Termina na próxima sexta-feira, 29 de maio, o prazo para fazer inscrição no Programa Jovem Aprendiz Correios 2020. São 4.462 vagas em todo o país para estudantes cursando a partir do 6º ano do ensino fundamental (antiga 5º série).
Desse total, 815 são reservadas para negros e pardos, e 660 para pessoas com deficiência (PcD). As oportunidades são para quem deseja ser jovem aprendiz de assistente administrativo e assistente de logística, nas modalidades presencial ou à distância.
As vagas estão distribuídas por diversas regiões, incluindo Distrito Federal. Os municípios onde há mais concentração de vagas são os seguintes:
Os selecionados vão trabalhar 20 horas por semana com salário mínimo-hora no valor de R$490,83, além de vale-transporte, vale-refeição ou alimentação e uniforme.
Saiba como fazer a inscrição no Programa
O interessados nas vagas de Jovem Aprendiz podem se inscrever pelo site dos Correios até o dia 29 de maio. Inicialmente o prazo seria encerrado em 30 de abril, mas foi prorrogado até esta sexta.
Para concorrer os requisitos são:
ter entre 14 e 22 anos de idade completos no ato da contratação;
estar cursando, pelo menos, o 6º ano do Ensino Fundamental (antiga 5ª série);
Ter matrícula e frequência escolar (caso não tenha concluído o nível médio);
Não ter contrato anterior como jovem aprendiz pelos Correios e/ou mantido vínculo empregatício com a empresa;
Não ter concluído, a qualquer tempo, curso de aprendizagem similar ao oferecido.
Será considerado um diferencial ter noções básicas de editores de texto, planilhas, navegação e pesquisa na internet.
Inscrições para o Programa Jovem Aprendiz dos Correios
terminam nesta sexta, 29 (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)
Programa já tem mais de 280 mil inscrições
Segundo a última atualização, informada em abril, o programa de jovem aprendiz dos Correios já contava com cerca de 280 mil inscritos na época. Os candidatos serão classificados e selecionados por meio de um total de quatro etapas:
Inscrições, de caráter classificatório;
Comprovação de requisitos, com caráter eliminatório;
Exames médicos pré-admissionais, também de caráter eliminatório;
Contratação.
Após a contratação, o jovem aprendiz passa por um programa de aprendizagem, composto pelas fases teórica e prática. O curso pode ser realizado de forma presencial ou à distância.
Dependendo da modalidade, o candidato realiza as atividades dentro das instalações do Senai ou dos Correios; ou faz um módulo básico de 120 horas sequenciais no Senai. O programa de aprendizagem terá duração de um a dois anos, a critério da Administração Pública.
Durante a pandemia, a procura por canais digitais aumentou. Seja para compras, transações bancárias ou até mesmo atendimentos, a internet se tornou a solução para evitar contaminação e disseminação do vírus.
E não foi diferente com a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). O documento que é essencial para os trabalhadores que estão em busca de emprego também tem sua versão online: a CTPS Digital.
Através do aplicativo, o cidadão pode acessar as informações da carteira física e, para aqueles que ainda não possui o documento, é possível emitir a carteira de forma digital. No início deste mês, a Dataprev notou um aumento de 109% no número de downloads do app – em comparação aos últimos 30 dias.
Até o dia 12 de maio, o aplicativo já havia sido baixado por 7,4 milhões de pessoas. Duas semanas depois, as informações disponibilizadas pela Play Store, loja de aplicativos do sistema operacional Android, mostram que o app já passou de 10 milhões de downloads.
Isso sem contar a App Store, loja oficial de aplicativos da Apple, que não disponibilizou a quantidade de downloads. Além disso, o presidente da Dataprev, Gustavo Canuto, explica que a digitalização do serviço facilita que as pessoas tenham acesso aos seus direitos.
“Como parceira tecnológica do Governo Federal e empresa especializada em soluções digitais, a Dataprev contribui para viabilizar as ações de enfrentamento à pandemia e assim facilitar o acesso do cidadão aos seus direitos, especialmente neste momento em que os canais digitais são ainda mais demandados”, ressalta.
Por conta do aumento no número de acessos, a Dataprev disse que reforçou sua infraestrutura de TI para garantir a estabilidade da plataforma, que também atende ao Portal Emprega Brasil.
Durante pandemia, aumenta procura pela CTPS Digital
(Foto: Dataprev)
Aumentam solicitações de seguro-desemprego feitas pela internet
De acordo o Ministério da Economia, 504,3 mil brasileiros pediram o seguro-desemprego só nos primeiros 15 dias do mês de maio. O número é 76% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.
A pasta também informou que houve aumento no número de pedidos realizados pela internet. Das solicitações realizadas na primeira quinzena deste mês, cerca de 77,5% foram feitas de forma virtual.
