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  • Empresa paga profissionais que participam de seu processo seletivo

    Um modelo diferenciado de contratação está ganhando destaque no mercado por sua eficiência. A Scooto, empresa especializada em customers success, propõe um formato em que os participantes recebem uma remuneração durante o processo seletivo.

    A ideia surgiu ao observar a tensão dos candidatos durante a seleção. Esse nervosismo muitas vezes acaba inibindo qualidades que poderiam ser determinantes para garantir a vaga. 

    Segundo a Scooto, o foco em parecer seguro ou capacitado atropela o verdadeiro objetivo do processo seletivo, que é testar a capacidade de resolução de problemas dos concorrentes.

    “Pagamos uma quantia por cada ticket resolvido a cada um dos participantes. É um modelo de via dupla. A candidata é paga pelo tempo dedicado ao trabalho que desempenhou e já se familiariza com a rotina e, em contrapartida, a Scooto poupa tempo com um processo seletivo eficiente que demonstra absolutamente a performance de cada candidatada”,  explicou Marina Vaz, sócia da Scooto.

    Os processos seletivos da empresa são compostos por três etapas. São elas: 

    1. Envio de texto de apresentação do profissional e de justificativa acerca do interesse na vaga; 
    2. Onboarding da empresa e do trabalho que irá executar; e 
    3. Avaliação dos Resultados (ao final, quem participou da seleção é pago individualmente).

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    Modelo colabora para diminuição da rotatividade dos funcionários

    Os sócios da empresa defendem que nesse formato é possível conhecer os valores e a postura de trabalho das candidatas de maneira prática. Além disso, os profissionais também tem a oportunidade de entender detalhes da rotina de trabalho, que normalmente não seriam revelados numa entrevista tradicional.

    Entre eles: forma de buscar informação, de se organizar, de prezar pela qualidade na resolução dos tickets, dentre outros aspectos. 

    A empresa garante que, por conta desse modelo de contratação, após três anos de atuação no mercado, não há turnover. Em comparação com outros lugares, a rotatividade dos funcionários no setor de call center apresenta uma média mensal de 6,5% a 10%.

    “A taxa de turnover da Scooto é um dado que está fora do parâmetro do setor. Por isso, atribuímos esse diferencial ao nosso formato de processo seletivo”, destacou Marina.

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    Home Office
    Scooto quer fortalecer presença de mulheres no mercado de trabalho
    (Foto: Pixabay)

     

    Maior parte da equipe é formada por mulheres

    Esse novo formato de contratação também é uma novidade para os profissionais. Alguns desistem do processo seletivo por não se identificar com o modelo, mas a maioria elogia o imediatismo:

    “Muitos dizem que nunca tinham participado de um processo assim antes e que se sentiu parte do time, mesmo sendo por pouco tempo.” 

    A empresa, que atua no ramo de vendas e atendimento ao cliente, aposta em um atendimento humanizado e empático. O objetivo é o foco na resolução de problemas para o cliente. 

    Segundo a Scooto, o cliente firma uma relação duradoura com a empresa e com sua imagem de excelência. A maior parte da equipe da é formada por mulheres, muitas delas mães. A empresa funciona 100% de maneira remota.

    “Queremos conquistar novos clientes e, consequentemente, contratarmos cada vez mais mulheres. O modelo de trabalho remoto com horas flexíveis da Scooto é nossa forma de fortalecer a presença das mulheres no mercado de trabalho brasileiro”, reforçou Marina.

    Empresa oferece remuneração acima da média do mercado

    O modelo de contratação é remoto e formatado de acordo com a disponibilidade de cada “scooteira”. Assim, a equipe já conta com neurocientista, jornalistas, arquiteta e administradora de empresas.

    A empresa oferece uma remuneração média de R$ 2.500, valor acima da média do mercado. Além disso, o custo de contratação fica por volta de 50% abaixo dos grandes players do setor, já que a operação dispensa a infraestrutura de espaços físicos.

    “Conseguimos mudar o paradigma de que atendimento ao cliente é subemprego. Nossa equipe é formada por pessoas empáticas e extremamente qualificadas para o trabalho”, complementa Locci.

    Além disso, a Scooto se firma dentro de um modelo de gestão horizontal em que todas as colaboradoras executam seus papéis com autonomia.

    “Com um regime de trabalho flexível para as atendentes, foco no encantamento, na construção de relações e na leitura de dados pertinentes ao negócio, transformamos o SAC num gerador de leads qualificados, diminuímos o churn e potencializamos o melhor canal de marketing: o boca-a-boca”, garantiu Marina.

    Para quem estiver interessado em fazer parte do time da Scooto, pode acessar a página de cadastro.

  • Com a pandemia, abril teve mais de 860 mil postos de trabalho fechados

    A queda no número de contratações contribuiu de forma expressiva para o saldo negativo de empregos formais nos quatro primeiros meses de 2020. Por conta da pandemia do Coronavírus no país, o mês de abril atingiu o número de 860.503 postos de trabalho fechados. Os números foram divulgados pelo Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), nesta quarta-feira, 27. 

    Confira os dados apresentados pelo Novo Caged 

    De acordo com o relatório, em abril de 2019, o Caged teve saldo positivo de 129.601contratações com carteira assinada, totalizando 1.374.628 admissões e 1.245.071 demissões. Já no mesmo mês em 2020, as contratações ficaram em 598.596 e o número de desligamentos chegou a 1.459.099.

