientes para atender aos requisitos da instituição financeira.

    + Cursos EaD também serão ofertados pelo Sisu

    moeda de dinheiro
    Levantamento do Sebrae aponta 149 linhas de crédito
    para micro e pequenas empresas (Foto: Divulgação)

     

    Especialistas falam sobre o Pronampe, destinado a micro e pequenas empresas

    No fim de abril, foi aprovado por unanimidade no Senado o projeto de lei que concede uma linha de crédito especial para pequenas e microempresas. O PL 1.282/2020 tem autoria do senador Jorginho Mello (PL-SC). A Lei nº 13.999, que institui o Pronampe foi sancionada com vetos pelo presidente Jair Bolsonaro e divulgada na terça-feira, 19 de maio, no Diário Oficial da União.

    O Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) destina-se à empresas com receita bruta de até R$4,8 milhões ao ano, segundo definido no Estatuto da Micro e Pequena Empresa, com juros de 3,75%.  

    + A saúde mental dos trabalhadores essenciais durante a pandemia

    No caso de empresas com menos de um ano de funcionamento, o limite de empréstimo será de até 50% de seu capital social ou até 30% da média de seu faturamento mensal apurado desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso. Além disso, as empresas que tomarem os recursos ficarão impedidas de demitir trabalhadores por 60 dias.

    Para Gilberto Braga, economista do IBMEC, o Pronampe será um sucesso, já que nunca houve um crédito tão acessível com tão poucas exigências de garantia:

    “Acho que a maior vantagem para o micro e pequeno empreendedor é que ele sempre teve muita dificuldade em obter crédito farto e barato por conta da burocracia ainda existente no Brasil. Para o país, acho o programa muito bem vindo, já que poderá garantir cerca de 20 milhões de empregos, de acordo com o SEBRAE, que também é favorável ao programa. O ponto negativo é se os recursos, por serem baratos, forem acessados por pessoas que não irão empregá-los de forma adequada nas suas empresas, desvirtuando a sua finalidade.”

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  • Programa jovem aprendiz dos Correios inscreve até sexta, 29

    Termina na próxima sexta-feira, 29 de maio, o prazo para fazer inscrição no Programa Jovem Aprendiz Correios 2020. São 4.462 vagas em todo o país para estudantes cursando a partir do 6º ano do ensino fundamental (antiga 5º série).

    Desse total, 815 são reservadas para negros e pardos, e 660 para pessoas com deficiência (PcD). As oportunidades são para quem deseja ser jovem aprendiz de assistente administrativo e assistente de logística, nas modalidades presencial ou à distância. 

    As vagas estão distribuídas por diversas regiões, incluindo Distrito Federal. Os municípios onde há mais concentração de vagas são os seguintes:

    • Cascavel – 10
    • Curitiba (portão) – 30
    • Curitiba (boqueirão) – 62
    • Foz do Iguaçu – 7
    • Londrina – 21
    • Maringá – 13
    • Ponta Grossa – 11

    + Nesta semana, CIEE DF oferta 114 vagas de estágio e jovem aprendiz

    Os selecionados vão trabalhar 20 horas por semana com salário mínimo-hora no valor de R$490,83, além de vale-transporte, vale-refeição ou alimentação e uniforme.

    Saiba como fazer a inscrição no Programa

    O interessados nas vagas de Jovem Aprendiz podem se inscrever pelo site dos Correios até o dia 29 de maio. Inicialmente o prazo seria encerrado em 30 de abril, mas foi prorrogado até esta sexta. 

    Para concorrer os requisitos são:

    • ter entre 14 e 22 anos de idade completos no ato da contratação;
    • estar cursando, pelo menos, o 6º ano do Ensino Fundamental (antiga 5ª série);
    • Ter matrícula e frequência escolar (caso não tenha concluído o nível médio);
    • Não ter contrato anterior como jovem aprendiz pelos Correios e/ou mantido vínculo empregatício com a empresa;
    • Não ter concluído, a qualquer tempo, curso de aprendizagem similar ao oferecido.

    + Raízen abre 367 vagas de estágio e aprendiz para diversos Estados

    Será considerado um diferencial ter noções básicas de editores de texto, planilhas, navegação e pesquisa na internet. 

