Categoria: CONCURSOS

  • Os desafios da igualdade de gênero no mercado de trabalho

    São inúmeras as desigualdades existentes na sociedade brasileira. No mercado de trabalho, por exemplo, o desequilíbrio existente entre homens e mulheres são ainda mais notórios, quando levamos em consideração a diferença salarial, condições de trabalho, carga horária, entre outras. 

    Segundo dados divulgados pelo estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), cerca de 90% da população mundial tem algum tipo de preconceito contra mulheres. Por isso, os desafios para a igualdade de gênero precisam ser cada mais debatidos nos dias de hoje. 

    Para a gerente de comunicação da Rock Content, Lizandra Muniz, quando falamos de mulheres no mercado de trabalho e a conquista pela igualdade de gênero os desafios são muitos, pelo fato de o machismo estar enraizado na sociedade e a mulher ainda ser vista como inferior em diversos sentidos. 

    “O trabalho pela igualdade de gênero é diário e constante. Acredito muito na educação para mudarmos esses cenários. Para o homem entender como mudar seus comportamentos e para a mulher entender todas as oportunidades que ela pode ter e conquistar”, ressalta. 

    De acordo com o estudo de Estatísticas de Gênero, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2018, as mulheres trabalham, em média, três horas por semana a mais que os homens, combinando trabalhos remunerados, afazeres domésticos e cuidados de pessoas. 

    Para Aline Costa, psicóloga e psicanalista do Campo Lacaniano, no Rio de Janeiro, a divisão das tarefas domésticas no âmbito familiar está entre os principais desafios a serem enfrentados na conquista pela igualdade de gênero. 

    Além desses, Aline cita a igualdade de salários para o mesmo cargo dentro das empresas, maior representatividade política dentro das câmaras e congressos e, por fim, a diminuição da violência física e psicológica contra a mulher que manifesta-se quase que em todos os lugares, seja pelo assédio ou pelo feminicídio.

    “O combate a esses desafios vai desde a mudança no discurso, passando por penas mais severas nas infrações e fomento das políticas públicas, como o aumento do número de creches”, argumenta a psicóloga. 

    Lizandra completa dizendo que a mulher precisa sempre se provar capaz de exercer alguma função e que sempre temos as mesmas oportunidades já que, desde crianças, as mulheres são ensinadas a se voltarem às tarefas domésticas. 

    “Existem áreas inteiras que são dominadas por homens, porque é ensinado para a mulher que ela não pode ir para a ciência. Precisamos muito debater esses papéis, principalmente para jovens garotas entenderem que elas podem ser o que quiserem.” 

    mulheres trabalhando
    Desigualdade de gênero ainda é alta no mercado de trabalho brasileiro
    (Foto: Divulgação)

    Mudanças necessárias para uma sociedade menos desigual 

    Sabemos que os desafios para uma sociedade e, consequentemente, um mercado de trabalho menos desigual são grandes. No entanto, o que podemos fazer para que, no futuro, não haja tantas disparidades entre homens e mulheres? 

    Conforme Lizandra, o machismo vai, inevitavelmente impactar na carreira e nas oportunidades de trabalho de todas as mulheres. Por outro lado, a gerente de comunicação acredita que a educação é a saída para combatê-lo. 

    “Precisamos falar sobre isso não só nas salas de aula, mas também nas empresas e em qualquer outro ambiente que estamos inseridos. Deve ser um trabalho que vai muito além do Dia da Mulher. As empresas precisam ‘comprar’ essa briga e acreditar na diversidade, não só porque é uma palavra bonita, mas como um compromisso com a sociedade. É essencial que haja conversas, discussões e uma educação dos funcionários para entenderem tudo que permeia a igualdade de gênero”, afirma.

    Segundo Lizandra, comportamentos machistas devem ser coibidos e um código de conduta dos funcionários é importante para que haja um maior equilíbrio no mercado de trabalho. 

    “O time de RH deve estar preparado para lidar com essas questões e analisar cada caso que possa surgir. As mulheres da empresa precisam sentir que estão em um ambiente seguro”, aponta a gerente. 

    Aline percebe que os ajustes necessários para que haja um maior equilíbrio no mercado de trabalho devem ser feitos nas ideias enraizadas dentro da sociedade e das empresas até os dias atuais. De acordo com a psicóloga, o fato de o homem ter que ganhar mais por ser o provedor da casa é uma falácia, pois 39,8% dos domicílios brasileiros possuem mulheres arrimo de família. 

    Ela destaca, ainda, que algumas mudanças nas leis são necessárias para que aconteça esses ajustes na sociedade:

    “A licença-maternidade, por exemplo, poderia passar a ser compartilhada, já que metade das mulheres deixam o emprego após o nascimento do primeiro filho. Isso as colocam na situação de dependência econômica dos maridos e mais sujeitas a relações abusivas. As que permanecem em seus empregos sentem-se ameaçadas, seja porque terão maior dificuldade de serem promovidas, seja porque podem ser demitidas.”