    Enquanto as demissões tiveram um incremento de 17,2%, as admissões caíram 56,5% na comparação entre abril de 2019 e abril de 2020. Os Estados com piores rendimentos em valores nominais foram os seguintes: 

    1. São Paulo: -260.902
    2. Minas Gerais: -88.298
    3. Rio de Janeiro: -83.626
    4. Rio Grande do Sul: -74.686

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    Nos quatro primeiros meses de 2020, foram registradas 4.999.981 admissões e 5.763.213 demissões no país, resultando menos 763.232 oportunidades. Já entre janeiro e abril de 2019, o Caged registrou 5.529.457 admissões e 5.215.622 demissões, obtendo um saldo positivo de 313.835. Dessa forma, é possível afirmar que as admissões caíram 9,6% e as demissões subiram 10,5% no intervalo de um ano

    Na comparação mês a mês, o salário médio real de admissão no Brasil cresceu, passando de R$1.496,92, em abril de 2019, para R$1.814,62, em abril de 2020. 

     

    Abril de 2020 teve mais de 860 mil postos de trabalho fechados
    (Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

     

    Manutenção dos empregos e mudanças no Caged 

    De acordo com a Secretaria do Trabalho, do Ministério da Economia, o Programa Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) contribuiu para a preservação dos empregos no país. 

    O BEm, instituído pela Medida Provisória 936/2020, prevê que os trabalhadores que tiverem jornada reduzida ou contrato suspenso e ainda auxílio emergencial para trabalhadores intermitentes com contrato de trabalho formalizado, recebam o benefício que pode variar entre R$261,25 e R$1.813,03. Dados da Secretaria do Trabalho apontam que o programa já preservou mais de 8,1 milhões de empregos em todo o Brasil. 

    + Esclareça suas dúvidas sobre o BEm, benefício pago aos trabalhadores

    O material divulgado pelo Caged é o primeiro após o preenchimento de informações da base de dados passar para o Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Com a mudança, o cumprimento de 13 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas fica centralizado em um só sistema e aumenta a qualidade da informação e há aperfeiçoamento do registro administrativo, segundo o governo. 

    Nesse novo modelo, uma inovação do Novo Caged é o agrupamento de setores da economia que, até dezembro de 2019, eram oito: 

    • Comércio;
    • Serviços Industriais de Utilidade Pública (SIUP);
    • Extrativa Mineral;
    • Administração Pública;
    • Agropecuária;
    • Construção Civil;
    • Indústria de Transformação; e
    • Serviços.

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    Agora, os dados estarão na mesma divisão feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São eles: Comércio, Serviços, Indústria Geral, Construção Civil e Agricultura. 

    No intervalo de janeiro a abril de 2020, a Agricultura teve saldo positivo de 10.032, resultado de 275.464 contratações e 265.432 demissões. Já o resultado da Construção Civil ficou negativo em 21.837; enquanto Comércio teve -342.748; Serviços -280.716 e Indústria -127.886.

    Notícias de emprego

     

  • MP 936: como ficam os contratos e salários com o fim da pandemia?

    Os números do Coronavírus não param de crescer no Brasil, mesmo assim municípios e estados brasileiros já elaboram planos para a retomada gradual da economia Com isso, a MP 936 pode ser suspensa em algumas empresas. Mas como ficam os contratos e salários com o fim da pandemia?

    A Medida Provisória (MP) 936 permite a redução da jornada e, consequentemente, do salário dos trabalhadores, assim como a suspensão do contrato dos funcionários

    Em ambos os casos, o Governo Federal oferece uma renda compensatória aos profissionais em troca da manutenção dos empregos por parte das empresas. Esse auxílio ocorre por meio do Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e Renda – BEm.

    O valor dessa compensação tem como base o seguro-desemprego, não passando do teto de R$1.813. Após a realização do acordo, o empregador/empresa deverá comunicar as condições ao Ministério da Economia em até dez dias corridos.

    Caso o empregador não informe dentro desse prazo, o trabalhador deve receber o salário normal até que o governo seja devidamente informado. No entanto, com o fim da pandemia, como ficam os contratos que já estão suspensos e os salários reduzidos?

    Para esclarecer essas questões, FOLHA DIRIGIDA conversou com a advogada Ligia Oliveira, especialista na área Trabalhista. Ela dá detalhes de como as empresas devem atuar na retomada dos contratos de seus funcionários. Entenda! 

    A suspensão dos contratos pode ser cancelada a qualquer momento antes do período de dois meses?

    Sim, pode ser cancelada a qualquer momento.

    Se positivo, o trabalhador deve retornar ao trabalho em quanto tempo após o cancelamento?

    O empregador/empresa deve comunicar, por escrito, seus funcionários sobre o restabelecimento do contrato e os empregados devem retornar ao trabalho no prazo de dois dias corridos contados desta comunicação.

    O BEm será suspenso automaticamente?

    Não. Por equivalência, o prazo para comunicação por parte da empresa sobre a alteração ao Ministério da Economia é de até 10 dias. Desta forma, o mesmo será pago em até 30 dias desta comunicação, sempre de forma proporcional ao período de suspensão.

