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  • ALPB aprova projetos que instituem políticas de proteção à saúde materno-infantil

    Notícias

    Publicado em 16 de setembro de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou projetos que criam medidas de proteção à saúde materno-infantil, com foco na prevenção e no enfrentamento da prematuridade. As propostas foram apresentadas pelos deputados Anderson Monteiro e Galego Souza e aprovadas por unanimidade durante sessão ordinária realizada nesta terça-feira (16).

    O Projeto de Lei 1.338/2024, de autoria do deputado Anderson Monteiro, institui a Política Estadual de Prevenção à Prematuridade Neonatal. A iniciativa prevê a realização de pré-natal adequado, vacinação, exames para diagnósticos precoces, além da criação de um sistema de monitoramento contínuo dos índices de prematuridade.

    O deputado Anderson Monteiro afrma que o tema precisa ganhar ainda mais visibilidade. “A prevenção da prematuridade neonatal não apenas salva vidas e melhora a saúde de mães e bebês, mas também tem um impacto positivo na sociedade como um todo, aliviando encargos financeiros e emocionais e melhorando a qualidade de vida das famílias”, explicou Monteiro.

    O Projeto de Lei 2.614/2024, de autoria do deputado Galego Souza, estabelece diretrizes para o Programa de Conscientização e Enfrentamento do Parto Prematuro. O PL prevê a realização de campanhas educativas, capacitação de profissionais de saúde e a implementação de protocolos de atendimento para gestantes com risco de parto prematuro.

    Segundo Galego Souza, a proposta atende a uma demanda urgente. “Há uma necessidade urgente de ações coordenadas para reduzir a incidência de partos prematuros e suas consequências, promovendo uma cultura de prevenção e cuidado contínuo com a saúde materno infantil”, justificou o deputado.

    A população paraibana pode acompanhar todas as matérias apresentadas na ALPB, assim como, sessões ordinárias, visitas técnicas, reuniões de comissões, solenidades e debates através da TV Assembleia, pelo canal 8.2, e também pelo canal TV Assembleia PB no Youtube.

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  • TRF5 promove Curso Regional de Atendimento Inclusivo Última atualização: 16/09/2025 às 13:05:00

    A Divisão de Desenvolvimento Humano (DDH) do Tribunal regional Federal da 5ª Região – TRF5 informa que estão abertas as inscrições para o Curso Regional de Atendimento Inclusivo, que acontecerá nos dias 26/09, 30/09, 02/10 e 07/10, das 9h às 12h, na modalidade virtual síncrona, através da Plataforma Zoom.

    A ação educacional integra a programação da IV Semana da Acessibilidade e Inclusão da Justiça Federal da 5ª Região (JF5) e tem como objetivo capacitar profissionais da JF5 para oferecer um atendimento público inclusivo e anticapacitista, pautado nos direitos das pessoas com deficiência e nas práticas que assegurem autonomia, escuta ativa e equidade no acesso à justiça.

    O formulário de inscrições foi enviado, via SEI, às unidades vinculadas ao público-alvo.

     Confira a programação do curso:

    Por: Divisão de Comunicação Social do TRF5

  • Fred Coutinho recebe presidente da subseção da OAB de Guarabira

    Foto de Fred Coutinho com representantes da OAB
    Fred Coutinho com os advogados representantes da OAB

    O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho, recebeu o advogado Leomar Costa, presidente da subseção da OAB de Guarabira. O encontro aconteceu na Sala Branca do TJPB, na manhã desta terça-feira (16).

    “O Tribunal de Justiça está sempre aberto ao diálogo, a receber as instituições e suas demandas. Hoje, tivemos a satisfação de receber o advogado Leomar Costa, presidente da OAB, subseção de Guarabira”, comentou o presidente Fred Coutinho. 

    O encontro de trabalho contou, também, com a presença do presidente da OAB-PB, advogado Harrison Targino. Na pauta, assuntos inerentes à prática da advocacia na região polarizada pela cidade de Guarabira. 

