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  • Virgínia Fonseca depõe na CPI das Bets, no Senado

    Virgínia Fonseca depõe na CPI das Bets, no Senado

    A influenciadora digital Virgínia Fonseca, de 26 anos e com 53 milhões de seguidores na rede social Instagram, depõe nesta terça-feira (13) na CPI das Bets. O depoimento está marcado para começar às 11h. Assista ao vivo abaixo, em vídeo.

    Virgínia depõe na condição de testemunha, e não de investigada. Uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, confirmou que a influenciadora tem o direito de não responder perguntas que possam incriminá-la.

    Até as 10h30, meia hora antes do início da sessão, Virgínia não fez publicação alguma nesta terça-feira em seu perfil principal nas redes sociais. No dia anterior, a influenciadora publicou pelo menos 58 stories, detalhando que estaria em Brasília “a trabalho”.

    A influenciadora digital Virgínia Fonseca, em imagem publicada nas redes sociais.

    A influenciadora digital Virgínia Fonseca, em imagem publicada nas redes sociais.Reprodução/Instagram (@virginia)

  • Moraes libera provas da PF a réus do núcleo de Bolsonaro

    Moraes libera provas da PF a réus do núcleo de Bolsonaro

    Alexandre de Moraes: general Augusto Heleno foi o único a não indicar advogado até o momento para acessar a íntegra dos autos

    Alexandre de Moraes: general Augusto Heleno foi o único a não indicar advogado até o momento para acessar a íntegra dos autosPedro Ladeira/Folhapress

    O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, na noite dessa segunda-feira (12), que a Polícia Federal (PF) ofereça um link com acesso às provas colhidas nas investigações da trama golpista aos advogados dos réus do chamado “núcleo 1”. O grupo é composto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete aliados civis e militares, todos acusados de tentar reverter o resultado das eleições de 2022 e manter Bolsonaro no poder.

    A decisão atende a uma etapa da fase de instrução processual da Ação Penal 2668, iniciada após a Primeira Turma do STF aceitar a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 26 de março de 2025. Com o início da instrução, o processo entra em uma fase decisiva, com a coleta de provas, depoimentos de testemunhas e interrogatórios dos acusados

    Material sigiloso

    O conteúdo a ser liberado estava acautelado em sede policial e inclui elementos oriundos de múltiplas investigações (PETs 12100, 9842, 11108, 11552, 11781, 12159, 12732, 13236 e AP 2417). Esses materiais não foram anexados aos autos nem usados como base para a denúncia da PGR, mas serão agora acessíveis às defesas para garantir o direito ao contraditório e à ampla defesa

    A Polícia Federal organizou e armazenou todos os arquivos em seu servidor próprio e, conforme a determinação do ministro, deverá enviar imediatamente o link de acesso para os advogados indicados pelas defesas, mediante a assinatura de termo de confidencialidade.

    Réus e defesas habilitadas

    De acordo com Alexandre de Moraes, os seguintes réus do núcleo 1 já tiveram suas defesas devidamente habilitadas para receber o material:

    • Jair Bolsonaro, ex-presidente da República;
    • Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin;
    • Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF;
    • Mauro Cid, tenente-coronel e ex-ajudante de ordens;
    • Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa;
    • Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil;
    • Almir Garnier, ex-comandante da Marinha.

    Apenas a defesa do general Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), ainda não indicou o advogado responsável para acessar o conteúdo, conforme observou Moraes na decisão

    Com as defesas já habilitadas e em posse do material probatório, a ação penal segue para o aprofundamento da instrução processual. Essa fase precede o julgamento final do STF, que decidirá se os acusados são culpados ou inocentes. Os crimes imputados incluem tentativa de golpe de Estado, abolição do Estado Democrático de Direito e outros delitos correlatos.

  • “Bora pra cima”: assista à fala inicial de Virgínia Fonseca em CPI

    “Bora pra cima”: assista à fala inicial de Virgínia Fonseca em CPI

    A influenciadora digital Virgínia Fonseca usou o bordão “bora pra cima” em suas alegações iniciais em sessão da CPI das Bets. O depoimento é realizado nesta terça-feira (13).

    Virgínia tinha 20 minutos para falar, mas optou por fazer um pronunciamento breve. Assista abaixo à fala da influenciadora e, mais adiante, leia a transcrição:

    “Bom dia a todo mundo, primeiramente. Estou um pouco nervosa, primeira vez fazendo isso. Mas enfim, para quem não me conhece, eu comecei na internet com 17 anos, hoje tenho 26, completei agora em abril. Sempre fui eu tomando conta de tudo, porque meu pai não apoiava, e minha mãe… apoiava, mas ela não sabia lidar com as coisas, então ela deixava eu ir, eu ir, eu ir… E eu fui.

