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  • MP ajuíza ação civil para destituir atual diretoria da Abrace

    MP ajuíza ação civil para destituir atual diretoria da Abrace

    O Ministério Público da Paraíba ajuizou uma ação civil pública requerendo o afastamento liminar e imediato de todos os membros da atual diretoria-geral da Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança (Abrace), incluindo os cargos de diretor presidente, diretor executivo e diretor administrativo, impedindo-os de exercerem quaisquer funções de gestão. A ação requer ainda a nomeação de um administrador judicial provisório para a Abrace, pelo prazo de 12 meses. 

    A ação foi ajuizada pelo 40º promotor de Justiça de João Pessoa, Alexandre Jorge do Amaral Nóbrega, que atua na defesa do patrimônio público e das fundações. A ação tramita na 2ª Vara de Fazenda Pública da Capital com o número 0829319-26.2025.8.15.2001 

    O promotor de Justiça explicou que a ação é resultado de procedimento instaurado na promotoria a partir de denúncias de associados da entidade. Durante o procedimento, foram colhidas declarações de ex-colaboradores e dirigentes que demonstraram um padrão gerencial marcado pela centralização, ausência de prestação de contas, gestão de fachada por parte da presidência e utilização de recursos da entidade para fins não vinculados à sua missão institucional. 

    Parecer técnico

    Além disso, diante da complexidade das movimentações financeiras envolvidas, a Promotoria de Justiça requisitou a atuação do Setor de Apoio Técnico Contábil do Ministério Público da Paraíba, que elaborou relatório técnico minucioso, apontando inconsistências nos registros contábeis da associação, a exemplo da ausência de notas fiscais, uso de contas contábeis genéricas sem suporte, e a emissão de comprovantes em nome de pessoas físicas, inclusive do próprio diretor executivo. O relatório apontou a ausência de documentos essenciais previstos no estatuto da entidade, cupons fiscais sem identificação do consumidor, boletos, recibos e notas de pedido em nome de terceiros, faturas de água, luz e internet também em nome de pessoas físicas, ausência de lançamentos contábeis de despesas significativas, bem como histórico dos lançamentos desprovidos de clareza.

    Além disso, foi constatada a contratação de empresa de propriedade do próprio diretor executivo da entidade para prestar serviços à associação sem qualquer processo de cotação de preços ou deliberação formal colegiada.

    Durante o procedimento, foi evidenciado o uso indevido de recursos da Abrace para fins particulares, incluindo saques em espécie sem justificativa documental, aquisição de equipamentos desviados para uso pessoal, e custeio de despesas privadas mediante cartões corporativos da associação. Algumas das estruturas contratadas permaneciam inacabadas ou sem utilização institucional definida, sendo a ausência de prestação de contas estruturada e a omissão do Conselho Fiscal fatos reiteradamente confirmados.

    “As irregularidades descritas extrapolam falhas meramente formais e apontam para uma estrutura de gestão marcada por vínculos conjugais e familiares, ausência de alternância de poder, supressão da atuação colegiada, contratação de empresas ligadas aos próprios dirigentes, utilização de recursos institucionais para fins particulares, além de desorganização contábil e financeira incompatível com os deveres legais das entidades do terceiro setor”, diz o promotor na ação.

    Estatuto

    Além disso, foram constatadas irregularidades no estatuto da associação. A análise evidenciou um conjunto de disposições estatutárias incompatíveis com os princípios legais e institucionais que regem as organizações do Terceiro Setor, especialmente aquelas que operam com receitas provenientes de doações públicas, privadas e repasses mediante parcerias com o Poder Público.

    Também foi constatado, no texto normativo da entidade, diversas cláusulas que materializam concentração de poder, ausência de freios e contrapesos internos, permissividade na nomeação de dirigentes sem exigências mínimas de formação técnico-profissional e, sobretudo, a violação aos princípios da governança, da impessoalidade, da economicidade e da accountability.

    “Diante desse panorama, e superadas todas as oportunidades legais de exercício da defesa, consolidou-se um conjunto probatório robusto, técnico e testemunhal, capaz de evidenciar a ruptura institucional do modelo de gestão da Abrace com os parâmetros legais e éticos exigidos das entidades de relevante interesse social. Por essa razão, e visando preservar a finalidade pública subjacente à atividade exercida pela associação, propõe-se nesta ação a reestruturação institucional da entidade, com a destituição do atual corpo diretivo e nomeação de interventor judicial, bem como o saneamento de suas estruturas estatutárias”, afirma o promotor na ação.