     

    Por Valter Nogueira 

    Fotos: Ednaldo Araújo

     

  • TJPB e Faculdade Internacional da Paraíba iniciam tratativas para renovação de convênio 

    Foto da reunião entre representantes do TJPB e FPB
    Desembargador Fred Coutinho com os represenantes da FPB

    O Poder Judiciário estadual paraibano avança em parcerias institucionais, segundo destacou o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho, ao receber os professores Renato Câmara e Guilherme Fontana, representantes da Faculdade Internacional da Paraíba. O encontro aconteceu na manhã desta terça-feira (16), no Gabinete da Presidência do Tribunal.

    “O Tribunal, por meio de convênio, conta com um Juizado Cível na Faculdade Internacional da Paraíba. Hoje, recebemos os gestores da instituição de ensino, ocasião em que iniciamos as tratativas para renovar o convênio já existente entre o Poder Judiciário e a Faculdade”, comentou o presidente Fred Coutinho.

    Foto da reunião
    A reunião ocorreu no TJPB

    O professor Guilherme Fontana, gestor de campus, disse que o encontro “foi bastante positivo”, uma vez que, segundo ele, convergiu para o plano de metas da Faculdade, que está sendo formatado para o próximo ano. 

    Opinião semelhante foi externada pelo professor Renato Câmara, coordenador do Curso de Direito. “Um encontro muito satisfatório!”, exclamou.

    Presenças – A reunião de trabalho contou, também, com a presença dos magistrados(as) Leonardor Paiva e  Aparecida Gadelha – juízes auxiliares da Presidência do Tribunal. 

     

    Por Valter Nogueira

    Fotos: Ednaldo Araújo

     

  • PGJ preside primeira reunião do CSMP, que homologa três remoções de promotores

    PGJ preside primeira reunião do CSMP, que homologa três remoções de promotores

    O Conselho Superior do Ministério Público da Paraíba (CSMP) realizou, na manhã desta segunda-feira (15/09), a 13ª sessão ordinária do colegiado. Essa também foi a primeira sessão presidida pelo novo procurador-geral de Justiça, Leonardo Quintans, que assumiu a chefia do MPPB este mês. Na ocasião, foram homologadas as remoções de membros para cargos de promotor de Justiça de Soledade; para o 2º cargo de promotor de Justiça de Monteiro e para o 1º cargo de promotor de Justiça de Cuité. Foram removidos os promotores de Justiça Larissa Maranhão Leite Ferreira de Melo, Maria Eduarda Carvalho Nepomuceno Uchôa e Bruno Figueirêdo Cachoeira Dantas. 

    Participaram da sessão os conselheiros Francisco Glauberto Bezerra, Luís Nicomedes de Figueiredo Neto, José Guilherme Soares Lemos, Sócrates da Costa Agra e o corregedor-geral do MPPB, Francisco Antônio de Sarmento Vieira. Os trabalhos foram secretariados, também pela primeira vez, pelo promotor de Justiça João Benjamin Delgado Neto, que assumiu recentemente a Secretaria-Geral do MPPB. Na ocasião, João Benjamim agradeceu a cada conselheiro, falou sobre sua história institucional, registrou a alegria com esse momento na carreira e reiterou sua motivação e dedicação com o MPPB.

    Remoções

    Larissa Melo foi removida pelo critério de merecimento para exercer o cargo único de promotora de Justiça de Soledade, com atribuição plena. Ela recebeu 104,18 pontos dos conselheiros. Também figurou na lista a promotora de Justiça Juliana Cardoso Rocha, que recebeu 92,05 pontos do colegiado. 