    Em relação à redução da carga horária e, consequentemente, do salário, o prazo máximo é de 90 dias. Caso a empresa volte a trabalhar, ela pode suspender essa redução?

    Sim, essa alteração pode ser suspensa a qualquer tempo, a critério do empregador. O procedimento é o mesmo da suspensão: comunicação por escrito aos empregados sobre o restabelecimento da jornada normal.

    E em quanto tempo o trabalhador poderá voltar ao seu trabalho?

    A partir da data da comunicação expressa e inequívoca do restabelecimento do contrato em sua normalidade, o trabalhador deve atendê-la no prazo de 2 dias corridos.

     

    Saiba como fica a MP 936 no pós-pandemia (Foto: Agência Brasil)
    Saiba como fica a MP 936 no pós-pandemia (Foto: Agência Brasil)

     

    Segundo a advogada, as alterações contratuais previstas na MP 936 são, por natureza, de prazo determinado. Nesse sentido, o cancelamento por parte do empregador pode ser realizado.

    “Ou seja, no caso de retorno das atividades normais da empresa, as alterações realizadas no contrato de trabalho dos funcionários podem ser canceladas, bastando que o empregador comunique aos seus empregados, de forma expressa e inequívoca, o fim do período de suspensão, devendo os mesmos retornar ao trabalho em até dois dias corridos após serem devidamente cientificados”, conclui Ligia Oliveira.

    Cartilha responde perguntas sobre a MP 936

    O Governo Federal, por meio do Ministério da Economia, divulgou uma cartilha de perguntas e respostas sobre a Medida Provisória 936/2020. A MP faz parte do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda e abrange todos os empregados, inclusive domésticos em jornada parcial, intermitentes e aprendizes. 

    Dentre as finalidades da MP 936 estão as seguintes: preservar o emprego e renda; garantir a continuidade das atividades laborais e empresariais; reduzir a jornada de trabalho e salário; e suspender temporariamente o contrato de trabalho. 

    Além de esclarecer dúvidas sobre a medida provisória, a cartilha preparada pelo governo traz informações sobre as premissas gerais da medida, outros pontos a serem destacados e informações técnicas e operacionais. 

    Prepare-se para o mercado de trabalho

    É importante ressaltar que a adesão deve ser decidida por ambas as partes, sendo elas o empregador e o empregado. De acordo a cartilha do governo, o acordo coletivo é sempre possível. Portanto, se os percentuais de redução de jornada forem diversos dos previstos na MP, o benefício será calculado da seguinte forma: 

    • Redução de jornada menor de 25%: sem benefício;
    • Redução de jornada igual ou maior a 25% e menor que 50%: 25% da base de cálculo;
    • Redução de jornada igual ou maior a 50% e menor que 70%: 50% da base de cálculo; e
    • Redução da jornada igual ou superior a 70%: 70% da base de cálculo. 

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    Entenda a medida

    Redução salarial

    O empregador pode reduzir o salário e a jornada do trabalhador por até 90 dias – a redução pode ser de 25%, 50% e 70%. Em caso de redução de 25%, o acordo pode ser realizado diretamente com o empregado de forma individual.

    Já para os outros percentuais, a redução poderá ser negociada apenas com empregados que tenham salário de até três salários mínimos (R$3.135) ou com quem tenha diploma de curso superior e salário a partir de R$12.202,12.

    Para reduzir o salário dos trabalhadores que ganham entre R$3.135 e R$12.202,12, será necessária a intervenção do sindicato. Além disso, em caso de redução com outros percentuais, como 10% ou 60%, por exemplo, será preciso realizar acordo coletivo ou convenção coletiva de trabalho.

    Suspensão do contrato

    Para os empregados que tiverem suspensão do contrato de trabalho, o governo vai pagar o equivalente a 100% do seguro-desemprego a que o funcionário teria direito, mas somente para empresas com faturamento abaixo de 4,8 milhões.

    Caso a empresa tenha faturamento acima de 4,8 milhões, o empregador/empresa deverá arcar com 30% do salário do empregado, como uma ajuda compensatória, enquanto o governo vai pagar o equivalente a 70% do seguro-desemprego a que o empregado teria direito.

    Tanto na redução salarial, como na suspensão do contrato, os benefícios que o empregado recebe devem ser mantidos. No caso dos colaboradores que estão de férias, a recomendação é que a empresa espere esse período para propor qualquer medida.

  • Tim incentiva ingresso de mais mulheres em carreiras tecnológicas

    Dos profissionais que se formam em carreiras de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, apenas 33% são mulheres. Os dados são da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

    A Tim incentiva que mais mulheres ingressem na área tecnológica. A empresa de telefonia promoveu o encontro virtual ‘Mulheres Tech’, com o objetivo de estimular e encorajar a representatividade feminina nessas especialidades. Sobretudo, no mundo do trabalho pós-pandemia do Coronavírus.  

    Mulheres das áreas tecnológicas da operadora participaram do evento e contaram suas experiências e projetos. Na plateia virtual, estavam universitárias de cursos de tecnologia, convidadas por meio de parceria com instituições de ensino públicas e privadas.

    O bate-papo foi online, de forma a respeitar a orientação de distanciamento social para combate à pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). Na iniciativa, liderada pelo time de Recursos Humanos, a Tim apresentou informações sobre diversidade e inclusão no Brasil e informações sobre a empresa.