    Sobre as expectativas para o futuro 

    A perspectiva de igualdade de gênero no ambiente de trabalho é de mais de 200 anos, segundo relatório do Fórum Econômico Mundial (FEM). O que fazemos até lá? Como podemos contribuir para que essa mudança aconteça? 

    Lizandra garante que muitos aspectos já melhoraram. Hoje, por exemplo, existem muitas mulheres em posições de liderança e com ótimas carreiras, mas para outras minorias, ainda temos muito caminho pela frente. 

    Segundo a gerente de comunicação, é muito importante que as mulheres se unam, sejam mentoras para aquelas que estão em início de carreira e participem ativamente na contribuição e no crescimento umas das outras. 

    “Muitas mulheres têm uma autoestima baixa quando falamos de carreira e de credibilidade técnica. Precisamos nos ajudar, fazer grupos para falarmos sobre nossas questões, comprar a briga uma da outra.” 

    Já em relação aos homens, Lizandra afirma que é essencial que eles reconheçam e tentem entender quais comportamentos ainda se repetem e que podem ser prejudiciais. Diante disso, ela julga necessário que os homens:

    • Busquem informação;
    • Se eduquem; 
    • Tenham empatia por suas colegas de trabalho e dê voz a elas; e
    • Incentive seus projetos.

    “Chame a atenção dos seus amigos e colegas caso perceba que eles estão repetindo padrões machistas. Fale caso veja alguma injustiça acontecendo. De nada adianta empresas investirem em treinamentos de diversidade se não houver um comprometimento por parte dos homens em realmente aprender e mudar. Todos nós precisamos contribuir ativamente para mudar o cenário”, completa.

    Aline Costa finaliza dizendo que devemos repreender e reportar atitudes machistas ou de assédio em qualquer ambiente. Pesquisar e votar em candidatas mulheres não só pela representatividade, que é importante, mas também para defesa das causas que giram em torno da desigualdade cada vez maior entre os sexos.

    “Dentro das empresas, devemos cada vez mais valorizar e estimular a seleção imparcial, apoiar iniciativas que promovam a mesma renumeração para cargos equivalentes e, se possível, promover cursos sobre diversidade e combate ao preconceito.”

  • UFPB oferta 400 vagas em curso preparatório para o Enem

    O campus Bananeira da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) está com inscrições abertas para o curso preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Ao todo, são ofertadas 400 vagas, sendo 290 destinadas à comunidade externa, 80 aos alunos do ensino médio do Colégio Agrícola Vidal de Negreiros (CAVN) e 30 para filhos de servidores da UFPB.

    Em caso de não preenchimento das vagas pelos alunos do CAVN, estas serão preenchidas pela demanda de alunos da comunidade extra universitária e vice-versa. 

    Para participar do processo seletivo é preciso atender aos seguintes requisitos: 

    • Estar cursando o ensino médio em escolas públicas; 
    • Ter concluído o ensino médio em ano anterior a 2019;
    • Não estar matriculado em curso presencial em instituição de ensino superior; e
    • Pertencer comprovadamente à camada social de baixa renda familiar.

    PUC Minas oferece cursos gratuitos para capacitar jovens e adultos 

    As aulas terão início no dia 6 de abril e serão ministradas de segunda a sexta, das 18h às 22h, no Bloco de Aulas Alcides Marcelino, no Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA), localizada no campus III da UFPB. 

    Confira o edital ♦

    jovens com cadernos e mochilas
    UFPB inscreve para curso preparatório para o Enem
    (Foto: Divulgação)

    Inscrições para curso preparatório da UFPB vão até o dia 13 de março

    Os interessados podem se inscrever pelo e-mail (cursinhoproenem.cchsaufpb@gmail.com), até o dia 13 de março. No ato da inscrição,  o candidato deverá preencher a ficha (anexo I do edital) e anexar os seguintes documentos: 

    • uma foto 3×4; 
    • cópia da Identidade e do CPF; 
    • cópia do histórico escolar do ensino médio ou certificado de conclusão; 
    • comprovante de residência; 
    • comprovante de renda familiar; 
    • declaração que comprove estar cursando o ensino médio; e 
    • resultados do Enem de anos anteriores.

    A taxa de inscrição será um quilo de alimento não perecível, uma resma de papel A4 com 500 folhas ou um brinquedo infantil. Os materiais deverão ser entregues no ato da prova de seleção. 

    Inscrições para curso de empreendedorismo na UFMG é neste sábado, 7

    Candidatos serão avaliados por prova objetiva 

    A seleção dos candidatos será feita por uma prova escrita com 20 questões objetivas, sendo dez de Língua Portuguesa e dez de Matemática. Os conteúdos abordados são referentes aos conteúdos curriculares dos programas escolares dos 1º, 2º e/ou 3º anos do ensino médio. 

    Também haverá uma avaliação do questionário socioeconômico, sendo pontuados de acordo com os critérios estabelecidos nos termos do projeto básico. 

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    A prova escrita acontecerá no dia 16 de março, em uma segunda-feira, no Bloco de Aulas Alcides Marcelino, a partir das 19h30. O resultado da seleção será divulgado até o dia 20 de março. 