    Pedidos

    A ação pede ainda que o administrador judicial nomeado apresente, em até 90 dias, relatório circunstanciado de auditoria operacional, organizacional e financeira da Abrace, com diagnóstico das principais impropriedades encontradas e proposta de metas de saneamento; corrija as irregularidades estatutárias, contábeis e administrativas identificadas na ação, promovendo medidas efetivas de transparência e eficiência na gestão; garanta o cumprimento da Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação) e da Lei nº 13.019/2014, no que couber; e mantenha a Promotoria de Justiça de Fundações informada sobre os principais atos de gestão, mediante relatórios mensais.

  • Para cada R$ 1 de lucro da indústria do tabaco, Brasil gasta cinco vezes mais com doenças relacionadas ao tabaco

    Para cada R$ 1 de lucro da indústria do tabaco, Brasil gasta cinco vezes mais com doenças relacionadas ao tabaco

    Para cada R$ 1 de lucro da indústria do tabaco, o Governo Federal gasta R$ 5 com doenças causadas pelo fumo. Referência internacional em políticas públicas de controle do tabaco e tratamento contra o tabagismo, o Ministério da Saúde apresentou esses dados que compõem o estudo do Instituto Nacional de Câncer (Inca) “A Conta que a Indústria do Tabaco Não Conta”, divulgado nesta quarta-feira (28). Promovido pela pasta, na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em Brasília, o evento marcou o Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado oficialmente em 31 de maio.

    A pasta também lançou a campanha nacional “Sem Cigarro, Mais Vida”, que visa conscientizar a população, especialmente os jovens, sobre os riscos que os cigarros trazem para a saúde, com foco nos dispositivos eletrônicos e aditivos.  

    “Esse é um desafio para toda a sociedade brasileira. Precisamos sensibilizar cada vez mais a população de que o cigarro continua sendo extremamente nocivo. Ele faz mal à saúde, sobrecarrega o sistema público de saúde e impacta negativamente a economia, já que o adoecimento reduz a capacidade de trabalho e leva à ausência no emprego. Isso afeta diretamente a vida das pessoas e das famílias. Por isso, combater o uso do cigarro é uma responsabilidade coletiva”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

    O evento também chamou a atenção para os impactos causados pelo uso de produtos derivados do tabaco e reforça as ações do Ministério da Saúde para proteger a saúde da população. Uma delas é o atendimento voltado à cessação do tabagismo, que teve crescimento expressivo, segundo dados do Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica (Sisab).

    Entre 2022 e 2024, as terapias com abordagem cognitivo-comportamental prestadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) saltaram de 42,3 mil para 83 mil atendimentos, um aumento de 96,4%; a participação dos usuários da rede pública de saúde em atividades coletivas passou de 124 mil para 266 mil (+114%); as visitas domiciliares, de 1,28 milhão para 2,25 milhões (+75%); e as consultas clínicas, de 13,6 milhões para 14,4 milhões (+5,6%). Esses resultados refletem o fortalecimento das ações de prevenção e tratamento ofertadas pelo Ministério da Saúde na Atenção Primária à Saúde, com foco no cuidado humanizado, apoio psicológico e orientação clínica.

    Recentemente, os avanços do Brasil no controle da epidemia do tabagismo ganharam reconhecimento internacional na 78ª Assembleia Mundial da Saúde (AMS/OMS), realizada em Genebra, neste mês. O reconhecimento foi conferido aos Ministérios da Saúde e da Fazenda, com destaque para a inclusão na Reforma Tributária dos impostos saudáveis, aqueles que incidem sobre produtos não saudáveis, a exemplo do tabaco.

    “A tributação elevada salva vidas. Aumentar o preço do cigarro reduz o consumo, especialmente entre os mais jovens — e não há qualquer relação entre isso e o aumento do contrabando” esclareceu Padilha. Para finalizar, o ministro lembrou que o Brasil é referência global no combate ao tabaco. “Somos um dos poucos países que conseguiram reduzir drasticamente o consumo com políticas públicas firmes e coragem para enfrentar a indústria”, disse o ministro da Saúde”, disse.

    Lucro de cigarros legais x mortes

    Segundo o estudo, publicado na forma de artigo, em 2019, cada R$ 0,156 milhão de lucro de empresas de tabaco estabelecidas no Brasil com a venda de cigarros legais foi equivalente a uma morte por doenças cardíacas isquêmicas, AVC, DPOC ou câncer de pulmão atribuível ao tabagismo.