    Já a promotora de Justiça Maria Eduarda foi removida para o 2º cargo de promotor de Justiça de Monteiro pelo critério da antiguidade. Ela atuará nos feitos da infância e juventude, família, nos feitos especiais e naqueles que tramitam, por distribuição, na 2ª Vara Mista da comarca. Extrajudicialmente, atuará na área da família, em procedimentos de investigação criminal em matéria da infância e juventude. Também atuará nas áreas do patrimônio público e das fundações e da educação. 

    O promotor de Justiça Bruno Dantas, por sua vez, foi removido para o 1º cargo de promotor de Justiça de Cuité, pelo critério de merecimento. Ele atuará nos feitos do Tribunal do Júri e execução penal, nos que tramitam na 1ª Vara Mista da Comarca e extrajudicialmente, nos procedimentos de investigação criminal que apure infração penal no Tribunal do Júri e na 1ª Vara Mista da Comarca, bem como em matérias do consumidor; saúde; cidadania e direitos fundamentais; meio ambiente e patrimônio social e mulher. 

    Novos editais, relatório da Ouvidoria e aprovação de equipe

    O CSMP autorizou a publicação dos editais das vacâncias decorrentes das três remoções e serviços extraordinários, a exemplo da Ouvidoria do MPPB (para ampliar e aprimorar esse canal de comunicação da instituição com a população).

    Na sessão, também foi registrado o encaminhamento ao colegiado dos relatórios estatístico e analítico da Ouvidoria do MPPB, referente ao mês de julho. O Conselho Superior também aprovou os nomes dos novos integrantes da Comissão de Combate aos Crimes de Responsabilidade e Improbidade Administrativa (Ccrimp) indicados pelo PGJ: Leidimar Almeida Bezerra (coordenador), Edmilson Campos Leite, Reynaldo Serpa Júnior, Stoessel Wanderley, Edivane Saraiva e Ernani Neves Rezende.

    Comunicados

    A Corregedoria-Geral informou que, junto com a Secretaria de Planejamento e Gestão e com a Diretoria de Tecnologia da Informação (Ditec), está em tratativas com o Ministério Público do Mato Grosso sobre o sistema do MPMT para a elaboração de relatórios de correições. Segundo Sarmento, a medida visa aperfeiçoar o trabalho da Corregedoria, iniciativa que recebeu o apoio do PGJ e do CSMP.

    Quintans encerrou a sessão, parabenizando o colegiado e a gestão de seu antecessor, pelo trabalho desenvolvido em prol da movimentação da carreira dos membros do MPPB, com destaque para a celeridade dada à publicação, tramitação e julgamento dos editais de promoção e remoção. “Nossa orientação a toda equipe e nosso pedido a todos que fazem parte dessa engrenagem é que continuemos com esse trabalho e assumo o compromisso, no que depender da PGJ, em dar celeridade aos julgamentos dos editais”, disse.

  • Justiça acolhe denúncia do MPPB no âmbito da operação Território Livre

    Justiça acolhe denúncia do MPPB no âmbito da operação Território Livre

    O Ministério Público Eleitoral, em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPPB) e a Polícia Federal, ofereceu denúncia criminal no âmbito da Operação Território Livre, deflagrada para desarticular um esquema de cooptação ilícita do processo eleitoral no município de João Pessoa.

    Foram denunciados: a primeira-dama da Capital, Maria Lauremília Assis de Lucena; Tereza Cristina Barbosa Albuquerque, a ex-vereadora Raíssa Gomes Lacerda Rodrigues de Aquino, Kaline Neres do Nascimento Rodrigues, Keny Rogeus Gomes da Silva, Pollyanna Monteiro Dantas dos Santos, Taciana Batista do Nascimento, David Sena de Oliveira, Josevaldo Gomes da Silva e Jonatan Dario da Silva.

    O Juízo da 1ª Zona Eleitoral da Capital recebeu a denúncia, autorizando a tramitação da ação penal eleitoral em face dos denunciados.