    Mas minha carreira deu uma reviravolta quando eu conheci o Zé, que foi quando a gente começou a morar juntos, eu engravide, a gente casou, eu engravidei de novo, engravidei de novo, hoje a gente está com três filhos. E no meio disso tudo eu sou influencer, e aí eu virei mãe e levei meus pais para morar comigo… Então, influencer, mãe, filha, me tornei empresária nesse tempo e apresentadora, e hoje eu sou tudo isso. E espero poder esclarecer todas as dúvidas aqui hoje, e quero agradecer também a oportunidade de poder fazer isso, porque tem muitas coisas que a gente não pode falar na internet, que a gente não tem a liberdade de falar. Então acredito que vou poder falar aqui hoje, estou muito grata, e é isso. Que Deus abençoe a nossa audiência. Bora pra cima.”

    Placa indicando o lugar de Virgínia Fonseca na CPI das Bets.

    Placa indicando o lugar de Virgínia Fonseca na CPI das Bets.Edilson Rodrigues/Agência Senado

  • Cleitinho tira foto com Virgínia em CPI: “Tomei seu pré-treino hoje”

    Cleitinho tira foto com Virgínia em CPI: “Tomei seu pré-treino hoje”

    O senador Cleitinho (Republicanos-MG) pediu à influenciadora Virgínia Fonseca durante sessão da CPI das Bets, nesta terça-feira (13), para que tirasse uma foto com ela, e pediu para a apresentadora mandar um abraço para sua esposa e filha. Virgínia aceitou e disse que já havia assistido a vídeos feitos pelo senador. Veja a cena abaixo.

    Em sua fala na CPI, Cleitinho também fez um apelo à influenciadora e disse que ela não precisa assinar contratos para a divulgação de jogos de azar – que, segundo ele, deveriam ser banidos no país. O parlamentar também disse que a influenciadora é “geradora de riqueza” e “gera emprego”, e que sua intenção não é “apontar o dedo” para ela.

    Virgínia com o senador Cleitinho (Republicanos-MG) em sessão da CPI das Bets.

    Virgínia com o senador Cleitinho (Republicanos-MG) em sessão da CPI das Bets.Reprodução/YouTube

    Cleitinho também afirmou que fez uso de um produto pré-treino (para atividades físicas) da influenciadora, que descreve como “maravilhoso”. Acompanhe a sessão em vídeo aqui.

  • Virgínia Fonseca nega ter lucrado com prejuízo de apostadores

    Virgínia Fonseca nega ter lucrado com prejuízo de apostadores

    Virgínia na CPI:

    Virgínia na CPI: “Nunca falei pra pessoa entrar e fazer o dinheiro da vida dela”Edilson Rodrigues/Agência Senado

    A influenciadora digital e apresentadora do SBT Virgínia Fonseca presta depoimento nesta terça-feira (13) à comissão parlamentar de inquérito (CPI) do Senado que apura suspeitas de crimes envolvendo casas de apostas online. Virgínia negou aos senadores que tenha recebido comissão em troca de aumento do lucro de uma dessas empresas, a Esportes da Sorte, conforme noticiado pela revista Piauí em janeiro.

    Durante o depoimento, Virginia se defendeu das acusações com base nos contratos que firmou com as plataformas. Segundo ela, o acordo com a Esportes da Sorte, apontado como um dos principais contratos de publicidade, previa um valor fixo e uma bonificação apenas se houvesse aumento significativo de lucro para a empresa, o que, segundo a influenciadora, não ocorreu.

    Assista às explicações da influenciadora na CPI:

    “Eu fechei o meu contrato com o Esportes da Sorte e esse valor que eles me pagaram, se eu dobrasse o lucro dele, eu receberia 30% a mais da empresa, em momento algum, sobre perdas dos meus seguidores. Nunca teve sobre isso no contrato.”

    Questionada pelo senador Izalci Lucas (PL-DF), Virginia reforçou que seu contrato de publicidade não previa remuneração sobre o valor perdido por quem acessava as plataformas.

    “O meu contrato não tem nada de anormal. Então, o que aconteceu foi isso, mas que nem foi atingido esse valor, nem foi dobrado. Então, eu nunca recebi um real a mais do que o meu contrato de publicidade que eu fiz por 18 meses. Então, era um valor fixo.”

