Categoria: CONCURSOS

  • Coronavírus: especialista revela como gerar renda na internet

    Diante das políticas de isolamento social pelo Coronavírus (Covid-19), muitos profissionais autônomos, que lidam com atendimento ao público, viram sua única fonte de receita desaparecer. Sem atender aos clientes fisicamente, agora, precisam se reinventar. A internet surge como solução para criar novas formas de renda.

    Em entrevista exclusiva à FOLHA DIRIGIDA, o CEO da Linkedyou e especialista em estratégia digital, Edu Costa, conta que é possível ganhar dinheiro na internet durante a quarentena, sem sair de casa. “Toda crise traz junto várias oportunidades”, afirma. Hoje, de acordo com ele, existem diversas chances para quem precisa dar esse passo.

    “A verdade é que ganhar dinheiro online já é uma realidade para muita gente há anos, como eu mesmo e vários outros empreendedores digitais fazemos. O que mudou é que para muitos, isso agora não é mais uma possibilidade, mas uma necessidade”, aponta.

    Para o especialista, independente do modelo de negócio, é preciso entender alguns princípios fundamentais do Marketing Digital para aproveitar essa oportunidade. Isso porque o profissional deve entender como identificar o melhor nicho para atuação, que tipo de produto ou serviço digital desenvolver, e, claro, como vender isso online.

    Edu Costa
    Edu Costa, CEO da Linkedyou e especialista em estratégia digital
    (Foto: Arquivo Pessoal)

     

    Assim como a forma tradicional de vender seus produtos e serviços físicos, a internet também possibilita outros modelos de geração de receita online.

    “Podemos falar sobre e-commerce (e com tantas ferramentas online hoje, nunca foi tão fácil ter uma loja virtual), serviços de orientação (onde você não executa o serviço para o cliente, mas orienta e auxilia os seus clientes nisso – de forma remota) e também produtos de educação (ensinando os seus clientes a resolverem um problema através de cursos online, ebooks, lives, etc.), entre muitas outras possibilidades”, cita.

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    Ideias para conseguir renda online

    No caso dos profissionais autônomos, prestadores de serviço ou empreendedores, a dica de Edu Costa é avaliar como a crise impacta seus clientes. Além do quanto seu produto/serviço é prioridade para eles em tempos de recessão econômica.

    “Depois de avaliado isso, você precisa cuidar de reter seus clientes (mesmo renegociando contratos, é a melhor forma de garantir receita contigo), continuar vendendo (com ofertas, promoções, queima de estoque, etc.) e, principalmente, criar novas fontes de receita online, vendendo seu conhecimento e habilidade na internet, pois você nunca deve contar com uma única fonte de renda para o seu negócio”.

    Para quem procura uma segunda fonte de renda online, o CEO da Linkedyou recomenda entender como a vida das pessoas foi impactada com a crise. E, assim, pensar em soluções que as ajudem.

    Por exemplo, o que farão as pessoas que não podem contar com seu tratamento estético mensal? Ou as pessoas que não podem ir ao barbeiro? Ou que não podem levar seu pet para tomar banho? Ou que precisam educar e entreter os filhos pequenos em casa? Ou que não podem ir para academia?

    “Você pode criar um produto ou serviço digital que atenda esses públicos para fazer renda online durante a quarentena”, aconselha Edu Costa.

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    Oportunidades para novos negócios

    Enxergar na crise uma possibilidade de crescimento. Essa é a tese defendida por Natália Bassi, publicitária que trabalha com fotografia de família em Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. Em conversa com FOLHA DIRIGIDA, ela conta que com a pandemia do Coronavírus, os ensaios que estavam agendados foram cancelados ou adiados.

    Assim, ela decidiu investir em outros negócios para gerar renda nesse período. A solução encontrada foi o Marketing Digital. 

    Natália Bassi
    Natália Bassi enxergou na internet uma forma de gerar renda no 
    período de quarentena (Foto: Arquivo pessoal)

     

    Ela passou a divulgar em suas redes sociais outros serviços da sua empresa, Be Simple, como criação de sites, identidade visual e gestão de mídias sociais. Seu foco está em pequenas empresas e trabalhadores autônomos.

    “Com essa divulgação online, vi uma oportunidade de continuar tendo clientes mesmo à distância, porque não preciso ter contato pessoalmente. Vi uma oportunidade para aumentar a renda ao invés de ir ao fluxo de não ter vendas e não ter dinheiro”, revela Natália.

    Diante da estratégia, muitas pessoas procuraram pelos serviços. “Fechei um projeto com uma empresa de cuidadores de idosos para fazer o marketing digital deles. Ao invés de parar tudo, eles resolveram investir no marketing para continuar tendo clientes” conta a publicitária.

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    “O caos é uma escada”

    Quanto maior a crise, maior o salto de sucesso que alguém pode dar. O maior perigo de uma crise, na visão de Edu Costa, é também o melhor recurso para quem quer inovar e construir um negócio online de sucesso: a incerteza.