     

    Correios
    Inscrições para o Programa Jovem Aprendiz dos Correios
    terminam nesta sexta, 29 (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

     

    Programa já tem mais de 280 mil inscrições

    Segundo a última atualização, informada em abril, o programa de jovem aprendiz dos Correios já contava com cerca de 280 mil inscritos na época. Os candidatos serão classificados e selecionados por meio de um total de quatro etapas:

    1. Inscrições, de caráter classificatório;
    2. Comprovação de requisitos, com caráter eliminatório;
    3. Exames médicos pré-admissionais, também de caráter eliminatório;
    4. Contratação. 

    Após a contratação, o jovem aprendiz passa por um programa de aprendizagem, composto pelas fases teórica e prática. O curso pode ser realizado de forma presencial ou à distância. 

    Dependendo da modalidade, o candidato realiza as atividades dentro das instalações do Senai ou dos Correios; ou faz um módulo básico de 120 horas sequenciais no Senai. O programa de aprendizagem terá duração de um a dois anos, a critério da Administração Pública.

     

  • Downloads da Carteira de Trabalho Digital aumentam durante pandemia

    Durante a pandemia, a procura por canais digitais aumentou. Seja para compras, transações bancárias ou até mesmo atendimentos, a internet se tornou a solução para evitar contaminação e disseminação do vírus. 

    E não foi diferente com a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). O documento que é essencial para os trabalhadores que estão em busca de emprego também tem sua versão online: a CTPS Digital

    ➤ Confira o passo a passo para baixar sua CTPS Digital

    Através do aplicativo, o cidadão pode acessar as informações da carteira física e, para aqueles que ainda não possui o documento, é possível emitir a carteira de forma digital. No início deste mês, a Dataprev notou um aumento de 109% no número de downloads do app – em comparação aos últimos 30 dias.

    Até o dia 12 de maio, o aplicativo já havia sido baixado por 7,4 milhões de pessoas. Duas semanas depois, as informações disponibilizadas pela Play Store, loja de aplicativos do sistema operacional Android, mostram que o app já passou de 10 milhões de downloads.

    + 7 sites seguros para procurar emprego e estágio durante a pandemia

    Isso sem contar a App Store, loja oficial de aplicativos da Apple, que não disponibilizou a quantidade de downloads. Além disso, o presidente da Dataprev, Gustavo Canuto, explica que a digitalização do serviço facilita que as pessoas tenham acesso aos seus direitos.

    “Como parceira tecnológica do Governo Federal e empresa especializada em soluções digitais, a Dataprev contribui para viabilizar as ações de enfrentamento à pandemia e assim facilitar o acesso do cidadão aos seus direitos, especialmente neste momento em que os canais digitais são ainda mais demandados”, ressalta.

    Por conta do aumento no número de acessos, a Dataprev disse que reforçou sua infraestrutura de TI para garantir a estabilidade da plataforma, que também atende ao Portal Emprega Brasil. 

     

    CTPS Digital
    Durante pandemia, aumenta procura pela CTPS Digital
    (Foto: Dataprev)

     

    Aumentam solicitações de seguro-desemprego feitas pela internet

    De acordo o Ministério da Economia, 504,3 mil brasileiros pediram o seguro-desemprego só nos primeiros 15 dias do mês de maio. O número é 76% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

    A pasta também informou que houve aumento no número de pedidos realizados pela internet. Das solicitações realizadas na primeira quinzena deste mês, cerca de 77,5% foram feitas de forma virtual.

    Existem diferentes formas de solicitar o benefício sem precisar se dirigir a uma agência física. Além do aplicativo da CTPS Digital, os cidadãos podem fazer contato telefônico pelo número 158 ou acessar o portal de serviços do governo federal.

    Notícias de empregos

    Além disso, as Superintendências Regionais do Trabalho estão prestando auxílio por e-mail. Em São Paulo o e-mail é trabalho.sp@mte.gov.br, no Rio de Janeiro é trabalho.rj@mte.gov.br e assim por diante – apenas trocando a sigla do estado.

