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  • 46ª Sessão da TRU marca despedida de Joana Carolina Última atualização: 17/03/2025 às 13:29:00

    A 46ª Sessão Ordinária de Julgamento da Turma Regional de Uniformização de Jurisprudência (TRU) dos Juizados Especiais Federais da 5ª Região (JEFs), realizada nesta segunda-feira (17/03), no edifício-sede do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5, marcou a despedida da desembargadora federal Joana Carolina da coordenadoria dos Juizados Especiais Federais (JEFs) e, consequentemente, da Presidência da TRU. A magistrada assume, a partir do próximo dia 31/03, a Vice-Presidência do Tribunal, para o biênio 2025-2027.

    No início da sessão, Joana Carolina abriu espaço para a participação do corregedor-regional da Justiça Federal da 5ª Região, desembargador federal Leonardo Carvalho, que será o novo coordenador dos JEFs. Carvalho agradeceu a oportunidade e se disse feliz em dar continuidade ao trabalho, o qual considera de grande importância para a Justiça. “Compreendo que a Coordenadoria tem uma missão especial de criar e administrar as estratégias a serem implementadas nos Juizados Especiais Federais; um ambiente que, pelos números, já demonstra possuir um papel estratégico na produtividade da 5ª Região”, lembrou Carvalho.

    Joana Carolina, por sua vez, se disse honrada em ter presidido a TRU, um órgão pelo qual tem extremo respeito. “Um colegiado com uma responsabilidade enorme. Estamos falando aqui dos Juizados Especiais, que respondem por 60% da demanda de processos da 5ª Região. As diretrizes e orientações firmadas pela TRU são de extrema relevância para esse microssistema da Justiça”, avaliou a magistrada.  

    Participaram da sessão os juízes federais Rudival Gama do Nascimento; José Baptista de Almeida Filho Neto; Júlio Rodrigues Coelho Neto; Cláudio Kitner; Gustavo Melo Barbosa; Ricardo José Brito Bastos Aguiar de Arruda; Tiago José Brasileiro Franco; Almiro José da Rocha Lemos; José Carlos Dantas Teixeira de Souza; e Rosmar Rodrigues Cavalcanti de Alencar.

    Ao todo, foram julgados 16 processos, que trataram de temas como: cálculo da complementação das pensões por morte dos ex-ferroviários; possibilidade de indenização material pela demora na análise do pedido de aposentadoria; e possibilidade de indenização por dano moral in re ipsa (presumido), ante descontos indevidos realizados pelo INSS em benefícios de pensão por morte.

     

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • Lei Maria da Penha e os avanços legais na proteção às mulheres

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    O tiro intencional com um único propósito: matar a própria mulher. O plano de Marco Antonio Heredia Viveros era acabar com a vida da mãe de suas três filhas enquanto ela dormia, com muita frieza, crueldade e covardia. Mas, ela sobreviveu e pôde contar, em detalhes, a violência doméstica e familiar ao extremo que sofreu e hoje usa a história de vida para lutar contra essa brutalidade.

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    Maria da Penha deu nome à Lei 11.340

    Maria da Penha Maia Fernandes, mais que uma mulher, um marco que divide a história da violência doméstica e familiar no Brasil em antes e depois da Lei 11.340 – que leva seu nome. Nós mulheres sabemos: a realidade da violência doméstica ainda é dura, mas muito já se avançou na rede de apoio e proteção desde que esse dispositivo legal passou a vigorar em nosso país.

    Na terceira reportagem da série ‘Mulheres, não estamos sozinhas!’, vamos conhecer os avanços históricos na legislação para proteger a mulher. A série faz parte de uma campanha desenvolvida por uma parceria entre a Coordenadoria da Mulher e a Gerência de Comunicação do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e inclui vídeos, artes, textos e podcasts, que buscam evidenciar o trabalho da Justiça e de toda a rede de proteção feminina em prol das mulheres. 