    Para o especialista, em um contexto de recessão econômica, isso é elevado à potência. É por isso que a Bolsa de Valores despenca, mercados fecham, empresários demitem.

    “Mas é também a incerteza que te permite ganhar dinheiro online na crise de forma ética, exatamente no momento em que entender como o seu (novo) produto ou serviço digital pode ajudar a diminuir a incerteza do seu público”, indaga.

    Para um pai de crianças pequenas e que estão sem aula na quarentena, por exemplo, a educação dos filhos é uma incerteza. Como alguém pode aproveitar isso para gerar renda pela internet?

    “Se você é um professor, você pode oferecer aulas online para crianças. Se você é um educador, você pode criar um curso online ajudando pais a educarem as crianças por conta própria”, indica Edu Costa.

    As possibilidades, de acordo com o especialista, são inúmeras. Basta ver a quantidade de músicos que, mesmo sem fazer shows, estão promovendo seus trabalhos online.

    “Se você não tem qualificação técnica, mas que gosta de crianças, pode fazer atividades lúdicas em uma live no Instagram, ou abrir um canal do Youtube, e oferecer (quem sabe?) serviços de colônia de férias online”, propõe.

    Portanto, para quem está preparado, e tem o método certo, as chances são múltiplas. “O caos de uma crise serve de escada para quem quer aprender a usar o digital como fonte de renda”, conclui Costa em referência à frase ‘o caos é uma escada’, do personagem Mindinho da série Game of Thrones.

    * Por Bruna Somma – bruna.somma@folhadirigida.com.br

  • Governo libera saque de R$1.045 do FGTS a partir de 15 de junho

    O presidente Jair Bolsonaro assinou a Medida Provisória nº 946/20, publicada em sessão extra do Diário Oficial da União (DOU) nessa terça-feira, 7 de abril. A MP 946 autoriza o saque das contas FGTS no valor de até R$1.045, a partir de 15 de junho.

    Por se tratar de uma MP, a medida tem aplicação imediata, mas ainda precisa ser aprovada pelo Congresso em 120 dias. No entanto, a autorização deve ser adiantada, já que, por conta da pandemia do Coronavírus, o Congresso reduziu o prazo para 16 dias. 

    De acordo com a MP, a liberação do saque foi motivada “em razão do enfrentamento do estado de calamidade pública e da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente da pandemia de Coronavírus (Covid-19)”. Os saques serão liberados até 31 de dezembro de 2020.

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    Caso o titular possua mais de uma conta vinculada, o saque será feito na seguinte ordem: 

    • Contas vinculadas relativas a contratos de trabalho extintos, com início pela conta que tiver o menor saldo; e
    • Demais contas vinculadas, com início pela conta que tiver o menor saldo.

    Os saques serão efetuados conforme cronograma de atendimento, critérios e forma estabelecidos pela Caixa Econômica Federal. Será permitido o crédito automático para conta poupança de titularidade do trabalhador. 

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    Caso o crédito caia automaticamente na conta do trabalhador, ele poderá solicitar o retorno do valor até o dia 30 de agosto de 2020. O procedimento a ser adotado para a devolução do dinheiro será definido pela Caixa Econômica Federal. Ainda de acordo com o texto, a transferência do valor para outra instituição financeira não poderá acarretar cobrança de tarifa bancária por parte da Caixa Econômica.

    Leia o texto da MP 946 na íntegra ♦

    notas de dinheiro
    MP do governo autoriza saque do FGTS a partir de junho
    (Foto: Pixabay)

    MP 946 também extingue o Fundo PIS-Pasep

    Além da liberação do saque, a MP 946 extingue o Fundo PIS-Pasep, instituído em 1975, e transfere o seu patrimônio para o FGTS. De acordo com o texto, a Caixa, agente operador do FGTS, cadastrará as contas vinculadas de titularidade dos participantes do Fundo PIS-Pasep necessárias ao recebimento e à individualização dos valores transferidos, devidamente marcadas com identificador de origem PIS ou Pasep.

    Além disso, definirá os padrões e os demais procedimentos operacionais para a transferência das informações cadastrais e financeiras.

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    Segundo o parágrafo 2º do art. 2 da MP, os agentes financeiros do Fundo PIS-Pasep adotarão as providências necessárias para a elaboração das demonstrações contábeis de fechamento e da prestação de contas do Fundo a serem submetidas ao Conselho Diretor do Fundo PIS-Pasep, que ficará extinto após o envio da prestação de contas consolidada de encerramento aos órgãos de controle.

    Após essa transferência, as contas vinculadas individuais dos participantes do Fundo PIS-Pasep mantidas pelo FGTS passam a ser remuneradas pelos mesmos critérios aplicáveis às contas vinculadas do FGTS e poderão ser livremente movimentadas, a qualquer tempo. 

    As solicitações de saque de contas vinculadas do FGTS realizadas pelo trabalhador ou por seus dependentes ou beneficiários serão consideradas aptas a permitir o saque também das contas vinculadas individuais de origem PIS ou Pasep mantidas em nome do mesmo trabalhador.