Existem diferentes formas de solicitar o benefício sem precisar se dirigir a uma agência física. Além do aplicativo da CTPS Digital, os cidadãos podem fazer contato telefônico pelo número 158 ou acessar o portal de serviços do governo federal.
Além disso, as Superintendências Regionais do Trabalho estão prestando auxílio por e-mail. Em São Paulo o e-mail é trabalho.sp@mte.gov.br, no Rio de Janeiro é trabalho.rj@mte.gov.br e assim por diante – apenas trocando a sigla do estado.
O ano de 2020 já marca 2,84 milhões de brasileiros desempregados que precisaram recorrer ao seguro-desemprego. Segundo o Ministério da Economia, 52% destes pedidos foram feitos a partir da segunda quinzena de março.
Mas o número de pessoas que perderam o emprego pode ser maior. “Como o trabalhador tem até 120 dias para requerer o seguro-desemprego, é possível estimar que até 250 mil pedidos ainda possam ser realizados”, afirmou o Ministério da Economia na última quinta-feira, 21.
Sabe quais cursos técnicos e de graduação pagam as mais altas bolsas-auxílio? O site de recrutamento e seleção de estagiários, trainees e aprendizes, a Companhia de Estágios, realizou um levantamento para descobrir.
Entre os estagiários de nível superior, têm mais chances de serem melhor remunerados aqueles que cursam: Administração, Agronomia, Análise de Sistemas, Arquitetura e urbanismo, Biologia, Ciência da computação, Ciências contábeis, Publicidade, Direito e Economia.
Em Administração, por exemplo, as bolsas variam de R$1.620 a R$ 1.980, dependendo do ano de curso.
Já no nível técnico, os maiores valores foram percebidos no caso dos estudantes de Administração, Informática, Edificações, Contabilidade, Publicidade, Enfermagem, Química, Hotelaria, Secretariado e Turismo.
No caso dos futuros técnicos em Informática, eles vem recebendo valores entre R$950 a R$1.300 para estagiar.
De acordo com a recrutadora, a bolsa-auxílio pode ter variação conforme três aspectos: a área de atuação, empresa e localização.
“Outro ponto importante de esclarecer é que o estágio não possui vínculo empregatício, desse modo, não assina carteira de trabalho como um profissional efetivo faria, por exemplo”, ressalta. E também explica que a inexistência do vínculo empregatício é essencial para que haja garantia dos direitos dos estudantes:
“Como no caso da jornada de trabalho que deve ser entre 4 e 6 horas diárias para estágio extra curricular, que representa a grande maioria das vagas e até 8 horas para estágios curriculares obrigatórios (aqueles previstos no projeto pedagógico do curso)”.
A pesquisa levou em consideração as vagas divulgadas e trabalhadas pela Companhia durante o segundo semestre de 2018 e o primeiro de 2019. O ranking completo com os valores das bolsas-auxílio pode ser conferido no site da Cia de Estágios.
O ranking das melhores bolsas-auxílio integra cursos
de diversas áreas (Foto: Pixabay)
Santander inscreve para mil vagas de estágio
O Santander Brasil está com oferta de mil vagas de estágio em pequenas e médias empresas clientes em todo o país. A iniciativa faz parte do ‘Programa Avançar’ e aceita estudantes de todos os cursos.
O valor da bolsa-auxílio é de R$1 mil, sendo R$500 do Santander e R$500 da empresa parceira. A carga horária de trabalho dos estagiários é de 4 horas por dia e o contrato tem duração de quatro meses.
Em parceria com o Santander Universidades, a iniciativa visa apoiar o crescimento das pequenas e médias empresas que são clientes do banco. As empresas que desejam contratar um estagiário podem conferir o regulamento pelo site do Programa Avançar.
“Essa é uma parceria em que todos saem ganhando. Conseguimos apoiar os estudantes em sua formação prática e, ao mesmo tempo, oferecer aos nossos clientes a possibilidade de ter um jovem talento em sua equipe”, diz Cassio Schmitt, diretor de Empresas e Governos & Instituições do Santander Brasil.
Já os estudantes interessados em realizar o estágio podem se inscrever pelo site do Programa Universitário-Empresas. No ano passado, metade dos estagiários foram efetivados pelas empresas.
“Em 2019, quase 62 mil universitários se inscreveram para concorrer às bolsas ofertadas. Metade deles terminou o período como funcionário efetivo ou teve seu contrato renovado diretamente pela empresa. Acreditamos muito no potencial dessa ação”, destaca Steven Assis, Head do Santander Universidades.