    Da Maria da Penha ao feminicídio: os avanços na proteção à mulher

    A violência praticada contra Maria da Penha, no ano de 1983, ganhou repercussão internacional e um debate mais sério foi travado desde então. Já não dava mais, e não dá,  para aceitar que o mundo feche os olhos para casos de violência contra a mulher em razão do seu gênero.

    A partir daí, as discussões com o Legislativo, o Executivo e a sociedade resultaram no Projeto de Lei n. 4.559/2004 da Câmara dos Deputados, levado ao Senado Federal (Projeto de Lei de Câmara n. 37/2006) e aprovado por unanimidade em ambas as Casas. Assim, em 7 de agosto de 2006 foi sancionada a Lei n. 11.340, mais conhecida como Lei Maria da Penha. Ela estabelece medidas de proteção às mulheres, como a criação de varas especializadas e mecanismos para prevenir e coibir a violência, agora tipificada como crime.

    Rosimeire Ventura
    Juíza Rosimeire Ventura

    A juíza titular da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Campina Grande, Rosimeire Ventura, confirma a importância desse marco histórico na luta pelo fim da violência. “Sem dúvida a Lei Maria da Penha é o principal marco no combate à violência contra a mulher no Brasil. A partir dessa lei, foi possível estruturar toda uma rede de proteção para a mulher em situação de violência, além de dar visibilidade para o problema”, ressaltou.

    Depois da Lei Maria da Penha  

    A legislação tem avançado de forma significativa na proteção dos direitos da mulher desde a Lei Maria da Penha. E a Justiça tem atuado com afinco para garantir o cumprimento das leis. “Graças ao arcabouço legal, à rede de proteção e às campanhas de divulgação da Lei Maria da Penha, atualmente as mulheres se sentem muito mais confiantes em denunciar episódios de violência doméstica e, com isso, elas têm a chance de interromper o ciclo de agressões”, reforçou a juíza Rosimeire Ventura.

    Vamos conhecer um pouco do conjunto de normas legais criadas no Brasil para coibir a violência, a discriminação e minimizar a desigualdade de gênero desde o surgimento da Lei Maria da Penha.

    2009 – A Lei nº 12.015/2009 atualizou o Código Penal Brasileiro no tocante aos crimes sexuais, ampliando a proteção às mulheres ao considerar uma gama mais ampla de atos como estupro, além de outras formas de violência sexual, o que a torna uma lei importantíssima na defesa das mulheres.

    2013 –  A Lei n. 12.845, de 1º de agosto de 2013, – Lei do Minuto Seguinte – garante o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual, estabelecendo que os hospitais devem oferecer às vítimas de violência sexual atendimento emergencial, integral e multidisciplinar, visando ao controle e ao tratamento dos agravos físicos e psíquicos decorrentes de violência sexual, como profilaxia de ISTs e gravidez, e encaminhamento, se for o caso, aos serviços de assistência social.

    2015 – A Lei do Feminicídio (Lei nº 13.104/2015) reforça o combate à violência contra a mulher ao classificar o feminicídio como homicídio qualificado, uma modalidade de crime hediondo, quando a morte da mulher ocorre em contexto de violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação de gênero.

    2023 – A Lei n° 14.542/2023 garante prioridade no atendimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine). De acordo com a lei, as mulheres em situação de violência doméstica e familiar terão prioridade no atendimento pelo Sine, às quais serão reservadas 10% (dez por cento) das vagas ofertadas para intermediação.

    Os avanços são visíveis, mas ainda há um longo caminho a percorrer. E mesmo quem convive levantando bandeira da proteção à mulher, ainda se choca com tantos casos de violência. “Como juíza na área de violência doméstica contra a mulher, me sensibiliza, principalmente, ver tantas mulheres ainda sendo vítimas de feminicídios, o que demonstra que ainda precisamos de mudanças sociais e culturais relevantes no sentido da valorização da mulher e da vida”, conclui a juíza Rosimeire Ventura.

    Na próxima reportagem da série ‘Mulheres, não estamos sozinhas!’ vamos conhecer um pouco mais sobre a rede de proteção que atua para garantir esses avanços.