     

    Tim
    Auana Mattar, primeira diretora de Tecnologia de Informação da Tim
    (Foto: Divulgação)

     

    A primeira diretora de Tecnologia de Informação da companhia, Auana Mattar, evidenciou os desafios da carreira e a importância da presença feminina na área.  

    “Ter mais mulheres em tecnologia, onde estão concentradas as profissões do futuro, é uma necessidade do mercado e uma realização enorme para mim. É preciso coragem para seguir, não desistam. E não somente a presença de mulheres é fundamental para o processo de inovação, mas sim, toda a diversidade de perfis, pensamentos e ideias. Isso é bom para os negócios”, ressaltou a executiva.

    Por sua vez, Cristina Gavazza, especialista em inovação e desenvolvimento de novos negócios, destacou o investimento da operadora à inovação aberta, em conjunto com startups, polos de fomento e a importância da diversidade nesse contexto.

    Já Ana Carolina Pedreira, especialista em parcerias tecnológicas, trouxe detalhes da mudança que o 5G trará para o mundo e como a Tim está se preparando para a chegada dessa nova rede.

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    Mulheres são 25% da força de trabalho da indústria digital

    Em decorrência do Coronavírus, mudanças estão em curso no mundo corporativo. Isso fica ainda mais evidente na indústria digital, que virou foco em tempos de isolamento social. Porém, os números indicam apenas 25% de mulheres nesse ramo.

    Para a VP de Recursos Humanos da Tim Brasil, Maria Antonietta Russo, o impacto digital na vida das organizações foi muito grande e deverá crescer ainda mais. Por isso, incentivou a participação de mais mulheres em carreira de Tecnologia.

    “Hoje, só 20% das mulheres no mercado atuam na área tecnológica. Elas representam 25% da força de trabalho da indústria digital. Esses percentuais precisam crescer, principalmente porque o mercado depois da Covid-19 exigirá profissionais mais preparados para as novas tecnologias”, destacou.

    Diante disso, Maria Antonietta Russo ressaltou a importância da busca das estudantes por carreiras STEM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

    “Decidimos iniciar um percurso em parceria com as universidades para incentivar a escolha por essas carreiras, em linha com as oportunidades que surgirão no novo mundo de trabalho pós-pandemia. Além disso, a TIM é uma empresa comprometida com a valorização de toda diversidade e promoção de uma cultura inclusiva, e isso também significa estimular maior participação feminina em áreas do nosso negócio como TI, inovação e infraestrutura”.

    A VP de Recursos Humanos da Tim Brasil ainda deixou uma mensagem de incentivo a todas que desejam ingressar nesse ramo: “nunca desistam dos seus sonhos. O limite para alcançá-los é, principalmente, aquele que colocamos a nós mesmas”.

  • Lista de quem recebeu auxílio emergencial será divulgada pela CGU

    Segundo o ministro da Controladoria Geral da União (CGU), Wagner Rosário, o governo federal vai disponibilizar a lista de beneficiários do auxílio emergencial. A informação foi dada nesta terça-feira, 26, durante coletiva de imprensa.

    “O ponto de destaque é que em 12 a 15 dias vamos estar colocando em transparência toda a base do recebimento do auxílio emergencial, com todas as pessoas que vem recebendo, para que o cidadão possa ele mesmo fiscalizar esses cerca de 53 milhões de pessoas que estão cadastradas com recebimento do auxílio emergencial”, disse o ministro.

    Até o momento, o auxílio emergencial já foi pago a cerca de 60 milhões de brasileiros – o que representa o triplo da projeção inicial do governo. Em março, ao anunciar o programa, o Ministério da Economia previa beneficiar até 30 milhões de pessoas com um gasto de R$15 bilhões.

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    Após aprovação no Congresso, a projeção foi ampliada para 54 milhões de pessoas e o custo foi para R$98 bilhões. Houve mais liberações de verbas e com a última, realizada nesta terça, o programa já totaliza o custo de R$152,6 bilhões.

    A CGU também está monitorando o pagamento irregular do benefício a pessoas que não teriam o direito de receber. “Em conjunto com o Ministério da Cidadania, a gente vem cortando esses benefícios para evitar a saída de recursos”, disse Rosário.

     

    CGU
    CGU vai disponibilizar lista de beneficiários do auxílio emergencial
    (Foto: CGU)

     

    No mínimo 160 mil pessoas receberam auxílio indevidamente

    Wagner Rosário também afirmou que há, pelo menos, 160 mil pessoas recebendo de forma indevida o auxílio emergencial. Segundo o ministro, na lista de beneficiados há sócios de empresas, donos de carros de luxo, proprietários de embarcações e pessoas com casa no exterior.

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    A CGU está cruzando uma série de dados em busca de fraudes. Rosário contou que a pasta vai divulgar o número total de benefícios irregulares, além dos valores pagos. O objetivo é cortar os pagamentos indevidos, conforme forem sendo descobertos.

    “São várias trilhas de verificação. Estamos verificando sócios de empresas que possuem empregados cadastrados e estão recebendo o auxílio. São 74 mil pessoas nessa situação. Proprietários de veículos acima de R$ 60 mil e que recebem benefício de R$ 600. Doadores das últimas campanhas que doaram mais de R$ 10 mil, como pessoa física, e estão recebendo. Só nessa situação são 86 mil pessoas. Proprietários de embarcações, pessoas com domicílio fiscal no exterior e estão cadastradas para receber o beneficio”, explicou o ministro.