    Caixa tem 18 milhões de cadastros no primeiro dia do ‘Coronavoucher’

    A Caixa Econômica Federal divulgou na noite dessa terça-feira, 7, o primeiro balanço referente aos cadastros do auxílio emergencial de R$600, o chamado ‘Coronavoucher’. Foram mais de 18,3 cadastros finalizados até às 21h. 

    Ainda segundo o banco, o site recebeu aproximadamente 93,9 milhões de visitas, além de registradas 780 mil ligações para a central telefônica exclusiva e 31,3 milhões de SMS enviados. 

    A Caixa informa, também, que dos mais de 18 milhões, 38% solicitaram a abertura de poupança digital. A expectativa é de que sejam abertas 30 milhões de novas contas para o repasse do benefício. 

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    Notícias de emprego

     

  • Alerj aprova auxílio emergencial para MEIs, autônomos e informais

    A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou na terça-feira, 7, o projeto de lei (PL) 2.013/2020, que destina recursos para profissionais impedidos de trabalhar em função do Coronavírus. A medida é válida para microempreendedores individuais (MEIs), trabalhadores autônomos e informais.

    O próximo passo é a sanção pelo governador Wilson Witzel, que deve ocorrer em até 15 dias. O auxílio emergencial deverá ser solicitado de forma online, cujo valor será definido pela equipe econômica do governo do Estado.

    Os recursos serão de dotações orçamentárias do Fundo Estadual de Combate à Pobreza e às Desigualdades Sociais e do Fundo Estadual do Trabalho. De acordo com o projeto de lei, aqueles que já recebem benefício estadual assistencial não terão direito aos novos recursos.

    Para receber o auxílio emergencial, os trabalhadores das três classes laborais deverão comprovar a redução dos seus rendimentos em decorrência do Coronavírus.

    Alerj
    Alerj aprova PL que destina recursos a MEIs, autônomos e informais
    impedidos de trabalhar pelo Coronavírus (Foto: Divulgação)

     

    Segundo o deputado estadual Waldeck Carneiro (PT), um dos autores do projeto de lei, a norma segue a mesma lógica da lei que instituiu uma renda mínima para trabalhadores da economia popular solidária e da cultura.

    “Precisamos continuar protegendo os trabalhadores mais vulneráveis. É importante  defender as cadeias econômicas e os arranjos produtivos, sobretudo os mais diretamente afetados pela crise, mas também é fundamental resguardar trabalhadores e trabalhadoras”, defendeu Waldeck Carneiro.

    Tal projeto de lei prevê proteção específica por meio de renda básica que garanta a subsistência desses trabalhadores.

    “Eles devem ter suas vidas, saúde e integridade preservadas, não podem ficar à míngua ou morrer de fome. Tenho expectativa de que se torne lei para que o Estado amplie sua rede protetiva em relação aos que mais precisam”, afirmou Waldeck.

    Caixa tem 18 milhões de cadastros no primeiro dia do ‘Coronavoucher’

    Coronavoucher: Governo Federal libera auxílio de R$600

    No início de abril, o presidente Jair Bolsonaro sancionou o ‘coronavoucher’, um auxílio emergencial de R$600 para trabalhadores informais, desempregados e microempreendedores individuais (MEIs). O benefício pode chegar a R$1.200 para mães solo.

    Para receber o valor, o trabalhador precisa ter mais de 18 anos, não ter emprego formal e renda familiar mensal de até três salários mínimos (R$ 3.135) ou até meio salário mínimo (R$522,50) por pessoa.

    Usuários da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil poderão receber o auxílio a partir de quinta-feira, 9 de abril. Os demais beneficiários terão o pagamento em 14 de abril, data de quando serão disponibilizadas as contas digitais.

    Os trabalhadores informais sem inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), por sua vez, poderão ter uma demora de mais cinco dias úteis, contados a partir do dia 14.

    Isso porque há a necessidade de o governo checar se o trabalhador se enquadra nos requisitos. Dessa maneira, alguns beneficiários podem correr o risco de receber o valor somente no dia 21 de abril, com exceção para quem recebe Bolsa Família e optou pelo auxílio.

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    O benefício será pago pelo prazo de três meses, com a possibilidade de uma prorrogação. As datas das próximas duas parcelas já estão definidas, sendo:

    • Segunda parcela: entre 27 e 30 de abril;
    • Terceira Parcela: entre 26 e 29 de maio.

    O coronavoucher também poderá ser sacado em Banco24Horas. A informação foi divulgada pela empresa administradora, a TecBan, que anunciou o lançamento da nova função do Saque Digital.

  • Emenda à MP 936 pode ampliar seguro-desemprego até o fim do ano

    O senador Paulo Paim (PT-RS) cobrou, na última terça-feira, 7, a rápida aprovação de uma emenda à Medida Provisória 936, que institui o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. O documento pede que o seguro-desemprego seja pago até o fim do ano.