Para além do estágio, todos os estudantes que se inscreverem para o programa terão acesso à plataforma Próximo Passo, que oferece uma série de benefícios aos estudantes, como:
Cursos para apoiar a carreira profissional e recolocação no mercado de trabalho;
2 Módulos sobre Finanças Pessoais;
Certificado pela FIA USP + Santander;
Cadastro de currículo na plataforma de empregos da Universia;
Cursos de Inglês, Espanhol, Chinês e Português com 50% de desconto e certificado para os que concluírem os cursos.
O Tribunal Regional Federal da 5º Região decidiu por suspender a convocação dos aprovados no concurso TRF5 . A decisão foi justificada pela pandemia do novo Coronavírus e publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 27.
Entre os pontos levados em consideração está uma resolução do Conselho Nacional de Justiça que,, em relação aos concursos públicos, proibe qualquer órgão do Poder Judiciário de realizar atos que demandem comparecimento presencial de candidatos.
No dia 15 de maio, a presidência do TRF5 havia nomeado mais 14 candidatos classificados. No entanto, o tribunal já havia informado que, devido à pandemia, ainda não há previsão para as nomeações dos novos servidores.
Na última quinta-feira, 21, o concurso TRF5, realizado em 2017, foi prorrogado por mais dois anos. A seleção foi homologada no dia 20 de junho de 2018 e, desde então, já nomeou um total de 136 aprovados, sendo 80 analistas e 56 técnicos.
TRF5 suspende convocação de aprovados
(Foto: Getulio Bessoni)
Veja como foi o concurso TRF5
O concurso TRF5 ofertou 14 vagas imediatas, mais formação de cadastro de reserva, para cargos de técnico e analista, em diversas especialidades. Entre as áreas com oferta de vagas, foram contempladas as áreas judiciária e administrativa, nas especialidades de Oficial de Justiça, Contadoria, Informática e Medicina.
A carreira de técnico judiciário exigia o nível médio a de analista judiciário o requisito foi o nível superior. As remunerações variam de R$7.260,41 a R$8.308,17, para técnico, e de R$11.345,90 a R$13.064,99, para analista. Os valores já contam com a Gratificação de Atividade Judiciária e auxílio-alimentação de R$884.
A organizadora do concurso foi a Fundação Carlos Chagas (FCC). Na época, os candidatos foram avaliados por provas objetiva e discursiva.
A prova objetiva foi composta por questões de Português, Noções de Direito Administrativo, Atos Normativos, Noções sobre Direitos das Pessoas com Deficiência, Noções de Sustentabilidade e Conhecimentos Específicos.
Já a prova discursiva consistiu em uma redação para os candidatos às vagas de nível médio. No caso dos analistas, foi cobrado um estudo de caso.
Nesta quarta-feira, 27, a Caixa Econômica Federal efetua o pagamento do auxílio emergencial a 2,8 milhões de brasileiros. Será feito o crédito da primeiro parcela para os novos aprovados e da segunda parcela para beneficiários do Bolsa Família.
No novo lote da primeira parcela, recebem 700 mil trabalhadores nascidos em outubro. Já na segunda parcela, estão 1,9 milhão de beneficiários do Bolsa Família, cujo NIS (Número de Identificação Social) termina em 8.
Na última terça-feira, 26, a Caixa concluiu os pagamentos da segunda parcela os trabalhadores que receberam a primeira parcela no mês passado e que não fazem parte do programa Bolsa Família.
Cadastros nos Correios iniciam em junho
As agências dos Correios passarão a realizar o cadastro para o auxílio emergencial a partir de junho. O início do cadastramento estava previsto para esta segunda-feira, 25, no entanto, as agências estão, neste momento, em processo de adaptação dos sistemas para a realização do serviço.
“A data de início do atendimento, as formas de acesso da população e demais procedimentos serão amplamente divulgados pelos canais oficiais da empresa”, informa a estatal.
Até o último sábado, 23, a Caixa Econômica Federal já havia creditado R$60 bilhões de auxílio emergencial, somadas a primeira e a segunda parcelas. O benefício já alcançou 55,1 milhões de brasileiros. A segunda parcela já foi paga a 30,4 milhões de informais.
2,8 milhões de pessoas recebem o auxílio nesta quarta, 27
(Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Auxílio emergencial: Bolsonaro e Onyx preveem prorrogação
Tanto o presidente da República, Jair Bolsonaro, quanto o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmaram nos últimos dias que o auxílio emergencial pode ser prorrogado. No entanto, o valor deverá ser abaixo de R$600 (valor atual).
Na última sexta-feira, 22, Bolsonaro disse, em entrevista ao programa Pingos Nos Is da rádio Jovem Pan, que seria possível ter uma quarta e quinta parcela do auxílio “para ver se a economia pega”. Atualmente, o benefício é pago pelo prazo de três meses.