    O candidato aprovado e classificado deverá assinar um Termo de Compromisso concordando com as normas e condições estabelecidas pela Coordenação do Projeto. 

  • Desigualdades impactam na saúde da mulher no ambiente de trabalho

    Você sabia que as mulheres são as mais propensas a desenvolverem doenças ocupacionais? Ou seja, elas têm mais desafios a enfrentar quando o assunto é saúde no ambiente de trabalho

    Alguns fatores podem ser apontados como causa desta realidade. Entre eles, a dupla jornada e o acúmulo de responsabilidades.

    Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019, mostrou que as mulheres dedicam 18,5 horas semanais a cuidados de pessoas ou afazeres domésticos. Isso representou cerca de 70% mais tempo do que os homens (10,5 horas). 

    Além disso, estatísticas sobre o mercado de trabalho apontam que elas não usufruem das mesmas condições que os homens em diversos aspectos. Desde rendimento, formalização até a disponibilidade de horas para trabalhar. 

    A taxa de realização de afazeres domésticos das mulheres (92,2%) continua maior do que a dos homens (78,2%). Cozinhar foi a atividade com a maior diferença entre os sexos.

    Média de horas dedicadas a afazeres e/ou cuidados
    Homem ocupado 10,3
    Mulher ocupada 18,5
    Homem não ocupado 12,0
    Mulher não ocupada 23,8
    Média de horas efetivamente trabalhadas em todos os trabalhos
    Homem que fez afazer e/ou cuidado 39,9
    Mulher que fez afazer e/ou cuidado 34,8
    Homem que não fez afazer e/ou cuidado 39,0
    Mulher que não fez afazer e/ou cuidado 36,0
  • O mercado de trabalho está pronto para mais mulheres na liderança?

    Neste domingo, 8 de março, é celebrado o Dia Internacional da Mulher. Mas mesmo com uma presença cada vez mais forte no mercado de trabalho, inclusive em cargos de liderança, pesquisas revelam que ainda há muitos obstáculos para elas no ambiente profissional.

    De acordo um levantamento da Kantar, menos da metade dos brasileiros (41%) se sentem confortáveis com uma mulher ocupando um cargo de chefia na empresa. A taxa chega a 48% entre as mulheres e 33% dos homens.

    Dos 11 países avaliados, o Brasil ficou em 6º lugar, atrás do Canadá e dos Estados Unidos, e na frente da Índia e Rússia, por exemplo. Mas o que falta para o mercado de trabalho estar pronto para mais mulheres na liderança?

    De acordo com a especialista de Recursos Humanos da Gi Group Brasil, Karen Moura, as empresas estão preocupadas em estabelecer políticas para aumentar a representatividade das mulheres na organização, mas acabam esquecendo que o trabalho mais eficaz é a transformação cultural.

    “Em contrapartida, as mulheres também precisam rever seus paradigmas e ter uma mudança de mindset, afinal de contas, nós mulheres podemos ser o que quisermos ser. Políticas e metas são fundamentais para darmos o primeiro passo, mas não são o suficiente para a transformação cultural”, explica. 

    Segundo a especialista, a sociedade ainda é muito sexista, o que dificulta o crescimento da mulher no mercado de trabalho. Para ela, ainda há vieses que colocam a mulher como mãe, “dona do lar” e cuidadora dos filhos e do esposo, além do homem, por sua vez, como o provedor da família.

    “Por isso, muitos homens ainda possuem alta resistência à liderança feminina. Desta forma, ao serem liderados por mulheres, sentem-se diminuídos”, afirma.

    De acordo com a especialista, para mudar esta realidade, as mulheres precisam quebrar seus paradigmas e se sentirem seguras para mostrar sua competência e dedicação ao trabalho. Na divisão das tarefas familiares, Karen Moura é categórica:

    “Sintam-se confortáveis com a participação dos pais. Compartilhe as responsabilidades com outros para que possa conciliar a carreira e a vida em família com equilíbrio”, diz.

    “Equidade de gênero é uma luta de muitas gerações”

    São com essas palavras que a vice-presidente de Finanças da Prudential do Brasil, Thereza Moreno, fala sobre a importância da liderança feminina. Até chegar ao cargo que ocupa hoje, a executiva passou pela diretoria das áreas Atuarial, de Produtos, Inteligência de Mercado, Sinistros, entre outras, além de mais quatro empresas.

    Atualmente, ela ocupa um cargo anteriormente ocupado por um homem. “Assumir o posto foi desafiador, porém muito gratificante, pois encontrei apoio de todo o time. Claro, que atritos e conflitos pontuais são comuns, mas o empenho e dedicação de uma equipe são cruciais diante de um processo de migração de função”, explica.

    Na Prudential, Thereza Moreno lidera uma equipe de 68 pessoas, em que 39 são homens. Para mudar a mentalidade das pessoas que ainda se sentem desconfortáveis com as mulheres na liderança, a vice-presidente é didática:

    “As empresas devem trabalhar esta mudança de cultura e pensamento por meio de projetos e debates que ressaltem a importância da diversidade e da igualdade de direitos entre homens e mulheres para o desenvolvimento sustentável da sociedade como um todo. Desta forma, também alcançaremos a proporcionalidade no mundo corporativo”.