    Romário contou que também foram identificados presidiários recebendo o benefício. No início do mês, o Ministério da Defesa informou que havia indícios de que militares receberam indevidamente o auxílio.

    Notícias Coronavoucher

  • Entenda os 5 passos para ter sucesso no marketplace

    Uma das mudanças de hábito mais latentes provocada pela pandemia do novo Coronavírus se reflete nas compras dos brasileiros. Estima-se que o e-commerce tenha crescido mais de 80% em faturamento no mês de abril, quando começaram as medidas de isolamento social

    E, neste cenário, um recurso que ganha cada vez mais espaço é o marketplace. É um modelo de negócio que funciona, basicamente, como uma plataforma, mediada por uma empresa, na qual vários fornecedores vendem seus produtos. Uma espécie de shopping virtual

    De acordo com o Sebrae, esse é um dos modelos de negócios que não para de crescer no Brasil. E o motivo é que ele pode ser mais vantajoso tanto para clientes quanto para vendedores. 

    Para os usuários, esse tipo de plataforma oferece praticidade ao disponibilizar várias ofertas em um único site. E, para os vendedores, é oferecido um sistema integrado de gestão das vendas, que simplifica o pagamento e a entrega dos produtos, em troca de uma comissão por venda realizada.

    Foi pensando nisso que, no mês passado, o Sebrae firmou um acordo com o Magazine Luiza, rede varejista de eletrônicos e móveis que tem grande destaque no Brasil, para levar a estratégia de marketplace a pequenos negócios.

    Isso acontece por meio da nova plataforma da varejista, o Parceiro Magalu. Cuja ideia é promover a transformação digital de micro e pequenas empresas e abrir novos canais de vendas para os negócios diretamente atingidos pela pandemia. 

    Com a pandemia, abril teve mais de 860 mil postos de trabalho fechados

    Veja como aplicar o marketplace no seu negócio

    Tendo isso em vista e as necessidades dos empresários que querem potencializar as vendas, utilizando o comércio eletrônico, o Sebrae listou 5 dicas para os donos de pequenos negócios interessados em atuar em marketplaces.

    1. Escolha dos produtos

    A seleção dos produtos é um dos primeiros para se tornar um vendedor em um marketplace. Essa escolha não deve ser feita de forma aleatória, mas sim levando alguns aspectos em consideração. 

    Começando pelo nicho de atuação. Pois de acordo com o Sebrae, quanto mais especializado o vendedor for, mais conseguirá se diferenciar dos demais anunciantes do marketplace. 

    Focar em produtos sobre os quais você conhece bem também é um ponto importante, porque pode facilitar seu processo de vendas. Além disso, anunciar os produtos que tem mais saída. Dessa forma, é possível atrair o público que mais se encaixa no perfil da loja. 

    “Também fique de olho nas tendências e observe o que a concorrência está oferecendo para que consiga refletir sobre seus diferenciais.”

    Vendas online e maketplace crescem na pandemia
    (Foto: Reprodução)

    Chilli Beans contrata profissionais da área de Vendas em vários Estados

    2. Capriche no anúncio

    Para fazer um bom anúncio, é importante pesquisar como os concorrentes anunciam e quais são as dúvidas mais comuns dos consumidores. Elas podem orientar sobre quais informações adicionais devem ser colocadas. 

    O Sebrae também alerta: “fique atento ao título, que deve ter o nome, a marca, o modelo e especificação técnica do produto.”

    Muitos compradores utilizam a busca de produtos por filtros de categoria. Por isso é essencial organizar os produtos nas categorias corretas. 

    Também é possível conseguir mais relevância, para que ele apareça melhor nos sites de busca, colocando as informações técnicas do produto e vinculando o número do código de barras (Código EAN) ao anúncio. 

    Outros pontos importantes: se o produto possui variações de cor, tamanho ou voltagem, preencha corretamente os campos específicos e coloque uma foto para cada produto diferente. 

    As fotos devem ser nítidas e apresentar bem o produto. O tamanho ideal, de acordo com o Sebrae, é 1200 x 1900 pixels: 

    “Mostre o produto real e apenas um por foto. Um bom vídeo também pode ajudar nas vendas, mostrando como o produto funciona de forma objetiva e simples. O vídeo não deve ultrapassar 60 segundos.”

    3. Tenha os produtos em estoque

    Nunca anuncie sem ter estoque. Esse é o alerta do Sebrae.

    Ter o produto para entrega é fundamental nas vendas online. Se o estoque for muito pequeno ou esgotar, o melhor a se fazer é encerrar o anúncio ou interromper a divulgação até que reabasteça o produto. Mas não demore para fazer isso.

    “Saiba que a relevância do produto dentro da plataforma depende de como gerencia o seu estoque. Por isso, evite encerrar ou interromper anúncios por falta de estoque para não perder visibilidade para os clientes.”

    4. Precifique bem seus produtos

    Colocar o preço correto nos produtos é um dos maiores desafios para os pequenos negócios e no comércio eletrônico não é diferente. 