“Conversei com o Paulo Guedes, que vamos ter que dar uma amortecida nisso daí. Vai ter a quarta parcela, mas não de R$600. Não sei quanto vai ser, R$300, R$400, e talvez tenha a quinta (parcela). Talvez seja R$200 ou R$300. Até para ver se a economia pega”, disse o presidente.
No último domingo, 26, o ministro Onyx Lorenzoni disse que uma possível ampliação do auxílio emergencial de R$600 “está em estudo”. Ele, no entanto, não respondeu o valor que seria estendido à população.
Já no dia 19 de maio, o ministro da Economia, Paulo Guedes, admitiu a possibilidade de prorrogar o auxílio emergencial após as três parcelas previstas. Ele, porém, defende a redução gradual do valor do benefício e garante que o auxílio não deve ser permanente.
Além disso, segundo o jornal O Globo, o ministro mencionou o valor de R$200 em uma reunião com empresários no dia 19. Durante o encontro, Paulo Guedes citou a necessidade de “suavizar a queda” do pagamento do auxílio.
“Ele falou da possibilidade de pensar em uma fórmula de trabalhar essa saída, uma forma de sair dessa situação sem desproteger as pessoas, na medida em que a crise de saúde também vai diminuindo”, disse uma fonte que participou da reunião.
Vale lembrar que o valor de R$200 foi proposto pela equipe econômica do governo na versão original do auxílio emergencial. No Congresso, no entanto, houve a ampliação do benefício para R$500 e, logo após, foi fechado um acordo com o presidente Jair Bolsonaro para elevar a ajuda a R$600.
Segundo um interlocutor, Guedes teria dito que, se o auxílio fosse de R$200, daria para pagar por mais meses. O ministro também ressaltou que, na proposta inicial, eram esperados 30 milhões de beneficiários, no entanto, subiram o valor e o número de beneficiários (60 milhões).
Aprovado pela Câmara e pelo Senado, o auxílio emergencial de R$600 é uma renda básica que, atualmente, é paga pelo prazo de três meses para pessoas que ficaram sem rendimentos, como vendedores ambulantes, feirantes e outros trabalhadores informais.
Os estudantes que querem prestar o Enem 2020 têm somente até as 23h59 desta quarta-feira, 27, para fazer inscrição. O prazo será encerrado hoje, na Página do Participante e no aplicativo do exame.
Após preenchida a ficha, o candidato deve proceder ao pagamento do boleto, no valor de R$85, até quinta-feira, 28 de maio, com aqueles que conseguiram isenção da taxa.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) alerta os interessados que não deixem para a última hora. E lembra que mesmo quem solicitou a isenção da taxa (tendo o pedido deferido ou não) também precisa se inscrever, assim como os demais participantes.
De acordo com o último balanço divulgado pelo Inep, mais de 5 milhões de estudantes se inscreveram no Enem 2020.
Vale lembrar também que as inscrições são disponíveis apenas para a versão impressa do Enem. A prova digital, que é novidade este ano, bateu o limite de 100 mil inscrições na semana passada.
Pontos importantes para não esquecer ao fazer a inscrição:
os dados declarados pelos candidatos devem ser conferidos e apenas alguns deles podem ser modificados na página do participante, durante o acompanhamento da inscrição;
no caso da escolha do município para fazer a prova, por exemplo, o Inep pede cuidado reforçado, porque não será possível trocar após o encerramento do prazo;
é necessário memorizar a senha ou anotá-la e guardá-la em local seguro, pois é com ela que o participante irá acompanhar todas as etapas de execução do exame.
Os candidatos devem realizar o pagamento da taxa de inscrição
até quinta, 28 (Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil)
Inscritos responderão enquete sobre nova data da prova
Com isso, no fim de junho será feita uma enquete com os estudantes inscritos, na Página do Participante. As datas do exame serão definidas após a consulta.
Mas o período de adiamento será de 30 a 60 dias em relação ao que era previsto nos editais. As datas iniciais eram nos dias 1º e 8 de novembro, em sua versão tradicional, e 22 e 29 de novembro, na nova versão digital.
A estrutura de avaliação do Enem 2020 seguirá o esquema do ano anterior: quatro provas objetivas, cada uma com 45 questões, e uma redação em língua portuguesa.
Dia 1 – provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; redação; e Ciências Humanas e suas Tecnologias;
Dia 2 – provas de Ciências da Natureza e suas Tecnologias; e Matemática e suas Tecnologias.
Este é o primeiro ano que o governo vai realizar o Enem Digital, obedecendo a mesma estrutura de prova. A ideia é implantar o novo modelo de forma progressiva, por isso só foram permitidas 100 mil inscrições.
Mas a previsão é que a consolidação da prova digital seja feita até 2026. Como explica o Inep, por se tratar de fase piloto de implantação, neste primeiro ano, o Enem Digital não estará disponível para “treineiros” e não promoverá atendimento especializado.