    Na Prudential do Brasil, Thereza revela que há um Comitê de Diversidade que desenvolve programas, anualmente, com esse foco. No entanto, segundo ela, o papel também deve ser feito pelas profissionais. 

    “É um cenário desafiador, afinal, equidade de gênero é uma luta de muitas gerações, que proporcionaram grandes conquistas para o mundo atual. Por isso, é preciso que essa luta continue, já que ainda temos muito que conquistar. É preciso que cada mulher faça o seu papel nesse processo e que exista a sororidade entre todas nesse momento”, diz.  

    Mulheres na liderança (Foto: Divulgação)
    Thereza Moreno é vice-presidente de Finanças
    da Prudential do Brasil (Foto: Divulgação)

     

    Para a vice-presidente, é fato que ainda existe falta de proporcionalidade no mercado corporativo, seja para mulheres, como para negros e outros grupos.

    “Faltam vozes para serem ouvidas e, com isso, o preconceito de viés inconsciente  faz com que pessoas passem por situações as quais precisam se impor, argumentar e se defender para serem ouvidas. Em um ambiente igualitário e inclusivo, isso não ocorreria”, explica.

    A importância de políticas empresariais e salariais

    Segundo dados levantados pela Catho, mulheres ainda ganham menos que os homens em todos os níveis de escolaridade. Profissionais com pós-graduação ou especializações, por exemplo, chegam a ganhar 49% a menos.

    Ainda de acordo com a pesquisa, as mulheres possuem maior grau de escolaridade, principalmente relacionado a doutorado e mestrado, nos quais mais de 50% possuem a qualificação. Por outro lado, profissionais do gênero masculino, com as mesmas habilidades técnicas, chegam a ganhar cerca de 40% a mais.

    “A formação profissional é um dos principais fatores para o desenvolvimento na carreira e, consequentemente, na promoção de melhores salários e demais benefícios. No entanto, os dados apontam o contrário, ou seja, apenas formação, qualificação e experiência profissional ainda são insuficientes para igualá-las”, afirma a gerente sênior da Catho, Tábitha Lauri.

    Um do principais motivos para esta diferença é o poder de negociação. Segundo a Pesquisa dos Profissionais Brasileiros da Catho, em 2019, 89% das mulheres aceitaram a primeira proposta oferecida por uma empresa, enquanto entre os homens esse valor é de 75%.

    Ainda de acordo com o levantamento, 25% dos homens negociam a remuneração salarial antes de aceitar uma proposta de emprego. No entanto, entre as mulheres, esse valor é de 11%.

    “Há uma série de pressões externas que desencorajam as mulheres a pedirem o que desejam no momento de negociação. Muitas das vezes, elas não identificam que podem sim pedir um aumento salarial ou benefício. A negociação deve ser vista como uma ferramenta que está também ao alcance das mulheres”, ressalta Tábitha Lauri.

    Para a especialista de RH da Gi Group Brasil, o cenário tem mudado. Segundo ela, muitas empresas têm oferecido salários de acordo com as competências e não por gênero. No entanto, não só as políticas salariais precisam mudar, mas as empresariais também. 

    “As empresas devem atuar continuamente com políticas que abranjam benefícios igualitários, como auxilio creche para todos (homens e mulheres)”, diz.

    Na Gi Group, Karen Moura revela que foi implementada a licença paternidade. “Uma iniciativa que faz muita diferença e tem grande impacto positivo na vida das pessoas”.

    A especialista cita ainda o avanço em algumas empresas, que já estão adotando benefícios de acordo com a necessidade dos seus profissionais, como auxílio creche, horários e rotina de trabalho mais flexíveis, entre outros. Mas independente dos obstáculos, a especialista de RH deixa um recado.

    “A gente pode ser o que quiser. Sintam-se seguras com as suas escolhas familiares, pessoais e profissionais”, conclui.

    Já Thereza ressalta a importância de sempre fortalecer o espírito de trabalho em equipe, agarrar todas as oportunidades que lhe são positivas e buscar conhecimento sempre.

    “Por fim, para melhorar o equilíbrio profissional e pessoal, invista no autoconhecimento. Se conhecer, saber suas aspirações e seus limites ajuda muito a ter sucesso em qualquer âmbito. Sucesso é ser feliz em todas as fases da vida”, conclui.

  • Sebrae lança projeto para fomentar empreendedorismo feminino

    Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Sebrae preparou para o mês de março uma série de atividades especiais para empreendedoras. Um dos destaques desta iniciativa é o lançamento de um espaço exclusivo dentro do Portal Sebrae, dedicado ao empreeendedorismo feminino.

    A ideia é que a página funcione como uma porta de entrada para os serviços e soluções oferecidos pelo Sebrae. Além disso, será um espaço para incentivar mulheres a empreender de forma sustentável. 