    O ano de 2020 já marca 2,84 milhões de brasileiros desempregados que precisaram recorrer ao seguro-desemprego. Segundo o Ministério da Economia, 52% destes pedidos foram feitos a partir da segunda quinzena de março.

    Mas o número de pessoas que perderam o emprego pode ser maior. “Como o trabalhador tem até 120 dias para requerer o seguro-desemprego, é possível estimar que até 250 mil pedidos ainda possam ser realizados”, afirmou o Ministério da Economia na última quinta-feira, 21.

  • Sabe quais estágios têm melhores bolsas-auxílio? Confira!

    Sabe quais cursos técnicos e de graduação pagam as mais altas bolsas-auxílio? O site de recrutamento e seleção de estagiários, trainees e aprendizes, a Companhia de Estágios, realizou um levantamento para descobrir.

    Entre os estagiários de nível superior, têm mais chances de serem melhor remunerados aqueles que cursam: Administração, Agronomia, Análise de Sistemas, Arquitetura e urbanismo, Biologia, Ciência da computação, Ciências contábeis, Publicidade, Direito e Economia.

    Em Administração, por exemplo, as bolsas variam de R$1.620 a R$ 1.980, dependendo do ano de curso.

    Já no nível técnico, os maiores valores foram percebidos no caso dos estudantes de Administração, Informática, Edificações, Contabilidade, Publicidade, Enfermagem, Química, Hotelaria, Secretariado e Turismo. 

    No caso dos futuros técnicos em Informática, eles vem recebendo valores entre R$950 a R$1.300 para estagiar.

    + Home office é bem visto pelos estagiários durante a pandemia

    De acordo com a recrutadora, a bolsa-auxílio pode ter variação conforme três aspectos: a área de atuação, empresa e localização. 

    “Outro ponto importante de esclarecer é que o estágio não possui vínculo empregatício, desse modo, não assina carteira de trabalho como um profissional efetivo faria, por exemplo”, ressalta. E também explica que a inexistência do vínculo empregatício é essencial para que haja garantia dos direitos dos estudantes:  

    “Como no caso da jornada de trabalho que deve ser entre 4 e 6 horas diárias para estágio extra curricular, que representa a grande maioria das vagas e até 8 horas para estágios curriculares obrigatórios (aqueles previstos no projeto pedagógico do curso)”.

    A pesquisa levou em consideração as vagas divulgadas e trabalhadas pela Companhia durante o segundo semestre de 2018 e o primeiro de 2019. O ranking completo com os valores das bolsas-auxílio pode ser conferido no site da Cia de Estágios.

    Santander oferta 240 bolsas para curso online de programação

    O ranking das melhores bolsas-auxílio integra cursos
    de diversas áreas (Foto: Pixabay)

     

    Santander inscreve para mil vagas de estágio

    O Santander Brasil está com oferta de mil vagas de estágio em pequenas e médias empresas clientes em todo o país. A iniciativa faz parte do ‘Programa Avançar’ e aceita estudantes de todos os cursos.

    O valor da bolsa-auxílio é de R$1 mil, sendo R$500 do Santander e R$500 da empresa parceira. A carga horária de trabalho dos estagiários é de 4 horas por dia e o contrato tem duração de quatro meses.

    Em parceria com o Santander Universidades, a iniciativa visa apoiar o crescimento das pequenas e médias empresas que são clientes do banco. As empresas que desejam contratar um estagiário podem conferir o regulamento pelo site do Programa Avançar.

    “Essa é uma parceria em que todos saem ganhando. Conseguimos apoiar os estudantes em sua formação prática e, ao mesmo tempo, oferecer aos nossos clientes a possibilidade de ter um jovem talento em sua equipe”, diz Cassio Schmitt, diretor de Empresas e Governos & Instituições do Santander Brasil.

    Já os estudantes interessados em realizar o estágio podem se inscrever pelo site do Programa Universitário-Empresas. No ano passado, metade dos estagiários foram efetivados pelas empresas.

    “Em 2019, quase 62 mil universitários se inscreveram para concorrer às bolsas ofertadas. Metade deles terminou o período como funcionário efetivo ou teve seu contrato renovado diretamente pela empresa. Acreditamos muito no potencial dessa ação”, destaca Steven Assis, Head do Santander Universidades.