    Por Nice Almeida

     

  • Diretores da Esma se reúnem com reitora da UnB e fortalecem parceria

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    José Geraldo, Eneá, Rozana, Joás Filho e Antonieta Maroja

    O diretor da Escola Superior da Magistratura (Esma-PB) do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, esteve, sexta-feira (14), reunido com a reitora da Universidade de Brasília Rozana Reigota Naves, numa visita institucional onde trataram, entre outros temas, sobre o mestrado Direito, Estado e Constituição, que está com sua primeira turma na Esma, em parceria com a UnB. O desembargador esteve acompanhado da diretora adjunta da Esma, juíza Antonieta Maroja da Nóbrega.

    O diretor da Esma considerou a visita muito importante e produtiva para o mestrado, que está com grande aceitação. “Fomos  muito bem recebidos por todos. A ideia é estreitar cada vez mais o nosso relacionamento. Nossa escola está se transformando em uma academia, efetivamente, e isso é um passo positivo. Devemos criar mais laços com academias do porte da UnB”, avaliou o desembargador Joás Filho.

    A reitora Rozana Reigota Naves declarou ter ficado muito contente com a visita e com a colaboração que tem sido feita pela Universidade de Direito junto à Escola da Magistratura da Paraíba. “Estamos felizes com o feedback, resultado do trabalho,  e desejando a todos que desenvolvam dissertações de grande relevância para as organizações e o poder público brasileiro”.

    A diretora adjunta da Esma, Antonieta da Nóbrega, informou que a visita institucional à reitora da UNB é uma forma de fortalecer cada vez mais a parceria entre a Esma/TJPB e a Universidade de Brasília, que originou o mestrado interinstitucional em curso na Escola da Magistratura paraibana. “O nível técnico-acadêmico e intelectual dos magistrados e servidores  foi bastante elogiado através da coordenação do mestrado. Essa parceria tem sido muito frutífera uma vez que coloca a Escola da Magistratura nesse alto nível de academicidade e incentiva nossos servidores e magistrados na produção científica, que tem um impacto direto na qualidade da prestação jurisdicional que é ofertada para nossa população. Então, tem sido uma parceria de muito valor para nós enquanto TJPB e Esma”, observou.

    A coordenadora do Minter e do Programa de Pós-graduação da UnB, Eneá de Stutz e Almeida, avaliou que essa tem sido uma parceria muito gratificante pro programa de pós-graduação em direito da UnB. “Falo tanto como coordenadora do projeto de Minter como coordenadora do PPGD  da UnB, tem sido uma alegria muito grande construir essa parceria, que esperamos seja uma parceria contínua, não se esgote nesse projeto de mestrado interinstitucional. Temos a expectativa de continuar depois em um doutorado”.

    Além disso, a coordenadora do Minter afirmou que espera continuar nessa parceria de troca e produção de conhecimentos que favoreçam não só o sistema de Justiça da Paraíba, mas também toda a região.  “E na medida em que pudermos intervir para que contribuamos para uma sociedade mais justa, solidária e igualitária essa é uma das nossas intenções, e uma qualificação na área do direito nesse sentido me parece absolutamente fundamental”, declarou Eneá Almeida.

    Para o coordenador da turma de mestrado da Esma, professor José Geraldo de Sousa Junior, que também participou da reunião, o trabalho conjunto que a UnB, pela Faculdade de Direito, e o Tribunal de Justiça da Paraíba, pela Esma, vem desenvolvendo em um programa interinstitucional de mestrado é um programa bem pensado , bem construído, em efetiva colaboração que toma forma, consistência, a partir do grupo que se instala para realizá-lo, e é um grupo de muita força intelectual.

    “São estudantes com muita qualificação na sua formação, mas sobretudo agentes da justiça que estão imbuídos daquilo que é a grande questão hoje que move a magistratura brasileira, a consciência de sua função social cada vez mais relevante. Temos grandes expectativas na continuidade desse curso em um programa mais avançado e na sua exemplaridade porque pode ser um balizador para novos programas que possamos realizar enquanto universidade com o sistema brasileiro de justiça”, pontuou o professor José Geraldo.