    Serão disponibilizados às empreendedoras diversos conteúdos como artigos sobre empreendedorismo feminino, dicas e informações sobre os projetos do Sebrae voltados para mulheres que sonham em empreender ou já possuem uma empresa. Por meio desse novo projeto, as mulheres também poderão compartilhar suas experiências entre si, contando suas histórias de superação no mundo dos negócios.

    A coordenadora nacional de projetos de empreendedorismo feminino do Sebrae, Renata Malheiros, destacou que a criação da página foi pensada, justamente, para reforçar a importância de políticas de sensibilização e de tomada de consciência para mulheres.

    “As mulheres enfrentam mais desafios para se tornarem donas de seus próprios negócios e há muito desconhecimento das dificuldades enfrentadas. Existe uma questão cultural que influencia muito, e, é preciso reforçar constantemente esse discurso que as mulheres são capazes de empreender”, explicou.

    Empreendedoras poderão usar o portal do Sebrae para compartilhar suas experiências
    (Foto: Pixabay)

    O mercado de trabalho está pronto para mais mulheres na liderança

    Levantamento aponta diferença salarial entre homens e mulheres

    A questão cultural mencionada é justificada pelo resultado de um estudo realizado pelo próprio Sebrae. Com base em cruzamento de pesquisas sobre empreendedorismo.

    Segundo os resultados desse levantamento, o salário médio dos homens supera o das mulheres em todos os níveis de escolaridade. No entanto, essa diferença de remuneração diminui à medida que as mulheres alcançam o nível superior.

    Homens com nível superior costumam receber 36% mais que as mulheres. Enquanto, o salário deles é de, em média, R$5.228, o das mulheres fica na média de R$3.840. 

    Já para os que têm até o ensino médio completo, a diferença é a maior entre todas as faixas. Os homens com esse nível de escolaridade chegam a ganhar 53% a mais que as concorrentes do sexo feminino. Enquanto, o salário delas gira em torno de R$1.586, para eles, o valor médio é de R$ 2.421.

    Homens com o nível fundamental costumam receber um salário médio de R$1.638 e as mulheres, R$1.102. São 49% de diferença salarial.

    + Os desafios da igualdade de gênero no mercado de trabalho

    Questão cultural é um desafio para mulheres no mundo dos negócios

    Foi examinada, ainda, a categoria de profissionais denominada “sem instrução”. Nessa faixa, foi analisado que os homens conquistam uma remuneração até 28% maior que a das mulheres, sendo os valores de R$867 e R$647, respectivamente.

    No entendimento do presidente do Sebrae, Carlos Melles, as questões culturais são um dos principais desafios para mulheres no ambiente dos negócios. 

    “Quando homens e mulheres superarem as crenças limitantes e os estereótipos culturais, equiparando responsabilidades em casa e na empresa, as empreendedoras terão mais chances de prosperar não só nas empresas, mas em suas vidas em sociedade”, disse.

  • Lacta oferece mais de 4 mil vagas de emprego para Páscoa

    Assim como o Natal, o período de Páscoa aumenta as contratações temporárias para reforçar as equipes de venda devido o aumento nas compras que é impulsionado pela festividade. É o caso da Lacta, empresa fabricante de chocolate, que abriu mais de 4 mil vagas em todo o país.

    Somente no Estado de São Paulo são ofertadas 1.800 oportunidades. As chances são destinadas a candidatos que sejam maiores de idade, porém não exigem experiência. A escolaridade exigida é o nível médio ou fundamental, este último apenas para candidatos com deficiência.

    O período de contrato será de 14 dias – de 30 de março a 12 de abril. A contratação temporária pode ser bom para quem busca uma grana extra no feriado, ganhar experiência ou até mesmo ter uma oportunidade de ser contratado futuramente, caso a empresa goste do serviço prestado. 

    Trampa Sampa: plataforma auxilia na busca de vagas temporárias

    Pizzaria Domino’s tem vagas de emprego no Rio, São Paulo e Minas

    Os contratados vão trabalhar nos principais pontos de vendas do país. Ficarão responsáveis pelo auxílio aos clientes na compra dos produtos, como os tradicionais ovos de chocolate.

    Como se inscrever?

    As inscrições são feitas de formas diferentes, por site ou por e-mail, de acordo com o Estado de interesse. Confira:

    São Paulo: https://pascoa.spotpromo.com.br/

    Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal: http://workongroup.com.br/lacta-oportunidade_pascoa/

    Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul: https://pascoa.spotpromo.com.br/

    Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte: https://www.agenciainfinito.com.br/

    Cidade de Petrolina (Pernambuco),  Bahia, Alagoas e Sergipedpromo.pascoa@gmail.com

    Ceará, Maranhão, Piauí, Tocantins, Pará, Amazonas, Rondônia, Acre, Amapá e Roraimahttp://workongroup.com.br/lacta-oportunidade_pascoa/

    Lacta abre vagas para Páscoa
    Lacta abre vagas temporárias em todo o país
    (Foto: Pixabay)

     

    Veja como funcionam as contratações temporárias

    As contratações temporárias são previstas na legislação brasileira desde 1974, mas um decreto publicado há alguns meses atualizou pontos dessa modalidade de trabalho. Mas, afinal, você sabe como funciona?