    + Programa jovem aprendiz dos Correios inscreve até sexta, 29

    Para além do estágio, todos os estudantes que se inscreverem para o programa terão acesso à plataforma Próximo Passo, que oferece uma série de benefícios aos estudantes, como:

    • Cursos para apoiar a carreira profissional e recolocação no mercado de trabalho;
    • 2 Módulos sobre Finanças Pessoais;
    • Certificado pela FIA USP + Santander;
    • Cadastro de currículo na plataforma de empregos da Universia;
    • Cursos de Inglês, Espanhol, Chinês e Português com 50% de desconto e certificado para os que concluírem os cursos.

     

     

  • Devido a pandemia, aprovados no concurso TRF5 têm convocação suspensa

    O Tribunal Regional Federal da 5º Região decidiu por suspender a convocação dos aprovados no concurso TRF5 . A decisão foi justificada pela pandemia do novo Coronavírus e publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 27.

    Entre os pontos levados em consideração está uma resolução do Conselho Nacional de Justiça que,, em relação aos concursos públicos, proibe qualquer órgão do Poder Judiciário de realizar atos que demandem comparecimento presencial de candidatos.

    No dia 15 de maio, a presidência do TRF5 havia nomeado mais 14 candidatos classificados. No entanto, o tribunal já havia informado que, devido à pandemia, ainda não há previsão para as nomeações dos novos servidores. 

    Na última quinta-feira, 21, o concurso TRF5, realizado em 2017, foi prorrogado por mais dois anos. A seleção foi homologada no dia 20 de junho de 2018 e, desde então, já nomeou um total de 136 aprovados, sendo 80 analistas e 56 técnicos.

     

    Concurso TRF5
    TRF5 suspende convocação de aprovados
    (Foto: Getulio Bessoni)

     

    Veja como foi o concurso TRF5

    O concurso TRF5 ofertou 14 vagas imediatas, mais formação de cadastro de reserva, para cargos de técnico e analista, em diversas especialidades. Entre as áreas com oferta de vagas, foram contempladas as áreas judiciária e administrativa, nas especialidades de Oficial de Justiça, Contadoria, Informática e Medicina.

    A carreira de técnico judiciário exigia o nível médio a de analista judiciário o requisito foi o nível superior.  As remunerações variam de R$7.260,41 a R$8.308,17, para técnico, e de R$11.345,90 a R$13.064,99, para analista. Os valores já contam com a Gratificação de Atividade Judiciária e auxílio-alimentação de R$884.

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    A organizadora do concurso foi a Fundação Carlos Chagas (FCC). Na época, os candidatos foram avaliados por provas objetiva e discursiva.

    A prova objetiva foi composta por questões de Português, Noções de Direito Administrativo, Atos Normativos, Noções sobre Direitos das Pessoas com Deficiência, Noções de Sustentabilidade e Conhecimentos Específicos.

    Já a prova discursiva consistiu em uma redação para os candidatos às vagas de nível médio. No caso dos analistas, foi cobrado um estudo de caso. 

  • Mais 2,8 milhões de brasileiros recebem auxílio emergencial nesta quarta, 27

    Nesta quarta-feira, 27, a Caixa Econômica Federal efetua o pagamento do auxílio emergencial a 2,8 milhões de brasileiros. Será feito o crédito da primeiro parcela para os novos aprovados e da segunda parcela para beneficiários do Bolsa Família.

    No novo lote da primeira parcela, recebem 700 mil trabalhadores nascidos em outubro. Já na segunda parcela, estão 1,9 milhão de beneficiários do Bolsa Família, cujo NIS (Número de Identificação Social) termina em 8.

    Na última terça-feira, 26, a Caixa concluiu os pagamentos da segunda parcela os trabalhadores que receberam a primeira parcela no mês passado e que não fazem parte do programa Bolsa Família.

    Cadastros nos Correios iniciam em junho

    As agências dos Correios passarão a realizar o cadastro para o auxílio emergencial a partir de junho. O início do cadastramento estava previsto para esta segunda-feira, 25, no entanto, as agências estão, neste momento, em processo de adaptação dos sistemas para a realização do serviço.