    Por Walquiria Maria

     

  • Presidente do TJPB recebe visita do vereador Dinho Dowsley

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    Fred Coutinho recebeu Dinho Dowsley e Carlos Santos

    Na manhã desta segunda-feira (17), o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho, recebeu em seu gabinete a visita do vereador Dinho Dowsley (PSD), presidente da Câmara Municipal de João Pessoa e prefeito em exercício. Durante o encontro, foram discutidos diversos assuntos, incluindo a obra do novo prédio do Poder Legislativo municipal e a entrega da Medalha Cidade de João Pessoa ao desembargador.

    A honraria, já aprovada pela Câmara, reconhece a trajetória de Fred Coutinho, que já foi servidor daquela Casa. O presidente do TJPB ficou de agendar a data para a solenidade de entrega da medalha. Além disso, demonstrou interesse em visitar as obras do novo prédio da Câmara para acompanhar o andamento da construção.

    Ao final da visita, o vereador Dinho Dowsley ressaltou a importância da manutenção dos prédios públicos dos diferentes poderes no centro histórico da Capital. “É importante que o Tribunal de Justiça permaneça no centro histórico. Agora mesmo vamos para uma solenidade do ICMS Cultural aqui na região. O prédio da Câmara está sendo construído aqui, assim como outros poderes estão presentes no centro da cidade. Precisamos incentivar essa permanência dos poderes no centro, isso é fundamental”, afirmou Dinho.

    O desembargador Fred Coutinho destacou a importância da harmonia entre os poderes e agradeceu a homenagem concedida pela Câmara Municipal. “Hoje o Tribunal recebeu o presidente Dinho como prefeito interino da capital e, como sempre digo, a harmonia de todos os poderes deve prevalecer com respeito às suas independências administrativas e funcionais. Fui comunicado, com muito orgulho, dessa homenagem à minha pessoa, até porque minha origem profissional começa justamente na Câmara, como servidor. Ele nos apresentou informações sobre a construção do prédio da Câmara, que irei visitar em breve, sempre na busca por aprendizado. Nossa gratidão”, declarou o presidente do TJPB.

    Por Lenilson Guedes

     

  • Centenário de nascimento de Orlando Jansen será comemorado na sexta-feira no Tribunal Pleno

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    Desembargador Orlando Jansen

    O Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) prestará homenagem na próxima sexta-feira (21),  às 11h, ao desembargador Orlando Jansen, já falecido, em razão dos 100 anos de seu nascimento. A homenagem foi proposta pelo desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, presidente da Comissão de Cultura e Memória do TJPB. Caberá ao juiz Euler Jansen, titular da 3ª Vara Mista da Comarca de Bayeux, falar em nome da família.

    O desembargador Orlando Jansen nasceu em Patos, em 6 de fevereiro de 1925, filho do coronel de polícia Vicente Jansen de Castro e Alzira de Luna Freire Jansen. Estudou o curso de Direito no Recife.  Disposto a seguir a carreira jurídica, ingressou no Ministério Público em 13 de novembro de 1953, como promotor substituto da Comarca de Princesa Isabel. Em 24 de maio de 1984, por indicação do Pleno do Tribunal de Justiça, Orlando Jansen figurou em lista tríplice e foi escolhido pelo então governador Wilson Leite Braga.

    O presidente TJPB, desembargador Fred Coutinho, destacou a trajetória do homenageado. “É uma satisfação muito grande dar continuidade a esse projeto, criado pelo desembargador Marcos Cavalcanti, que presta homenagem a esses profissionais que deram suas contribuições ao Poder Judiciário. Desta vez a comemoração do centenário de nascimento do desembargador Orlando Jansen, que foi contemporâneo de meu pai, do Quinto Constitucional, oriundo do Ministério Público e chegando aqui de forma serena, equilibrada e que fez história. O Tribunal de Justiça se irmana com essa homenagem”.