    Muitas pessoas confundem trabalho temporário com o trabalho informal. Porém são duas coisas completamente diferentes. As contratações temporárias são pautadas pela Lei n° 6.019/74, que entre outros termos, estabelece o registro do contrato na Carteira de Trabalho Digital.

    O trabalhador contratado por sazonalidade, ou seja, temporariamente, deve ter os mesmos direitos que um funcionário permanente: 

    • Salário compatível com o de outros que ocupam a mesma função;
    • jornada de trabalho de 44 horas semanais;
    • férias proporcionais;
    • folga remunerada; 
    • 13º salário e FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). 

    O trabalhador temporário só não terá direito à multa de 40% sobre o FGTS depositado nem ao pagamento de aviso prévio. A lei determina também que a contratação deve ser feita por uma agência credenciada pelo Ministério da Economia.

    O período de contrato temporário varia de acordo com as necessidades da empresa no momento. Mas esse trabalhador só pode ser contratado por, no máximo, 180 dias pelo mesmo empregador.

    + Leia mais

  • Indicador da FGV aponta queda no índice de desemprego em fevereiro

    A Fundação Getúlio Vargas, por meio do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), divulgou os resultados de dois indicadores que analisam tendências para o mercado de trabalho. Os resultados apresentados fazem referência ao mês de fevereiro.

    O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) cedeu 0,3 ponto em fevereiro, conforme demostra relatório apresentado pela FGV. O indicador é relacionado ao nível de emprego do país. Com uma combinação de sondagens da indústria, de serviços e do consumidor, o IAEmp antecipa os rumos do mercado de trabalho no país. 

    Apesar da queda, o indicador permaneceu em 9,0 pontos. Rodolpho Tobler, economista da FGV Ibre, explicou melhor sobre o resultado:

    “Depois de três altas consecutivas, o IAEmp acomodou em nível acima dos 90 pontos. O resultado mostra que apesar da trajetória positiva do mercado de trabalho nos últimos meses, a ligeira queda pode sugerir cautela com a continuidade da recuperação, considerando o cenário de alta incerteza econômica ”, disse.

    Ao todo, o IAEmp é composto por sete componentes. Deste total, quatro contribuíram para o recuo de fevereiro. Entre os principais, está a queda de 4,6 pontos do indicador que mede o grau de otimismo em relação ao emprego para consumidores nos próximos seis meses. 

    Em seguida, ficaram os indicadores de tendência dos negócios e do emprego previsto no setor de serviços. Estes apresentaram quedas de 2,6 e 2,2 pontos, respectivamente.

    Como se manter atraente para o mercado de trabalho década após década

    O mercado de trabalho está pronto para mais mulheres na liderança?

    Indicadores analisam o cenário do mercado de trabalho no país
    (Foto: Freepik)

    Caminho para melhora dos níveis de desemprego é longo, diz economista

    Mas o resultado mais positivo da pesquisa refere-se ao indicador que mede o índice de desemprego no país. A taxa apresentou queda e a expectativa é de que essa mesma tendência se mantenha para os próximos meses.

    O Indicador de Coincidente de Desemprego (ICD) caiu 0,6 ponto em fevereiro. Desta forma, o ICD ficou em 91,9 pontos, o menor nível registrado nos últimos quatro anos. 

    Na era digital, aplicativos auxiliam na busca por emprego

    O menor índice calculado antes desse tinha sido em agosto de 2015, com 89,5 pontos. Diferentemente do IAEmp, o ICD calcula a taxa de desemprego no país. Ou seja, quanto menor o número deste índice, melhor o resultado. 

    “A terceira queda consecutiva do ICD sugere continuidade da queda da taxa de desemprego no início de 2020. O indicador se aproxima dos níveis do início da última recessão, mas se encontra em patamar elevado, mostrando que ainda há um longo caminho de recuperação”, destaca o economista Rodolpho Tobler.

    A queda do ICD sofreu influência de duas das quatro classes de renda familiar. Na classe familiar com renda superior a R$ 9.600.00, o indicador de emprego local atual variou 2,6 pontos na margem. Já a classe familiar com renda entre R$ 2.100.00 e R$ 4.800.00, sofreu variação do indicador de emprego de 1,4 pontos.

  • FGTS poderá ser utilizado como garantia de aluguel residencial

    Inquilinos poderão utilizar o saldo do FGTS como garantia para pagar o aluguel da casa. O Projeto de Lei 277/20, que altera a Lei do Inquilinato, está tramitando na Câmara dos Deputados, em caráter conclusivo. 

    O autor do texto é o deputado Eduardo Bismarck (PDT-CE). De acordo com ele, a medida vai beneficiar os trabalhadores que não conseguem poupar dinheiro o suficiente para comprar a casa própria. 

    “Nem sempre o funcionário tem condições de utilizar seus recursos para adquirir seu imóvel próprio, mas, sim, para a sua locação.”

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    PL modifica lei do Inquilinato e do FGTS

    Para viabilizar a medida, o PL 277/20 também deverá modificar a Lei do FGTS. O novo texto visa incluir a garantia em contrato de aluguel entre as situações em que a conta vinculada pode ser movimentada pelo trabalhador.

