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  • Ministério da Saúde lança programa inédito de cuidado domiciliar à pessoa idosa

    Ministério da Saúde lança programa inédito de cuidado domiciliar à pessoa idosa

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lança nesta quinta-feira (18), no Rio de Janeiro, o Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa (Padi Brasil). A iniciativa marca a primeira estratégia nacional de cofinanciamento federal voltada exclusivamente para estruturar e levar Equipes Multiprofissionais (eMulti), às residências de usuários idosos da Atenção Primária à Saúde com limitações funcionais. Para isso, serão investidos cerca de R$ 500 milhões em recursos federais, sendo R$163,2 milhões em 2026 e R$ 329,3 milhões em 2027.

    O ministro destacou que mais de 3 milhões de idosos acamados são atendidos pelo SUS no Brasil. “Com a implantação do Padi Brasil, mais da metade dessa população passará a contar também com acompanhamento em casa, ampliando o acesso ao cuidado e oferecendo mais qualidade de vida aos pacientes e às suas famílias”, afirmou.

    “Junto ao Programa Farmácia Popular, que oferece gratuitamente medicamentos para diabetes e hipertensão, além de fraldas geriátricas, e ao Agora Tem Especialistas, que está reduzindo o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias, estamos fortalecendo ainda mais o cuidado com a saúde da população idosa em todo o país”, acrescentou o ministro Alexandre Padilha.

    Com o incremento financeiro, os municípios poderão solicitar novas equipes ou ampliar as já existentes, com aumento da carga horária, contratação de mais profissionais, inclusive médicos especialistas. Ao todo, 2.733 municípios já solicitaram ao Ministério da Saúde a adesão ao Padi Brasil, totalizando 3.677 equipes eMulti, entre ampliações de equipes existentes e implantações de novas equipes. Os números demonstram a demanda dos territórios pelo fortalecimento do cuidado domiciliar à pessoa idosa.

    Cada equipe poderá receber um incremento mensal de até R$ 10 mil por meio do Padi Brasil, totalizando até R$ 57,5 mil por mês, a depender da modalidade da equipe multiprofissional, que pode ser Ampliada, Complementar ou Estratégica. Essas equipes são compostas por profissionais de saúde de diferentes áreas e categorias profissionais, possibilitando o atendimento por psicólogos, nutricionistas, cardiologistas, geriatras, entre outros especialistas, que atuam de forma integrada às equipes de Saúde da Família, ampliando o acesso ao cuidado especializado. Também haverá repasse de parcela única de implantação para ações de estruturação de ações no território no mesmo valor do incremento.

    Atenção primária à Saúde e envelhecimento saudável

    A promoção do envelhecimento saudável é uma das prioridades do Governo do Brasil. Nas últimas décadas, a população brasileira passou a viver mais: em 2024, a expectativa de vida ao nascer alcançou 76,6 anos. Esse avanço representa uma importante conquista social, resultado da melhoria das condições de vida, da ampliação do acesso aos serviços de saúde e do fortalecimento das políticas públicas. Atualmente 80% das pessoas idosas dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS).

    Nesse contexto, as equipes da Atenção Primária à Saúde desempenham papel fundamental no acompanhamento da população idosa, identificando precocemente sinais de alerta, fragilidades e condições crônicas. Com o Padi Brasil, esse cuidado será ampliado, levando atendimento multiprofissional especializado até a residência das pessoas idosas com limitações funcionais.

    As equipes contam com diversos instrumentos de apoio ao cuidado. Entre eles, destaca-se a Caderneta Brasileira da Pessoa Idosa, importante ferramenta para o acompanhamento das condições de saúde dessa população, disponível tanto na versão impressa quanto digital, por meio do aplicativo Meu SUS Digital.

    O Ministério da Saúde também disponibiliza materiais educativos e orientativos voltados a profissionais de saúde, gestores, cuidadores e familiares, abordando temas como a promoção de uma linguagem positiva sobre demência, a prevenção de quedas e a adoção de práticas que contribuam para um envelhecimento saudável e com mais qualidade de vida.

    Foto: Matheus Oliveira/ Agência Saúde- DF
    Foto: Matheus Oliveira/ Agência Saúde- DF

    Homenagem ao pioneirismo

    Durante o lançamento dos novos recursos, o Ministério da Saúde realizou uma homenagem à médica e advogada Guilhermina Maria Galvão Siqueira Gomes, idealizadora do projeto que inspirou o programa nacional.