    De sua autoria, a emenda amplia o seguro-desemprego, assegurando renda até o fim de 2020, se assim for necessário. Para ele, é preciso dar condições para que as pessoas fiquem em casa nesse período de Coronavírus.

    “Aprovando a emenda, vamos assegurar que todos vão continuar recebendo o seguro-desemprego, enquanto durar esse ataque à vida, ao nosso povo e a toda a nossa gente. Fica o compromisso da Previdência de reajustar quando for necessário, pelo INPC, o valor do beneficio” disse o senador.

    Em seu pronunciamento, Paim afirmou que, caso o benefício fosse atualizado, o valor iria para R$ R$2.870. O senador relembrou que o Brasil tem 45 milhões de pessoas na informalidade, 50 milhões na pobreza e 13,5 milhões na extrema pobreza. Além disso, afirmou que o desemprego no país pode chegar a 20 milhões.

    Paim quer ampliar seguro-desemprego (Foto: Governo do Brasil)
    Emenda à MP 936 pode ampliar seguro-desemprego 
    (Foto: Governo do Brasil)

     

    PL também pede ampliação do seguro-desemprego

    Também no Senado, o Projeto de Lei 1.205/2020 também foi apresentado com foco no seguro-desemprego. O PL, de autoria do senador Paulo Rocha (PT-PA), pede que o benefício seja pago ao desempregado por um período de até dez meses.

    Hoje, o valor é pago por cinco meses. Segundo o senador, em razão do estado de emergência de saúde, a despesa com a ampliação do benefício deve ser feita por meio de crédito extraordinário, não contabilizado no teto de gastos.

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    Se aprovado o PL, caso um trabalhador deixe de acessar o seguro-desemprego em abril, por exemplo, poderia ter direito à extensão do benefício até setembro de 2020, mês no qual, segundo o Ministro da Saúde, a curva de transmissão do Coronavírus começaria a cair de forma mais acelerada.

    “É urgente que o poder público entre em ação, garantindo renda, especialmente aos mais vulneráveis. Em particular, diante da esperada retração do PIB, espera-se um aumento considerável do desemprego”, justifica o senador.

    MP permite redução de até 70% nos salários

    A Medida Provisória 936 foi publicada no último dia 1º de abril. Conforme a medida, as empresas ficam autorizadas a reduzirem salários e jornadas de funcionários, com compensação por parte do governo.

    O texto permite redução salarial de até 70%, com diminuição da jornada de trabalho, ou suspensão total dos contratos.  Conforme o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, criado pela MP, a redução poderá se estender por até 90 dias, desde que haja acordo entre empregador e empregado. 

    + Caixa tem 18 milhões de cadastros no primeiro dia do ‘Coronavoucher’

    O governo complementará a renda de trabalhadores afetados, usando como base o valor do seguro-desemprego. Se o corte salarial for de 70%, o governo entrará com 70% do valor do seguro-desemprego ao qual o trabalhador teria direito, caso fosse demitido. O mesmo ocorre com as outras faixas de cortes.

    A emenda apresentada pelo senador Paulo Paim visa, justamente, ampliar o pagamento deste benefício, passando de três meses até o fim do ano. Conforme a MP, o seguro será bancado inteiramente pelo governo.

    Desta forma, caso o funcionário seja demitido após o período da crise, continuará a ter acesso ao seguro-desemprego normalmente. O projeto prevê ainda que trabalhadores domésticos tenham direito à parcela do benefício se os patrões reduzirem a jornada de trabalho e o salário.

    As empresas que adotarem o regime não poderão demitir os trabalhadores durante o período de redução nem após o restabelecimento da jornada pelo período equivalente ao da redução.

  • 7 milhões de pessoas caíram em golpe do falso auxílio emergencial

    Muitos golpistas aproveitam momentos de fragilidade e desespero para realizarem seus ataques, e não foi diferente durante a pandemia da Covid-19. A bola da vez é o auxílio emergencial de R$600 – apelidado de ‘coronavoucher’.

    A equipe do dfndr lab – laboratório especializado em segurança digital da PSafe – identificou um site com cadastro falso para o recebimento do auxílio. Desde março, foram detectadas que mais de 7 milhões de pessoas compartilharam e acessaram esse golpe.

    Fake News: governo desmente cadastramento do ‘coronavoucher’

    “Para tornar o ataque mais verídico, alguns golpes se aproveitam de ações reais que grandes empresas e o governo estão realizando para enfrentar o Coronavírus, como a doação de álcool em gel e pagamento de benefícios à população”, conta Emilio Simoni, diretor do dfndr lab.

    Emilio ainda conta que “a tendência é que o número de ataques e de vítimas aumente nos próximos dias, principalmente, em decorrência do agravamento da situação do país neste momento de crise”.

    Golpistas também usaram apps falsos

    Com o anúncio do lançamento do aplicativo da Caixa para o cadastramento de trabalhadores informais que receberão os R$600, os cibercriminosos se adiantaram e dezenas de apps falsos foram criados.