    De acordo com o presidente da Comissão de Memória e Cultura do Tribunal de Justiça, desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, a homenagem ao desembargador Orlando Jansen é uma forma de reconhecimento pelo trabalho e serviços prestados. “Esses desembargadores fizeram tanto pelo Judiciário  do Estado da Paraíba. Além da homenagem ao próprio desembargador, que é estendida à família, ver que o próprio Tribunal reconhece depois de tantos anos a grandeza e a importância do magistrado”, comentou o desembargador Marcos Cavalcanti.

    “Considero de muita importância, especialmente porque é um resgate do Tribunal de Justiça, através da sua sempre atuante Comissão de Memória do Judiciário, a trajetória daqueles que ajudaram no destaque que o Tribunal de Justiça da Paraíba tem no cenário nacional. Como integrante da família, sentimo-nos honrados pela lembrança do nosso pai, que nos orientou e, inclusive, serviu de exemplo a uma prole que encampou toda a trajetória dele, com filho advogado, com filho do Ministério Público, com filho do Judiciário. Então, saiu literalmente deixando um filho em cada instituição que nos ensinou a amar e a trabalhar com fidelidade ao sentimento de justiça”, disse o juiz Euler Jansen.

    No currículo do desembargador Orlando Jansen constam também as funções de presidente e procurador do Tribunal Regional Eleitoral; membro do Conselho Superior do Ministério Público; Integrante do Conselho Penitenciário do Estado; corregedor da Magistratura; vice-presidente do Tribunal de Justiça, tendo exercido a Presidência por várias vezes, chegando à aposentadoria em 29 de novembro de 1994. 

    Por Kubitschek Pinheiro

     

  • Diretoria do Fórum Criminal reúne juízes e juízas para trocar experiências na área Penal

    Direção do Fórum Criminal promoveu encontro com magistrados
    Direção do Fórum Criminal promoveu encontro com magistrados


    A Direção do Fórum Criminal de João Pessoa promoveu um encontro com magistrados
    e magistradas que atuam na unidade, com o objetivo de trocar experiências e fortalecer os laços entre juízes e juízas que atuam no Direito Penal. O evento contou com a participação de quase toda magistratura criminal da maior Comarca do Estado. Entre os presentes estava o presidente da Comissão Permanente de Segurança do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Ricardo Vital de Almeida, e a juíza auxiliar da Presidência do TJPB, Maria Aparecida Sarmento Gadelha.

    De acordo com o diretor do Fórum Criminal da Capital, juiz Marcial Henrique Ferraz da Cruz, o encontro também teve o objetivo de dar boas-vindas as juízas Ana Christina Soares Penazzi Coelho, Virgínia Gaudêncio de Novais e Conceição de Lourdes Marsicano de Brito, que assumiram, recentemente, a 3a Vara Criminal, 4ª Vara Criminal e o 2º Juizado de Garantias, respectivamente. Na oportunidade, foi servido um café da manhã.

    “Também, tivemos a oportunidade de receber de volta o juiz Carlos Neves Coelho da Franca, que estava como juiz-corregedor, e a juíza Michelini Jatobá, que retorna de suas funções como juíza auxiliar da Presidência do Poder Judiciário estadual. Temos a ideia de realizar mais encontros como este, até a instalação da Sala dos Juízes”, adiantou Marcial Henrique.

    Participaram do encontro o desembargador Ricardo Vital e os juízes Adilson Fabrício, Ana Carolina Cantalice, Ana Penazzi, André Ricardo, Andréa Arcoverde, Antônio Maroja, Antônio Ribeiro Júnior, Maria Aparecida Gadelha, Carlos Neves, Conceição Marsicano, Gabriella Lyra, Giovanni Porto, Isaac Torres, Luiz Eduardo Cantalice, Michelini Jatobá, Rodrigo Marques e Salvador Vasconcelos.

    Por Fernando Patriota 

     

  • MPPB e Conselho de Segurança de Pocinhos definem metas para o próximo bimestre

    MPPB e Conselho de Segurança de Pocinhos definem metas para o próximo bimestre

    Efetivar a Central de Monitoramento de câmeras; enviar, no prazo de 60 dias, projeto ao Poder Judiciário, indicando a quantidade e os modelos de câmeras a serem adquiridas e instaladas em locais previamente selecionados na cidade; instalar as câmeras já adquiridas por meio de acordo de não persecução penal (ANPP) e intensificar a integração entre as polícias civil e militar com a guarda municipal. Essas são as metas para o próximo bimestre do Conselho de Segurança do Município de Pocinhos.