CIEE Rio promove preparação gratuita para o Enem na quarentena
O CIEE Rio, durante a quarentena, está investindo no reforço da preparação gratuita para o Enem 2020, voltado para os jovens que fazem parte do Programa Mais, que atua desde 2004. São conteúdos que visam ajudar estudantes de menor renda a se prepararem para o Exame Nacional do Ensino Médio.
As inscrições para 2021 só serão abertas no final do segundo semestre. Poderão participar “estudantes de 16 a 24 anos que concluíram o ensino médio pela rede pública, afrodescendentes, vindos de classes sociais populares e com disponibilidade de horário.”
Para concorrer às vagas do Programa, os jovens devem enviar um e-mail para inscricaocpe1@cieerj.org.br. Mas somente quando forem abertos os processos seletivos a equipe do CIEE Rio entrará em contato com os interessados.
A rotina dos jovens que participam do projeto será mantida através de vídeo aulas e da ampliação dos serviços on-line, como compartilhamento de exercícios em aplicativos e encontros on-line via lives para tirar duvidas.
“Dar continuidade ao Programa neste contexto tem sido um grande desafio, porque além de todas as questões relacionadas à pandemia, temos que lidar com as desigualdades sociais que neste momento se acentuam: falta de acesso a internet e equipamentos próprios para estudar a distância . Mas estamos buscando soluções criativas para eles estudarem. Recebemos apoio das famílias impactadas pelo cenário econômico que nos dão força para continuar executando o projeto, mantendo vivo o sonho desses estudantes que não têm condições de pagar um cursinho.”
A fala é da coordenadora de Programas Especiais, Valéria Monteiro. Para o superintendente do CIEE Rio, Paulo Pimenta, o momento é de adaptação às novas formas de estudar e, por isso, o candidato deve ter foco, organização e disciplina para conseguir aprender e ter resultados positivos.
Um modelo diferenciado de contratação está ganhando destaque no mercado por sua eficiência. A Scooto, empresa especializada em customers success, propõe um formato em que os participantes recebem uma remuneração durante o processo seletivo.
A ideia surgiu ao observar a tensão dos candidatos durante a seleção. Esse nervosismo muitas vezes acaba inibindo qualidades que poderiam ser determinantes para garantir a vaga.
Segundo a Scooto, o foco em parecer seguro ou capacitado atropela o verdadeiro objetivo do processo seletivo, que é testar a capacidade de resolução de problemas dos concorrentes.
“Pagamos uma quantia por cada ticket resolvido a cada um dos participantes. É um modelo de via dupla. A candidata é paga pelo tempo dedicado ao trabalho que desempenhou e já se familiariza com a rotina e, em contrapartida, a Scooto poupa tempo com um processo seletivo eficiente que demonstra absolutamente a performance de cada candidatada”, explicou Marina Vaz, sócia da Scooto.
Os processos seletivos da empresa são compostos por três etapas. São elas:
Envio de texto de apresentação do profissional e de justificativa acerca do interesse na vaga;
Onboarding da empresa e do trabalho que irá executar; e
Avaliação dos Resultados (ao final, quem participou da seleção é pago individualmente).
Modelo colabora para diminuição da rotatividade dos funcionários
Os sócios da empresa defendem que nesse formato é possível conhecer os valores e a postura de trabalho das candidatas de maneira prática. Além disso, os profissionais também tem a oportunidade de entender detalhes da rotina de trabalho, que normalmente não seriam revelados numa entrevista tradicional.
Entre eles: forma de buscar informação, de se organizar, de prezar pela qualidade na resolução dos tickets, dentre outros aspectos.
A empresa garante que, por conta desse modelo de contratação, após três anos de atuação no mercado, não há turnover. Em comparação com outros lugares, a rotatividade dos funcionários no setor de call center apresenta uma média mensal de 6,5% a 10%.
“A taxa de turnover da Scooto é um dado que está fora do parâmetro do setor. Por isso, atribuímos esse diferencial ao nosso formato de processo seletivo”, destacou Marina.
Scooto quer fortalecer presença de mulheres no mercado de trabalho
(Foto: Pixabay)
Maior parte da equipe é formada por mulheres
Esse novo formato de contratação também é uma novidade para os profissionais. Alguns desistem do processo seletivo por não se identificar com o modelo, mas a maioria elogia o imediatismo:
“Muitos dizem que nunca tinham participado de um processo assim antes e que se sentiu parte do time, mesmo sendo por pouco tempo.”
A empresa, que atua no ramo de vendas e atendimento ao cliente, aposta em um atendimento humanizado e empático. O objetivo é o foco na resolução de problemas para o cliente.