    “A data de início do atendimento, as formas de acesso da população e demais procedimentos serão amplamente divulgados pelos canais oficiais da empresa”, informa a estatal. 

    Até o último sábado, 23, a Caixa Econômica Federal já havia creditado R$60 bilhões de auxílio emergencial, somadas a primeira e a segunda parcelas. O benefício já alcançou 55,1 milhões de brasileiros. A segunda parcela já foi paga a 30,4 milhões de informais. 

     

    Auxílio Emergencial
    2,8 milhões de pessoas recebem o auxílio nesta quarta, 27
    (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

     

    Auxílio emergencial: Bolsonaro e Onyx preveem prorrogação

    Tanto o presidente da República, Jair Bolsonaro, quanto o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmaram nos últimos dias que o auxílio emergencial pode ser prorrogado. No entanto, o valor deverá ser abaixo de R$600 (valor atual).

    Na última sexta-feira, 22, Bolsonaro disse, em entrevista ao programa Pingos Nos Is da rádio Jovem Pan, que seria possível ter uma quarta e quinta parcela do auxílio “para ver se a economia pega”. Atualmente, o benefício é pago pelo prazo de três meses.

    “Conversei com o Paulo Guedes, que vamos ter que dar uma amortecida nisso daí. Vai ter a quarta parcela, mas não de R$600. Não sei quanto vai ser, R$300, R$400, e talvez tenha a quinta (parcela). Talvez seja R$200 ou R$300. Até para ver se a economia pega”, disse o presidente.

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    No último domingo, 26, o ministro Onyx Lorenzoni disse que uma possível ampliação do auxílio emergencial de R$600 “está em estudo”. Ele, no entanto, não respondeu o valor que seria estendido à população.

    Já no dia 19 de maio, o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu a possibilidade de prorrogar o auxílio emergencial após as três parcelas previstas. Ele, porém, defende a redução gradual do valor do benefício e garante que o auxílio não deve ser permanente. 

    Além disso, segundo o jornal O Globo, o ministro mencionou o valor de R$200 em uma reunião com empresários no dia 19. Durante o encontro, Paulo Guedes citou a necessidade de “suavizar a queda” do pagamento do auxílio.

    Notícias Coronavoucher

    “Ele falou da possibilidade de pensar em uma fórmula de trabalhar essa saída, uma forma de sair dessa situação sem desproteger as pessoas, na medida em que a crise de saúde também vai diminuindo”, disse uma fonte que participou da reunião.

    Vale lembrar que o valor de R$200 foi proposto pela equipe econômica do governo na versão original do auxílio emergencial. No Congresso, no entanto, houve a ampliação do benefício para R$500 e, logo após, foi fechado um acordo com o presidente Jair Bolsonaro para elevar a ajuda a R$600.

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    Segundo um interlocutor, Guedes teria dito que, se o auxílio fosse de R$200, daria para pagar por mais meses. O ministro também ressaltou que, na proposta inicial, eram esperados 30 milhões de beneficiários, no entanto, subiram o valor e o número de beneficiários (60 milhões).

    Aprovado pela Câmara e pelo Senado, o auxílio emergencial de R$600 é uma renda básica que, atualmente, é paga pelo prazo de três meses para pessoas que ficaram sem rendimentos, como vendedores ambulantes, feirantes e outros trabalhadores informais.

  • Enem 2020 encerra inscrições nesta quarta-feira, 27

    Os estudantes que querem prestar o Enem 2020 têm somente até as 23h59 desta quarta-feira, 27, para fazer inscrição. O prazo será encerrado hoje, na Página do Participante e no aplicativo do exame.

    Após preenchida a ficha, o candidato deve proceder ao pagamento do boleto, no valor de R$85, até quinta-feira, 28 de maio, com aqueles que conseguiram isenção da taxa.

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) alerta os interessados que não deixem para a última hora. E lembra que mesmo quem solicitou a isenção da taxa (tendo o pedido deferido ou não) também precisa se inscrever, assim como os demais participantes.

    De acordo com o último balanço divulgado pelo Inep, mais de 5 milhões de estudantes se inscreveram no Enem 2020.

    Vale lembrar também que as inscrições são disponíveis apenas para a versão impressa do Enem. A prova digital, que é novidade este ano, bateu o limite de 100 mil inscrições na semana passada.