    O custo direto médio e o custo total médio (direto e indireto) equivalentes a uma morte pelas doenças selecionadas foram estimados em R$ 0,361 milhão e R$ 0,796 milhão, respectivamente. Ao combinar essas duas equivalências, obtém-se que, para cada R$ 1 lucro obtido pela indústria do tabaco, o Brasil gasta 2,3 vezes esse valor com custo direto do tratamento de doenças relacionadas ao tabaco e 5,1 vezes esse valor com o custo total (direto e indireto) dessas doenças.

    “É fundamental mensurar o impacto da comercialização dos produtos da indústria do tabaco sobre os custos atuais para a sociedade brasileira para buscar sua responsabilização e ressarcimentos. Uma parcela do lucro obtida com essa venda pode ser usada pela indústria do tabaco em ações de estímulo à iniciação de jovens e crianças no tabagismo, a fim de repor os usuários atuais que vão adoecer ou falecer. Isso, por sua vez, também vai gerar custos futuros”, afirma o epidemiologista e pesquisador do Inca André Szklo, um dos autores do estudo. 

    Custos com danos provocados pelo tabagismo

    Outro dado do Inca, não relacionado ao estudo, aponta que o Brasil gasta R$ 153,5 bilhões por ano com os danos provocados pelo tabagismo, somando custos com tratamento médico e perdas econômicas por morte prematura, incapacidades e cuidados informais. Esse valor equivale a 1,55% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. A arrecadação de impostos federais com o setor alcançou R$ 8 bilhões em 2022, o que cobre apenas 5,2% dos custos totais causados pelo tabagismo ao país. 

    Desse total, R$ 67,2 bilhões são gastos diretamente com tratamento de doenças relacionadas ao tabaco, como câncer, doenças cardíacas, respiratórias e AVC. Já os custos indiretos — como perda de produtividade e afastamentos do trabalho — somam R$ 86,3 bilhões. 

    Segundo o Inca, o tabagismo é responsável por 477 mortes por dia no Brasil, o que representa 174 mil óbitos evitáveis por ano. Entre as principais causas estão a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), doenças cardíacas, diversos tipos de câncer, AVC, diabetes tipo 2 e fumo passivo, que sozinho responde por cerca de 20 mil mortes anuais. 

    Alerta sobre os cigarros eletrônicos

    Apesar de proibidos no Brasil desde 2009, os dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs) seguem atraindo adolescentes e jovens por meio de estratégias de marketing e apelo tecnológico, aponta a Organização Mundial de Saúde (OMS). Esses produtos, também conhecidos como cigarros eletrônicos ou vapes, estão no centro da campanha de 2025 do Ministério da Saúde.

    Segundo a última Pesquisa Vigitel – inquérito telefônico realizado pelo Ministério da Saúde em todas as capitais brasileiras -, 2,1% da população adulta usou cigarros eletrônicos em 2023. Contudo, a maior prevalência está entre os jovens de 18 a 24 anos, que respondem por 6,1% dos entrevistados. Por isso, o foco da campanha do Ministério da Saúde é direcionado a esse público.

    Em 2024, a Anvisa reforçou a proibição da comercialização, importação e propaganda dos DEFs, por meio da Resolução RDC nº 855/2024. Trata-se de uma medida de proteção à saúde pública, especialmente das novas gerações.

    “No Dia Mundial Sem Tabaco, renovamos nosso compromisso com a saúde pública e com políticas que salvam vidas. O desafio hoje é proteger as novas gerações do cigarro eletrônico, estratégia da indústria para formar novos dependentes”, destaca o diretorgeral do Inca, Roberto Gil.

    Mais brasileiros buscam ajuda do SUS para deixar o cigarro

    No Brasil, 9,3% da população brasileira, ou seja, 19,6 milhões de pessoas, se declarou fumante, sendo a prevalência maior entre os homens (11,7%) do que entre as mulheres (7,2%), conforme dados da Pesquisa Vigitel 2023.

    Para mudar essa realidade, o SUS disponibiliza tratamento gratuito para a dependência da nicotina em todo o país. O atendimento é realizado nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e inclui acompanhamento profissional, orientação individual e em grupo, além da oferta de medicamentos.

    Entre os recursos disponíveis estão a terapia de reposição de nicotina, com adesivos transdérmicos e goma de mascar, e o cloridrato de bupropiona, medicamento que auxilia no processo de cessação do tabagismo.