Segundo a Scooto, o cliente firma uma relação duradoura com a empresa e com sua imagem de excelência. A maior parte da equipe da é formada por mulheres, muitas delas mães. A empresa funciona 100% de maneira remota.
“Queremos conquistar novos clientes e, consequentemente, contratarmos cada vez mais mulheres. O modelo de trabalho remoto com horas flexíveis da Scooto é nossa forma de fortalecer a presença das mulheres no mercado de trabalho brasileiro”, reforçou Marina.
Empresa oferece remuneração acima da média do mercado
O modelo de contratação é remoto e formatado de acordo com a disponibilidade de cada “scooteira”. Assim, a equipe já conta com neurocientista, jornalistas, arquiteta e administradora de empresas.
A empresa oferece uma remuneração média de R$ 2.500, valor acima da média do mercado. Além disso, o custo de contratação fica por volta de 50% abaixo dos grandes players do setor, já que a operação dispensa a infraestrutura de espaços físicos.
“Conseguimos mudar o paradigma de que atendimento ao cliente é subemprego. Nossa equipe é formada por pessoas empáticas e extremamente qualificadas para o trabalho”, complementa Locci.
Além disso, a Scooto se firma dentro de um modelo de gestão horizontal em que todas as colaboradoras executam seus papéis com autonomia.
“Com um regime de trabalho flexível para as atendentes, foco no encantamento, na construção de relações e na leitura de dados pertinentes ao negócio, transformamos o SAC num gerador de leads qualificados, diminuímos o churn e potencializamos o melhor canal de marketing: o boca-a-boca”, garantiu Marina.
Para quem estiver interessado em fazer parte do time da Scooto, pode acessar a página de cadastro.
A queda no número de contratações contribuiu de forma expressiva para o saldo negativo de empregos formais nos quatro primeiros meses de 2020. Por conta da pandemia do Coronavírus no país, o mês de abril atingiu o número de 860.503 postos de trabalho fechados. Os números foram divulgados pelo Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), nesta quarta-feira, 27.
De acordo com o relatório, em abril de 2019, o Caged teve saldo positivo de 129.601contratações com carteira assinada, totalizando 1.374.628 admissões e 1.245.071 demissões. Já no mesmo mês em 2020, as contratações ficaram em 598.596 e o número de desligamentos chegou a 1.459.099.
Enquanto as demissões tiveram um incremento de 17,2%, as admissões caíram 56,5% na comparação entre abril de 2019 e abril de 2020. Os Estados com piores rendimentos em valores nominais foram os seguintes:
Nos quatro primeiros meses de 2020, foram registradas 4.999.981 admissões e 5.763.213 demissões no país, resultando menos 763.232 oportunidades. Já entre janeiro e abril de 2019, o Caged registrou 5.529.457 admissões e 5.215.622 demissões, obtendo um saldo positivo de 313.835. Dessa forma, é possível afirmar que as admissões caíram 9,6% e as demissões subiram 10,5% no intervalo de um ano.
Na comparação mês a mês, o salário médio real de admissão no Brasil cresceu, passando de R$1.496,92, em abril de 2019, para R$1.814,62, em abril de 2020.
Abril de 2020 teve mais de 860 mil postos de trabalho fechados
(Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)
Manutenção dos empregos e mudanças no Caged
De acordo com a Secretaria do Trabalho, do Ministério da Economia, o Programa Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm) contribuiu para a preservação dos empregos no país.
O BEm, instituído pela Medida Provisória 936/2020, prevê que os trabalhadores que tiverem jornada reduzida ou contrato suspenso e ainda auxílio emergencial para trabalhadores intermitentes com contrato de trabalho formalizado, recebam o benefício que pode variar entre R$261,25 e R$1.813,03. Dados da Secretaria do Trabalho apontam que o programa já preservou mais de 8,1 milhões de empregos em todo o Brasil.
O material divulgado pelo Caged é o primeiro após o preenchimento de informações da base de dados passar para o Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Com a mudança, o cumprimento de 13 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas fica centralizado em um só sistema e aumenta a qualidade da informação e há aperfeiçoamento do registro administrativo, segundo o governo.
Nesse novo modelo, uma inovação do Novo Caged é o agrupamento de setores da economia que, até dezembro de 2019, eram oito:
Agora, os dados estarão na mesma divisão feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São eles: Comércio, Serviços, Indústria Geral, Construção Civil e Agricultura.
No intervalo de janeiro a abril de 2020, a Agricultura teve saldo positivo de 10.032, resultado de 275.464 contratações e 265.432 demissões. Já o resultado da Construção Civil ficou negativo em 21.837; enquanto Comércio teve -342.748; Serviços -280.716 e Indústria -127.886.