    A proposta permite que a conta vinculada no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) seja usada como garantia do aluguel residencial. As informações foram divulgadas pela Agência Câmara de Notícias.

    O deputado Bismarck acredita que o uso do FGTS como garantia de locação vai incentivar o trabalhador a acumular saldos maiores para contratos de aluguel mais caros. De modo a adquirir uma residência mais qualificada para ele e sua família.

    Trabalhadores celetistas poderão usar o FGTS como garantia de aluguel
    (Foto: Reprodução)

    Entenda como vai funcionar a tramitação do projeto

    O projeto de lei está tramitando na Câmara em caráter conclusivo. Ou seja, será votado apenas pelas comissões designados para analisá-lo, sendo dispensada a deliberação do Plenário.

    As comissões que vão analisar a proposta serão as de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    O projeto perde o caráter conclusivo somente se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente, de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para apreciação da matéria no Plenário.

    Caixa antecipa calendário do saque imediato do FGTS

    O que é o FGTS? Entenda!

    O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço foi criado com o objetivo de proteger o trabalhador demitido sem justa causa. Para receber o benefício, contudo, ele deve ter uma conta vinculada ao contrato de trabalho.

    No início de cada mês, os empregadores depositam o valor correspondente a 8% do salário do empregado em contas abertas na Caixa, em nome do funcionário. No caso de contratos de menores aprendizes, o percentual é de 2%.

    O valor do FGTS é o total desses depósitos mensais e pertence aos empregados. O FGTS não é descontado do salário do trabalhador.

    Em algumas situações, os trabalhadores podem dispor do total depositado em seus nomes. Todos aqueles cujo contrato de trabalho é regido pela CLT, firmado a partir de 5 de outubro de 1988 têm direito ao Fundo. 

    Também têm os trabalhadores rurais, os temporários, os intermitentes, os avulsos, os safreiros (operários rurais, que trabalham apenas no período de colheita) e os atletas profissionais. 

    Ao empregador doméstico foi facultado recolher ou não o benefício referente ao seu empregado até 30 de setembro de 2019. A partir de 1º de outubro do mesmo ano o recolhimento passou a ser obrigatório.

  • 77% dos microempreendedores nunca fizeram capacitação em finanças

    Empreender no Brasil tem seus percalços: 1 a cada 4 empresas fecha antes mesmo de completar 2 anos de vida, segundo informações do Sebrae. Entre as justificativas, a burocratização e a crise econômica lideram.

    No entanto, o Sebrae levanta outros pontos que podem influenciar no fechamento dessas empresas, e, um deles é a escolaridade – 34% dos empreendedores têm ensino fundamental incompleto.

    Isso não quer dizer que quem não estudou não vai conseguir empreender ou que um pós-graduado terá a fórmula do sucesso. Porém, em um mercado competitivo, não se pode negar que conhecimentos podem fazer a diferença.

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    Com a internet, por exemplo, acaba sendo necessário que o empreendedor saiba como planejar e executar ações de marketing no meio digital. Entretanto, o Sebrae revelou que há déficit de conhecimentos em áreas mais básicas, como gestão financeira

    Segundo o Sebrae, 77% dos Microempreendedores Individuais (MEI) nunca fizeram capacitação em finanças e 48% não fazem previsão de gastos. Quanto aos donos de microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), 52% admitiram que necessitam de uma maior capacitação na área de controle e gestão financeira.

    “É uma realidade de todos os que gerenciam uma empresa, mas no caso dos microempreendedores individuais (MEI), a situação fica mais escancarada”, aponta Hugo Cardoso, especialista do Sebrae.

    A gestão financeira é vital para o sucesso de qualquer negócio. Com a análise e o controle financeiro da empresa, é possível tomar decisões mais acertadas, e consequentemente, maximizar resultados

    77% dos empreendedores não tem capacitação em finanças
    (Foto: Pixabay)

    Como melhorar o orçamento da empresa?

    Misturar o orçamento da empresa com o das contas pessoais está entre os erros mais comuns. Observa-se que quanto mais o empreendedor é responsável sozinho pela gestão do negócio, mais suscetível ele fica para cometer tal prática.

    Para ajudar a organizar melhor o orçamento da sua empresa, o Sebrae preparou, junto a um especialista da área de finanças, cinco dicas. Confira:

    1. Tenha contas bancárias separadas

    O primeiro passo é separar a conta da empresa da conta pessoal. Hoje em dia, muitas instituições financeiras oferecem contas empresariais isentas de algumas cobranças ou com condições especiais. O Bradesco, por exemplo, oferece isenção de tarifas por 12 meses.

    2. Defina o seu pró-labore

    O pró-labore é o salário determinado para o proprietário da empresa e não deve ser confundido com os lucros. Tenha consciência de que o lucro deve ser utilizado, principalmente, para investir no crescimento da empresa.

    Sendo assim, você deve ajustar o seu custo de vida ao faturamento da empresa, e não o contrário. Para definir seu pró-labore, pergunte-se quanto pagaria para um profissional desempenhar as mesmas atividades ou quanto o mercado paga para alguém com a função.