    Na década de 1990, ela atuou no Hospital Municipal Paulino Werneck, que atende a população da Ilha do Governador e parte da região da Maré. Ao observar que muitos pacientes idosos retornavam repetidamente ao hospital, Guilhermina iniciou uma investigação para compreender as causas dessas reinternações.

    Ao constatar que muitos pacientes, após receberem alta, permaneciam sem acompanhamento adequado, Guilhermina liderou a criação do Programa de Atenção Domiciliar (PADI) do Hospital Paulino Werneck, considerado uma experiência inovadora no Sistema Único de Saúde (SUS) carioca. O programa passou a acompanhar pacientes em suas próprias casas, oferecendo assistência médica, de enfermagem, fisioterapia, psicologia e apoio aos cuidadores familiares.

    Conheça a Caderneta Brasileira da Pessoa Idosa

    Janaína Oliveira
    Priscila Viana
    Ministério da Saúde

  • TRF5 divulga balanço da Semana do Meio Ambiente 2026  
		Última atualização:  18/06/2026 às 15:12:00

    TRF5 divulga balanço da Semana do Meio Ambiente 2026 Última atualização: 18/06/2026 às 15:12:00

    Cuidar do mundo que nos cerca é uma responsabilidade coletiva. Por isso, a cada ano, o Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 planta uma sementinha dentro de cada pessoa que participa da Semana do Meio Ambiente. A edição de 2026, realizada entre os dias 08 e 12 de junho, contou com uma programação voltada a ações de sensibilização, capacitação e orientação sobre atitudes essenciais para a construção de um futuro mais sustentável.  

    Confira o balanço das atividades realizadas: 

    Cartilhas e distribuição de mudas 

    A produção e divulgação de três cartilhas digitais foi uma das ações realizadas. Os materiais abordaram as diferenças entre lixo, lixão e resíduo; o descarte correto de materiais; e o reaproveitamento de alimentos. A distribuição de 500 mudas de plantas também fez parte da programação. Em cada uma delas, a esperança de um mundo mais verde. 

    Palestra 

    O consumo circular e as práticas de descarte também foram temas da edição deste ano. A mesa de debates e exposições foi conduzida pela professora Dra. Ana Paula Celso de Miranda, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O encontro teve caráter educativo, sendo uma oportunidade de diálogo e reflexão sobre modelos de consumo e formas de descarte, bem como uma forma de conscientizar servidores e servidoras sobre o impacto de decisões cotidianas, tanto no plano individual quanto no coletivo, quando o assunto é meio ambiente.   

    Orientações sobre coleta seletiva 

    Equipes da Autarquia de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb) estiveram no TRF5 para colaborar com orientações importantes no que diz respeito à coleta seletiva e manejo de resíduos. A autarquia municipal promoveu uma oficina destinada a terceirizadas e terceirizados da Corte, para oferecer informações sobre o tema, além de instalarem um estande no edifício-sede do TRF5 para esclarecer dúvidas de servidores e servidoras e realizar o cadastramento para coleta seletiva residencial.

    Incentivo à capacitação 

    Durante a Semana, o TRF5 divulgou uma lista de cursos nas áreas de gestão ambiental e sustentabilidade, como uma forma de incentivo à capacitação dentro do tema. A lista, disponível no portal TRF5 Sustentável (link), conta com sete opções de cursos oferecidos pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap): Sustentabilidade na Administração Pública; ASG na Gestão Pública: caminhos para a sustentabilidade; Resíduos Sólidos; Metodologia de Elaboração de Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos; Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável: desafios para a implementação; Contratações públicas sustentáveis; e Compras sustentáveis e a nova lei de licitações.   

    Transparência e compartilhamento de boas práticas 

    Os canais oficiais do TRF5 nas redes sociais também foram meios de divulgação de informações importantes de preservação do meio ambiente. As ações do TRF5 no quesito sustentabilidade, bem como os resultados obtidos a partir dessas ações, foram o foco das publicações.  

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Ministro da Saúde participa de cerimônia da Funasa para instalação de mais de 20,9 mil cisternas em 498 municípios do Brasil

    Ministro da Saúde participa de cerimônia da Funasa para instalação de mais de 20,9 mil cisternas em 498 municípios do Brasil

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, nesta quarta-feira (17), da cerimônia promovida pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa) que autorizou a instalação de 20,9 mil cisternas em 498 municípios brasileiros. Com investimento superior a R$ 250 milhões, a iniciativa beneficiará mais de 20 mil famílias e representa uma das maiores ações recentes de promoção da segurança hídrica no Semiárido brasileiro. Durante o evento, também tomou posse o novo presidente da Funasa, Lenildo Morais.