    Ela também explicou que cláusulas semelhantes existiam em contratos com outras empresas, não apenas com plataformas de apostas.

    “Lembrando que isso era uma cláusula padrão, que na época, com todos os outros meus contratos, eram assim, com todas as outras empresas. Então, não era só bets. Todos os outros eram assim.”

    Virginia afirmou que sempre seguiu as normas do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) ao promover jogos de aposta nas redes sociais.

    “Quando eu posto, deixo muito claro que é um jogo, que menores de 18 anos não podem jogar, para jogarem com responsabilidade, coloco as imagens do Conar, nunca falei pra pessoa entrar e fazer o dinheiro da vida dela, mas não sei como as outras pessoas fazem. Tudo o que me passaram pra fazer, eu faço. Sempre deixo claro as exigências.”

    Ao ser confrontada sobre possíveis documentos que indicariam cláusulas de remuneração vinculadas às perdas dos seguidores, Virginia negou veementemente:”Não, não tem isso. Eu posso passar o contrato para o senhor. Não tem isso.”

    A influenciadora também comentou por que não se manifestou na época da publicação da reportagem da Piauí, que revelou detalhes sobre seu contrato com a Esportes da Sorte. “Na época, saiu [essa reportagem] e eu não podia responder por questão de confidencialidade, fui orientada pelo meu advogado na época”, disse.

    A CPI das Apostas foi instalada para investigar possíveis crimes financeiros, lavagem de dinheiro e aliciamento de influenciadores por plataformas de apostas esportivas e cassinos virtuais. O depoimento de Virginia ocorre em meio à pressão para regulamentação mais rígida sobre publicidade e monetização nesse setor. Até o momento, a comissão já colheu depoimentos de empresários, publicitários e especialistas do setor.

  • Virgínia usa direito ao silêncio e não diz o quanto ganhou com bets

    Virgínia usa direito ao silêncio e não diz o quanto ganhou com bets

    A influenciadora digital Virgínia Fonseca negou-se a responder qual é o maior valor que já recebeu para divulgar algum jogo de apostas. Em sessão da CPI das Bets nesta terça-feira (13), Virgínia disse que se reserva o “direito de ficar calada” ao ser questionada pela senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) sobre o valor máximo que ganhou com contratos de publicidade das bets.

    A resposta foi direta e a senadora, que é relatora da CPI, não insistiu:

    Soraya ThronickeQual foi o maior valor que a sra. recebeu por uma campanha de apostas?

    Virgínia FonsecaEu me reservo o direito de ficar calada.

    S.T.Esses valores foram declarados à Receita Federal?

    V. F.Todos.

    Ao se negar a responder a pergunta, Virgínia estava recorrendo à decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, que deu um salvo-conduto à influenciadora para que ela pudesse silenciar em perguntas e não se incriminar. Também foi a medida de Gilmar que permitiu que Virgínia depusesse na CPI acompanhada de seu advogado.

    Virgínia Fonseca, acompanhada do advogado, em sessão da CPI das Bets.

    Virgínia Fonseca, acompanhada do advogado, em sessão da CPI das Bets.Edilson Rodrigues/Agência Senado

  • Nunca prometi dinheiro da vida, afirma Virgínia à CPI das Bets

    Nunca prometi dinheiro da vida, afirma Virgínia à CPI das Bets

    Virgínia:

    Virgínia: “Sempre deixo muito claro que é um jogo que pode ganhar e pode perder”Edilson Rodrigues/Agência Senado

    Em depoimento à CPI das Bets, no Senado, a influenciadora e apresentadora Virgínia Fonseca afirmou nesta terça-feira (13) que age com responsabilidade ao fazer publicidade para casas de apostas.

    Assista ao trecho do depoimento:

    “Quando eu posto, eu sempre deixo muito claro que é um jogo que pode ganhar e pode perder, que menores de 18 anos são proibidos na plataforma, que se a pessoa possui qualquer tipo de vício, o recomendado é não entrar, e que deve-se jogar com responsabilidade”, declarou.

    “Coloco sempre todas as imagens exigidas pelo Conar, então eu sempre deixo isso claro. Nunca falei para a pessoa entrar para fazer o dinheiro da vida dela, nunca pontuei isso. Estou falando por mim, não sei como outros influenciadores fazem”, acrescentou.

    Questionada pelo senador Izalci Lucas (PL-DF) sobre a necessidade de aperfeiçoar a legislação relacionada à publicidade das apostas, Virgínia respondeu:

    “Eu acho que, se for para melhorar, tudo que é para melhorar a gente está aí para agregar. Eu comecei há um tempo atrás, era de outro jeito, então sempre que surgem novas orientações, eu falo mais. Estou sempre aberta. O que for para melhorar, é só mandar para mim que eu faço do jeito que tiver que ser feito”.