    Território Livre

    A primeira etapa da operação foi deflagrada em 10 de setembro de 2024 e cumpriu três mandados de busca e apreensão. No dia 19 do mesmo mês, foi realizada a 2ª fase, com sete mandados de busca e apreensão, além da prisão da então vereadora Raíssa Lacerda. E, no fim do mês, no dia 28, a 3ª fase cumpriu dois mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva, contra a primeira-dama de João Pessoa, Lauremília Lucena e a secretária dela, Tereza Cristina Barbosa.

    As investigações revelaram a existência de uma organização criminosa complexa, composta por agentes políticos, servidores públicos e integrantes de uma facção criminosa voltada à prática de corrupção eleitoral, aliciamento violento de eleitores, constrangimento de candidatos e apropriação de recursos públicos.

    Segundo o que foi apurado, a facção atuava no controle territorial de bairros da capital paraibana, como São José e Alto do Mateus, impondo, por meio de intimidação e violência, restrições à livre manifestação política e ao direito de voto. Em contrapartida, líderes do grupo criminoso e seus parentes recebiam cargos e benefícios na Administração Pública Municipal, consolidando um ciclo de favorecimentos ilícitos.

    As provas reunidas incluem interceptações telefônicas, mensagens eletrônicas, documentos oficiais e apreensão de valores em espécie, evidenciando a profunda infiltração da criminalidade organizada no processo democrático.

    Com o recebimento da denúncia, o Ministério Público, a Polícia Federal e todo o sistema eleitoral reafirmam o compromisso de proteger a lisura das eleições, a liberdade do voto e a integridade das instituições democráticas, adotando todas as medidas legais necessárias para a responsabilização dos envolvidos.

  • CNJ altera resolução sobre nome social de pessoas trans, travestis e transexuais usuárias no Judiciário

    CNJ altera resolução sobre nome social de pessoas trans, travestis e transexuais usuárias no Judiciário

    Imagem da fachada da Sede do CNJ
    Prédio sede do Conselho Nacional de Justiça

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), por meio da Resolução nº 625/2025, alterou o artigo 3º da Resolução nº 270/2018, do próprio Conselho, que dispõe sobre o uso do nome social pelas pessoas trans, travestis e transexuais usuárias dos serviços judiciários, membros, servidores, estagiários e trabalhadores terceirizados dos tribunais brasileiros.

    Segundo a alteração, o texto do referido artigo passa a ter a seguinte redação: “Será utilizado, em processos judiciais em trâmite nos órgãos judiciários, o nome social em primeira posição, seguido da menção do nome registral precedido de ‘registrado(a) civilmente como’”.

    Também passa a ser utilizado, em processos administrativos em trâmite nos órgãos judiciários, o nome social em primeira posição, sendo o nome civil de registro visualizado apenas para fins administrativos internos, quando estritamente necessário ao atendimento do interesse público ou à salvaguarda de direitos de terceiros.

    A nova Resolução do CNJ ainda determina que comunicações dirigidas a órgãos externos, não havendo espaço específico para registro de nome social, poderá ser utilizado o nome registral desde que se verifique que o uso do nome social poderá acarretar prejuízo à obtenção do direito pretendido pelo assistido.

    Para editar o texto da Resolução, o Conselho considerou que a identidade de gênero é um direito constitutivo das pessoas, que possui valor instrumental para o exercício de outros direitos e a adoção e o reconhecimento do nome social são fundamentais para garantir a inclusão, a proteção da identidade de gênero e o respeito à personalidade jurídica do indivíduo.

    Também foi observado o julgamento, pelo STF, do RE nº 670.422, julgado em 15 de agosto de 2018, que culminou no Tema nº 761, em que se assegurou o direito subjetivo à alteração do nome e da classificação de gênero no assento de nascimento, independentemente de cirurgia e diretamente na via administrativa.