    Ao destacar a importância da iniciativa, o ministro Alexandre Padilha ressaltou que o acesso à água de qualidade é fundamental para a promoção da saúde, a prevenção de doenças e o enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas. “Levar água ao povo do Semiárido brasileiro é uma das ações mais importantes para enfrentar os impactos das mudanças climáticas. O aumento da temperatura média eleva o risco de secas e enchentes, exigindo novos desafios para o saneamento. A Funasa tem um papel histórico no combate às doenças relacionadas à falta de saneamento e, agora, contribui para garantir água de qualidade e mais segurança às populações vulneráveis”, afirmou Padilha.

    As cisternas serão instaladas em municípios da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. A tecnologia social permite captar e armazenar água da chuva para consumo humano, ampliando a segurança hídrica, reduzindo a vulnerabilidade das famílias e contribuindo para melhores condições de saúde e qualidade de vida.

    A autorização das ordens de serviço marca o início da fase de implantação de uma das maiores ações de acesso à água conduzidas pelo Governo do Brasil na região. Para milhares de famílias, a chegada das cisternas representará mais segurança no abastecimento, redução da dependência de fontes precárias de água e maior proteção diante dos períodos de estiagem prolongada.

    Prioridade às famílias em situação de vulnerabilidade

    A nova etapa é resultado de um processo iniciado pela Funasa em 2025, com a seleção pública dos municípios aptos a receber as cisternas. Ao final da etapa de habilitação, foram contemplados 498 municípios distribuídos pelos oito estados participantes da ação.

    A definição dos beneficiários priorizou famílias em situação de maior vulnerabilidade social, especialmente aquelas chefiadas por mulheres, pessoas com deficiência, famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e comunidades quilombolas.

    Antes da autorização das obras, equipes técnicas da Funasa realizaram análises e vistorias para validar as propostas e os locais previstos para implantação das estruturas, garantindo o cumprimento dos critérios técnicos estabelecidos.

    Além de ampliar o acesso à água para consumo humano, a iniciativa contribui para a prevenção de doenças relacionadas à escassez hídrica e à falta de abastecimento adequado, fortalecendo as ações de saúde ambiental desenvolvidas pelo Governo do Brasil. A ampliação da segurança hídrica é considerada estratégica para proteger a saúde da população e aumentar a resiliência das comunidades mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas.

    Com a implantação das 20.976 cisternas, o Brasil avança na promoção da saúde, da qualidade de vida e da dignidade de milhares de famílias do Semiárido, reforçando o compromisso do Sistema Único de Saúde com a prevenção, a equidade e a adaptação às mudanças climáticas.

    Edjalma Borges
    Ministério da Saúde

  • Ministério da Saúde impulsiona desenvolvimento de tecnologias de ponta para acelerar entrega de soluções concretas para o SUS

    Ministério da Saúde impulsiona desenvolvimento de tecnologias de ponta para acelerar entrega de soluções concretas para o SUS

    Uma pequena amostra de saliva pode revelar muito sobre a nossa saúde. A técnica já é usada para detecção de vírus, bactérias e até sequenciamento de DNA. Uma pesquisa desenvolvida por cientistas brasileiros foi além e criou um biossensor em formato de chip que, combinado com inteligência artificial, é capaz de identificar sinais de metástase de câncer de boca.

    O projeto é conduzido há oito anos por pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), mas foi em 2026 que alcançou um novo impulso. A virada de chave ocorreu com a integração ao Programa Nacional de Inovação Radical em Saúde, iniciativa do Ministério da Saúde desenhada para alavancar o desenvolvimento e oferta de tecnologias de última geração no Sistema Único de Saúde (SUS) e impulsionar a soberania nacional no setor.

    Historicamente, o ciclo que separa o início de uma pesquisa até a oferta de um medicamento na prateleira da farmácia pode ultrapassar os 10 anos. Isso porque o percurso envolve etapas complexas, como testes laboratoriais, ensaios clínicos, validação regulatória e adaptação para produção em escala.

    A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde, Fernanda De Negri, destaca que o foco do programa é justamente encurtar esse caminho, com atuação integrada e direta para superar os desafios que ainda costumam travar projetos promissores. “A missão é fortalecer a inovação radical, com o desenvolvimento de novas moléculas, medicamentos e produtos de saúde de ponta para reduzir a dependência externa e garantir a soberania do SUS”, pontuou.