    Pontos importantes para não esquecer ao fazer a inscrição:

    • os dados declarados pelos candidatos devem ser conferidos e apenas alguns deles podem ser modificados na página do participante, durante o acompanhamento da inscrição;
    • no caso da escolha do município para fazer a prova, por exemplo, o Inep pede cuidado reforçado, porque não será possível trocar após o encerramento do prazo;
    • é necessário memorizar a senha ou anotá-la e guardá-la em local seguro, pois é com ela que o participante irá acompanhar todas as etapas de execução do exame.

     

    Aplicativo Enem 2020
    Os candidatos devem realizar o pagamento da taxa de inscrição
    até quinta, 28 (Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil)

     

    Inscritos responderão enquete sobre nova data da prova

    Por causa da pandemia do novo Coronavírus, o Inep e o Ministério da Educação decidiram pelo adiamento das provas, antes marcadas para novembro. A decisão ocorreu após forte pressão por parte de estudantes, professores e parlamentares.

    Com isso, no fim de junho será feita uma enquete com os estudantes inscritos, na Página do Participante. As datas do exame serão definidas após a consulta.

    Mas o período de adiamento será de 30 a 60 dias em relação ao que era previsto nos editais. As datas iniciais eram nos dias 1º e 8 de novembro, em sua versão tradicional, e 22 e 29 de novembro, na nova versão digital.

    A estrutura de avaliação do Enem 2020 seguirá o esquema do ano anterior: quatro provas objetivas, cada uma com 45 questões, e uma redação em língua portuguesa. 

    • Dia 1 – provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; redação; e Ciências Humanas e suas Tecnologias;
    • Dia 2 – provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e Matemática e suas Tecnologias.

    Estácio e Eleva criam plataforma de preparação para o Enem 2020

    Este é o primeiro ano que o governo vai realizar o Enem Digital, obedecendo a mesma estrutura de prova. A ideia é implantar o novo modelo de forma progressiva, por isso só foram permitidas 100 mil inscrições. 

    Mas a previsão é que a consolidação da prova digital seja feita até 2026. Como explica o Inep, por se tratar de fase piloto de implantação, neste primeiro ano, o Enem Digital não estará disponível para “treineiros” e não promoverá atendimento especializado.

    CIEE Rio promove preparação gratuita para o Enem na quarentena

    O CIEE Rio, durante a quarentena, está investindo no reforço da preparação gratuita para o Enem 2020, voltado para os jovens que fazem parte do Programa Mais, que atua desde 2004. São conteúdos que visam ajudar estudantes de menor renda a se prepararem para o Exame Nacional do Ensino Médio.

    As inscrições para 2021 só serão abertas no final do segundo semestre. Poderão participar “estudantes de 16 a 24 anos que concluíram o ensino médio pela rede pública, afrodescendentes, vindos de classes sociais populares e com disponibilidade de horário.”

    Para concorrer às vagas do Programa, os jovens devem enviar um e-mail para inscricaocpe1@cieerj.org.br. Mas somente quando forem abertos os processos seletivos a equipe do CIEE Rio entrará em contato com os interessados.

    A rotina dos jovens que participam do projeto será mantida através de vídeo aulas e da ampliação dos serviços on-line, como compartilhamento de exercícios em aplicativos e encontros on-line via lives para tirar duvidas.

    “Dar continuidade ao Programa neste contexto tem sido um grande desafio, porque além de todas as questões relacionadas à pandemia, temos que lidar com as desigualdades sociais que neste momento se acentuam: falta de acesso a internet e equipamentos próprios para estudar a distância . Mas estamos buscando soluções criativas para eles estudarem. Recebemos apoio das famílias impactadas pelo cenário econômico que nos dão força para continuar executando o projeto, mantendo vivo o sonho desses estudantes que não têm condições de pagar um cursinho.”

    A fala é da coordenadora de Programas Especiais, Valéria Monteiro. Para o superintendente do CIEE Rio, Paulo Pimenta, o momento é de adaptação às novas formas de estudar e, por isso, o candidato deve ter foco, organização e disciplina para conseguir aprender e ter resultados positivos.