    Por Fernando Patriota

     

  • TJPB lança Projeto ‘Elas por Elas’ e inaugura Sala de Amamentação no Fórum de Santa Luzia

    Foto do presidente Fred no lançamento do Elas por Elas
    Des. Fred Coutinho no lançamento do projeto Elas Por Elas

    O presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Fred Coutinho, e a presidente do Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina do TJPB, desembargadora Fátima Maranhão, lançaram, na tarde desta segunda-feira (15), no Fórum Dr. Francisco Seráphico da Nóbrega, na Comarca de Santa Luzia, o projeto ‘Elas por Elas’. A programação contou ainda com a inauguração da Sala de Amamentação ‘Severina Lucena Morais’. 

    O projeto ‘Elas por Elas’ busca garantir maior igualdade de gênero na ocupação de cargos de direção, chefia e representação institucional. A ação está alinhada com a Resolução nº 255/2018 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece a Política Nacional de Incentivo à Participação Institucional Feminina, reafirmando o compromisso do Judiciário estadual com a promoção da igualdade de gênero.

    O desembargador Fred Coutinho ressaltou que o projeto ‘Elas por Elas’ representa a continuidade de uma ação que veio para ficar, sob a liderança da desembargadora Fátima Maranhão e com o apoio de toda a sua equipe. Em relação à inauguração da Sala de Amamentação, o presidente do TJPB ressaltou que se trata de um espaço especial, voltado para a intimidade de uma mãe com seu filho. “A Sala de Amamentação, que recebe o nome da mãe da desembargadora Maria das Graças, é uma justa homenagem àquela que tanto serviu a esta região”, afirmou.

    Foto da desembargadora Fátima Maranhão
    Desambargadora Fátima Maranhão

    A desembargadora Fátima Maranhão destacou que amamentar é muito sagrado. “Hoje, quando o Dr. Rossini inaugura essa sala que nós chamamos de amamentação e depois humanização no acolhimento das mulheres, é um momento tão importante para o Judiciário e é tão positivo, que a gente não chega a dimensionar o valor de uma amamentação”, disse. Quanto ao projeto, ela destacou que a iniciativa é voltada à ampliação e ao fortalecimento da presença das mulheres em espaços de poder.

    Foto da desembargadora Maria das Graças
    Desembargadora Maria da Graças

    Filha da homenageada, a desembargadora Maria das Graças Morais Guedes enfatizou que amamentar é um ato de fé. “É amor na forma da leite, seja da mãe em condições de amamentar, seja daquela mãe que se dispôs ou se dispõe, num gesto de amor e de solidariedade, doar seu leite para nutrir um futuro”, falou. Ainda na ocasião, a desembargadora Graça, que foi a primeira presidente do Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina do TJPB, recebeu uma homenagem da entidade.

    Foto juiz Rossini Amorim
    Juiz Rossini Amorim

    O diretor do Fórum de Santa Luzia, Rossini Amorim Bastos, afirmou que o Judiciário brasileiro como um todo sempre foi um ambiente predominantemente masculino, e essa iniciativa do presidente com a instituição do comitê e o lançamento desse projeto está democratizando, ampliando e tornando-o mais participativo, mais inclusivo, rumo à igualdade de gênero.

    “Então, parabenizo o presidente, o desembargador, por essa iniciativa do lançamento do projeto, bem como a desembargadora-presidente do Comitê, a desembargadora Fátima Maranhão, e que esse projeto possa alçar vôos maiores e alcançar todo o estado visando à igualdade de gênero”, falou.

    Por fim, o magistrado ainda enfatizou que o projeto, juntamente com a Sala de Amamentação, é um passo fundamental para um Tribunal de Justiça mais inclusivo, humano e representativo.

    A Sala de Amamentação ‘Severina Lucena Morais’ é um espaço privativo e confortável destinado às mães que trabalham ou frequentam o Fórum de Santa Luzia. O ambiente permitirá a retirada e o armazenamento do leite materno, incentivando a continuidade do aleitamento, promovendo a saúde da mãe e do bebê e valorizando a atuação das trabalhadoras.