    De acordo com De Negri, a iniciativa parte do diagnóstico de que o país possui alta capacidade científica, mas ainda apresenta baixa conversão de conhecimento em soluções. “Para viabilizar essa transição, o Governo do Brasil vai financiar a instalação de um laboratório de pesquisa e desenvolvimento dedicado às necessidades estratégicas do setor produtivo de saúde, com foco na indústria farmacêutica. A criação dessa infraestrutura no CNPEM representa um marco de inovação, uma vez que o Brasil passará a contar com um suporte tecnológico inédito, essencial para transformar pesquisa em recursos reais que posicionem o país como referência em biotecnologia e saúde.”

    A pesquisa do biossensor, por exemplo, já utilizava um método sólido estruturado em 60 amostras de pacientes com e sem metástase. Agora, a iniciativa contará com um volume 13 vezes maior que o inicialmente previsto, explicou a pesquisadora Líder do Núcleo de Tecnologia em Proteômica e líder da Divisão de Núcleos Avançados em Tecnologias para Saúde do Laboratório Nacional de Biociências do CNPEM, Adriana Franco Paes Leme.

    “Tivemos a oportunidade de entrar na esteira dessa iniciativa e vislumbramos concretizar o projeto utilizando uma análise multicêntrica, onde conseguiremos crescer esse número para quase 800 amostras. E a gente vai conseguir trabalhar em parceria com os hospitais de excelência”, ressaltou Adriana Franco Paes Leme.

    A ampliação é possível porque o programa aproxima instituições de peso como o próprio CNPEM, o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e os hospitais de excelência vinculados ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS).

    Para acelerar a pesquisa da detecção de metástase, a cooperação será feita com o Hospital Sírio Libanês, que irá contribuir com acesso a pacientes e validação clínica, enquanto o CNPEM aporta infraestrutura, conhecimento científico e a engenharia para o desenvolvimento do dispositivo.

    Antes dessa parceria, o biossensor já tinha a acurácia, como é definido o grau de proximidade entre um resultado medido e seu valor real, de 76%. Os esforços agora são para elevar essa confiabilidade, enfatiza Adriana Franco Paes Leme. “Essa oportunidade de ter esses estudos em parceria com os centros de excelência vai nos dar outras perspectivas que a gente não tinha antes”, completa.

    Como funciona o biossensor

    Com um formato pequeno que permite ser levado para qualquer lugar, o biossensor utiliza princípios semelhantes aos dos microchips de smartphones para identificar biomarcadores de metástase de câncer de boca. A tecnologia utiliza espectroscopia de impedância eletroquímica para detectar biomarcadores do câncer, a partir da saliva. O método identifica alterações elétricas na superfície do chip e converte os dados em sinais digitais em tempo real, o que já substitui nessa fase o uso de um equipamento laboratorial de grande porte chamado espectrômetro de massas, orçado em até US$ 1 milhão.

    Ciclo de inovação

    Ao todo, quatro projetos-piloto em execução no CNPEM foram selecionados para integrar o Programa Nacional de Inovação Radical em Saúde. Além do biossensor, há pesquisas avançadas para desenvolver soluções para dor crônica neuropática, doenças neurodegenerativas e autoimunes.

    Para sair do laboratório e chegar ao paciente, os projetos percorrem um processo estruturado em duas etapas. Primeiro, as iniciativas passam por avaliação técnica, regulatória e de viabilidade comercial, com foco no potencial de escalabilidade e incorporação ao SUS. Em seguida, o programa apoia a captação de recursos, a formalização de parceiros e o acesso à infraestrutura de ponta do CNPEM, para transformar pesquisas em soluções reais e validadas para a saúde pública.

    Tecnologia feita no Brasil

    Em novembro do ano passado, o Ministério da Saúde celebrou um acordo com o CNPEM, órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, para torná-lo o primeiro polo de inovação radical em saúde do país. Com isso, a instituição assumiu o papel de primeiro centro-âncora nacional, com atuação voltada às prioridades do SUS.

    Na prática, a parceria fortalece a autonomia tecnológica e a soberania nacional ao disponibilizar infraestrutura científica de alto nível para pesquisadores, startups e indústrias parceiras do programa. Entre os destaques, está o Sirius, maior fonte de luz síncrotron da América Latina, capaz de visualizar estruturas biológicas em nível atômico. Essa infraestrutura é essencial para desenvolver e validar projetos de inovação radical, com a redução da dependência externa e a aceleração na entrega de novos tratamentos à população.

    O que é uma inovação radical?

    Diferentemente da inovação incremental, que apresenta melhorias graduais de tecnologias que já conhecemos (como uma nova formulação de medicamento ou a versão atualizada de um protocolo), a inovação radical promove rupturas tecnológicas capazes de transformar a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de doenças. Exemplos incluem o uso de inteligência artificial para diagnóstico, a implementação de terapias celulares avançadas e as vacinas com novas plataformas tecnológicas.