    Para iniciar o tratamento, basta procurar a UBS mais próxima ou entrar em contato com a secretaria de saúde do seu município ou estado. O serviço é aberto a todas as pessoas que desejam abandonar o cigarro e melhorar sua qualidade de vida.

    Protagonismo internacional

    O Brasil é referência global no controle do tabaco, com políticas reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O país foi um dos primeiros a aderir à Convenção-Quadro sobre Controle do Uso do Tabaco, que orienta ações de prevenção e redução da demanda por produtos derivados do tabaco.

    Desde os anos 1980, o Ministério da Saúde, por meio do Inca, coordena políticas públicas como proibição da propaganda de cigarros, campanhas educativas, ambientes livres de fumaça. Além disso, implementou a o Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT), articulando ações em parceria com os estados, o Distrito Federal e os municípios.

    Edjalma Borges
    Ministério da Saúde

  • Deputados aprovam projeto para notificação imediata de recém-nascidos com Síndrome de Down

    Notícias

    Publicado em 28 de maio de 2025

    A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, nesta quarta-feira (28), o Projeto de Lei 3.913/2025, de autoria do deputado Tovar Correia Lima, que determina às unidades de saúde públicas e privadas do Estado a comunicação imediata de recém-nascidos com Síndrome de Down às instituições, entidades e associações especializadas que desenvolvem atividades voltadas às pessoas com deficiência.

    De acordo com o deputado, o projeto defende “a garantia de apoio, acompanhamento e intervenção imediata das instituições, entidades e associações, por seus profissionais capacitados (pediatras, médico assistente, equipe multiprofissional e interdisciplinar), com vistas à estimulação precoce, além de permitir o amparo aos pais, no momento de insegurança, dúvidas e incertezas, e ajuste familiar à nova situação, com as adaptações e mudanças de hábito inerentes, com atenção multiprofissional”.

    O deputado ressalta que a matéria pretende ainda evitar o diagnóstico tardio, contribuindo para que bebês com Síndrome de Down seja rapidamente identificado e comunicado a família. “Crianças com Síndrome de Down precisam ser estimuladas desde o nascimento, para que sejam capazes de vencer as limitações que essa alteração genética lhes impõe. Como têm necessidades específicas de saúde e aprendizagem, exigem assistência profissional multidisciplinar e atenção permanente dos pais”, justificou o deputado Tovar.

    Os deputado aprovaram também o PL 3.624/2025, apresentado pela deputada Jane Panta, que assegura a inclusão da cartilha ‘Eu me protejo porque o corpo é só meu’ no âmbito da Política Intersetorial de Enfrentamento às Violências contra Crianças e Adolescentes do Estado da Paraíba. A deputada especifica que o Poder Executivo, por intermédio das secretarias responsáveis, deve divulgar e disponibilizar, em formato digital, em seus sites, a cartilha

    A população paraibana pode acompanhar todas as matérias apresentadas na ALPB, assim como, sessões ordinárias, visitas técnicas, reuniões de comissões, solenidades e debates através da TV Assembleia, pelo canal 8.2, e também pelo canal TV Assembleia PB no Youtube.

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  • TRF5 disponibiliza Painel de Metas CNJ 2025 Última atualização: 28/05/2025 às 12:06:00

    A Divisão de Gestão Estratégica e Governança (DEGEST) do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 informa que está disponível, desde o dia 15/05 (quinta-feira), o Painel de Metas CNJ 2025. A ferramenta, que pode ser acessada através do Portal de Business Intelligence, no site do TRF5, serve de apoio para tomadas de decisão e reúne informações visuais sobre dados estatísticos e indicadores relativos à produção das áreas fim do TRF5 e das Seções Judiciárias vinculadas.

    O Painel tem como parâmetro o Glossário de Metas Nacionais do Poder Judiciário 2025, que inclui itens como julgar processos mais antigos; reduzir a taxa de congestionamento; e priorizar o julgamento de processos relacionados ao feminicídio e à violência doméstica e familiar contra as mulheres. A ferramenta está liberada para todos(as) os(as) usuários(as) já cadastrados(as) no Painel de Metas 2024.

    De acordo o diretor da DEGEST, David Montalvão, um dos principais objetivos da Divisão é estreitar a relação com as pessoas que já utilizam o Painel. Em razão disso, foi criado um canal de comunicação específico para usuários(as): gt.bi@trf5.jus.br. Por meio desse canal, a DEGEST pode receber diversas demandas, como, por exemplo, incongruência de algum dado apresentado no Painel ou correção de alguma informação. “Nosso papel é fazer esse ajuste fino, que, muitas vezes, é identificado através do uso da ferramenta e feito por meio dessa relação”, explicou Montalvão.