    O evento em Santa Luzia também contou com as presenças da juíza auxiliar da Presidência do TJPB, Aparecida Gadelha, de magistradas integrantes do Comitê de Incentivo à Participação Institucional Feminina do TJPB, da presidente da Associação das Esposas dos Magistrados e das Magistradas da Paraíba (Aemp), Nalva Coutinho, e do prefeito de São Mamede, Francisco das Chagas Lopes de Souza Filho, entre outras autoridades.

     

    Por Marcus Vinícius

    Fotos Ednaldo Araújo

     

  • Ministério da Saúde recebe primeiro lote de 2,5 milhões de canetas reutilizáveis para insulina

    Ministério da Saúde recebe primeiro lote de 2,5 milhões de canetas reutilizáveis para insulina

    O Ministério da Saúde recebeu uma nova remessa de 321,4 mil canetas reutilizáveis para aplicação de insulina NPH e regular. A distribuição aos estados começou na sexta-feira (12). Até outubro, mais 2,2 milhões de unidades serão entregues pela empresa, totalizando 2,5 milhões de canetas. A quantidade assegura o abastecimento nacional e o cuidado dos pacientes com diabetes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).  

    A caneta reutilizável é indicada para administração das insulinas NPH e regular e tem validade de três anos após o primeiro uso. Somente em 2024, já foram entregues mais de 2,1 milhões de unidades. 

    “A entrega das canetas reutilizáveis contribui para ampliar a adesão ao tratamento e reforça o compromisso do SUS com os pacientes. No caso da insulina, a rede pública de saúde está devidamente abastecida, mesmo diante da restrição global na produção do medicamento. O Ministério da Saúde recorreu à compra internacional diante da falta do produto no mercado interno. O acesso da população está garantido durante todo o ano”, destacou o coordenador-geral da Assistência Farmacêutica Básica do Ministério da Saúde, Rafael Poloni. 

    Foto: divulgação/MS
    Foto: divulgação/MS

    Mudança de tecnologia 

    A atual empresa fornecedora produz canetas do tipo reutilizável, uma mudança importante, já que há décadas os pacientes estavam acostumados com modelos descartáveis, que já vinham pré-preenchidos. O refil do medicamento deve permanecer acoplado até o uso da última dose e é exibido o quantitativo do medicamento que deve ser administrado. A mudança de tecnologia exigiu que a empresa disponibilizasse um quantitativo maior de dispositivos.  

    Ao total, mais de 62 milhões de unidades de insulina já foram entregues aos governos estaduais para distribuição à população em 2025. Outras 7,6 milhões de unidades devem ser enviadas ainda neste ano. 

    Para assegurar o manuseio correto das canetas, o Ministério da Saúde promove treinamentos virtuais e disponibiliza cartilhas de orientação.

    Insulinas: Brasil investe em produção nacional 

    Para enfrentar a dependência externa e a restrição mundial de insulina, o Ministério da Saúde investe no Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP). Com essas parcerias estabelecidas, a produção nacional de insulinas humanas e análogas já faz parte do quantitativo ofertado pelo SUS.  

    Em julho deste ano, foi distribuído o primeiro lote, com 207.385 mil unidades de insulina humana NPH e regular, após o início da transferência de tecnologia da farmacêutica indiana Wockhardt para Fundação Ezequiel Dias (Funed) e a empresa brasileira Biomm. Ao todo, o governo federal investe R$ 142 milhões na aquisição da tecnologia, que beneficiará cerca de 350 mil pessoas com diabetes. Os contratos preveem a entrega de 8,01 milhões de unidades de insulina, entre frascos e canetas, à rede pública em 2025 e 2026.    

    O Ministério da Saúde também aprovou uma PDP para a produção nacional de insulina análoga de ação prolongada, a glargina. O projeto reúne Bio-Manguinhos (Fiocruz), Biomm e a farmacêutica chinesa Gan & Lee, com previsão inicial de produzir mais de 30 milhões de frascos. O medicamento será destinado ao tratamento de pacientes com diabetes mellitus tipos 1 e 2. 