    As ações foram definidas na última reunião de monitoramento realizada, no dia 12 deste mês, por videoconferência, pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB), com integrantes do Conselho Municipal. 

    A reunião foi presidida pela promotora de Justiça de Pocinhos, Fabiana Alves Mueller, e contou com a participação dos integrantes do órgão municipal responsável por pensar políticas públicas de segurança: Gilvan Pereira das Neves (representante dos bancários); Daniel Araújo (representante do Conselho Tutelar); tenente Gabriel Silva (Polícia Militar); procurador adjunto do Município, Helder Farias Diniz; Fabrícia Martins Gondim (representante do comércio local); pastor Marcondes Araújo Tertulino (representante da Igreja Evangélica); vereador Gean Cassio Tavares de Oliveira, representando a Câmara Municipal; padre João Barbosa (representante da Igreja Católica); Adailton Monteiro (Guarda Municipal) e o agente da Polícia Civil, Fábio Carneiro (PC).

    A promotora de Justiça explicou que essa já é a 12ª reunião de monitoramento realizada pelo MPPB, desde a criação do Conselho Municipal de Segurança. A atuação ministerial integra o Procedimento 026.2025.000138 e tem como objetivo melhorar o serviço de segurança pública local, através da integração de atuação de seus órgãos, Ministério Público e comunidade, para diminuir a violência e identificar os problemas locais nessa área. 

    A data da próxima reunião será definida, de acordo com a agenda dos órgãos. 

  • MPPB recomenda que guardas municipais não extrapolem atribuições e usem câmeras

    MPPB recomenda que guardas municipais não extrapolem atribuições e usem câmeras

    O Ministério Público da Paraíba (MPPB) recomendou a todos os prefeitos e prefeitas municipais do Estado que adequem a atuação das Guardas Municipais aos limites constitucionais e legais e que providenciem, dentre outras medidas, a aquisição de câmeras para que os guardas municipais as utilizem, na atividade-fim. De acordo com a recomendação ministerial, os integrantes do órgão que extrapolarem suas atribuições poderão responder pela prática de crime de usurpação de função pública, como o exercício de função de polícia investigativa, realização isolada de blitz, abordagem sem motivação a pessoas e busca veicular, dentre outras. 

    A recomendação foi expedida pelo Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (Ncap/MPPB) e integra o Procedimento 001.2025.016077. Ela é assinada pelos promotores de Justiça que integram o núcleo, Cláudia de Souza Cavalcanti Bezerra Viegas (coordenadora), Cláudio Antônio Cavalcanti e Túlio César Fernandes Neves. 

    Segundo eles, a medida foi adotada em razão da informação repassada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPPB) de que algumas guardas municipais da Paraíba estão extrapolando as suas atribuições administrativas de poder de polícia, exercendo atividades inerentes às polícias investigativa e militar, como a utilização de viaturas descaracterizadas e a realização de blitz sem a presença da PC e da PM. 

    Os promotores de Justiça explicaram que a Constituição Federal e a decisão do Supremo Tribunal Federal, no julgamento do Recurso Extraordinário 608588, estabelecem que a Guarda Municipal pode realizar o policiamento ostensivo e comunitário, respeitadas as atribuições dos demais órgãos de segurança pública previstos no artigo 144 da Carta Magna, excluindo qualquer atividade de polícia judiciária. 

    O Ncap destaca ainda que as Guardas Municipais compõem, conforme o artigo 9º, inciso VII, da Lei 13.675/2018, o Sistema Único de Segurança Pública, tendo como competência geral a proteção de bens, serviços, logradouros públicos municipais e instalações do Município. “É atribuição do Ncap expedir recomendações visando à melhoria dos serviços policiais, bem como o respeito aos interesses, direitos e bens cuja defesa seja de responsabilidade do Ministério Público, fixando prazo razoável para a adoção das providências cabíveis”, diz a recomendação ministerial.