    Roberta Paola
    Ministério da Saúde

  • Fenafisco realiza 239ª Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo em Brasília

    Fenafisco realiza 239ª Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo em Brasília

    Teto 100, verbas indenizatórias, participação política e projetos de interesse da categoria no Congresso Nacional estiveram entre os principais temas debatidos

    A Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco) realizou, nos dias 15 e 16 de junho de 2026, a 239ª Reunião Extraordinária do Conselho Deliberativo. O encontro reuniu dirigentes sindicais para deliberar sobre pautas estratégicas para a atuação institucional da entidade e para o fortalecimento da representação dos fiscos estaduais e distrital.

    Entre os principais temas debatidos estiveram a implantação do Teto 100, verbas indenizatórias, participação política, projetos de interesse da categoria em tramitação no Congresso Nacional, fortalecimento da Pública Central do Servidor e a discussão sobre a filiação de associações.

    A reunião ocorreu em formato híbrido, com participação presencial em Brasília (DF), nas instalações do Hotel Brasília Imperial, e virtual para os demais membros do Conselho Deliberativo.

    A pauta também contemplou a leitura e aprovação das atas da 237ª e 238ª Reuniões Extraordinárias do Conselho Deliberativo e da 84ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo, além de informes da Diretoria, comunicados, petições e outros assuntos de interesse da Federação e de seus sindicatos filiados.

     

    Fenafisco

  • Ministro da Saúde participa de cerimônia da Funasa para instalação de mais de 20,8 mil cisternas em 498 municípios do Brasil

    Ministro da Saúde participa de cerimônia da Funasa para instalação de mais de 20,8 mil cisternas em 498 municípios do Brasil

    O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou, nesta quarta-feira (17), da cerimônia promovida pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa) que autorizou a instalação de 20,9 mil cisternas em 498 municípios brasileiros. Com investimento superior a R$ 250 milhões, a iniciativa beneficiará mais de 20 mil famílias e representa uma das maiores ações recentes de promoção da segurança hídrica no Semiárido brasileiro. Durante o evento, também tomou posse o novo presidente da Funasa, Lenildo Morais.

    Ao destacar a importância da iniciativa, o ministro Alexandre Padilha ressaltou que o acesso à água de qualidade é fundamental para a promoção da saúde, a prevenção de doenças e o enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas. “Levar água ao povo do Semiárido brasileiro é uma das ações mais importantes para enfrentar os impactos das mudanças climáticas. O aumento da temperatura média eleva o risco de secas e enchentes, exigindo novos desafios para o saneamento. A Funasa tem um papel histórico no combate às doenças relacionadas à falta de saneamento e, agora, contribui para garantir água de qualidade e mais segurança às populações vulneráveis. Essa é mais uma ação do Ministério da Saúde para adaptar o SUS ao enfrentamento das mudanças climáticas”, afirmou Padilha.

    As cisternas serão instaladas em municípios da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. A tecnologia social permite captar e armazenar água da chuva para consumo humano, ampliando a segurança hídrica, reduzindo a vulnerabilidade das famílias e contribuindo para melhores condições de saúde e qualidade de vida.

    A autorização das ordens de serviço marca o início da fase de implantação de uma das maiores ações de acesso à água conduzidas pelo Governo do Brasil na região. Para milhares de famílias, a chegada das cisternas representará mais segurança no abastecimento, redução da dependência de fontes precárias de água e maior proteção diante dos períodos de estiagem prolongada.

    Prioridade às famílias em situação de vulnerabilidade

    A nova etapa é resultado de um processo iniciado pela Funasa em 2025, com a seleção pública dos municípios aptos a receber as cisternas. Ao final da etapa de habilitação, foram contemplados 498 municípios distribuídos pelos oito estados participantes da ação.

    A definição dos beneficiários priorizou famílias em situação de maior vulnerabilidade social, especialmente aquelas chefiadas por mulheres, pessoas com deficiência, famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e comunidades quilombolas.

    Antes da autorização das obras, equipes técnicas da Funasa realizaram análises e vistorias para validar as propostas e os locais previstos para implantação das estruturas, garantindo o cumprimento dos critérios técnicos estabelecidos.

    Além de ampliar o acesso à água para consumo humano, a iniciativa contribui para a prevenção de doenças relacionadas à escassez hídrica e à falta de abastecimento adequado, fortalecendo as ações de saúde ambiental desenvolvidas pelo Governo do Brasil. A ampliação da segurança hídrica é considerada estratégica para proteger a saúde da população e aumentar a resiliência das comunidades mais vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas.