    “Vários aplicativos falsos que apareceram de ontem para hoje. Como o app da Caixa é novo e foi lançado agora, quando o usuário faz a busca, muito apps falsos aparecem na frente, porque já foram muito baixados e acessados”, explica Emilio Simoni.

    Para não ter erro: Veja como baixar e usar o aplicativo do auxílio emergencial de R$600

     

    Cibercriminosos aplicam golpes utilizando o ‘coronavoucher’
    (Foto: Pixabay)

     

    Entenda como funcionam esses golpes

    Geralmente esses links são disseminados pelo WhatsApp e, ao clicar, a vítima tem que responder algumas perguntas e é incentivada a compartilhar o link com outros contatos para poder ter acesso ao falso benefício.

    Isso aumenta ainda mais a disseminação, pois a pessoa acaba compartilhando com seus amigos e familiares. Estes, por confiarem em quem enviou o link, acabam caindo também no golpe e compartilhando com mais pessoas.

    O que os golpistas ganham com isso?

    Muitas das vezes, o usuário acaba fornecendo seus dados pessoais, o que acarreta, “principalmente, prejuízos financeiros, mas também é possível que ocorra o registro do celular em serviços pagos de sms, roubo de credenciais de redes sociais e e-mail, ou a instalação de um aplicativo malicioso”, explica Simoni.

    Além disso, os golpistas também podem ganhar dinheiro com a visualização de publicidades.

    O diretor do dfndr lab alerta: “É importante reparar que os sites do governo brasileiro possuem terminação ‘gov.br’. No caso do site oficial para solicitar o auxílio emergencial ao cidadão vemos esta terminação: https://auxilio.caixa.gov.br“.

    Ele aconselha que, para ter certeza de que está em um site oficial, o usuário procure o endereço desejado em um site buscador como o Google. Por fim, o diretor pontua três medidas de segurança:

    1. Os aplicativos de conversa são os principais meios utilizados para disseminar golpes digitais. Utilize soluções de um aplicativo de segurança no celular que disponibilize proteção contra sites maliciosos;
    2. Evite fornecer seus dados pessoais sem antes saber se o site é oficial e confiável;
    3. Tenha cuidado ao clicar em links compartilhados no WhatsApp ou nas redes sociais. Antes de compartilhar informações, procure em veículos confiáveis e fontes oficiais, jornais e sites para confirmar se aquilo é realmente verdadeiro.

  • Nube: 575 vagas de estágio para diferentes áreas em todo o país

    O Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube) está com 575 vagas em todo o país. As oportunidades são destinadas a estudantes do ensino médio, técnico, tecnólogo e superior.  

    Há chances para diversos cursos como Administração, Biologia, Comunicação Social, Direito, Engenharia, Gastronomia, Psicologia, Tecnologia da Informação, entre outros. A bolsa-auxílio paga aos estagiários varia de R$520 a R$2 mil

    O Nube não informou o prazo para efetuar o cadastro, já que as vagas disponibilizadas podem ser encerradas sem aviso prévio. Por isso, caso haja interesse em uma das oportunidades, é recomendado fazer a inscrição o quanto antes.

    6,7 milhões de pessoas caíram em golpe do falso auxílio emergencial

    Todas as vagas são marcadas por um código OE, que significa “Oportunidade de Estágio”. Os interessados podem se cadastrar gratuitamente no site do Nube e pesquisar a vaga de acordo com o seu perfil ou através do código da vaga. Também há opção de se candidatar pelo telefone (11) 3514-9300. 

    jovens segurando livros e cadernos
    Nube oferta 575 vagas de estágio em todo o país
    (Foto: Divulgação)

    Confira as oportunidades abertas pelo Nube 

    Curso: Administração
    Semestre desejável: conclusão do 1º semestre de 2021 ao 2º semestre de 2024
    Bolsa-auxílio: R$1.404,94
    OE: 189798

    Curso: Agronomia
    Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2021 ao 2º semestre de 2022
    Bolsa-auxílio: R$1.600
    OE: 190587

    Curso: Biologia
    Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2020 ao 2º semestre de 2024
    Bolsa-auxílio: R$950
    OE: 173277

    Emenda à MP 936 pode ampliar seguro-desemprego até o fim do ano

    Curso: Comunicação Social 
    Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2020 ao 2º semestre de 2023
    Bolsa-auxílio: R$850 
    OE: 172258

    Curso: Engenharia 
    Semestre desejável: conclusão do 1º semestre de 2021 ao 2º semestre de 2022
    Bolsa-auxílio: R$1.300
    OE: 191889

    Curso: Ensino médio 
    Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2020 ao 2º semestre de 2022
    Bolsa-auxílio: R$700
    OE: 142140

    Notícias de empregos

    Curso: Segurança do trabalho
    Semestre desejável: conclusão do 1º semestre de 2021 ao 1º semestre de 2025
    Bolsa-auxílio: R$1.512
    OE: 90774