    Por: Divisão de Comunicação Social TRF5


  • Juarez Távora se compromete a elaborar plano de prevenção à violência contra criança

    Juarez Távora se compromete a elaborar plano de prevenção à violência contra criança

    O Ministério Público da Paraíba celebrou um termo de ajustamento de conduta (TAC) com o Município de Juarez Távora para a para fins de elaboração do Plano Municipal destinado à prevenção, enfrentamento e atendimento à criança ou adolescente vítima ou testemunha de violência. O TAC foi assinado pela 1ª promotora de Justiça de Alagoa Grande, Rebecca Braz Vieira de Melo, e pelo prefeito de Juarez Távora, Wilson Evangelista Feitosa.

    O TAC estabelece que, até o dia 18 de junho, o Município deverá criar e nomear o Comitê de Gestão Colegiada da rede de cuidado e de proteção social das crianças e dos adolescentes vítimas ou testemunhas de violência. O diagnóstico situacional necessário para elaboração do plano deverá ser feito até o dia 17 de outubro. 

    Além disso, o município deverá promover a análise do diagnóstico e definir os termos do piano, até o dia 17 de abril de 2026. Essa análise e planejamento deverá conter medidas como elaboração e implementação, nas escolas e unidades de saúde, públicas e privadas, de uma “Ficha de Notificação Obrigatória” dos casos em que há suspeita da prática de violência contra crianças e adolescentes; adequação dos serviços de saúde, educação e assistência social, no sentido de proporcionar atendimento prioritário aos casos de violência; criação de protocolos, fluxos e ou sistemas de atenção e ou atendimento, com enfoque intersetorial; e oferta de formação continuada aos trabalhadores da Saúde, Assistência Social e Educação.

    Outras medidas que devem ser implementadas incluem a coleta e a sistematização de dados relativos à violência contra crianças e adolescentes, com o monitoramento permanente dos programas e ações desenvolvidas; a implementação de serviços de atendimento integrado a crianças e adolescentes vítimas de violência no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS); e a oferta de programas e serviços destinados ao atendimento dos pais ou responsáveis pelas crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas.

    Mais medidas ajustadas

    Ainda ficou estabelecido no TAC que o texto do Plano Municipal destinado à prevenção, ao enfrentamento e ao atendimento especializado de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência deverá ser submetido à consulta pública, em suas mais variadas formas, até o dia 17 de maio de 2026. O plano deverá ser aprovado e publicado até o dia 17 de junho de 2026.

    Além disso, o município deverá apresentar o plano ao Ministério Público até o dia 17 de setembro, acompanhado de um cronograma de implementação das ações, programas e serviços nele previstos, bem como remanejamento de pessoal e outras iniciativas relacionadas à articulação e integração operacional de órgãos governamentais, com ênfase para: a instituição formal da rede de proteção à criança e ao adolescente, composta pelos diversos órgãos públicos corresponsáveis pelo atendimento da demanda; a designação dos servidores que representação de cada órgão integrante da rede; a criação de mecanismos de informação, referência, contrarreferência e monitoramento; criação do “Serviço de Recebimento e Monitoramento de Denúncias”; a articulação de ações e integração operacional entre a rede de proteção e os Sistemas de Justiça e de Segurança Pública.

    O município se comprometeu ainda a, até o fim do exercício financeiro de 2027, realizar o remanejamento dos recursos orçamentários que se fizerem necessários junto ao orçamento municipal para o custeio das ações e programas que demandem execução imediata.

  • ‘Declare e Transforme Vidas’: destinação de parte do IR pode ser feita até sexta-feira

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    O Poder Judiciário paraibano segue convidando servidores(as) e magistrados(as) a participarem da campanha ‘Declare e Transforme Vidas’, uma ação solidária da Receita Federal que incentiva a destinação de parte do Imposto de Renda para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente. Os interessados têm até o dia 30 de maio para participar, data final para a entrega da declaração do imposto de renda – pessoa física.

    A campanha tem o apoio do presidente e do vice do TJPB, desembargadores Fred Coutinho e João Batista Barbosa, respectivamente, e tem à frente o coordenador da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça, juiz Hugo Gomes Zaher.

    Mesmo a campanha sendo voltada ao público interno do TJPB, qualquer cidadão que tem imposto a pagar ou a receber pode direcionar parte do imposto devido ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente.