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    3. Anote tudo que é retirado da empresa, seja em forma de produto ou serviço

    Saiba fazer o controle dos gastos da sua empresa e, para isso, anote tudo que é retirado ou utilizado, em forma de produto ou serviço. Dessa forma, deixe claro o que é retirado do seu pró-labore, ou seja, tenha controle do que é despesa pessoal e o que é despesa da empresa.

    Por exemplo, gastos com luz e fornecedores são despesas da empresa, enquanto gastos com lanches são despesas pessoais. Também tenha cuidado com despesas feitas para familiares e amigos, que muitas vezes acabam comprometendo o orçamento.

    4. Faça um plano de contas

    O plano de contas é uma ferramenta de controle que faz parte do fluxo de caixa e deve ser estruturado para que possibilite o acompanhamento das movimentações financeiras da sua empresa ao longo do tempo. Neste plano, enumere quais são as despesas e receitas pessoais e da empresa.

    5. Não desista e tenha constância

    Para quem nunca fez um controle financeiro, a tarefa pode parecer complicada. Tenha consciência de que no começo vai dar trabalho, mas os benefícios logo serão percebidos, após o período de no mínimo um mês. Não desista e tenha constância, pois aos poucos você irá perceber com mais clareza a situação das suas contas.

  • Distribuidora EBD ofertas vagas de empregos em várias cidades

    A Empresa Brasileira de Distribuição LTDA (EBD) está com vagas de emprego abertas para 51 postos de trabalho. As oportunidades são divididas para diversas cidades do país, entre elas, Rio de Janeiro, São Paulo, Campos Sales-CE, Barcarena-PA, Garanhuns-PE e outras. 

    Desde a sua fundação, em  1977, a EBD atua como grande parceira das indústrias, atuando em todas as etapas do ciclo de venda, desde o armazenamento, a venda propriamente, a distribuição dos produtos e a execução do ponto de venda. 

    Para quem está cursando ou já concluiu o ensino médio, há oportunidade para jovem aprendiz em Guarulhos, Boa Vista, Duque de Caxias, Rio de Janeiro, São Gonçalo e Piraí. As chances são para as seguintes áreas:

    • Administrativa;
    • Recursos humanos;
    • Trade;
    • Gente e gestão;
    • Financeira.

    Lacta oferece mais de 4 mil vagas de emprego para Páscoa

    Também há oportunidade de estágio para estudantes de Ciências Contábeis que estejam cursando ou ingressando a partir do 3º semestre do curso. Para esses, é indispensável que as aulas da graduação sejam no período noturno. 

    A vaga de estágio é para a cidade de Ananindeua, no Pará. Além da escolaridade mínima, é desejável que os estagiários tenham conhecimentos básicos no Pacote Office. 

    A EBD também está com vagas para emprego temporário nas funções de promotor e promotor de vendas, nas cidades de Macapá-AP, Russas-CE e Garanhuns-PE. Para concorrer é preciso ter ensino médio completo e domínio de uso de aparelho smartphone. As vagas temporárias não exigem experiência. 

    Distribuidora EBD
    EBD abre vagas de emprego em diferentes cidades do país
    (Foto: Divulgação)

    Confira as vagas de emprego efetivas na distribuidora EBD

    Além das vagas para jovem aprendiz, para estágio e para temporários, a EBD também está com oportunidades abertas para 11 vagas efetivas nas funções de ajudante de caminhão, ajudante de logística, analista de vendas, assistente de logística externo, auxiliar administrativo de logística, auxiliar de expedição, auxiliar de serviços gerais, conferente, promotor, promotor de vendas, recepcionista e vendedor externo. 

    Com exceção dos cargos de analista de vendas, que exige nível superior completo, e auxiliar de expedição, com exigência de nível médio técnico, todas as outras vagas são para profissionais com ensino médio completo. 

    Sebrae lança projeto para fomentar empreendedorismo feminino

    Nem todos os cargos apresentam o valor da remuneração. No entanto, os salários apresentados, variam de R$563 a R$1.261. Além do salário, os profissionais receberão vale alimentação, ajuda de custo ou vale transporte e seguro de vida. 

    A lista de todas as vagas disponíveis na distribuidora EBD, bem como os requisitos dos cargos ofertados, pode ser consultada no site da empresa

    Pizzaria Domino’s tem vagas de emprego no Rio, São Paulo e Minas

    A pizzaria Domino’s está com vagas abertas para três Estados: Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Ao todo, são 25 oportunidades para diversos cargos em níveis médio e superior. 

    As chances são para atendente de loja, gerente de loja, analista de performance, entregador ciclista e gerente trainee. 

    Além das vagas abertas, a pizzaria também aceita currículos no banco de talentos. Os interessados podem se candidatar para as oportunidades futuras nas seguintes modalidades: 

    • Escritórios;
    • Jovem aprendiz;
    • Fábricas; e
    • Lojas. 

    +Saiba mais sobre as vagas abertas na Pizzaria Domino’s