    Curso: Tecnologia da informação 
    Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2021 ao 2º semestre de 2024
    Bolsa-auxílio: R$1 mil 
    OE: 181204

    Curso: Comércio exterior
    Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2021 ao 2º semestre de 2023
    Bolsa-auxílio: R$850
    OE: 192258

    Curso: Design 
    Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2020 ao 2º semestre de 2024
    Bolsa-auxílio: R$2 mil 
    OE: 192552

    Governo libera saque de R$1.045 do FGTS a partir de 15 de junho

    Curso: Música 
    Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2020 ao 2º semestre de 2023
    Bolsa-auxílio: R$520
    OE: 113552

    Curso: Odontologia 
    Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2020 ao 2º semestre de 2022
    Bolsa-auxílio: R$700  
    OE: 181551

    Curso: Pedagogia
    Semestre desejável: conclusão do 2º semestre de 2020 ao 1º semestre de 2023
    Bolsa-auxílio: R$520 
    OE: 113553

  • Senado aprova projeto de crédito para micro e pequenas empresas

    O Senado aprovou nesta terça-feira, 7, um projeto que cria uma linha de crédito para micro e pequenas empresas durante a pandemia da Covid-19. A votação aconteceu em sessão remota e teve aprovação unânime.

    O próximo passo é a análise e aprovação do texto pela Câmara dos Deputados e, depois a sanção do presidente Jair Bolsonaro. O valor do crédito, segundo a proposta, será de até 50% da receita bruta da empresa no ano de 2019.

    Esses valores serão separados por categoria, portanto, a microempresa com faturamento de até R$360 mil tem limite de crédito de até R$180 mil. Já a pequena empresa com faturamento de R$360 a R$4,8 milhões, terá limite de R$180 mil a R$2,4 milhões.

    + No Rio, microempresários recebem crédito para enfrentar crise

    + Alerj aprova auxílio emergencial para MEIs, autônomos e informais

    O objetivo do projeto é fortalecer os pequenos negócios durante o período de pandemia. É estimado que sejam destinados ao programa cerca de R$13,6 bilhões, sendo que:

    • 80% desse valor será bancado pela União; e
    • 20% será bancado pela Caixa e pelo Banco do Brasil.

    Caso o projeto seja aprovado, as empresas poderão pedir acesso ao crédito até 30 de junho e os juros serão de 3,75% ao ano. O pagamento da dívida será feito em até 36 parcelas, contadas seis meis após a concessão do crédito.

    Segundo o senador Jorginho Mello (PL-SC), criador do projeto, mais de 6 milhões de empresas e 20 milhões de empregados poderão ser beneficiados com a medida, se aprovada. A relatora do projeto foi a senadora Kátia Abreu (PDT-TO).

    Para as empresas que contratarem o crédito, ficará proibida a demissão dos funcionários, sem justa causa, durante a data de contratação da linha de credito até 60 dias depois de receber a última parcela do dinheiro.

     

    Senado aprova linha de crédito para micro e pequenas empresas
    (Foto: Pixabay)

     

    Para pagar salários, empresários podem aderir à linha de crédito emergencial

    Uma das medidas anunciadas pelo governo federal é a linha de crédito emergencial para pequenas e médias empresas. O dinheiro será repassado por bancos privados e tem como objetivo ajudar as empresas a pagarem seus funcionários durante a crise.

    A medida foi anunciada por medida provisória e foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), portanto, já está em vigor. O crédito é destinado a empresas com faturamento entre R$360 mil e R$10 milhões por ano.

    + Páscoa: produtores indicam como lucrar frente à crise do Coronavírus

    Apesar de o repasse ser feito pelos bancos privados, a maior parte desse dinheiro virá do governo: 85% será retirado do Tesouro Nacional, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os outros 15% virão dos próprios bancos.

    A previsão é de que todas as linhas de crédito sejam liberadas nesta semana. O primeiro banco a fazer a liberação foi o Bradesco, que começou a oferecer o crédito na última segunda-feira, 6.

    No Itaú Unibanco, o crédito do programa começou a ser oferecido na terça-feira, 7. Já o Santander informou que a linha de crédito ficará disponível a partir desta quinta-feira, 9. 

  • SES PB abre seleção com 553 vagas para combate ao Coronavírus

    A Secretaria de Saúde da Paraíba (SES PB) divulgou nesta quinta-feira, 9, um novo processo seletivo com 553 vagas temporárias. Os profissionais vão reforçar as equipes de combate à pandemia do novo Coronavírus. 

    As oportunidades estão divididas entre cargos de nível superior, médio e técnico, com destaque para técnico de enfermagem, que tem mais de 200 oportunidades. As remunerações serão por plantão, com valor variando de R$100 a R$1.800. 

    Oportunidades nos níveis médio, técnico e superior

    Das 553 vagas do processo seletivo, 26 são em cadastro de reserva. No nível superior são 267 oportunidades em cargos de assistente social, enfermeiro, farmacêutico, médico, médico intensivista, nutricionista e psicólogo. 