    Como fazer a destinação

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    A princípio, é importante destacar que, ao declarar o Imposto de Renda, o contribuinte pode destinar até 3% do imposto devido ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente. Esse valor será abatido do imposto a pagar ou somado ao valor a ser restituído.

    A contribuição deve ser feita durante o preenchimento da declaração. Após baixar o programa do Imposto de Renda da Receita Federal e preencher as informações, o servidor(a) ou magistrado(a) verá que o próprio sistema calcula automaticamente o valor do imposto. Para consultá-lo, basta clicar em ‘Resumo da Declaração’ e depois em ‘Cálculo do Imposto’.

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    A partir deste momento, os doadores poderão decidir o valor a ser destinado ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente. Para isso, é só clicar em ‘Doações Diretamente na Declaração’ e, em seguida, na aba ‘Criança e Adolescente’. Após clicar em ‘Novo’ no menu inferior direito dos três tipos de fundos que surgem, basta escolher a opção desejada: fundo nacional, estadual ou municipal.

    O valor disponível para destinação, calculado automaticamente pelo sistema, será exibido na tela. O magistrado ou servidor pode digitar o valor que deseja destinar, respeitando o limite, e clicar em ‘Ok’. O programa emitirá um DARF referente ao valor, e o pagamento desse documento deverá ser feito até o último dia para entrega do Imposto de Renda, que em 2025 é 30 de maio.

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    É possível selecionar valores diferentes para mais de um fundo; nesse caso, o sistema gerará um DARF para cada fundo escolhido. Para quem tem direito à restituição, ou seja, a receber, também serão gerados DARFs para cada fundo selecionado.

    Por exemplo, se a destinação for para o Fundo Municipal dos Direitos das Crianças e Adolescentes de João Pessoa e Picuí, o sistema gerará um DARF para cada um deles. Se o declarante tiver imposto a pagar, deverá efetuar o pagamento dos DARFs até 30 de maio. Se tiver imposto a receber, os valores serão acrescentados à sua restituição.

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    Não deixe de destinar parte do seu Imposto de Renda para o Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente. Com essa simples atitude, você contribui com as entidades cadastradas, garantindo mais qualidade de vida para quem mais precisa. 

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    É um excelente momento para mostrar que todos que fazem parte do Tribunal de Justiça da Paraíba são cidadãos solidários. Participe dessa ação! Faça uma criança ou um adolescente feliz!

    Por Lila Santos com informações da Receita Federal

     

  • Prorrogadas até esta quinta-feira as inscrições para capacitação sobre a nova plataforma PSE

    Prorrogadas até esta quinta-feira (29) as inscrições para a capacitação sobre a nova Plataforma Socioeducativa (PSE), que entra em vigor no dia 6 de junho, substituindo o Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL). Magistrados e magistradas responsáveis pelas varas com competência em Infância e Juventude no Estado devem preencher o Formulário e participar da formação, que possibilitará o aprimoramento do controle e do monitoramento das medidas socioeducativas. No caso de Plantonistas Cíveis, clique aqui.

    A iniciativa é fruto de parceria entre o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio do Grupo de Monitoramento e Fiscalização dos Sistemas Carcerário e Socioeducativo (GMF) e da Escola Superior da Magistratura (Esma).

    O Judiciário paraibano é o terceiro do país a adotar a plataforma, que foi desenvolvida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ferramenta funciona de forma integrada ao PJe e representa um salto tecnológico para a área socioeducativa, trazendo indicadores gráficos detalhados, notificações para prazos processuais, entre outras vantagens.

    A lista com as inscrições homologadas será divulgada no dia 30 (sexta-feira) de maio pela Esma. De 2 a 5 de junho, a formação será oferecida na modalidade virtual (EaD) para os integrantes das unidades especializadas em Infância e Juventude de Entrância Inicial.

    Já no dia 6 de junho, a capacitação será obrigatoriamente presencial, destinada às unidades da área infantojuvenil das comarcas de Entrância Final, incluindo as sedes de circunscrições e a Região Metropolitana de João Pessoa. Participarão dessa etapa as comarcas de João Pessoa (1ª e 2ª Varas da Infância e Juventude – Acervo A e B), Bayeux, Cabedelo, Santa Rita, Campina Grande, Cajazeiras, Guarabira e Patos.

    Também haverá turmas específicas de capacitação voltadas aos plantonistas cíveis. Poderão se inscrever um(a) magistrado(a), um(a) assessor(a) e um(a) servidor(a) de cada unidade plantonista, com prioridade para aqueles que emitem Guia de Internação Provisória. A inscrição é feita por meio de formulário específico – Clique aqui.