Os números do Coronavírus não param de crescer no Brasil, mesmo assim municípios e estados brasileiros já elaboram planos para a retomada gradual da economia Com isso, a MP 936 pode ser suspensa em algumas empresas. Mas como ficam os contratos e salários com o fim da pandemia?
A Medida Provisória (MP) 936 permite a redução da jornada e, consequentemente, do salário dos trabalhadores, assim como a suspensão do contrato dos funcionários.
O valor dessa compensação tem como base o seguro-desemprego, não passando do teto de R$1.813. Após a realização do acordo, o empregador/empresa deverá comunicar as condições ao Ministério da Economia em até dez dias corridos.
Caso o empregador não informe dentro desse prazo, o trabalhador deve receber o salário normal até que o governo seja devidamente informado. No entanto, com o fim da pandemia, como ficam os contratos que já estão suspensos e os salários reduzidos?
Para esclarecer essas questões, FOLHA DIRIGIDA conversou com a advogada Ligia Oliveira, especialista na área Trabalhista. Ela dá detalhes de como as empresas devem atuar na retomada dos contratos de seus funcionários. Entenda!
A suspensão dos contratos pode ser cancelada a qualquer momento antes do período de dois meses?
Sim, pode ser cancelada a qualquer momento.
Se positivo, o trabalhador deve retornar ao trabalho em quanto tempo após o cancelamento?
O empregador/empresa deve comunicar, por escrito, seus funcionários sobre o restabelecimento do contrato e os empregados devem retornar ao trabalho no prazo de dois dias corridos contados desta comunicação.
O BEm será suspenso automaticamente?
Não. Por equivalência, o prazo para comunicação por parte da empresa sobre a alteração ao Ministério da Economia é de até 10 dias. Desta forma, o mesmo será pago em até 30 dias desta comunicação, sempre de forma proporcional ao período de suspensão.
Em relação à redução da carga horária e, consequentemente, do salário, o prazo máximo é de 90 dias. Caso a empresa volte a trabalhar, ela pode suspender essa redução?
Sim, essa alteração pode ser suspensa a qualquer tempo, a critério do empregador. O procedimento é o mesmo da suspensão: comunicação por escrito aos empregados sobre o restabelecimento da jornada normal.
E em quanto tempo o trabalhador poderá voltar ao seu trabalho?
A partir da data da comunicação expressa e inequívoca do restabelecimento do contrato em sua normalidade, o trabalhador deve atendê-la no prazo de 2 dias corridos.
Saiba como fica a MP 936 no pós-pandemia (Foto: Agência Brasil)
Segundo a advogada, as alterações contratuais previstas na MP 936 são, por natureza, de prazo determinado. Nesse sentido, o cancelamento por parte do empregador pode ser realizado.
“Ou seja, no caso de retorno das atividades normais da empresa, as alterações realizadas no contrato de trabalho dos funcionários podem ser canceladas, bastando que o empregador comunique aos seus empregados, de forma expressa e inequívoca, o fim do período de suspensão, devendo os mesmos retornar ao trabalho em até dois dias corridos após serem devidamente cientificados”, conclui Ligia Oliveira.
Cartilha responde perguntas sobre a MP 936
O Governo Federal, por meio do Ministério da Economia, divulgou uma cartilha de perguntas e respostas sobre a Medida Provisória 936/2020. A MP faz parte do Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda e abrange todos os empregados, inclusive domésticos em jornada parcial, intermitentes e aprendizes.
Dentre as finalidades da MP 936 estão as seguintes: preservar o emprego e renda; garantir a continuidade das atividades laborais e empresariais; reduzir a jornada de trabalho e salário; e suspender temporariamente o contrato de trabalho.
Além de esclarecer dúvidas sobre a medida provisória, a cartilha preparada pelo governo traz informações sobre as premissas gerais da medida, outros pontos a serem destacados e informações técnicas e operacionais.
É importante ressaltar que a adesão deve ser decidida por ambas as partes, sendo elas o empregador e o empregado. De acordo a cartilha do governo, o acordo coletivo é sempre possível. Portanto, se os percentuais de redução de jornada forem diversos dos previstos na MP, o benefício será calculado da seguinte forma:
Redução de jornada menor de 25%: sem benefício;
Redução de jornada igual ou maior a 25% e menor que 50%: 25% da base de cálculo;
Redução de jornada igual ou maior a 50% e menor que 70%: 50% da base de cálculo; e
Redução da jornada igual ou superior a 70%: 70% da base de cálculo.
O empregador pode reduzir o salário e a jornada do trabalhador por até 90 dias – a redução pode ser de 25%, 50% e 70%. Em caso de redução de 25%, o acordo pode ser realizado diretamente com o empregado de forma individual.
Já para os outros percentuais, a redução poderá ser negociada apenas com empregados que tenham salário de até três salários mínimos (R$3.135) ou com quem tenha diploma de curso superior e salário a partir de R$12.202,12.