    No nível técnico são 252 vagas, todas para técnico de enfermage. Já quem possui o ensino médio poderá concorrer a 34 vagas em cargos de maqueiro e auxiliar de farmácia. 

    A remuneração dos profissionais será por plantão, variando de R$100 a R$1.800. A carga total de trabalho vai de 24 a 40 horas por semana, dependendo do cargo.

     

    Apesar da previsão inicial de 553 contratações, o processo seletivo vai classificar o dobro de candidatos. O quantitativo de profissionais que serão convocados por cargo dependerá da necessidade e da evolução da pandemia.

    Todos os profissionais vão trabalhar no Hospital Solidário. Os contratos de trabalho terão validade por 90 dias, podendo ser prorrogados por igual período.

    ► FD NOTÍCIAS: tenha acesso ao acompanhamento de concursos ilimitado

    Médica
    Processo seletivo SES PB tem 553 vagas temporárias
    (Foto: Reprodução)

    Inscrições somente esta sexta-feira, 10

    Os interessados em participar do processo seletivo da SES PB devem ficar atentos ao prazo. As inscrições foram abertas à 00h desta quinta-feira, 9, e ficam disponíveis somente até as 23h59 de sexta-feira, 10 de abril.

    Os cadastros serão aceitos por meio de formulários nos respectivos links, conforme o nível de escolaridade da vaga:

    Os candidatos serão avaliados por meio de análise curricular e de experiência profissional, com base nas informações prestadas na inscrição. Os pontos serão atribuídos conforme o nível da titulação e o tempo de experiência, conforme as tabelas no capítulo 6 do edital.

    De acordo com a secretaria, a avaliação dos documentos será feita já na próxima semana e o resultado preliminar sai em 14 de abril. A relação final dos classificados será publicada na data provável de 15 de abril no site oficial do governo estadual.  

    Resumo do processo seletivo

    Vagas: 553 + cadastro de reserva
    Inscrições: 9 e 10 de abril
    Resultado: a partir de 14 de abril

  • Coronavoucher: 3,6 milhões de MEI devem receber o auxílio

    Milhares de trabalhadores informais poderão ser beneficiados com o auxílio emergencial de R$600, apelidado de ‘coronavoucher‘. Uma estimativa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – o Sebrae – prevê que a medida beneficiará cerca de 3,6 milhões de MEI.

    Os microempreendedores individuais, contribuintes individuais da Previdência Social, desempregados e trabalhadores informais, inclusive, já podem solicitar o benefício. O calendário de pagamentos já foi divulgado.

    De acordo com o Governo Federal, o auxílio faz parte de uma série de medidas para conter a crise do novo Coronavírus, devendo mobilizar R$98 milhões. A previsão é de realizar o depósito das três parcelas previstas em lei em um prazo de 45 dias.

    Estudo do Sebrae mostra que 36% dos MEIs estão aptos ao benefício

    Embora seja destinado aos microempreendedores individuais, nem todos receberão o benefício. Isso porque é preciso se enquadrar em uma série de requisitos e, segundo o Sebrae, em uma pesquisa feita pela instituição, cerca de 36% dos MEIs se enquadram nos critérios.

    O benefício de R$600 será pago a pessoas com renda familiar de até três salários mínimos, o equivalente a R$3.135, ou meio salário mínimo por pessoa, o que chega a R$522,50. Segundo o Sebrae, o número de MEI total no Brasil é de 9,9 milhões

    “O auxílio emergencial representa um alívio para esses milhares de MEI e informais. Mas avaliamos que é necessário avançar na liberação do crédito direto para reforçar o capital de giro desses empreendedores para que possam manter os negócios e as famílias que sustentam neste período de crise”. Essa é a avaliação do presidente do Sebrae, Carlos Melles.

    3,6 milhões de microempreendedores individuais terão direito
    ao auxílio emergencial de R$600 (Foto: CDL/Reprodução)

     

    Calendário de pagamento do coronavoucher começa nesta quinta, 9

    Já foi divulgado o calendário de pagamento do benefício aos profissionais que se enquadram nos requisitos. Para quem possui conta na Caixa Econômica Federal (CEF) ou no Banco do Brasil, isso poderá ser feito já nesta quinta-feira, 9.

    Falando da Caixa, a empresa informou que no primeiro dia foram registrados 18,3 milhões de cadastros para o recebimento do auxílio. A CEF ainda confirmou 3,9 milhões de visitas, 780 mil ligações para central telefônica exclusiva e 31,3 milhões de SMS enviados.

    + Veja como baixar e usar o aplicativo do auxílio emergencial de R$600

    O restante do pagamento da primeira parcela (aos demais trabalhadores sem conta nesses dois bancos), o pagamento ocorrerá em 14 de abril, pelas contas digitais. Os trabalhadores informais sem inscrição no CadÚnico podem demorar um pouco mais e receberão após o dia 14, podendo esperar mais de 14 dias úteis.