    SUS: referência em tratamento integral de diabetes 

    O SUS oferece assistência integral às pessoas com diabetes, desde o diagnóstico até o tratamento adequado, de acordo com o quadro clínico de cada paciente. A porta de entrada para o cuidado é a Atenção Primária à Saúde, que realiza o acompanhamento contínuo por meio de equipes multiprofissionais. Entre janeiro e maio de 2025, mais de 12,5 milhões de pessoas foram atendidos para acompanhamento e tratamento da doença nas Unidades Básicas de Saúde.    

    Atualmente, são ofertados quatro tipos de insulinas: insulinas humanas NPH e regular e insulinas análogas de ação rápida e prolongada, além de medicamentos orais e para diabetes mellitus.   

    Danielly Schulthais  
    Ministério da Saúde  

  • ALPB e CMJP debatem doação de órgãos na Paraíba durante sessão especial

    Notícias

    Publicado em 15 de setembro de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) promoveu uma sessão especial nesta segunda-feira (15) para debater e incentivar a doação de órgãos, em uma iniciativa conjunta com a Câmara de Vereadores de João Pessoa. O evento faz parte de um projeto colaborativo que envolve a Secretaria de Saúde do Estado da Paraíba e os cartórios, visando aumentar a conscientização sobre a importância da doação de órgãos humanos.

    O deputado Branco Mendes, autor da propositura, destacou a relevância da campanha. “Acreditamos que a doação de órgãos já salvou muitas vidas e, por isso, é fundamental promover uma campanha de conscientização e informação sobre o assunto. Consideramos essa iniciativa muito relevante, especialmente quando envolve a parceria com o Hemocentro, a Secretaria de Saúde, os cartórios e demais órgãos competentes, buscando levar essa informação à sociedade para que a campanha seja esclarecedora e traga benefícios significativos à população”, disse o parlamentar.

    O vereador de João Pessoa, Wamberto Ulysses, também enfatizou a importância do ato de doar. “Esta questão transcende a saúde e o aspecto jurídico, representando um ato de amor e doação. Tivemos a oportunidade de debater e buscar formas de ampliar a divulgação desta importante ação no município de João Pessoa e no estado da Paraíba, através da Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos (AEDO), ferramenta criada pelo Conselho Nacional de Justiça, que permite a inscrição online e virtual para a doação”.

    O representante do Conselho Regional de Medicina, Cássio Virgílio Cavalcante, ressaltou a importância da conscientização. “A doação de órgãos é um ato de solidariedade que se traduz em esperança e vida para tantos pacientes que aguardam por um transplante. Nós, do Conselho Regional de Medicina, apoiamos integralmente iniciativas como esta, que facilitam o processo, pois cada doação é uma chance real de recomeço para quem está na fila”, destacou.

    O tabelião Lucas de Brito, presidente do Colégio Notarial do Brasil, ressaltou o papel dos cartórios. “Os cartórios são, atualmente, parceiros essenciais nessas campanhas de doação de órgãos. A formalização da vontade do doador foi simplificada por meio de um módulo em nossa plataforma digital, o e-Notariado. Essa ferramenta permite aos cidadãos, mesmo à distância, em suas residências, sem a necessidade de comparecer a um cartório, formalizar sua vontade por meio de assinatura digital”, disse.

    Também participaram da sessão a vice-presidente da Comissão de Direito Médico e da Saúde, Daniele Santos; a Diretora Geral da Central Estadual de Transplante, Rafaela Carvalho; o chefe do IML- JP, Flávio Fabres; a Diretora do Hemocentro da Paraíba, Shirlene Gadelha; e o presidente da Associação dos Notários e Registradores da Paraíba, Carlos Ulysses.

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