Para reduzir o salário dos trabalhadores que ganham entre R$3.135 e R$12.202,12, será necessária a intervenção do sindicato. Além disso, em caso de redução com outros percentuais, como 10% ou 60%, por exemplo, será preciso realizar acordo coletivo ou convenção coletiva de trabalho.
Suspensão do contrato
Para os empregados que tiverem suspensão do contrato de trabalho, o governo vai pagar o equivalente a 100% do seguro-desemprego a que o funcionário teria direito, mas somente para empresas com faturamento abaixo de 4,8 milhões.
Caso a empresa tenha faturamento acima de 4,8 milhões, o empregador/empresa deverá arcar com 30% do salário do empregado, como uma ajuda compensatória, enquanto o governo vai pagar o equivalente a 70% do seguro-desemprego a que o empregado teria direito.
Tanto na redução salarial, como na suspensão do contrato, os benefícios que o empregado recebe devem ser mantidos. No caso dos colaboradores que estão de férias, a recomendação é que a empresa espere esse período para propor qualquer medida.
Dos profissionais que se formam em carreiras de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, apenas 33% são mulheres. Os dados são da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
A Tim incentiva que mais mulheres ingressem na área tecnológica. A empresa de telefonia promoveu o encontro virtual ‘Mulheres Tech’, com o objetivo de estimular e encorajar a representatividade feminina nessas especialidades. Sobretudo, no mundo do trabalho pós-pandemia do Coronavírus.
Mulheres das áreas tecnológicas da operadora participaram do evento e contaram suas experiências e projetos. Na plateia virtual, estavam universitárias de cursos de tecnologia, convidadas por meio de parceria com instituições de ensino públicas e privadas.
O bate-papo foi online, de forma a respeitar a orientação de distanciamento social para combate à pandemia do novo Coronavírus (Covid-19). Na iniciativa, liderada pelo time de Recursos Humanos, a Tim apresentou informações sobre diversidade e inclusão no Brasil e informações sobre a empresa.
Auana Mattar, primeira diretora de Tecnologia de Informação da Tim
(Foto: Divulgação)
A primeira diretora de Tecnologia de Informação da companhia, Auana Mattar, evidenciou os desafios da carreira e a importância da presença feminina na área.
“Ter mais mulheres em tecnologia, onde estão concentradas as profissões do futuro, é uma necessidade do mercado e uma realização enorme para mim. É preciso coragem para seguir, não desistam. E não somente a presença de mulheres é fundamental para o processo de inovação, mas sim, toda a diversidade de perfis, pensamentos e ideias. Isso é bom para os negócios”, ressaltou a executiva.
Por sua vez, Cristina Gavazza, especialista em inovação e desenvolvimento de novos negócios, destacou o investimento da operadora à inovação aberta, em conjunto com startups, polos de fomento e a importância da diversidade nesse contexto.
Já Ana Carolina Pedreira, especialista em parcerias tecnológicas, trouxe detalhes da mudança que o 5G trará para o mundo e como a Tim está se preparando para a chegada dessa nova rede.
Mulheres são 25% da força de trabalho da indústria digital
Em decorrência do Coronavírus, mudanças estão em curso no mundo corporativo. Isso fica ainda mais evidente na indústria digital, que virou foco em tempos de isolamento social. Porém, os números indicam apenas 25% de mulheres nesse ramo.
Para a VP de Recursos Humanos da Tim Brasil, Maria Antonietta Russo, o impacto digital na vida das organizações foi muito grande e deverá crescer ainda mais. Por isso, incentivou a participação de mais mulheres em carreira de Tecnologia.
“Hoje, só 20% das mulheres no mercado atuam na área tecnológica. Elas representam 25% da força de trabalho da indústria digital. Esses percentuais precisam crescer, principalmente porque o mercado depois da Covid-19 exigirá profissionais mais preparados para as novas tecnologias”, destacou.
Diante disso, Maria Antonietta Russo ressaltou a importância da busca das estudantes por carreiras STEM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).
“Decidimos iniciar um percurso em parceria com as universidades para incentivar a escolha por essas carreiras, em linha com as oportunidades que surgirão no novo mundo de trabalho pós-pandemia. Além disso, a TIM é uma empresa comprometida com a valorização de toda diversidade e promoção de uma cultura inclusiva, e isso também significa estimular maior participação feminina em áreas do nosso negócio como TI, inovação e infraestrutura”.
A VP de Recursos Humanos da Tim Brasil ainda deixou uma mensagem de incentivo a todas que desejam ingressar nesse ramo: “nunca desistam dos seus sonhos. O limite para alcançá-los é, principalmente, aquele que colocamos a nós mesmas”.