    Com a implantação das 20.976 cisternas, o Brasil avança na promoção da saúde, da qualidade de vida e da dignidade de milhares de famílias do Semiárido, reforçando o compromisso do Sistema Único de Saúde com a prevenção, a equidade e a adaptação às mudanças climáticas.

    Edjalma Borges
    Ministério da Saúde

  • Curso internacional no Brasil, em parceria com Cuba, promove fortalecimento da resposta a emergências em saúde pública

    Curso internacional no Brasil, em parceria com Cuba, promove fortalecimento da resposta a emergências em saúde pública

    A capital federal recebe, entre os dias 15 e 26 de junho, a edição do Curso HELP (Health Emergencies Large Populations), iniciativa voltada ao fortalecimento das capacidades de gestão de emergências, preparação e resposta a surtos, emergências humanitárias e desastres. A formação, realizada pela Escola Nacional de Saúde Pública (ENSAP) de Cuba e apoiada pelo Ministério da Saúde (MS), reúne 32 participantes, entre profissionais de saúde e de de diversas áreas que atuam em emergências nos seguintes países: Brasil, Cuba, Argentina, México, Panamá, Venezuela e São Tomé e Príncipe. 

    Realizado no âmbito da cooperação entre o Departamento de Emergências em Saúde Pública (DEMSP), da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA/MS) e a ENSAP, o curso integra as ações desenvolvidas pelo Brasil como Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS). O curso HELP é realizado em várias regiões do mundo, promove o intercâmbio de conhecimentos, sendo este o único ministrado em espanhol, se consolidando como uma importante formação para os países das Américas.

    O principal objetivo é fortalecer as capacidades técnicas e estratégicas do Ministério da Saúde brasileiro e dos países das Américas na gestão de emergências, preparação e resposta em saúde pública. Para isso, a programação aborda metodologias e ferramentas voltadas à gestão integrada de desastres e epidemias, incentivando a troca de boas práticas e experiências internacionais.

    Segundo explicou o diretor do DEMSP, Edenilo Barreira, a iniciativa reforça o compromisso da Pasta com as ações de resposta às emergências no país e em contribuição com a região das Américas. “Essa é uma ação de fortalecimento das capacidades nacionais e regionais para enfrentar emergências sanitárias e desastres, em alinhamento com as agendas globais de saúde e redução de riscos”, explicou.

    Da teoria à prática: formação para cenários complexos

    Ao longo de duas semanas de atividades intensivas, os participantes terão acesso a conteúdos que abrangem planejamento, coordenação de ações, avaliação de riscos e tomada de decisões em cenários de emergência. A proposta é ampliar a qualificação dos profissionais que atuam diretamente na prevenção, preparação e resposta a eventos que impactam a saúde da população. A programação combina aulas, estudos de caso e exercícios práticos para fortalecer capacidades aplicáveis tanto em grandes emergências quanto no cotidiano dos serviços.

    A formação aborda temas como direito internacional humanitário, ética na ação humanitária, proteção de populações afetadas, gestão da resposta, comunicação em emergências, análise de dados e articulação entre instituições e atores humanitários. Também serão trabalhados aspectos técnicos relacionados à saúde em contextos de crise, incluindo fortalecimento dos serviços de saúde, água e saneamento, deslocamentos populacionais, nutrição e segurança alimentar, epidemiologia de campo, vigilância e controle de doenças, saúde reprodutiva, enfrentamento da violência sexual, saúde mental e apoio psicossocial.

    Sandra Flores Urriola, de 68 anos, é panamenha, profissional de relações públicas e atuou no Comitê da Cruz Vermelha no Panamá durante décadas. Aposentada recentemente, optou por continuar como voluntária na organização para contribuir na coordenação de cursos e disseminação de conhecimentos. Para ela, que está participando da formação pela primeira vez, é um momento de adquirir informações qualificadas, compartilhar experiências e atuar com efetividade nos momentos necessários.

    “A importância deste curso é, justamente, nos preparar para responder a grandes emergências e situações que afetam grandes populações. E isso não envolve apenas os profissionais da saúde, envolve também comunicadores, planejadores, economistas e outras áreas. Em uma emergência, todos precisam estar preparados para atuar além da nossa rotina e trabalhar em equipe para dar uma resposta mais eficaz. Participar do curso está me mostrando, na prática, como é diferente se preparar para enfrentar uma emergência e fortalecer essa capacidade”, declarou.