    Por Gabriela Parente

     

  • Juíza Candice Queiroga participa de júri simulado realizado por alunos do curso de Direito do Unipê

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    A juíza Candice Queiroga (esquerda) durante o júri simulado

    A prática leva à perfeição! Com base nessa premissa, o curso de Direito do Unipê, em parceria com a Associação Nacional da Advocacia Criminal (Anacrim-PB), promoveu a segunda edição do ‘Júri Simulado’, tendo como protagonistas alunos do referido curso, que aturaram nos papéis de juiz, réu, defesa e acusação. O evento foi realizado na noite dessa terça-feira (27). 

    Nesta edição, o Unipê contou, mais uma vez, com a contribuição da juíza Candice Queiroga de Castro Gomes Ataíde,  do Poder Judiciário paraibano, atualmente  juíza da 1ª Vara Mista de Mamanguape, e egressa do Mestrado em Direito do Unipê, reconhecida por sua atuação técnica e comprometida com a justiça.

    Ao comentar o evento, a magistrada assim se pronunciou: “Participar deste júri simulado é uma oportunidade valiosa para os alunos, pois aproxima a teoria da prática e desenvolve competências essenciais para a atuação no Direito. Eles vivenciam o ambiente do tribunal, aprendem a argumentar, escutar e respeitar diferentes pontos de vista. Esta é a segunda vez que participo do projeto e me sinto honrada em contribuir com a formação desses futuros profissionais. É uma experiência enriquecedora que contribui diretamente para a formação de profissionais mais preparados e conscientes .”

    De acordo com o professor Antônio Toscano, coordenador do Curso de Direito, “a presença da magistrada foi fundamental para orientar os trabalhos, enriquecer o aprendizado dos alunos e reafirmar o elo entre a academia e o mundo profissional”.

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    Professores, juíza e alunos registram momento do evento

    O professor Antônio Toscano acrescentou que o ‘Júri Simulado’ vem se consolidando como uma das mais importantes atividades práticas  da formação jurídica oferecida pela instituição. “O evento proporciona aos estudantes uma vivência realista do Tribunal do Júri, promovendo o desenvolvimento de habilidades essenciais como a argumentação oral, a estratégia processual e a atuação em equipe”, explicou o professor Toscano. 

    A prática acadêmica foi comentada, também, pelo professor  Rômulo Palitot, coordenador do Júri. Ele destacou que o Júri Simulado realizado na noite desta terça-feira não é apenas uma atividade acadêmica. “É uma imersão profunda no que há de mais humano e complexo no Direito: o julgamento de nossos pares. Aqui, nossos alunos têm a oportunidade de viver, na prática, os desafios de um tribunal do júri. Sentem o peso da palavra, a importância do contraditório, o exercício da escuta e a arte da argumentação”, explicou.

    Por Valter Nogueira

     

  • Semana da Adoção: festa reúne crianças e adolescentes acolhidos e pessoas que querem adotar

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    Fred e Nalva Coutinho paticiparam da entrega de presentes

    Em um espaço lúdico, com muita brincadeira, guloseimas e alegria, 51 crianças e adolescentes que vivem em instituições de acolhimento de João Pessoa à espera de adoção tiveram uma tarde diferente, em uma grande festa realizada nessa terça-feira (27). O evento aconteceu na Casa de Recepção Popótamus Buffet, com a presença do presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Fred Coutinho, e da presidente da Associação das Esposas dos Magistrados e Magistradas da Paraíba (Aemp), Nalva Coutinho.

    Também participaram da festa pessoas que pretendem adotar e algumas que já passaram pelo processo de adoção. Este é o 10º ano que acontece o evento, o qual tem por finalidade despertar o amor, aproximando os acolhidos dos pretendentes ao ato de adoção, além de encerrar a programação da campanha de incentivo à adoção: ‘Não resista ao amor! Adote!’. As ações integram as atividades alusivas ao mês de maio, especialmente ao Dia Nacional da Adoção (25/05), bem como a Semana Estadual de Incentivo à Adoção Tardia, que ocorre na última semana deste mês.

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    Festa da Adoção

    Presidente do TJPB, juiz, promotoras e equipe da Infância e Juventude

    “Esta festa representa a celebração ao amor, a construção de novas famílias e o direito de crianças e adolescentes a terem um lar com afeto e cuidado. O evento também busca conscientizar a sociedade sobre a importância da adoção, além de homenagear famílias adotivas e os profissionais envolvidos no processo. A festa foi marcada por momentos de alegria, integração, atividades lúdicas e muita emoção, reforçando que amor não se mede por laços de sangue, mas por gestos de cuidado e acolhimento”, comentou o desembargador Fred Coutinho.