    Oferecer frete grátis, por exemplo, pode destacar anúncio. Mas antes de fazer isso é fundamental avaliar se esse custo estará dentro das possibilidades da empresa. 

    O que alguns marketplaces fazem é dividir o custo do frete grátis com o vendedor, para produtos acima de um valor especificado. O empreendedor pode verificar as condições da plataforma para definir sua estratégia de frete e de preços.

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    5. Atendimento com atenção e rapidez

    Diferentemente das lojas físicas, as virtuais não têm hora para abrir e fechar. Elas ficam disponíveis 24 horas por dia, todos os dias da semana. E os compradores online gostam de atenção imediata.

    Esse é um dos maiores desafios que se encontra em um e-commerce. Responder rápido aos questionamentos, em até 2 minutos, podem fazer diferença para conclusão da venda ou não. Portanto, se for possível, disponibilize atendimento de qualidade sempre.

    Ter alguém de plantão mesmo à noite, finais de semana ou feriados para não deixar um potencial comprador esperando é uma solução. Criar respostas automáticas para as perguntas mais frequentes é outra saída.

    “E mesmo que o comprador solicite algo que você não tem, ofereça algo semelhante com o link do anúncio para tal compra. (…) Em caso de problemas, tenha uma postura amigável e resolutiva para garantir a satisfação do cliente e proporcionar boa avaliação do seu atendimento.”

    O pós-venda também é importante. Então, verificar com atenção o produto a ser enviado e postá-lo o mais rapidamente possível faz parte deste processo de atendimento. 

    O Sebrae disponibiliza mais orientações e dicas de como atuar em marketplace e uma série de lives com especialistas das principais plataformas, como Amazon, Mercado Livre, B2W Marketplace e Magazine Luiza. 

    As lives “Semana de Vendas Online” sobre as “Oportunidades para os pequenos negócios em Marketplaces” foram transmitidas no mês de maio pelo canal do Sebrae no Youtube.

  • Multivarejo tem mais de 100 vagas abertas em diferentes cidades

    A Multivarejo, empresa de comércio varejista, está com inscrições abertas para 171 vagas novas de emprego. As oportunidades estão distribuídas para diferentes Estados

    Há vagas para todos os níveis de escolaridade, variando de acordo com o cargo. Dentre as oportunidades abertas, há chances nas seguintes funções:

    • Açougueiro;
    • Padeiro
    • Supervisor de produto financeiro;
    • Vendedor de eletro;
    • Atendente de cartão;
    • Operador de loja;
    • Peixeiro;
    • Confeiteiro;
    • Fiscal prevenção e perdas;
    • Bombeiro civil;
    • Operador de loja (e-commerce);
    • Chefe de seção;
    • Atendente de vinho; entre outras.

    + Com a pandemia, abril teve mais de 860 mil postos de trabalho fechados

    A contratação dos profissionais será feita pelo regime CLT. Nem todas as vagas tiveram a remuneração divulgada, no entanto, de acordo com os salários disponibilizados, o rendimento mensal varia de R$1 mil a R$2.200, de acordo com o cargo. 

    Além da remuneração, os colaboradores receberão benefícios como assistência médica, assistência odontológica, auxílio creche, cesta básica, refeição no local, seguro de vida e vale-transporte. 

    Os interessados podem se inscrever pelo site de recrutamento InfoJobs, após preenchimento de informações pessoais e curriculares. Como não há prazo definido para candidatura, é preciso estar atento pois as vagas podem ser encerradas, assim que preenchidas, sem aviso prévio. 

     

    Mercado varejo
    Multivarejo divulga 171 vagas de emprego 
    (Pixabay)

     

    Chilli Beans contrata profissionais da área de Vendas em vários Estados

    A Chilli Beans, empresa de óculos, relógios e acessórios, está contratando profissionais para a área de Vendas. Ao todo, são ofertadas 86 vagas de emprego para os cargos de vendedor e gerente de loja.

    As chances são para lojas e shoppings nos Estados do Sudeste e Sul, além de Goiás. A maioria das oportunidades é para São Paulo, com 36 vagas, em seguida está o Rio de Janeiro, com 11.

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    No Rio Grande do Sul, são três vagas de emprego. Os estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina têm duas vagas cada. Já em Goiás, há uma única oportunidade.

    O cargo de vendedor exige nível médio. Além da escolaridade, a empresa espera que o candidato seja antenado sobre moda, musica e arte. Esse profissional será responsável por vender o produto ou mercadoria da loja. 

    Já a função de gerente de loja é para candidatos com nível superior e conhecimento avançado em Português. O profissional terá que dar suporte ao controle de estoque, equipe e resultado de vendas e, por ser um cargo de liderança, exige algumas habilidades como:

    • Capacidade analítica;
    • Administração de conflitos;
    • Organização;
    • Foco em resultados;
    • Liderança;
    • Comunicação assertiva;
    • Proatividade;
    • Inteligência emocional.

    Os interessados podem conferir todas as vagas no site da InfoJobs. Como não há prazo para término das inscrições, é esperado que as oportunidades sejam encerradas conforme forem sendo preenchidas.

    Notícias de emprego

     

  • Como construir uma boa redação é tema de live da rede Elite

    Item cobrado em diferetes tipos de processos seletivos, como seleção de ingresso em universidades, Enem e para concorrer à vagas de emprego e concurso, a redação chega a dor um nó na cabeça de muita gente.