    Sandra apontou situações em que seu país precisou de gestão de crise e estratégias eficazes para garantir a segurança e o bem-estar da população. “No Panamá, além das inundações, temos alguns deslizamentos. Quando enfrentamos a migração em grande escala no país, por exemplo, percebemos que não estávamos preparados, pois não bastava responder só às necessidades de saúde, era preciso atuar também em proteção, apoio psicossocial, água e saneamento, e formar as próprias equipes para lidar com uma situação tão intensa. Esse curso amplia o olhar e traz ferramentas que podem ser aplicadas tanto em grandes emergências quanto no dia a dia. E o mais rico é aprender com a experiência dos participantes de diferentes países e levar esse conhecimento de volta para fortalecer outras equipes”, enfatizou.

    Suellen Siqueira
    Ministério da Saúde

  • Justiça Federal promove audiência pública para definir propostas de metas da Justiça Federal para 2027 Última atualização: 17/06/2026 às 14:13:00

    O Conselho da Justiça Federal (CJF), em parceria com os seis Tribunais Regionais Federais (TRFs), realizará, em 2 de julho de 2026, audiência pública virtual para receber contribuições da sociedade à formulação das propostas de metas da Justiça Federal para 2027. Com transmissão ao vivo pelo canal oficial do CJF no YouTube, o evento discutirá temas estratégicos para o aprimoramento da prestação jurisdicional, como conciliação, improbidade administrativa, ações ambientais, processos envolvendo comunidades indígenas e quilombolas e crimes de racismo e injúria racial, inovação e subtração internacional de crianças. 

    A iniciativa integra o processo de planejamento estratégico da Justiça Federal e reforça o compromisso institucional com uma gestão participativa, ao abrir espaço para que a sociedade, representantes de instituições públicas e privadas, integrantes do sistema de Justiça, especialistas e demais interessados contribuam para a construção das Metas Nacionais do Poder Judiciário. 

    As propostas para 2027 terão como referência as metas vigentes e seguirão as diretrizes da Resolução CNJ n. 221/2016 e da Portaria CNJ n. 114/2016, que incentivam a participação social na definição dos objetivos estratégicos do Judiciário. 

    Como participar 

    A audiência pública contará com duas modalidades de participação: manifestação oral durante o evento e envio de contribuições por escrito. 

    As pessoas interessadas em apresentar manifestações orais deverão realizar inscrição até 25 de junho de 2026, por meio de formulário eletrônico disponível no Portal do CJF. As inscrições serão analisadas com base em critérios como relevância técnica e institucional, pluralidade de opiniões, representatividade regional e temática, além da observância da equidade de gênero e étnico-racial. 

    A relação das pessoas habilitadas para manifestação oral será divulgada a partir de 29 de junho de 2026, nos portais do CJF e dos Tribunais Regionais Federais, acompanhada das orientações para participação. Cada expositor terá até cinco minutos para apresentar suas contribuições. 

    Já as manifestações escritas devem ser encaminhadas até o dia 02/07, também através de fomulário eletrônico.

    Metas 

    As Metas Nacionais do Poder Judiciário representam compromissos assumidos pelos tribunais para aprimorar a qualidade, a celeridade, a transparência e a eficiência da prestação jurisdicional. Sua definição integra o planejamento estratégico do Judiciário e busca incorporar a participação de diferentes segmentos da sociedade no processo decisório. 

    Clique aqui e acesse a íntegra do edital e o formulário de inscrição. 

    Consulta pública

    A sociedade também poderá contribuir com as metas da Justiça Federal respondendo à consulta pública, que está disponível até o dia 10 de julho. 

    Saiba mais:

    Justiça Federal promove consulta pública sobre metas para 2027.

     

    Por: Ascom CJF


  • Élio Siqueira lança o livro “Caminhos da Justiça em Tempos de Pandemia: Memórias de um Corregedor” Última atualização: 17/06/2026 às 14:42:00

    Memórias, desafios, reflexões e um capítulo especial na trajetória do desembargador federal Élio Siqueira, que lançou o livro “Caminhos da Justiça em Tempos de Pandemia: Memórias de um Corregedor” (Editora Thoth). A obra foi apresentada diante um auditório lotado, formado por magistrados, magistradas, servidores, servidoras, personalidades jurídicas, amigos e familiares do autor, na Escola de Magistratura Federal da 5ª Região (Esmafe), na noite desta terça-feira (16/06).  

    A publicação é um resgate das viagens de Élio no período em que atuou como corregedor-regional da Justiça Federal da 5ª Região (biênio 2021-2023). O magistrado percorreu as estradas de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe (estados que compõem a 5ª Região), durante a realização das correições. Ao mesmo tempo, o livro também revela os desafios enfrentados pelo Judiciário durante a pandemia da covid-19, sob a ótica do desembargador.  