    Apoiando a Festa da Adoção pela primeira vez, a presidente da Aemp e esposa do presidente do Tribunal ressaltou “a felicidade e a oportunidade de estar ajudando a Infância e Juventude com o projeto de incentivo à adoção”.

    A Festa da Adoção é promovida pelo Poder Judiciário estadual, por meio da 1ª Vara da Infância e Juventude da Comarca de João Pessoa, em parceria com o Ministério Público Estadual, Defensoria Pública, da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (Ceja) e do Núcleo de Apoio da Equipe Multidisciplinar (Napem) – 1ª circunscrição judiciária, com o apoio da Aemp.

    O presidente TJPB destacou o engajamento do juiz titular da 1ª Vara da Infância e Juventude da Capital, Adhailton Lacet Correia Porto, dos demais envolvidos na preparação e realização do evento. Para Lacet, mesmo sendo a décima edição do evento, a Festa da Adoção é motivo de muita alegria. Segundo pontuou, desde a primeira, a iniciativa congrega apoiadores e parceiros, a exemplo a Aemp.

    “Nosso maior objetivo não é só o momento lúdico, mas que as pessoas, sobretudo aquelas que estão no Sistema Nacional de Adoção (SNA), conheçam as crianças, se sensibilizem, tenham essa possibilidade de vê que nem só bebês estão passíveis de adoção e que se pode adotar uma criança maior, um adolescente. É este o nosso desafio”, reforçou o magistrado.

    Adhailton Lacet enfatizou, ainda, a priorização na defesa dos direitos fundamentais de crianças e adolescentes, especialmente no que se refere ao lazer, à saúde, educação, esporte e, especialmente, à convivência familiar.

    Ministério Público e Defensoria – Por sua vez, a promotora de Justiça Soraya Nóbrega, que atua na 1ª Vara da Infância e Juventude, salientou que todos os anos há sempre algo diferenciado, “como o brilho nos olhos das crianças e dos adolescentes, realçando a importância deles estarem em um ambiente de lazer e com outras crianças fora do acolhimento”.

    Para a defensora pública Elza Oliveira Lima, que também atua trabalha na mesma unidade judiciária, “o que é mais importante é saber que estamos cumprindo nosso papel, conforme o artigo 19 do Estatuto da Criança e do Adolescente (EC), que é o direito da criança de estar e viver em família”, frisou.

    Por Fernando Patriota (texto e fotos)

     

  • Abertas as inscrições para a 2ª Semana Nacional dos Juizados Especiais

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    Estão abertas, a partir desta quarta-feira (28) até 2 de junho, as inscrições para a 2ª Semana Nacional dos Juizados Especiais. As atividades ocorrerão de 4 a 6 de junho, com o objetivo de fortalecer o diálogo sobre o acesso à Justiça e ressaltar a importância dos Juizados Especiais no Sistema Judiciário. Para se inscrever, servidores(as), magistrados(as) e o público em geral devem acessar o link: https://forms.gle/1vFRnrw8prUNr2RX7

    A abertura oficial do evento, no dia 4, será realizada durante a sessão administrativa do Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba, às 14h, com o lançamento do sistema de peticionamento digital direto ao Juizado Especial, direcionado ao cidadão.

    Já no dia 6 de junho, a programação continua na Escola Superior da Magistratura da Paraíba (Esma-PB), a partir das 8h30, com três mesas de debate, abordando os seguintes temas: Os Juizados Especiais Cíveis e os Desafios da Efetividade da Justiça no Século XXI; A Conciliação nos Juizados da Fazenda Pública: Experiências, Limites e Possibilidades; e Turmas Recursais e o Papel Uniformizador da Jurisprudência nos Juizados Especiais.

    Fluxos de trabalho
    Desembargador João Batista

    De acordo com o coordenador dos Juizados Especiais do TJPB, desembargador João Batista Barbosa, a Semana dos Juizados oferece uma oportunidade valiosa para refletir sobre os avanços necessários na justiça cidadã, com ênfase na simplicidade, celeridade e inclusão. “O novo sistema representa um importante passo na democratização do Judiciário”, afirmou.

    A Esma-PB emitirá certificado de participação, que será enviado digitalmente para o e-mail informado no momento da inscrição.

    Por Marcus Vinícius