    Para alguns, dissertar sobre diversos temas pode ser uma tarefa fácil. Mas, para outros, se trata de um enorme obstáculo no meio do caminho.

    Pensando em auxiliar os estudantes, seja aqueles que já estão se preparando para o Enem ou não, o Elite Rede de Ensino vai promover, neste sábado, dia 30, às 18h, uma live com o tema: “Como construir uma boa redação“.

    A transmissão, aberta a todos, será realizada no instagram da rede @ensinoelite. Na ocasião, os participantes da live poderão enviar suas dúvidas sobre o processo de elaboração de uma redação digna de nota 10. O comando da aula, em formato de live, ficará por conta das professoras Ana Paula Cordeiro e Carol Lucena.

    Seja você craque ou não, a dica do FD Empregos é que você, estudante, não deixe de participar e convidar os amigos, vizinhos, familiares para se aprimorarem na construção de uma boa redação.

    Sobre o Elite

    Há 20 anos no mercado, a Rede Elite atua com o objetivo de transformar vidas de crianças e jovens através da educação. Atualmente, a instituição conta com mais de 27 mil integrantes, entre alunos e familiares.

    + São Paulo tem 730 vagas de estágio abertas, nesta semana

    Os participantes poderão esclarecer dúvidas com os professores
    (Foto: Pixabay)

     

    Estudantes têm até as 23h59 desta quarta-feira, 27, para se inscrever no Enem 2020

    Os estudantes que querem prestar o Enem 2020 têm somente até as 23h59 desta quarta-feira, 27, para fazer inscrição. O prazo será encerrado hoje, na Página do Participante e no aplicativo do exame.

    Após preenchida a ficha, o candidato deve proceder ao pagamento do boleto, no valor de R$85, até quinta-feira, 28 de maio, com aqueles que conseguiram isenção da taxa.

    O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) alerta os interessados que não deixem para a última hora. E lembra que mesmo quem solicitou a isenção da taxa (tendo o pedido deferido ou não) também precisa se inscrever, assim como os demais participantes.

    Enem 2020: Weintraub estuda consultar candidatos sobre adiamento

    De acordo com o último balanço divulgado pelo Inep, mais de 5 milhões de estudantes se inscreveram no Enem 2020.

    Vale lembrar também que as inscrições são disponíveis apenas para a versão impressa do Enem. A prova digital, que é novidade este ano, bateu o limite de 100 mil inscrições na semana passada.

    Pontos importantes para não esquecer ao fazer a inscrição:

    • os dados declarados pelos candidatos devem ser conferidos e apenas alguns deles podem ser modificados na página do participante, durante o acompanhamento da inscrição;
    • no caso da escolha do município para fazer a prova, por exemplo, o Inep pede cuidado reforçado, porque não será possível trocar após o encerramento do prazo;
    • é necessário memorizar a senha ou anotá-la e guardá-la em local seguro, pois é com ela que o participante irá acompanhar todas as etapas de execução do exame.

     

  • Concurso Prefeitura de Congo-PB divulga resultado dos pedidos de isenção

    A Prefeitura do Município de Congo, no estado da Paraíba, divulgou na última terça-feira, 26, o resultado final dos pedidos de isenção, após o julgamento de recursos. No total, 227 candidatos tentaram ficar isentos da taxa de inscrição do concurso Prefeitura de Congo-PB

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    A listagem está disponível pra conferência no site da banca organizadora, Contemax Consultoria. Na relação constam tanto os pedidos deferidos, quanto os indeferidos, por ordem alfabética dos nomes dos candidatos. 

    Os concorrentes que não tiveram seus pedidos aceitos, poderão acessar a 2ª via do boleto, por meio da área restrita do site da banca Contemax, da seguinte forma: digitando o CPF (sem pontos e sem traço) no campo de usuário e depois a senha cadastrada no ato da inscrição. Poderá solicitar também via e-mail: congo@contemax.com.br, informando nome completo, nº do CPF e cargo.
     

    Concurso Prefeitura de Congo-PB divulga resultado dos pedidos de isenção. (Foto: Feepik)
    Concurso Prefeitura de Congo-PB divulga resultado dos pedidos de isenção.
    (Foto: Feepik)

    As inscrições para o concurso Congo-PB ficarão abertas até o próximo dia 31 de maio, por meio do site da Contemax. Para concorrer basta preencher o formulário com os principais dados para cadastro e emitir o boleto para pagamento da taxa, cujo valor varia de acordo com o nível de escolaridade do cargo desejado:

    • Fundamental: R$60
    • Médio e Técnico: R$75
    • Superior: R$90
       

    O pagamento poderá ser realizado em qualquer agência bancária até o segundo dia útil após o término do período das inscrições, ou seja, 2 de junho.

     

    Remuneração da seleção pode chegar até R$12 mil mensais

    A Prefeitura de Congo, município localizado a 212 km de João Pessoa, na Paraíba, oferta 56 vagas para cargos de todos os níveis de escolaridade.  

    Desse total, 20 são de nível fundamental, 13 de nível médio, três de nível técnico e 20 de nível superior. Os salários variam de R$1.045 (salário-mínimo) a R$12 mil, valor que inclui gratificações. Confira os cargos:

    Nível fundamental – auxiliar de serviços gerais (oito vagas), gari (quatro), motorista (oito). As remunerações chegam a R$1.154,34.