    O pagamento do benefício será pelo período de três meses, com a possibilidade de prorrogação. As próximas datas já estão definida, sendo:

    • Segunda parcela: entre 27 e 30 de abril
    • Terceira Parcela: entre 26 e 29 de maio

    “Por conta do tamanho da operação, o pagamento da primeira parcela demorará mais. Mas a partir da segunda parcela a ideia é que todos recebam juntos e de forma mais rápida”, disse o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

    REGRAS PARA RECEBER O BENEFÍCIO

    • Ser maior de 18 anos;
    • Não ter emprego formal ativo;
    • Não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial ou beneficiário do seguro-desemprego;
    • Não ser beneficiário de programa de transferência de renda federal, exceto beneficiário do Bolsa Família, que receberá automaticamente o benefício de maior valor;
    • Ter renda familiar mensal per capita de até meio salário-mínimo ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos;
    • Não ter recebido em 2018 rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70; e
    • Exercer atividade na condição de microempreendedor individual (MEI), contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social ou trabalhador informal, de qualquer natureza, inscrito no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico).
  • Durante home office, empresas realizam ações internas remotas

    Por conta das medidas restritivas para combate à pandemia do novo Coronavírus, muitas empresas adotaram o trabalho remoto para manter as atividades, como é o caso da seguradora Prudential do Brasil.

    Com mais de 800 funcionários, a empresa está funcionando com operação 100% remota. A seguradora ofereceu toda a estrutura necessária para que cada funcionário pudesse exercer suas funções de casa e em segurança.

    + Home Office: como equilibrar trabalho em casa com a vida pessoal?

    E, para ajudar a preservar a saúde de seus colaboradores, além de possibilitar o trabalho home office, a seguradora está promovendo algumas ações remotas, como sessões de meditação e de ginástica laboral duas vezes na semana.

    Além disso, a empresa está ofertando curso de Inglês e treinamentos online, e guias de saúde física e mental. Em relação aos benefícios, a Prudential está possibilitando a migração do vale-refeição para o vale-alimentação, para ajudar a incrementar as compras de supermercado.  

    Os colaboradores também serão reembolsados em parte do custo com vacina da gripe. E para melhorar a rotina remota, os líderes da empresa serão capacitados para lidarem com as suas equipes de forma a estimular a empatia e o apoio.
     
    Segundo o diretor de recursos humanos da Prudential, Eluard Moraes, a empresa tem como objetivo promover o maior conforto e estrutura para seus colaboradores exercerem a rotina de trabalho.

    “Apesar do distanciamento social que todos estão vivendo neste momento, em todos os setores, a Prudential do Brasil segue o desenvolvimento de suas operações com uma proximidade humana muito grande”, destaca.

    A companhia está mantendo a comunicação diária com seus funcionários. “Essa comunicação constante, mesmo que à distância, vem gerando impactos muito positivos entre os colaboradores”, conta o diretor.

    “Permanecermos unidos, focados em nosso propósito de proteger vidas e certos de que superaremos juntos esse grande desafio ainda mais fortalecidos”, finaliza.

    De olho na saúde mental dos seus trabalhadores, o escritório Daniel Advogados, referência em propriedade intelectual, não economizou ao oferecer opções que promovam o cuidado à saúde. Dentre as atividades, todas online, estão: aulas de Yoga, atendimento psicológico durante um mês, ginástica laboral três vezes na semana, além de dicas de cursos online e gratuitos.

     

    Durante home office, empresas realizam ações internas remotas
    (Foto: Pixabay)

     

    Home office também pode ter capacitação

    Outra empresa que vem promovendo ações para estimular os colaboradores durante o home office é a Duty Cosméticos. Para manter a comunicação, a companhia promove reuniões diárias por vídeo, além de abastecer os canais internos.

    “Acreditamos que nossa gente é o ativo mais importante da nossa empresa e, uma vez que, se faz necessário estarmos trabalhando em home office, precisamos estar mais presentes e com mais contato no dia a dia para que a comunicação seja ainda mais eficaz”, conta Carlos Mousinho, diretor da área de Gente e Gestão.

    Dentre as ações promovidas, a Duty está promovendo treinamentos à distância, que acontecem por meio de reuniões das equipes. Segundo o diretor, o objetivo é estimular a autoaprendizagem e permitir o desenvolvimento de todos na empresa.

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    Para Mousinho, esses momentos estimulam troca de ideias entre os colaboradores. “As ações motivacionais servem para compartilhar estes momentos, como comemoração de aniversário, chocolate oculto da Páscoa, e uma rotina matinal com o time que favorece a troca entre as pessoas”, frisa.

    O diretor ainda reforça que “estamos todos vivenciando um momento muito atípico e o que puder ser feito para deixar os colaboradores mais unidos e em sinergia, a companhia vai fazer”.

    “Acreditamos que essa proximidade gera bem-estar nos colaboradores, favorecendo a segurança e confiança necessárias para que, juntos, possamos superar esse desafio pela qual a saúde mundial passa”, finaliza.