    Antes do lançamento, houve a exibição de um vídeo surpresa, com o depoimento do desembargador federal Edilson Nobre, que presidiu o Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 à época em que Élio Siqueira atuou como corregedor. “Tive a felicidade de contar com Élio como corregedor. Ele foi um corregedor singular. A forma de atuação dele foi de aproximação com o jurisdicionado; ele criou uma ponte entre a Corregedoria, os juízes e a sociedade que atua perante o Judiciário”, destacou Nobre, que assina o prefácio do livro.   

    Palavra do autor 

    Em seguida, Siqueira discursou para agradecer ao público presente e às pessoas que contribuíram para o lançamento do livro, bem como para descortinar bastidores da publicação e rememorar os momentos relatados na obra.  

    O magistrado afirmou que, durante o mandato de corregedor, não pensou em escrever o livro. A ideia só surgiu depois de encerrada a gestão, a partir de uma inquietação e do incentivo de uma servidora da sua equipe. Segundo o autor, ao voltar a realizar as atribuições de desembargador federal na 1ª Turma de Julgamento, sentiu que precisava “se despedir” da Corregedoria. “Quando encerrei o biênio, acreditava que a missão estava concluída. Os relatórios haviam sido elaborados, os números estavam registrados, as atividades documentadas, as contas prestadas. Mas era como se aqueles dois anos na Corregedoria insistissem em permanecer dentro de mim”.  

    De acordo com ele, uma de suas assessoras, Patrícia Montalvão, sugeriu que era preciso que o desembargador escrevesse o “romance com a Corregedoria”; que as memórias não deveriam permanecer apenas nos arquivos administrativos e nos relatórios institucionais, mas deveriam ganhar páginas, alcançar pessoas. “Confesso que a palavra romance me surpreendeu; não no sentido literário tradicional, mas no sentido daquilo que nos transforma, que nos marca, que continua conosco, mesmo quando acreditamos já ter ficado para trás”. 

    Desafios da pandemia  

    O magistrado também relembrou o período da pandemia da covid-19, quando o Judiciário precisou se reinventar para manter a prestação jurisdicional. “Vivemos um período em que a própria ideia de presença precisou ser reinventada. Talvez, nenhum de nós soubéssemos o que nos aguardava, mas sabíamos que a Justiça não podia parar. Seguimos, nem sempre com respostas, mas sempre com propósito”.  

    Pessoas 

    Em seu discurso, o desembargador federal também destacou a importância das pessoas. “Ao longo dos anos, percorremos milhares de quilômetros; atravessamos capitais e interiores; estradas largas e caminhos estreito; paisagens exuberantes e cenários desafiadores. Mas o importante foram as pessoas. Porque nenhuma instituição existe por si mesma; nenhuma estrutura se justifica sozinha; nenhuma tecnologia substitui completamente o encontro humano”.  

    Preservação de experiências 

    Siqueira revelou que o livro não foi escrito para celebrar cargos, para registrar números ou para determinar funções. “Este livro foi escrito para preservar experiências, porque elas permanecem. E permanecem, sobretudo, porque são compartilhadas. Se hoje me encontro aqui, diante de vocês, não é para apresentar um conto final; é exatamente o contrário: todo livro representa um novo começo. A partir desta noite, esta história deixa de ser apenas minha e passa a pertencer, também, aos leitores”.  

    Reflexão 

    Por fim, o autor propôs uma reflexão sobre a rápida passagem do tempo e, citando a poetisa Cora Coralina, falou sobre o desejo de que seu livro sensibilize leitores(as). “Se essa obra conseguir preservar um fragmento daquilo que vivemos; se conseguir permitir uma pequena parte das emoções, dos desafios, das dúvidas e dos aprendizados e das esperanças daquele período; se conseguir tocar o coração de alguém, então, terá cumprido sua missão. Porque, como escreveu Cora Coralina, nada do que vivemos tem sentido se não tocarmos o coração das pessoas”.  

     

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5


  • Parada programada: PJe 1.x ficará indisponível neste sábado (20), das 14h às 17h Última atualização: 17/06/2026 às 14:45:00

    O Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 realizará, neste sábado (20/06), um procedimento de atualização dos bancos de dados do Processo Judicial Eletrônico (PJe 1.x – TRF5). Em razão dessa manutenção, o sistema ficará indisponível para usuários internos e externos, no período das 14h às 17h.

    A parada programada não afetará o funcionamento do PJe 2.x da 5ª Região.

     

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5