    Outras medidas recomendadas

    Os prefeitos e prefeitas municipais também deverão informar ao Ncap, no prazo de 30 dias, o endereço da sede de cada Guarda Municipal, bem como o número de guardas municipais atuantes na edilidade, armamento utilizado (se é de uso permitido e de uso restrito), se todos os guardas possuem porte ilegal de arma de fogo, o número de viaturas caracterizadas ou não, bem como todos os procedimentos operacionais adotados e ações em conjunto com outras forças policiais, como as Polícias Militar e Civil.

    Deverão ainda providenciar que a Guarda Municipal utilize, na atividade-fim, câmeras do tipo bodycam, dando um prazo de um ano para aquisição, com o objetivo de se adequarem à realidade imposta às forças policiais. 

    Cópia da recomendação ministerial foi enviada aos chefes das Guardas Municipais de todos os municípios paraibanos; ao delegado-geral da Polícia Civil; ao comandante-geral da Polícia Militar e ao secretário da Secretaria da Segurança e da Defesa Social do Estado da Paraíba.

     

    Imagem ilustrativa retirada de: Imagem de freepik

  • Três chapas registram candidaturas à diretoria do Sindifisco-PB

    Três chapas registram candidaturas à diretoria do Sindifisco-PB

    Três chapas formularam registro de candidatura, junto à Comissão Eleitoral, para concorrer à diretoria executiva do Sindifisco-PB, cujo pleito acontecerá no próximo dia 13 de abril. 

    O prazo regimental de inscrições encerrou nessa sexta-feira (14/3), e segundo a comissão eleitoral, as chapas inscritas estão denominadas e lideradas da seguinte forma: União e Força, com Helena Medeiros e João Mangueira; Reconstruindo o Sindifisco-PB, com José Ronaldo e Ruy Carneiro; e Fisco em Movimento, com Victor Hugo e Augusto Salomão.

    Também foram registrados nove nomes concorrentes aos cargos do conselho fiscal do Sindicato: Newton Arnaud, Henrique Gadelha, Severino Pereira, Manaira Abrantes, Carlos Alberto (Carlão), João Francisco, Roberta do Monte, Vilma Cristina e João Fernandes.

    Na próxima segunda-feira (17), a comissão eleitoral divulgará a relação das candidaturas homologadas. Ainda no mesmo dia, haverá o sorteio da ordem que as chapas e os candidatos ao conselho ocuparão na cédula eleitoral. 

    A comissão eleitoral é formada pelos auditores fiscais: Expedito Leite (presidente), Zenildo Bezerra (secretário), Aderson Freire (membro), Nemésio Gomes (membro), Valter Fialho (membro) e o assessor da Comissão, o também auditor, Geraldo Leite.

  • Tribunal de Justiça publica editais de vacância para remoção de magistrados

    O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) publicou, na edição do Diário da Justiça eletrônico desta segunda-feira (17), três editais de vacância para remoção de magistrados e magistradas. As vagas estão disponíveis para duas Varas da Comarca de Cajazeiras e uma Vara de Campina Grande, seguindo os critérios de merecimento e antiguidade.

    Os editais publicados são: edital de vacância nº 30/2025: 1ª Vara Mista da Comarca de Cajazeiras, de entrância final, para remoção por antiguidade; edital de vacância nº 31/2025: 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande, de entrância final, para remoção por merecimento; e edital de vacância nº 32/2025: 2ª Vara Mista da Comarca de Cajazeiras, de entrância final, para remoção por antiguidade.

    Os interessados devem realizar suas inscrições no prazo de cinco dias contínuos, conforme o artigo 66 da Lei nº 9.784/99, a partir da data de publicação do edital. As inscrições devem ser feitas por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), com o devido encaminhamento do processo para a Gerência de Primeiro Grau.

    A publicação dos editais foi assinada pelo presidente do TJPB, desembargador Fred Coutinho.

    Por Lenilson Guedes