  • Na CPI das Bets, Virginia afirma: minha conta no jogo é real

    Na CPI das Bets, Virginia afirma: minha conta no jogo é real

    A influenciadora Virginia Fonseca afirmou nesta terça-feira (13) durante a CPI das Bets que utiliza contas reais ao participar de jogos nas plataformas que divulga.

    Virgínia declarando a autenticidade de suas contas de apostas ao ser questionada por Soraya Thronicke

    Virgínia declarando a autenticidade de suas contas de apostas ao ser questionada por Soraya ThronickeEdilson Rodrigues/Agência Senado

    A declaração foi dada após questionamento da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) sobre a autenticidade das contas exibidas nos vídeos promocionais. “Os vídeos em que a senhora aparece jogando foram gravados com essa conta real?”, perguntou a senadora.

    Virgínia explica que a casa de apostas envia o login e senha de sua conta para divulgação. Ao ser novamente questionada pela parlamentar, afirmou que a plataforma divulgada é a mesma utilizada por seus seguidores.

    Veja o vídeo:

  • Vídeo: Virgínia confunde microfone com canudo na CPI das Bets

    Vídeo: Virgínia confunde microfone com canudo na CPI das Bets

    Virgínia Fonseca depõe à CPI das Bets no Senado

    Virgínia Fonseca depõe à CPI das Bets no SenadoEdilson Rodrigues/Agência Senado

    A influenciadora e apresentadora Virgínia Fonseca protagonizou um momento inusitado durante seu depoimento à CPI das Bets no Senado, nesta terça-feira (13). Enquanto respondia aos senadores, confundiu o microfone com o canudo de sua garrafa Stanley rosa e levou o aparelho à boca como se fosse beber água.

    “Aí não, pô. Chupei o canudo, o trem, achando que era a garrafa”, comentou, rindo da situação, enquanto senadores e presentes na comissão também se divertiam com o deslize.

    O momento foi rapidamente capturado pelas câmeras da transmissão oficial e viralizou nas redes sociais, somando milhares de visualizações em poucos minutos.

    Virgínia prestou depoimento em uma reunião que faz parte das investigações da CPI sobre a atuação de influenciadores na promoção de casas de apostas online, em especial aquelas que operam sem regulamentação clara no Brasil.

    Ela compareceu amparada por uma decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que lhe garantiu o direito de permanecer em silêncio diante de perguntas que possam incriminá-la.

    Durante o depoimento, a influenciadora negou ter lucrado com as perdas dos seguidores e disse que sempre segue as normas de publicidade, como as orientações do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar).

    “Nunca prometi dinheiro da vida”, afirma Virgínia à CPI das Bets

    Cleitinho tira foto com Virgínia em CPI: “Tomei seu pré-treino hoje”

  • “Não tenho salário para viver”, diz Kajuru na CPI com Virgínia Fonseca

    “Não tenho salário para viver”, diz Kajuru na CPI com Virgínia Fonseca

    O senador Jorge Kajuru (PSB-GO) afirmou nesta terça-feira (13) que precisou retomar a carreira na televisão por não conseguir viver com o salário de parlamentar. A declaração foi feita durante audiência da CPI das Apostas Esportivas, no Senado, enquanto a influenciadora Virgínia Fonseca prestava depoimento. O salário bruto de cada senador é de R$ 46 mil.

    “Até porque, como senador, eu não tenho salário para viver”, disse Kajuru, ao justificar sua volta à TV. O parlamentar usou parte da fala para criticar os benefícios pagos a congressistas e exaltou sua postura pessoal. “Sou o único senador da história do Brasil que não aceita nenhum centavo dos privilégios e mordomias que existem para cada parlamentar”, declarou.

    Veja o vídeo:

    Ele também relatou que recebeu ajuda financeira de outros senadores para quitar dívidas judiciais. “O Eduardo Girão (Novo-CE) me emprestou, inclusive, dinheiro para eu pagar um processo do Alexandre de Moraes contra mim, o ministro. O outro que me emprestou dinheiro foi o Oriovisto Guimarães (PSDB-PR). E que fique bem claro, eu já os paguei”.

    O senador disse ainda que, em seu gabinete, os próprios assessores dividem custos básicos. “O meu gabinete não aceita o café do seu dinheiro público. Os assessores dividem no meu gabinete o café, a água, o pão de queijo”.