    Nível médio – cuidador educacional (duas), monitor escolar (duas), operador de máquinas (duas), professor de ensino fundamental (curso Normal, quatro vagas), vigilante (três). Os ganhos chegam a R$2.072,41.

    Nível técnico – auxiliar de consultório odontológico (duas vagas), técnico em laboratório (uma). Ambos com salários de R$1.045. 

    Nível superior – assistente social (uma vaga), educador físico (uma), médico (uma), nutricionista (uma), odontólogo (uma), orientador educacional (uma), psicólogo (uma), psicopedagogo (uma) e professor em várias especialidades (oito). Os vencimentos chegam a R$12 mil. 

    Os profissionais selecionados serão contratados pelo regime estatutário, isto é, que garante a estabilidade empregatícia ao servidor.
     

    Resumo do concurso Congo PB

    Vagas: 56, sendo quatro reservadas para pessoas com deficiência
    Escolaridade: todos os níveis
    Salários: R$1.045 a R$12 mil
    Inscrições: até 31 de maio
    Banca: Contemax
    Prova objetiva: 28 de junho

  • Senado aprova aumento de salário mínimo para R$1.045

    Foi aprovada pelo Senado Federal, por unanimidade, a medida provisória que fixou o valor do salário mínimo, a partir de fevereiro deste ano, em R$1.045. A MPV 919/2020 foi aprovada na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 13/2020, e agora segue para a sanção presidencial.

    Em sessão remota na quarta-feira (27), a matéria foi incluída como item extrapauta após acordo de líderes para sua apreciação visto que sua vigência se encerraria na próxima segunda-feira, dia 1º de junho.

    + Lista de quem recebeu auxílio emergencial será divulgada pela CGU

    Segundo informações da Agência Senado, o relator, senador Paulo Paim (PT-RS), explicou no parecer que o valor diário do salário mínimo fica fixado em R$34,63, e de R$4,75 por hora.

    Ele também informou que o texto adapta a correção feita pelo governo em janeiro, uma vez que inicialmente, a MP 916/2019, publicada anteriormente a divulgação da inflação de dezembro, previa o mínimo a R$1.039 em 2020.

     

    Salário mínimo (Foto: Pixabay)
    MP que aumenta salário mínimo é aprovada no Senado
    (Foto: Pixabay)

    Esse valor vigorou apenas em janeiro e acabou sendo reajustado pela MP 919 para R$1.045 a partir de fevereiro. A pressão inflacionária fez com que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) registrasse uma inflação de 4,48% em 2019, em vez de 4,1%, que era o estimado pelo governo.

    + MP 936: como ficam os contratos e salários com o fim da pandemia?

    O senador Paim, ao dar o voto favorável, ainda reconheceu os critérios de relevância e urgência da medida visto que milhões de brasileiros dependem do salário mínimo, seja por meio do mercado de trabalho ou através dos benefícios da Seguridade, e que sem a sua apreciação, teriam sua renda prejudicada.

    A líder do  do Cidadania, senadora Eliziane Gama (MA) também se manifestou sobre a retomada do debate sobre a política de valorização do salário mínimo pelo Congresso Nacional.

    De acordo com ela, é muito importante que o Congresso Nacional tenha um entendimento de é preciso discutir uma nova política de valorização do salário mínimo.

    “Eu, pelo menos, defendo que volte a vigorar a política anterior, em que se levava em consideração o ajuste anual a partir da correção do PIB e também da inflação. Isso é muito fundamental para que a gente possa ter um ganho maior no poder de compra do salário mínimo no nosso país”, declarou Eliziane.

    O modelo que corrigia a remuneração dos trabalhadores pela inflação do ano anterior mais a variação do PIB verificada dois anos antes foi adotado em 2006 e vigorou até 2018.

    Com modelo antigo, salário mínimo seria de R$1.059

    Também endossando a discussão, o senador Randolfe Rodrigues (AP), líder do Rede, manifestou apoio ao retorno da adoção do princípio de ganho real do salário mínimo pelo Governo Federal.

    “Se nós voltássemos ao cálculo anterior, IPCA mais PIB, nós teríamos um reajuste real de 1,32%. Em vez de R$ 1.045, seriam R$1.059. Só que o cálculo, a lógica do atual Ministro da Economia é contrária a essa. Eu sou partidário, e nós iremos lutar para isso, para retornarmos, a partir do ano que vem, a este princípio, e a partir, inclusive, da seguinte lógica: se o PIB — tudo indica que o PIB do ano que vem será negativo —, se o PIB for negativo, desconsiderar o PIB” disse Randolfe.

    Também apoiaram o debate o senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) e senadora Soraya Thronicke (PSL-MS).

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    Segundo a Agência Senado, ela chegou a comparar o salário mínimo praticado no Brasil com as remunerações verificadas em outros países da América Latina.

    “Eu gostaria de trazer quatro comparações aqui da América Latina: a Argentina está com o salário mínimo, neste momento, de R$1.185,56; o Chile, de R$1.771,92; a Bolívia, de R$1.184; o Peru, de R$1.167,75. É inadmissível que nós, brasileiros, com a riqueza que temos, com quem somos, deixemos que isso aconteça” afirmou Soraya.